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Curso Completo de Português Professora: Rafaela Motta A Linguagem

Curso Completo de Português

Professora: Rafaela Motta

A Linguagem

Necessidade básica: relação A Linguagem Linguagem Comunicação Linguagem: processo de comunicação que ocorre entre

Necessidade básica:

relação

A Linguagem

Necessidade básica: relação A Linguagem Linguagem Comunicação Linguagem: processo de comunicação que ocorre entre

Linguagem

Necessidade básica: relação A Linguagem Linguagem Comunicação Linguagem: processo de comunicação que ocorre entre

Comunicação

básica: relação A Linguagem Linguagem Comunicação Linguagem: processo de comunicação que ocorre entre dois

Linguagem: processo de comunicação que ocorre entre dois sujeitos pelo menos. É composta por um sistema de signos que possibilitam a comunicação.

Tipologia da Linguagem 1º) Quanto à presença de palavras:  Verbal:  Não-verbal:  Híbrida:

Tipologia da Linguagem

1º) Quanto à presença de palavras:

Verbal:

Não-verbal:

Híbrida:

2º) Quanto ao significado:

Denotativo:

Conotativo:

Tipologia da Linguagem

Tipologia da Linguagem

Tipologia da Linguagem
Tipologia da Linguagem
Tipologia da Linguagem
Tipologia da Linguagem Linguagem D enotativa  Palavras empregadas em sentido comum, geralmente o original

Tipologia da Linguagem

Linguagem Denotativa

Palavras empregadas em sentido comum, geralmente o original

Significação restrita

Utilizada de modo objetivo

Exata e precisa

Linguagem Conotativa

Palavras empregadas com sentido figurado

Significação ampla, determinada pelo Contexto

Utilizada de modo criativo, artístico

Expressiva, rica em sentidos

Análise da Linguagem Uma pedra me acertou. No meio do caminho tinha uma pedra. (Carlos

Análise da Linguagem

Uma pedra me acertou.

No meio do caminho tinha uma pedra. (Carlos Drummond de Andrade)

Eu sou a mosca que pousou na sua sopa. (Raul Seixas)

Análise da Linguagem Moço, traga-me um suco natural. Ah, João completou 97 anos. Com essa

Análise da Linguagem

Moço, traga-me um suco natural.

Ah, João completou 97 anos. Com essa idade, ainda é um moço.

Consequências da Conotação Expressões Idiomáticas Definição: são expressões particulares de uma língua que se

Consequências da Conotação

Expressões Idiomáticas

Definição: são expressões particulares de uma língua que se caracterizam por

não ser possível identificar seu significado através de suas palavras individuais

ou de seu sentido literal.

Desta forma, também não é possível traduzi-la para outra língua de modo

literal.

Acertar na mosca. (acertar completamente)

Até debaixo d ´ água. (diante de qualquer circunstância)

Ficar de olho (vigiar)

A céu aberto (ao ar livre)

Dar a volta por cima (recuperar-se de uma situação)

Bater papo (conversar informalmente)

Consequências da Conotação Figuras de Linguagem Definição: são recursos linguísticos capazes de criar contextos com

Consequências da Conotação Figuras de Linguagem

Definição: são recursos linguísticos capazes de criar contextos com

significados conotativos, figurados.

Maneira linguagem.

de

desautomatização

das

Ele é um deus grego.

palavras

que

valor

artístico

à

Aquela moça é tão vaidosa quanto um pavão.

Vou ao barbeiro.

CESPE – 2008 - MPE – RR – Analista de Sistemas Estudo da Associação Nacional

CESPE 2008 - MPE RR Analista de Sistemas

Estudo da Associação Nacional das Instituições do

Mercado Financeiro (ANDIMA) mostrou sensível mudança

no comportamento dos investidores estrangeiros em relação

aos papéis da dívida externa brasileira. Nem mesmo o

cancelamento de alguns leilões pelo Tesouro Nacional, nas semanas de maior volatilidade da crise da bolha imobiliária

norte-americana, afastou a atenção dos aplicadores

A palavra “bolha” (L.6) está sendo empregada no texto em sentido conotativo.

CESPE – 2008 – ABIN – Agente de Inteligência Com o advento do século XXI,

CESPE 2008 ABIN Agente de Inteligência

Com o advento do século XXI, novas ameaças

ganharam relevo no mosaico dos problemas que colocam em

risco a segurança dos povos, a estabilidade dos países e a concentração de esforços em favor da paz mundial. O terrorismo internacional, devido a seu poder de infiltração em diferentes regiões e sua capacidade para gerar

instabilidade na comunidade internacional, constitui uma das

principais ameaças da atualidade.

A palavra “mosaico” (L.2) está sendo empregada, no texto, em sentido conotativo (figurado).

mosaico

[Do it. mosaico.]

Substantivo masculino. 1.Pavimento de ladrilhos variegados.

2.Embutido de pequenas pedras, ou de outras peças de cores, que pela sua disposição

aparentam desenho. 3.Fig. Qualquer trabalho intelectual ou manual composto de várias partes distintas ou separadas.

Curso Completo de Português Professora: Rafaela Motta Sintaxe da oração e do período

Curso Completo de Português

Professora: Rafaela Motta

Sintaxe da oração e do período

Conceitos Iniciais  Frase: enunciado de sentido completo.  Nominal - Bom-dia, gente!  Verbal

Conceitos Iniciais

Frase: enunciado de sentido completo.

Nominal - Bom-dia, gente!

Verbal Vamos ao show!

Oração: estrutura organizada em torno de um verbo. (Não precisa ter sentido completo).

Eu sei que você é bom aluno.

Período:

enunciado

de

sentido

completo

que

possui

oração(ões) e termina com . ! ?

Eu gosto de você.

Eu sei que você é bom aluno.

Conceitos Iniciais  Frase: sentido completo  Oração: verbo  Período: sentido completo oração (verbo)

Conceitos Iniciais

Frase: sentido completo

Oração: verbo

Período: sentido completo

oração (verbo)

termina com . ! ?

Olá!

O prédio foi construído rapidamente.

Os professores sabem quando os alunos entendem.

Conceitos Iniciais  Período: simples ou composto.  Simples: formado por uma oração.  Composto:

Conceitos Iniciais

Período: simples ou composto.

Simples: formado por uma oração.

Composto: formado por

Juliana foi ao banco.

oração.

Marcos comprou três carros, vendeu um e trocou o outro.

Período: sentido completo oração (verbo) termina com . ! ?

Morfologia x Sintaxe x Semântica Morfologia: classe da palavra, classe gramatical, forma (11 classes) Substantivo,

Morfologia x Sintaxe x Semântica

Morfologia: classe da palavra, classe gramatical, forma (11

classes)

Substantivo, adjetivo, artigo, numeral, advérbio, pronome,

interjeição, conjunção, verbo, preposição, palavra denotativa.

Sintaxe: papel / função de uma palavra em determinada estrutura (frase, oração ou período).

Sujeito, predicado, OD, OI, adjunto adverbial, agente da passiva,

adjunto adnominal, aposto, predicativo, complemento nominal,

vocativo.

Semântica: significado das palavras dentro do contexto.

A casa foi incendiada.

/

Ana comprou a casa.

Morfologia x Sintaxe x Semântica

Morfologia x Sintaxe x Semântica

Termos Essenciais da Oração  Essencial: absolutamente necessário, indispensável, que não pode faltar. 

Termos Essenciais da Oração

Essencial: absolutamente necessário, indispensável, que não pode faltar.

Sujeito, predicado, OD, OI, adjunto adverbial, agente da passiva,

adjunto adnominal, aposto, predicativo, complemento nominal, vocativo.

Toda oração tem sujeito e predicado. (V ou F?)

SUJEITO: aquilo do que se faz uma declaração. PREDICADO: tudo aquilo que se declara a respeito do sujeito.

Termos da Oração 1) SUJEITO: aquilo do que se faz uma declaração. O leão fugiu

Termos da Oração

1) SUJEITO: aquilo do que se faz uma declaração.

O leão fugiu do zoológico.

O cabelo dela era vermelho.

Tipos de Sujeito

A) Simples A garota quebrou a unha.

B) Composto As saias azuis, as blusas e os ternos vieram trocados.

