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IFCE - Campus Maracanaú Curso – Engenharia Ambiental Disciplina – Microbiologia Básica Profa. Cynara Reis

IFCE - Campus Maracanaú Curso – Engenharia Ambiental Disciplina – Microbiologia Básica Profa. Cynara Reis Aguiar

UnidUnid VV FundamentosFundamentos dede químicaquímica microbiológicamicrobiológica ee MetabolismoMetabolismo microbianomicrobiano

CompostosCompostos biologicamentebiologicamente importantesimportantes As células de todos os organismos vivos são
CompostosCompostos biologicamentebiologicamente importantesimportantes
CompostosCompostos biologicamentebiologicamente importantesimportantes

As células de todos os organismos vivos são constituídas por compostos químicos:

Inorgânicos;

Orgânicos – maior significado biológico:

Carboidratos;

Lipídeos;

Proteínas;

Ácidos nucléicos.

CarboidratosCarboidratos Açúcares e amido – fonte primária de energia nas células; Funções importantes nos seres
CarboidratosCarboidratos
CarboidratosCarboidratos

Açúcares e amido – fonte primária de energia nas células;

Funções importantes nos seres vivos:

Ajudam a formar a parede celular bacteriana;

Desoxirribose - Bloco construtivo do DNA;

Usados na síntese de aminoácidos e gorduras construção de estruturas e fornecimento de energia;

Atuam como reserva de alimento;

Fornecer combustível para as atividades celulares, sendo uma fonte de energia de uso imediato.

CarboidratosCarboidratos Compostos de átomos de C, H e O: Relação H:O é sempre 2:1 nos
CarboidratosCarboidratos
CarboidratosCarboidratos

Compostos de átomos de C, H e O:

Relação H:O é sempre 2:1 nos carboidratos simples;

Fórmula geral – (CH 2 O)n – n é o nº de unidades;

Ex: glicose – C 6 H 12 O 6 .

Classificação de acordo com tamanho:

Monossacarídeos;

Dissacarídeos;

Polissacarídeos.

MonossacarídeosMonossacarídeos Chamados açúcares simples – 3 a 7 átomos de C: Trioses – molécula de
MonossacarídeosMonossacarídeos
MonossacarídeosMonossacarídeos

Chamados açúcares simples – 3 a 7 átomos de C:

Trioses – molécula de açúcar com 3 átomos de C;

Tetroses – açúcares com 4 átomos de C;

Pentoses – açúcares com 5 átomos de C;

Hexoses - açúcares com 6 átomos de C;

Heptoses - açúcares com 7 átomos de C.

MonossacarídeosMonossacarídeos Pentoses e hexoses – extremamente importantes para os seres vivos; Desoxirribose
MonossacarídeosMonossacarídeos
MonossacarídeosMonossacarídeos

Pentoses e hexoses – extremamente importantes para os seres vivos;

Desoxirribose (pentose) – molécula de DNA;

Glicose – hexose – principal fornecedora de energia das células vivas.

Moléculas lineares ou em forma de anel (em água).

DissacarídeosDissacarídeos Ligação de 2 monossacarídeos por reação de síntese por desidratação: GLICOSE +
DissacarídeosDissacarídeos
DissacarídeosDissacarídeos

Ligação de 2 monossacarídeos por reação de síntese por desidratação:

GLICOSE + FRUTOSE

GLICOSE + GALACTOSE

SACAROSE + H 2 O

LACTOSE + H 2 O

Podem ser quebrados em moléculas menores – Hidrólise:

SACAROSE + H 2 O

GLICOSE + FRUTOSE

Parede celular bacteriana – dissacarídeos + proteínas = peptideoglicano.

PolissacarídeosPolissacarídeos Dezenas a centenas de monossacarídeos unidos por síntese por desidratação;
PolissacarídeosPolissacarídeos
PolissacarídeosPolissacarídeos

Dezenas a centenas de monossacarídeos unidos por síntese por desidratação;

Macromoléculas – cadeias longas e ramificadas;

Geralmente insolúveis em água;

Não apresentam doçura.

PolissacarídeosPolissacarídeos Glicogênio – polímero de glicose: Material de armazenamento em animais e
PolissacarídeosPolissacarídeos
PolissacarídeosPolissacarídeos

Glicogênio polímero de glicose:

Material de armazenamento em animais e bactérias.

