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ANTENAS

ANHANGUERA - FACNET

ANTENA ATIVA PARA A FAIXA DE 500khz A 30Mhz

- FACNET ANTENA ATIVA PARA A FAIXA DE 500khz A 30Mhz Alunos: Alexandre Magno Vieira de

Alunos: Alexandre Magno Vieira de Sant’anna RA:0954520075 Eliton Silva de Oliveira RA: 0991026777 Marcos Daniel Wiechert RA:0901358581 Robson Mamédio de Araújo RA:0901344584

Prof. Dr. Flávio Ferreira Lima

Brasília

Introdução 2011 As radiocomunicações dependem profundamente de três sistemas bem distintos: o aparelho eletrônico

Introdução

2011

As radiocomunicações dependem profundamente de três sistemas bem distintos: o aparelho eletrônico para receber e/ou transmitir as ondas eletromagnéticas, a linha de transmissão e a antena. A antena é a parte responsável pela introdução da onda eletromagnética na atmosfera (no caso da transmissão) e também pela sua captação (no caso da recepção). Para que o aproveitamento das ondas eletromagnéticas seja o melhor possível, estes três elementos devem estar em perfeita sintonia. Portanto, uma antena terá melhor rendimento se ela for especificamente construída para a frequência de trabalho do transmissor/receptor. Para uma antena que funcione na faixa de 500Khz a 30Mhz temos um comprimento de onda muito variado, pois, para 500khz temos um comprimento de onda (λ) por volta de 600 metros e para a frequência de 30Mhz temos um comprimento de onda (λ) de 10 metros o que fica inviável construir uma antena com essas medidas. Com uma antena ativa isso fica mais fácil, pois, ela tem um circuito amplificador de corrente, onde ele capta os sinais muito baixos das faixas requeridas e os amplificam para serem injetados em um receptor.

Desenvolvimento

A antena proposta aqui se trata de um monopolo com um circuito de ganho de aproximadamente 20dbi, seu circuito ativo e composto por duas etapas de transistorizada para a amplificação.

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O elemento irradiador do projeto é formado por uma placa de circuito impresso com as

O elemento irradiador do projeto é formado por uma placa de circuito impresso com as dimensões de 30mm x 50mm ou uma área efetiva de aproximadamente 150mm², figura 1 e 2.

uma área efetiva de aproximadamente 150mm², figura 1 e 2. Figura 1: A área efetiva da

Figura 1: A área efetiva da antena receptora.

figura 1 e 2. Figura 1: A área efetiva da antena receptora. Figura 2: Elemento irradiante

Figura 2: Elemento irradiante da antena receptora.

A potência de sinal útil, dissipada na carga da antena receptora, pode ser escrita como descrita na equação 1.

receptora, pode ser escrita como descrita na equação 1. eq. 1 em que Sinc é o

eq. 1

em que Sinc é o módulo do vetor de Poynting da onda incidente na antena, F2 θ0,φ0 é o valor da curva característica de radiação de potência normalizada no sentido de chegada da onda, ψ é o fator de perda por dissipação de energia na antena e na rede de casamento, |ξ|2 é o coeficiente de polarização e Γ é o coeficiente de reflexão.

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De acordo com a expressão (1) existem quatro condições para se aproveitar o máximo de

De acordo com a expressão (1) existem quatro condições para se aproveitar o máximo de potência recebida na carga.

1. A superposição exata da direção chegada da onda

plana, isto é, F2 θ0,ϕ0 ;

2. A redução ao mínimo das perdas ôhmicas de potência

na antena e na rede de casamento, ou se trabalhar no limite ψ → ;

3. A adaptação exata da polarização da antena com a

polarização da onda incidente, ou |ξ|2;

4.A adaptação da antena com a linha de alimentação e o uso de uma carga casada .

Cumprindo-se as quatro condições, a potência máxima disponível na carga da antena é igual ao produto do vetor de Poynting da onda incidente Sinc pela área efetiva da antena Aef . Em conseqüência, por área efetiva da antena se considera a magnitude da frente de onda plana, da qual a antena recupera e transmite para a carga a potência recebida na direção do máximo do diagrama de radiação e para as condições de casamento de polarização e ausência de perdas ôhmicas.