C) Elíptico, desinencial ou oculto

Fui ao cinema.

D) Inexistente  Verbo “haver” ou “ter”– sentido de “existir”  Havia muitas pessoas no

D) Inexistente

Verbo “haver” ou “ter”– sentido de “existir”

Havia muitas pessoas no lugar.

Existiam muitas pessoas no lugar.

Tem dois suspeitos na sala.

Têm os homens várias virtudes.

Verbos que indicam fenômenos da natureza

Choveu muito ontem. / Choveram elogios ao palestrante.

D) Inexistente  Verbos que fazem referência a tempo + verbo ser (data, hora e

D) Inexistente

Verbos que fazem referência a tempo + verbo ser (data, hora e distância)

Faz dez anos que não te vejo.

São dez horas.

São dois quilômetros até o destino.

três semanas eu cheguei de viagem.

Com as expressões “Chega de

Chega de bagunça!

Basta de mentiras!

”,

“Basta de

E) Indeterminado – formado por dois tipos de estruturas. P.S.: Semântica do sujeito indeterminado: 

E) Indeterminado formado por dois tipos de estruturas. P.S.: Semântica do sujeito indeterminado:

Primeira estrutura: verbo na 3ª pessoa do plural sem sujeito

expresso anteriormente.

Quebraram toda a sala.

Os alunos chegaram atrasados. Disseram que o trânsito atrapalhou.

Eles foram ao clube.

Foi ao clube.

E) Indeterminado  Segunda estrutura: VTI VI  SE VL  Precisa - se de

E) Indeterminado

Segunda estrutura:

VTI

VI

SE

VL

Precisa - se de empregados.

Vive -se bem aqui.

Não se está feliz neste lugar.

Transitividade ou predicação verbal  Transitividade = trânsito = movimento.  Movimento parte de uma

Transitividade ou predicação verbal

Transitividade = trânsito = movimento.

Movimento parte de uma origem e chega a um alvo.

Só podem ser alvo = coisa ou pessoa / ser.

Verbos transitivos: há movimentação de uma ação.

Verbos

intransitivos:

não

movimentação

ou

a

movimentação é incompleta (chega a algo que não é alvo).

Verbos de ligação: semântica fraca, servem apenas para ligar dois termos. Não indicam ação, indicam estado.

 Os moços carregaram o móvel.  Os moços chegaram .  Pedro aprendeu o

Os moços carregaram o móvel.

Os moços chegaram.

Pedro aprendeu o exercício.

Josequildo gosta de cinema.

Katarinésia deu o livro a Kim.

Eu fui à praia.

Transitividade ou predicação verbal  A transitividade de um verbo não é fixa. Depende do

Transitividade ou predicação verbal

A transitividade de um verbo não é fixa. Depende do contexto.

Jurisvaldo anda cansado.

Jurisvaldo anda rápido.

Ana bebeu suco.

Ana bebeu muito ontem.

 ATENÇÃO - Tipos de Sujeito Simples Composto Elíptico, desinencial Indeterminado Inexistente  Dica

ATENÇÃO - Tipos de Sujeito

Simples

Composto

Elíptico, desinencial

Indeterminado

Inexistente

Dica importantíssima

Para “achar” (identificar) o sujeito eu olho para o

VERBO

Pra achar o sujeito Para o meu verbo eu vou olhar O verbo diz tudo

Pra achar o sujeito

Para o meu verbo eu vou olhar

O verbo diz tudo sobre o sujeito

Quem é ele na oração

Pra achar o sujeito

Para o meu verbo eu vou olhar

O verbo diz tudo sobre o sujeito

Quem é ele

E se tem ou não

ATENÇÃO  Advérbio não pode ser sujeito.  Sujeito não começa com preposição.

ATENÇÃO

Advérbio não pode ser sujeito.

Sujeito não começa com preposição.

Praticando  Toda aquela ladainha enganou os ouvintes.  Muitos problemas são resolvidos com uma

Praticando

Toda aquela ladainha enganou os ouvintes.

Muitos problemas são resolvidos com uma boa conversa.

A sintaxe e a semântica são áreas diferentes do Português.

Joãozinho continua o mesmo rapaz educado.

A ninguém é permitida a venda de entorpecentes.

Roubaram o Banco Central.

Praticando  A noite inteira trovejou.  O pai trovejou em cima da filha. 

Praticando

A noite inteira trovejou.

O pai trovejou em cima da filha.

Anacrilda é inteligente desde que nasceu.

João frequenta aquele restaurante desde que foi inaugurado.

Joãozinho continua o mesmo rapaz educado.

Faz três semanas que você chegou.

Praticando  A nossa relação acaba aqui. Chega de tanto sofrimento.  Existem pessoas que

Praticando

A nossa relação acaba aqui. Chega de tanto sofrimento.

Existem pessoas que não sabem falar. Há também as que não

sabem ouvir.

Ainda tem gente que joga lixo nas ruas.

Estamos todos felizes com a sua recuperação.

Os assaltantes mascarados atacaram novamente. Roubaram

uma casa de luxo.

Praticando  Vieram ontem, de Paris, meu pai e minha mãe.  Estava calor e

Praticando

Vieram ontem, de Paris, meu pai e minha mãe.

Estava calor e o dia inteiro fez um mormaço.

Amanhã serão 25 de dezembro e o Natal será lindo.

Quanta grosseria existe em suas palavras. Quanto ódio há nesse coração!

Hoje faz vinte dias que o mar conhecemos.

Curso Completo de Português Professora: Rafaela Motta Sintaxe da oração e do período

Curso Completo de Português

Professora: Rafaela Motta

Sintaxe da oração e do período

Termos Essenciais da Oração  Essencial: absolutamente necessário, indispensável, que não pode faltar. 

Termos Essenciais da Oração

Essencial: absolutamente necessário, indispensável, que não pode faltar.

Sujeito, predicado, OD, OI, adjunto adverbial, agente da passiva,

adjunto adnominal, aposto, predicativo, complemento nominal, vocativo.

Toda oração tem sujeito e predicado. (V ou F?)

SUJEITO: aquilo do que se faz uma declaração. PREDICADO: tudo aquilo que se declara a respeito do sujeito.

Termos da Oração 2) PREDICADO: tudo que se declara a respeito do sujeito. • O

Termos da Oração

2) PREDICADO: tudo que se declara a respeito do sujeito.

O verbo estará sempre no predicado, a menos que o sujeito

seja verbal, hipótese esta que pode ocorrer em períodos

compostos. Nesse caso, haverá um outro verbo, que fará

parte do predicado.

O

leão fugiu do mercado.

O

cabelo dela era vermelho.

Viver é uma arte.

Termos da Oração • Tipos de Predicado A) Nominal (núcleo = nome) B) Verbal (núcleo

Termos da Oração

Tipos de Predicado

A) Nominal (núcleo = nome)

B) Verbal (núcleo = verbo)

C) Verbo-nominal (núcleos = verbo + nome)

A classificação do predicado se faz de acordo com o tipo de

núcleo que ele possui.

Podem ser núcleo em um predicado:

Verbo de ação

Predicativo

Predicativo  Definição: Termo de valor adjetivo que marca as características de um termo (de

Predicativo

Definição: Termo de valor adjetivo que marca

as

características

de

um

termo

(de

valor

substantivo). Pode ser do sujeito ou do objeto.

Adjetivo classe morfológica. (morfologia)

Predicativo possível função sintática dessa classe. (sintaxe)

Predicativo Predicativo Possui valor adjetivo. Exerce o papel de satélite do que é núcleo. Classe

Predicativo

Predicativo

Possui valor adjetivo.

Exerce o papel de satélite do que é núcleo.

Classe gramatical: adjetivo

Separa-se do termo a que se refere. (verbo ou vírgula)

Predicativo 1 - Juliana estava doente. 2 - Marcos andava devagar. 3 - Roberto encontrou

Predicativo

1 - Juliana estava doente.

2 - Marcos andava devagar.

3 - Roberto encontrou o caderno, rasgado.

Termos da Oração • Tipos de Predicado A) Nominal (núcleo = nome) verbo de ligação

Termos da Oração

Tipos de Predicado

A) Nominal (núcleo = nome)

verbo de ligação / possui predicativo

Ela estava cansada. Ela anda cansada.