Celulose - polímero de glicose:

Parede celulares de plantas e maioria das algas.

Amido produzidos pelas plantas:

Alimento para humanos.

Humanos – necessidade de enzimas para assimilação dos açúcares.

LipídeosLipídeos 2º maior grupo encontrado na matéria viva; Moléculas apolares – insolúveis em água; Solúveis
LipídeosLipídeos
LipídeosLipídeos

2º maior grupo encontrado na matéria viva;

Moléculas apolares – insolúveis em água;

Solúveis em clorofórmio, acetona, éter ou benzeno.

Atuam no armazenamento de energia;

Parte da estrutura das membranas e paredes celulares.

LipídeosLipídeos simplessimples
LipídeosLipídeos simplessimples

Lipídeos simples – triglicerídeos ou gorduras

Glicerol + ácidos graxos;

Triglicerídeo – 3 moléculas de ácidos graxos ligados por ligação éster ao glicerol.

de ácidos graxos ligados por ligação éster ao glicerol. Ligação éster Glicerol Ácido palmítico Ácido oléico

Ligação éster

ligados por ligação éster ao glicerol. Ligação éster Glicerol Ácido palmítico Ácido oléico + 3H 2

Glicerol

Ácido palmítico

Ácido oléico

+ 3H 2 O

Ácido alfa-linoléico

LipídeosLipídeos complexoscomplexos Contém também fósforo, nitrogênio e enxofre; Fosfolipídeos – componente da
LipídeosLipídeos complexoscomplexos
LipídeosLipídeos complexoscomplexos

Contém também fósforo, nitrogênio e enxofre;

Fosfolipídeos – componente da membrana celular:

2 moléculas de ácidos graxos e 1 grupo fosfato ligado ao glicerol;

Grupo fosfato – hidrofílico;

Ácidos graxos – hidrofóbicos;

Formam a bicamada fosfolipídica da membrana celular.

LipídeosLipídeos complexoscomplexos Esteróides ou esteróis Molécula altamente apolar; Vários anéis de C ligados
LipídeosLipídeos complexoscomplexos
LipídeosLipídeos complexoscomplexos

Esteróides ou esteróis

Molécula altamente apolar;

Vários anéis de C ligados entre si;

Ex: colesterol

São encontrados nas membranas plasmáticas de células de animais, de um grupo de bactérias (micoplasmas), de fungos e plantas;

Impedem o endurecimento da membrana em T baixas;

Têm função reguladora (hormônios), são vitaminas ou pigmentos fotossintéticos (carotenóides).

ProteínasProteínas Contém C, H, O e N ou ainda S; 50% ou mais do peso
ProteínasProteínas
ProteínasProteínas

Contém C, H, O e N ou ainda S;

50% ou mais do peso seco da célula;

Partes integrais das estruturas das células:

Membranas, parede celular e componentes do citoplasma.

Proteínas simples – somente aminoácidos;

Conjugadas – aa + compostos orgânicos/inorgânicos.

ProteínasProteínas Essenciais para funções celulares: Enzimas – aceleram reações bioquímicas; Proteínas
ProteínasProteínas
ProteínasProteínas

Essenciais para funções celulares:

Enzimas aceleram reações bioquímicas;

Proteínas transportadoras;

Bacteriocinas produzidas por muitas bactérias;

Exotoxinas produzidas por patógenos;

Movimento – flagelo.

AminoácidosAminoácidos
AminoácidosAminoácidos

Blocos construtivos das proteínas;

Estrutura do aminoácido:

Grupo amino (-NH 2 ), pode aceitar H – grupo básico;

Grupo carboxila (-COOH), pode liberar H – grupo ácido;

Um átomo de H;

Grupo R – diferencia os 20 aminoácidos.

H H 3 N + C R
H
H 3 N +
C
R

COO -

AminoácidosAminoácidos
AminoácidosAminoácidos

C do aminoácido é assimétrico estereoisômeros (D e L);

Aminoácido tridimensional “direito” D e “esquerdo” L;

Aminoácidos das proteínas – isômeros L;

D-aminoácidos mais raros, encontrados em paredes celulares de algumas bactérias.