A Antena Ativa desenvolvida tem por objetivo ter um tamanho físico pequeno, portanto, o circuito eletrônico tem que conseguir corrigir as perdas devidas ao tamanho pequeno e o casamento de impedâncias através do ganho de corrente e transcondutância dos transistores empregados. O circuito projetado não oferece ganho de tensão ao sinal captado, apenas apresenta um ganho de corrente e operando como uma fonte de corrente com baixa impedância de saída controlada pelo campo elétrico captado pelo elemento irradiante. A corrente de saída do circuito é aplicado ao circuito de recepção de rádio.

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A primeira etapa é composta por um transistor FET figura 3, configurado como dreno comum

A primeira etapa é composta por um transistor FET figura 3, configurado como dreno comum e a segunda por um transistor bipolar na configuração de coletor comum figura 4.

bipolar na configuração de coletor comum figura 4. Figura 3: O Transistor FET polarizado na configuração

Figura 3: O Transistor FET polarizado na configuração dreno comum.

O Transistor FET polarizado na configuração dreno comum. Figura 4: O Transistor Bipolar polarizado na configuração

Figura 4: O Transistor Bipolar polarizado na configuração coletor comum.

O circuito completo

alimentação

amplificadora.

e

um

filtro

se

para

na

figura

evitar

5 com

ruídos

a fonte

na

de

etapa

L1

470uH R1 C3 C4 1M 470nF 470nF Q1 L2 R5 BF245 2k2 10uH C1 R7
470uH
R1
C3
C4
1M
470nF
470nF
Q1
L2
R5
BF245
2k2
10uH
C1
R7
Q2
R2
2N3866
1M
47R
470nF
C2
R4
R6
SAIDA
680R
10k
470nF
R3
R8
1M
220R

B1

12V

Figura 5: O Circuito da Antena Ativa.

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Os transistores de Efeito de Campo, JFET tem como características básicas e controle de uma

Os transistores de Efeito de Campo, JFET tem como características básicas e controle de uma corrente por um campo elétrico aplicado. A corrente flui entre os terminais chamados Fonte - S, e Dreno - D, e o campo devido a uma tensão aplicada entre um terminal de controle, a porta "Gate" - G, e o Fonte. Este compartimento é análogo a das válvulas eletrônicas pentodo.

A vantagem prática dos FET's que os torna cada vez mais comuns, principalmente os MOSFET's, é a sua alta impedância de entrada, não é necessária praticamente nenhuma corrente de entrada na porta para o controle da corrente de dreno. O primeiro FET desenvolvido foi o de junção, JFET (Junction Field Efect Transistor). Há dois tipos: Canal N e Canal P. Sua estrutura consiste numa barra de material semicondutor N (ou P), envolvida no centro com material P (ou N), a região N (ou P) esta parte, estreita, é chamado canal, por influir a corrente controlada. Note que em torno de um canal forma-se uma região de potencial na junção PN. Esta barreira restringe a área de condução de canal ao outro. A Figura 6 mostra a estrutura e o símbolo usado para representar o JFET.

a estrutura e o símbolo usado para representar o JFET. Figura 6. Estrutura de um Transistor

Figura 6. Estrutura de um Transistor JFET de canal N e o símbolo do JFET de canal N e P.

Na operação como amplificadores, usamos o conceito da Transcondutância, que define o ganho dos FET's. A Transcondutância, gm é a relação entre a variação na corrente Id

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e a variação em Vgs que a provoca. Nos FET, a Transcondutância é maior para

e a variação em Vgs que a provoca. Nos FET, a Transcondutância é maior para tensão Vgs de polarização menor e corrente ID maior. Assim, o ganho é determinado pela polarização como nos transistores bipolares e válvulas, e o tipo de FET a figura 7 mostra a configuração de fonte comum e o modelo e as equações para o cálculo do ganho da etapa.

