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Resumo 1ª prova Fechamento de Minas

Capítulo 1:

Fechamento de mina:

Entende-se como

um

 

conjunto

de ações,

procedimentos e

medidas

de

controle que

foram

estabelecidas na conceição

nos

estudos

de

viabilidade,

e

serão

realizadas

segundo

o

plano

programado.

Vai desde

a

fase

de viabilidade ate á

liberação da área. Todas as estimativas de viabilidade de um projeto devem envolver o orçamento no plano de fechamento.

Procedimento:

a)Dar aviso ao DNPM

b)Relatório/Informe de trabalhos feitos e análises em relação aos demais anos c)Caracterização e quantificar as reservas remanescentes.

  • d) Plano de desmobilização de equipes e instalações,

além de indicar o seu destino final

  • e) Ter os planos atuais da área da mina

  • f) Interação de DNPM/Governo estadual & Municipal para o tratamento do assunto

  • g) Esboçar -áreas lavradas recuperadas/impactadas recuperadas e por recuperar

  • h) O mineral econômico deve ser desconsiderado às

operações mineiras desde um enfoque geológico, social-econômico i)Plano de integração paisagística j)Considerar no analises os impactos sociais e caracterizá-los.

Objetivos Geral

Proteger o meio ambiente em longo prazo, garantindo a saúde e segurança pública, usando

de efetiva estabilidade física, química e biológica das áreas degradas; - Estabelecimento de condições gerais que sejam consistentes com os objetivos de uso futuro.

Conceitos

Critério de Fechamento: Corresponde um nível de desempenho ambiental, acordado entre as partes, ou seja, os envolvidos no processo de fechamento de mina. Indicador ambiental: Parâmetro que fornece informação sobre um determinado fenômeno ambiental. Reabilitação: Processo de retorno de uma área degradada a uma condição autossustentável, considerando-se seus potenciais usos futuros Descomissionamento Processo de remoção de toda infra-estrutura de serviços não necessários quando da cessação da produção da mina Mina abandonada Mina antiga em que o fechamento foi incompleto, mais que ainda possui um responsável. Mina Órfã: Mina abandonada que não possui responsável, ou cujo responsável não pôde ser localizado. Provisão: Fundo criado pela empresa de mineração com base nas estimativas de custo das atividades de fechamento . Aprovação: Aprovação formal por autoridade competente do fechamento determinada mina, indicando que os critérios acordados foram alcançados. Contaminação: Alteração do médio ambiente pela ação de sustâncias que criam um impacto na qualidade original do Solo, Ar e Agua. Médio Ambiente: Entende se pela natureza que fica ao nosso redor e esta composta de arvores, rios etc, inclusive o que foi mudado pela ação do homem.

Tipos de contaminação:

praticas responsáveis. Entre os principais propósitos de um plano de fechamento de mina deve-se incluir:

-Contaminação Física: Todo material sólido cuja decomposição tem um processo nocivo ate ficar

  • - Redução

ou

eliminação

dos

impactos

reduzido, além dos efeitos secundários pós-evento.

ambientais adversos após o fim das atividades mineiras.

-Contaminação Química: Sustâncias químicas q tem interação iónica e/ou qualquer outro enlace q gera

  • - Redução

das

necessidades

de

modificação.

monitoramento e manutenção de longo prazo através

-Contaminação Auditiva: Quando a pressão do som

de efetiva estabilidade física, química e biológica das áreas degradadas.

gera incomodidade nos seres vivos. -Contaminação Visual: Quando a aparência

  • - Redução das necessidades de

desarmoniza com a natureza e o médio circundante.

monitoramento e manutenção de longo prazo através

Os principais grupos envolvidos num processo de fechamento são:

-A companhia (empregados, gerência, acionistas),

-comunidade

local

(empresários

locais,

proprietário de terra e vizinhos , governo local),

-estado.

Os princípios gerais de um plano de fechamento de mina podem ser assim sumarizados:

-Um plano de fechamento de mina deve constituir-se como uma parte relevante do planejamento de mina. -Um plano de fechamento conceitual deve ser providenciado para que se assegure que o processo seja tecnicamente, economicamente e socialmente viável. -Um plano de fechamento deve incluir análises de risco visando a redução de custos e incertezas ao longo do projeto

Custos de fechamento

-Desmantelamento/ Demolição; -Reconformação Topográfica; -Remoção de infraestrutura e equipamentos; -Selagem de aberturas subterrâneas; -Instalação de cercas e trincheiras; -Monitoramento e manutenção; -Custos devido aos impactos ambientais e sociais; -Custos empregatícios e de recolocação de mano de obra; -Custos administrativos diversos; OBS: Os bens imóveis e os equipamentos não devem ser usados para compensar os custos de fechamento, devido à incerteza dos custos esperados em relação aos obtidos quando chegar o período de fechamento.