B) Verbal (núcleo = verbo)

verbo de ação / não possui predicativo

Ela comprou a blusa ontem.

C) Verbo-nominal (núcleos = verbo + nome) verbo de ação / possui predicativo

Ele chegou cansado.

Ele comprou o carro, arranhado.

Termos da Oração • Tipos de Predicado A) Nominal (núcleo = nome) verbo de ligação

Termos da Oração

Tipos de Predicado

A) Nominal (núcleo = nome)

verbo de ligação / possui predicativo

B) Verbal (núcleo = verbo)

verbo de ação / não possui predicativo

C) Verbo-nominal (núcleos = verbo + nome)

verbo de ação / possui predicativo

P.S. Predicativo: indica

Praticando  Anacrilda passou no concorrido concurso da PF.  João foi ao barbeiro. 

Praticando

Anacrilda passou no concorrido concurso da PF.

João foi ao barbeiro.

Ela está bonita.

A professora anda estressada.

A professora anda depressa.

Praticando  Toda aquela ladainha enganou os ouvintes.  Muitos problemas são resolvidos com uma

Praticando

Toda aquela ladainha enganou os ouvintes.

Muitos problemas são resolvidos com uma boa conversa.

A sintaxe e a semântica são áreas diferentes do Português.

Joãozinho continua o mesmo rapaz educado.

A ninguém é permitida a venda de entorpecentes.

Roubaram o Banco Central.

Praticando  A noite inteira trovejou.  O pai trovejou em cima da filha. 

Praticando

A noite inteira trovejou.

O pai trovejou em cima da filha.

Anacrilda é inteligente desde que nasceu.

João frequenta aquele restaurante desde que foi inaugurado.

Joãozinho continua o mesmo rapaz educado.

Faz três semanas que você chegou.

Praticando  A nossa relação acaba aqui. Chega de tanto sofrimento.  Existem pessoas que

Praticando

A nossa relação acaba aqui. Chega de tanto sofrimento.

Existem pessoas que não sabem falar. Há também as que não

sabem ouvir.

Ainda tem gente que joga lixo nas ruas.

Estamos todos felizes com a sua recuperação.

Os assaltantes mascarados atacaram novamente. Roubaram

uma casa de luxo.

Praticando  Vieram ontem, de Paris, meu pai e minha mãe.  Estava calor e

Praticando

Vieram ontem, de Paris, meu pai e minha mãe.

Estava calor e o dia inteiro fez um mormaço.

Amanhã serão 25 de dezembro e o Natal será lindo.

Quanta grosseria existe em suas palavras. Quanto ódio há nesse coração!

Hoje faz vinte dias que o mar conhecemos.

• Identifique e classifique o predicado: Encontrei rasgadas as folhas de caderno. João foi ao

Identifique e classifique o predicado:

Encontrei rasgadas as folhas de caderno.

João foi ao barbeiro.

Ela está bem.

Termos da Oração  Sujeito, predicado, OD, OI, adjunto adverbial, agente da passiva, adjunto adnominal,

Termos da Oração

Sujeito, predicado, OD, OI, adjunto adverbial, agente da passiva,

adjunto adnominal, aposto, predicativo, complemento nominal,

vocativo.

Complementos de verbos.

Atenção à relação.

Ele está extremamente feliz. Ana comprou uma calça na loja da esquina.

Complementos de Verbos 1 – Objeto direto 2 – Objeto indireto 3 – Adjunto adverbial

Complementos de Verbos

1 Objeto direto 2 Objeto indireto

3 Adjunto adverbial

4 Agente da passiva

Objeto Direto  Se é objeto, é alvo, certo?  Se é alvo, houve trânsito

Objeto Direto

Se é objeto, é alvo, certo?

Se é alvo, houve trânsito (movimento), certo? Definição: complemento de um verbo transitivo

que se liga a ele sem preposição obrigatória. Atenção: pode ser representado por

por

ou

Ex.1: Ele disse doces palavras.

Ex.2: Ele as disse.

Ex.3: Ele disse que a amava.

Casos de Objeto Direto Preposicionado 1 – Evitando duplo sentido  O filho o pai

Casos de Objeto Direto Preposicionado

1 Evitando duplo sentido

O filho o pai esperou.

2 Indicando valor partitivo

Comi da torta. Bebi do vinho.

3- OD pronome pessoal tônico ou pronome relativo quem

Nem ele entende a nós, nem nós a ele. Ele pensava na namorada, a quem amava sobremaneira.

Pausa! Sobre os pronomes pessoais!   Pronomes Pessoais   Pessoa discurso Reto Oblíquo átono

Pausa! Sobre os pronomes pessoais!

 

Pronomes Pessoais

 

Pessoa discurso

Reto

Oblíquo átono

Oblíquo tônico

1ª singular

Eu

Me

Mim, comigo

2ª singular

Tu

Te

Ti, contigo

3ª singular

Ela

O, a, se, lhe

Si, consigo, ela (ele)

1ª plural

Nós

Nos

Nós, conosco

2ª plural

Vós

Vos

Vós, convosco

3ª plural

Elas

Os, as, se, lhes

Si, consigo, elas (eles)

Casos de Objeto Direto Preposicionado 4 – OD for a palavra Deus ou pessoa com

Casos de Objeto Direto Preposicionado

4 OD for a palavra Deus ou pessoa com verbos que

indicam sentimento

Amo a Deus, a meus pais e a você.

Amo o cachorro.

Cuidado! Eu amo você!

Casos de Objeto Direto Pleonástico • Pleonasmo: trata-se da repetição desnecessária de um termo. •

Casos de Objeto Direto Pleonástico

Pleonasmo: trata-se da repetição desnecessária de um termo.

Atenção: em Língua Portuguesa, nem sempre o que é desnecessário, significa que está errado. Logo, o

objeto pleonástico, não é um erro.

Aquela blusa maravilhosa, comprei a.

O casaco vermelho, rasguei-o.

Objeto Indireto  Se é objeto, é alvo, certo?  Se é alvo, houve trânsito

Objeto Indireto

Se é objeto, é alvo, certo? Se é alvo, houve trânsito (movimento), certo?

Se é indireto, é porque liga-se ao verbo de forma indireta.

Definição: complemento de um verbo transitivo que

se liga a ele com preposição obrigatória. Atenção: pode ser representado por

ou

por

Ex.1: Ele precisa de carinho.

Ex.2: Ele precisa disso.

Ex.3: Entregou a Roberto. / Entregou-lhe.

Casos de Objeto Indireto Pleonástico  A mim, isto não me agrada. Cuidado:  A

Casos de Objeto Indireto Pleonástico

A mim, isto não me agrada.

Cuidado:

A mim, ele me beijou.

Ele me ofereceu o emprego.

Ele me abraçou.

Adjunto Adverbial  Ad – “junto” – junto do verbo , advérbio ou adjetivo .

Adjunto Adverbial

Ad – “junto” – junto do verbo, advérbio ou adjetivo.

Definição: termo que indica circunstância em que ocorre a ação verbal. Não pode ser o alvo, lembram?

Morfossintaxe: trata-se de uma função sintática exercida pela classe morfológica advérbio ou locução adverbial.

Advérbio/ locução adverbial classe morfológica.

Adjunto adverbial função sintática dessa classe.

Adjunto Adverbial  Advérbio/ locução adverbial: classe morfológica.  Satélite de: verbo, advérbio ou

Adjunto Adverbial

Advérbio/ locução adverbial: classe morfológica.

Satélite de: verbo, advérbio ou adjetivo.

Ela chegou rapidamente.

Ela está muito cansada.

Ela está realmente muito cansada.

Adjunto Adverbial ≠ Objeto Adjunto Adverbial Objeto Termo acessório Termo obrigatório para o verbo

Adjunto Adverbial ≠ Objeto

Adjunto Adverbial

Objeto

Termo acessório

Termo obrigatório para o verbo transitivo

Complementa VI

Complementa VT VTD, VTI ou VTDI

Indica circunstância

Representa o alvo

Função da classe advérbio

Função com núcleo substantivo

Agente da passiva  Definição: trata-se quem praticou a ação verbal, só que na voz

Agente da passiva

Definição: trata-se quem praticou a ação verbal, só

que na voz passiva analítica.