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modelo e as equações para o cálculo do ganho da etapa. 2 eq. Figura 7. Transistor

eq.

Figura 7. Transistor JFET de canal N na configuração de Dreno comum ou seguidor de fonte e o modelo para o cálculo do ganho de tensão.

A configuração Dreno comum tem como característica um ganho unitário de tensão, ganho de corrente alto, impedância de entrada muito elevada e impedância de saída baixa.

A segunda etapa do circuito é formado por um transistor bipolar como amplificador coletor comum também conhecido como seguidor de emissor é mostrado na figura 8. Possui o coletor conectado diretamente a alimentação e o sinal amplificado é o sinal segue pelo resistor de carga de emissor (seguidor de emissor).

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Figura 8. Transistor bipolar na configuração coletor comum ou seguidor de emissor. Ganho de tensão:

Figura 8. Transistor bipolar na configuração coletor comum ou seguidor de emissor.

Ganho de tensão:

coletor comum ou seguidor de emissor. Ganho de tensão: Resistência de entrada : Ganho de corrente
de emissor. Ganho de tensão: Resistência de entrada : Ganho de corrente : Resistência de saída
de tensão: Resistência de entrada : Ganho de corrente : Resistência de saída : eq.3 eq.4
de entrada : Ganho de corrente : Resistência de saída : eq.3 eq.4 eq.5 eq.6 É

eq.3

eq.4

eq.5

eq.6

É empregado para casamento de alta para baixa impedância. O circuito coletor comum possui ganho de tensão igual a 1 e ganho de corrente elevada. Quando um sinal positivo é aplicado na base, a tensão que eleva na base faz com que o sinal na saída se eleve igualmente no mesmo valor. Quando o semiciclo negativo é aplicado na base, ocorre o inverso, a tensão da base diminui e a tensão de saída também diminui. Desta forma pode-se afirmar que o sinal na saída não sofre a inversão

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de fase. O amplificador seguidor de emissor é um amplificador de corrente. Testes e Medições

de fase. O amplificador seguidor de emissor é um amplificador de corrente.

Testes e Medições

Para testar o funcionamento da antena na faixa próxima aos 30MHz, foi usado um rádio HT de Radio da Faixa do Cidadão (PX) figura 9, como transmissor ou fonte de sinal de RF com as seguintes especificações:

Type: Citizen Band Transceiver Frequency Range: 26.965-27.255 MHz Channels: 40 Modes: AM Frequency Control: Power Output: 3 W Voltage: 12 VDC

O rádio estava transmitindo do pátio central da FACNET na freqüência de 27,405MHz e a antena ativa no laboratório de Telecomunicações. Para comparação, foi usado como antena um monopolo com 20cm de comprimento, e foi captado um sinal com a intensidade de -77.36dBm pelo analisador de espectro conforme mostrado na figura 10. Em seguida foi feita a medição do sinal usando a antena ativa e foi captado um sinal com intensidade de -60.03dBm pelo analisador de espectro conforme mostrado na figura 11. Usando a equação 7, podemos determinar o ganho na recepção do sinal usando o circuito projetado.

P2(dbm)

na recepção do sinal usando o circuito projetado. P2(dbm) Figura 9: Transceptor de 11 metros 27Mhz.

Figura 9: Transceptor de 11 metros 27Mhz.

P1(dBm)

+

G(dB)

=

eq.7

G(db) = P2(dBm) - P1(dBm)

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G(db) = -60.03 – (-77.36) G = 17,33dB na freqüência de 27,405MHz Desta forma podemos

G(db) = -60.03 – (-77.36) G = 17,33dB na freqüência de 27,405MHz

Desta forma podemos concluir que o circuito proporcionou um ganho de 17,33dB em relação a medição anterior.

proporcionou um ganho de 17,33dB em relação a medição anterior. Figura 10. Frequência de 27.405MHz -77.36dbm

Figura 10. Frequência de 27.405MHz -77.36dbm

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Figura 11: Frequência de 27.405MHz -60.03dBm Foi usado um gerador de sinal de RF figura

