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Avaliação dos Alunos com NEE nas Escolas regulares
Avaliação dos Alunos com NEE
nas Escolas regulares
Devemos compreender a avaliação como um processo permanente e contínuo, compartilhado por TODOS os que
Devemos compreender a
avaliação como um
processo permanente e
contínuo, compartilhado
por TODOS os que atuam
na escola.
EU VEJO
EU VEJO
EU INVESTIGO EU AVALIO!
EU
INVESTIGO
EU
AVALIO!
O INÍCIO DO ANO LETIVO: CONSIDERAÇÕES INICIAIS • Os primeiros dias de aula são fundamentais
O INÍCIO DO ANO LETIVO:
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
Os primeiros dias de aula são fundamentais
para dar início à socialização dos alunos.
No
caso
de
alunos
com
necessidades
educacionais especiais é importante observar
como os colegas reagem à sua presença.
Observar o aluno ao longo do seu processo de
atendimento escolar pode oferecer informações
preciosas para que o professor mude sua forma
de agir com o aluno.
Art. 17 A Avaliação do desempenho escolar dos estudantes com necessidades educacionais especiais matriculados em
Art. 17
A Avaliação do desempenho escolar
dos estudantes com necessidades
educacionais especiais matriculados
em classes comuns terá uma
abordagem diagnóstica, suprimindo
o caráter classificatório.
• Uma das primeiras indicações para o professor elaborar o planejamento de ensino para sua
• Uma das primeiras indicações para o professor
elaborar o planejamento de ensino para sua
turma, que, nesse caso, conta com um aluno
que apresenta necessidade educacional
especial já identificada, é levantar um
conjunto de informações a seu respeito que
lhe permita registrar seu nível de
conhecimento real e potencial (Vygotsky).
• É válido sugerir ao professor que, no início do ano letivo, faça uma consulta
• É válido sugerir ao professor que, no início do ano
letivo, faça uma consulta aos documentos da
ficha do aluno ou da avaliação de ingresso e
colete informações com o(s) professor(es) que o
antecederam. Esse procedimento permite
conhecer importantes informações pessoais,
familiares e escolares do aluno.
• É uma tarefa importante observar a disposição
dos alunos e os procedimentos mais
favorecedores para o desenvolvimento de tarefas
conjuntas e que possam potencializar a
participação de um aluno com necessidades
educacionais especiais.
• Outro importante procedimento é a observação, de onde se pode apreender o nível de
• Outro importante procedimento é a
observação, de onde se pode apreender o
nível de desempenho do aluno nas mais
variadas áreas do comportamento. Isso pode
ser realizado em sala de aula, durante os
pequenos intervalos em que o professor está
averiguando se os alunos estão fazendo as
atividades, em situação de brincadeira livre,
no recreio, enfim, em todos os lugares em que
se encontram os alunos.
atividades, em situação de brincadeira livre, no recreio, enfim, em todos os lugares em que se
• Ainda pela observação do comportamento do aluno é possível apreender algumas de suas manifestações
• Ainda pela observação do comportamento do aluno é possível apreender algumas de suas manifestações
• Ainda pela observação do comportamento do
aluno é possível apreender algumas de suas
manifestações emocionais (isolamento, raiva,
agressividade, excesso de risos, choro etc).
• Outras importantes informações podem ser
obtidas em contato com os responsáveis pelo
aluno.

E assim:

• “Repensar a escola à luz da diversidade é, como afirma Jiménez(1997), favorecer que a
• “Repensar a escola à luz da diversidade é,
como afirma Jiménez(1997), favorecer que a
escola da discriminação dê lugar à escola
aberta para todos, em que a inclusão seja
estar com o outro, viver uns com os outros”.
(Melo, 2010).
E na Sala de Aula? • Identificar os elementos que intervêm no processo de ensino
E na Sala de Aula?
• Identificar os elementos que intervêm no processo de
ensino e de aprendizagem: o aluno, o contexto escolar
(escola e sala de aula) e o contexto familiar;
• Rever as práticas pedagógicas e a fundamentação teórica
que as embasa;
• Identificar as necessidades educacionais especiais dos
alunos;
• Considerar as diferenças individuais dos alunos, valorizando
as competências de cada um e a diversidade;
• Construir caminhos para a remoção de barreiras na
aprendizagem, a partir da reflexão sobre os
objetivos da prática avaliativa.

CURRÍCULO

• RESOLUÇÃO Nº02/2012 ART. 23 Parágrafo único O currículo e a avaliação devem ser flexíveis
• RESOLUÇÃO Nº02/2012
ART. 23 Parágrafo único
O currículo e a avaliação devem ser flexíveis
buscando meios práticos que favoreçam o
desenvolvimento das competências sociais, o
acesso ao conhecimento, à cultura e às formas
de trabalho valorizadas pela sociedade.
CONSTATAÇÕES
CONSTATAÇÕES
• A pessoa com deficiência tem condições de ampliar suas possibilidades desde que o professor
• A pessoa com deficiência tem condições de ampliar
suas possibilidades desde que o professor demonstre
atitudes de respeito e solidariedade.
• Acreditar na potencialidade das pessoas com
deficiência, ou não, e desenvolver registro qualificado,
ficando atento às respostas apresentadas, é que o
professor passa a compreender a necessidade de seu
aluno. Daí é capaz de planejar as intervenções
necessárias para que novos conhecimentos sejam por
ele apropriados.
• Deixar um aluno com deficiência à margem da aprendizagem é um grande equívoco. A
• Deixar um aluno com deficiência à margem da
aprendizagem é um grande equívoco. A escola é
responsável pela aprendizagem dos alunos com
necessidades educacionais especiais,
utilizando-se de alguns procedimentos simples:
realizar atividades em duplas ou grupos, em que
se garanta a participação desses alunos. Essa
estratégia contribui para que os alunos se ajudem
mutuamente, trocando informações e
colaborando na execução das atividades.

Para quê ou Por que avaliar?

• Para observar as possibilidades para a intervenção, as dificuldades para sua resolução, a evolução
• Para observar as possibilidades para a intervenção, as
dificuldades para sua resolução, a evolução do pensamento
do aluno e seus erros e os equívocos do professor como
possibilidade de compreender o que o aluno sabe, o que
precisa saber para avançar em sua aprendizagem, e o que o
professor deve modificar em seu planejamento de ensino e
em suas atitudes em relação ao aluno.
• “Para discutir a aprendizagem dos alunos, para aperfeiçoar
o processo avaliativo e a educação” (Hoffmann, 2005);
• Para subsidiar com informações sobre o que o aluno já sabe
(nível de desenvolvimento real) e em que condições ele
aprende melhor (zona de desenvolvimento proximal).

Quem avalia?

• Não é uma ação exclusiva do professor da classe comum; a avaliação deve envolver
• Não é uma ação exclusiva do professor da
classe comum; a avaliação deve envolver
alunos, pais, equipe escolar, professor
itinerante, professor da SRM e, se possível,
equipe multiprofissional (clínica) que atenda
ao aluno.

O que avaliar?

• O que o aluno já interiorizou, ou seja, as evidências do que já conseguiu
• O que o aluno já interiorizou, ou seja, as
evidências do que já conseguiu aprender;
• O caminho que o aluno percorre para chegar às
suas respostas e resultados;
• As evidências das dificuldades que ainda
enfrenta e, a partir delas, o reconhecimento
das superações que precisam ser conquistadas.

Como avaliar?

• Utilizando registros que são fundamentais para acompanhar o processo educativo vivido por alunos podem
• Utilizando registros que são fundamentais para acompanhar o
processo educativo vivido por alunos podem ser realizados de
diferentes formas: através de relatórios, trabalhos em grupo
etc.
• Por meio da autoavaliação, cria-se a oportunidade para a
tomada de consciência do aluno sobre o seu processo de
aprendizagem .
• É na instância dos horários coletivos e nos conselhos de classe
que o processo de avaliação passa a ser compartilhado com os
demais membros-integrantes da equipe pedagógica da escola.
Nesse espaço é possível compartilhar observações sobre seus
alunos e tomar decisões quanto aos procedimentos
educacionais.

Recursos Utilizados

• Audiovisuais; • Objetos concretos; • Prancha de comunicação; • Manifestações Artísticas; • Conversas
• Audiovisuais;
• Objetos concretos;
• Prancha de comunicação;
• Manifestações Artísticas;
• Conversas Informais;
• Outras formas.