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10/12/2011

Tronco Comum SBV Curso de Mestrado Integrado em Medicina Drª Idalina Rodrigues Drª Helena Gomes
Tronco Comum
SBV
Curso de Mestrado
Integrado em Medicina
Drª Idalina Rodrigues
Drª Helena Gomes Santos
1ºano Curricular
Objectivos Gerais • Sensibilizar para a importância que Específicos • conhecimentos • identificar uma
Objectivos
Gerais
• Sensibilizar para a
importância que
Específicos
• conhecimentos
• identificar uma situação de
PCR
• execução técnicas básicas
em RCR ,
• activar o sistema de socorro;
• assumem na sua formação.
• actuar no âmbito do Suporte
Básico da Vida
• identificar a importância da
Cadeia de Sobrevivência
• importância da 1ª testemunha

10/12/2011

Conteúdos Programáticos Conhecimentos • A epidemiologia da Paragem cardiaca • A prevenção da Paragem cardíaca
Conteúdos Programáticos
Conhecimentos
• A epidemiologia da Paragem cardiaca
• A prevenção da Paragem cardíaca
• A fisiopatologia da Paragem cardíaca
Técnicas
• A activação do Sistema de Socorro;
• As técnicas de Suporte Básico;
Atitudes
• Actuar no contexto da Cadeia de Sobrev.
• Reconhecer os riscos para o Reanimador
• Identificar importância da Educação Pública
Metodologia
Metodologia
Horas de Contacto • Seminário Teórico • Sessões Práticas com orientação tutorial em modelos •
Horas de Contacto
• Seminário Teórico
• Sessões Práticas com orientação tutorial
em modelos
• Avaliação prática das técnicas
aprendidas

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Paragem CardioRespiratória Definição Causas Fisiopatologia • Idade • Sexo Epidemiologia • Local •
Paragem CardioRespiratória
Definição
Causas
Fisiopatologia
• Idade
• Sexo
Epidemiologia
• Local
• Factores de risco
ParagemCardioRespiratória
ParagemCardioRespiratória
Consequências da PCR Cadeia de Sobrevivência Quem deve executar SBV
Consequências da PCR
Cadeia de Sobrevivência
Quem deve executar SBV

10/12/2011

Paragem CardioRespiratória DEFINIÇÃO
Paragem CardioRespiratória
DEFINIÇÃO
• Impossibilidade de fornecer • Incapacidade do Coração O2 em quantidade suficiente “bombear”quantidade de
• Impossibilidade de fornecer
• Incapacidade do Coração
O2 em quantidade suficiente
“bombear”quantidade de
de modo a permitir o
sangue suficiente para as
metabolismo celular
necessidades metabólicas do
organismo
Cardíaca
Respiratória
ParagemCardioRespiratória Etiologia Paragem de • -coração e vasos Etiologia • -causa mais frequente
ParagemCardioRespiratória
Etiologia
Paragem
de
• -coração e vasos
Etiologia
• -causa mais frequente
Cardíaca
• -morte súbita
Doenças
Cardiovasculares
• -conhecido “ataque de Coração”
• -angina pectoris ou enfarte agudo
• do miocárdio
Doença Coronária
• Electrocussão
• Hemorragia macissa
Outras causas
menos frequentes

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Doença Coronária Etiologia
Doença Coronária
Etiologia
Doença Coronária Etiologia
Enfarte agudo do Miocárdio Etiologia • Oclusão súbita de uma artéria coronária, tendo por base
Enfarte agudo do Miocárdio
Etiologia
• Oclusão súbita de uma artéria
coronária, tendo por base a
1 combinação de trombose e
espasmo da respectiva artéria.
• Esta oclusão súbita resulta numa
privação de O2 e Glicose,
2 nutrientes essenciais ao normal
metabolismo celular.
• A necrose do miocárdio ocorre
após 5 minutos e completa-se ao
3 fim de 30 a 60 min

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Paragem CardioRespiratória Magnitude da Doença coronária nos EUA Stroke 3 Lung Cancer 2 SCA claims
Paragem CardioRespiratória
Magnitude da Doença coronária nos EUA
Stroke 3
Lung
Cancer 2
SCA claims
more lives each
year than these
other diseases
combined
Sudden
Cardiac
Arrest 4
Breast
Cancer 2
The #1 Cause
of Death
AIDS 1

1 U.S. Census Bureau, Statistical Abstract of the United States: 2001.

2 American Cancer Society, Inc., Surveillance Research, Cancer Facts and Figures 2001.

3 2002 Heart and Stroke Statistical Update, American Heart Association.

4 Circulation. 2001;104:2158-2163.

Paragem CardioRespiratória Magnitude da Doença coronária nos EUA
Paragem CardioRespiratória
Magnitude da Doença coronária nos EUA

- ~450,000 / ano 1

1200 por dia

50 / hora

1 cada 80 segundos

- A doença coronária ocorre, na sua grande maioria, em doentes com doença cardíaca reconhecida, particularmente com EAM prévio ou ICC. 2,3

1 Circulation. 2001;104:2158-2163.

2 Myerburg RJ, Castellanos A. Cardiac Arrest and Sudden Cardiac Death, in Braunwald E, Zipes DP, Libby P, Heart Disease, A textbook of Cardiovascular Medicine. 6 th ed. 2001. W.B. Saunders, Co.

3 Every N, et al. Risk of Sudden versus Non Sudden Cardiac Death in Patient with Coronary Artery Disease. Am Heart J 2002; 144: 390-6.

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Paragem CardioRespiratória Morte Súbita
Paragem CardioRespiratória
Morte Súbita
Paragem CardioRespiratória Morte Súbita
Paragem CardioRespiratória
Morte Súbita

• Morte natural devido a causas cardíacas, caracterizada por perda de consciência de aparecimento súbito desde a instalação dos sintomas com um minimo de 1h, num individuo com ou sem doença cardíaca, mas para quem o timing e o modo de instalação da paragem é de todo inesperado

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Paragem CardioRespiratória Morte Súbita
Paragem CardioRespiratória
Morte Súbita

• Accounts for 63% of all cardiac related deaths in the US 1 .

• One of the most common causes of death in developed countries:

GeographyGeography

IncidenceIncidence

SurvivalSurvival

Worldwide

3,000,000 2

<1% 2

US

450,000 3

~5% 2

W. Europe

400,000 4

<5% 4

1 MMWR. Vol 51(6) Feb. 15, 2002.

2 Myerberg RJ, Catellanos A. Cardiac Arrest and Sudden Cardiac Death. In: Braunwald E, ed. Heart Disease: A Textbook of Cardiovascular Medicine. 5 th Ed. New York: WB Saunders. 1997: 742-779.

3 Zheng Z. Circulation. 2001;104:2158-2163.

4 Vreede-Swagemakers JJ et al. J Am Coll Cardiol 1997; 30: 1500-1505.

Paragem CardioRespiratória Morte Súbita- Etiologia
Paragem CardioRespiratória
Morte Súbita- Etiologia

Estimativa- 13 milhões pessoas morreram com DC em 2002 nos EUA . 1

Morte súbita foi a 1ª manifestação de DC

5% Other*

15%

Cardiomyopathy

foi a 1ª manifestação de DC 5% Other* 15% Cardiomyopathy 80% Coronary Heart Disease 1 American
80% Coronary Heart Disease
80%
Coronary
Heart Disease

1 American Heart Association. Heart Disease and Stroke Statistics2003 Update. Dallas, Tex.:

American Heart Association; 2002.

