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PLANO DIRETOR E O MEIO AMBIENTE GESTÃO AMBIENTAL ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 6 O PERÍODO
PLANO DIRETOR E O MEIO AMBIENTE
GESTÃO AMBIENTAL
ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
6 O PERÍODO

PLANO DIRETOR

• define como será o crescimento da cidade

• determina usos e formas de ocupação

• promove intervenções sobre o território

da cidade • determina usos e formas de ocupação • promove intervenções sobre o território AFETAM

AFETAM O MEIO AMBIENTE

Barreiro – Araxá – MG
Barreiro – Araxá – MG
PLANO DIRETOR OCUPAÇÃO HUMANA DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
PLANO DIRETOR
PLANO
DIRETOR
PLANO DIRETOR OCUPAÇÃO HUMANA DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
OCUPAÇÃO HUMANA
OCUPAÇÃO
HUMANA
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
DESENVOLVIMENTO
SUSTENTÁVEL

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

• pensar o município como um todo, sem priorizar as regiões onde o ambiente é mais preservado e menos modificado pelo homem

• equilibrar preservacionismo e progresso

as regiões onde o ambiente é mais preservado e menos modificado pelo homem • equilibrar preservacionismo
SUSTENTABILIDADE NO PLANO DIRETOR estudar e delimitar instrumentos urbanísticos e definições de uso do solo,
SUSTENTABILIDADE NO PLANO DIRETOR
estudar e delimitar instrumentos
urbanísticos e definições de uso do solo,
com o objetivo de solucionar conflitos
entre usos urbanos incompatíveis com a
proteção ambiental;
• enfoque especial para:
- manutenção da cobertura vegetal
- proteção de mananciais

OLHAR REGIONAL

• dimensão ambiental envolve áreas maiores do que a região administrativa do município

• recortes territoriais mais abrangentes - bacias

• política ambiental em consonância com as questões de âmbito regional

• Comitês de Gerenciamento de Bacias Hidrográficas

- promoção de ações consorciadas

- conhecer/subsidiar planos de bacia

de Gerenciamento de Bacias Hidrográficas - promoção de ações consorciadas - conhecer/subsidiar planos de bacia

Como as disposições ambientais podem integrar a esfera municipal?

Lei Orgânica – estrutura e organiza o município

- * Plano Diretor – componente-chave do planejamento municipal

- * Planos Setoriais – Plano Diretor de Resíduos

Sólidos,

Drenagem Urbana

- * Código Ambiental Municipal

- * Leis esparsas

Arborização Urbana,

1 – LEITURA DA REALIDADE MUNICIPAL

• Entender a cidade através do estudo de dados e

informações sociais, econômicas, ambientais e culturais, articuladas às percepções construídas nos debates entre o Poder Público e os segmentos da sociedade

• Identificar os problemas, os conflitos e as potencialidades.

• Duas formas de leitura: Leitura técnica e leitura comunitária

COMO A QUESTÃO AMBIENTAL APARECE NO PLANO DIRETOR?

1. Na leitura da realidade do município

2. Na definição da função social da cidade e da propriedade

3. No macrozoneamento

4. Nas zonas especiais de preservação ambiental

5. Nos instrumentos urbanísticos

6. Nos parâmetros construtivos

7. Nas políticas setoriais que afetam o desenvolvimento urbano e ambiental

1.1 Leitura comunitária

• visão da cidade, problemas, qualidades e conflitos feita pelos grupos da população

1.2 Leitura técnica

• Construída com base em informações e levantamento de dados sociais, econômicos, ambientais e culturais

• Sistematização destes dados, mapas, estudos, planos

- mapas temáticos: geomorfologia, geologia, clima, hidrografia, vegetação, solos.

- identificação das áreas de preservação, de proteção de mananciais, de unidades de conservação

- condições de saneamento ambiental

2 – FUNÇÃO SOCIOAMBIENTAL DA CIDADE E DA PROPRIEDADE • Preservação de mananciais • Preservação
2 – FUNÇÃO SOCIOAMBIENTAL DA CIDADE E DA
PROPRIEDADE
• Preservação de mananciais
• Preservação de ecossistemas
• Preservação da paisagem

3 – MACROZONEAMENTO

• É a base para aplicação de grande parte dos instrumentos do PD

• Estabelece grandes diretrizes de ocupação

• Definir os vetores de crescimento urbano e as áreas onde se pretende inibir a ocupação urbana

• Áreas destinadas à conservação – instrumentos urbanísticos mais rígidos

• Áreas destinadas à consolidação da ocupação – maior flexibilidade

Lei Federal nº 3766/79 e Lei Federal nº 9785/99 – proíbem o parcelamento do solo para fins urbanos:

• terrenos alagadiços e sujeitos à inundações

• terrenos que tenham sido aterrados com materiais nocivos à saúde

• terrenos com declividade superior a 30%

• terrenos com condições geológicas impróprias

• em área de preservação ecológica

- Zona de expansão urbana – definição baseada em critério eminentemente ambientais - dimensões
- Zona de expansão urbana – definição baseada
em critério eminentemente ambientais
- dimensões

