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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA DE TECNOLOGIA DA EDIFICAÇÃO I PROFESSOR ANDERSON CLARO

DE TECNOLOGIA DA EDIFICAÇÃO I PROFESSOR ANDERSON CLARO ABRIGOS EMERGENCIAIS ACADÊMICOS: AMANDA LAÍZA VIEIRA

ABRIGOS EMERGENCIAIS

ACADÊMICOS: AMANDA LAÍZA VIEIRA CAROLINA SACCHETTI TOBIAS MARIANA MORAIS LUIZ MARINA SORQUINI GROSSI RODRIGO PARISI FREITAS

Florianópolis, julho de 2009

INTRODUÇÃO

Ocorridos de maneira espontânea, os fenômenos naturais acontecem repentinamente e em qualquer local, apesar de ter relação com a ação antrópica suas causas não provem diretamente da ação humana. O termo “fenômeno natural” refere-se a qualquer expressão proveniente da natureza como os eventos hidrológicos, atmosféricos ou topológicos e se relacionam com a dinâmica da Terra: tempestades, tornados, enchentes, secas ou ainda, terremotos, tsunamis, erupções vulcânicas e etc. A ocorrência de um desses fenômenos, principalmente em sociedades mais vulneráveis, possui o poder de desencadear um desastre. Além de todos os demais problemas econômicos e sociais enfrentados por estas comunidades, há ainda a questão destes "desastres naturais". Observado este aspecto, surge, portanto, a necessidade de se analisar as conseqüências dos desastres e principalmente o atendimento à população desabrigada, isto é, os abrigos temporários de caráter emergencial. Foi proposta nos últimos anos, uma série de projetos e soluções de abrigos emergenciais. O potencial de estruturas desmontáveis e portáteis para o uso em situações de pós-desastre – como abrigos emergenciais – é sugerido como grande solução e motivo de estudos para profissionais da área construtiva. O tema "abrigo emergencial" é um tema bastante comum sendo também tema de concursos internacionais de arquitetura, como por exemplo, a organização sem fins lucrativos, Architecture for Humanity, que foi fundada em 1999 e possui como objetivo promover soluções arquitetônicas para problemas humanitários. Estruturas portáteis podem desempenhar funções que estruturas fixas não podem: são empregadas rapidamente quando necessário, em locais de difícil acesso; podem ainda ser reutilizadas em outras oportunidades. Essa vertente das estruturas transportáveis deve-se a diversos fatores históricos, econômicos e logísticos. Entretanto, para buscar uma solução adequada, deve- se considerar além dos aspectos econômicos e logísticos, os aspectos sociais, econômicos e culturais da comunidade à qual se pretende fornecer o abrigo, adequando-o à realidade da sociedade em questão. Atualmente, não existe o direito explícito ao abrigo; esse direito está implícito na Declaração Universal dos Direitos Humanos e em outros documentos elaborados por organizações multilaterais como a ONU. A necessidade por abrigo torna-se fundamental em uma situação de emergência. Um abrigo pode ser uma das chaves para salvar vidas e prolongar a sobrevivência se considerarmos a necessidade por proteção de elementos externos, a preservação da dignidade e a orientação e identidade. A relação entre um indivíduo e os elementos externos pode ser amenizada com o abrigo. Para um abrigo proteger um indivíduo, ele precisa ser construído de maneira apropriada aos elementos externos, como o clima, aspectos culturais, etc., que caracterizam o local onde se localizará o abrigo. Os materiais empregados também são importantes: para locais de clima quente devem ter características distintas daqueles para locais de clima frio. Em climas quentes, deve ser dada atenção ao correto sombreamento dos abrigos e ao controle de doenças. Em climas frios, questões como exposição ao frio, produção de calor e controle de condensação

tornam-se de grande importância. Portanto, os abrigos devem obedecer há critérios como baixo custo, rápido fornecimento, facilidade de construção, aceitabilidade cultural e adequação ao clima. Os materiais com que são construídos devem ser resistentes, sem necessidade de manutenção e se possível recicláveis. Para a montagem desses abrigos há uma série de pré-requisitos. O local deve ser seguro (normalmente fora da área do desastre), com fácil acesso, com boas condições de higiene, boa ventilação (principalmente quando em locais fechados), com água potável, luz, gás e meios de comunicação. Alguns lugares que são indicados para a construção deles são em ginásios, albergues, galpões, igrejas, clubes e associações recreativas. Quando esses locais são também afetados pela catástrofe nesse caso são utilizados acampamentos.

São classificados dois grupos principais de abrigos emergenciais:

Construções in loco: são os que podem ser construídos com

materiais disponíveis no local, esses têm um custo mais baixo.

Fornecimento de Kits: devem ser duráveis em unidades pequenas e

leves, com aparência de temporário e aceitabilidade cultural. São divididos em quatro categorias: Module, Flat-pack, Tensile e Pneumatic.

Module São unidades que não necessitam ser montadas, geralmente são entregues prontas para serem usadas. É dividido em dois sub-grupos. O primeiro abrange unidades completamente independentes, prontas para uso e que só precisam ser ligadas à rede de esgoto, água e luz. Já o segundo se refere a unidades modulares, que podem ser conectadas umas as outras. Os materiais mais utilizados nesse caso são madeira e aço.

Flat-Pack Similar ao Module, a grande diferença é que nesse caso as unidades estão desmontadas, conseqüentemente seu tamanho na hora do translado é muito menor. São vantajosos em locais de difícil acesso.

Tensile Similar a uma tenda, este sistema é indicado para situações onde espaços mais flexíveis são necessários. Constituí-se, normalmente, de uma armação rígida que sustenta uma fina membrana.

Pneumatic Conhecidas também como infláveis, tais estruturas ganham estabilidade através da pressão exercida pelo ar sobre uma membrana. Apresentam vantagens como leveza e facilidade no transporte, mas podem ser acidentalmente esvaziados (furos/ falhas no abastecimento de ar) e necessitam de um suprimento constante de energia.

ABRIGOS IMPROVISADOS

Um grande terremoto atingiu a região setentrional da Armênia em 1988. Leninakan foi a cidade mais atingida onde milhares de pessoas ficaram desabrigadas. Como solução emergencial, abrigos provisórios foram montados nas áreas fora de risco.

Em 1988 inúmeras cidades no Sudão ficaram alagadas após três semanas de chuvas intensas. Tendas foram montadas para os milhares de desabrigados.

Em 2004, um grande tsunami devastou o sul da Índia, o Sri Lanka, as Maldivas, a Tailândia e a costa de Sumatra. Alguns vilarejos costeiros foram completamente destruídos, desabrigando milhares de pessoas.

Barracas improvisadas com materiais encontrados no local do assentamento na cidade de Tamil Nabu, na Índia, uma das mais atingidas pelo tsunami de 2004.

encontrados no local do assentamento na cidade de Tamil Nabu, na Índia, uma das mais atingidas
encontrados no local do assentamento na cidade de Tamil Nabu, na Índia, uma das mais atingidas
encontrados no local do assentamento na cidade de Tamil Nabu, na Índia, uma das mais atingidas

O tsunami de 2004 desabrigou milhares de pessoas na cidade de Akkaraipettai, na Índia. A construção de abrigos foi feita com materiais locais e com a ajuda dos habitantes da região.

As

forças

armadas

britânicas

agiram

no

tsunami

de

2004

e

providenciaram dezenas de abrigos temporários para as vítimas.

forças armadas britânicas agiram no tsunami de 2004 e providenciaram dezenas de abrigos temporários para as

ABRIGOS DURÁVEIS

Superadobe, arquiteto Nader Khalili

O arquiteto iraniano criou o abrigo como um sistema construção de colônias lunares para a NASA em 1984 e os protótipos passaram por testes sísmicos na Califórnia. Os abrigos são feitos de tubos ou sacos de polipropileno cheios de terra com humidade em torno de 20%, tornando-se um ótimo isolante, e arame farpado, o que mantém a estrutura no lugar.

e arame farpado, o que mantém a estrutura no lugar. O abrigo pode ter até 37m²

O abrigo pode ter até 37m² e pode ser construído por 5 pessoas em aproximadamente 20dias. Ainda existe a possibilidade de serem cobertos com cimento, o que os torna ainda mais resistentes, podendo ser usados até como abrigos permanentes.

de serem cobertos com cimento, o que os torna ainda mais resistentes, podendo ser usados até