Termo preposicionado (por ou de).

A compra foi feita pelos pais.

O ator estava cercado de fãs.

Ele é amado de todos.

Voz passiva  Definição: trata-se de uma estrutura oracional que possui sujeito paciente.  Sujeito

Voz passiva

Definição: trata-se de uma estrutura oracional que

possui sujeito paciente.

Sujeito paciente: sofre / recebe a ação verbal.

Analítica: estrutura composta.

Os engenheiros construíram o prédio.

• Classifique os pronomes oblíquos de acordo com as seguintes opções: objeto direto, objeto indireto,

Classifique os pronomes oblíquos de acordo com as seguintes

opções: objeto direto, objeto indireto, objeto pleonástico

Eu devia entregar-te logo o presente.

Meus namorados, enganei-os sobremaneira.

Escolhi tuas roupas e arrumei-as conforme tu me pediste.

Pausa:

1- Paralelismo

Escolhi tuas roupas e arrumei-as conforme me pediu.

Que tal um desafio?  A compra foi feita pelos pais .  A compra

Que tal um desafio?

A compra foi feita pelos pais.

A compra foi-lhe feita.

Pausa! Sobre os pronomes pessoais!   Pronomes Pessoais   Pessoa discurso Reto Oblíquo átono

Pausa! Sobre os pronomes pessoais!

 

Pronomes Pessoais

 

Pessoa discurso

Reto

Oblíquo átono

Oblíquo tônico

1ª singular

Eu

Me

Mim, comigo

2ª singular

Tu

Te

Ti, contigo

3ª singular

Ela

O, a, se, lhe

Si, consigo, ela (ele)

1ª plural

Nós

Nos

Nós, conosco

2ª plural

Vós

Vos

Vós, convosco

3ª plural

Elas

Os, as, se, lhes

Si, consigo, elas (eles)

Atenção aos Pronomes Oblíquos Átonos  O, a, os, as: OD  Lhe, lhes: OI,

Atenção aos Pronomes Oblíquos Átonos

O, a, os, as: OD Lhe, lhes: OI, AA, CN

Me, te, se, nos, vos: OD, OI

Encontrei-me com ele e levei-o ao aeroporto.

Encontrei contigo e levei-te ao aeroporto.

Entreguei-lhe o seu presente de Natal em janeiro.

Curso Completo de Português Professora: Rafaela Motta Sintaxe da oração e do período

Curso Completo de Português

Professora: Rafaela Motta

Sintaxe da oração e do período

Complementos de Nomes 1 – Adjunto adnominal 2 – Complemento nominal 3 – Aposto 4

Complementos de Nomes

1 Adjunto adnominal

2 Complemento nominal 3 Aposto

4 Predicativo

Adjunto Adnominal  Termo de valor adjetivo que marca as características de um termo (de

Adjunto Adnominal

Termo

de

valor

adjetivo

que

marca

as

características de um termo (de valor substantivo).

Não é o núcleo da função sintática.

São os satélites deste núcleo.

Adjetivo, artigo, numeral, pronome classes morfológicas.

Adjunto adnominal função sintática dessas classes.

Adjunto Adnominal ADJUNTO ADNOMINAL ( JUNTO, JUNTO, JUNTO AO NOME) Possui valor adjetivo. Exerce o

Adjunto Adnominal

ADJUNTO ADNOMINAL ( JUNTO, JUNTO, JUNTO AO NOME)

Possui valor adjetivo.

Exerce o papel de satélite do que é núcleo.

Classes gramaticais: adjetivos, numerais, pronomes, artigos.

Não se separa do termo a que se refere.

Adjunto Adnominal  A minha casa era de madeira.  O meu livro  Uma

Adjunto Adnominal

A minha casa era de madeira.

O meu livro

Uma casa, qualquer casa

As casas de ontem

 Termo Predicativo de valor adjetivo que marca as características de um termo (de valor

Termo

Predicativo

de

valor

adjetivo

que

marca

as

características de um termo (de valor substantivo).

Pode ser do sujeito ou do objeto.

Não é o núcleo da função sintática. É o satélite deste núcleo.

Adjetivo classe morfológica.

Predicativo possível função sintática dessa classe.

Predicativo Predicativo Possui valor adjetivo. Exerce o papel de satélite do que é núcleo. Classe

Predicativo

Predicativo

Possui valor adjetivo.

Exerce o papel de satélite do que é núcleo.

Classe gramatical: adjetivo.

Separa-se do termo a que se refere (verbo ou vírgula).

Predicativo  Juliana estava doente.  Marcos andava apressado.  Roberto encontrou o caderno, rasgado.

Predicativo

Juliana estava doente.

Marcos andava apressado.

Roberto encontrou o caderno, rasgado.

Adjunto Adnominal x Predicativo Adjunto Adnominal Predicativo Classe gramatical: adjetivo, artigo, Classe

Adjunto Adnominal x Predicativo

Adjunto Adnominal

Predicativo

Classe gramatical: adjetivo, artigo,

Classe gramatical: adjetivo

numeral e pronome

Não se separa do termo a que se refere (junto, junto, junto ao nome)

Separa-se do termo a que se refere quase sempre por:

vírgula

verbo

Semântica: característica permanente,

Semântica: característica momentânea,

intrínseca.

circunstancial.

Análise 1- João vendeu o casaco manchado. 2 – João vendeu o casaco, manchado.

Análise

1- João vendeu o casaco manchado.

2 João vendeu o casaco, manchado.

Como verificar quando não há vírgula? 1- O presidente da firma nomeou Roberto diretor. 2

Como verificar quando não há vírgula?

1- O presidente da firma nomeou Roberto diretor.

2 O ladrão levou as notas marcadas.

Complemento Nominal  Complementa um nome adjetivo ou advérbio). (substantivo abstrato,  O juiz agiu

Complemento Nominal

Complementa um nome adjetivo ou advérbio).

(substantivo abstrato,

O juiz agiu favoravelmente ao réu.

Ele é fiel à namorada.

Não tenho mais lembrança do que vivemos.

Objeto Indireto ≠ Complemento Nominal OBJETO INDIRETO COMPLEMENTO NOMINAL Preposição obrigatória

Objeto Indireto ≠ Complemento Nominal

OBJETO INDIRETO

COMPLEMENTO NOMINAL

Preposição obrigatória

Preposição obrigatória

Complemento de verbo

Complemento de nome

Eu me referi a você.

Eu falei referentemente a você.

Lembro-me de você.

Tenho lembrança de você.

Eu necessitei de você.

Eu tive necessidade de você.

Adjunto Adnominal ≠ Complemento Nominal Adjunto adnominal Complemento nominal Satélite de substantivo ou

Adjunto Adnominal ≠ Complemento Nominal

Adjunto adnominal

Complemento nominal

Satélite de substantivo ou equivalente.

Alvo de substantivo, adjetivo ou advérbio

Natureza ativa

Natureza passiva

A compra de meus pais foi cara.

A mordida do domingo foi cara.

O chute de Renato foi ruim.

O chute da bola foi para fora.

Aposto  Termo de natureza substantiva (associem-no a um nome de alguma coisa)  Função:

Aposto

Termo de natureza substantiva (associem-no a

um nome de alguma coisa)

Função: explicar, resumir, enumerar, distribuir ou especificar um outro termo também de valor

substantivo.

Aposto 1- Em dezembro, último mês do ano , viajarei para Minas. 2- A reunião

Aposto

1- Em dezembro, último mês do ano, viajarei para Minas.

2-

A

reunião

será

na

cidade

do

Rio

de

Janeiro,

especificamente na Avenida Presidente Vargas.

Aposto 3 - Jóias, jantares e viagens: tudo me conquista. 4 - Quero que você

Aposto

3 - Jóias, jantares e viagens: tudo me conquista.

4 - Quero que você compre três frutas: banana, maçã e uva.

5 - Messi e Neymar são dois grandes jogadores: este no

Brasil e aquele na Espanha.

Aposto ≠ Predicativo APOSTO PREDICATIVO Refere-se a substantivo Refere-se a substantivo Natureza

Aposto ≠ Predicativo

APOSTO

PREDICATIVO

Refere-se a substantivo

Refere-se a substantivo

Natureza substantiva

Natureza adjetiva

Substantivo exerce essa função

Adjetivo exerce essa função

Aposto ≠ Adjunto Adnominal ≠ Complemento Nominal  A casa de madeira foi completamente incendiada.