Alguns aminoácidos:

encontrados em paredes celulares de algumas bactérias. Alguns aminoácidos: Alanina Arginina Glicina Fenilalanina 17

Alanina

encontrados em paredes celulares de algumas bactérias. Alguns aminoácidos: Alanina Arginina Glicina Fenilalanina 17

Arginina

encontrados em paredes celulares de algumas bactérias. Alguns aminoácidos: Alanina Arginina Glicina Fenilalanina 17

Glicina

encontrados em paredes celulares de algumas bactérias. Alguns aminoácidos: Alanina Arginina Glicina Fenilalanina 17

Fenilalanina

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LigaçõesLigações peptídicaspeptídicas
LigaçõesLigações peptídicaspeptídicas

Ligações entre aminoácidos para formar proteínas; Ocorre por síntese por desidratação – liberação de H 2 O; 2 aminoácidos – dipeptídeo; 4 a 9 aminoácidos – peptídeo; 10 a + de 2000 aminoácidos – polipeptídeo.

2 aminoácidos – dipeptídeo; 4 a 9 aminoácidos – peptídeo; 10 a + de 2000 aminoácidos

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NíveisNíveis estruturaisestruturais dasdas proteínasproteínas Variação na estrutura está relacionada com a
NíveisNíveis estruturaisestruturais dasdas proteínasproteínas
NíveisNíveis estruturaisestruturais dasdas proteínasproteínas

Variação na estrutura está relacionada com a função;

A função de uma proteína depende de sua capacidade de reconhecer e se ligar a alguma outra molécula;

Enzima – substrato

Anticorpo – antígeno

Forma exclusiva une-se a molécula específica para realizar função específica.

Cadeia de polipeptídeo dobra-se espontaneamente para assumir uma certa forma.

NíveisNíveis estruturaisestruturais dasdas proteínasproteínas
NíveisNíveis estruturaisestruturais dasdas proteínasproteínas

Estrutura primária

Sequência exclusiva de aminoácidos para formar cadeia peptídica;

Geneticamente determinada; alterações tem efeitos metabólicos adversos.

Não existem como cadeias longas e lineares – estrutura compacta e tridimensional.

tem efeitos metabólicos adversos. Não existem como cadeias longas e lineares – estrutura compacta e tridimensional.
NíveisNíveis estruturaisestruturais dasdas proteínasproteínas
NíveisNíveis estruturaisestruturais dasdas proteínasproteínas

Estrutura secundária

Dobramento localizado, repetitivo da cadeia polipeptídica;

Resultado das pontes de H que unem os átomos das ligações peptídicas em diferentes localizações ao longo da cadeia de polipeptídeo.

Formas em hélice ou dobras pregueadas;

Estrutura estável.

localizações ao longo da cadeia de polipeptídeo. Formas em hélice ou dobras pregueadas; Estrutura estável. 21
NíveisNíveis estruturaisestruturais dasdas proteínasproteínas
NíveisNíveis estruturaisestruturais dasdas proteínasproteínas

Estrutura terciária

Várias dobras da molécula em uma forma específica – fita emaranhada;

Envolve várias interações entre várias cadeias laterais de aminoácidos na cadeia polipeptídica;

Pontes dissulfeto – ligações entre íons de enxofre de moléculas de cisteína;

Pontes de H;

Interação hidrofóbica;

Ligação iônica.

Ligação iônica
Ligação iônica

Interação

hidrofóbica

NíveisNíveis estruturaisestruturais dasdas proteínasproteínas
NíveisNíveis estruturaisestruturais dasdas proteínasproteínas

Estrutura quaternária

Agregação de uma ou mais cadeias polipeptídicas individuais (subunidades) que operam como uma única unidade funcional;

Forma geral das proteínas:

Globular – compacta e praticamente esférica;

Fibrosa – fio.

– compacta e praticamente esférica; Fibrosa – fio. Estrutura quaternária da hemoglobina. Há dois tipos de

Estrutura quaternária da hemoglobina. Há dois tipos de polipeptídeos, cadeias α e β. α e β referem-se aos nomes das cadeias e não às estruturas polipeptídicas.