2 Adapted from Heikki et al. N Engl J Med, Vol. 345, No. 20, 2001.

3 Myerberg RJ. Heart Disease, A Textbook of Cardiovascular Medicine. 6 th ed. P. 895.

* ion-channel abnormalities, valvular or congenital heart disease, other causes

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Paragem CardioRespiratória Morte súbita- Causas Arritmogénicas
Paragem CardioRespiratória
Morte súbita- Causas Arritmogénicas

12%

Other Cardiac

Cause
Cause

88%

Arrhythmic

Cause

Albert CM. Circulation. 2003;107:2096-2101.

Torsades de Pointes

13%

VT 62%
VT
62%

17%

Bradycardia

Primary VF

8%

Paragem CardioRespiratória Etiologia Paragem de Etiologia Respiratória • -corpos estranhos • -estrangulamento
Paragem CardioRespiratória
Etiologia
Paragem
de
Etiologia
Respiratória
• -corpos estranhos
• -estrangulamento
Obstrução
• -lesões traumáticas
da via
aérea

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Paragem CardioRespiratória Etiologia • -lesões da grelha costal • -paralisia muscular por
Paragem CardioRespiratória
Etiologia
• -lesões da grelha costal
• -paralisia muscular por
“overdose”,alcóol, venenos,
alt .do SNC
Alterações da
caixa torácica
• Afogamento
• Pneumopatia
Alterações
nos pulmões
Paragem CardioRespiratória Fisiopatologia
Paragem CardioRespiratória
Fisiopatologia

Falência de função

Isquémia do miocárdio Força de contração Débito Fluxo cardíaco coronário +++++ Alterações
Isquémia do
miocárdio
Força de
contração
Débito
Fluxo
cardíaco
coronário
+++++
Alterações
Eléctricas
Transporte
de O2
Alterações
Metabólicas
O2
CO2
Ácido láctico
Edema celular
Alterações mitocondriais
Activação leucocitos
Calcio intracelular

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Paragem CardioRespiratória EPIDEMIOLOGIA
Paragem CardioRespiratória
EPIDEMIOLOGIA

IdadeParagem CardioRespiratória EPIDEMIOLOGIA Pessoas >65 anos 6 em cada 10 PCR Sexo A maioria ocorre no

Pessoas >65 anos 6 em cada 10 PCR

EPIDEMIOLOGIA Idade Pessoas >65 anos 6 em cada 10 PCR Sexo A maioria ocorre no sexo

SexoEPIDEMIOLOGIA Idade Pessoas >65 anos 6 em cada 10 PCR A maioria ocorre no sexo masc.

A maioria ocorre no sexo masc.Idade Pessoas >65 anos 6 em cada 10 PCR Sexo A partir dos 60 anos a

A partir dos 60 anos a incidência é =

Sexo A maioria ocorre no sexo masc. A partir dos 60 anos a incidência é =

Crianças10 PCR Sexo A maioria ocorre no sexo masc. A partir dos 60 anos a incidência

Raro, com 1/100 neste grupo etário

Sexo A maioria ocorre no sexo masc. A partir dos 60 anos a incidência é =
Sexo A maioria ocorre no sexo masc. A partir dos 60 anos a incidência é =
Paragem CardioRespiratória EPIDEMIOLOGIA LOCAL Duas em cada 3 paragens ocorrem fora do hospital, nos mais
Paragem CardioRespiratória
EPIDEMIOLOGIA
LOCAL
Duas em cada 3 paragens
ocorrem fora do hospital,
nos mais variados e
inesperados lugares.