Aposto ≠ Adjunto Adnominal ≠ Complemento Nominal

A casa de madeira foi completamente incendiada.

O mês do Natal me gera expectativas.

A escolha do nome baseou-se em estratégias de marketing.

A escolha de Sophia foi feita depois que ela muito refletiu.

Curso Completo de Português Professora: Rafaela Motta Sintaxe da oração e do período

Curso Completo de Português

Professora: Rafaela Motta

Sintaxe da oração e do período

Sintaxe - Termos da Oração  Essenciais: sujeito, predicado  Complementos de verbos: agente da

Sintaxe - Termos da Oração

Essenciais: sujeito, predicado

Complementos

de

verbos:

agente da passiva

OD,

OI,

adjunto

adverbial,

Complementos de nomes: adjunto adnominal, aposto,

predicativo, complemento nominal

Termo independente: vocativo

Sujeito, predicado, OD, OI, adjunto adverbial, agente da passiva,

adjunto adnominal, aposto, predicativo, complemento nominal,

vocativo.

Termo Independente da Oração 1 – Vocativo

Termo Independente da Oração

1 Vocativo

Definição: termo Vocativo independente da essencial, dispensável. oração, não  Trata- se de um “chamamento”.

Definição:

termo

Vocativo

independente

da

essencial, dispensável.

oração,

não

Trata-se de um “chamamento”. Termo separado por vírgula.

Não faz parte do sujeito nem do predicado.

Amor, venha aqui.

Meu Deus, preciso de você agora.

Ana, você foi promovida!

Período Composto 1 – Coordenação e subordinação 2- Período misto 3 – Conjunções 4 –

Período Composto

1 Coordenação e subordinação 2- Período misto 3 Conjunções

4 Orações coordenadas 5 Orações subordinadas

6 Orações reduzidas

Análise do Período Composto  Período: enunciado de sentido completo formado por oração(ões) que termina

Análise do Período Composto

Período: enunciado de sentido completo formado

por oração(ões) que termina com . ! ?

Composto: formado por mais de uma oração.

Oração: estrutura formada por um verbo.

Análise do Período Composto  Período composto por coordenação:  formado por orações  conjunções

Análise do Período Composto

Período composto por coordenação:

formado por orações

conjunções

Período composto por subordinação:

formado por orações

conjunções

Período misto:

formado por orações

Análise do Período Composto  Coordenação: independência ou equivalência sintática.  Estudei e passei na

Análise do Período Composto

Coordenação: independência ou equivalência sintática. Estudei e passei na prova.

Gosto de bananas e de maçãs.

Subordinação: dependência sintática. O Brasil quis que o Japão assinasse o acordo.

Gramática - Conjunção A) Definição: palavra que liga orações ou termos de mesma função sintática.

Gramática - Conjunção

A)

Definição: palavra que liga orações ou termos de mesma função sintática.

B)

Relação: trata-se de um termo ligante (não é núcleo nem satélite)

C)

Função sintática: não.

D)

Variação: não.

E)

Classificação: coordenativas e subordinativas

F)

Divisão das coordenativas: aditiva, alternativa, adversativa, explicativa,

conclusiva (critério semântico)

G)

Divisão das subordinativas: integrantes, adverbiais (critério sintático)

Oração Coordenada Sindética Aditiva 1- Fui ao banco e depois, à feira. (Fui ao banco

Oração Coordenada Sindética Aditiva

1- Fui ao banco e depois, à feira. (Fui ao banco e depois fui à feira.)

ADIÇÃO = soma de eventos.

Principais conjunções: e, nem (= e não), não só

não só

mas até.

mas também,

Oração Coordenada Sindética Adversativa 2- Ela namorou nove anos, e não se casou.  ADVERSIDADE

Oração Coordenada Sindética Adversativa

2- Ela namorou nove anos, e não se casou.

ADVERSIDADE

=

expectativa.

ideia

contrária

à

anterior,

quebra

de

Principais conjunções: e (=mas), mas, porém, todavia, contudo, no entanto, entretanto, outrossim.

Atenção: “e” adversativo precedido de vírgula.

Introduz o argumento mais forte da enunciação.

Oração Coordenada Sindética Alternativa 3- Case-se comigo ou suma da minha vida.  ALTERNÂNCIA =

Oração Coordenada Sindética Alternativa

3- Case-se comigo ou suma da minha vida.

ALTERNÂNCIA = eventos excludentes.

Principais conjunções: ou, ou

ou,

seja

seja.

já,

ora

Atenção ao paralelismo.

ora,

quer

quer,

Oração Coordenada Sindética Explicativa 4- Você deveria estudar, pois corre o risco de repetir de

Oração Coordenada Sindética Explicativa

4- Você deveria estudar, pois corre o risco de repetir de ano.

Saia da minha frente, que estou mandando.

Você chorou, porque seus olhos estão vermelhos.

EXPLICAÇÃO: acrescenta uma explicação à anterior.

Principais conjunções: porque, pois (antes do verbo), que, já que, uma vez que, visto que.

Atenção: não confundir com as causais. Explicação indica:

S ugestão

O rdem S uposição

SOS

Oração Coordenada Sindética Conclusiva 5- Os homens sempre mentem; não merecem, pois , crédito algum

Oração Coordenada Sindética Conclusiva

5- Os homens sempre mentem; não merecem, pois, crédito

algum de nossa parte.

CONCLUSÃO: acrescenta uma conclusão à anterior.

Principais conjunções: logo, portanto, pois (depois do verbo),

por isso, assim, então.

A conjunção “pois” e sua polissemia Valor de explicação Valor de conclusão Vier antes do

A conjunção “pois” e sua polissemia

Valor de explicação

Valor de conclusão

Vier antes do verbo

Vier depois do verbo

(anteposta)

(posposta)

Puder ser substituída pela

Puder ser substituída pela

palavra “porque”

palavra “portanto”

Orações Subordinadas Substantivas  Recebem o nome de substantivas porque exercem funções sintáticas tipicamente

Orações Subordinadas Substantivas

Recebem o nome de substantivas porque exercem funções

sintáticas tipicamente exercidas por substantivos.

Podem ser substituídas por um pronome substantivo: isso,

disso, nisso, esse, desse, essa, essas

São introduzidas, quando desenvolvidas, por uma conjunção integrante.

Tal conjunção não possui valor semântico.

Sua classificação obedece a critérios sintáticos.

Tipos: subjetiva, objetiva direta, objetiva indireta, predicativa, apositiva, completiva nominal, agente da passiva.

Podem ser reduzidas.

Orações Reduzidas Características Possuem verbo reduzido – forma nominal: infinitivo, gerúndio ou

Orações Reduzidas

Características

Possuem verbo reduzido forma nominal: infinitivo,

gerúndio ou particípio

Não possuem conjunção são ligadas por

Somente as subordinadas podem ser reduzidas

Oração Subordinada Substantiva Subjetiva 1 – É necessário que se tenha paciência.  SUBJETIVA: exerce

Oração Subordinada Substantiva Subjetiva

1 É necessário que se tenha paciência.

SUBJETIVA: exerce a função sintática de SUJEITO.

Oração Subordinada Substantiva Objetiva Direta 2 – Eu não sei se ele irá à festa.

Oração Subordinada Substantiva Objetiva Direta

2 Eu não sei se ele irá à festa.

2- Ele disse que me ama.

OBJETIVA DIRETA: exerce a função sintática de OBJETO DIRETO.

Oração Subordinada Substantiva Objetiva Indireta 3 – Eu preciso que você me ame. 3 –

Oração Subordinada Substantiva Objetiva Indireta

3 Eu preciso que você me ame.

3 Tenho necessidade de que me fale a verdade.

OBJETIVA INDIRETA: exerce a função sintática de OBJETO INDIRETO.

Atenção: A preposição é facultativa.

Oração Subordinada Substantiva Objetiva Indireta No meio do caminho tinha uma pedra. Tinha uma pedra

Oração Subordinada Substantiva Objetiva Indireta

No meio do caminho tinha uma pedra.