Os principais grupos envolvidos num processo de fechamento são: -A companhia (empregados, gerência, acionistas), -comunidade local

Linha AG - corresponde às despesas de reabilitação ambiental, no estagio de desenvolvimento da mina:

-Remoção de capeamento para exposição do minério; -Construção de pilhas de estéril; -Construção de infraestrutura p/ disposição de rejeitos; -Abertura de acessos;

Se não há um processo de reabilitação ambiental concomitante à fase de desenvolvimento

ou construção da mina, os custos de fechamento se

acrescentam para um valor “I” Quando existe um

processo de reabilitação simultâneo à operação, os custos de fechamento seguem a linha GH. Além disso, a reabilitação progressiva e concomitante a lavra possibilitará a redução

gradativas dos custos de reabilitação ao avançar-se no tempo, na direção do fechamento, como se evidencia na linha HJ. Quanto à fase de pós-fechamento existirão dois cenários possíveis:

  • - Curto período de monitoramento (linha JE)

- Segundo cenário, caracterizado pela necessidade de monitoramento intermitente (linha JK) Uma mina pode estar sujeito
-
Segundo cenário, caracterizado pela
necessidade de monitoramento intermitente (linha
JK)
Uma mina pode estar sujeito a três tipos de
fechamento:
-
Planejado
-
Súbito
-
Temporário

Garantias

As garantias consideradas ao acordar-se um plano de fechamento são os fundos, as cartas de créditos e seguros. A seguir comenta-se sobre os principais itens a considerar para a escolha de um certo tipo de garantia bem como numa análises geral destas:

-Devem cobrir os custos de reabilitação, manutenção e monitoramento pós-fechamento; -Devem apresentar liquidez; -As agências reguladoras devem investigar a saúde financeira das seguradoras; -Devem ser facilmente acessíveis e comente devem ser liberadas com o aval da autoridade responsável; -Deve ser dada ao público, oportunidade de opinar sobre o valor e forma de liberação das garantias; -As garantias não devem usadas para cobrir ações judiciais ou trabalhistas; -A liberação das garantias deve ser progressiva refletindo o progresso e o sucesso do programa de fechamento.

Capítulo 2:

Degradação de áreas na mineração

Uma

consequência

das

atividades

de

mineração é a mudança da topografia, ecologia (habitat), produzindo contaminação direita no lugar onde acontece os trabalhos de lavra de minas.

Material contaminante

Assim também tem repercussões nas áreas próximas e passivos ambientais devido à de:

-Rejeitos (segundo o tipo de minério); -Estéreis (segundo o tipo de minério); -Água de drenagem (volume);

  • - Poluição (densidade de material);

  • - Desfiguração da paisagem (forma da cava, ou áreas afetadas devido à mineração).

Sociais e econômicas

a comunidade como centros de saúde, manutenção de estradas, etc. Um programa de fechamento de mina deve enfatizar tais perdas e propor, conjuntamente com a comunidade e o poder local, formas de mitigação destes impactos. Em minas localizadas em áreas remotas, normalmente em regiões subdesenvolvidas os impactos nos valores sociais e culturais resultam, frequentemente, em mudanças na estrutura social e no modo de vida local. Os impactos são as mudanças de estilo de vida do agrário para o urbano, de religião e convicções, no valor e na natureza das terras, nas visões e relações com o ecossistema e nas tradições e valores.

Capítulo 3:

Os órgãos ambientais governamentais, dentro do regime de concessão de licenças para preservação dos ambientes, solicitam sempre das empresas planos e programas de controle ambiental e plano de recuperação de áreas degradadas (PRAD), inclusive, fornecendo roteiros para a implementação destes documentos.

Desativação: Paralisação da atividade mineira em decorrência de fatores físicos, econômicos, tecnológicos ou ambientais, de caráter parcial ou total, permanente ou temporário, tendo como finalidade principal a redução ou eliminação do passivo ambiental por meio de ações de recuperação desenvolvidas ao longo da vida da mina e após a sua paralisação.

  • - Fatores físicos: diminuição de teor e da quantidade de minério;

    • - Fatores econômicos: flutuação de preço do

minério (produto) no mercado; custos elevados de

produção;

  • - Fatores tecnológicos: obsolescência de

equipamentos e falta de investimentos em pesquisa;

  • - Fatores ambientais: mineração em área

urbana.

Razões da desativação:

Em

regiões

tradicionalmente

mineiras,

o

  • - Exaustão

fechamento

de

mina

causa

impactos

sociais

e

-

O

custo

de remoção do

estéril é

econômicos devido ao desemprego e receita.

perda

de

maior que a receita de venda do minério - O teor do minério é demasiado baixo

Em

muitos

casos,

o

governo perde um

face aos custos de produção

importante aliado na garantia da infraestrutura básica

  • - Obsolescência

- O investimento em modernização é

inviável

- Estagnação de reservas por ausência de pesquisa

  • - Mercado

- Flutuação de preços (neste caso,

pode ser temporária).

A desativação é o termo genérico utilizado para designar o encerramento de todas as atividades de uma mina e que incluem:

-Paralisação -Descomissionamento (decommissioning)- Fase transitória entre a paralisação completa das atividades mineiras, programadas com antecedência, e o início da implantação de atividades (que incluem a remoção de infraestrutura) visando uma correta desativação. -Fechamento (closure) - Processo que deve ser pensado durante todo o ciclo da vida de um empreendimento mineiro e que tipicamente culmina no abandono do imóvel. Apesar de não ser considerado por todas as empresas, no final do processo, todas as atividades de extração foram completamente paralisadas e já foram definidas as necessidades de cuidados ativos ou passivos nas áreas que estão sendo ou foram recuperadas. -Manutenção (care and maintenance):

Cuidados que se deve ter com algumas áreas da mina desativada que necessitam de monitoramento constante por determinado período. Este período pode durar de alguns meses até vários anos ou tornar- se perpétuo. -Pós-fechamento (post closure): Assume-se que o pós-fechamento é o estágio no qual todos os cuidados com a manutenção, passiva ou ativa, já não são mais necessários, sendo a área completamente recuperada, podendo ser entregue a terceiros, sem restrições.