DesnaturaçãoDesnaturação dede proteínasproteínas
DesnaturaçãoDesnaturação dede proteínasproteínas

Quando submetidas à elevação de T, alterações de pH ou a uréia;

Sofrem alterações na configuração espacial perda da atividade biológica, mas as ligações peptídicas não são afetadas – estrutura primária é inalterada;

Dependendo da severidade das condições desnaturantes, poderá ocorrer o redobramento após a remoção do agente desnaturante.

da severidade das condições desnaturantes, poderá ocorrer o redobramento após a remoção do agente desnaturante. 24

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ÁcidosÁcidos nucléicosnucléicos Existem em todos os seres vivos. Responsáveis e coordenadores da informação
ÁcidosÁcidos nucléicosnucléicos
ÁcidosÁcidos nucléicosnucléicos

Existem em todos os seres vivos. Responsáveis e coordenadores da informação genética e hereditária dos organismos:

Ácido desoxirribonucléico (DNA) - encontra-se no núcleo das células, onde forma os cromossomos, e nos cloroplastos e mitocôndrias;

Ácido ribonucleico (RNA) - encontra-se essencialmente no citoplasma e dele existem três tipos: ribossômico, transportador e mensageiro.

ÁcidosÁcidos nucléicosnucléicos Unidades estruturais: Nucleotídeos Uma pentose – desoxirribose ou ribose; Grupo
ÁcidosÁcidos nucléicosnucléicos
ÁcidosÁcidos nucléicosnucléicos

Unidades estruturais:

Nucleotídeos

Uma pentose – desoxirribose ou ribose;

Grupo fosfato – ácido fosfórico;

Uma base contendo nitrogênio:

Compostos cíclicos de C, H, O e N;

Adenina e Guanina – purinas (anel duplo);

Timina, Citosina e Uracila – pirimidinas (anel simples).

Nucleosídeo – purina ou pirimidina + pentose (sem grupo fosfato).

DNADNA
DNADNA

Watson e Crick – consiste de 2 cadeias longas enoveladas uma em torno da outra – dupla hélice;

As bases são mantidas juntas por pontes de H:

A e T – 2 pontes de H;

C e G – 3 pontes de H.

As bases nitrogenadas são complementares;

A sequência é extremamente específica e carrega as instruções genéticas do organismo.

Esqueleto de açúcar-fosfato

sequência é extremamente específica e carrega as instruções genéticas do organismo. Esqueleto de açúcar-fosfato 27
RNARNA
RNARNA

Composto de uma única fita;

Pentose – ribose (1 átomo de O a mais que desoxirribose);

A base nitrogenada Uracila substitui a Timina;

É muito menor que o DNA.

(1 átomo de O a mais que desoxirribose); A base nitrogenada Uracila substitui a Timina; É
RNARNA RNA ribossômico (RNAr) - é encontrado, em associação com várias proteínas diferentes, na estrutura
RNARNA
RNARNA

RNA ribossômico (RNAr) - é encontrado, em associação com várias proteínas diferentes, na estrutura dos ribossomos (síntese protéica). Corresponde a até 80% da célula;

RNA transportador (RNAt) - Está ligado de forma específica a cada um dos 20 aminoácidos encontrados nas proteínas.

Durante síntese protéica o RNAt faz extenso pareamento de bases intracadeia e atua no posicionamento dos aminoácidos na sequência prevista pelo código genético.

RNA mensageiro (RNAm) - Atua transportando a informação genética do núcleo da célula eucariótica ao citosol, onde ocorrerá biossíntese protéica. O RNAm é também utilizado como molde nesta biossíntese.

NucleotídeosNucleotídeos funcionaisfuncionais Açúcar (ribose ou desoxirribose) + base nitrogenada + grupos fosfatos
NucleotídeosNucleotídeos funcionaisfuncionais
NucleotídeosNucleotídeos funcionaisfuncionais

Açúcar (ribose ou desoxirribose) + base nitrogenada + grupos fosfatos

ADENINA + RIBOSE + 3 FOSFATOS = ATP

ADENINA +RIBOSE + 2 FOSFATO = ADP

ATP é o principal transportador de energia na célula:

A separação dos grupos fosfato libera muita energia;

Armazena a energia química liberada por algumas reações químicas e fornece energia para as que necessitam.