Tinha uma pedra no meio do caminho.

( )

Nunca me esquecerei desse acontecimento.

Na vida de minhas retinas tão fatigadas. Nunca me esquecerei que no meio do caminho tinha uma pedra.

Carlos Drummond de Andrade

Oração Subordinada Substantiva Predicativa 4 - O interessante na vida é que se tenha precaução.

Oração Subordinada Substantiva Predicativa

4 - O interessante na vida é que se tenha precaução.

4 É interessante que se tenha precaução.

PREDICATIVA: exerce a função sintática de PREDICATIVO.

Oração Subordinada Substantiva Completiva Nominal 5 – Ele tinha necessidade de que o amassem. 5

Oração Subordinada Substantiva Completiva Nominal

5 Ele tinha necessidade de que o amassem.

5 Ainda tenho lembrança do que vivemos.

COMPLETIVA

NOMINAL:

exerce

COMPLEMENTO NOMINAL.

a

função

sintática

de

Oração Subordinada Substantiva Apositiva 6 – Tinha certeza de uma coisa: que era ainda egoísta.

Oração Subordinada Substantiva Apositiva

6 Tinha certeza de uma coisa: que era ainda egoísta.

APOSITIVA: exerce a função sintática de APOSTO.

Colocando em prática  O aluno estudou bastante, todavia não passou na prova.  Ele

Colocando em prática

O aluno estudou bastante, todavia não passou na prova.

Ele tem necessidade de que o amem.

Ele tem desejo de que o levem embora.

João cantou, dançou, gritou, pulou.

Colocando em prática  Beije-me que eu quero.  Eu tenho estudado muito.  Ela

Colocando em prática

Beije-me que eu quero.

Eu tenho estudado muito.

Ela não estava bem porque estava vomitando o tempo todo.

Ora me ama intensamente, ora me trata como estranho.

Colocando em prática  Saia agora porque estou mandando.  Estudou muito, portanto passou. 

Colocando em prática

Saia agora porque estou mandando.

Estudou muito, portanto passou.

Só lhe interessava uma coisa: que ele a amasse.

A garota não disse não nem disse sim.

Orações Subordinadas Adjetivas  Recebem o nome de adjetivas porque exercem funções sintáticas tipicamente

Orações Subordinadas Adjetivas

Recebem

o

nome

de

adjetivas

porque

exercem

funções

sintáticas tipicamente exercidas por adjetivos.

Exercem função sintática de adjunto adnominal.

São introduzidas por pronome relativo.

Tipos: restritiva e explicativa.

Podem ser reduzidas.

Oração Subordinada Adjetiva Restritiva 1 – Meu irmão que mora em Brasília chegou hoje. 

Oração Subordinada Adjetiva Restritiva

1 Meu irmão que mora em Brasília chegou hoje.

Não vem separada por vírgula.

Delimita de forma mais precisa o seu referente.

Oração Subordinada Adjetiva Explicativa 2 – Meu irmão, que mora em Brasília, chegou hoje. 

Oração Subordinada Adjetiva Explicativa

2 Meu irmão, que mora em Brasília, chegou hoje.

Vem separada por vírgula.

Qualifica o seu referente de forma mais genérica, portanto, a

informação não restringe.

Orações Subordinadas Adverbiais  Recebem o nome de adverbiais porque exercem funções sintáticas tipicamente

Orações Subordinadas Adverbiais

Recebem

o

nome

de

adverbiais

porque

exercem

funções

sintáticas tipicamente exercidas por advérbios.

Função sintática: adjunto adverbial

São introduzidas, quando desenvolvidas, por uma conjunção subordinativa adverbial.

Tal conjunção/locução conjuntiva possui valor semântico.

Tipos: causal, consecutiva, concessiva, conformativa,

condicional, comparativa, final, proporcional, temporal, modal,

locativa. Podem ser reduzidas.

Orações Adverbiais - Valores Semânticos Orações Subordinadas Adverbiais - Valores Semânticos Causal (causa)

Orações Adverbiais - Valores Semânticos

Orações Subordinadas Adverbiais - Valores Semânticos

Causal (causa)

Indicam a causa de um fato.

Consecutiva (consequência)

Indicam a consequência de um fato.

Concessiva (concessão)

Indicam a concessão, uma exceção.

Comparativa (comparação)

Fazem uma comparação entre elementos.

Condicional (condição)

Indicam uma condição de algo.

Conformativa (conformidade)

Indicam algo que é conforme.

Proporcional (proporção)

Expressam uma proporção.

Final (finalidade)

Indicam a finalidade de algo.

Temporal (tempo)

Mostram o tempo de ocorrência de algo.

Modal (modo)

Indicam a circunstância de modo de uma

ocorrência.

Locativa (lugar)

Fazem referência a lugar.

Oração Subordinada Adverbial Causal 1 – Como não choveu, o poço secou. 1 - Eu

Oração Subordinada Adverbial Causal

1 Como não choveu, o poço secou.

1 - Eu bati o carro porque dirigia a 100 por hora.

CAUSAL: ideia de causa, ligada a um FATO.

Atenção para a diferenciá-las das explicativas: SOS

Causal # explicativa

Oração Subordinada Adverbial Consecutiva 2 – Falava tanto que o marido fugiu.  CONSECUTIVA: ideia

Oração Subordinada Adverbial Consecutiva

2 Falava tanto que o marido fugiu.

CONSECUTIVA: ideia de consequência.

Conjunções: tal

tão

tanto

tamanho

de

que

que

Consecutiva # conclusiva

Oração Subordinada Adverbial Concessiva 3 – Embora tenha economizado, não pagou a dívida.  CONCESSIVA:

Oração Subordinada Adverbial Concessiva

3 Embora tenha economizado, não pagou a dívida.

CONCESSIVA: ideia de concessão, exceção.

Enfatiza o argumento mais fraco. Concessiva # adversativa

Orações Subordinadas Adverbiais - Tipos 4 – Caso não me responda, irei sem ele. Orações

Orações Subordinadas Adverbiais - Tipos

4 Caso não me responda, irei sem ele.

Orações Subordinadas Adverbiais - Valores Semânticos

Causal (causa)

Indicam a causa de um fato.

Consecutiva (consequência)

Indicam a consequência de um fato.

Concessiva (concessão)

Indicam a concessão, uma exceção.

Comparativa (comparação)

Fazem uma comparação entre elementos.

Condicional (condição)

Indicam uma condição de algo.

Conformativa (conformidade)

Indicam algo que é conforme.

Proporcional (proporção)

Estudou porque passasse.

Expressam uma proporção.

Final (finalidade)

- À medida que estudava, ia melhor nas provas.

Indicam a finalidade de algo.

Temporal (tempo)

Mostram o tempo de ocorrência de algo.

Ele preparou a festa surpresa,

Modal (modo)

sem que ela notasse.

Indicam a circunstância de modo de uma

Onde ele vai, eu vou.

ocorrência.

Locativa (lugar)

Fazem referência a lugar.

Assim que chegou, verificou os e-mails.

5 Segundo informou a meteorologia, vai chover hoje.

6 Ele dança tão bem quanto ela.

7

Ele é estudioso como ela.

8- Como não me informou os dados

9

10

11

12

13

bancários, não depositei o dinheiro.

Colocando em prática  Estudou para passar.  É bom estudar.  Ela foi a

Colocando em prática

Estudou para passar.

É bom estudar.

Ela foi a primeira a falar.

Pagou caro por falar demais.

Colocando em prática  Assinaram uma lei proibindo comércio ali.  Não sairá sem vestir

Colocando em prática

Assinaram uma lei proibindo comércio ali.

Não sairá sem vestir o paletó.

Depois de discutido o assunto, votou-se.

Recebeu os documentos enviados por seu irmão.