Objetivos da desativação da mina:

  • - Proteger a saúde humana e o meio ambiente através da manutenção de sua estabilidade física e

química.

-Física:

estabilidade

de

taludes,

proteção contra erosão eólica e

de

água,

estabilidade de pilhas, conservação estradas e de barragens.

de

-Química:

contenção

 

e

descontaminação.

  • - Possibilitar a reutilização das terras, uma vez

que as operações mineiras estejam já concluídas.

Facilitar o acesso a financiamentos de baixo custo e operar em bolsas internacionais.

-

-

Projetar

o

uso

racional

de

recursos

financeiros ao longo da vida útil da mina.

-

Minimizar,

 

em

longo

prazo,

a

responsabilidades das empresas de mineração com o

meio ambiente.

 

-

Conseguir

a

aquiescência

dos

órgãos

e

autoridades ambientais.

 

-

Obter

reconhecimento

da

sociedade

(reputação).

Justificativas para a inexistência do plano:

 

-

Os

órgãos

ambientais

não

os

solicitam,

apenas pedem planos de recuperação de áreas degradadas.

-

Não existe lei formal específica que obrigue

o minerador.

A longa vida da operação de uma mina (os mineradores alegam que têm muito tempo para

-

preparar a desativação).

 

-

As

incertezas

com

a

eventual

produção

podem tornar impraticável projetar um plano de

fechamento com antecedência.

 

-

Possibilidade

de

que

 

novas

tecnologias

possam ser desenvolvidas durante a vida útil

operacional da mina.

 

Problemas acarretados pela inexistência do plano:

 

-

Necessidade

de

recuperação

de

grandes

áreas (que não foram recuperadas na fase de

operação).

-

Custos de recuperação mais elevados.

 

-

Descapitalização

das

empresas,

devido

à

paralisação.

-

Perda

iminente

 

do

emprego

dos

trabalhadores gera estresse e desestímulo.

 

-

Falta

de

consulta à comunidade

causa

insatisfação e queda de reputação da empresa.

 

Principais benefícios do plano de desativação:

-

Assegura que os componentes ambientais

necessários à produção (estoque de água, ar, terra etc.) estejam disponíveis para operações futuras.

-

Reduz

a

extensão

e

 

o

dispêndio

com

a

recuperação final.

 

-

Melhora o perfil ambiental e registra a rotina

dos trabalhos que servirão para as gerações futuras.

-Reduz tensões e conflitos dentro

das

comunidades locais, através de discussão dos

trabalhos de recuperação entre a empresa, a comunidade e os órgãos ambientais.

Desativação da mina

dos

recursos

minerais

de

forma

ética

e

racional.

 

Para que se efetive com sucesso a desativação de uma mina, cabe ao Poder Público a imposição de normas para que sejam observados, no mínimo, os seguintes princípios ambientais:

  • - Princípio da Prevenção:

    • - Cabe ao Poder Público impor que se

produza de acordo com procedimentos, práticas, materiais, produtos ou com formas de energia, que minimizem os impactos ou

mesmo os evitem, de forma a não causar riscos para a saúde humana e ambiental.

  • - Cabe ao agente econômico Implantar

um sistema de controle ambiental visando à

minimização dos efeitos ambientais adversos.

  • - Princípio da Precaução

Promover

a

tomada

de

decisões

levando em conta uma visão integrada dos objetivos econômicos, ambientais e sociais, sem priorizar nenhum deles. Essas decisões devem ser baseadas no avanço do conhecimento científico e no

Conclui-se que recursos minerais são

recursos ambientais, conforme disposto no artigo 3°, inciso 5, da lei n° 6.938, de 31 de agosto de 1981: “Entende-se por recursos ambientais a atmosfera, as águas interiores, superficiais e subterrâneas, os estuários, o mar territorial, o solo, o subsolo, os elementos

da biosfera, a flora e a fauna”.

A Constituição Federal de 1988 não estabelece o conceito de meio ambiente, no entanto a lei n° 6.938, Política Nacional do Meio Ambiente, estabelece o conceito legal do termo em seu artigo 3°, inciso 1: “Meio ambiente - o conjunto de condições, leis, influências, interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e

rege a vida em todas as suas formas”

aperfeiçoamento tecnológico buscando o

 

Art.23.

É

competência

comum

da

equilíbrio entre a proteção do meio ambiente e os interesses econômicos e sociais.

União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios:

  • - Princípio do Poluidor-Pagador

 

VI

-

proteger

o

meio

ambiente

e

Este

princípio

pressupõe

a

combater a poluição em qualquer de suas

responsabilidade objetiva, ou seja, independentemente da culpa, quem polui deve pagar. A sua aplicação faz com as empresas sejam a principais interessadas em evitar a poluição em todas as etapas de produção.

