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OUTUBRO 2011

Tridacna

crocea

Dócil gigante do aquário de recifes

CARVÃO

ATIVADO

Richard

Greenfield

do British Marine Aquarists Association Journal escreve a respeito.

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Revista Cia. do Aquário 2010 Todos os direitos reservados a CIA.DO AQUÁRIO LTDA.

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Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Revista CIA DO AQUÁRIO • Out •

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

• Out • 2011 Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Índice Carvão Ativado 06

Índice

• 2011 Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Índice Carvão Ativado 06 Tridacna crocea
• 2011 Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Índice Carvão Ativado 06 Tridacna crocea
• 2011 Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Índice Carvão Ativado 06 Tridacna crocea

Carvão Ativado

06

Tridacna crocea

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PEPA 2011

36

Biopellets “VODKA”

42

e mais

acompanhe nossa seção de produtos e veja as novidades. 46

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 CARVÃO ATIVADO Richard Greenfield British Marine Aquarists

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

CARVÃO

ATIVADO

Richard

Greenfield

British Marine Aquarists Association Journal - 2000

Falar em carvão ativado para um grupo de aquaristas é incendiar um debate so- bre os que defendem o seu uso regular com excelentes resultados, contra aqueles que apontam as desvantagens do seu uso como remoção de elementos-traço para as plantas aquáticas, etc.

Porque existe tanta controvérsia sobre o uso de carvão ativado na aquariofilia?

Existem muitos fatores para que isto acon- teça. Um deles é que o carvão ativado é um material peculiar o qual muitos aqua- ristas não sabem exatamente do que se trata e nem conhecem exatamente como funciona. Outro fator é que a maioria das

pessoas não entendem que o termo “car- vão ativado” é tão específico para este material quanto a palavra “tinta”. Quer dizer, existem muitos tipos de tintas para aplicações diferentes, e assim não se pode esperar que uma tinta látex para uso em interiores sirva para pintar um automóvel! Da mesma maneira alguns carvões ativa- dos oferecidos para uso em aquário não são adequados para esta aplicação par- ticular, e, mais ainda, não se enquadram sequer na denominação, e são completa- mente inúteis como purificadores de água.

O que é exatamente carvão ativa- do?

Bem, o carvão ativado está mais envolvido na nossa vida do que podemos suspeitar. Ele é utilizado na preparação de muitos

produtos que usamos todos os dias: é usa- do na remoção de impurezas que causam uma cor, paladar ou cheiro objetáveis na água, alimentos e outras bebidas, como por exemplo na depuração da cor do açú- car (fazer este branco em vez de deixá-lo castanho); é usado nas máscaras de gás para prevenir qualquer poluição de ar con- taminado que se respire; e é utilizado na purificação e separação de produtos nas indústrias químicas e farmacêuticas. O termo “carvão ativado” cobre uma famí- lia de tipos de materiais feitos de carbono que possuem a capacidade de atrair e reter certas substâncias na sua superfície. Esta capacidade é chamada de “adsorção”. O processo de adsorção é um processo físico de retenção de substâncias, mas a quali- dade de substâncias dissolvidas que este processo retem o qualifica como sendo um processo de filtração química.

As matérias-primas mais comumente usa- das para criar o carbano são o carvão, a turfa, a lignina, a madeira e as cascas de nozes. Nenhum destes materiais é puro carbono, apesar do carvão de antracita ser o que chega mais perto desta condição. Eles contêm teores indesejáveis de hidro- gênio e oxigênio, e estes componentes são extraídos pelo aquecimento destas subs- tâncias na ausência de ar, para produzir carvão. Este carvão é então ativado pela exposição a um gás extremamente quen- te, normalmente na forma de vapor a mais de 500º C, que tem o efeito de abrir pe- queníssimos túneis em cada partícula de carvão. A matéria-prima selecionada, e o

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

selecionada, e o Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 modo como é ativada, determina

modo como é ativada, determina as carac- terísticas do carvão ativado como produto e conseqüentemente o seu custo. Existem, assim, dezenas de tipos de carvão ativado diferentes, e destes, apenas alguns são indicados para determinadas aplicações, como a aquariofilia. Por esta razão, é irre- levante a graduação de carvão ativado que aparece nos rótulos como “laboratory gra- de”, “research grade”, “premium grade” e outras, pois estas simplesmente não exis- tem na indústria de carvão ativado. Estes termos são inventados pelos fabricantes do setor aquarístico para agregar valor ao pro- duto, uma vez que as especificações origi-

nais do produto seriam ininteligíveis para a maioria dos aquaristas.

Porquê o carvão ativado é usado em aquários?

Nós todos sabemos que o estoque vivo dos aquários gera amônia tóxica, que é conver- tida em dois passos para nitrato quase ino- fensivo pelas bactérias do filtro biológico. Existem, todavia, um certo número de ou- tros contaminantes, gerados em pequenas quantidades pelos processos biológicos, que vão se acumulando ao longo do tempo e que podem afetar a saúde dos habitan- tes do aquário. A função mais importante

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 do carvão ativado é remover estas impurezas,

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

do carvão ativado é remover estas impurezas, antes que elas atinjam

níveis que causem danos aos peixes.

O carvão ativado desempenha outras

funções importantes também, como a remoção de gases tóxicos dissolvidos como metano e sulfito de hidrogênio, que resultam de áreas anaeróbicas no substrato devido a uma circulação de água deficiente. Age como um cata- lisador na conversão do gás cloro da água da torneira para o relativamente inofensivo cloreto de hidrogênio. Ele deixa a água cristalina pela remoção de diminutos sólidos e colóides em suspensão - que são aquelas partícu- las muito pequenas para serem retidas por filtros mecânicos como lã de vidro ou espuma. Ajuda a defender a vida no aquário contra a introdução aci- dental de substâncias tóxicas como pesticidas, vapores de aerosóis e fu- maças diversas.

Como funciona o carvão ativa- do?

Uma grânulo de carvão ativado é fei-

to quase que na sua totalidade de ar.

Possui milhares de pequenos buracos

e túneis por onde a água pode circular.

Quando a água carrega uma molécula orgânica - um contaminante - através destas diminutas e estreitas passa- gens, uma leve força atrativa se esta- belece, e a molécula adere à superfície do carvão. Este processo é a adsorção física, como já mencionado.

Que tipo de carvão ativado é o mais adequado para aquários?

A eficácia de um carvão ativado para

a filtração da água de um aquário de-

pende de vários fatores que incluem área superficial total disponível, distri- buição e volume de poros com tama- nho adequado, e tamanho das partí- culas de carvão.

Área superficial. O carvão ativado que tiver maior área superficial em re- lação ao seu volume obviamente terá maior capacidade de reter as impu- rezas que por ele passa. No entanto, toda a área superficial útil no carvão ativado se encontra localizada no in- terior do seus poros, e não na sua su- perfície externa, pois esta não possui capacidade adsortiva (apesar do car- vão comum poder agir como um filtro

mecânico, ele não remove contaminan-

tes dissolvidos da água). Assim, o carvão comum obtido da queima de madeira

pode servir apenas como filtro mecânico, pois possui ligeira capacidade adsortiva.

O carvão obtido de ossos de animais já

possui uma capacidade adsortiva maior. Só os carvões ativados possuem poros suficientes através de todas as partículas que os habilitam a possuírem superfícies que podem atingir os 1000 m2 por gra- ma. No entanto, valores muito altos de área superficial não qualificam necessá-

riamente o melhor carvão para aquários, pois esta alta superfície implica em poros extremamente pequenos, que não con- seguem reter as moléculas grandes dos contaminantes orgânicos. O aquarista deverá procurar por carvões ativados com área superficial compreendida entre

os 500 e 900 m2 por grama.

Distribuição de tamanhos de poros. No carvão ativado os poros

são classificados como microporos, po- ros medianos e macroporos (pequenos, médios e grandes). Os poros pequenos

estão limitados à adsorção de peque- nas moléculas e os médios adsorvem

as grandes moléculas típicas de conta- minantes existentes nos aquários. Os macroporos fornecem acesso fácil para

a água circular no interior do grânulo

de carvão, resistem ao entupimento, e

também desempenham uma filtração mecânica através da retenção de diminu- tos sólidos em suspensão, melhorando

a transparência da água. A maioria dos

carvões ativados possuem muitos poros

pequenos e poucos poros de tamanho médio, e são assim pouco eficazes para

o uso em aquários. O que acontece é

que o carvão fica saturado com molécu- las grandes de contaminantes em pouco tempo, enquanto muito espaço poroso fica sem ser usado. A especificação para uma boa distribuição de tamanhos de poros é o volume de poros.

Volume de poros. A combinação de uma alta porcentagem de existência de poros médios e altos, mais uma grande área superficial resulta num carvão que tem um alto volume de poros - muitos espaços vazios dentro da partícula. Um bom volume de poros é algo em torno de 1 a 1,5cm3 (ml) por grama. Os carvões com alto volume de poros pesam pou- co - possuem uma densidade aparente baixa - em relação a outros que não

são ativados mas que são feitos da mesma matéria-prima.

Tamanho de partícula. Quanto menor

a partícula de carvão ativado, menos dis-

tância a água tem que percorrer no seu per- curso para as superfícies internas. Existem muitas vantagens neste pequeno tamanho de partículas. A velocidade de filtração é mais rápida e portanto mais adequada para as taxas de fluxo dos velozes filtros usados atualmente na aquariofilia. O tempo de vida útil é estendido com partículas pequenas, uma vez que elas estão menos sujeitas ao entupimento antes que todos os poros dis- poníveis estejam saturados. O tamanho de partículas é indicado nas especificações do carvão ativado com medidas de malha de tela através da qual as partículas conse- guem passar. Assim, por exemplo, um car-

vão com tamanho de partícula 4 x 12 quer

dizer que o produto possui partículas que passam numa tela que contem 4 malhas por polegada (numa tela com 12 malhas por po- legada as partículas deste carvão ficariam retidas), querendo dizer que as partículas têm aproximadamente diâmetros de ¼ a 1/12 de polegada, ou seja, 6 a 8mm.

Economia. O carvão ativado total é o tipo recomendado para o uso em aquários, mas naturalmente por isso é a forma de carbo-

no mais cara no seu custo. Por outro lado,

é de longe o tipo mais econômico de se

usar, quando olhado sob o ponto de vista de custo-benefício em relação aos serviços de filtração/purificação de água. Ele tem

uma capacidade de purificação 5 a 10 vezes maior que carvão de origem animal, e 50

a

60 vezes maior que carvão de madeira,

e

custa apenas 2 a 4 vezes mais que estes.

madeira, e custa apenas 2 a 4 vezes mais que estes. Revista CIA DO AQUÁRIO •
Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011
Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Carbonit-P

estes. Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Carbonit-P O carvão ativo Carbonit-P é um

O carvão ativo Carbonit-P é um carvão

de qualidade premium que contém alto

teor de iodo, baixíssimo teor de cinzas e

é livre de fosfatos (conforme testado em

laboratório). Seu formato e composição é ideal para favorecer um alto poder de ad- sorção de compostos orgânicos poluentes, deste modo aumentando o potencial ORP

Pode ser empregado de for-

do aquário

ma passiva (como dentro de um sump) ou

de forma ativa (como dentro de um reator

ou filtro externo). Cada 500g é o suficien-

te para aquários marinhos e doces de até

400 litros, sugerimos a troca deste carvão

a cada 60 dias.

Especificações Técnicas:

Indicado para Aquários de até: 400 litros (para aquários ou lagos maiores adicionar mais uni- dades)

Quantidade: 500g

Princípio de Filtragem: Químico (Adsorção de Poluentes)

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TRIDACNA CROCERA

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

TRIDACNA CROCERA Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Tridacna crocea Dócil gigante do aquário

Tridacna

crocea

Dócil gigante do aquário de recifes

Um número surpreendente de habitantes do aquário marinho de re- cife pode, potencialmente, atingir enormes proporções. Considere- -se, por exemplo, o caso de muitos corais calcáreos das espécies de pequenos pólipos, como os Porites, que formam blocos massivos, ou algumas espécies de Acropora, que formam enormes “mesas” com cerca de dois ou mais metros de diâmetro, ou que crescem em estruturas com a forma de “chifres de alce” com alguns metros de altura. Mas existem outros invertebrados, que não os antozoários, que podem atingir a mesma ordem de grandeza; e o exemplo que nos vem logo à mente são os moluscos bivalves gigantes da família Tridacnidae.

As Tridacnas são os invertebrados mais comuns, além dos corais e anêmonas, que podemos encontrar nos aquários marinhos de recife, e sua beleza mais do que justifica a sua presença em nossos tanques. Seus requerimentos ambientais em confinamento coincidem com os dos corais, de maneira que mantê-los em aquários recifais bem mon- tados não representa nenhum esforço a mais. Estes moluscos bival- ves evoluíram para fazer uso do mesmo exato nicho que os corais ocupam, utilizando as mesmas estratégias biológicas - um exemplo marcante da evolução convergente. Ambos os grupos de animais en- frentam o mesmo dilema ambiental: a água pobre em plâncton. Para serem capazes de prosperar em águas pobres em plâncton, tanto os corais quanto as Tridacnas evoluíram para fazerem uso de um recur- so disponível em quantidade praticamente ilimitada nas latitudes tro- picais: a luz solar. Tanto os bivalves tridacnídeos quanto a maioria dos corais construtores de recifes, abrigam em seus tecidos corpóreos pe- quenos dinoflagelados fotossintéticos chamados de zooxantelas, que captam a energia luminosa do sol para produzirem alimento bioquí- mico para os seus hospedeiros. O sucesso desta estratégia simbiótica fica evidente pela própria existência dos imensos recifes de calcáreo que os corais constroem, e ainda pelo grande tamanho que atingem as conchas dos moluscos bivalves gigantes.

que os corais constroem, e ainda pelo grande tamanho que atingem as conchas dos moluscos bivalves

As Tridacnas não possuem apenas conchas grandes e atrativas, mas o seu manto (a parte carnosa que extra-

pola para fora das valvas) é cheio de padrões coloridos. As zooxantelas dão ao manto uma cor acastanhada; mas os tons azuis, verdes, dourados, bronzes e púrpu- ras são devidos a pigmentos encontrados em células especializadas conhecidas como iridóforos. Estes pig- mentos servem para proteger o molusco contra a luz excessiva do sol. Isto parece uma função curiosa num animal que depende da energia luminosa para sobrevi- ver, mas a radiação ultravioleta pode ser muito danosa para os organismos vivos – como qualquer pessoa que

já teve queimaduras solares na pele pôde constatar. Da

mesma maneira, e como sub-produto da fotossíntese,

a produção excessiva de oxigênio pelas zooxantelas

pode ser também danosa para os tecidos da Tridacna, de maneira que a função dos iridóforos presentes no manto destes moluscos bivalves é a de assegurar que

aquelas recebam a quantidade de luz adequada, nem mais, nem menos. Assim, as Tridacnas mantidas sob condições modestas de luminosidade perdem as suas

cores espetaculares, pois seus iridóforos reduzem os níveis de pigmentos para que as zooxantelas façam o melhor uso possível da luz disponível.

Várias espécies de Tridacnas gigantes estão disponíveis na atualidade para o aquarista marinho, mas Tridacna crocea é uma das mais populares, senão a primeira em preferência. Conhecida simplesmente pelos nomes de crocea, tridacna gigante escavadora ou tridacna-assa- frão, são vendidas às vezes no comércio aquarístico in- ternacional pelos nomes de super-crocea, ultra-crocea ou nomes similares, porque certos espécimes possuem um aspecto mais colorido ou pouco comum do que a maioria. Não deve ser assim surpresa nenhuma que sejam altamente desejáveis, porque freqüentemente possuem cores que vão desde as azuis e verdes, pas- sando por púrpura, laranja e até dourado, até o cas- tanho sólido. As padronagens que cobrem ainda seu manto podem incluir listras, ondas, manchas, anéis, etc., fazendo-as parecer ainda mais bonitas.

anéis, etc., fazendo-as parecer ainda mais bonitas. Cores e padronagens de Tridacna crocea em todo o

Cores e padronagens de Tridacna crocea em todo o seu esplendor e variedade. Fotos de James Fatherree

A Tridacna crocea é a espécie de

menor tamanho (15cm no máximo)

e de crescimento mais lento de toda

a família Tridacnidae. O manto desta espécie extrapola em muito a mar-

gem das conchas bivalves, de manei-

ra que esconde totalmente aquelas,

quando o animal é visto de cima. O manto geralmente também possui numerosos tubérculos e protrusões na sua superfície superior, assim como uma fileira de “olhos” perto da sua margem mais externa. O si- fão inalante (a abertura em forma de fenda no manto por onde a água entra para o corpo do molusco) é bordeado com pequenos e inúme- ros tentáculos ramificados ; e o sifão exalante (por onde o sifão sai do cor- po do molusco) tem a forma de uma chaminé tubular.

exalante (por onde o sifão sai do cor- po do molusco) tem a forma de uma

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Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Tridacna crocea Sifões inalante e exalante de

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Tridacna crocea

Sifões inalante e exalante de Tridacna crocea ( Fotos de James Fatherree )

A Tridacna crocea pode ser encontrada desde o nordeste do

Oceano Índico até o centro e o oeste do Oceano Pacífico, com

sua distribuição geográfica se estendendo desde a costa oeste da península malaia até o nordeste da Austrália e ilhas Solomon e Marianas. Esta espécie pode ser encontrada tão ao norte quanto as ilhas do sul do Japão, e tão ao sul quanto a Nova Caledônia. Apesar desta distribuição geográfica tão vasta, as croceas têm sido alvo de um esforço de pesca tão intenso, que em muitas regiões elas se encontram práticamente extintas, como Guam e

o norte das ilhas Marianas. Isto é devido em parte à coleta para

a aquariofilia marinha, mas a pesca para consumo gastronômico feita pelas populações locais, e para o abastecimento dos mer- cados de consumo asiáticos, têm sido as principais causadoras desta escassez. No entanto, esta espécie não é considerada ain- da em risco de extinção, pois é abundante na maior parte das regiões onde habita. Nestas, as croceas podem ser encontradas em grande número na zona intertidal, onde ficam periódica- mente expostas ao ar na maré baixa, ou nas poças abaixo des- tas em águas de pouca profundidade. Parece que de todas as espécies de Tridacna, esta, além de ser a menor em tamanho,

é a que vive em zonas menos profundas (tem sido encontrada

até 7 metros de profundidade). Não é raro achar-se concen- trações de densidade populacional destes animais com cerca de 100 a 200 indivíduos por metro quadrado, como as existentes nas zonas lagunares interiores, planas e arenosas, dos recifes da Grande Barreira Australiana de corais.

A crocea é também conhecida como tridacna-escavado-

ra, pois esta espécie escava literalmente um buraco em qualquer que seja o substrato onde vive, alojando-se nele, aprofundando-o e alargando-o à medida que cres- ce. Por isso, é frequente encontrá-la totalmente “presa” nos substratos de calcáreo ou nas cabeças de coral, de onde apenas se divisa a margem superior das duas con- chas bivalves com o tecido do manto exposto para fora. A atividade de escavação começa quando o molusco possui apenas entre 4 a 20mm de tamanho, e é realizada pela ação de uma pequena e estreita porção do manto que sai pela abertura do bisso na base das conchas. Este tecido secreta um ácido fraco que amacia e dissolve carbona- to de cálcio, o material de que são compostos a maioria dos substratos onde a crocea se instala. É interessante notar, porém, que as croceas não escavam buracos quan- do colocadas em aquários. Aparentemente, se elas não começam a fazer buracos quando são ainda pequenas, elas não o fazem depois. Como elas começam a escavar quando ainda possuem apenas milímetros de tamanho, por alguma razão desconhecida não o fazem depois que atingem um certo tamanho, que é muito menor do que aquele em que as croceas são normalmente comerciali- zadas no hobby.