Orações Coordenadas Oração coordenada assindética Não possui síndeto (conjunção) Sindética • Conjunção

Orações Coordenadas

Oração

coordenada

assindética

Não possui síndeto

(conjunção)

Sindética • Conjunção coordenativa • Síndeto possui valor semântico
Sindética
• Conjunção
coordenativa
• Síndeto possui
valor semântico

Valores semânticos

Aditiva

Adversativa

Alternativa

Explicativa

Conclusiva

Orações Subordinadas Oração principal Substantivas • Conjunção integrante • Funções sintáticas •

Orações Subordinadas

Oração principal

Substantivas • Conjunção integrante • Funções sintáticas • Sujeito • OD / OI • CN
Substantivas
• Conjunção
integrante
• Funções sintáticas
• Sujeito
• OD / OI
• CN
• Aposto
• Predicativo
• Agente da passiva
Adjetivas • Pronome relativo • Adjunto adnominal
Adjetivas
• Pronome relativo
• Adjunto adnominal

Adverbiais

Conjunção

subordinativa

adverbial

Adjunto adverbial

Relações Importantes 1ª relação 2ª relação 3ª relação • Coordenada Sindética Adversativa •

Relações Importantes

1ª relação
1ª relação
2ª relação
2ª relação
3ª relação
3ª relação

Coordenada Sindética Adversativa

Subordinada Adverbial Concessiva

Coordenada Sindética Explicativa

Subordinada Adverbial Causal

Coordenada Sindética Conclusiva

Subordinada Adverbial Consecutiva

Primeira Relação Coordenada Sindética Adversativa Enfatiza o argumento mais forte. O São Paulo empatou, mas

Primeira Relação

Coordenada

Sindética

Adversativa

Enfatiza o argumento mais forte. O São Paulo empatou, mas continua líder.
Enfatiza o
argumento
mais forte.
O São Paulo empatou, mas
continua líder.
Subordinada Adverbial Concessiva Enfatiza o argumento mais fraco.
Subordinada
Adverbial
Concessiva
Enfatiza o
argumento
mais fraco.

Embora o São Paulo tenha

empatado, continua líder.

Segunda Relação Coordenada Sindética Explicativa Indica: (SOS) S ugestão O rdem S uposição 1- Estude

Segunda Relação

Coordenada

Sindética

Explicativa

Indica: (SOS)

Sugestão

Ordem

Suposição

1- Estude que você vai passar.

2 - Saia agora porque estou mandando.

3 - Você chorou pois seus olhos estão

vermelhos.

Subordinada

Adverbial Causal

Indica:

Fato

1 Bati o carro porque dirigia a 100 por hora.

Terceira Relação Coordenada Sindética Conclusiva Conjunções:   “o resto” 1- Ele era lindo, logo não

Terceira Relação

Coordenada

Sindética

Conclusiva

Conjunções:

 

“o resto”

1- Ele era lindo, logo não resisti.

2 Falou muito; assim, ficou rouca.

3- Estudou muito, portanto passou.

Subordinada

Adverbial

Consecutiva

Conjunções:

(Tão/tal/tanto/tam

anho)

De

que

que

1 Ele era tão lindo que não resisti.

2 Falou tanto que ficou rouca.

3 Sua disciplina era tamanha que

passou no concurso.

4 Estudo muito de modo que passou.

CESPE – 2011 – PC/ES O bombardeio ordenado por Pyongyang atingiu uma ilha do país

CESPE 2011 PC/ES

O bombardeio ordenado por Pyongyang atingiu uma ilha do país

vizinho, matou duas pessoas e feriu pelo menos dezoito. A justificativa do

Norte foram manobras supostamente feitas pelos sulistas em águas sob sua jurisdição.

O

“Pyongyang” (l.1).

núcleo

do

sujeito

das

formas

verbais

“matou”

(l.2)

e

“feriu”

(l.2)

é

O bombardeio ordenado por Pyongyang atingiu uma ilha do país vizinho, matou duas pessoas e feriu pelo menos dezoito.

CESPE – 2011 – PC/ES No dia 3 de julho de 1950, a Coreia do

CESPE 2011 PC/ES

No dia 3 de julho de 1950, a Coreia do Sul atacou e tomou Seul, a

capital do Sul. Começava ali uma guerra que opunha os povos de um país

dividido, com os Estados Unidos da América de um lado e a China e a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas do outro. O conflito durou cerca de três

anos e terminou com o país ainda dividido ao meio. O saldo? Três milhões e meio de mortos.

A expressão “a capital do Sul” (l.2) vem antecedida de vírgula porque se trata

de um vocativo.

Vocativo = é um “chamamento”

No dia 3 de julho de 1950, a Coreia do Sul atacou e tomou Seul,

No dia 3 de julho de 1950, a Coreia do Sul atacou e tomou Seul, a

capital do Sul. Começava ali uma guerra que opunha os povos de um país

dividido, com os Estados Unidos da América de um lado e a China e a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas do outro. O conflito durou cerca de três

anos e terminou com o país ainda dividido ao meio. O saldo? Três milhões e meio de mortos.

O sujeito de “Três milhões e meio de mortos” (l.5) é inexistente.

Para achar o sujeito eu olho para o verbo.

Sujeito = termo da oração.

Oração = tem verbo.

No dia 3 de julho de 1950, a Coreia do Sul atacou e tomou Seul,

No dia 3 de julho de 1950, a Coreia do Sul atacou e tomou Seul, a

capital do Sul. Começava ali uma guerra que opunha os povos de um país

dividido, com os Estados Unidos da América de um lado e a China e a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas do outro. O conflito durou cerca de três

anos e terminou com o país ainda dividido ao meio. O saldo? Três milhões e meio de mortos.

O segundo período do texto é composto por subordinação e contém três

orações.

A palavra “que” (l.2) é classificada como conjunção integrante.

No dia 3 de julho de 1950, a Coreia do Sul atacou e tomou Seul,

No dia 3 de julho de 1950, a Coreia do Sul atacou e tomou Seul, a

capital do Sul. Começava ali uma guerra que opunha os povos de um país

dividido, com os Estados Unidos da América de um lado e a China e a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas do outro. O conflito durou cerca de três

anos e terminou com o país ainda dividido ao meio. O saldo? Três milhões e meio de mortos.

O vocábulo “uma” (l.2) e “um” (l.2) são artigos indefinidos.

Um / uma

Artigo indefinido = indefinição

Numeral = quantidade

CESPE – 2011 – PC/ES A cena é muito comum: cidade afora, pessoas abusam do

CESPE 2011 PC/ES

A cena é muito comum: cidade afora, pessoas abusam do uso da

água, lavando calçadas, passeios e carros. Mesmo que o Brasil seja o grande

reservatório de água doce do mundo (11,6% do total disponível, com cada brasileiro, em tese, dispondo de 34 milhões de litros por ano, embora possa levar vida confortável com 2 milhões de litros anuais), tem na distribuição o seu maior gargalo: 80% concentram-se na Amazônia, onde vivem apenas 5%

da população do país, com os 20% restantes abastecendo 95% dos

brasileiros.

A expressão “Mesmo que” (l.2) confere ao trecho em que se insere a noção de condição.

CESPE – 2010 – MPU – Analista Processual O imaginário, acionado pela imaginação individual, é

CESPE 2010 MPU Analista Processual

O imaginário, acionado pela imaginação individual, é pluriespacial

e, na interação social, constrói a memória, a história museológica. Mesmo que

possamos pensar que estereótipos são resultado de matrizes, a cultura é dinâmica, porquanto símbolos e estereótipos são olhados e ressignificados em determinado instantes social.

( )

Preservam-se as relações argumentativas do texto bem como sua correção

gramatical, caso se inicie o último período por Ainda, em lugar de “Mesmo”

(l.3)

CESPE – 2010 – MPU – Analista Processual Hipermodernidade é o termo usado para denominar

CESPE 2010 MPU Analista Processual

Hipermodernidade é o termo usado para denominar a realidade

contemporânea, caracterizada pela cultura do excesso, do acréscimo sempre

quantitativo de bens materiais, de coisas consumíveis e descartáveis.

A repetição da preposição de em “do acréscimo” (L.2), “de bens materiais”

(L.3) e “de coisas” (L.3) indica que esses termos são empregados, no texto,

como complementos de “cultura” (L.2). Vocábulo que tem como primeiro

complemento “do excesso” (L.2).

Hipermodernidade é o termo usado para denominar a realidade contemporânea, caracterizada pela cultura do excesso,

Hipermodernidade é o termo usado para denominar a realidade

contemporânea, caracterizada pela cultura do excesso, do acréscimo sempre

quantitativo de bens materiais, de coisas consumíveis e descartáveis.