Avaliação do direito minerário e do direito ambiental no Brasil

MACHADO (1989): Os princípios básicos de uma política de recursos naturais devem ser buscados em face da realidade de cada país, tendo em vista o seu estágio de desenvolvimento econômico, político e social

POVEDA (2007): Como todo ramo do direito, o direito minerário deve ser considerado sobre dois aspectos

  • - O

aspecto

objetivo

do

direito

minerário, consiste num conjunto de normas

jurídicas

disciplinadoras

da

atividade

minerária sobre os enfoques preventivo, corretivo e de fomento junto aos

empreendimentos do setor.

  • - O aspecto do direito minerário como

ciência, que consiste na busca do

conhecimento sistematizado de normas e

princípios ordenadores do

aproveitamento

formas;

XI - registrar, acompanhar e fiscalizar as concessões de direitos de pesquisa e exploração de recursos hídricos e minerais em seus territórios.

A Política Nacional de Meio Ambiente - PNMA, instituída em 1981, também pode ser considerada um marco na legislação mineral, pois a partir dela as questões ambientais foram impostas na forma de lei na atividade mineral Portanto, a partir dessa época foi iniciado um amplo processo de discussões sobre a perspectiva dos aspectos ambientais na atividade em questão.

Outro marco do direito mineral a ser considerado é a Constituição Federal - CF de 1988, dispositivos dos artigos 23, 24, 176, 177 e 225, visto que disciplinou não somente os direitos tributários e as competências para legislar sobre os recursos minerais, mas também impôs os direitos e deveres dos empreendimentos minerários sobre a

proteção do meio ambiente.

Ate 1980, os órgãos competentes não se preocupavam de forma explícita com os outros aspectos dos projetos de mineração,

como o fechamento gradual das frentes de

lavras ou a recuperação das áreas degradadas após a exaustão da reserva mineral. A partir dos ´80 houve preocupação devido aos

acidentes ambientais gerados pela não execução de obras de descomissionamento.

A primeira importante menção sobre fechamento de mina na legislação minerária brasileira ocorreu com o advento da Portaria no 237, editada pelo Diretor Geral do DNPM, em 18 de outubro de 2001, e alterada pela Portaria n° 12, de 22 janeiro de 2002, que instituiu Normas Reguladoras de Mineração NRM.

O conteúdo mínimo dos EIA é definido pela Resolução CONAMA nº 01/1986.

Parágrafo

do

artigo

225

da

Constituição estabeleceu que "as condutas e

atividades lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, pessoas físicas ou jurídicas a sanções penais e administrativas, independentemente da obrigação de reparar o

dano”.

Para se efetivar a exploração de bens minerais é necessária à existência de dois processos distintos de licenciamento - O Licenciamento Mineral constitui-se na permissão para o aproveitamento dos recursos minerais concedidos pela União. - Avaliação dos impactos ambientais decorrentes da exploração mineral proposta e a ser executada.

O Plano de Recuperação de Áreas Degradadas - PRAD, instituído pelo Decreto n° 97.632, de 10 de abril de 1989, que dispõe sobre a regulamentação do artigo 2°, inciso

VIII, da Lei n° 6.938, de 31 de agosto de 1981, instituído para ampliar o conteúdo obrigatório dos EIA, devendo-se destacar nesse decreto:

Art. 1º – “Os empreendimentos que se destinam à exploração de recursos minerais deverão, quando da apresentação do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e do Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), submeter à aprovação do órgão ambiental competente,

plano de recuperação de área degradada”.

Art. 3º – “A recuperação deverá ter por objetivo o retorno do sítio degradado a uma forma de utilização, de acordo com um

plano preestabelecido para o uso do solo,

visando à obtenção de uma estabilidade do meio ambiente”.

como o fechamento gradual das frentes de lavras ou a recuperação das áreas degradadas após a
como o fechamento gradual das frentes de lavras ou a recuperação das áreas degradadas após a

Para o fechamento de mina, após comunicação prévia, é obrigatório o pleito ao Ministro de Estado de Minas e Energia, em requerimento justificativo devidamente acompanhado de instrumentos comprobatórios.

Principais alterações ambientais -retirada da cobertura vegetal -Alteração da superfície dos terrenos -Aceleração da erosão, indução
Principais alterações ambientais -retirada da cobertura vegetal -Alteração da superfície dos terrenos -Aceleração da erosão, indução

Principais alterações ambientais

-retirada da cobertura vegetal -Alteração da superfície dos terrenos -Aceleração da erosão, indução de Escorregamentos, -Alteração de cursos de água -Produção de rejeitos -Assoreamento de curso de água, -Potencialização de enchentes e inundações -Interceptação do lençol freático, -Aumento da turbidez e de sólidos em suspensão nos corpos de água, e receptores. -Lançamento de fragmentos de rocha -Sobrepressão do ar -Propagação de vibrações no solo -Aumento de partículas em suspensão no ar -Aumento de ruídos

Principais alterações ambientais -retirada da cobertura vegetal -Alteração da superfície dos terrenos -Aceleração da erosão, indução
Principais alterações ambientais -retirada da cobertura vegetal -Alteração da superfície dos terrenos -Aceleração da erosão, indução

Benefícios de um bom plano de fechamento

- Assegurar que

o

ar, água

e

solo

da região

sejam

utilizados pelas futuras gerações;

- Promover um ambiente saudável para que os

trabalhadores possam população.

trabalhar,

assim

também

a

- Reduzir o extenso e dispendioso serviço remediação.

de

- Incentivar na empresa uma conduta de responsabilidade ambiental. - Reduzir tensões com a comunidade.