As croceas são também as Tridacnas de crescimento mais

lento de toda a sua família, mas a sua taxa exata de de- senvolvimento é muito variável, devido a diferenças nas condições ambientais e à genética individual dos espé- cimes. A intensidade luminosa, a disponibilidade de nu- trientes, a temperatura da água, a atividade das ondas,

a salinidade, etc., são todos fatores que podem afetar a

taxa de crescimento, mas mesmo indivíduos expostos a idênticas condições ambientais podem apresentar cresci- mento e tamanhos diferentes. Num estudo realizado in loco no habitat natural das croceas, nas ilhas Salomão, pesquisadores determinaram, num monitoramento de dois anos de duração, que a média de crescimento destes moluscos variou de 1 a 2mm por mês. Por comparação, e para se ter uma idéia, a sua prima Tridacna gigas cresce a

uma taxa de 10mm no mesmo período de 30 dias. Uma vez que atingem a maturidade sexual, todas as Tridacnas começam a divergir energia para as gônadas e a produ- ção de óvulos e esperma, de maneira que as taxas de crescimento diminuem drásticamente.

Como seria de se esperar, os requerimentos de qualidade de água para a manutenção das croceas estão dentro daquilo que é considerado padrão para os aquários de recifes em geral. Temperaturas entre 25 e 28ºC são ade-

quadas, e a faixa de pH entre 8,1 a 8,3 é a ideal. A alca- linidade deverá ser mantida entre 9 a 12dKH, e o nível de cálcio entre 380 a 450ppm. À medida que crescem,

as Tridacnas adicionam carbonato de cálcio às suas con-

chas bivalves, e mesmo uma crocea de crescimento len- to pode usar mais cálcio do que aquele que poderíamos

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

que poderíamos Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 esperar; possuir várias delas no aquário

esperar; possuir várias delas no aquário pode reduzir os níveis de cálcio e de alcalinidade da água, de maneira surpreendentemente rápida.

Além disto, iluminação suficiente é realmente a chave para mantê-las saudáveis. A luz que chega ao manto

e às zooxantelas nele abrigadas, é a fonte de energia

necessária à própria sobrevivência das Tridacnas. Como as croceas vivem em pouca profundidade, elas recebem luz intensa, de maneira que requerem mais energia lu- minosa no aquário do que as outras espécies congêne- res. Diferenças genéticas entre os indivíduos da própria espécie podem fazer com que um deles esteja mais adaptado do que outro às mesmas condições ambien- tais; dois espécimes podem ser portadores de linhagens

diferentes de zooxantelas, e por aí vai. Isto é muito im- portante de considerar, pois é necessário manter luz suficiente para manter a média de uma determinada espécie de Tridacna viva, e não o mínimo limite que se acha que um indivíduo da espécie seja capaz de su- portar. No caso específico das croceas, luz fluorescen- te só é adequada se elas forem mantidas em aquários rasos, ou perto da superfície em tanques mais fundos.

É necessário acoplar o maior número de lâmpadas flu-

orescentes possível na calha, e posicionar a Tridacna a 20 ou 30cm da superfície da água, de preferência até menos. As lâmpadas de vapor metálico (HQI, metal ha- lide) são realmente as recomendadas, ou preferencial- mente uma combinação dos dois tipos. O uso de uma lâmpada HQI permite posicionar a crocea no fundo do aquário, o que facilita também o aproveitamento visual de toda a sua beleza. Uma lâmpada padrão de vapor metálico de 175W é suficiente para manter uma crocea no fundo de qualquer aquário de tamanho pequeno a médio, a uma profundidade de 45 a 50 cm. Mas pode ser que seja necessário utilizar-se uma de 250 ou até de 400W, se o animal ficar num tanque a uma profundi- dade maior.

Todas as Tridacnas são moluscos filtradores, e ingerem uma variedade de material particulado (além de nu- trientes dissolvidos) da água ambiente. Todavia, são as zooxantelas que fornecem a maior parte das suas ne- cessidades nutricionais; de fato, se luz em quantidade suficiente é providenciada, as croceas podem passar muito bem sem a sua função de filtração, desde que a água possua um mínimo de nutrientes dissolvidos. No aquário, quando se alimenta os peixes, alimenta-se in- diretamente as croceas também. Isto porque as sobras não consumidas viram detritos, que as croceas filtram, ou porque os detritos, ao serem decompostos, viram nutrientes, que as croceas também utilizam. A questão às vezes é saber se temos peixes suficientes no aquário, e/ou quantidade suficiente de sobras da alimentação desses peixes, para suportar uma ou mais Tridacnas. É, na verdade, possível, termos uma biomassa pequena de

peixes no aquário, ou uma grande biomassa de moluscos, de manei-

ra que a quantidade de desper-

dícios produzida seja pouca para manter a necessidade das Tridac-

nas. Na dúvida, o aquarista pode utilizar um produto de qualidade

à base de fitoplancton, como su- plemento.

O fluxo de corrente de água é

algo também a considerar, já que

as croceas vivem nos recifes em

zonas de pouca profundidade, e

ficam por isso expostas a fortes correntes e ao movimento cons- tante das ondas. O movimento

da água nos aquários costuma ser

bastante linear e repetitivo, faltan- do a turbulência e a variação ca- racterísticas do ambiente natural. Pode-se posicionar a crocea em qualquer lugar no que respeita à corrente e ao fluxo de água den- tro do aquário, desde que estes não causem o dobramento ou a retração constantes do manto do animal. Se estas reações aconte- cerem o tempo todo, o molusco entra em processo de stress, e pode mesmo morrer de inanição, por não poder estender o manto

e receber a radiação luminosa de que tanto necessita.

Por fim, a colocação no substrato adequado. O melhor local para se colocar esta Tridacna dentro

do

aquário é o mesmo ou o mui-

to

semelhante substrato no qual

se

pode encontrar a espécie no

seu ambiente natural. As croceas preferem, sem sombra de dúvida, substrato duro, de natureza ro- chosa ou calcárea, onde possam

se agarrar firmemente pelos seus

filamentos do bisso. Deve-se ter o cuidado, no entanto, de não co- locá-las em fendas estreitas entre duas rochas, pois isto pode res- tringir a sua capacidade de abrir

as valvas totalmente ; da mesma

maneira, se posicionada num bu- raco rochoso, este deverá ser pré- viamente limpo de detritos e areia, pois estes podem ser irritantes ao animal se penetrarem dentro do

manto, ao abrir das conchas. Depois que se fixaram, não se pode simples-

mente arrancá-las do substrato: am- bos deverão ser movidos em conjun- to, para não rasgar os filamentos do bisso. Mudanças freqüentes de loca- lização em curtos períodos de tempo

deverão ser evitadas, pois a adapta- ção a novos posicionamentos de luz e corrente podem ser estressantes para

estes animais.

Os moluscos bivalves da família Tri- dacnidae, e em especial uma de suas espécies mais populares e acessíveis, Tridacna crocea, são uma alterna- tiva muito atraente em relação aos corais. Tão coloridos quanto os seus primos distantes, podem ser manti- dos sem maiores preocupações. Es- tes moluscos bivalves são animais de vida longa, e ao contrário de muitos corais, não representam ameaça ne- nhuma aos seus congêneres à me- dida que crescem. Incluem-se assim, pacíficamente, entre alguns dos mais espetaculares animais que podem ser mantidos pelo aquarista de recifes marinhos, havendo uma espécie para cada tamanho de aquário.

Artigo bibliográfico de José Carlos C. Motta

de aquário. Artigo bibliográfico de José Carlos C. Motta Revista CIA DO AQUÁRIO • Out •

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Carlos C. Motta Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 A NUTRIÇÃO dos Peixes Ornamentais

A NUTRIÇÃO dos Peixes Ornamentais

Pablo Tepoot

New Life Spectrum Fish Food

Desde que o homem começou a

criar peixes em reservatórios, ele tem se esforçado para prover estes com as melhores condições de sobrevida

e desenvolvimento. Ir ao encontro

das necessidades nutricionais de to- das as espécies de peixes mantidas

em criatórios, considerando o fato de que estas podem ser herbívoras, om- nívoras ou carnívoras, tem sido uma das maiores façanhas da piscicultura nas últimas décadas. Os peixes são um grupo de animais muito diverso,

e conseguir satisfazer os requeri-

mentos nutricionais de cada espécie com valor comercial, é realmente um grande desafio. Os aquaristas ao re- dor do Mundo têm sido informados pelos tão renomados “especialistas” em nutrição animal aquática, de que não existe um único alimento capaz de satisfazer todos os requerimentos nutricionais dos peixes ornamentais, e como tal promovem a recomenda- ção da dieta variada como a melhor maneira de assegurar que tais neces-

sidades sejam totalmente atendidas.

O que acontece na realidade é que,

substituindo um produto alimentar deficiente por outro igualmente in- completo sob o ponto de vista nutri- cional, não se resolve a questão ali- mentar dos peixes em manutenção ou criação. É sem dúvida muito me- lhor contar com um único produto, que contenha toda a variedade de nutrientes necessários para cobrir todas as necessidades nu- tricionais dos peixes.

Temos assistido nos últimos 25 anos

a grandes mudanças na indústria

alimentícia de animais domésticos, cujo exemplo maior seriam os cães e os gatos, com inúmeras marcas de rações sendo usadas pelos donos e criadores destes animais. Algumas destas rações secas são comercia- lizadas como dietas holísticas, com algumas marcas oferecendo formu- las à base de vegetais, que contêm até ervas medicinais e tonificantes.

Estas formulações de alta qualidade oferecem uma nutrição completa e balanceada, e a maioria dos donos as fornecem com exclusividade e du-

rante todo o período de vida de seus animais de estimação. Os cães e os gatos alimentados desta maneira são muito mais saudáveis, vivem mais tempo e com muito menos doenças,

e muito desta melhoria de condições

se deve a uma dieta completa e ba- lanceada que o fornecimento único de rações tem realizado. No entanto, se perguntarmos a este mesmo dono de cachorros como ele alimenta os peixes do seu aquário, provávelmen- te ele nos mostrará alguns potes de ração seca floculada e/ou granulada,

outros pacotes de comida liofilizada, bandejas de alimentos congelados

como o Mr. Spock diria

no seriado Jornada nas Estrelas, “isto

é altamente ilógico”.

no freezer

Continua

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Alimentos comerciais para peixes Os avanços científicos

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Alimentos comerciais para peixes

Os avanços científicos através do séc. XX permitiram tam- bém que se mantivessem peixes em aquários com mais facilidade e conveniência do que nunca tinha acontecido, apesar de alguns segmentos da indústria de alimentação de peixes terem estacionado há mais ou menos trinta anos atrás, quando parecia que não haveria mais perspectivas de evolução e melhoramentos. Estima-se que haja em tor- no de 60 milhões de aquaristas em todo o Mundo, mas o assunto da nutrição de peixes continua sendo o aspecto mais mal compreendido de todas as facetas da manuten- ção e criação destes animais aquáticos, com todas as men- tiras, mitos e falácias sendo regurgitados repetidamente de tal maneira que alguns destes passaram a ser aceitos como fatos e verdades. A nutrição dos peixes mantidos em aquários e tanques é um dos aspectos mais importantes da manutenção de muitas espécies vivas em cativeiro, e no entanto é uma das menos discutidas e compreendidas na atualidade. Os aquaristas de uma maneira geral gastam centenas ou milhares de dólares em equipamentos para seus aquários, mas quando se trata de determinar qual a melhor dieta que deverão usar para seus peixes, normal- mente seguem a tendência geral de utilizar uma alimen- tação variada preconizada por seus amigos, ou escolhem

o tipo de alimento conforme a figura da espécie de peixe

fotografada no rótulo. É claro que um pote de ração com

a figura de um Paracanthurus hepatus (Tang azul real, pei-

xe ornamental marinho) no rótulo deve conter alimento adequado para esta espécie, correto? Bem, talvez sim, mas

pode ser que não também.

Conhecendo os rótulos

Este assunto parece causar muita confusão na cabeça dos aquaristas, de maneira que se torna necessário abordá-lo neste artigo. Na sua maior parte a indústria de rações é auto-regulada, o que quer dizer que se torna fácil mani- pular uma lista de ingredientes para se favorecer o próprio produto. Por exemplo, se o teor de cinzas é muito alto na ração, a maneira mais fácil de o fabricante contornar o pro- blema é simplesmente não mencionar este parâmetro no rótulo. O teor de cinzas de uma ração vem dos ossos, con- chas e escamas dos animais marinhos utilizados na ração, que possuem altas concentrações de cálcio e fósforo; de uma certa maneira, esse teor é inevitável. Mas a cinza pro- veniente dos minerais de ingredientes crus como as algas Kelp e Spirulina, apesar de benéficos, devem ser limitados. Se uma quantidade escessiva for usada, pode ter um efeito negativo, pois os peixes conseguem assimilar tanto conte-

údo mineral que depois o expelem para o ambiente, po- luindo a água do aquário ou tanque. Um fabricante de ração menos escrupuloso pode usar pouquíssima quan- tidade de um ingrediente cru como a alga Spirulina, mas colorir artificialmente a sua ração com uma anilina verde, e promovê-la como uma ração à base desta alga microscópica recomendada específicamente para peixes herbívoros. Mas se o aquarista ler o rótulo cuidadosa- mente, em alguns casos poderá descobrir que a ração fabricada para peixes herbívoros na verdade é baseada em muita farinha de peixe, e que contem muito pouca alga ou matéria vegetal, e em vez disto possui muito “enchimento” como milho, farelo, batata, etc.

O fabricante pode listar lagosta e siri nos seus ingre-

dientes para dar um significado de qualidade, mas na realidade trata-se apenas das partes não aproveitáveis destes animais. Ele pode também listar muitas espécies

de peixes que fazem parte da farinha, mas a farinha de peixe continua sendo um ingrediente único; explicando,

se usamos 500Kgs de farinha de peixe por tonelada de

ração, não importa de quantas espécies de peixes essa farinha é constituída, pois elas continuam fazendo parte de uma única farinha de peixe, e no final são os mesmos 500Kgs de farinha de peixe por tonelada de ração. E o segundo ou o terceiro ingrediente costuma ser o agente ligante, como a farinha de trigo, por exemplo. Muitos aquaristas desavisados lêem muitas espécies de peixes na listagem de ingredientes, seguidos por farinha de tri- go, e são levados a acreditar que esta ração em particu- lar deve possuir uma alta concentração de proteína de peixe e pouco ingrediente ligante. Na verdade trata-se de mais uma ração genérica à base de farinha de pei- xe. Todos as rações aquáticas necessitam de um agente ligante de qualidade, senão seus ingredientes se dissol- verão rápidamente quando imersos na água. Rações de qualidade usam um máximo de 25% de liga (substân- cia, agente ligante), enquanto que rações de qualidade inferior podem possuir até 50% de farinha ligante.

Pode haver também uma grande amplitude de opções de utilização dos nutrientes nas diversas categorias de ingredientes usados. Assim, farinha de camarão é típi- camente constituída das cabeças e cascas destes crus- táceos, e muitas farinhas de peixe são constituídas dos restos do processamento das indústrias de sardinhas, por exemplo. No entanto, lamentamos informar que uma ração de alta qualidade usa nada mais nada menos que os peixes por inteiro, como Krill, mexi- lhões, arenques, etc., e não os desperdícios das in- dústrias de processamento.

Continua

inteiro, como Krill, mexi- lhões, arenques, etc., e não os desperdícios das in- dústrias de processamento.
Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 A prova do pudim é feita ao

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

A prova do pudim é feita ao comê-lo

É possível que uma das principais razões pelas quais

a dieta variada tem sido promovida por todos esses

anos, seja devido ao fato de que até à década passada a maior parte das rações comerciais não conseguiam for- necer uma nutrição completa? Ou os lucros e a política têm um papel preponderante nesta filosofia há longo tempo sustentada? A maioria das revistas e periódicos do ramo da aquariofilia são voltadas para a difusão so- bre a manutenção ideal de peixes, e fornecem assim um bom serviço de assistência aos aquaristas, mas por causa dos anúncios dos fabricantes e dos fundos que sustentam este tipo de publicações, elas não podem pu- blicar estudos comparativos sobre o desempenho das

diversas rações existentes no mercado.

Cremos que a maioria dos aquaristas, no entanto, gos- taria de ver o resultado de um experimento controlado onde se estudasse o desempenho das principais rações

“top of the line” existentes no mercado. Bem, este tipo de estudos têm sido feitos. Em 2002, um estudo apro- fundado foi realizado em cerca de 33 tipos de rações mais conceituadas no mercado, por um grupo de veteri- nários de Cingapura. Novamente em Fevereiro de 2007

o colégio Sparsholt da Grã-Bretanha completou um

experimento nutricional com ciclídeos do lago Malawi, mas infelizmente todos estes estudos e principalmen-

te o resultado deles obtido não foi divulgado, devido

à política dos interesses envolvidos. Acreditamos por

isso que cada aquarista deve levar a efeito seus próprios testes, por mais que não sigam os parâmetros extrema- mente controlados e rígidos dos experimentos científi- cos. Parece-nos a única maneira de o aquarista achar seus próprios resultados e compartilhá-los com outros entusiastas do hobby, para se promover enfim o assun- to há tão longo tempo negligenciado da nutrição dos peixes. Chegue à sua própria conclusão, em vez de ficar regurgitando o que os fabricantes defendem. Não de- vemos isto aos nossos hóspedes aquáticos, quer dizer, não devemos proporcionar aos nossos peixes uma vida longa e saudável?

Em 1996, quando publicamos o livro “Marine Aquarium Companion”, considerávamos certas espécies de peixes marinhos, como o peixe-escorpião por exemplo (Pterois sp.), condenadas à morte quando mantidas no confi- namento do aquário, devido à sua dieta especializada no meio ambiente marinho natural. Àquela época achá-

vamos que nenhum alimento artificial poderia manter as espécies marinhas mais delicadas a longo prazo, e que o peixe-escorpião era uma espécie pacífica de pei- xe! Logo descobrimos que qualquer peixe à beira da morte tem um comportamento forçosamente pacífico. Na verdade, um peixe-escorpião saudável e que está prosperando é um animal bastante agressivo, e logo descobriríamos isto quando conseguimos formular a ração adequada para esta e outras espécies marinhas similares.

São omnívoras a maior parte das espécies de peixes?

Para o aquarista marinho, os Tangs azuis do Atlântico (Acanthurus coeruleus) são considerados peixes primá- riamente herbívoros. Apesar de serem na verdade pei- xes que “pastam” nas rochas cobertas de algas, com lábios e dentes apropriados para cortarem estas plantas aquáticas, na verdade sabemos por estudos de nutrição com esta espécie que ela necessita muito mais do que apenas algas para serem mantidas no confinamento do aquário. Um estudo feito na Universidade da Fló- rida pela Dra Ruth Francis Floyd e seu colega Dr. Chris Tilghman, sobre a alimentação do Blue Tang, mostrou que, numa população desta espécie de peixe dividida em três grupos, os exemplares alimentados com ração de proteína marinha sofreram uma mortalidade de apenas 30% enquanto que o restante dos indivíduos sobreviventes deste grupo tiveram um ganho de peso de 400%; os dois outros grupos, alimentados um com ração exclusiva para herbívoros e o outro apenas com

a alga marinha do gênero Ulva, tiveram altas taxas de

mortalidade (80%) e todos os exemplares apresenta- vam sinais clínicos de desnutrição, como emagreci- mento acentuado. Apesar das informações sobre este importante experimento terem sido explanadas na Conferência Internacional sobre Peixes Marinhos, que aconteceu em Buena Vista Lake, Flórida, em Novembro de 2001, fora deste evento os resultados nunca se fize- ram conhecidos.