- Zona de expansão urbana – definição baseada em critério eminentemente ambientais

- dimensões

- Zona de expansão urbana – definição baseada em critério eminentemente ambientais - dimensões

Nome da

Macrozona

Macrozona Central

Macrozona de

Urbanização

Prioritária

Macrozona de Estruturação Urbana

Critérios de Definição

Áreas centrais, providas de equipamentos e infra- estrutura

Áreas bem localizadas e infra-estruturadas com grande número de lotes desocupados

Áreas semi-periféricas com infra-estrutura incompleta

Objetivos

Repovoamento com habitação de interesse social

Aproveitamento da infra- estrutura disponível e manutenção da população de baixa renda

p de empreendimentos comerciais, industriais e de serviços e melhoria das condições habitacionais

Incentivar a im lanta ão

ç

Macrozona de

Preservação e recuperação ambiental com usos compatíveis.

Preservação

Ambiental

Macrozona Rural

Região de produção agrária, com alguns distritos de população tradicional (caiçara, indígena, quilombola).

Fomento às pequenas propriedades produtivas, restrição à expansão urbana, regularização dos distritos.

Instrumentos

ZEIS nas áreas desocupadas, edificação compulsória, IPTU progressivo.

Tributação específica para áreas desocupadas, consórcio imobiliário, ZEIS de favelas.

ç Fundo de Desenvolvimento Urbano, ZEIS de favelas e loteamentos irregulares, instrumentos de regularização fundiária.

Prioridade de a lica ão do

p

Compensação ambiental, estudos de impacto ambiental, articulados com instrumentos de promoção de habitação nas demais macrozonas.

Restrições ao parcelamento, estabelecimento de zonas de urbanização específica nos distritos.

4- ZONAS ESPECIAIS DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

a) zona de restrição à ocupação – topos de morros, áreas com declividade maior que 45%, nascentes, margens de cursos d’água e fragmentos florestais em estágio médio e avançado de regeneração, áreas de várzeas ou banhados.

Verificar Código Florestal Federal e Estadual

b) zonas especiais de recuperação ambiental – necessitam de projeto específico para recuperação para melhorar o desempenho ambiental – seja para sua utilização com fins urbanos, seja para a preservação ambiental

- recomposição florestal

- implantação de corredores de fauna

- recuperação de matas ciliares

- desassoreamento de cursos d’água

- descontaminação de solos

- estabilização de encostas

- remoção de riscos ambientais

c) Zonas de ocupação dirigida – áreas com baixa densidade de ocupação que necessitam de uso e saneamento adequados, visando à preservação da flora e fauna.

Fomento de atividades que colaborem para a conservação do solo e de baixa geração de cargas poluidoras

flora e fauna. Fomento de atividades que colaborem para a conservação do solo e de baixa

d) Zonas onde se permita maior ocupação – vincular a ocupação à existência de infra-estrutura de saneamento com qualidade, estimular parâmetros de ocupação que permitam a permeabilidade do solo e não sobrecarreguem a infra-estrutura existente

e) Zonas de requalificação urbana – parcelas do território ocupadas por uso predominantemente habitacional, desprovidas das condições mínimas de saneamento ambiental. Reconhecer estas áreas como ocupações urbanas consolidadas e nelas implantar infra-estrutura e rede de saneamento. Podem ser demarcadas como zonas especiais de interesse social (ZEIS).

5 - INSTRUMENTOS URBANÍSTICOS

5 - INSTRUMENTOS URBANÍSTICOS
-
-
Estudo de impacto de vizinhança - possibilidade de intermediação entre os interesses dos empreendedores e

Estudo de impacto de vizinhança

- possibilidade de intermediação entre os interesses dos empreendedores e da população atingida

- alterações mais freqüentes: trânsito e sossego público

- precisa de lei municipal definindo critérios de sua aplicação e empreendimentos passíveis de aplicação

6 – PARÂMETROS CONSTRUTIVOS/ ÍNDICES URBANÍSTICOS

- podem colaborar para a manutenção e controle da preservação do meio ambiente. Ex.:

- necessidade de recuos permeáveis

- taxas de permeabilidade por lote

- altura dos prédios

- largura dos afastamentos laterais

- taxa de ocupação do lote

- coeficiente de aproveitamento

7– POLÍTICAS SETORIAIS QUE AFETAM O DESENVOLVIMENTO URBANO E AMBIENTAL

- Verificar políticas setoriais com interferência na área ambiental – habitação, saneamento ambiental, transporte, patrimônio, turismo,

- Devem estar articuladas com o planejamento territorial, mas não necessariamente estarem contidas no PD

- Planos setoriais com cronograma avançado em relação ao do PD – drenagem, arborização urbana, Agenda 21 local, pavimentação, saneamento

PLANO DIRETOR E O MEIO AMBIENTE RURAL

Zoneamento, identificando:

- áreas com importantes recursos naturais preservados

- áreas com importantes recursos naturais em condições de serem recuperados

Identificar conflitos ambientais:

- a presença de indústrias poluidoras

- ocorrência de erosão

- assoreamento dos cursos d’água

- contaminação do solo

- contaminação dos recursos hídricos