A conjunção “para” introduz uma oração subordinada adverbial final.

Termos ligantes nos períodos compostos

Conjunção

Pronome

Preposição

Preposição = oração reduzida

CESPE – 2011 – CBM/DF ( ) O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga,

CESPE 2011 CBM/DF

( )

O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga, primeiro, a

dificuldade a vencer, não o triunfo a alcançar. O esforço lento, pouco compensador e persistente, que, no entanto, mede todas as possibilidades de desperdício e sabe tirar o máximo proveito do insignificante, tem sentido bem nítido para ele. Seu campo visual é naturalmente restrito. A parte maior do que

o todo.

No trecho “A parte maior que o todo” (l. 5-6), a correção gramatical seria mantida caso o elemento “do” fosse omitido.

Termos ligantes nos períodos compostos

Conjunção

Pronome

Preposição

Preposição = oração reduzida

( ) O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga, primeiro, a dificuldade a vencer,

( )

O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga, primeiro, a

dificuldade a vencer, não o triunfo a alcançar. O esforço lento, pouco compensador e persistente, que, no entanto, mede todas as possibilidades de desperdício e sabe tirar o máximo proveito do insignificante, tem sentido bem nítido para ele. Seu campo visual é naturalmente restrito. A parte maior do que

o todo.

Há, no trecho, três ocorrências da conjunção subordinativa “que”.

A palavra “que” (l.3) tem como referente expressão nominal cujos núcleos são

“esforço”(l.2), “compensador” (l.3) e “persistente” (l.3).

( ) O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga, primeiro, a dificuldade a vencer,

( )

O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga, primeiro, a

dificuldade a vencer, não o triunfo a alcançar. O esforço lento, pouco compensador e persistente, que, no entanto, mede todas as possibilidades de desperdício e sabe tirar o máximo proveito do insignificante, tem sentido bem nítido para ele. Seu campo visual é naturalmente restrito. A parte maior do que

o todo.

Estão presentes, no trecho, três períodos apenas, uma vez que a última frase do fragmento, por não apresentar verbo, é uma estrutura nominal.

A expressão “a vencer” (l.2) representa um núcleo semântico com valor

restritivo.

CESPE – 2011 – CBM/DF ( ) Quando vier a ser devidamente escrita a história

CESPE 2011 CBM/DF

( )

Quando vier a ser devidamente escrita a história da última crise

econômica, há de se contar algo semelhante. A culpa foi jogada pelos alemães em gregos, portugueses e espanhóis, quando o verdadeiro foco estava em

casa. E quem pagará, além dos trabalhadores do sul, será a União Europeia.

No trecho “A culpa foi jogada pelos alemães em gregos, portugueses e

espanhois” (l.2-3), a expressão “pelos alemães” designa o agente da ação

expressa pela locução verbal “foi jogada”.

O sujeito da forma verbal “pagará” (l.4) é indeterminado.

Compreensão e Interpretação de Textos Compreensão (Está no texto) • Segundo o texto • O

Compreensão e Interpretação de Textos

Compreensão (Está no texto)

Segundo o texto

O autor/narrador do texto diz que

O texto informa que

Interpretação (Está além do texto)

Depreende-se / Infere-se / Conclui-se do texto que

O texto permite deduzir que

É possível subentender-se a partir do texto que

Qual a intenção do autor quando afirma que

Fluxograma O Programa Nacional de Desenvolvimento dos Recursos Hídricos – PROÁGUA Nacional é um programa

Fluxograma

O Programa Nacional de Desenvolvimento dos Recursos Hídricos PROÁGUA Nacional é um programa do Governo Brasileiro financiado

pelo Banco Mundial. O Programa originou-se da exitosa expriência

do PROÁGUA / Semiárido e mantém sua missão estruturante, com ênfase no fortalecimento institucional de todos os atores envolvidos com a gestão dos recursos hídricos no Brasil e na implantação da infraestruturas hídricas viáveis do ponto de vista técnico, financeiro, econômico, ambiental e social, promovendo, assim, o uso racional dos recursos hídricos.

Assinale a opção correta em relação ao texto:

(A) O PROÁGUA/Semiárido é um dos subprojetos derivados do

PROÁGUA/Nacional.

(B) O Governo Brasileiro vem se mostrando atuante na implementação de políticas públicas que promovam o

desenvolvimento nacional.

(C) A ênfase no fortalecimento institucional de todos os atores envolvidos com a gestão de recursos hídricos é exclusiva do

PROÁGUA/Semiárido. (D)Tanto o PROÁGUA/Semiárido como o PROÁGUA/ Nacional

promovem o uso racional dos recursos hídricos.

(E) A expressão “sua missão estruturante” refere-se a Banco

Mundial.

 É a relação existente entre um termo subordinante e um subordinado.  Os termos

É a relação existente entre um termo subordinante e um subordinado.

Os termos regentes podem ser verbos (regência verbal)

ou nomes (adjetivos, substantivos e advérbios regência nominal).

A regência nominal é sempre preposicionada. A verbal,

nem sempre.

Ansioso por algo.

Necessidade de algo.

Referentemente a algo.

Gostar de alguém.

Vencer o obstáculo.

 Regência dos verbos mais comuns.  Agradar:  VTD = fazer carinho  VTI

Regência dos verbos mais comuns.

Agradar:

VTD = fazer carinho

VTI = ser agradável a alguém, cair no seu agrado

Ela agradou o namorado.

Ela agradou ao namorado.

 Regência dos verbos mais comuns.  Ansiar:  VTD = alguém, provocar angústia em

Regência dos verbos mais comuns.

Ansiar:

VTD = alguém, provocar angústia em alguém

VTI = por algo, almejar

As fotos do crime ansiaram a delegada.

Ela ansiava por um emprego melhor.

 Regência dos verbos mais comuns.  Aspirar:  VTD = algo, sorver, respirar 

Regência dos verbos mais comuns.

Aspirar:

VTD = algo, sorver, respirar

VTI = a algo, desejar, almejar (não aceita lhe)

Ele aspirou o ar poluído.

Ela aspirava ao cargo de gerente.



Regência dos verbos mais comuns.

Assistir:

VTD = alguém, dar assistência, prestar socorro

VTI = a algo, ver, presenciar (não aceita lhe)

VTI = a alguém, caber direito

VI = em algum lugar, morar

O médico assistiu os doentes.

O médico assistiu ao filme.

O direito ao voto assiste ao povo.

O médico assiste em São Paulo.

 Regência dos verbos mais comuns.  Chamar:  VTD = alguém, convocar  VTI

Regência dos verbos mais comuns.

Chamar:

VTD = alguém, convocar

VTI = por alguém, invocar

VTD ou VTI = alguém de ou a alguém de, atribuir qualidade

O médico chamou os residentes para uma reunião.

A mídia chamou os artistas de esnobes.

A mídia chamou aos artistas de esnobes.

Os fiéis chamaram pela Santa.

 Regência dos verbos mais comuns.  Chegar:  VI = a um lugar ,

Regência dos verbos mais comuns.

Chegar:

VI = a um lugar, de um lugar

VI = em um meio de transporte, de um meio de transporte

Ela chegou de ônibus.

Ela chegou em um ônibus.

Ela chegou à casa.

Ela chegou de Paris.



Regência dos verbos mais comuns.

Custar:

VTD = tanto, atribuir valor

VTI = a alguém, ser difícil, ser custoso

Custou a ela dizer a verdade.

Custou-lhe dizer a verdade.

A bolsa custou cem reais.

A atitude custou muito a ela.

 Regência dos verbos mais comuns.  Lembrar / Esquecer:  VTD = algo, alguém

Regência dos verbos mais comuns.

Lembrar / Esquecer:

VTD = algo, alguém

Lembrar-se / Esquecer-se:

VTI = de algo, de alguém

Lembrar / Esquecer:

VTDI = algo a alguém, alguém de algo

Ele se esqueceu da chave. / Ele esqueceu a chave.

Ela lembrou a filha da conta a pagar.

 Regência dos verbos mais comuns.  Implicar:  VTI = com algo, ter implicância
 Regência dos verbos mais comuns.  Implicar:  VTI = com algo, ter implicância

Regência dos verbos mais comuns.

Implicar: