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Experiencia de Biologia - Informações

Actividade Experimental

Introdução
Nesta actividade experimental, extraímos uma porção de DNA de uma célula vegetal,
como objectivos: observar a quebra das ligações na molécula de DNA, e de separar o
DNA das proteínas.
O DNA é o suporte físico da informação genética, que é composto por ácidos nucleicos
(isto porque a primeira vez que foram vistos foi em núcleos de células). A molécula do
DNA é constituída por unidades básicas designadas por nucleótidos, que por sua vez são
formados por uma base azotada, uma pentose (glícido com 5 carbonos) e um grupo
fosfato (ácido fosfórico), designando este conjunto por nucleósido.
A pentose do DNA chama-se desoxirribose (de formula química: C5H10O4 ). As bases
azotadas presentes nos nucleótidos dividem-se em dois tipos: bases púricas – adenina e
guanina, que têm um anel duplo; e base pirimidicas – timina e citosina, de anel simples.
Os ácidos nucleicos só apresentam estes 4 tipos de bases azotadas em que as timinas se
ligam ás adeninas e as citosinas ás guaninas. Os nucleótidos estabelecem ligações entre si
formando cadeias polinucleotídicas, estas ligações são estabelecidas por sua vez entre um
grupo fosfato de um dos nucleótidos e o carbono 3 da pentose do nucleótido seguinte
(denominam-se por ligações fosfodiester).
Com bases em outras experiências, concluiu-se que o DNA apresenta uma dupla hélice, e
que as suas duas cadeias polinucleotídicas se dispõem em sentidos inversos, dizendo-se
assim antiparalelas. Estas duas cadeias estabelecem uma ligação feita através de pontes
de hidrogénio entre as bases azotadas.
Material
. Cebola pequena
. Bisturi
. Almofariz
. Proveta
. Balão de Erlenmeyer
. Papel de filtro
. Funil
. Vareta
. Água destilada
. Álcool a 95%
. Sal de cozinha (1colher de chá)
. Detergente de louça (1 colher de sopa)
Procedimento
1. Cortámos a cebola em pequenos pedaços, de modo a triturá-la no almofariz;
2. Enchemos o balão de Erlenmeyer com 200ml de água, onde colocámos o sal e o
detergente. Misturámos até o sal desaparecer.
3. A mistura que fizemos no passo 2, juntámo-la á cebola e voltámos a triturar.
4. Filtrámos a mistura feita no almofariz para o Erlenmeyer.
5. Após termos deitado um pouco da mistura numa proveta, adicionámos um pouco de
álcool.
6. Tirámos conclusões.
Resultados
Observando o conteúdo da experiência realizada, podemos obter os resultados
pretendidos. Na proveta, foi possível ver os filamentos de DNA.
Aqui, como podemos observar o álcool não se misturou com a substância que a proveta
continha, criando uma espécie de bolha a separar, para onde o DNA se irá encaminhar.
Depois de ser agitado por uma vareta as ligações do DNA partem-se misturando-se
assim com todo o resto da substância. Formou um precipitado, mas devido ás
características do DNA não é possível ser observado a olho nu.
Discussão/Conclusão
A nossa experiência procedeu sem algum tipo de problemas sendo então possível obter os
resultados esperados. Sendo assim foi possível separar o DNA das proteínas, e observá-lo
numa proveta. Depois a experiência concluída, e com alguma pesquisa, descobrimos
então, a função dos reagentes (sal, detergente e álcool) nesta experiência, bem como o
motivo do DNA se movimentar na direcção do álcool.
A adição do sal, no inicio da experiência, proporciona um ambiente favorável ao DNA,
pois o sal contribui com iões positivos que neutralizam a carga negativa do DNA.
O detergente afecta as membranas, pois elas são constituídas por lípidos e com a rotura
das mesmas, o conteúdo celular solta-se e dispersam-se na solução.
O álcool faz com que o DNA não se dissolva (pois não é solúvel no mesmo). O que faz
com que ele se separe da solução aquosa inicialmente preparada elevando-se para a
camada alcoólica. Isto acontece porque o DNA é menos denso que a água e que a
mistura, logo irá mover-se lentamente para a superfície, em direcção ao álcool, deixando
aparecer os pequenos filamentos. Estes juntam-se a numa "bolha" formada pelo álcool,
que quando incidida por luz, e, também pelo fato de existirem milhões destas cadeias de
DNA, que anteriormente tinham sido lavados (separados das proteínas), fez com que
víssemos uns filamentos esbranquiçados (o DNA).
Quando por último agitámos a mistura que continha o DNA, este partia-se e precipitava-
se. A precipitação já não é tão visível porque é ainda mais pequena. Repetimos várias
vezes o processo e acontecia sempre o mesmo.
Assim podemos concluir que a molécula do DNA:
- É pouco solúvel (pois não se dissolve facilmente)
- É muito pouco denso (dirigiu-se em direcção ao álcool, que já por si é muito pouco
denso)
- Possui ligações muito fracas, pois partem-se com muita facilidade, isto porque estas são
feitas através de pontes de hidrogénio (as ligações através do hidrogénio são pouco
intensas do ponto de vista energético).
Ficha da Actividade Experimental - Algumas respostas
3.1. Sal?
A adição do sal (NaCl) no início da experiência proporciona ao DNA um ambiente
favorável. O sal contribui com iões positivos que neutralizam a carga negativa do DNA.
Numerosas moléculas de DNA podem coexistir nessa solução.
3.2. Detergente?
O detergente afecta as membranas porque elas são constituídas por lípidos. Com a rotura
das membranas o conteúdo celular, incluindo as proteínas e o DNA, soltam-se e
dispersam-se na solução. A função de algumas dessas proteínas é manter o DNA
enrolado numa espiral muito apertada
3.3. Álcool?
O DNA não se dissolve no álcool, na concentração que usamos na nossa experiência.
Como resultado, o DNA aparece à superfície da solução ou precipita. O DNA é menos
denso que a água e a mistura aquosa dos restos celulares. Assim na nossa experiência ele
surge à superfície da solução aquosa.
4 - Quais as semelhanças e as diferenças entre o DNA de origem animal e o de origem
vegetal?
Todas as células de um organismo possuem a mesma colecção de cromossomas. Os
cromossomas são ainda idênticos em todos os indivíduos de uma determinada espécie, ou
seja a informação estrutural e funcional é essencialmente a mesma em todos os
indivíduos. No entanto, existem pequenas diferenças no DNA de cada indivíduo de uma
espécie. São estas pequenas diferenças ( mas não necessariamente ) que tornam distintas
as habilidades de cada indivíduo para uma determinada função. O DNA é, por exemplo
determinante na identificação de uma pessoa e muito utilizado para identificar indivíduos
acusados criminalmente.

O DNA extraído das ervilhas não é todo igual, porque cada semente de ervilha pode
derivar ( mesmo sendo da mesma planta ) de uma fecundação cruzada. Para além disso,
cada ervilha tem cromossomas ligeiramente diferentes.

Em contraste, se a mistura de cebola cortada foi obtida de uma única cebola, o DNA
recolhido será composto por várias réplicas dos mesmos cromossomas.

Do mesmo modo, se o fígado tiver origem no mesmo indivíduo, o DNA recolhido


representa uma única colecção de cromossomas
Bibliografia

http://www.dbio.uevora.pt/LBM/Foco/Extraccao/Extraccao_DNA.html