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Paragem CardioRespiratória EPIDEMIOLOGIA- Factoes de Risco
Paragem CardioRespiratória
EPIDEMIOLOGIA- Factoes de Risco
Paragem CardioRespiratória EPIDEMIOLOGIA- Factoes de Risco
Paragem CardioRespiratória EPIDEMIOLOGIA- Factoes de Risco
Paragem CardioRespiratória EPIDEMIOLOGIA- Factoes de Risco
Paragem CardioRespiratória EPIDEMIOLOGIA: Factores de risco
Paragem CardioRespiratória
EPIDEMIOLOGIA:
Factores de risco

10/12/2011

Consequências da PCR
Consequências da PCR
Consequências da PCR
Consequências da PCR

10/12/2011

Reanimação CardioRespiratória Definição
Reanimação CardioRespiratória
Definição
Life Support First Aid- SBV • medidas simples (SBV) que influenciam positivamentea taxa de sobrevivência
Life Support First
Aid- SBV
• medidas simples (SBV) que
influenciam positivamentea
taxa de sobrevivência
da(s)vítima(s) que
aguardam a intervenção de
meios mais avançados.
Vulnerabilidade
das Guidelines
• criadas sobretudo para
lidar com vítima critica
única
• não com situações de
multivítimas
Reanimação CardioRespiratória Cadeia de sobrevivência As possibilidades de sobreviver a uma PCR diminuem a cada
Reanimação CardioRespiratória
Cadeia de sobrevivência
As possibilidades
de sobreviver a
uma PCR
diminuem a cada
minuto que passa.
As manobras de
SBV, por si só, têm
uma eficácia
limitada.
Apenas a sequência
de acções, lsegundo
uma ordem correcta
e com o máximo de
rapidez, provou
poder salvar vidas.
Esta sequência
Cadeia de
Sobrevivência e é
composta pelos
seguintes elos:

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Reanimação CardioRespiratória Cadeia de sobrevivência
Reanimação CardioRespiratória
Cadeia de sobrevivência
Saber quem Reconhecer chamar Saber expôr quando chamar o pedido de ajuda, evitando • 112
Saber quem
Reconhecer
chamar
Saber expôr
quando chamar
o pedido de
ajuda, evitando
• 112
ajuda-
alarmes falsos
Calma e
clareza
• localização
referências,
tel, nº de
vítimas
Reanimação CardioRespiratória Cadeia de sobrevivência Enquanto não chega ajuda: Iniciar manobras de SBV
Reanimação CardioRespiratória
Cadeia de sobrevivência
Enquanto não
chega ajuda:
Iniciar manobras de
SBV
perfusão de orgãos
vitais e prevenir
que o prognóstico
da vítima piore.
Não necessita de
equipamento
específico.

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Reanimação CardioRespiratória 3º Elo da Cadeia Cadeia de sobrevivência • possui conhecimento e o equipamento
Reanimação CardioRespiratória
3º Elo da Cadeia
Cadeia de sobrevivência
• possui conhecimento e o equipamento
para desfibrilhar, se necessário.
SEM
• Esta é a única técnica capaz de tratar a
causa mais frequente de PCR-
FVentricular.
se necessário. SEM • Esta é a única técnica capaz de tratar a causa mais frequente
4º Elo da Cadeia Reanimação CardioRespiratória Cadeia de sobrevivência
4º Elo da Cadeia
Reanimação CardioRespiratória
Cadeia de sobrevivência
O pessoal do SEM • Tratar a doença que causou a PCR está • Estabilizar
O pessoal
do SEM
• Tratar a doença que causou
a PCR
está
• Estabilizar a vítima ,uma vez
recuperada
treinado
para
• Transferi-la para o hospital
mais apropriado

10/12/2011

Reanimação CardioRespiratória Objectivo da RCR É portanto de uma importância vital que as manobras de
Reanimação CardioRespiratória
Objectivo da RCR
É portanto de uma
importância vital
que as manobras de RCR
se iniciem o mais
precoce possível
Assegurar um suficiente aporte de
O2 ao coração e ao cérebro de
modo a que ,
Quando for administrado o
tramento específíco (adrenalina e
desfibrilhação) as células do
coração se encontrem capazes de
responder com eficácia e as
células cerebrais não apresentem
lesões irreversíveis.
Reanimação CardioRespiratória Quem deve executar SBV Qualquer pessoa pode aprender RCR; Apenas é necessário :
Reanimação CardioRespiratória
Quem deve executar SBV
Qualquer pessoa pode aprender
RCR;
Apenas é necessário :
•Saber reconhecer PCR
•Saber o que fazer
•Saber como Fazer
•Obter maior
o nº de pessoas
treinadas, maior será a probabilidade
de existir uma excelente 1
ªtestemunha :
•policias, bombeiros, motoristas ,
professores, estudantes, familiares de
pessoas em risco