Enquanto os ictiologistas estão muito ocupados descre- vendo e classificando novas espécies de peixes a cada ano, existe muito ainda por saber sobre a biologia e

o comportamento destas mesmas espécies e daquelas

já descritas. Apesar de todos os peixes possuírem mé-

todos especializados de alimentação no meio natural,

e ingerirem preferencialmente certos materiais em detri-

mento de outros, na maior parte das vezes eles são opor- tunistas e comem de tudo um pouco que conseguem abocanhar, complementando a sua alimentação com nutrientes de outras fontes que não apenas as preferen- ciais. Assim, mesmo os Blue Tangs, apesar de serem her- bívoros especializados, ingerem uma certa quantidade de nutrientes de outras fontes que não apenas as algas. Os ciclídeos de água doce dos lagos africanos Malawi e Tanganika são das espécies de peixes mais especializadas nos hábitos alimentares encontradas no nosso planeta,

e ainda aqui todas são oportunistas quando a ocasião

se depara. Muitas pessoas se preocupam demais com a quantidade de matéria vegetal que algumas espécies de peixes comem, quando deveriam saber qual a verdadeira origem das fontes de proteína no ambiente natural. A realidade é que apesar das algas dominarem o conteúdo

estomacal da maioria das espécies de ciclídeos africanos,

e estes terem sido portanto classificados como peixes

herbívoros, os alimentos que na verdade os fazem cres- cer são ninfas e larvas de insetos, crustáceos, caramujos e zooplancton, e não o material vegetal. Isto é algo que a maioria dos aquaristas não leva em consideração. Alguns aficcionados do hobby podem achar que alimentar um peixe-cirurgião com uma dieta de algas pode ser mais natural do que com uma ração granulada ou floculada, mas isto não poderia estar mais distante da verdade, e os resultados da pesquisa feita na Universidade da Flórida demonstram isto. No meio ambiente natural, os peixes herbívoros têm que se alimentar constantemente por pelo menos 12 horas ao dia, para conseguirem ingerir nutrientes suficientes. Durante este período eles também descarregam fezes e urina contínuamente. No meio am- biente confinado do aquário ou tanque, estes mesmos peixes não possuem uma quantidade ilimitada de algas para pastarem o tempo todo, e mesmo que o aquaris- ta conseguisse alimentá-los a cada hora, isto adicionaria quantidades massivas de poluição ao ambiente confina- do do recipiente. Um aquário não representa nem uma ínfima fração do volume de água disponível no oceano ou num lago. De maneira que peixes classificados como herbívoros possam prosperar num aquário ou tanque, eles devem ingerir uma quantidade suficiente de nu-

trientes da sua dieta, e a situação que acontece no meio silvestre não tem a mínima chance de ser duplicada em confinamento.

Os peixes carnívoros se alimentam de outros peixes no seu meio ambiente natural, mas estes outros peixes na

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

outros peixes na Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 verdade encontram-se “recheados” de outras

verdade encontram-se “recheados” de outras formas de vida, como espécimes do fito e do zooplancton, pois fazem parte de toda uma cadeia alimentar. Assim, to- das estas presas e seus predadores fornecem uma nutri- ção balanceada que não pode ser comparada a apenas fornecer peixes vivos ou congelados como alimento. Assim como os espécimes mantidos em confinamento, mesmo os carnívoros no meio ambiente natural conso- mem uma certa quantidade de matéria vegetal, para obterem nutrientes variados que podem estar faltando na sua dieta. A realidade é que os carnívoros não se alimentam apenas de carne, da mesma maneira que os herbívoros não ingerem apenas vegetais.

Ao longo dos anos a maioria dos aquaristas têm sido levados a acreditar que os peixes classificados como herbívoros devem comer uma dieta à base de vege- tais, de maneira a prosperarem em cativeiro, mas isto simplesmente não é o caso. Nós mesmos da New Life falhamos redondamente no passado quando tentamos criar uma formula específica para peixes herbívoros, usando apenas ingredientes vegetais, e aprendemos depois com nossos erros. Poderíamos ter feito lucros financeiros comercializando uma ração que tivesse este tipo de apelo, mas teria sido pouco ético fazer isto. Nós simplesmente não poderíamos fabricar e vender uma ração que realmente não beneficiasse o alvo de nossa atenção, os peixes.

Proteína: os blocos de construção

Muitos hobbystas se ligam nas porcentagens de pro- teínas mostradas nos rótulos das embalagens de ra- ções, sem entenderem de verdade o que esses núme- ros significam. Por exemplo, o nível de porcentagem de proteína não informa nada sobre a qualidade dessa proteína. O valor da proteína está diretamente relacio- nado ao conteúdo de aminoácidos, como a Arginina, a

Histidina, a Isoleucina, a Leucina, a Lisina, a Metionina,

a Fenilalanina, a Treonina, o Triptofano, e a Valina, que essencialmente são os blocos de construção das proteí- nas, para os músculos e o crescimento. A porcentagem da proteína mostrada no rótulo não nos diz como a proteína foi processada, ou mesmo se ela se encontra sob uma forma que o peixe possa prontamente digerir

e utilizar. A não ser que a proteína contida na ração

possa ser totalmente digerida pelos peixes, o nível de porcentagem da proteína crua no rótulo não terá ne- nhum significado.

Continua

www.ciadoaquario.com.br

Lion Fish

Nome científico: Pterois, Parapterois, Brachypterois, Ebosia ou Dendrochirus (Diverosas espécies) Família: Scorpaenidae Tamanho mínimo do aquário: 80 L Tamanho máximo do peixe: 30 cm Habitat original: Atlântico e Caribe Circulação: Fraca Agressividade: Média Alimentação: Os Lions são predadores vorazes, engolem qualquer peixe que caibam em sua boca

Proteína de alta qualidade que é fácilmente digerida pe- los peixes nunca causa problemas gastrointestinais, não importa se aqueles são herbívoros, omnívoros ou carní- voros. A proteína em excesso é na sua maior parte excre- tada como desperdício. A idéia difundida de que o ex- cesso de proteína causa inchaço abdominal ou qualquer outro tipo de problemas gastrointestinais, é totalmente imprecisa. Proteína de baixa qualidade, ou outros ingre-

dientes difíceis de digerir é que normalmente são os cau- sadores de problemas gástricos nos peixes. Os aquaristas que mantêm peixes carnívoros querem o maior teor de proteína na ração que puderem encontrar, e aqueles que mantêm herbívoros parecem querer o menor, e nenhum deles parece entender os princípios básicos envolvidos.

O nosso conselho é que se deve esquecer os números

encontrados nos rótulos, e concentrar-se na qualidade da proteína.

Os ingredientes listados no rótulo da embalagem da ra- ção deverão ser a primeira consideração sobre a qualida- de do conteúdo de proteína. Deve-se evitar aqueles que contêm muito grão como farelo de trigo, milho, farinhas vegetais, batata, ou soja, como primeiros ingredientes lis- tados, uma vez que estes costumam ser os mais prevalen- tes. Procurar, em vez disto, por ingredientes de alta qua- lidade, como proteínas derivadas de arenque inteiro, Krill, mexilhão e lula, como sendo os primeiros itens da lista.

Muita gente pensa que a farinha de peixe seja uma fon-

te fraca de proteínas, mas isto não é verdade. A farinha

de peixe é utilizada na indústria alimentar animal numa infinidade de aplicações que incluem rações para animais de estimação, aves e concentrados protéicos, sendo uma excelente fonte de proteínas rica em amino-ácidos essen- ciais, ácidos graxos e vitaminas e minerais. Farinha de pei- xe de alta qualidade é obtida a partir do processamento de peixes inteiros, como o arenque, e não de sub-produ- tos da moagem dos restos da indústria pesqueira. Este último tipo de farinha de peixe costuma perder a qualida- de ao longo do tempo, e como geralmente é constituída de restos de cabeças, escamas e espinhas, costuma for- necer um excessivo conteúdo de cinzas à ração. Alguns rótulos de rações simplesmente nem listam o conteúdo de cinzas. Óbviamente que é muito mais barato para um fabricante de rações usar este tipo de ingrediente cru do que uma fonte de proteína de alta qualidade como o Krill sul-antártico, arenque inteiro, mexilhões ou lulas. Se a fa- rinha de peixe não está listada como ingrediente principal e o conteúdo de cinza é menor do que 9%, normalmente

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

que 9%, normalmente Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 indica que muita soja, glúten

indica que muita soja, glúten de milho ou farinha de san- gue estão sendo utilizados. Apesar de algumas espécies de peixes como a carpa japonesa decorativa (nishikigoi) conseguirem assimilar grandes quantidades de soja e glúten de milho, a maior parte das espécies de peixes tropicais ornamentais não consegue isto, e a farinha de sangue, apesar de ter um nível alto de proteína, é pobre em muitos aminoácidos essenciais.

Carboidratos

Os peixes não usam carboidratos de maneira muito efi- ciente, e em rações de qualidade eles são usados mais como agente ligante durante o processo de manufatura.

Sem farinha de algum grão a ração simplesmente se des- faz na água. Devido ao fato de que os carboidratos são uma fonte barata de energia nas rações, algumas formu- las utilizam grandes quantidades deste tipo de nutriente para baratear os custos. A lógica usada é: se é mais ba- rato, porque não usar? As farinhas de grãos têm o seu lugar nas rações para peixes, servindo como substâncias ligantes e ajudando na síntese dos lipídios e proteínas. Todavia, se quantidades excessivas forem usadas, os pei- xes podem estocar como gordura em seus organismos, ou podem aumentar a quantidade de desperdício sólido expelido. Isto leva a uma poluição excessiva sendo adi- cionada ao aquário ou tanque. Os produtos derivados dos grãos também são muito difíceis de digerir em muitas espécies de peixes, e quando usados em excesso podem causar problemas gastrointestinais devido à di- gestibilidade e absorção deficientes. Consequentemente, as bactérias patogênicas começam a se multiplicar no tra- to intestinal, dobrando de número populacional a cada vinte minutos, resultando no entumescimento (inchaço) abdominal. Na maioria dos casos esta condição é extre- mamente contagiosa e o resultado final é quase sempre fatal.

Lipídios: quanto é demais?

Os lipídios (gorduras – ácidos graxos ômega 3 & 6) são nutrientes altamente energéticos que suprem aproxima- damente duas vezes a energia que os carboidratos e as proteínas são capazes de fornecer, e típicamente compre- endem cerca de 5 a 10% das dietas de peixes tropicais. Os lipídios também fornecem ácidos graxos essenciais e servem como veículos de transporte para as vitaminas

lipo-solúveis.

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Acúmulo de gordura no fígado tem sido

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Acúmulo de gordura no fígado tem sido designado como um dos problemas metabólicos mais comuns em peixes, e frequentemente causa a morte destes. A conexão entre lipídios em excesso e a doença de acúmulo de gordura no fígado dos peixes tem sido algo bem comum e conhecido na indústria da aquacultura por muitos anos. O Depar- tamento de Pesca e Ciências Aquáticas da Universidade da Flórida confirmou recentemente esta tendência, num estudo que envolveu ciclídeos africanos como sujeitos do experimento. Ainda assim a tendência recente em algu- mas rações para peixes é usar níveis altos de gorduras na dieta, de maneira a substituir parcialmente o nível de proteína. Apesar desta prática ajudar a reduzir custos na formulação das rações, ela tem efeitos deletérios na saú- de dos peixes, como excessiva deposição de gordura no fígado destes animais. Na nossa opinião 5% de lipídios na ração não é um nível de composição da dieta que vá de encontro a todo o requerimento energético dos pei- xes, mas com esta taxa eles podem compensar com a in- gestão de proteína para compensar algum do dispêndio de energia. Usando este nível de inserção de lipídios, não haverá em nenhum momento gordura em excesso para ser metabolizada e depositada no fígado. É preciso saber que existe uma grande diferença entre um peixe gordo, e um peixe com tônus muscular.

Digestibilidade

Se o custo da ração é um ponto importante a considerar,

e normalmente o é, precisamos no entanto de prestar

atenção ao fator conversão alimentar, o que a maioria

dos aquaristas não faz. Não se pode comparar rações

apenas pelo seu preço, pois isto é impossível de se fazer!

Na maioria dos casos, a ração mais cara é na verdade a

melhor, por possuir ingredientes mais digeríveis e con-

sequentemente uma taxa de conversão alimentar bem

menor (quantidade de ração fornecida versus ganho de

peso). Mesmo para o aquarista que possui apenas um

ou dois aquários, a economia pode ser substancial, entre

uma ração de alta qualidade e de fácil digestão e absor-

ção, e outra que possui ingredientes de baixa qualidade e

pouca absorção. Muitos aquaristas podem até nem notar

a diferença, mas quando se começa a gerenciar deze-

nas ou centenas de tanques ou aquários, os restos dos

arraçoamentos freqüentes começam a ficar bem aparen-

tes. Da mesma maneira, a diferença de custo no total

THERA+A

Grãos de 1mm anti-parasitas sem medicamentos. Proteí- nas de alta qualidade de arenque e krill de fácil digestão. Dieta diária balanceada para todos os peixes marinhos e de água doce. Estimula o sistema imunológico para repelir parasitas. SEM ADIÇÃO DE HORMÔNIO E MEDICAMEN- TOS!

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da ração utilizada ao longo de todo um ano pode ser significativa.

Quando se utiliza uma ração Premium de alta qua- lidade para se arraçoar os peixes, pode-se ficar sur- preso de quão pouca quantidade se utiliza dela para manter os peixes em ótimas condições de saúde e crescimento.

Anti-oxidantes e porquê eles são necessários

A simples menção do assunto anti-oxidantes alimentares

causa um acalorado debate entre os mantenedores de peixes, especialmente quando o produto é a etoxiquina. Todo o problema levantado à volta deste produto nas- ceu de um simples rumor, que atingiu proporções de um

mito urbano graças aos debates muitas vezes sem co- nhecimento de causa nos chats de fóruns da Internet. A

única razão pela qual este produto preservativo foi ques- tionado deu-se por causa de um experimento realizado com ratos em 1987, no qual se forneceu a etoxiquina a

estes animais a um nível de dose de 5000ppm, muito aci- ma do permitido e recomendado nas rações em geral. O

resultado deste estudo sugeriu um potencial carcinogê- nico da etoxiquina, e desde então este produto tem sido culpado de uma miríade de problemas de origem nutri-

cional, nenhum dos quais teve, no entanto, sua origem comprovada no anti-oxidante. Considerando a larga utili-

zação deste produto na maioria das rações para animais de estimação, seria de se esperar que a esta altura dos acontecimentos uma epidemia de câncer teria atingido

toda a população de cães, gatos, peixes e outros animais mantidos pelo homem. Não existe um único caso docu-

mentado de que a etoxiquina, usada dentro dos limites

aprovados de inserção nas rações, tenha causado qual-

quer tipo de condição de doença a longo prazo nos ani-

mais mencionados. O fato verdadeiro é que este único anti-oxidante tem salvo as vidas de inúmeros tipos

de pets evitando que estes sofram sérios problemas

de envenenamento causados pelas gorduras poten-

cialmente rancificantes contidas nas rações.

Sem o anti-oxidante, o óleo contido na ração piscícola

ficaria rancificado em pouco tempo. Os aquaristas de-

vem saber que todos os produtos à base de peixe ou

farinha de peixe contêm etoxiquina. Não tem como fugir

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Não tem como fugir Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 disto. Cada tipo de

disto. Cada tipo de alimento marinho como Krill, peixe, camarão, lula, etc., já vem com uma pequena quantidade de etoxiquina, pois isto faz parte das leis e regulamentos da Guarda Costeira dos Estados Unidos que requer que todos os barcos pesqueiros que entram nos portos ame- ricanos apliquem este preservativo no seu produto de pesca. Isto é obrigatório por lei, por questões sanitárias e de saúde pública, para preservar o produto da pesca de rancificações. Assim, qualquer fabricante de ração que utilize qualquer produto de origem marinha como ingre- diente na sua formulação, terá sempre alguma etoxiquina na análise final, mesmo que não coloque deliberadamen- te este preservativo no seu produto manufaturado. Mas se ainda assim o fabricante usar etoxiquina na confecção do seu alimento, não existe nada de absolutamente erra- do neste procedimento: este anti-oxidante é um produto aprovado pela FDA (Food and Drugs Administration) dos E.U.A. para utilização em rações animais e para consumo humano, desde que na formulação sua concentração não ultrapasse os 150ppm.

Em Julho de 1997, depois de saírem os resultados sobre

o último estudo sobre a etoxiquina, o Centro de Medici-

na Veterinária da FDA solicitou aos fabricantes de rações

para cães que reduzissem o nível do preservativo para 75ppm, para permitir uma margem de segurança maior às cadelas lactantes e seus filhotes. Isto porque, uma vez que a cadela em lactação se alimenta 2 a 3 vezes mais ao dia do que em condições de não-reprodução, qualquer aumento na ingestão causa uma exposição proporcional

a qualquer substância existente na ração. O estudo mos-

trou que os níveis habituais de 150ppm utilizados não tinham efeitos adversos em condições de manutenção normais, mas que a redução para 75ppm criava uma

margem adicional de segurança para as cadelas em lac- tação e seus filhotes.

Até à data, a FDA não encontrou qualquer evidência cien- tífica ou médica de que a etoxiquiina, utilizada nos níveis adequados e permitidos, tem qualquer efeito nocivo para a saúde do homem ou dos animais. Nenhuma reclamação documentada também sobre este assunto veio parar aos seus arquivos, nem uma sequer. É preciso ter em mente que qualquer substância pode advir tóxica em dosagens altas, incluídas aqui as vitaminas lipo-solúveis. Nenhum nutricionista recomendaria a eliminação completa das vitaminas A, B, D, E e K da dieta só porque níveis altos destas podem ser tóxicos, apesar de ser exatamente este

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 o raciocínio das pessoas quando discutem sobre

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

o raciocínio das pessoas quando discutem sobre substân-

cias anti-oxidantes como a etoxiquina. Quando usados

em pequenas quantidades para prevenir a rancidez,

os preservativos anti-oxidantes são valiosos e im-

portantes componentes da dieta.

Hormônios

O uso de hormônios masculinos (testosterona) é altamen-

te ilegal nos U.S.A., e por boas razões. O uso a longo

prazo de esteróides nas rações tem estado associado a

deformações no esqueleto, susceptibilidade crescente a

infecções, e a mudanças patológicas no fígado, rins e tra-

to digestivo dos peixes. Fêmeas que são alimentadas com

esteróides sexuais desenvolvem colorações tão ativas

quanto as dos machos de sua mesma espécie, e machos

juvenis se colorem mais rápidamente num estágio preco-

ce ainda do seu desenvolvimento. Os efeitos deletérios

destas práticas surgem logo depois, quando se remove a

dieta à base de hormônio: as fêmeas perdem a cor exa-

cerbada, advêm estéreis, e os machos perdem também

a coloração precoce e nunca mais a ganham de novo.

Rações de alta qualidade para peixes contêm realçadores

naturais das cores encontrados na natureza, que permi-

tem aos peixes ganharem coloração máxima à medida

que amadurecem. O objetivo ideal para um fabricante de

rações para peixes é imitar o que é encontrado na natu-

reza, e não inventar num tubo de ensaio.

A variedade é o sabor da vida?

Os peixes ficam monótonos quando são alimentados com

um só tipo de comida ? Quando se faz esta pergunta aos

aquaristas a maioria tende a responder em uníssono : “A

variedade é o sabor da vida” ou “Você gostaria de comer

a mesma coisa o tempo todo ?” Estas são todas interjei-

ções humanas. Se uma boa ração consegue manter os

peixes em condições de saúde e crescimento, isto não

deve ser nenhum problema. Os peixes são criaturas de

hábito; eles não são capazes de reações como ficarem

“aborrecidos” ou entrarem em “monotonia” só porque

não recebem uma alimentação variada!

Os peixes podem então prosperar com um só tipo de

alimento? A resposta é sim! Os peixes requerem uma

dieta variada, mas se uma única ração é confeccionada a

partir de uma grande variedade de ingredientes de alta

qualidade, a variedade que os aquaristas procuram pode

ser encontrada num único produto, numa única formula-

ção, numa única ração. Se um fabricante conseguir reu-

nir todos os ingredientes encontrados numa variedade de

formulações diferentes, e criar uma ração que contenha

todos estes nutrientes num balanceamento apropriado,

não é a mesma coisa que fornecer aos peixes todos estes

alimentos separadamente? Se forem usados apenas in-

gredientes de primeira qualidade, na verdade esta ração

única pode ser muito melhor para a nutrição dos peixes.

Este conceito tem sido provado na aquacultura comercial

de peixes de corte há cerca de um século: não há nada de

novo em se alimentar uma determinada espécie de peixe

em cultivo com uma dieta balanceada utilizando-se de

uma única ração. O que a maioria dos aquaristas deveria

saber é que a indústria da aquacultura está por detrás

de todo o conhecimento desenvolvido pelos fabricantes

de rações granuladas, e que a ciência desenvolvida para

aquela atividade foi a base para a confecção de todas

as rações floculadas e granuladas usadas para os peixes

ornamentais. No entanto, a maior parte desta pesquisa

da aquacultura envolveu espécies de peixes para o con-

sumo humano; com a exceção da cor da carne de certas

espécies como o salmão, a truta e o camarão, a colora-

ção geral dos peixes e a longevidade destes nunca foi o

principal objetivo destes estudos. Assim, as rações desen-

volvidas para os peixes ornamentais tropicais tiveram que

assegurar um baixo conteúdo em lipídios, uma alta con-

centração de proteína animal de origem marinha, e uma

variedade de ingredientes realçadores das cores, como

o Krill (Euphausia superba), a alga microscópica Spirulina

(Spirulina platensis), ou o pigmento natural Astaxantina

(Haematococcus pluvialis).