Abrigos construídos no Irã para receber refugiados da guerra. A facilidade na construção é maior ainda devido a utilização de materiais encontrados na região dos desabrigados. Estes foram cobertos com cimento e terra para melhor acabamento.

foram cobertos com cimento e terra para melhor acabamento. Paper Loghouse Project Projetado pelo arquiteto Shigeru

Paper Loghouse Project

Projetado pelo arquiteto Shigeru Ban, o abrigo foi desenvolvido para as vítimas do grande terremoto em Kobe, no Japão, em 1995. O arquiteto queria que o abrigo possuísse uma estrutura barata e que fosse de fácil e rápida montagem. A base é composta por engradados de cerveja contendo areia e a cobertura é feita por uma lona de plástico que fica separada do forro durante o verão, para manter a circulação. No inverno, o inverso é feito para que não haja dissipação do calor.

durante o verão, para manter a circulação. No inverno, o inverso é feito para que não

A instalação das paredes é feita com tubos de papel de 10cm de diâmetro e 4mm de espessura. O resultado é um abrigo de aproximadamente

15m².

]
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Global Village Shelters

abrigo de aproximadamente 15m². ] Global Village Shelters Em 2004 a ilha de Grenada foi atingida

Em 2004 a ilha de Grenada foi atingida pelo furacão Ivan o qual causou um estrago de milhões de dólares para a região, dizimando 85% das casas. Antes que a ilha pudesse se recuperar, o furacão Emily também passou pelo local. Em resposta a esses desastres, uma equipe (Architectonica, Ferrara Design, e Grenada Relief, Recovery and Reconstruction (GR3)) passou a arrecadar fundos para a construção destes abrigos temporários. Criados pelos arquitetos Daniel Ferrara e Mia ferrara, eles são feitos de papelão reciclado preparado para ser resistente ao fogo e laminado a prova d'agua.

para ser resistente ao fogo e laminado a prova d'agua. O material facilita o transporte, podendo

O material facilita o transporte, podendo ser dobrado de forma compacta, e tem a durabilidade de aproximadamente um ano. Pode ser montado em menos de uma hora por duas pessoas e foi pensado para abrigar

confortavelmente uma família de 4 pessoas.

O abrigo possui aproximadamente 7 metros quadrados e apresenta um

custo de produção que gira em torno de 550 dólares. Já foi utilizado em campos

de refugiados em Burundi, na Tanzânia e no Zaire devido a conflitos étnicos, principalmente em Ruanda.

Zaire devido a conflitos étnicos, principalmente em Ruanda. Clean Hub Estrutura portátil criada por estudantes de

Clean Hub

Estrutura portátil criada por estudantes de arquitetura da Universidade de Minnesota, em 2007. O projeto foi pensado para oferecer abrigo a populações atingidas por desastres naturais e foi colocado em uso em New Orleans devido à passagem do furacão Katrina.

A estrutura é feita a partir de containers, uma alternativa barata e fácil

de se encontrar. Possui um coletor de água de chuva e placas de energia solar,

o que torna o abrigo auto-sustentável.

de energia solar, o que torna o abrigo auto-sustentável. Animação da montagem do abrigo:

Animação da montagem do abrigo:

http://www1.umn.edu/umnnews/movie/perspective.html

4:10 house

A casa 4:10 é um refúgio para catástrofes concebido para acomodar as pessoas que foram desalojadas de suas casas devido a desastres naturais. Diferentes soluções são adotadas no mundo todo quando tratamos de abrigos emergenciais, porém muitos desses abrigos são de má qualidade e faltam elementos essenciais que deveriam estar presentes em uma casa.

O abrigo é construído de OSB e um tecido de vinil. Sua estrutura constitui em uma série de módulos que podem ser facilmente adicionados para a criação de abrigos de diferentes tamanhos para a acomodação de diferentes quantidades de pessoas. Todas as peças são de peso leve e podem ser transformadas em um abrigo completo em menos de 5 horas. O piso permite o armazenamento debaixo do abrigo e também contém um mobiliário que pode ser retirado e recolocado, quando necessário, permitindo que o espaço possa ser facilmente ampliado, colocando as mesas e cadeiras embaixo do piso. As camas são acopladas às paredes e contem uma espécie de prateleira onde elementos de aquecimento solar da água que podem ser colocadas para fornecer calor à noite.