Itens a considerar num plano de fechamento

  • - Áreas lavradas: trincheiras, poços, galerias

subterrâneas, superfícies decapeadas, cavas (secas ou inundadas), frentes de lavra (bancadas, taludes), etc.

  • - Áreas de disposição de estéril e rejeitos:

Incluem pilhas de estéril, bacias ou barragens de

rejeitos, solos superficiais, resíduos sólidos, rejeitos do tratamento de minério, águas de recirculação, componentes químicos utilizados.

  • - Áreas de infraestrutura: Incluem vias de

acesso (rodovias, ramal ferroviário, pistas de pouso e

portos), linhas de transmissão, torres de comunicação, tubulação de suprimentos de água, etc. Incluem ainda, obras civis e equipamentos como:

escritórios, almoxarifados, refeitórios, laboratórios de ensaios, usina geradora de energia, fabricação e armazenagem de explosivos, armazéns de minérios, guinchos, equipamentos de poços, transportadores e equipamentos móveis.

Técnicas mais usadas para assegurar um uso seqüencial produtivo das áreas atingidas:

Objetivos ou Metas de Recuperação a Serem Alcançados:

  • a) A curto prazo:

-Recomposição da topografia dos terrenos;

  • - Controle da erosão do solo;

  • - Revegetação do solo;

  • - Amenização do impacto na paisagem;

  • - Controle da deposição de estéreis e rejeitos.

    • b) A médio prazo:

-Surgimento do processo de sucessão vegetal; -Reestruturação das propriedades físicas e químicas do solo; -Ocorrências de reciclagem dos nutrientes; - Reaparecimento da fauna.

  • c) A longo prazo:

-Auto sustentação do processo de recuperação; -Inter-relacionamento dinâmico entre solo-planta- animal;

  • - Utilização futura da área.

Aspectos Legais, Diretrizes Normativas e Estruturas Institucionais Brasileira.

• Enchimento da cava com estéril ou rejeito de mina.

1. Ministério do Meio Ambiente (MMA):

• Manutenção da cava com a regularização das bancadas com ou sem enchimento de água; • Retomada das pilhas para enchimento de

responsável por formular e coordenar as políticas ambientais, assim como acompanhar e superintender sua execução;

cavas;

2· Ministério de Minas e Energia (MME):

• Restabelecimento das redes de drenagens

responsável por formular e coordenar as políticas dos

naturais;

setores mineral, elétrico e de petróleo/gás

• Instalação de sistemas de drenagem e

captação de águas superficiais;

• Terraplanagem da bacia de rejeito para uso

apropriado;

• Manutenção da barragem para acúmulo de

águas pluviais; Instalação de sistemas de drenagens nos taludes das barragens;

• Desmontagem e remoção de equipamentos

e construções;

• Remoção de materiais enterrados;

• Enchimento das escavações; • Remoção de tanques subterrâneos; • Conservação de edifícios para novos usos; • Demolição das construções e terraplanagem

do terreno visando novos usos da área;

• Manutenção das estradas locais para uso da

comunidade; • Bloqueio de estradas sem uso; • Conservação das instalações de energia.

  • 3. Secretaria de Minas e Metalurgia

(SMM/MME): responsável por formular e coordenar a

implementação das políticas do setor mineral;

  • 4. Departamento Nacional de Produção Mineral

(DNPM): responsável pelo planejamento e fomento da utilização proveitosa dos recursos minerais, preservação e estudo do patrimônio paleontológico, cabendo-lhe também superintender as pesquisas geológicas e minerais, bem como conceder, controlar e fiscalizar o exercício das atividades de mineração em todo o território nacional, de acordo com o Código de

Mineração;

  • 5. Serviço Geológico do Brasil Companhia de

Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM): responsável

por gerar e difundir conhecimento geológico e hidrológico básico, além de disponibilizar informações e conhecimento sobre o meio físico para a gestão territorial;

  • 6. Agência Nacional de Águas (ANA): responsável

pela execução da Política Nacional de Recursos Hídricos, sua principal competência é a de implementar o gerenciamento dos recursos hídricos no país. Responsável também pela outorga de água

superficial e subterrânea, inclusive aquelas que são utilizadas na mineração.

7. Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA): responsável por formular as políticas

ambientais, cujas Resoluções têm poder normativo, com força de lei, desde que, o Poder Legislativo não tenha aprovada legislação específica;

8. Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH): responsável por formular as políticas de recursos hídricos; promover a articulação de seu planejamento; estabelecer critérios gerais para a

outorga de direito de uso dos recursos hídricos e para a cobrança pelo seu uso;

9· Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA): responsável, em nível federal, pelo licenciamento e fiscalização ambiental;

10. Centro de Estudos de Cavernas (CECAV) vinculado ao IBAMA: responsável pelo patrimônio espeleológico.

CUSTOS ENVOLVIDOS NO FECHAMENTO DE MINA

Custos ambientais são o somatório dos gastos despendidos pela empresa, relacionados direta ou indiretamente com o controle, preservação e recuperação do meio ambiente. Para elaboração de uma planilha de orçamento de custos para recuperação ambiental de uma mina, é necessário montar um quadro de preços, onde apareçam todos os custos correspondentes ao rendimento dos equipamentos utilizados, materiais de consumo e mão-de-obra envolvida nestes trabalhos, segundo o esquema abaixo.