Figura 11: Frequência de 27.405MHz -60.03dBm

Foi usado um gerador de sinal de RF figura 12, para gerarmos uma portadora de 7.703MHz. O gerador estava em cima de uma mesa a uma distância de aproximadamente 2 metros e o analisador de espectro em outra mesa do laboratório de Telecomunicações. Para comparação, foi usado como antena um monopolo com 20cm de comprimento pelo gerador e pelo analisador de espectro. Foi captado um sinal com a intensidade de -76.97dBm pelo analisador de espectro conforme mostrado na figura 13, tendo em vista que o gerador de sinal de RF não possui potencia de saída, ficou muito difícil de ver a portadora no analisador de espectro. Em seguida foi feita a medição do sinal usando a antena ativa e foi captado um sinal com intensidade de -57.60dbm pelo analisador de espectro conforme mostrado na figura 14. Analisando estes dados com a

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equação 7 usada anteriormente, podemos determinar o ganho na recepção do sinal usando o circuito

equação 7 usada anteriormente, podemos determinar o ganho na recepção do sinal usando o circuito projetado.

G(db) = -76.97 – (-57.60) G = 19.37dB na freqüência de 7.703MHz

-76.97 – (-57.60) G = 19.37dB na freqüência de 7.703MHz Figura 12: Gerador de RF usado

Figura 12: Gerador de RF usado para a Frequência de 7.703MHz

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Figura 13: Frequência de 7.730MHz -76.97dBm sem a visualização da portadora. Figura 14: Frequência de

Figura 13: Frequência de 7.730MHz -76.97dBm sem a visualização da portadora.

de 7.730MHz -76.97dBm sem a visualização da portadora. Figura 14: Frequência de 7.725MHz -57,50dBm com

Figura 14: Frequência de 7.725MHz -57,50dBm com visualização da portadora

Neste caso especifico, a frequência ficou um pouco fora devido às características do gerador de RF não ter sido montado

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para estes testes e o mesmo não tem uma caixa blindada para ter os seus

para estes testes e o mesmo não tem uma caixa blindada para ter os seus sinais estabilizados, mas este tipo de problema não afeta a integridade das medidas dos sinais com a antena ativa proposta aqui.

Na figura 15 temos a foto do gerador de sinal do laboratório de telecomunicações onde o mesmo gerou um sinal de 100KHz. Foi captado um sinal com a intensidade de -77.29dBm pelo analisador de espectro conforme mostrado na figura 16, tendo em vista que o gerador de sinal de RF não possui potencia de saída, ficou muito difícil de ver a portadora no analisador de espectro. Em seguida foi feita a medição do sinal usando a antena ativa e foi captado um sinal com intensidade de -59.10dbm pelo analisador de espectro conforme mostrado na figura 17. Analisando estes dados com a equação 7 usada anteriormente, podemos determinar o ganho na recepção do sinal usando o circuito projetado.

G(db) = -77.29 – (-59.10) G = 18.19dB na freqüência de 100kHz

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Figura 15: Gerador de sinais com a frequência de 100Khz que não foi possível ver

Figura 15: Gerador de sinais com a frequência de 100Khz que não foi possível ver no analisador.

de 100Khz que não foi possível ver no analisador. Figura 16: Frequência de 100.3Khz -77.29dBm sem

Figura 16: Frequência de 100.3Khz -77.29dBm sem visualização da portadora

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Figura 17: Frequência de 100.3Khz -59.10dBm com visualização da portadora Considerações Finais Apesar da

Figura 17: Frequência de 100.3Khz -59.10dBm com visualização da portadora

Considerações Finais

Apesar da impossibilidade em se fazer os testes em toda banda projetada devido a falta de um transmissor que cobrisse todo o espectro, ficou claro que o protótipo conseguiu captar as ondas transmitidas com ganho próximo ao esperado.

O estudo do comportamento da onda recebida, verificando se houve alguma distorção na informação transmitida devido ao uso das etapas de amplificação poderá ser feita em trabalhos futuros.

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