água que podem ser colocadas para fornecer calor à noite. Com o interior feito de tecido,

Com o interior feito de tecido, o isolamento foi uma grande preocupação. Embalagens de amendoim foram utilizadas em duas paredes formadas envoltas em vinil para fornecer o isolamento de ventos frios, deixando o clima mais moderado. O objetivo principal seria o de tornar estes abrigos adaptáveis a quaisquer tipos de clima em todo o mundo.

Vários esquemas foram desenhados buscando modularidade,

rentabilidade, capacidade de adaptação aos locais, a nível mundial, bem como a sua leveza e sensação de "casa". Vários estudos modelos foram construídos e, em seguida, um único desenho foi escolhido. Quando terminado, o abrigo que foi colocado sobre o gramado externo do campus da Universidade de Kansas a

fim de chamar a atenção para o problema

condições atuais em que vivem os refugiados e desabrigados antes de visitarem

Muitos alunos não sabiam das

a Casa 4:10.O objetivo principal é o de apresentar a concepção para organizações como a Cruz Vermelha e FEMA com a esperança de que eles possam adotar uma versão dos abrigos e utilizá-lo para ajudar aqueles que tem necessidade.

Protótipo Puertas

Desenhado por arquitetos chilenos do Escritório Cubo, este protótipo foi pensado para abrigar famílias no caso de desastres naturais. Os materiais utilizados são diversos: paletts no piso, placas de OSB e lona na cobertura, plástico bolha nas janelas, materiais que poderiam ser encontrados em qualquer depósito de materiais de construção. O tempo de montagem é em torno de 8 horas e bastam 45 minutos para desmontá-la, possuindo uma vida útil de aproximadamente 3 meses.

possuindo uma vida útil de aproximadamente 3 meses. A configuração do espaço foi muito bem pensada

A configuração do espaço foi muito bem pensada pelos arquitetos e é bastante eficiente. Entre os dois cômodos da unidade existe uma varanda central com cobertura em lona, a qual garante o sombreamento. Além disso, o abrigo ainda conta com um sistema de recuperação das águas pluviais o que facilita a vida das vítimas envolvidas no desastre.

O abrigo possui aproximadamente 14m² e está instalado na Faculdade de arquitetura Universidade Central do

O abrigo possui aproximadamente 14m² e está instalado na Faculdade de arquitetura Universidade Central do Chile. A idéia base deste projeto é melhorar as condições atuais de assistência e conforto habitacional dos abrigos de emergência utilizados atualmente. A metodologia principal é poder montar a estrutura com materiais de fácil obtenção.

Lightweight Emergency Shelter

Este abrigo, desenhado por Patrick Wharram, é de fácil transporte, de rápida montagem e pode abrigar uma família de 6 a 8 pessoas. Feito de poliéster reciclado e alumínio, é montado em peça única, o que impede que partes se percam no transporte até o local do desastre. Pode ser

alumínio, é montado em peça única, o que impede que partes se percam no transporte até

facilmente produzido em massa e causa pequeno impacto ambiental no local de implantação. Este projeto ganhou o concurso Design21 em 2007.

Este projeto ganhou o concurso Design21 em 2007. Recover Disaster Shelter Projetado por Matthew Malone, este

Recover Disaster Shelter

Projetado por Matthew Malone, este abrigo é de rápida montagem e fácil transporte, podendo ser desmontado, dobrado e empilhado junto aos demais. Produzido a partir de cloroplast 100% reciclável, possui uma estrutura extremamente leve e versátil, já que este pode ser anexado a outra unidade criando uma única estrutura mais ampla e confortável.

leve e versátil, já que este pode ser anexado a outra unidade criando uma única estrutura

É completamente atóxico em termos de liberação de gases, o que é

importante para a vida em espaços confinados e para a não-contaminação da água. Podem ser destinados a centros médicos além da habitação familiar, porém este tipo de abrigo tem uma vida útil muito curta. Além da cobertura usual em forma sanfonada, pode ser coberto também com materiais locais (como vegetação) para melhor isolamento térmico.

locais (como vegetação) para melhor isolamento térmico. A capacidade de “torcer” o material cria a liberdade