Flocos versus grânulos

Qualquer discussão que envolva ração para peixes neces-

sita uma breve explicação sobre os dois tipos básicos de

alimento existentes: flocos e grânulos. Enquanto os flo-

cos foram o tipo de ração mais popular para os aquaris-

tas nos últimos cinqüenta anos, as operações comerciais

de peixes ornamentais e de corte aprenderam há muito

tempo que os grânulos são a escolha superior para todas

as aplicações de arraçoamento. Os grânulos são preferi-

dos em detrimento dos flocos uma vez que eles são mais

densos na sua composição, muito mais estáveis na água,

e gasta-se menos quantidade por volume no arraçoa-

mento. Os flocos, por serem finos e com mais superfície,

absorvem água muito rápidamente, e lixiviam nesta as

vitaminas hidrossolúveis em um curto período de tempo.

Alguns estudos sugerem que uma vez que os flocos são

jogados na água do aquário, a maior parte das vitaminas

hidrossolúveis (como a vitamina C) são lixiviadas dentro

de 60 a 90 segundos. Para as espécies de peixes orna-

mentais de 2 a 7cm de tamanho, os grânulos são sem

dúvida o melhor método de alimentação.

Matéria vegetal e Spirulina

Nos anos recentes a alga Spirulina foi promovida a plano de destaque, de tal modo que não há aquarista ou fabri- cante de rações que não a recomende. Apesar desta mi- cro-alga ser mesmo um ingrediente cru de alta qualida-

de, e ter o seu lugar garantido na maioria das aplicações alimentícias, ela possui um alto teor de vitamina A e de minerais. Uma vez que a vitamina A é lipossolúvel, quan- tidades excessivas podem causar intoxicação nos peixes. Enquanto que uma inclusão de 5 a 10% na ração aumen-

ta a taxa de crescimento, com o bônus adicional de avivar

a cor azul nos peixes, quantidades de inclusão maiores

colorem os peixes artificialmente, e causam problemas de saúde relacionados à toxidez da vitamina A. A maior parte das boas rações para peixes já contêm Spirulina su- ficiente, e fornecer mais desta alga do que é requerida é no mínimo contra-producente.

A fibra vem da matéria vegetal, e deve ser mantida a um

nível razoável na ração. A não ser que ações enzimáticas

e bacterianas tomem lugar no trato intestinal, a maior

parte dos peixes não consegue digerir a celulose. A fibra tem um efeito laxante no trato digestivo dos peixes, e muita quantidade dela causa diarréia. Esta por sua vez encurta o tempo de retenção e dificulta a absorção dos nutrientes no intestino. A maior parte das vezes, muita

quantidade de uma coisa boa, pode ser uma coisa ruim.

Alimentos vivos, congela- dos e coração de boi

Com a maioria das espécies de peixes existe sempre o ris- co de mortalidade na larvicultura, devido ao requerimen- to especial de presas vivas para as larvas começarem a

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

larvas começarem a Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 se alimentar. É por causa

se alimentar. É por causa disto que os piscicultores usam

náuplios de Artemia, micro-vermes, etc., para fazerem com que as larvas adquiram o reflexo de abocanharem alimento. As larvas alimentadas com náuplios de Artemia possuem uma taxa de crescimento mais uniforme do que aquelas às quais se fornece um alimento em pó seco, mas uma vez que estas passam das duas semanas de idade, uma ração seca de alta qualidade ultrapassa em muitos casos o desempenho das presas vivas. A maioria dos ali- mentos vivos podem aumentar também o risco de se adi- cionar ao meio de cultura patógenos indesejáveis, doen- ças e poluentes, como é o caso dos vermes Tubifex, que além disto possuem um alto teor de gordura que pode causar problemas de saúde nos peixes a médio prazo.

A maioria dos alimentos preparados e congelados (ração

úmida) possui um alto teor de água (80%), e o processo de congelamento faz com que as membranas das células dos tecidos animais se rompam devido à contração e pos- terior expansão no descongelamento. E quando este ali- mento é descongelado e “enxaguado” com água corren-

te, muitos dos nutrientes se lixiviam e o que resta acaba sendo básicamente cascas com muito pouco valor nutri- cional. Os alimentos vivos e congelados têm um lugar no mundo da manutenção de peixes, tão sómente porque na realidade algumas espécies em determinados estágios de desenvolvimento necessitam destes para despertar em

si o instinto de abocanhar os primeiros alimentos que se

mexem à sua frente ou que possuem um atrativo inicial bem suculento. Mas uma vez que este comportamento esteja desenvolvido e estabelecido, a conversão do peixe para uma ração seca e nutricionalmente completa deve

ser a transição natural, para assegurar a sua saúde geral

e longevidade.

A carne do coração de boi tem sido outro alimento po-

pular entre os criadores de acarás-disco, pois condiciona os reprodutores para a desova e faz os alevinos crescerem também. Apesar deste alimento funcionar, pode tam- bém ser responsável por um tempo de vida mais curto

para os exemplares desta espécie de peixe, pois os restos de carne de coração de boi têm o maior potencial para

a poluição da água do aquário ou tanque. Muitos cria-

dores de discos na Ásia trocam a água de suas baterias de reservatórios cerca de 2 a 3 vezes ao dia, para manter uma qualidade satisfatória do meio aquático para os seus peixes. A razão porque os discos são peixes muito difíceis de aceitar ração granulada, é porque desde cedo os seus criadores utilizam coração de boi para alimentar os alevi- Continua

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Magenta Slender Anthias

Luzonichthys waitei

Família: Serranidae Habitat: Philipinas, Indonésia, Península Izu e em grandes barreiras de corais Tamanho: 7 cm Ph : pH 8,1-8,4 Temperatura : 22 - 26ºC Temperamento: Calmo Aquário mínimo: 70 litros Manutenção :Moderada Circulação: Média/Forte Decoração: Rochas e/ou corais. Territorial Localização do peixe no aquário: Qualquer local. Alimentação: Ração e invertebrados.

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 nos, e os peixes são criaturas de

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

nos, e os peixes são criaturas de hábito. Com algum esforço por parte do mantenedor, os acarás-disco podem ser treinados a aceitar um alimento seco mais limpo e nutricionalmente balanceado.

Estes alimentos vivos e congelados funcionam então? Sim, e desde que o homem começou a criar peixes, es- tes foram os primeiros a serem usados, mas muitas das rações hoje existentes começaram a ficar disponíveis a apenas trinta anos atrás. As rações comerciais evoluíram bastante nos anos recentes, e apesar do suplemento da dieta de um peixe com alimentos vivos ou congelados poder ser considerado uma variação quando se necessita realmente disso, o uso de uma ração seca comercial de alta qualidade vai de encontro ao que o peixe necessita para um ótimo crescimento, uma boa saúde, e a lon- gevidade a cada dia. Enquanto que os alimentos vivos

e congelados podem funcionar a curto prazo, a longo

prazo só a ração seca consegue isto. A grande objeção que temos também a alimentar os peixes com alimentos vivos e congelados em conjunto com a ração seca é que, devido à diferença de palatabilidade entre os três tipos de comida, os peixes sempre vão preferir os alimentos vivos e congelados em detrimento da ração seca, mesmo que a longo prazo seja muito mais saudável que eles se alimentem apenas desta última. Isto pode ser compara- do às preferências das crianças humanas, que preferem doces e bolos a uma refeição balanceada: é preciso de- sencorajar este tipo de tendência que depende mais da satisfação dos sentidos do que própriamente da necessi- dade de uma nutrição adequada.

Arraçoamento

O ato de alimentar os peixes parece ser fácil, mas na ver-

dade é uma das coisas mais difíceis de ensinar. Em nossos 35 anos de atividades no negócio da piscicultura, rara- mente tivemos um empregado que soubesse alimentar adequadamente na quantidade os peixes em criação e/ ou manutenção. É necessário ter a sensibilidade do quan- titativo a ser fornecido, para não se alimentar demais ou de menos. Na maioria das vezes é uma arte, tanto quanto

é uma ciência. A primeira regra de ouro é: na dúvida,

sub-alimente. Se necessário, você poderá sempre reti- ficar a situação mais tarde, aumentando a quantidade. Todavia, se você sobre-alimentar, poderá incorrer em problemas de qualidade do meio aquático dificilmente corrigíveis.

Enquanto que a grande maioria dos aquaristas costumam sobre-alimentar seus peixes, também existem aqueles que sub-alimentam, a tal ponto que seus peixes parecem contínuamente anoréxicos. Muitos aquaristas de recifes marinhos se enquadram nesta última classificação, por

causa da preocupação excessiva com os níveis de nitrato

e fosfato na água. Se os peixes estiverem gordos, deve-se

simplesmente segurar mais a ração e alimentar menos; se os peixes estiverem magros, alimente-os mais. O aqua-

rista deve saber que é ele que está no controle, e não o peixe. Um peixe saudável sempre pedirá por comida, mas

se este não mostra interesse no alimento, o aquarista tem

um problema. Ou o peixe está doente, ou em condições de qualidade de água muito ruins.

Quando se arraçoa com grânulos, o tamanho adequado destes é muito importante. Peixes grandes conseguem ingerir grânulos pequenos, mas se os grânulos são mui- to grandes para a boca dos peixes, eles normalmente os “cospem” de volta, ou expelem uma grande porção do grânulo na coluna d’água enquanto mastigam aquilo que conseguiram abocanhar. A chave é usar um grânulo que o peixe consiga engolir inteiro. Se no aquário existe uma mistura de peixes de tamanhos diferentes, pode-se misturar grânulos de tamanhos diferentes também para assegurar que todos os peixes recebam sua cota de ali- mento.

Outro erro freqüente cometido por alguns hobbystas é

o pré-amolecimento dos grânulos em água, na crença

errônea de que isto ajuda na digestão e previne que os grânulos inchem dentro do tubo digestivo dos peixes. Este é outro dos mitos criados no mundo do aquarismo:

as pessoas simplesmente não conhecem a quantidade de enzimas e ácidos gástricos secretados pelos peixes em seus tubos digestivos quando consomem alimento! Os duros grânulos rápidamente viram papa em pouco tempo. Se uma ração causa problemas gastro-intestinais num peixe, isso se deve aos ingredientes de baixas quali- dade e digestão, como excesso de grãos e sub-produtos destes. Quando se pré-amolece grânulos de ração em água, perde-se os nutrientes e as vitaminas e minerais

hidrossolúveis.

Outros nutrientes importantes

Nos anos recentes a vitamina C tem sido discutida exten- sivamente, enquanto outras de papel vital foram esqueci- das. Vitaminas como a A, a D2, a D3, a E, a K, a B6, a B12,

a Tiamina, a Riboflavina, o ácido Pantotênico, a Niacina, a

Biotina, a Colina, o Mioinositol, e minerais como o Cálcio,

o Fósforo, o Magnésio, o Sódio, o Potássio, o Cloro, o

Ferro, o Cobre, Zinco, Manganês, Selênio e Iodo, todos estes são elementos essenciais numa ração bem balance- ada. Infelizmente muitos aquaristas e mantenedores de peixes continuam desinformados sobre o papel de todos estes elementos na dieta de seus peixes. Usando o mine- ral Cobre como exemplo, muitas pessoas ainda não com- preendem o papel deste elemento-traço necessário a to- dos os seres vivos, incluindo os peixes. É um componente de muitas enzimas e essencial para a atividade destas. Mesmo a água do mar contem Cobre (apesar de algum sob a forma de sulfato de cobre), e apesar disto muitos aquaristas ficam preocupados com a presença deste ele- mento na ração. Na água, um nível de 0,8ppm de Cu (cobre) é tóxico para a maioria dos peixes, mas sulfato de cobre presente na ração pode ter a sua concentração tão

alta quanto 700 a 1000ppm, que o único efeito neste

caso seria um retardamento no crescimento. Toxidez cau- sada pelo elemento Cobre, via rações comerciais, quando apenas quantidades em traços são usadas, não represen-

ta nenhum problema para os peixes, mesmo em espécies

sensíveis de peixes de recifes de coral.

Alho é um outro ingrediente-chave em rações de quali- dade, e quando o nível adequado de inclusão é usado, pode ter um papel importante na manutenção da saúde dos peixes a longo prazo. Enquanto que este ingrediente pode ser utilizado para aumentar a palatabilidade geral da ração, o seu objetivo principal são as suas proprieda- des anti-parasíticas. Temos usado alho nas nossas rações há 15 anos, e apesar de não termos efetuado nenhum experimento controlado para quantificarmos os benefí- cios do seu uso, temos notado uma diminuição drástica dos surtos de doenças em nossos viveiros de piscicultura. Desde que começamos a adicionar alho em nossas ra- ções granuladas, não tivemos mais um caso sequer da “Florida Deep Well Disease” (doença nos peixes causada pelas bactérias patogênicas dos gêneros Aeromonas e Pseudomonas sp.). Ao longo dos últimos anos tem ha- vido inúmeros estudos envolvendo o uso de alho e da alicina, o princípio ativo do alho. Num desses estudos mais importantes, descobriu-se que a inclusão de alho na ração, na taxa de 3%, aumenta a digestibilidade geral da proteína, dos carbohidratos e das gorduras, ao mesmo tempo que diminui a contagem de bactérias no intestino

e nos músculos dos peixes, e no meio aquático onde es-

tes são mantidos. Os peixes em cuja dieta se inclui o alho, aumentam também sua tolerância ao stress de manejo.

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

stress de manejo. Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Quais são os constituintes de

Quais são os constituintes de uma ração de qualidade superior?

Apesar de existirem ainda muitos assuntos a serem de- senvolvidos no que se refere à nutrição animal aquática, especialmente em se tratando das centenas de espé- cies de peixes ornamentais, na nossa opinião a melhor aproximação é usar uma ração com ingredientes de alta qualidade que satisfaça os requerimentos nutricionais de todas as espécies. Os peixes de água doce podem pare- cer medíocres com uma dieta deficiente, mas a maioria consegue sobreviver. Os peixes marinhos, por outro lado, necessitam de uma dieta nutricional completa e bem ba- lanceada: é uma questão de vida ou morte, principalmen- te em se tratando de algumas espécies sensíveis como é

o caso dos peixes-cirurgiões, os peixes-anjo e os peixes- -borboleta.

As seguintes diretrizes básicas podem ser utilizadas para

a escolha de uma ração de qualidade superior:

A) Palatabilidade: os peixes são orientados por seus

sentidos olfativos e de paladar. A verdade é que, se o pei-

xe não for atraído para o alimento, não importa o quão superior e de qualidade este seja, não terá nenhuma uti- lidade.

B) Energia: o alimento como entrada de energia tem que superar o gasto de energia (para a locomoção, funções metabólicas, etc.), especialmente em se tratando de pei- xes marinhos. Mesmo que os peixes estejam comendo, se os seus requerimentos de energia não forem satisfeitos e se não houver alguma sobra, eles irão perdendo energia até cessarem de existir.

C) Proteína: tem que ter ingredientes fácilmente di-

geríveis e que possam ser absorvidos tanto por peixes herbívoros, como omnívoros e carnívoros. Como cons- tatado antes, os peixes não têm como obter uma fonte abundante de nutrientes nos microcosmos que são os aquários. Qualquer que seja a ração a ser fornecida, esta deverá possuir todos os quesitos nutricionais diários para que os peixes possam prosperar. Rações de qualidade superior geralmente produzem menos desperdícios e so- bras, logo menos poluição no aquário.

D) Coloração: uma ração superior de alta qualidade

deve ser capaz de fomentar todo o espectro natural de

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 cores do peixe em manutenção, e não

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

cores do peixe em manutenção, e não exagerar ou distor- cer estas tonalidades, como o que acontece quando se usa quantidades excessivas de pigmentos naturais.

E) Lipídios: o conteúdo de gorduras na ração deve ser

mantido abaixo de 10%, para evitar a doença degene- rativa do fígado, exceto no caso dos estágios juvenis dos peixes, que requerem lipídios como fonte imediata de energia de maneira a “espalhar” o nível de proteína para construção da musculatura.

F) Longevidade: deve-se escolher uma ração que pos-

sa manter a saúde dos peixes a longo prazo, quer dizer, por anos, e não apenas meses. Temos conseguido manter peixes marinhos por cerca de dez anos, e estes não mos- tram sinais de envelhecimento! Quanto tempo podem vi- ver os peixes se suas necessidades nutricionais são atendi- das? Suspeitamos que em muitos casos este tempo possa atingir a cota dos vinte anos. E aqui não estamos nos referindo àquelas espécies fáceis de se manter em cativei-

ro, como os peixes-palhaço (Amphiprion sp.) ou as don- zelas e os peixes-gatilho, mas sim às consideradas ultra- -delicadas pela maioria dos aquaristas marinhos, como os peixes-cirurgiões, os peixes-anjos e os peixes-borboletas.

G) Poluição: uma ração de qualidade superior normal-

mente produz menos desperdício, menos sobras, e assim menos poluentes para o aquário. Em outras palavras, pro- teína não-digerida em excesso, fibra, minerais (cinza) se- rão expelidos através das brânquias e fezes fomentando os níveis de fosfato e compostos nitrogenados (amônia, nitrito e nitrato). Esta é a razão porque ingredientes como Kelp, Spirulina e grãos deverão ser mantidos em níveis de porcentagem razoáveis. Os peixes simplesmente não conseguem utilizar toda a fibra e minerais incluídos em demasia na ração. É preciso saber-se que aquilo que en-

tra, tem que eventualmente sair.

Muitos poderão perguntar se uma tal ração, que pre- encha todos os critérios lis- tados neste artigo, poderá existir?!

É com grande satisfação que nós, da New Life Spec- trum, podemos dizer que sim. O conceito filosófico des- crito e mais de 30 anos de experiência cumulativa em pis-

cicultura comercial foram os alicerces para a formulação de uma tal ração. Para algumas pessoas isto poderá soar como auto-propaganda, mas se nós não afirmássemos

e

revelássemos tal fato, seríamos culpados de esconder

o

jogo com medo das críticas. Na nossa opinião, seria

anti-ético não mencionarmos a nossa ração, da mesma maneira que seria anti-ético para alguém que descobrisse uma droga que curasse a malária e escondesse a desco- berta para si, com receio de que as pessoas criticassem e desaprovassem a auto-promoção e o potencial ganho fi- nanceiro que essa descoberta pudesse proporcionar. Não

consideramos dizer a verdade como auto-promoção, e a nossa filosofia de negócios sempre foi “marketing atra- vés da informação e da educação”. No final a verdade sempre prevalecerá, e as falsas premissas ficarão expos- tas. Até hoje, nenhum dos tão renomados “experts” em nutrição animal aquática foi capaz de provar que estáva- mos errados.

Os aquaristas e mantenedores de peixes que usam a ração da New Life Spectrum em conjunto com outros alimentos podem atribuir o bom estado geral de seus peixes à sua “dieta variada”. Mas isto está longe da verdade. Se reti- rarem o fornecimento da nossa ração, chances existem de que os peixes comecem a demonstrar deterioração das cores e da saúde dentro de 30 dias. Se eles quiserem que seus peixes mostrem o melhor de suas cores e saúde, experimentem alimentar apenas com a nossa ração da New Life Spectrum, exclusivamente. Nossa empresa é

a única que dá este tipo de garantia: alimentem os seus

peixes exclusivamente com a nossa ração por dez dias, e se não notarem melhoras nas suas cores e vitalidade, nós devolvemos o dinheiro. Escrevemos “notarem” porque na verdade são necessários pelo menos 30 dias para se

confirmarem os resultados benéficos de se alimentar os peixes com a ração da New Life Spectrum. É por isto que nossa garantia só é válida com o uso exclusivo da nossa ração.

