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01/09/13

Que Fim Levou? - Garrincha

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FOTOS JOGOS ONLINE NOTÍCIAS VÍDEOS ENTRETENIMENTO MAIS Garrincha Ex-ponta direita do Botafogo-RJ e Seleção
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Garrincha

Ex-ponta direita do Botafogo-RJ e Seleção Brasileira

Ex-ponta direita do Botafogo-RJ e Seleção Brasileira Manoel dos Santos, o Garrincha, o melhor ponta-direita que

Manoel dos Santos, o Garrincha, o melhor ponta-direita que o

mundo já viu, nasceu em Pau Janeiro, no dia 28 de outubro

Rio de Janeiro, em 20 de janeiro de 1983.

Genial com a bola nos pés, o anjo de pernas tortas, como era chamado, foi castigado pela vida boêmia que teve após deixar os gramados. O apelido era o nome de um passarinho, que quando garoto o ponta gostava de caçar.

Começou a carreira no Botafogo em 1953, equipe que defendeu até 1965. O time da estrela solitária conquistou vários títulos:

campeão carioca (1957, 1961 e 62), do Rio-São Paulo (1962, 64 e 66). Foi peça essencial nas seleções brasileiras de 1958 e 1962, que conquistaram, respectivamente, as Copas da Suécia e do Chile.

Aliás, em 1962 Garrincha foi o grande astro do time brasileiro. Sem Pelé, que se contundiu ainda na primeira fase da competição, o ponta-direita do Botafogo chamou a responsabilidade para si e desequilibrou.

Garrincha foi um dos 47 jogadores convocados, pelo técnico Vicente Feola, para o período de treinamento que visava conquistar a Copa da Inglaterra e, consequentemente, o tricampeonato mundial de futebol. Infelizmente deu tudo errado.

Os 47 jogadores convocados, devido a forte pressão dos dirigentes dos clubes, para o período de treinamento em Serra Negra-SP e Caxambu-MG como preparação para a Copa de 66, na Inglaterra, foram: Fábio – São Paulo, Gylmar – Santos, Manga – Botafogo, Ubirajara Mota – Bangu e Valdir – Palmeiras (goleiros); Carlos Alberto Torres – Santos, Djalma Santos – Palmeiras, Fidélis – Bangu, Murilo – Flamengo, Édson Cegonha – Corinthians, Paulo Henrique – Flamengo e Rildo – Botafogo (laterais); Altair – Fluminense, Bellini – São Paulo, Brito – Vasco, Ditão – Flamengo, Djalma Dias – Palmeiras, Fontana – Vasco, Leônidas – América/RJ, Orlando Peçanha – Santos e Roberto Dias – São Paulo (zagueiros); Denílson – Fluminense, Dino Sani – Corinthians, Dudu – Palmeiras, Edu – Santos, Fefeu – São Paulo, Gérson – Botafogo, Lima – Santos, Oldair – Vasco e Zito – Santos (apoiadores); Alcindo – Grêmio, Amarildo – Milan, Célio – Vasco, Flávio – Corinthians, Garrincha – Corinthians, Ivair – Portuguesa de Desportos, Jair da Costa – Inter de Milão, Jairzinho – Botafogo, Nado- Náutico, Parada – Botafogo, Paraná – São Paulo, Paulo Borges – Bangu, Pelé – Santos, Servílio – Palmeiras, Rinaldo – Palmeiras, Silva – Flamengo e Tostão – Cruzeiro (atacantes).

Silva – Flamengo e Tostão – Cruzeiro (atacantes). Dos 47 convocados por Vicente Feola, para esse

Dos 47 convocados por Vicente Feola, para esse infeliz período de treinamentos,

acabaram viajando para a Inglaterra os seguintes 22 "sobreviventes": Gylmar e Manga (goleiros); Djalma Santos, Fidélis, Paulo Henrique e Rildo (laterais); Bellini, Altair, Brito

e Orlando Peçanha (zagueiros); Denílson, Lima, Gérson e Zito (apoiadores); Garrincha, Edu, Alcindo, Pelé, Jairzinho, Silva, Tostão e Paraná (atacantes).