superficial e subterrânea, inclusive aquelas que são utilizadas na mineração. 7. Conselho Nacional do Meio Ambiente

Segundo VALE (2000) o orçamento deve refletir os custos reais, máximos e apropriados para auxiliar na provisão de fundos necessários, devendo ser composto por: Descomissionamento; trabalhos de demolição; remoção da infra-estrutura; recuperação de ativos; recomposição de paisagem; fechamento e abertura de acessos subterrâneos; trabalhos de remediação; trabalhos de restauração; atividades de manutenção e monitoramento; gastos com administração e gerenciamento; custos de treinamento e relocação; imprevistos (acidentes); contingências.

Capítulo 4:

Drenagem Ácida

A oxidação dos minerais sulfetados é um processo

natural, que resulta da exposição destes ao oxigênio, e das condições atmosféricas e locais.

Quando grandes volumes de materiais ricos em enxofre estão expostos, este processo é acelerado. Portanto a mineração de minerais sulfetados

constitui ambiente propicio drenagem ácida.

para

a

ocorrência de

Características

É caracterizada pela formação de ácido sulfúrico, concentração de metais pesados, baixo Ph, causando impacto no meio ambiente. O potencial de geração do DAM, é específico do local, está em função do tipo de mineral depositado. O ácido produzido pelo fenómeno, responsável pelo rebaixamento do PH, solubiliza metais pesados como

 

- Arsênio

- Urânio

- Zinco

- Cádmio

 

O

tratamento

de

minérios

sulfetados

tende

a

acrescentar o

potencial

de

geração

de drenagem

ácida.

Resumo

Oxidação de sulfetos minerais processo natural resultante da exposição destes minerais a condições atmosféricas. Sulfeto de Ferro (FeS2) mais comum em mineração. Impactos da oxidação da pirita pH < 2, alta concentração de sulfato (> 2000 mg/l), ferro e elevada concentração de metais solúveis em efluentes não ácidos. Ocorre em drenagens de pilhas de estéril, barragens de rejeitos, aberturas subterrâneas, paredes da cava onde águas subterrâneas são interceptadas.

Fatores que Influenciam na Drenagem Ácida

  • - Processos químicos, físicos e biológicos.

Primários

diretamente

envolvidos

na

geração de produtos da oxidação de sulfetos.

  • - Disponibilidade de água para oxidação e transporte;

  • - Disponibilidade de oxigênio;

  • - A um menor grau (temperatura, pH, equilíbrio ferro férrico/ferro ferroso e atividade microbiológica).

  • - A taxa de oxidação da pirita é acelerada pela presença da bactéria Thiobacillus ferrooxidans,

associadas à quase todos os casos de drenagens

ácidas.

  • - Máxima oxidação da pirita ocorre entre pH 2.4 e 3.6.

Em condições ácidas, íons férricos são fortes agentes oxidantes que atacam sulfetos aumentando a taxa de

oxidação e geração de produtos de oxidação.

Secundários consumo ou alteração dos produtos da oxidação.

  • - Presença de minerais que neutralizam a acidez.

Carbonatos, silicatos, aluminosilicatos (mica, argilas).

  • - Influência do pH no equilíbrio ferro ferroso/férrico.

Em baixo pH ferro férrico age como oxidante,

enquanto em valores de pH maiores que 3,5 ferro férrico precipita na forma de hidróxido férrico

Fe(OH)3.

  • - Taxas de oxidação de sulfetos tem demonstrado aumento da pressão de oxigênio, efeito mais

pronunciado quando bactérias catalisadoras estão ativas.

Terciários

  • - Condições físicas (materiais, topografia, clima)

influenciam na oxidação de sulfetos, potencial de

migração no ambiente e consumo dos produtos da oxidação.

  • - Condições climáticas podem determinar drenagem ácida, principalmente chuva e temperatura.

  • - Em pilhas de estéreis a taxa de oxidação dos sulfetos é função da área superficial exposta para oxidação, dureza, tamanho das partículas e permeabilidade.

  • - Composição química das águas receptoras de

drenagem ácida. Águas alcalinas tendem a neutralizar e precipitar metais em formas menos tóxicas. Matéria orgânica dissolvida podem complexar metais em solução afetando a toxidade e bio-disponibilidade para organismos aquáticos.

Identificação de Drenagem Ácida

-

Testes Estático

-Avaliam o balanço entre o potencial de geração de ácido (oxidação de sulfetos) e a capacidade de neutralização (dissolução de carbonatos e outros minerais relevantes). - Quantificação ácido/base ou potencial líquido de produção de ácido;

-

Teste de geração de ácido;

-

pH da pasta saturada e condutividade; e

-

Análise de metais (total e solúveis).

-

Potencial Líquido de Produção de Ácido (PLPA)

Obtido

pela

diferença

da

capacidade

de

neutralização de ácido de uma amostra do potencial total de acidez estimado da mesma. ·

 

·

Potencial de acidez máximo (PAM); Capacidade de neutralização (CN);

·

Classificação da amostra

PAM determinação do conteúdo de S na amostra em %, vezes um fator de conversão. Considerando

uma completa oxidação de

todo

o

S,

o

fator de

conversão

gerará

Kg

de

ácido

que podem

teoricamente

ser

produzido

de

1

tonelada

de

material.