A eficácia da ração da New Life Spectrum está na sim-

plicidade de um único alimento que fornece aos peixes uma dieta completa e balanceada. Alguns aquaristas são até capazes de manter peixes saudáveis com trocas fre- qüentes da água do aquário (adicionando com isto ele- mentos-traço ao meio), adição de vitaminas e minerais,

e fornecimento de várias fontes diferentes de alimentos

que compõe uma dieta balanceada. Mas com a ração da New Life qualquer pessoa pode conseguir o mesmo sem

o trabalho de ter que arrumar todos aqueles ingredientes

naturais, e manter peixes prosperando de uma manei- ra confiável e consistente. Resumindo, o aquarista pode

utilizar metodologia complexa de alimentação e conse- guir que os peixes prosperem, ou pode usar um método mais simples de fornecimento de uma única ração e ver os seus peixes prosperarem do mesmo jeito. A escolha é inteiramente sua.

Mas se o aquarista utiliza vitaminas em excesso, pode causar hipervitaminose nos seus peixes; se pouca quanti- dade é em vez disso utilizada, os peixes ficarão doentes. Quando aquele utiliza um “mix” de alimentos, de alguma maneira ele tenta ir de encontro à dieta balanceada que os peixes necessitam ; mas sabe o aquarista exatamente a quantidade de cada elemento presente no sua mistu- ra?! Na verdade, trata-se de trabalho de adivinhação, no melhor dos casos. No caso da nossa ração, experimenta- mos por cerca de dez anos até chegar à proporção ideal de cada ingrediente, de cada elemento. A natureza hu- mana tende a resistir às mudanças, e é por isto que este novo conceito encontra resistência na grande maioria dos hobbistas, acostumados à velha idéia de fornecer uma alimentação variada aos seus peixes.

Nós sabemos exatamente o quê e quanto os peixes estão ingerindo com a nossa ração da New Life Spectrum. Nos- sos principais ingredientes são as fontes mais digeríveis de proteína, mas ingredientes de qualidade, como Krill ou arenque inteiro, custam dinheiro, e isto resulta num alimento um pouco mais caro para o aquarista ou menos lucro para nós, os fabricantes. Mas, no final das contas, os resultados alcançados com o fornecimento da nossa ração para os peixes compensam, e acabam se tornando uma economia de recursos, tempo, e dinheiro. Encoraja- mos assim os aquaristas a experimentar este novo-velho conceito, e a reverem os fatos e a pensarem por si mes- mos.

Tradução de José Carlos C. Motta - biólogo

pensarem por si mes- mos. Tradução de José Carlos C. Motta - biólogo Revista CIA DO

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

pensarem por si mes- mos. Tradução de José Carlos C. Motta - biólogo Revista CIA DO
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Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 NÃO CONVENCIONAIS Revista CIA DO AQUÁRIO •

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

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NÃO

CONVENCIONAIS

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NÃO CONVENCIONAIS Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 www. fepepa .com.br O PRIMEIRO GRANDE

www.fepepa.com.br

O PRIMEIRO GRANDE EVENTO DE PEIXES E pequenos animais

DE 18 A 23 DE OUTUBRO DE 2011

Realizado pelo “Grupo Peixe também é Bicho” e a “FUMVET”, e com as parcerias da Plug Locação, Metro Quadrado e Divinare Buffet, em 24 de fevereiro foi lançado, com grande sucesso, o maior evento do setor de pequenos animais, o PEPA 2011.

Entre os dias 18 e 23 de Outubro de 2011,

acontecerá no Centro de Convenções da

APCD a primeira “Grande Feira de Peixes e

Pequenos Animais Não Convencionais” jun-

tamente com a Conferência Nacional de Pe-

quenos Animais.

O lançamento do evento, ocorrido no dia 24

de Fevereiro de 2011, contou com a presença

dos mais importantes personagens dos se-

tores de Aquariofilia e Ornitofilia, todos pu-

deram conhecer os detalhes da organização

planejada pela ACQUAVIVA PROMOÇÕES E

EVENTOS, a qual, com mais de 15 anos de

experiência em eventos promocionais e aca-

dêmicos, foi escolhida pelo GRUPO PEIXE

TAMBÉM É BICHO para capitanear o evento.

O GRUPO voltado para o desenvolvimento

da Aquariofilia é formado por empresas do setor e a três anos idealizou o evento. Com programação para técnicos, cien-

tistas, lojistas, curiosos e profissionais,

o PEPA 2011 contará com 6 auditórios e

um teatro com palestras e mesas redondas simultâneas, tratando temas importan- tes, tais como: meio ambiente, legislação, manutenção, reprodução, genética, entre outros.

A

FUMVET será o grande gestor científico

e

financeiro do evento, fazendo com que

parte do dinheiro arrecadado seja investido em pesquisas para o avanço da ciência na área de pequenos animas, especificamente

Peixes e Pássaros.

No site do evento é possível encontrar to- das as informações necessárias sobre a fei- ra. As mais importantes empresas do seg- mento estarão presentes demonstrando seus produtos e novidades para o público. A Cia do Aquário participará com um stand de 50 m2 e convida a todos para nos fazer uma visita e conhecer de perto toda a nos- sa linha de produtos. Até lá.

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Revista CIA DO AQUÁRIO • Out •
Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011
Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

NOVIDADES

• 2011 Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 NOVIDADES NOVO Chiller HC-150A (110v) (Indicado

NOVO Chiller HC-150A

(110v)

(Indicado para aquários de 100~400 litros, 1/10HP)

(110v) (Indicado para aquários de 100~400 litros, 1/10HP) NOVO Chiller HC-300A (110v) (indicado para aquários de

NOVO Chiller HC-300A

(110v)

(indicado para aquários de 300~800 litros, 1/4HP)

(110v) (indicado para aquários de 300~800 litros, 1/4HP) NOVO Chiller HC-250A (110v) (indicado para aquários de

NOVO Chiller HC-250A

(110v)

(indicado para aquários de 200~600 litros, 1/6HP)

(110v) (indicado para aquários de 200~600 litros, 1/6HP) NOVO Chiller HC-500A (110v) (indicado para aquários de

NOVO Chiller HC-500A

(110v)

(indicado para aquários de 400~1200 litros, 1/2HP)

(110v) (indicado para aquários de 400~1200 litros, 1/2HP) NOVO Chiller HC-1000A (220v) (indicado para aquários de

NOVO Chiller HC-1000A

(220v)

(indicado para aquários de 500~2000 litros, 1HP)

(220v) (indicado para aquários de 500~2000 litros, 1HP) NOVO RedoxIclean 500ml (aumenta o potencial Redox,

NOVO RedoxIclean 500ml

(aumenta o potencial Redox, melhorando imediatamente a qualidade da água)

Redox, melhorando imediatamente a qualidade da água) NOVO RedoxIclean 250ml (aumenta o potencial Redox,

NOVO RedoxIclean 250ml

(aumenta o potencial Redox, melhorando imediatamente a qualidade da água)

Redox, melhorando imediatamente a qualidade da água) NOVO Hydrat-Mg 250ml (hiper concentrado de magnésio

NOVO Hydrat-Mg 250ml

(hiper concentrado de magnésio líquido)

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011
Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

NOVIDADES

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 NOVIDADES NOVO Hydrat-Mg 500ml (hiper concentrado de magnésio

NOVO Hydrat-Mg 500ml

(hiper concentrado de magnésio líquido)

Hydrat-Mg 500ml (hiper concentrado de magnésio líquido) NOVO BoroChrom 250ml (concentrado de boro líquido, acelera

NOVO BoroChrom 250ml

(concentrado de boro líquido, acelera o crescimento de algas calcáreas e intensifica a coloração vermelha)

de algas calcáreas e intensifica a coloração vermelha) NOVO Hydrat-Mg 2000ml (hiper concentrado de magnésio

NOVO Hydrat-Mg 2000ml

(hiper concentrado de magnésio líquido)

Hydrat-Mg 2000ml (hiper concentrado de magnésio líquido) NOVO BoroChrom 500ml (concentrado de boro líquido, acelera

NOVO BoroChrom 500ml

(concentrado de boro líquido, acelera o crescimento de algas calcáreas e intensifica a coloração vermelha)

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

vermelha) Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Quarentena As doenças nos peixes podem causar
Quarentena
Quarentena

As doenças nos peixes podem causar sérios transtornos, podendo até dizimar estoques inteiros de peixes, ou deixar estes sem condi- ções de serem comercializados. A descoberta de uma doença exótica num plantel piscícola pode causar enormes perdas financeiras, e es- tar associada até com a erradicação da espécie portadora da doença.

A quarentena é talvez a técnica mais impor- tante na prevenção da entrada de agentes infecciosos numa coleção de peixes. Ela é um bem pensado e estruturado processo que se antecipa ao aquário do hobbysta, uma espécie de “sala de espera” para o aquário definitivo. Por outro lado, aos peixes é dada uma opor- tunidade para relaxar e descansar, ao mesmo tempo, que se fornece uma nutrição reforçada para compensar os longos períodos de trânsito a que foram submetidos.

O primeiro passo para assegurar a qualidade dos peixes e corais marinhos que chegam às nossas instalações é a aclimatação adequada.

Esse procedimento é crucial durante o período difícil que se segue ao transporte. Como parte deste protocolo inicial, os peixes e corais são alocados em uma unidade separada onde a iluminação, a temperatura e principalmente o pH são os parâmetros enfatizados. Os peixes recém- -chegados são colocados em unidades especiais de aclimatação, onde os divisores dos aquários separam os peixes para reduzir o potencial stress das interações comportamentais. Uma forte circulação de água permite aos peixes se ajustarem à condição físico-química da água do nosso sistema de quarentena.

Uma vez aclimatados apropriadamente, os peixes são transferidos

e mantidos no nosso sistema de quarentena especial. Para fornecer

aos peixes e corais um meio ambiente aquático de qualidade, nossa

quarentena possui um sistema superior de filtração independente, com esterilização por raios ultravioleta, um potente fracionador de espuma (skimmer), controladores eletrônicos sofisticados e filtro biológico. Ao contrário dos aquários convencionais de vidro usados em quarentenas, nosso sistema avançado é composto de cubos de acrílico compartimentalizados de volumes diversos, onde os peixes são separados por tamanho e temperamento, de maneira a reduzir

a

agressão e o stress.

O

período de quarentena para cada peixe dura de uma a seis sema-

nas, dependendo da espécie. Durante todo este tempo, os peixes são monitorados de perto, com atenção especial à taxa respiratória, ao comportamento de natação, ao aspecto geral, ao apetite e ao apare- cimento de qualquer sinal de doença. Uma vez que os peixes passam por todo este período de inspeção, estamos prontos para, conforta- velmente, distribuí-los para os nossos clientes – desde os menores gobbies até os peixes-anjos mais exuberantes. Quando nossos clien- tes optam por espécimes da CIA DO AQUÁRIO, tem a certeza de receber os peixes e corais mais saudáveis disponíveis no mercado.

receber os peixes e corais mais saudáveis disponíveis no mercado. Laboratório de QUARENTENA da Cia do

Laboratório de QUARENTENA da Cia do Aquário.

BIOPELLETS

Uma Grande Ajuda ao Aquarista.

A aquariofilia está se desenvolvendo a passos lar-

gos. Produtos com alta tecnologia surgem no mer-

cado diariamente. Todos nós, aquaristas, sonhamos

e esperamos o dia em que um produto mágico possa

transformar nossos aquários em uma explosão de co- res e vida, sempre conservando e mantendo saúde.

As grandes marcas desenvolvem produtos com esses objetivos para crescer e se consolidar no mercado. O nível dos materiais utilizados pela indústria e pelos aquaristas é elevadíssimo.

Um desses produtos que causou grande interesse nos aquaristas foi o BIOPELLETS, também conheci- do como Vodka sólida. São pequenos polímeros em formato de esferas irregulares. Esse polímero é um material biodegradável composto de carbono e era utilizado há décadas em aquários de água doce.

Esse produto é capaz de reduzir a quantidade de ni- tratos e fosfatos existentes no aquário do hobbista. Por ser um material poroso é propício para fixação de bactérias. Assim resolve dois dos maiores problemas de um sistema de água salgada. “É inacreditável! Quanta troca de água já não fiz para abaixar tais ní- veis”. Isso é um fato, realmente o produto funciona.

O mecanismo de ação do polímero de carbono é a

sua colonização por bactérias que consomem nitratos

e fosfatos. Essas colônias de bactérias são comercia- lizadas por empresas que possuem esse sistema de redução dos níveis desses elementos (NO3, PO4) para

a manutenção de aquários. O lojista pode e deve au-

xiliar a escolha do produto adequado. As bactérias

vão levar um a dois meses para formar uma colônia que irá reduzir os elementos indesejáveis.

A utilização destas bactérias cultivadas em laborató-

rio é fundamental para que a proposta do produto seja alcançada. Caso o aquarista não utilize, uma co- lônia de monocultura do próprio sistema irá se alojar nos polímeros e os níveis não reduzirão. Podem se

formar camadas anaeróbicas que irão resultar em de- nitrificações adicionais. Deve ser utilizado em um reator fluidizado ou em ca- nisters com um fluxo que consiga movimentar todos

os pellets para que se tenha um bom aproveitamento

do material. A água do aquário com oxigênio e ele- mentos passa pela colônia onde acontece a remoção do NO3 e do PO4. Além disso, as bactérias remanes- centes se soltarão e serão consumidos por corais, pei- xes e outros animais presentes em seu tanque. “Isso mesmo! As bactérias irão alimentar o seu sistema”!

Entre esses animais beneficiados se destacam as An- thias, os corais não fotossintetizantes e as esponjas.

Quando o fluxo de água é ou está fraco pode se formar Gás Sulfídrico (H2S) resultando manchas escuras e um cheiro desagradável. Podem também surgir filmes bac- teriológicos no reator. Basta aumentar a passagem de água para resolver o problema.

O skimmer pode ter seu rendimento comprometi-

do nos primeiros dias de utilização, mas em um

curto espaço de tempo retorna ao normal. Recomendo a saída do reator próxima ao desnatador para ajudar na troca de gases, pois é consumido oxigênio e descartado gás carbônico. É muito importante ter níveis de oxigenação satisfatórios no tanque. Isso se dá com uma boa cir- culação de água na superfície e um skimmer bem dimensionado.

Uma das dúvidas do aquarista é saber a quantidade a ser utilizada. Pelos relatos e receios de branque- amento dos corais quando utilizado em quantidades superiores a indi- cadas. Alinhado com o fabricante recomendo iniciar com a metade do solicitado para o volume do seu tan- que pelas instruções, e gradativamente aumentar a dose. Seus parâmetros serão as mudanças de coloração dos corais e

a alteração dos níveis de nitratos e fosfa-

tos. Assim, com paciência, vai chegar à dose adequada ao seu aquário. Uma vez instalado o BIOPELLETS não exigirá as reposições diárias de carbono. O hobbista vai perceber o quão simples e fácil é o método BIOPELLETS.

As vantagens são inúmeras! Redução dos nitratos e fosfatos. Falta de necessidade de manutenção. Consu- mido bem lentamente, é necessária a reposição depois de seis meses somente. A maior extensão dos pólipos dos corais, até mesmo de dia, tornando com isso as cores mais vibrantes. Por esses motivos aquaristas e profissionais do ramo (aquários públicos, distribuidores e lojistas) utilizam o método pelo mundo todo.

Recomendo a utilização por aquaristas experientes

e que busquem as informações necessárias com seu

lojista de confiança. Lembrem-se! A paciência é o ca- minho do sucesso.

Ricardo Paiva Rio tem 42 anos. É formado em Comércio Exterior pela UNIP. Aquarista há 25 anos, é empresário do ramo e proprietário da FISHLAND TECNOLOGIA EM AQUÁRIOS há 10 anos.

www.ciadoaquario.com.br

Peixe Mandarim

Synchiropus splendidus

Família: Perciforme Habitat: Oceano Pacífico, Oceano Índico e Caribe Tamanho: 6 a 10 cm Ph: pH 8,2 Temperatura : 25ºC Temperamento: Calmo e tímido Manutenção: Moderada Circulação: Média/Forte Decoração: Rochas e/ou corais. Territorial Localização do peixe no aquário: Qualquer local. Alimentação: Micro invertebrados presentes nas rochas.

Linha Hailea

Linha Hailea Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 NOVO Chiller HC-150A (110v) (Indicado para
Linha Hailea Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 NOVO Chiller HC-150A (110v) (Indicado para
Linha Hailea Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 NOVO Chiller HC-150A (110v) (Indicado para
Linha Hailea Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 NOVO Chiller HC-150A (110v) (Indicado para
Linha Hailea Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 NOVO Chiller HC-150A (110v) (Indicado para

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Linha Hailea Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 NOVO Chiller HC-150A (110v) (Indicado para

NOVO Chiller HC-150A (110v)

(Indicado para aquários de 100~400 litros, 1/10HP)

NOVO Chiller HC-250A (110v)

(indicado para aquários de 200~600 litros, 1/6HP)

NOVO Chiller HC-300A (110v)

(indicado para aquários de 300~800 litros, 1/4HP)

NOVO Chiller HC-500A (110v)

(indicado para aquários de 400~1200 litros, 1/2HP)

NOVO Chiller HC-1000A (220v)

(indicado para aquários de 500~2000 litros, 1HP)

Linha D-D

Linha D-D Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 H2OceanPro High Sensitivity Test Multi Kit

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Linha D-D Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 H2OceanPro High Sensitivity Test Multi Kit

H2OceanPro

High Sensitivity Test

Multi Kit (Ca, Mg, Alk)

O Multi Test D-D inclui testes para os 3 parâmetros mais comumente usados pelos aquaristas: cálcio, magnésio e alcalinidade. Existe um equilíbrio natural entre os 3 parâmetros que deve ser mantido para um ambiente aquático saudável em aquários de corais.

Nitrate (No3)

Manter baixos níveis de nitrato e fosfatos é crucial para o sucesso em aquários marinhos, com impactos positivos na saúde dos animais e redução do cres- cimento de algas indesejáveis. Níveis elevados de nitrato geram problemas para o controle de algas, manter o PH, e é um fator que limita atingir boa co- loração nos corais.

é um fator que limita atingir boa co- loração nos corais. Phosphate (Po4) Manter baixos níveis

Phosphate (Po4)

Manter baixos níveis de fosfatos é crucial para o sucesso em aquários marinhos, com impactos positivos na saúde dos animais e redução do crescimento de algas indesejáveis. Níveis elevados de fosfatos geram problemas para o controle de algas, e é um fator que limita atingir boa coloração nos corais.

Iodine (I2)

Iodo é considerado um elemento essencial em certos processos biológicos para muitas espécies marinhas, sendo assim é desejável medir e manter os níveis corretos em aquários marinhos. Iodo está presente na água marinha em diferentes formas, sendo algumas biológica- mente disponíveis para os animais. As concentrações de Iodo variam no mar dependendo da região e profundidade, tendo como média uma concentração de 0,06ppm. Enquanto os peixes conseguem obter Iodo por intermédio da alimentação, corais e outros invertebrados removem Iodo diretamente da água.

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Linha D-D
Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011
Linha D-D

RowaPhos

O removedor de fosfato/silicatos definitivo para uso em

aquários marinhos ou de água doce. Insuperável capaci- dade de blindar os fosfatos. Uma pequena quantidade de mídia remove bastante fosfatos. Alimente seus peixes e não algas, fácil de usar. Reduz

também Silicatos e metais pesados. Não devolve fosfatos

de volta para o aquário quando está saturado.

Embalagem de 250ml e 500ml

RowaLith W

Mídia de cálcio especialmente formulada, livre de fosfato, para uso em reatores de cálcio.

Embalagem de 6Kg

fosfato, para uso em reatores de cálcio. Embalagem de 6Kg H2Ocean NanoScope Veja e fotografe detalhes

H2Ocean NanoScope

em reatores de cálcio. Embalagem de 6Kg H2Ocean NanoScope Veja e fotografe detalhes do seu reef

Veja e fotografe detalhes do seu reef (com seu celular).