A capacidade de “torcer” o material cria a liberdade para moldar as

paredes e garantir uma certa privacidade à família atingida pelo desastre. Além disso, pode também ser dobrado em uma folha plana, na forma de um piso, proporcionando uma estrutura de isolamento do solo.

pode também ser dobrado em uma folha plana, na forma de um piso, proporcionando uma estrutura

Pallet House

O abrigo projetado por Azin Valey e Susan Wines, ambos do I-Beam Design, tem como idéia para construção reaproveitar pallets e foi pensado para um concurso destinado à habitação para os refugiados em Kosovo. O material é excelente para esta aplicação pois os pallets são resistentes, baratos e de fácil obtenção, já que são utilizados como parte do transporte de alimentos e outros materiais.

como parte do transporte de alimentos e outros materiais. Um abrigo de 10x20 utiliza aproximadamente 80

Um abrigo de 10x20 utiliza aproximadamente 80 pallets mas pode ser configurado individualmente segundo as necessidades de uma família. Instalações, gesso e madeira compensada são alternativas que podem ser acrescentadas à Pallet House, podendo torná-la até uma moradia permanente.

compensada são alternativas que podem ser acrescentadas à Pallet House, podendo torná-la até uma moradia permanente.

A estrutura pode ser facilmente montada em aproximadamente 5 dias. Se não forem adaptadas para estruturas permanentes, podem ser recicladas e transformadas em outros materiais de construção, em combustível, entre outros.

permanentes, podem ser recicladas e transformadas em outros materiais de construção, em combustível, entre outros.

Conclusão

Ao analisarmos os fatos mencionados anteriormente no decorrer do desenvolvimento do nosso trabalho, podemos notar facilmente que nosso real objetivo se trata do engrandecimento cultural abordando como tema uma linha de pensamentos entorno dos desastres naturais que assolam variadas partes do mundo corriqueiramente e principalmente dos abrigos emergenciais construídos para solucionar os problemas de moradia pós-desastre. O domínio do assunto envolve muito mais que o conhecimento técnico-construtivo, mas abrange a compreensão do fenômeno natural em si para assim podermos aprender a criar nosso habitat de acordo com esse conhecimento adquirido. É descoberto assim, que tudo envolve o quão vulnerável ao desastre é uma sociedade, e aprofundando-se um pouco mais é possível entender que quanto maior for a degradação ambiental e social, maior é essa vulnerabilidade. E é por isso que esse conjunto de conhecimentos, que envolve diversas áreas da ciência, pode ajudar-nos a compreender melhor como deve ser projetado esse novo espaço. Outra análise tomada como fundamental para o bom desenvolvimento do trabalho é a que se diz respeito ao dilema social que o abrigo emergencial em si traz a tona. Seria esse abrigo construído após o desastre temporário? Ou seria uma nova forma de organizar a cidade destruída pela força da natureza? Este questionamento faz-nos avaliar cuidadosamente cada proposta de abrigo proposta acima, conseguindo assim atingir nosso objetivo principal ao escolhermos este tema, que seria tentar fazer com que pudéssemos parar e pensar a respeito de soluções, sejam estas preventivas ou reparadoras fazendo assim com que aumentemos nossos conhecimentos acerca de um contexto de extrema deferência e mesmo assim tão incompreendido ou ignorado pela maioria.

Visite o Site do Caleidoscópio:

http://www.arq.ufsc.br/arq5661/caleidoscopio.htm

incompreendido ou ignorado pela maioria. Visite o Site do Caleidoscópio: http://www.arq.ufsc.br/arq5661/caleidoscopio.htm

Referências Bibliográficas

http://www.wol.org/tsunami/india.php http://www.vivekanand.org/tsunami.htm http://www.operations.mod.uk/garron/ http://www.calearth.org/

http://www.archnet.org/library/images/thumbnails.jsp?location_id=7422

http://openarchitecturenetwork.org/node/234

http://www1.umn.edu/umnnews/movie/perspective.html

http://www.dosomething.org/project/410-house

http://neorama.wordpress.com/2007/01/29/abrigo-emergencial/

http://www.treehugger.com/files/2007/10/gimme_shelter_d.php

http://www.design21sdn.com/competitions/7/entries/947/gallery/5220

http://greenupgrader.com/3434/recover-disaster-shelter-by-mathew-malone/

http://greenupgrader.com/2387/recycled-pallet-house-disaster-relief-housing/