 

CN

quantifica a habilidade da amostra de

tamponar ou neutralizar ácido produzido pela oxidação do sulfeto. É determinado pela reação de uma amostra moída com uma quantidade conhecida de ácido (sulfúrico) para determinar a capacidade de

neutralização.

 

PLPA = PAM CN PLPA > 0 potencialmente formadora de ácido; PLPA <= 0 não formador de ácido. PLPA indica o potencial de geração de ácido, mas não a reatividade do material.

Capítulo 5:

NBR 13029

 

Terminologia

-

Desativação da pilha de estéril: Integração ao meio

ambiente e habilitação para novo uso da pilha já

formada e acabada, após o término de sua vida

operacional.

 

-

Plano de desativação da pilha de estéril: Conjunto de

atividades necessárias para permitir a desativação da pilha de estéril.

Plano de desativação

Apresentar o plano de desativação sempre que o uso futuro da área da pilha estiver definido e/ou houver legislação específica.

Construção de pilhas de estéril:

  • - Tipicamente realizada por basculamento na ponta do

aterro / basculamento na plataforma e movimentação

com trator de lâmina.

  • - Realizado por camada ou por bancadas.

  • - Pilhas de estéril são tipicamente estruturas

estratificadas com o plano de estratificação paralelo

ao ângulo de repouso: tipicamente cerca de 37º.

  • - As bermas deixadas na construção da pilha recebem algum tipo de compactação ou tratamento para

funcionarem adequadamente sob o impacto das

águas superficiais que passam pela pilha.

  • - As bermas têm também o papel de facilitar acesso

para futuros trabalhos de acabamento da pilha na

fase de desativação.

  • - As partículas mais grosseiras tendem a se acumular

na base da pilha.

  • - As alturas das pilhas variam dependendo da

topografia do local; pilhas com altura tão elevadas quanto 1000 m foram construídas de forma satisfatória até o momento.

Aspectos operacionais:

  • - Manejo seletivo de estéreis com potencial de

drenagem ácida (PDA) pode ser necessário; A deposição de estéril PDA deve acontecer sobre uma

camada de materiais oxidados e deve ter cobertura também com uma camada desses materiais (algumas vezes de permeabilidade diferente).

  • - Estabelecer caimento na plataforma de trabalho

para evitar que águas superficiais venham a

desenvolver fluxo concentrados na face do talude.

  • - Colocação de materiais de baixa permeabilidade nas

bermas e coroamento da pilha de modo a facilitar o runoff e reduzir a infiltração.

  • - Completar e reabilitar bancos da pilha enquanto

outros bancos superiores estejam em construção.

  • - Use estéril para construção de outras estruturas, por

exemplo, barragens de rejeito.

  • - Pilhas de estéril construídas sobre drenagens podem

bloquear o escoamento das águas superficiais a

menos que haja drenos internos projetados e colocados no fundo dos talvegues.

  • - Separar a drenagem interna coletada de estéril PDA por meio de uma camada de baixa permeabilidade.

  • - Surgências que ficam cobertas por uma pilha de estéril devem ser coletadas e direcionadas para uma

drenagem de fundo da pilha.

  • - Se possível limitar a área da bacia de captação de forma a reduzir as dimensões, o porte do sistema de

escoamento superficial (desvio) e de drenagem interna.

  • - Estéril é depositado na condição de umidade natural

que em geral é menor que o teor de umidade

residual.

Estabilidade Física e Atividades

Garantir condições de estabilidade geral da pilha:

  • - Avaliar riscos de ruptura:

- Comunidades e infra-estruturas como estradas, atuais e futuras a jusante.

- Impacto na qualidade da água de cursos

d’água ou canais

(dutos) na eventualidade de uma ruptura.

  • - Haverá deterioração da resistência ao cisalhamento

do estéril com o passar do tempo?

  • - Em áreas sísmicas é necessário usar terremotos de

projeto com maior período de recorrência na fase de

desativação do que na fase de operações,

dependendo dos riscos envolvidos numa ruptura.

  • - Há alguma chance de que a pilha possa se liquefazer

(fundação) sob um carregamento sísmico ou uma

ruptura convencional?

  • - Execute análises de estabilidade para carregamentos

estáticos e dinâmicos (sísmicos):

  • - Amostre estéril e material de fundação se

necessário e obtenha parâmetros de resistência ao cisalhamento; resistência ao cisalhamento de estéreis são melhores representados por uma envoltória curva

de Mohr-Coulomb.

  • - Avalie a s condições de poropressão na pilha e

na fundação.

  • - Selecione o melhor método de análise e

ferramenta de cálculo (programa). - Fatores de segurança aceitáveis (típico dependendo do risco envolvido por uma ruptura):

Análise estática >1.3

Análise pseudoestática >1.0

  • - Estabilidade à erosão

- Eliminar fluxos concentrados da face do talude.

  • - Projetar canais especiais (periféricos) para

conduzir as águas superficiais incidentes / afluentes evitando erosão precisam ser estruturas estáveis para uma situação de longo prazo .

  • - Algum nível de manutenção pode ser

necessário durante os primeiros anos depois do final

das operações.