Veja e fotografe detalhes do seu reef (com seu celular). 50 Cia do Aquário - Produtos

50

Cia do Aquário - Produtos

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Aquário - Produtos Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 H2Ocean ATC Salinity Refractometer O
H2Ocean ATC Salinity Refractometer O Multi Test D-D inclui testes para os 3 parâmetros mais
H2Ocean ATC Salinity
Refractometer
O Multi Test D-D inclui testes para os 3 parâmetros
mais comumente usados pelos aquaristas: cálcio,
magnésio e alcalinidade. Existe um equilíbrio natural
entre os 3 parâmetros que deve ser mantido para um
ambiente aquático saudável em aquários de corais.
Pen Type TDS Meter TDS-3
Medidor de TDS e temperatura tipo caneta portátil
avalia a qualidade da água de reposição filtrada por
processo de reverse osmose ou DI.
Linha D-D
filtrada por processo de reverse osmose ou DI. Linha D-D In Line TDS Meter Monitor os

In Line TDS Meter

Monitor os níveis TDS em dois pontos com um só aparelho. Ideal para ser usado na linha de entrada e na linha de saída do seu aparelho de reverse osmose ou DI, indi- cando assim de forma precisa quando o material de filtragem está saturado.

Cia do Aquário - Produtos

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Linha D-D

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Linha D-D 52 Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Giesemann AquaBlue+ Lâmpada T5 15.000k

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Giesemann

D-D 52 Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Giesemann AquaBlue+ Lâmpada T5 15.000k Actinic+

AquaBlue+

Lâmpada T5 15.000k

• Out • 2011 Giesemann AquaBlue+ Lâmpada T5 15.000k Actinic+ Lâmpada T5 22.000k Pure Actinic Lâmpada

Actinic+

Lâmpada T5 22.000k

AquaBlue+ Lâmpada T5 15.000k Actinic+ Lâmpada T5 22.000k Pure Actinic Lâmpada T5 True Actinic pico de

Pure Actinic

Lâmpada T5 True Actinic pico de 421nm

22.000k Pure Actinic Lâmpada T5 True Actinic pico de 421nm AquaPink Lâmpada T5, realça corais vermelhos,

AquaPink

Lâmpada T5, realça corais vermelhos, laranjas e roxos

Lâmpada T5, realça corais vermelhos, laranjas e roxos AquaFlora Lâmpada T5 especial para plantados Cia do

AquaFlora

Lâmpada T5 especial para plantados

Cia do Aquário - Produtos

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Aquário - Produtos Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 H2Ocean PRO+ NeoMarine Reef Salt

H2Ocean PRO+ NeoMarine Reef Salt

O mais completo sal de todas as formulas PRO exis-

tentes no mercado! Depois do processo de evapora-

cao solar, que garante a origem natural do sal, ele

é processado e enriquecido com os principais ions

necessarios para uso em aquarios de corais, como:

cálcio, magnésio e reserva alcalina em perfeito equi- librio. Em todos os lotes você encontrará os seguintes pa- râmetros:

todos os lotes você encontrará os seguintes pa- râmetros: Eleito pela Revista Pratical Fishkeeping como o
Eleito pela Revista Pratical Fishkeeping como o melhor sal de 2010!!! Eleito por dois anos
Eleito pela Revista Pratical Fishkeeping
como o melhor sal de 2010!!!
Eleito por dois anos consecutivos como o
melhor sal sintético da Europa!
Embalagens:
- Balde de 6,6kg > 165~200 litros
- Balde de 23kg > 575~690 litros
Cia do Aquário - Produtos
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Linha D-D

Linha DD

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Linha DD Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 NeoMarine Reef Salt NeoMarine Reef Salt
NeoMarine Reef Salt NeoMarine Reef Salt é perfeito para aquários de recife de corais. NeoMarine
NeoMarine Reef Salt
NeoMarine Reef Salt é perfeito para
aquários de recife de corais.
NeoMarine Reef Salt alcança níveis ex-
tremamente precisos e equilibrados,
desde macro elementos até elementos
traços. Produzido e monitorado nos Es-
tados Unidos, não contêm elementos
não desejados. Apenas ingredientes de
alta qualidade (níveis farmacêuticos)
são utilizados. Resultados constantes
de Cálcio, Reserva Alcalina, Magnésio e
Estrôncio testados em todos os lotes de
fabricação.
Esta fórmula passou por vários anos de
testes com resultados impressionantes
nos laboratórios Brightwell Aquatics.
Como todos os produtos Brightwell
Aquatics, NeoMarine Reef Salt possui
uma lindo design, extremamente atrati-
vo para os clientes.
Embalagens:
- Bag para 50 Galões - 6,7kg
- Balde para 150 Galões - 20,1kg
- Caixa para 300 Galões - 40,1kg
Linha Brightwell Aquatics
- Caixa para 300 Galões - 40,1kg Linha Brightwell Aquatics Erase-CL Removedor de cloro e amônia

Erase-CL

Removedor de cloro e amônia para aquários marinhos e de corais. Remove cloro, amônia e nitrito presentes na água de reposição ou água do aquário.

Neutraliza uma overdose acidental de Iodo.

Seguro para uso em aquários de corais.

Embalagens de 250ml e 500ml

para uso em aquários de corais. Embalagens de 250ml e 500ml Clarifi-FW Clarificante avançado para aquários

Clarifi-FW

Clarificante avançado para aquários de água doce. Floculante desenvolvido para eliminar a turbidez, blinda quimicamente partículas em suspensão na água facilitando a remoção destas por meios de filtragem.

Pode ser utilizado em aquários contendo pei- xes, plantas e invertebrados de água doce.

Embalagens de 250ml e 500ml

Cia do Aquário - Produtos

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Linha Brightwell Aquatics

Linha Brightwell Aquatics

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Linha Brightwell Aquatics Linha Brightwell Aquatics 56 Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Clarifi-SW

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Aquatics 56 Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Clarifi-SW Clarificante avançado para aquários mari-

Clarifi-SW

Clarificante avançado para aquários mari- nhos e de recife.

Floculante desenvolvido para eliminar a tur- bidez, blinda quimicamete partículas em sus- pensão na água facilitando a remoção des- tas por meios de filtragem e pelo skimmer.

Pode ser utilizado em aquários contendo in- vertebrados, peixes e algas.

Embalagens de 250ml e 500ml

in- vertebrados, peixes e algas. Embalagens de 250ml e 500ml Carbonit-P Carvão peletizado de alta qua-

Carbonit-P

Carvão peletizado de alta qua- lidade para remoção rápida de matéria orgânica em aquários marinhos e de água doce.

Aumenta a qualidade da água e potencial redox. SEM FOSFATOS

– TESTADO EM LABORATÓRIO. Embalagem de 500g - filtra 1700 litros

EM LABORATÓRIO. Embalagem de 500g - filtra 1700 litros Cia do Aquário - Produtos Nitrat-R Nova

Cia do Aquário - Produtos

Nitrat-R

Nova geração de resina para ab- sorção de Nitrato, REGENERÁ- VEL, para aquários marinhos, de água doce e lagos.

Resina altamente seletiva para re- moção de nitratos. Após saturado não “devolve” Nitrato ao aquário.

REGENERÁVEL ATÉ 250 VEZES. Embalagens de 250g e 500g

REGENERÁVEL ATÉ 250 VEZES. Embalagens de 250g e 500g RedoxIclean Aumenta o potencial Redox (ORP), melhorando
REGENERÁVEL ATÉ 250 VEZES. Embalagens de 250g e 500g RedoxIclean Aumenta o potencial Redox (ORP), melhorando

RedoxIclean

Aumenta o potencial Redox (ORP), melhorando imediatamente a qualidade da água em aquários marinhos, de recife e de água doce.

Facilita a decomposição ou remoção de partí- culas sólidas ou matéria orgânica dissolvida por elementos filtrantes tais como skimmer, carvão ativado ou outros meios de filtragem biológica.

Especialmente útil em aquários com elevada densidade populacional ou que sejam alimenta- dos com muita frequencia.

Embalagens de 250ml e 500ml

Organit-R

Resina para absorção de matéria orgânica, REGENERÁVEL, para aquários marinhos, de água doce e lagos. Aumenta o potencial RE- DOX por remover material orgânico dissolvi- do tornado a água cristalina. Após saturado não “devolve” matéria orgânica ao aquário.

Excelente para uso em Nano Reefs onde não pode ser usado skimmers. Não remove ele- mentos desejáveis. Pode ser usado em con- junto com carvão ativado.

REGENERÁVEL ATÉ 250 VEZES. Embalagens de 250g e 500g

REGENERÁVEL ATÉ 250 VEZES. Embalagens de 250g e 500g FerroxiPhos-G Mídia removedora de fosfato e sili-

FerroxiPhos-G

Mídia removedora de fosfato e sili- cato (óxido de ferro em grãos uni- formes) para remoção e controle em aquários marinhos e de água doce.

Seguro para uso em aquários de Re- cife e Plantados.

Embalagem de 300g e 600g

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

de 300g e 600g Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Extrax Phos Embalagem de
Extrax Phos Embalagem de 600g MicroBacter7
Extrax Phos
Embalagem de 600g
MicroBacter7

Sistema completo de bactérias aeróbicas e não aeróbicas, assim como enzimas natu- rais para estabilizar a filtragem biológica em novos sistemas e/ou melhorar rapidamente a qualidade da água em sistemas existentes marinhos ou de água doce.

Aumenta o potencial de nitrificação, denitri- ficação e remoção de matéria orgânica. Di- gestão biológica de detritos sem sifonagem, grande redução de sulfetos, limita a disponi- bilidade de fosfatos pré-existentes reduzindo assim a produção de algas não desejadas e cianobactérias.

Embalagens de 250ml e 500ml

desejadas e cianobactérias. Embalagens de 250ml e 500ml Phosphat-R Resina para absorção de fosfatos para

Phosphat-R

Resina para absorção de fosfatos para aquários marinhos.

Embalagem de 175ml - trata 700 litros

Resina esférica para absorção de Fosfatos e Silicatos para uso em aquários marinhos, de água doce e lagos.

Após saturado não “devolve” fosfatos e sili- catos ao aquário.

NeoZeo

Mídia de zeolitos para aquários de recife. Lave as rochas em água doce antes de utilizar.

Lembre-se que Neo Zeo é um removedor de amônia extremamente eficiente, e que os corais podem estar habituados a um nível de amônia podendo sentir a rápida remoção desse íon. Esses níveis podem não aparecer em testes tradicionais.

Embalagem de 1000g

não aparecer em testes tradicionais. Embalagem de 1000g Reef BioFuel Redução rápida e natural de nitratos
não aparecer em testes tradicionais. Embalagem de 1000g Reef BioFuel Redução rápida e natural de nitratos

Reef BioFuel

Redução rápida e natural de nitratos e fos- fatos em sistemas marinhos pela adição de fontes de carbono seguras para o aumento da cadeia bactérias-plancton.

Embalagens de 250ml e 500ml

da cadeia bactérias-plancton. Embalagens de 250ml e 500ml Katalyst “Biopellets” (vodka sólida) - mídia

Katalyst

“Biopellets” (vodka sólida) - mídia peletizada bioreativa para redução, de forma natural, de nitratos e fosfatos em todos os ambientes aquáticos - marinho e de água doce.

Provê condições ideais para colonização de bactérias responsáveis pela redução de nitratos e fosfatos. Simplifica e aprimora o controle de nutrientes se comparado com métodos basea- dos no uso de vodka ou similares.

Pode ser usado em conjunto com Microbacter7 para manutenção de um aquário com nutrien- tes reduzidos.

Embalagem de 600g/1000ml

A sigla ULNS (Ultra Low Nutrient System) indica um aquário que possui níveis ultra baixos de amônia, nitrito, nitrato e fosfato. Diminuindo de m neira significativa proble- mas com macro e micro algas, cianobacté- rias e dinoflagelados.

Cia do Aquário - Produtos

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Linha Brightwell Aquatics

Linha Brightwell Aquatics

Linha Brightwell Aquatics

Linha Brightwell Aquatics

Aquatics Linha Brightwell Aquatics Linha Brightwell Aquatics Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 FlorinBacter

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Brightwell Aquatics Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 FlorinBacter Biocultura para aquários de água

FlorinBacter

Biocultura para aquários de água doce e plantados. Solução de bactérias aeróbicas e anaeróbicas, assim como enzimas natu- rais especialmente formuladas para esta- bilizar a filtragem biológica em aquários novos e intensificar o processo de nitrifica- ção, denitrificação e consumo de matéria orgânica.

Especialmente benéfico para o uso em aquários de água doce com grande número de peixes ou comunidades bastante ativas que requerem alimentação constante.

Embalagem de 250ml

que requerem alimentação constante. Embalagem de 250ml Alkalin8.3 Solução tipo (“buffer”) com grande fonte de

Alkalin8.3

Solução tipo (“buffer”) com grande fonte de carbonatos que compõem a reserva al- calina, aumenta a alcalinidade e também a estabilidade do PH.

Alkalin8.3 em líquido de 250ml e 500ml Alkalin8.3-P em pó de 250g e 500g

58

de 250ml e 500ml Alkalin8.3-P em pó de 250g e 500g 58 Liquid Reef Fonte completa

Liquid Reef

Fonte completa de elementos usados pelos corais, conchas, e outros organismos cons- trutores de recifes.

Provê cálcio, estrôncio, magnésio e potás- sio na mesma proporção que a aragonita. Grande fonte de carbonatos derivados da aragonita.

Embalagens de 250ml e 500ml

Cia do Aquário - Produtos

Embalagens de 250ml e 500ml Cia do Aquário - Produtos pH+ Marine Deve ser usado para

pH+ Marine

Deve ser usado para elevar o pH em aquá- rios que tenha a alcalinidade correta, mas que mesmo assim, apresentam níveis de pH baixos.

Este produto não deve ser encarado como ums solução definitiva para este proble- ma.

Mais concentrado que produtos similares encontrados no mercado.

Embalagens de 250ml e 500ml

encontrados no mercado. Embalagens de 250ml e 500ml Kalk+2 Contêm cálcio, estrôncio e magnésio na mesma

Kalk+2

Contêm cálcio, estrôncio e magnésio na mesma proporção encontrada na arago- nita. Ajuda na manutenção da alcalinida- de e PH.

DIRECIONADO PARA AQUARISTAS FA- MILIRIAZADOS COM O SISTEMA DE REPOSIÇÃO DE ÁGUA COM “KALKWAS- -SER”.

Embalagem de 450g

DE ÁGUA COM “KALKWAS- -SER”. Embalagem de 450g Elemental Fonte completa de elementos usados pelos corais,

Elemental

Fonte completa de elementos usados pelos corais, conchas, e outros organismos cons- trutores de recifes.

Provê cálcio, estrôncio, magnésio e potás- sio na mesma proporção que a aragonita. Grande fonte de carbonatos derivados da aragonita.

Embalagens de 400g e 800g

carbonatos derivados da aragonita. Embalagens de 400g e 800g Reef Code A Formula dupla balanceada para

Reef Code A

Formula dupla balanceada para aquários mari- nhos. Componente A (Cálcio) da formula dupla para manutenção de Cálcio e Alcalinidade benefi- ciando corais, conchas, algas calcáreas, etc.

Reef Code A em líquido de 250ml e 500ml

Reef Code A-P em pó de 250g e 500g

de 250ml e 500ml Reef Code A-P em pó de 250g e 500g Magnesion Fornece magnésio,

Magnesion

Fornece magnésio, que regula o equilíbrio entre o cálcio e a reserva alcalina no aquá- rio, e é um componente da aragonita, o mi- neral depositado pelos organismos cons- trutores de recifes como corais, conchas e seus aliados para formar seus esqueletos.

Magnesion em líquido de 250ml e 500ml l

Magnesion-P em pó de 600g e 1.200g

de 250ml e 500ml l Magnesion-P em pó de 600g e 1.200g NeoMag Mídia de magnésio

NeoMag

Mídia de magnésio para ser utili- zado em reatores de cálcio.

Mineral altamente puro!

Embalagem de 1kg

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Embalagem de 1kg Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Reef Code B Fórmula dupla
Embalagem de 1kg Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Reef Code B Fórmula dupla

Reef Code B

Fórmula dupla balanceada para aquários mari- nhos. Componente B (Buffer) da formula dupla para manutenção de Cálcio e Alcalinidade benefi- ciando corais, conchas, algas calcáreas, etc

Reef Code B em líquido de 250ml e 500ml

Reef Code B-P em pó de 250g e 500g

de 250ml e 500ml Reef Code B-P em pó de 250g e 500g Hydrat-Mg Solução concentrada

Hydrat-Mg

Solução concentrada de magnésio hidratado para uso em aquários marinhos e de recife.

Especialmente útil quando se deseja alcançar va- lores de magnésio de 1500ppm para combater algas filmentosas e incrementar drasticamente o crescimento de algas calcáreas.

Embalagens de 250ml, 500ml e 2.000ml

de algas calcáreas. Embalagens de 250ml, 500ml e 2.000ml Calcion Aumenta a concentração de cálcio no

Calcion

Aumenta a concentração de cálcio no aquário para prover aos corais e outros invertebrados um dos mais abundantes elementos necessários para seu crescimento.

Calcion em líquido de 250ml e 500ml

Calcion-P em pó de 400g e 800g

Cia do Aquário - Produtos

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Linha Brightwell Aquatics

Linha Brightwell Aquatics

60

Linha Brightwell Aquatics Linha Brightwell Aquatics 60 Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 CoraLazarus

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Aquatics 60 Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 CoraLazarus Mineral de alta pureza para

CoraLazarus

Mineral de alta pureza para ser usado em reatores de cálcio tradi- cionais para gradualmente elevar os níveis de cálcio e reserva alca- lina no aquário. Por meio de sua dissolução na camara do reator provê cálcio, magnésio, estrôncio, potássio encarbonatos. Estabiliza o PH por manter a reserva alcalina em níveis adequados.

Embalagem de 1kg

a reserva alcalina em níveis adequados. Embalagem de 1kg Strontion Solução concentrada de estrôncio. Strontion em

Strontion

Solução concentrada de estrôncio.

Strontion em líquido de 250ml e 500ml

Strontion-P em pó de 300g

em líquido de 250ml e 500ml Strontion-P em pó de 300g Potassion Complexo de potássio de

Potassion

Complexo de potássio de alta pureza, impor- tante componente da aragonita (mineral excre- tado pelos corais na construção do esqueleto), aumenta a coloração azul nos corais de pólipos curtos. Combate a perda de potássio que geral- mente ocorre nos aquários usando o sistema de filtragem por zeolitos.

Potassion em líquido de 250ml e 500ml

Potassion-P em pó de 600g

em líquido de 250ml e 500ml Potassion-P em pó de 600g Iodion Fornece Iodo, importante para

Iodion

Fornece Iodo, importante para invertebrados e corais que armazenam zooxanthellae, ma- croalgas, e também para saúde dos peixes.

Embalagens de 250ml e 500ml

também para saúde dos peixes. Embalagens de 250ml e 500ml Lugol’s Solução Lugol para usuários avançados

Lugol’s

Solução Lugol para usuários avançados de aquá- rios de recife.

Embalagem de 30ml

Cia do Aquário - Produtos

rios de recife. Embalagem de 30ml Cia do Aquário - Produtos BoroChrom Solução concentrada de Boro.

BoroChrom

Solução concentrada de Boro. Acelera o crescimento de algas calcáreas e inten- sifica a coloração vermelha nos tecidos dos invertebrados.

O Boro é um componente da reserva alcalina, está associado com a melhora das cores dos corais por meio da incor- poração de pigmentos biológicos verme- lhos.

Embalagens de 250ml e 500ml

biológicos verme- lhos. Embalagens de 250ml e 500ml Ferrion Suplemento de Ferro em forma líquida para

Ferrion

Suplemento de Ferro em forma líquida para aquários marinhos e de corais.

Para aquários contendo organismos que car- regam algas simbióticas, macroalgas, algas calcáreas e outras formas de algas desejáveis.

Embalagem de 250ml

e outras formas de algas desejáveis. Embalagem de 250ml Restor Tratamento avançado para reparar tecidos de

Restor

Tratamento avançado para reparar tecidos de corais. Promove saúde, crescimento, reprodução e coloração vibrante. Promove nutrientes importantes para os corais du- rante períodos de “estresse” induzido por mudanças de iluminação e temperatura.

Auxiliar também na reparação de tecidos após fragmentação ou reprodução em ca- tiveiro.

Embalagens de 250ml e 500ml

ou reprodução em ca- tiveiro. Embalagens de 250ml e 500ml KoralColor Promove coloração intensa em corais,

KoralColor

Promove coloração intensa em corais, conchas e outros invertebrados através da produção de pigmentos biológicos.

Koral Color não é um alimento, por isso não polui o aquário! Não afeta a quan- tidade de algas simbióticas nos animais.