Depois do Botafogo, já com sérios problemas no joelho, Garrincha ainda defendeu o Corinthians (1966), a Portuguesa Carioca (1967), o Atlético Júnior, da Colômbia (1968),

o Flamengo (1968), o Olaria (1972) e no time do Milionários, entre 1974 e 1982.

O Milionários era um time de jogadores veteranos que se apresentava em todos os cantos do Brasil levando o encanto e o talento que verdadeiros gênios tiveram para que vários rincões distantes pudessem também ver de perto quem forjou a grandeza do futebol do Brasil. O idealizador do Milionários, com sede em São Paulo, foi o saudoso Toledo, falecido no dia 13 de abril de 1999.

Foram 13 partidas com a camisa do Timão (5 vitórias, 2 empates, 6 derrotas) e apenas dois gols marcados (fonte: Almanaque do Corinthians - Celso Unzelte).

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Que Fim Levou? - Garrincha

Em sua curta passagem pelo Flamengo, foram 20 jogos (12 vitórias, 4 empates, 4 derrotas) e quatro gols marcados (fonte: Almanaque do Flamengo - Clóvis Martins e Roberto Assaf).

Já com a camisa da seleção brasileira, foram 60 jogos (52 vitórias, 7 empates, 1 derrota) e 16 gols marcados (fonte: Seleção Brasileira 90 anos - Antonio Carlos Napoleão e Roberto Assaf).

QUANDO GARRINCHA CHOROU

Carlos Napoleão e Roberto Assaf). QUANDO GARRINCHA CHOROU O site Terceiro Tempo recebeu no dia 24

O site Terceiro Tempo recebeu no dia 24 de janeiro de 2006, do internauta Maciel de Aguiar, o seguinte e-mail:

São coisas que só acontecem ao Botafogo e ao Estado do

Espírito Santo. Menino ainda

botafoguense diante daquele extraordinário elenco: Didi,

Nilton Santos, Garrincha

o

virar

torcia

que

para

o

não

e

olha

Vasco

era

“Expresso da Vitória” – foi duro.

Não, não tinha aparelhos de TV nos idos de 50, era tudo romanticamente ouvido no rádio, na distante Conceição da Barra. Imaginava os dribles intangíveis do gênio das pernas tortas e indagava: Como pode alguém com as pernas feito um bambolê e a bacia deslocada fazer coisas mirabolantes. Pior ao vê-lo – no Maracanã, já em fim de carreira – observei que as mágicas pernas eram vergadas para um lado, aí tive que refazer os dribles na memória. Reconstituir Coronel, Bigode, Orlando e Bellini, batendo cabeça. E suas pernas bailavam desafiando a anatomia, a ortopedia e a lei da gravidade pela linha imaginária dos gramados dos meus sonhos de menino.

Se tivesse uma religião seria a das pernas do Garrincha. Iria adorá-las e reverenciá-las pelos santos e abençoados dribles nos “joões”. Os argentinos não criaram uma religião para o Maradona? Por que não criamos outra

para as pernas do Garrincha? Tadinho de Maradona com aqueles driblezinhos previsíveis, aquelas

perninhas certinhas e bem torneadas

fizeram a realeza Sueca, em 1958, curvar-se às suas chuteiras; depois no Chile, em 62, a sagração.

Estou falando de coisas imprevisíveis, sagradas, míticas, que

Em São Mateus, no norte capixaba, em 1980, a Prefeitura Municipal contratou a “Seleção” da AGAP- RJ para enfrentar o escrete local. A principal atração, lógico: Mané Garrincha. Gritei feito louco e até esqueci as vicissitudes da província

No dia do jogo, o nosso Garrincha chegou com a perna fraturada e foi gessado pelo médico Ericson Peçanha, no Hospital Maternidade. Humano e gentil, fez questão de cumprimentar todos os doentes, mas estava fora do “clássico”.

– Como assim? Indagou o prefeito

ele entrar em campo, caso contrário não pago

e tomou uma decisão surpreendente: – Arranjem umas muletas para

”.

E assim foi feito – providenciaram duas muletas e o gênio das pernas tortas, o deus dos dribles sublimes,

a alegria do povo –, entrou no gramado apoiando-se num só pé, sob aplausos dos torcedores.

Aproximei-me e vi que Garrincha chorava

Olhei-o com um misto de dor e desespero.

paralisado, assisti àquela cena insólita.

Quando Garrincha chorou

meus olhos se encheram d´água.

Maciel de Aguiar é escritor e reside no Porto de São Mateus. memorialeditora@terra.com.br

A LENDA GARRINCHA:

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Que Fim Levou? - Garrincha

01/09/13 Que Fim Levou? - Garrincha "Um lenço era um latifúndio para o talento de Garrincha"

"Um lenço era um latifúndio para o talento de Garrincha" (Armando Nogueira)

"Ele parado já era um drible" (Jô Soares brinca ao falar sobre Garrincha, que tinha problemas na coluna e as pernas tortas)

"Ele era extraordinário. Encantava o torcedor" (Jô Soares, novamente, sobre Garrincha)

"O Pelé era um atleta e Garrincha um artista" Nogueira)

(Armando

LEIA MAIS: Lembrança - O dia em que Garrincha, Nena e mais 20 jogadores foram expulsos de campo.

Um gênio chamado Garrincha. Por José Roberto de Oliveira

Neste ano que lembramos, tristemente, os 25 anos de ausência do nosso querido Mané Garrincha, não poderia deixar de dar o meu depoimento pessoal sobre esta genialidade de jogador de futebol que, indiscutivelmente, não teve, até o momento, alguém que seja comparado a ele, não obstante o carisma de Pelé e de Maradona.

Ano de 1982, se não me falha a memória, em Indaiatuba, SP. A APAE da cidade, com pouco tempo de fundação, buscava de todo modo, recursos financeiros para dar continuidade em seus trabalhos de atendimento aos excepcionais, ou melhor, portadores de Síndrome de Dawn e solidificação de suas dependências.

Como um dos seus fundadores e pertencente ao quadro de sua diretoria de então, decidimos contratar os conhecidos Milionários, para uma partida contra o Esporte Clube Primavera local. Um evento com o caráter beneficente.

Mais do que nunca, os Milionários se prontificaram a estar na cidade, marcando data, hora e local. O Estádio Ítalo Mário Limongi foi pequeno para receber tanta gente. É que no contrato rezava a presença indispensável de um jogador: Mané Garrincha. Sem este, o contrato jamais sairia.

Entre os jogadores da equipe de veteranos, estava Paulo Borges, Tupãzinho e Dudu. Uma partida que ficaria marcado para sempre em minha retina. Explico.

O

jogo dos veteranos do Milionários contra a equipe de profissionais do Esporte Clube Primavera se iniciou sem

a

presença de Mané Garrincha. É que ele havia chegado atrasado e não estava bem. Tive a oportunidade de vê-

lo

no carro, estendido no banco de trás e sem possibilidade alguma de entrar em campo. Mané Garrincha

realmente não teria qualquer oportunidade de iniciar a sua carreira: tinha as pernas visivelmente tortas. Sei que o Luís Pereira (Luís Chevrolet), que iniciou sua carreira no São Bento de Sorocaba, passando pela Europa e Palmeiras, tem as pernas tortas. Contudo, estas pernas nem chegam no que eram as de Mané Garrincha, razão pela qual o denominam, também, de “o gênio das pernas tortas”.

o denominam, também, de “o gênio das pernas tortas”. Recolhido nos vestiários, demos, a ele, café

Recolhido nos vestiários, demos, a ele, café quente, sem açúcar e tudo o mais fizemos para reanimá-lo. Foi difícil. O célebre jogador não dava sinal que poderia ficar em pé, tal o seu lastimável estado.

Lá, nas arquibancadas do estádio, a gritaria era ensurdecedor:

- “Garrincha! Garrincha! Garrincha! Queremos Garrincha!

O jogo parou e fomos falar com Dudu, que era o interlocutor do

Milionários e expomos que não dava para continuar. E, possivelmente, teríamos que devolver o dinheiro, porque os que estavam ali queriam, a tudo o custo, ver Mané Garrincha em campo. Só vê-lo em campo, estariam satisfeitos.

Depois de um vai-e-vem, conseguiu-se deixar o Garrincha em pé.

E lá foi o jogador para o campo. A sua entrada triunfal, foi um

delírio total. Nunca imaginei que uma pessoa fosse tão idolatrada

como o Mané Garrincha.

Reiniciou-se o jogo e o fantástico ponta ficava indo de um lado a outro, mas sem ninguém lhe passasse a bola. Havia o medo de uma queda ou qualquer coisa que pudesse lhe acontecer.

O delírio foi geral: “Bola pro Garrincha! Bola pro Garrincha!

E novamente o jogo pára. Chamamos o Dudu e expomos a

situação. O ex-palmeirense foi claro, dizendo que Mané Garrincha não tinha condições de apanhar a bola e sair

jogando. Mas nada disso adiantou. Propomos que ele mesmo, Dudu, jogasse para o ponta uma bola, só para constar. O pouco que ele estivesse com a mesma, seria o suficiente para os que pagaram o ingresso e lotaram o estádio.

Pois bem. Num determinado tempo do jogo, Dudu lhe faz um cruzamento. A bola chega pelo alto, até o peito de

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Que Fim Levou? - Garrincha

Mané Garrincha. Desliza sobre o seu corpo, chegando até os seus pés. Pisa e faz um gesto de vitória. Depois escorrega e cai. Não levanta mais e é retirado de maca.

Estes meus olhos, que a Terra há de comer, jamais presenciaram uma situação de jogo de futebol onde a bola, como que por um encanto, chega ao peio do jogador e só desce, vagarosamente até aos seus pés, com a serenidade de possuir um imã dentro dela e, creio eu, existir um outro dentro do fantástico jogador. Foram segundos de pura luz, tal a beleza de um gênio do futebol e uma esfera apaixonada por todos.

Mané Garrincha, ao que pese o aparecimento de jogadores extraordinários, principalmente aqui no Brasil, jamais será superado pela sua formosura em campo e, também, pelas suas célebres tiradas, próprias de sua simplicidade, cantadas em versos, em livros biográficos, em maestrias de vídeos que nos enchem de alegria, “alegria do povo” – assim como o chamavam.

*José Roberto Guedes de Oliveira, ensaísta, biógrafo e historiador. E-mail: guedes.idt@terra.com.br

O site Terceiro Tempo recebeu no dia 05 de fevereiro de 2006, do internauta Mário Lopomo

(mlopomo@uol.com.br) o seguinte e-mail:

LEMBRANÇA - O Dia em que Garrincha, Nena e mais 20 jogadores foram expulsos de campo.

No torneio Roberto Pedrosa de 1954, no mesmo dia em que o selecionado brasileiro ia jogar contra a Hungria, Portuguesa de Desportos, estava jogando com o Botafogo do Rio de janeiro. Por causa do jogo da copa do mundo este jogo foi colocado para a parte da manhã no Pacaembu. Os times estavam desfalcados com alguns jogadores servindo a seleção brasileira. Principalmente a Portuguesa que estava sem Djalma Santos, Brandãozinho, Julinho e Pinga. O Botafogo sem, Nilton Santos e Didi. Tudo ia indo as mil maravilhas com a Portuguesa ganhando pelo escore de 2x1. Mas quando Edmur marcou o terceiro tento da Portuguesa, O beque central do Botafogo deu-lhe uma tremenda porrada pela cara. Houve a reação do jogador da Portuguesa, e todos os demais jogadores em campo, mais reservas, técnico, medico e massagistas também entraram no rolo. Foi uma pancadaria das grossas. Lindolfo goleiro da Portuguesa que não era grande mas atarracado, deu uma porrada na cara do goleiro reserva do Botafogo que jogou ele a três metros de distancia. Foi muito difícil acabar com aquela confusão. Os dirigentes. Delegado e policiais (poucos) a muito custo acalmaram a confusão. Xingamentos daqui e dali faziam esquentar novamente, mas já dava para não deixar a coisa esquentar. Quando o pequeno público que rendeu 44.050 cruzeiros, pensou que o jogo iria continuar, eis que o arbitro Carlos de Oliveira Monteiro (Tijolo) expulsou todos os 22 jogadores e mais reservas e técnicos de campo. Não tenho noticia de que houve outro jogo com esse acontecimento de expulsões.

PORTUGUESA: Lindolfo; Nena e Valter, Herminio, Clovis e Ceci. Dido, (Nelsinho) Renato, Osvaldinho, Edmur e Ortega. BOTAFOGO: Pianowski; Arati, Ruarinho e Tomé. Bob, Juvenal e Floriano. Garrincha, Dino, Carlyle, Jaime e Vinicius. Arbitro: Carlos de Oliveira Monteiro (Tijolo) Renda: 44.050,00 Estádio:

Pacaembu - 22/06/1954.

No dia 11 de dezembro, o jornalista Severino Filho mandou um e-mail com alguns dados da carreira

de Garrincha:

"-----Mensagem original----- De: severinofilho@acessepiaui.com.br [mailto:severinofilho@acessepiaui.com.br] Enviada em: sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 09:04 Para: redacao@terceirotempo.com.br Cc: severinofilho@acessepiaui.com.br Assunto: GARRINCHA

Caro,

Embora entenda que os textos do QUE FIM LEVOU não são frios registros de datas e números, sugiro que, na história do saudoso GARRINCHA, sejam incluídas informações como

Depois que deixou o Olaria, equipe pela qual jogou sua última competição oficial - o Campeonato Carioca de 1972 -, Mané fez dezenas de jogos-exibições pelo país, como fonte de receita diante das dificuldades financeiras. O problema tornou-se quase uma comoção nacional e para ele foi realizado um jogo-beneficente - 0 Jogo da Gratidão -, em 20 de dezembro de 1973, quando uma seleção de jogadores brasileiros enfrentou outra de atletas estrangeiros no Maracanã.

Garrincha foi homenageado e fez uma despedida oficial do futebol. Deu a volta olímpica e jogou camisa, meiões e chuteiras para a torcida. Na volta de despedida, ao passar diante da tribuna onde encontrava-se o presidente Médici, fez uma saudação ao presidente da República. A propósito, o nome dos dois está ligado a um episódio interessante.

Quando foi instalado um museu do futebol no Estádio Maracanã, autoridades da época resolveram batizá-lo de Museu Presidente Médici. Alguns anos depois, logo que o jornalista Sandro Moreyra faleceu, diretores do museu procuraram a filha do jornalista - Sandra Moreyra, da Rede Globo -, solicitando a doação do uniforme completo que Garrincha usou na Copa de 62 e que, até então, era guardado por Sandro.

Sandra não colocou dificuldades, mas fez uma exigência: "Eu faço a doação do uniforme do Mané ao

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Que Fim Levou? - Garrincha

Museu, mas desde que mudem o nome para Museu Mané Garrincha". E assim foi feito.

O museu do Maracanã leva o nome de Garrincha e ostenta, como peça de inestimável valor, o uniforme completo que Garrincha usou quando ganhou sua segunda Copa do Mundo.

É isso, Abs, Severino Filho (jornalista e historiador)"

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