  • - Estabilidade das coberturas

  • - No caso de coberturas pode ser feito uma modelagem de seu comportamento em relação à erosão superficial; Uma boa

resposta na vegetação é crucial para estabilidade (à erosão)

  • - Considerar outros modos potenciais de ruptura

para a cobertura, ex. saturação e deslizamento caso o material da cobertura seja mais fino que o estéril e o contato entre a cobertura e face da pilha tenham baixa resistência ao cisalhamento. - Qual seria o efeito de queimadas na estabilidade da cobertura?

Ensaios para Caracterização geoquímica dos estéreis:

- Após Desativação

-

pH de contato e condutividade de campo (obter pH e EC para

  • - Observações visuais dos sistemas de manejo da água superficial

uma solução feita na razão 1:1 de água e sólidos em peso, decantar a solução e faça as medidas; pode também analisar

de forma periódica; talvez mensalmente no inicio e eventualmente depois de um hidrológico extremo.

sulfato, cobre e ferro.

  • - Observação visual do comportamento da cobertura; sucesso da

-

Mineralogia de campo para definir presença e tipo de minerais

revegetação, erosão, trincamento, etc.

secundários.

  • - Qualidade da água de percolação no pé.

-

Contagem ácido base (ABA

ou

estática)

ou

geração

ácida

  • - Fluxo não saturado abaixo da cobertura, ex. teor de umidade e

resultante (NAG).

sucção mátrica.

-

Ensaio

de coluna

ou

de batelada

para obter uma

idéia da

  • - Monitoramento de poços de água a jusante da pilha para obter

qualidade do potencial lixiviado.

 

informação sobre a qualidade da água.

Uso da Terra

Conformação Topográfica Final em Pilhas de Estéril

Uso futuro da estrutura precisa ser avaliado à época do projeto de desativação para selecionar o uso mais interessante, ex. Pastagem

  • - Variedade de formas.

e vida selvagem; Uso para atividades agrícolas; Indústria leve;

  • - Convexa nos topos e côncava na base.

Outros.

  • - Sistemas de drenagem-caimento natural do terreno.

  • - Vegetação ajustada a hidrogeologia.

Coberturas

Coberturas são projetadas e construídas para reduzir infiltração na

Práticas históricas de reabilitação

pilha de estéril (ou outra estrutura).

 
 

Taludes uniformes Simples de projetar e construir, mas

úmidas

-

Água – o estéril é coberto por uma lâmina d’água para eliminar a

-

Taludes íngremes

drenagem ácida.

-

Estruturas de drenagem orientadas no contorno com muita obra

-

A cobertura é mantida saturada por capilaridade a partir da

civil.

seleção de material apropriado para as condições ambientais e características do estéril.

-

Esforços de revegetação tipicamente seguem configurações artificiais.

secas

Sem Modificações

-

Coberturas evaporativas que permitem a infiltração durante a

estação chuvosa e a remoção da água através de evapotranspiração no período de estiagem.

-

Risco Físico - erosão por ravinamento e re-estabelecimento de sistemas de drenagem superficial.

-

As

coberturas

evaporativas

frequentemente

tem

camadas

-

Taludes íngremes não protegidos irão aplainar

adicionais que apresentam combinações de camadas de baixa

-

-

-

Ravinas irão surgir nos taludes suaves

permeabilidade e /ou barreiras capilares entre o estéril e a

Drenagens retilíneas irão meandrar

cobertura.

Taludes lineares ou convexos irão tornar-se côncavos e vice- versa

Analise de fluxo não saturado é realizado para avaliar a infiltração que pode resultar através da cobertura.

-

Sumário

Coberturas na parte rampada (inclinada) da pilha podem ter comportamento diferenciado daquelas instaladas em áreas planas

-

-

Definir uso futuro do local.

e uma análise bidimensional pode ser necessária para avaliar este condição.

-

Avaliar o potencial geológico e os elementos de controle estrutural.

-

É difícil construir coberturas confiáveis em declividades

-

Observar e coletar dados topográficos da área (formas,

superiores a 2,5:1 e o melhor é tê-las em declividades de 3:1.

 

gradiente, vegetação, bacia de drenagem).

-

Queimadas que destruam a vegetação podem ter impacto

-

Modelar o perfil de erosão em longo-prazo da área

significativo no comportamento de coberturas secas.

Projetar sistemas de drenagem seguros e que garantam que o nível de escoamento final não atinja pontos de volume e velocidade que venham a causar riscos físicos e sedimentação inaceitável.

Monitoramento

-

Estimar a conformação topográfica para um período de mínimo de 100 anos.

- Durante Desativação

 

-

Evite usar materiais importados (diferentes) como gabiões, substratos, concretos

 

-

Seja conservativo.

-Caracterização do estéril não indicará a presença de material similar em profundidade; durante a implementação da desativação amostras adicionais devem ser coletadas das novas frentes de deposição para os ensaios ABA e NGA e ensaio de

contato de modo a ajudar na decisão de projeto da cobertura (ex. espessura e tipo da cobertura).

-

Monitorar percolação do pé para qualidade da água.

 

-

Observar a distribuição granulométrica em perfis da pilha na

 

medida que isso pode atualizar e melhorar os modelos de fluxo não saturado.

-

Trabalhar no sentido de estabelecer uma forma “natural” para a

pilha de estéril.