Embalagens de 250ml e 500ml

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

de 250ml e 500ml Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 SpongExcel Solução pura de

SpongExcel

Solução pura de Sílica para promo- ver aumento de esponjas em aquá- rios marinhos. Utilize em sistemas em que deseja aumentar o nível de esponjas presentes, o que será extremamente útil no processo de filtragem do aquário pela ação das esponjas e também como fonte de alimento para peixes como: anjos, borboletas e zanclus.

Embalagens de 60ml e 125ml

anjos, borboletas e zanclus. Embalagens de 60ml e 125ml MediCoral Dip Medicamento para “banhos”, limpeza de

MediCoral Dip

e zanclus. Embalagens de 60ml e 125ml MediCoral Dip Medicamento para “banhos”, limpeza de co- rais

Medicamento para “banhos”, limpeza de co- rais recém adquiridos ou para tratar corais já estabelecidos no sistema

Embalagem de 30ml

CoralAmino

Complexo de aminoacidos na mesma pro- porção encontrada nos tecidos dos corais. Benéfico para todos os corais de esqueleto duro ou corais moles, assim como corais de pólipos longos.

Não requer refrigeração.

Embalagens

de

30ml,

60ml

e

125ml

Cia do Aquário - Produtos

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Linha Brightwell Aquatics

Linha Brightwell Aquatics

62

Linha Brightwell Aquatics Linha Brightwell Aquatics 62 Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 AminOmega

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Aquatics 62 Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 AminOmega Complexo de aminoácidos de origem

AminOmega

Complexo de aminoácidos de origem marinha, ácidos graxos ômega 3 e ômega 6 para enri- quecimento da alimentação dos animais.

Embalagem de 60ml

quecimento da alimentação dos animais. Embalagem de 60ml Microvore Microdieta para peixes marinhos, corais e outros
quecimento da alimentação dos animais. Embalagem de 60ml Microvore Microdieta para peixes marinhos, corais e outros

Microvore

Microdieta para peixes marinhos, corais e outros invertebrados filtradores.

Enriquecido com aminoácidos essenciais, vitaminas para fortalecer o sistema imu- nológico, óleos de origem marinho ricos em carotenóides e atrativos naturais

Embalagem de 250ml

PhytoGreen-S

Provê fitoplancton com células entre 0,2 - 2,0 nm. Tamanho ideal para corais, conchas, esponjas, tunicatos, e outros invertebrados. 1 bilhão de células por ml. Não requer refrigeração, contudo manter em local seco e fresco. Pode ser preservado em geladeira, especialmente em áreas quentes.

Embalagens de 250ml e 500ml

Cia do Aquário - Produtos

Embalagens de 250ml e 500ml Cia do Aquário - Produtos AngeLixir Solução para enriquecer ração de

AngeLixir

Solução para enriquecer ração de peixes que se alimentam na natureza com esponjas. Com- plexo de aminoácidos encontrados nos tecidos de esponjas. Derivados de proteínas marinhas que atraem os peixes naturalmente para se alimentar e por conseqüência aumenta o nível protéico das rações tradicionais.

Especialmente benéfico para peixes anjos, bor- boletas e zanclus.

Embalagem de 125ml

peixes anjos, bor- boletas e zanclus. Embalagem de 125ml Macrovore Macrodieta para anêmonas, corais, invertebrados e

Macrovore

Macrodieta para anêmonas, corais, invertebrados e peixes. Suspensão contendo mini crustáceos ma- rinhos com tamanho aproximado de 0,7 a 1,2 mm. Enriquecido com aminoácidos essenciais, vitaminas para fortalecer o sistema imunológico, óleos de origem marinho ricos em carotenóides e atrativos naturais para incrementar a alimentação para peixes que rejeitam comida em ambientes fechados.

Embalagens de 250ml

rejeitam comida em ambientes fechados. Embalagens de 250ml PhytoGreen-M Provê fitoplancton com células entre 10-15

PhytoGreen-M

Provê fitoplancton com células entre 10-15 nm. Tamanho ideal para corais, conchas, espongas, tunicatos, e outros invertebrados. 650 milhões de células por ml.

Não requer refrigeração, contudo manter em lo- cal seco e fresco. Pode ser preservado em gela- deira, especialmente em áreas quentes.

Embalagens de 250ml e 500ml

especialmente em áreas quentes. Embalagens de 250ml e 500ml PhytoGold-S Solução de fitoplancton (algas Isochrysis e
especialmente em áreas quentes. Embalagens de 250ml e 500ml PhytoGold-S Solução de fitoplancton (algas Isochrysis e
especialmente em áreas quentes. Embalagens de 250ml e 500ml PhytoGold-S Solução de fitoplancton (algas Isochrysis e

PhytoGold-S

Solução de fitoplancton (algas Isochrysis e Pavlo- va) para corais moles, conchas, esponjas e ou- tros animais marinhos filtradores. 75 milhões de células por ml de algas de tamanho ideal para animais filtradores (4 - 10nm). Não requer refri- geração desde que guardado em local fresco e seco.

Embalagens de 250ml e 500ml

PhytoChrom

Solução de fitoplancton (6 tipos de mi- cro algas) para corais moles, conchas, esponjas e outros animais marinhos fil- tradores. 200 milhões de células por ml de algas de tamanho ideal para animais filtradores em geral (1 - 30 nm).

Não requer refrigeração desde que guar- dado em local fresco e seco.

Embalagens de 250ml e 500ml

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

de 250ml e 500ml Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 PhytoGold-M Solução de fitoplancton
de 250ml e 500ml Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 PhytoGold-M Solução de fitoplancton

PhytoGold-M

Solução de fitoplancton (algas Thalassiosira) para corais moles, conchas, esponjas e outros animais marinhos filtradores. 50 milhões de células por ml de algas de tamanho ideal para animais filtradores (8 - 20nm). Não requer re- frigeração desde que guardado em local fresco e seco.

Embalagens de 250ml e 500ml

guardado em local fresco e seco. Embalagens de 250ml e 500ml Zooplanktos-S Provê zooplancton entre 50-300

Zooplanktos-S

Provê zooplancton entre 50-300 micron. Tamanho ideal para corais, conchas, crustáceos, peixes juvenis e outros inve tebrados. Não requer refrigeração, con- tudo manter em local seco e fresco.

Embalagens de 250ml e 500ml

Zooplanktos-M

Provê zooplancton entre 500-1 micron. Tamanho ideal para corais, conchas, crustáceos, peixes juvenis e outros in- vertebrados. Não requer refrigeração, contudo manter em local seco e fresco.

Embalagens de 250ml e 500ml

manter em local seco e fresco. Embalagens de 250ml e 500ml Reef Snow Proteínas e lipídios

Reef Snow

Proteínas e lipídios de origem marinha, complexo de elementos derivados da aragonita microniza- da. Disponibiliza simultaneamente nutrientes or- gânicos e inorgânicos necessários para os corais, especialmente os que se alimentam de noite, através da extensão de pólipos.

Embalagens de 250ml e 500ml

Cia do Aquário - Produtos

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Linha Brightwell Aquatics

Linha Brightwell Aquatics

Linha Brightwell Aquatics Linha Brightwell Aquatics Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 GarlicPower Extrato

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Brightwell Aquatics Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 GarlicPower Extrato de alho preservado com
Brightwell Aquatics Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 GarlicPower Extrato de alho preservado com

GarlicPower

Extrato de alho preservado com uma pequena quantidade de vitamina C. Provê os benefícios nutricionais do alho para os peixes adicionan- do primariamente a ração.

Vitamarin-F

Suplemento multi-vitamínico avançado para peixes e aquários de água doce.

Não requer refrigeração.

Embalagem de 30ml e 125ml

Pode ser utilizado para enriquecimento de rações ou diretamento no aquário.

Embalagem de 250ml

de rações ou diretamento no aquário. Embalagem de 250ml Vitamarin-C Vitamina C concentrada para peixes marinhos
de rações ou diretamento no aquário. Embalagem de 250ml Vitamarin-C Vitamina C concentrada para peixes marinhos
de rações ou diretamento no aquário. Embalagem de 250ml Vitamarin-C Vitamina C concentrada para peixes marinhos
de rações ou diretamento no aquário. Embalagem de 250ml Vitamarin-C Vitamina C concentrada para peixes marinhos

Vitamarin-C

Vitamina C concentrada para peixes marinhos e aquários de corais.

Embalagem de 250ml

Vitamarin-M

Suplemento multi-vitamínico avançado para pei- xes e aquários marinhos.

Embalagem de 250ml

DiscusCode

Elementos menores e traços para Discus e outros peixes da América do Sul.

Embalagens de 250ml e 500ml

BlackWater

Estabelece condições similares as enco- tradas nos rios de água escura.

Embalagem de 250ml

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Cia do Aquário - Produtos

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Aquário - Produtos Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Rift Lake dKH CichlidCode Ajusta
Aquário - Produtos Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Rift Lake dKH CichlidCode Ajusta
Aquário - Produtos Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Rift Lake dKH CichlidCode Ajusta
Aquário - Produtos Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Rift Lake dKH CichlidCode Ajusta
Aquário - Produtos Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Rift Lake dKH CichlidCode Ajusta
Aquário - Produtos Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Rift Lake dKH CichlidCode Ajusta
Aquário - Produtos Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Rift Lake dKH CichlidCode Ajusta

Rift Lake dKH

CichlidCode

Ajusta a química da água purifi- cada para se aproximar do Lago Malawi, que contem ciclídeos dos 3 lagos do leste africno (Malawi, Tanganyika, Victoria). Não eleva a reserva alcalina.

Embalagem de 500g

Aumenta a reserva alcalina. Ajuda a ele-

var e manter o PH estável em biótopos Rift Lake e outros aquários contendo peixes

e plantas de ambientes com PH alcalino.

Fonte de carbonatos de alta pureza, im- portante componente da aragonita (mine- ral excretado pelos corais na construção do esqueleto). Mais concentrado e econô- mico do que as formas líquidas. Determine

o nível de alcalinidade com teste confiável.

Embalagem de 500g

Rift Lake

Chemie

Ajusta a química da água purificada para se aproximar do Lago Malawi, que contem ciclídeos dos 3 lagos do leste africano (Malawi, Tanganyika, Victoria). Não eleva a reserva alcalina.

FlorinMulti

Complexo de nutrientes com ferro e iodo para todos os aquários plantados.

Provê 14 elementos críticos para saú- de, crescimento e coloração das plantas aquáticas.

Embalagem de 250ml

Embalagem de 500g

Florin Delta GH+

Estabelece níveis corretos de potássio, magnésio e cálcio em água purificada por Reverse Osmose ou Deionização, usadas em montagem ou manuten- ção de aquários plantados.

Embalagens de 250g e 500g

Florin Delta KH+

Aumenta a alcalinidade em aquários de água doce com pH abaixo de 7,8. Aumenta a estabilidade do pH, pode ser usado em aquários doces comuni- tários ou plantados.

Embalagens de 250g e 500g

Florin-K

Concentrado de potássio para todos os aquários plantados. Fonte de potássio de alta pureza, utilizado pelas plantas para ativação enzimática e inúmeras reações bioquímicas.

Embalagem de 250ml

Cia do Aquário - Produtos

65

Linha Brightwell Aquatics

Linha Brightwell Aquatics Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 FlorinAxis Fontes de carbono para

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Brightwell Aquatics Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 FlorinAxis Fontes de carbono para todos
Brightwell Aquatics Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 FlorinAxis Fontes de carbono para todos

FlorinAxis

Fontes de carbono para todos os aquários plantados. Concentrado de fontes de car- bono bio-disponíveis, ácidos húmicos, ami- noácidos e fito-hormônios naturais.

Embalagem de 250ml

noácidos e fito-hormônios naturais. Embalagem de 250ml FlorinFe Fonte de ferro para todos os aquários plan-

FlorinFe

Fonte de ferro para todos os aquários plan- tados em forma Fe2+ e Fe3+.

Ferro é essencial para as plantas (aquáticas e terrestres), utilizado na produção da clo- rofila e ativa algumas enzimas necessárias em reações metabólicas.

Embalagem de 250ml

66 Cia do Aquário - Produtos

FlorinGro

Fontes de nitrogênio e acelerador de cres- cimento para todos os aquários plantados.

Concentrado de fontes de nitrogênio (um dos mais importantes nutrientes) necessá- rio para a saúde em longo prazo e cresci- mento das plantas.

Embalagem de 250ml

mais importantes nutrientes) necessá- rio para a saúde em longo prazo e cresci- mento das plantas.

Linha New Life Spectrum

Linha New Life Spectrum

Linha New Life Spectrum Linha New Life Spectrum Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Thera +A

Ração anti-parasitas sem medicamentos! Proteínas de alta qualidade de arenque e krill de fácil digestão. Dieta diária balanceada para todos os peixes marinhos e de água doce. Estimula o sistema imunológico para repelir parasitas.

SEM ADIÇÃO DE HORMÔNIO E MEDICAMENTOS!

Para melhores resultados evite “variar” a dieta dos peixes com rações de outros fabricantes. Thera+A é uma ração completa incluindo adição EXTRA de alho, portanto pode, e deve, ser usada diariamente na alimentação dos animais.

Small Fish

Grãos de 0,5mm Grãos de 1mm Embalagens de: 75g, 140g, 275g e 2270g

0,5mm Grãos de 1mm Embalagens de: 75g, 140g, 275g e 2270g Medium Fish Grãos de 2mm

Medium Fish

Grãos de 2mm Embalagens de: 150g e 300g

e 2270g Medium Fish Grãos de 2mm Embalagens de: 150g e 300g 68 Cia do Aquário

68

Cia do Aquário - Produtos

Regular

Grãos de 1mm Embalagens de: 80g, 150g, 300g, 600g e 2270g

Grãos de 1mm Embalagens de: 80g, 150g, 300g, 600g e 2270g Large Fish Grãos de 3mm

Large Fish

Grãos de 3mm Embalagens de: 150g e 300g

e 2270g Large Fish Grãos de 3mm Embalagens de: 150g e 300g Revista CIA DO AQUÁRIO

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

de: 150g e 300g Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Salt Embalagens de: 45g,
de: 150g e 300g Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Salt Embalagens de: 45g,

Salt

Embalagens de: 45g, 90g e

800g

• Out • 2011 Salt Embalagens de: 45g, 90g e 800g Fresh Embalagens de: 45g, 90g
• Out • 2011 Salt Embalagens de: 45g, 90g e 800g Fresh Embalagens de: 45g, 90g

Fresh

Embalagens de: 45g, 90g e

800g

Optimum H2O Flakes

A linha Optimum H2O Flakes possui uma adição EX- TRA de alho, sendo uma ração BÁSICA em flocos para todos os animais. Para ótimos resultados, em peixes grandes utilize rações em grãos New Life Spectrum exclusivamente.

SEM ADIÇÃO DE HORMÔNIO!!!

H2O Stable Wafers

Tabletes de meia polegada intensificadores de cores sem hormônio. Fórmula estável. Permanece na água 24 horas sem desintegrar. Excelente ração para alevinos, peixes e invertebrados raspa- dores algueiros. Suprimento constante de alimento sem poluição. Ração ideal não poluidora para peixes de água doce e marinhos.

Embalagens de: 70g, 125g e 250g

Small Fry Starter

Micro partículas intensificadora de cores altamente energética, níveis de garantia de 50% de proteínas! Particulas de 50-100 micra ideal para alevinos. Proteínas de krill e arenque de alta qualidade e fácil digestão. SEM ADIÇÃO DE HORMÔNIO!!!

Embalagens de: 50g

Reef Micro-Feeder

Micro partículas intensificadora de cores altamente energética. Partículas de 50-100 micra ideal para alimentação de corais e outros invertebrados filtradores como gorgonias, esponjas, polique- tas, etc. Proteínas de krill de fácil digestão fortificado com uma grande quantidade de intensifi- cadores de cores naturais.

Embalagem de: 150g

de intensifi- cadores de cores naturais. Embalagem de: 150g Spectrumax Finicky Fish Formula Grãos de 1mm

Spectrumax Finicky Fish Formula

Grãos de 1mm para estimular o apetite de peixes tímidos, difíceis de comer ou peixes selvagens recém adicionados ao sistema. Proteínas de krill, mexilhões e arenque de alta qualidade e fácil digestão.

Embalagem de: 150g

Cia do Aquário - Produtos

69

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Formula Special Rações com proteínas de alta

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Formula Special

Rações com proteínas de alta qualidade de arenque e krill de fácil digestão. Dieta diária balanceada para animais que precisam de nutrientes específicos.

Discus Cichlid Marine Grãos de 1mm Embalagens de: Grãos de 1mm Embalagens de: Grãos de
Discus
Cichlid
Marine
Grãos de 1mm
Embalagens de:
Grãos de 1mm
Embalagens de:
Grãos de 1mm
Embalagens de:
80g, 150g e 300g
80g, 150g e 300g
80g, 150g e 300g
Linha New Life Spectrum

Betta

150g e 300g 80g, 150g e 300g Linha New Life Spectrum Betta Grãos de 0,5mm Embalagens

Grãos de 0,5mm Embalagens de: 60g

Small Fish

Medium Fish

Grãos de 0,5mm Embalagens de: 60g Small Fish Medium Fish Grãos de 0,5mm Embalagens de: 75g,

Grãos de 0,5mm Embalagens de:

75g, 140g, 275g e 2270g

Grãos de 2mm Embalagens de:150g

de: 75g, 140g, 275g e 2270g Grãos de 2mm Embalagens de:150g Grow Formula Grãos de 0,5mm

Grow Formula

Grãos de 0,5mm intensificadores de cores e crescimento para todos os peixes juvenis. Pro- teínas de Krill e arenque de fácil digestão e alta qualidade, ricas em ácidos graxos Omega3.

Ajuda a promover o rápido crescimento de todos os peixes juvenis. Intensifica toda a gama de cores de seus peixes. Embalagens de: 75g, 140g e 275g

70 Cia do Aquário - Produtos

juvenis. Intensifica toda a gama de cores de seus peixes. Embalagens de: 75g, 140g e 275g

Linha Prodibio

Linha Prodibio Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 É É Linha Prodibio BioDigest um

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

É É Linha Prodibio
É
É
Linha Prodibio
CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 É É Linha Prodibio BioDigest um composto bacteriano hiperconcentrado

BioDigest

um composto bacteriano hiperconcentrado que satisfaz duas funções: instalar a filtragem bio-

lógica e digerir os resíduos do aquário. Encapsulado em ampolas com nitrogênio permite uma longa conservação e faz este produto muito econômico já que cada ampola é 100% efetiva. Use quando iniciar seu aquário, sempre que os nitritos surgem, depois da limpeza do filtro e em águas de qualidade ruim: turva, com odores indesejáveis, proliferação de algas.

Embalagens de 12 e 30 ampolas

Bio Pond Bacter Spray

um composto bacteriano extremamente concentrado que ajuda a diminuição das principais

fontes de contaminação: decomposição de folhas mortas, comida não consumida, excrementos de peixes. Deve ser usado para combater os principais problemas dos lagos: águas verdes, algas filamentosas, odores nauseabundos, formação de lodo e sedimentos, efermidade dos peixes Os resultados são água clara e limpa, redução de nitratos e fosfatos, redução de algas, melhora da qualidade da água e etc. Embalagem especial em spray com 250ml

Stop Ammo

A amônia é muito tóxica para o aquário, sobre tudo quando o pH passa de 7,5. Aumenta os

nitritos e é causa de estresse, de deficiência imunológicas e de danos nas brânquias. Stop Ammo é feito de extratos de plantas naturais, neutraliza a amônia do aquário, das águas de criação e de transporte, reduz o estresse, previne danos nas branquias e a produção de nitritos. Também neutraliza os gases tóxicos produzidos pela putrefação da materia orgânica. Deve ser usado quando iniciado um aquário e/ou por profissionais e hobystas para ser utilizado no transporte e na aclimatação de peixes. Embalagens de 12 e 30 ampolas

a
a

Start Up

Start Up oferece dois produtos complementares na mesma embalagem: o poder do Bio Digest e

eficácia do Stop Ammo, para iniciar os aquários de água doce e marinhos mais rapidamente.

Embalagens de 12 e 30 ampolas

Safe Travel

Safe Travel combina bactérias benéficas que se multiplicam na água de transporte. Limita as in- fecções que aparecem nos peixes estressados privando as bactérias patogenicas de proliferarem. Ideal para mudanças e viagens.