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1ª Testemunha- Importância PCRPCR extraextra--hospitalarhospitalar testemunhadatestemunhada melhora as chances de
1ª Testemunha- Importância
PCRPCR extraextra--hospitalarhospitalar testemunhadatestemunhada
melhora as chances de sobrevivência da vítima

Europa-1ªtestemunha inicia RCR entre 12% a 27%

USA

-1ª testemunha inicia RCR > 30%

no entanto o nº de vidas salvas permanece sub-óptimo em parte por um 1º elo da cadeia fraco ou ausente

em parte por um 1º elo da cadeia fraco ou ausente FactorFactor TempoTempo o tempo entre

FactorFactor TempoTempo

o tempo entre o colapso e a chegada do SAV, é um dos elementos chave para o sucesso dessas manobras:1º elo da cadeia fraco ou ausente FactorFactor TempoTempo -se < 5 minutos a taxa de

-se < 5 minutos a taxa de sobrevivência aumenta significativamente

UtilizaçãoUtilização dede DAEDAE-- disponibilizaçãodisponibilização emem locaislocais públipúblicoscos Últimas recomendações do SBV favorecem a utilização por leigos quando treinados e competência fundamental de todos os profissionais de saúde

do SBV favorecem a utilização por leigos quando treinados e competência fundamental de todos os profissionais
1ª testemunha- Qualidade/Treino Sucesso da reanimação Treino + rapidez actuação Motivação Qualidade de SBV SBV
1ª testemunha- Qualidade/Treino
Sucesso da reanimação
Treino + rapidez actuação
Motivação
Qualidade de SBV
SBV
Bom
Mau
Bélgica
16%
4%
Oslo
23%
1%
NYC
4,6%
1,4%

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1ª testemunha- Qualidade/Treino Objectivos do treino
1ª testemunha- Qualidade/Treino
Objectivos do treino

Aumentar a sua frequência (retenção de gestos reduz-se ao fim de 6 meses)

(retenção de gestos reduz-se ao fim de 6 meses) Profissionais de saude mostraram ter o mesmo

Profissionais de saude mostraram ter o mesmo nível de retenção de conhecimentos em SBV que o público em geral.(retenção de gestos reduz-se ao fim de 6 meses) Motivar a actuação em Emergência exige automatização

Motivar a actuação em Emergência exige automatização de gestos.

de conhecimentos em SBV que o público em geral. Motivar a actuação em Emergência exige automatização
de conhecimentos em SBV que o público em geral. Motivar a actuação em Emergência exige automatização
1ª testemunha - Importância Segurança Protocolos de actuação que permitam resposta inicial do público face
1ª testemunha - Importância
Segurança
Protocolos de actuação que permitam
resposta inicial do público face a uma
situação de Paragem e ou catástrofe
Modificação de comportamentos
•Aspectos legais
reduzir o medo de actuar e
provocar outras lesões
•Infecções
Equipamento de protecção

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Reanimação CardioRespiratória Como Se faz ? •Suporte Básico de Vida • & •Desfibrilhação Automática
Reanimação CardioRespiratória
Como
Se faz ?
•Suporte Básico de
Vida
• &
•Desfibrilhação
Automática Externa
European Resuscitation Council
Bibliografia
Bibliografia

http://www.erc.edu/

Medical Physiology –Guyton Hall 11th edition

Principles of internal Medicine Harrison’s-15th edition

Resuscitation Elsevier editors

Cardiopulmonary Resuscitation 2nd Edition D. Skinner and R. Vicent