Embalagem de 30 ampolas

BioTrace Água Doce

Proporciona as bactérias o conjunto de micronutrientes que já foram retidos ou eliminados du- rante uma anterior transformação biológica do aquário: enzimas, elementos traços, aminoácidos selecionados, vitaminas naturais (Riboflavina) para facilitar a absorção dos componentes pelas células. Dinamiza de maneira incrível o trabalho das bactérias aeróbicas, anaeróbicas e faculta- tivas presentes no aquário. Reduz o DBO - demanda biológica por oxigênio - e contribui assim para um elevado potencial Redox. É um complemento indispensável a água deionizada ou de reversa ormose. Associado ao BioDigest revitaliza seu aquário. O resultado é um aquário limpo, peixes saudáveis e plantas vigorosas. Embalagem de 12 e 30 ampolas

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Cia do Aquário - Produtos

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Aquário - Produtos Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 o a O A se
o a O A se
o
a
O
A
se

Bioptim Marinho

Proporciona as bacterias um conjunto de micronutrientes que faltam: enzimas, elementos traço, ami- noácidos selecionados, vitaminas naturais (Riboflavina), e elementos resultantes de plantas para faci- litar a absorção dos componentes pelas células. Dinamiza de maneira incrível o trabalho das bactérias aeróbicas, anaeróbicas e facultativas presentes no aquário e permite uma diminuição dos nitratos, fosfatos, hidratos de carbono, a redução de diferentes tipos de algas e aumenta a qualidade da água. Reduz a DBO - demanda biológica de oxigênio - e contribui a um elevado potencial Redox. Embalagens de: 12 e 30 ampolas

BioClean FRESH e SALT

BioClean oferece dois produtos complementares na mesma caixa: o poder de Bio Digest e o efeito simultâneo e dinâmico de Bio Trace Água Doce ou do Bioptim Marinho para limpar

aquário e eliminar algas de forma natural. Embalagem de: 12 e 30 ampolas

Reef Booster

Os corais, inclusive os duros carregados com zooxantelas que se alimentam através da luz, neces-

sitam de suplementos nitricionais. Reef Booster foi desenvolvido por especialistas em aquicultura

partir de produtos de alta qualidade usado pelos crustáceos e larvas para se desenvolverem. É um microalimento de alta qualidade que proporciona aos corais os suplementos nutritivos com Omega-3 e 6 para manter a cor. Reef Booster favorece o desenvolvimento dos corais, conchas e micro-fauna assim como a redução dos nitratos e fosfatos mediante a alimentação e a manuten- ção das bactérias anaeróbicas sobre a rocha viva. Embalagem de: 12 e 30 ampolas

Iodi+

iodo é um oligoelemento muito importante, é eliminado pelos invertebrados, pelo skimmer,

pelo carvão ativado, e as algas o põe em dispersão na atmosfera. Iodi+ entra no aquário com a

quantidade de iodo necessária para o crescimentos e melhorar o crescimento dos invertebrados.

longo prazo, produz um efeito positivo sobre os corais duros e favorece a troca de pele dos

crustáceos. Com 1 ampola de Iodi+ você tem 76mg de iodo. Embalagem de: 12 e 30 ampolas

Stronti+

Os corais duros necessitam tanto de estrôncio como Cálcio para fabricar o seu esqueleto. No oce- ano, as correntes proporcionam os elementos necessários. No aquário o consumo de estrôncio é constante e assim deve ser a reposição deste elemento. Stronti+ proporciona estrôncio necessá- rio e estimula o crescimento dos corais duros, das conchas, nas produção de algas calcáreas que

depositam nas rochas. Com 1 ampola de Stronti+ você tem: 130mg de estrôncio.

Embalagem de: 12 e 30 ampolas

Calci Reef+

Contém íons de Cálcio e Magnésio. Uma ampola contém 1000mg Cálcio, 50mg de Magnésio, e 915mg de íons de Carbonato que são liberados progressivamente (15meq/l, ou 750ppm CaCO3, ou 42dº KH). O processo de calcificação utiliza Cálcio e Carbonatos. Por esta razão é recomendado o uso de 2 ampolas de ALKA REEF+ para cada ampola de CALCI REEF+. Somente embalagens de 10 ampolas grandes.

Cia do Aquário - Produtos

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Linha Prodibio

Linha Salifert

Linha Prodibio Linha Salifert Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Alka Reef+ Contém íons

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Linha Salifert Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Alka Reef+ Contém íons Carbonatos para

Alka Reef+

Contém íons Carbonatos para manter a alcalinidade do aquário em níveis ótimos. Uma ampola contém 1050mg Carbonato (35 meq/l, 1750 ppm CaCO3 ou 98 dº KH). O método mais fácil de dosar ALKA REEF+ é ajustar sua necessidade de acordo com os níveis de Cálcio necessários. Adi- cione 2 ampolas de ALKA REEF+ para cada ampola de CALCI REEF+ utilizada. As 3 ampolas irão fornecer 85 meq/l, ou 4250ppm Ca CO3, ou 238dº KH. Somente embalagens de 10 ampolas grandes.

CO3, ou 238dº KH. Somente embalagens de 10 ampolas grandes. 74 Cia do Aquário - Produtos
74 Cia do Aquário - Produtos
74 Cia do Aquário - Produtos

BioVert

Um bom crescimento das plantas depende da presença de todos os elementos traço. No meio ambiente fechado de um aquário, estes elementos se consomem rapidamente. Quando estes ele- mentos se perdem, se produz uma deficiência, isto se conhece como a “Lei do mínimo de Liebig”. Proporciona ao seu aquário os elementos traço necessários a suas plantas para um crescimento saudável, e ferro facilmente assimilável. Encapsulado em ampolas com nitrogênio permite o seu uso sem nenhum outro produto. É indicado também quando as plantas não crescem de forma adequada, estão frágeis ou transparentes. Bio Vert não contém nitratos nem fosfatos e permite que suas plantas cresçam e desenvolvam verdes e vigorosas. Embalagem de: 6 e 12 ampolas

BioKit Reef

Gama completa para aquários de corais numa só caixa! BioDigest, Bioptim Marinho, Reef Boos- ter, Iodi+ e Stronti+. Somente embalagem de 30 ampolas.

BioKit NANO Reef

Bio Kit Reef Nano reúne uma gama completa de produtos elaborados especificamente para manutenção do seu nano reef. Uma caixa corresponde a um programa de tratamento para um aquário de até 40 litros de água. Somente embalagem de 30 ampolas.

BioKit Fresh

Gama completa para aquários plantados numa só caixa! 10 ampolas de Bio Digest, 10 ampolas de Bio Trace Água Doce e 10 ampolas de Bio Vert. Somente embalagem de 30 ampolas.

Cia do Aquário - Produtos

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 pH - Marinho/Ciclídeos Escala alta: 7,4 ~

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

pH - Marinho/Ciclídeos

Escala alta: 7,4 ~ 8,6 Realiza 50 testes Nitrito - Marinho/Doce Linha Salifert
Escala alta: 7,4 ~ 8,6
Realiza 50 testes
Nitrito - Marinho/Doce
Linha Salifert
Realiza 50 testes Nitrito - Marinho/Doce Linha Salifert Escala: 0 ~ 4 mg/L Realiza 60 testes

Escala: 0 ~ 4 mg/L Realiza 60 testes

Fosfato - Marinho/Doce

Escala: 0 ~ 4 mg/L Realiza 60 testes Fosfato - Marinho/Doce Use para testar água do

Use para testar água do aquário bem como água filtrada por RO ou DI, ou até água de torneira. Escala: 0 ~ 3 mg/L Realiza 60 testes

76

Cia do Aquário - Produtos

Amônia - Marinho/Doce

testes 76 Cia do Aquário - Produtos Amônia - Marinho/Doce Escala: 0 ~ 2 mg/L Realiza

Escala: 0 ~ 2 mg/L Realiza 50 testes

Nitrato - Marinho/Doce

Escala: 0 ~ 2 mg/L Realiza 50 testes Nitrato - Marinho/Doce Campeão de vendas da Salifert!

Campeão de vendas da Salifert! Escala baixa: 0 ~ 10 mg/L Escala alta: 10 ~ 100 mg/L Realiza 60 testes

Kh/Alk - Marinho/Doce

alta: 10 ~ 100 mg/L Realiza 60 testes Kh/Alk - Marinho/Doce Melhor Custo x Benefício do

Melhor Custo x Benefício do mercado, pois realiza de 100 a 200 testes. Leitura em meq/L ou KH

Cálcio

realiza de 100 a 200 testes. Leitura em meq/L ou KH Cálcio Teste de Cálcio com

Teste de Cálcio com o menor intervalo de leitura do mer- cado (de 10 em 10ppm). Realiza de 50 ~ 100 testes

Estrôncio

cado (de 10 em 10ppm). Realiza de 50 ~ 100 testes Estrôncio Muito útil para Reefs

Muito útil para Reefs densos em corais SPS’s. Realiza 25 testes

Silicato - Marinho/Doce

em corais SPS’s. Realiza 25 testes Silicato - Marinho/Doce Use para testar água do aquário bem

Use para testar água do aquário bem como água filtrada por RO ou DI, ou até água de torneira. Escala: 0 ~ 3 mg/L. Realiza 60 testes

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Magnésio

60 testes Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Magnésio Teste de magnésio de mais
Teste de magnésio de mais fácil utilização do mercado, mantendo total precisão de resultados Realiza
Teste de magnésio de mais fácil utilização do
mercado, mantendo total precisão de resultados
Realiza 50 testes
Iodo
Linha Salifert
de resultados Realiza 50 testes Iodo Linha Salifert Muito útil para Reefs densos em corais LPS’s

Muito útil para Reefs densos em corais LPS’s e Soft Corals. Realiza 40 testes

Cobre

em corais LPS’s e Soft Corals. Realiza 40 testes Cobre Testa níveis de cobre em água

Testa níveis de cobre em água com pH entre 7,5 e 9,0. Escala: 0 ~ 2 mg/L. Realiza 50 testes .

Cia do Aquário - Produtos

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Rochas e Cascalho

Rochas e Cascalho Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Phosphate Eliminator Phosphate Eliminator blinda

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Phosphate Eliminator Phosphate Eliminator blinda o fosfato para que seja removido pelo skimmer de maneira
Phosphate Eliminator
Phosphate Eliminator blinda o fosfato para que seja removido pelo skimmer de maneira mais eficiente
do que o normal. Assim que dosado no aquário torna o fosfato indisponível para as algas. Também
impede que fosfato se ligue ao substrato e as rochas, aumentando a capacidade de crescimento dos
corais e algas calcárias. Algumas horas após a adição do produto é possível notar mais remoção de
fosfato pelo skimmer.
Testes de fosfatos não indicam redução dos níveis por questões químicas, todavia a maior eficiência do
skimmer é indicativo claro do resultado positivo do produto.
Embalgem de 250ml
Linha Salifert

Flatworm eXit

do produto. Embalgem de 250ml Linha Salifert Flatworm eXit Mundialmente consagrado medicamento no combate a planárias.

Mundialmente consagrado medicamento no combate a planárias. Elimine essa praga de forma segura e eficaz, seguindo as instruçõesde uso do produto. Utilize ainda como prevenção para evitar o reaparecimento das pla- nárias.

Trata até 1200 litros.

78 Cia do Aquário - Produtos

Trata até 1200 litros. 78 Cia do Aquário - Produtos Revista CIA DO AQUÁRIO • Out
Trata até 1200 litros. 78 Cia do Aquário - Produtos Revista CIA DO AQUÁRIO • Out
Trata até 1200 litros. 78 Cia do Aquário - Produtos Revista CIA DO AQUÁRIO • Out

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Aquário - Produtos Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Natural Dry Rock • Rochas

Natural Dry Rock

• Rochas NATURAIS, de origem marinha

• Bastante leves e porosas

• Grande variedade de formatos

• Melhor custo x benefício do mercado

Embalagem em caixa de 30kg

Zanzibar

Aquarium

Rock

• Rochas de origem geológica

• Indicada para aquários marinhos e ciclídeos

• Grande variedade de formatos

Embalagem em caixa de 30kg

Fiji Pink Pure Aragonite

• Pura aragonita de origem marinha

• Ótimo custo x benefício

• Grãos de 0,5~1,5mm

• Visual “pink” em vários grãos

Embalagem em caixa de 20kg

Cia do Aquário - Produtos

79

Linha Reef Octopus

Linha Reef Octopus Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Super Reef 6520B In Sump

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Linha Reef Octopus Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Super Reef 6520B In Sump

Super Reef 6520B In SumpLinha Reef Octopus Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 • Bomba OTP1000 • Tamanho:

• Bomba OTP1000

• Tamanho: 25 x 15 x 48cm

• Indicado para 400 litros

Super Reef 6520B Recirculante• Tamanho: 25 x 15 x 48cm • Indicado para 400 litros • Bomba OTP1000 •

• Bomba OTP1000

• Tamanho: 27 x 17 x 55cm

• Indicado para 480 litros

Super Reef 6530B In Sump• Tamanho: 27 x 17 x 55cm • Indicado para 480 litros • Bomba OTP2000 •

• Bomba OTP2000

• Tamanho: 30 x 20 x 50cm

• Indicado para 600 litros

Super Reef 6530B Recirculante• Tamanho: 30 x 20 x 50cm • Indicado para 600 litros • Bomba OTP2000 •

• Bomba OTP2000

• Tamanho: 30 x 20 x 50cm

• Indicado para 600 litros

Super Reef 6540B In Sump• Tamanho: 30 x 20 x 50cm • Indicado para 600 litros • Bomba OTP3000 •

• Bomba OTP3000

• Tamanho: 38 x 27 x 57cm

• Indicado para 1.000 litros

Super Reef 6540B Recirculante• Tamanho: 38 x 27 x 57cm • Indicado para 1.000 litros • Bomba OTP3000 •

• Bomba OTP3000

• Tamanho: 40 x 28 x 65cm

• Indicado para 1.200 litros

Super Reef 6550B In Sump• Tamanho: 40 x 28 x 65cm • Indicado para 1.200 litros • Bomba OTP5000 •

• Bomba OTP5000

• Tamanho: 46 x 28 x 61cm

• Indicado para 1.300 litros

Super Reef 6550B Recirculante• Tamanho: 46 x 28 x 61cm • Indicado para 1.300 litros • Bomba OTP5000 •

• Bomba OTP5000

• Tamanho: 46 x 36 x 75cm

• Indicado para 1.500 litros

BOMBAS OTP
BOMBAS
OTP
Cia do Aquário - Produtos 81
Cia do Aquário - Produtos
81

Linha Reef Octopus

82

Linha Reef Octopus 82 Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 RO-PS3000 In Sump •

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

RO-PS3000 In SumpReef Octopus 82 Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 • Bomba Bubble Blaster •

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 RO-PS3000 In Sump • Bomba Bubble Blaster •

• Bomba Bubble Blaster

• Tamanho: 33 x 26 x 60cm

• Indicado para 1.200 litros

RO-PS6000 Recirculante• Tamanho: 33 x 26 x 60cm • Indicado para 1.200 litros • Bomba Bubble Blaster

• Bomba Bubble Blaster

• Tamanho: 53 x 43 x 73cm

• Indicado para 2.000 litros

RO-PS5000 In Sump• Tamanho: 53 x 43 x 73cm • Indicado para 2.000 litros • Bomba Bubble Blaster

• Bomba Bubble Blaster

• Tamanho: 45 x 30 x 60cm

• Indicado para 1.600 litros

RO-PS8000• Tamanho: 45 x 30 x 60cm • Indicado para 1.600 litros Recirculante • 3 bombas

Recirculante

• 3 bombas Bubble Blaster

• Tamanho: 80 x 75 x 80cm

• Indicado para 5.000 litros

Skimmer com Bubble Plate, pescoço de transição em cone, novo design, nova puxada de ar, novo registro, e novo impeller Pin Wheel com ganho de 30% a mais na produção de bolhas.

BOMBAS Bubble Blaster
BOMBAS
Bubble
Blaster
30% a mais na produção de bolhas. BOMBAS Bubble Blaster Cia do Aquário - Produtos BOMBAS

Cia do Aquário - Produtos

BOMBAS OTP
BOMBAS
OTP

Super Reef

DDNW250

Recirculante

• 2 Bombas OTP3000

• Tamanho: 49 x 45 x 78cm

• Indicado para 2.500 litros

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Super Reef BOMBAS OTP Linha Reef Octopus
Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011
Super Reef
BOMBAS
OTP
Linha Reef Octopus

DDNW400

Recirculante

• 4 Bombas OTP3000

• Tamanho: 62 x 62 x 82cm

• Indicado para 4.000 litros

• •

Skimmer Hang-On

BH-1000

Bomba OTP1000

Tamanho: 21 x 9 x 44cm

Indicado para 400 litros

BOMBAS OTP
BOMBAS
OTP
• • •

Skimmer Hang-On

BH-2000

Bomba OTP2000

Tamanho: 21 x 9 x 44cm

Indicado para 600 litros

BOMBAS OTP
BOMBAS
OTP

Cia do Aquário - Produtos

83

Linha Reef Octopus

Linha Taam - Rio

Linha Reef Octopus Linha Taam - Rio Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Reator

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Reator de Cálcio CR-70

Reator de cálcio câmara simples para reefs de até 400 litros bem estoca- dos, fluxo reverso, reaproveitamento de CO2, PH probe holder (controle contínuo de PH), conexões John Guest quick fittings, mangueiras, conta bolhas. Inovações do modelo: tampa de fácil abertura com rosca simples; novo sistema de puxada de água interna.

Bomba OTP 500 – 110v apenas 10 watts de consumo Medidas: 20cm x 20 cm x 46cm

Reator de Cálcio CR-100

Reator de cálcio câmara simples para reefs de até 1000 litros bem esto- cados, fluxo reverso, reaproveitamento de CO2, PH probe holder (controle contínuo de PH), conexões John Guest quick fittings, mangueiras, conta bolhas. Inovações do modelo: tampa de fácil abertura com rosca simples; novo sistema de puxada de água interna.

Bomba OTP 1000 – 110v apenas 18 watts de consumo. Medidas: 20cm x 23 cm x 49cm.

Reator de Cálcio CR-140

Reator de cálcio câmara simples para reefs de até 1500 litros bem esto- cados, fluxo reverso, reaproveitamento de CO2, PH probe holder (controle contínuo de PH), conexões John Guest quick fittings, mangueiras, conta bolhas. Inovações do modelo: tampa de fácil abertura com rosca simples; novo sistema de puxada de água interna.

Bomba OTP 2000 – 110v apenas 38 watts de consumo. Medidas: 25cm x 30 cm x 55cm.

84 Cia do Aquário - Produtos

interna. Bomba OTP 2000 – 110v apenas 38 watts de consumo. Medidas: 25cm x 30 cm
interna. Bomba OTP 2000 – 110v apenas 38 watts de consumo. Medidas: 25cm x 30 cm
interna. Bomba OTP 2000 – 110v apenas 38 watts de consumo. Medidas: 25cm x 30 cm
Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011 Linha Taam - Rio Rio Nano Skimmer

Revista CIA DO AQUÁRIO • Out • 2011

Linha Taam - Rio
Linha Taam - Rio

Rio Nano Skimmer

Skimmer externo com impeller needle wheel de simples instalação e desing compacto.

Possui ajuste de entrada de ar. Filtro embutido de carvão ativado. Possui ajuste de controle de vazão. Bomba de 400L/h com consumo de 4w. Indicado para aquários de até 80 litros.

Rio Coral Cliper

Conjunto com dois alicates de cabo emborrachado para o corte de SPS.

Acompanha um alicate para corte precisos em pequenos SPS e um alicate para corte em médios e grandes SPS.

Possui trava para maior segurança no manuseio.

grandes SPS. Possui trava para maior segurança no manuseio. Coral Feeder Pipetas especialmente desenvolvidas ára

Coral Feeder

Pipetas especialmente desenvolvidas ára alimentação direta de corais SPS, LPS e outros animais filtradores.

Small com 26cm total de comprimento Medium com 35cm total de comprimento Large com 48cm total de comprimento Extensor com 32cm de comprimento Vendido em conjunto de 2 ou 4 peças.

86

Cia do Aquário - Produtos

Rio HyperFlow HF (110v ou 220v)