ATPATP
ATPATP

Molécula de alta energia;

Libera grande quantidade de energia utilizável quando

perde seu 3º grupo fosfato terminal

Adenosina

P
P
P
P
P
P

+ H 2 O

seu 3º grupo fosfato terminal Adenosina P P P + H 2 O Adenosina ADP; P

seu 3º grupo fosfato terminal Adenosina P P P + H 2 O Adenosina ADP; P

Adenosina

ADP;

P
P
P
P

+

P i
P
i

+ Energia

Suprimento celular de ATP é sempre limitado;

Necessidade de reposição – reação inversa – adição

de fosfato + energia = ATP;

Energia fornecida por reações de oxidação da

célula (oxidação da glicose);

ATP pode ser armazenado em todas as células.

Bioenergética Bioenergética

BioenergéticaBioenergética

BioenergéticaBioenergética Energia – capacidade de realizar trabalho Medida em kJ Reações químicas ⇒
BioenergéticaBioenergética
BioenergéticaBioenergética

Energia – capacidade de realizar trabalho

Medida em kJ

Reações químicas variação de energia

A + B

C + D

Parte liberada na forma de calor;

Parte como energia livre (G) – disponível para realizar trabalho útil.

Variação de energia – ∆G 0 (padrão pH 7, 25ºC)

∆G 0 (-) – liberação de energia livre (exergônica)

∆G 0 (+) – requer energia (endergônica)

ATP;

BioenergéticaBioenergética Cálculo da energia livre (∆G 0 ’ ) Conhecer a energia livre de formação
BioenergéticaBioenergética
BioenergéticaBioenergética

Cálculo da energia livre (∆G 0 )

Conhecer a energia livre de formação dos reagentes e produtos;

Energia gerada ou requerida para formação de uma molécula a partir dos seus elementos constituintes.

A + B

C + D

∆G 0 = G f 0 [C+D] – G f 0 [A+B]

G f 0 negativo – compostos se formam espontaneamente;

H 2 O = - 237,2 kJ/mol

G f 0 positivo – não se forma espontaneamente.

N 2 O = +104,2 kJ/mol

EnzimasEnzimas ee reaçõesreações químicasquímicas Enzimas Catalisador biológico ; Aceleram as reações químicas;
EnzimasEnzimas ee reaçõesreações químicasquímicas
EnzimasEnzimas ee reaçõesreações químicasquímicas

Enzimas

Catalisador biológico;

Aceleram as reações químicas;

Possui sítio ativo que se liga ao substrato eficientes e redução da energia de ativação.

colisões

Específicas para cada substrato cada uma catalisa somente uma reação;

Função crucial – acelerar as reações bioquímicas a uma T compatível com o funcionamento normal da célula.

EnergiaEnergia dede ativaçãoativação
EnergiaEnergia dede ativaçãoativação
EnergiaEnergia dede ativaçãoativação Energia de ativação Quantidade de energia necessária para levar todas as

Energia de ativação Quantidade de energia necessária para levar todas as moléculas de uma reação química a um estado reativo.

H 2 + 1/2O 2

H 2 O

∆G 0 = -237 kJ

CicloCiclo catalíticocatalítico
CicloCiclo catalíticocatalítico
CicloCiclo catalíticocatalítico Ciclo catalítico da enzima frutose bifosfato aldolase que catalisa a reação: frutose

Ciclo catalítico da enzima frutose bifosfato aldolase que catalisa a reação:

frutose 1,6-bifosfato

gliceraldeído 3-fosfato + diidroxiacetona fosfato.

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EnzimasEnzimas Proteínas globulares; Especificidade – estrutura tridimensional do sítio ativo; São extremamente
EnzimasEnzimas
EnzimasEnzimas

Proteínas globulares;

Especificidade – estrutura tridimensional do sítio ativo;

São extremamente eficientes

Nº de turnover – nº máximo de substrato convertido em produto por uma enzima / segundo;

1 a 10.000 ou até 500 mil;

DNA polimerase I = sintetiza 15 moléculas DNA/s;

Catalase = decompõe 40 milhões de H 2 O 2 /s.

ClassificaçãoClassificação dasdas EnzimasEnzimas
ClassificaçãoClassificação dasdas EnzimasEnzimas

Classe

Reação que catalisa

Exemplo

Oxidorredutase

Oxidação-redução em que O e H são ganhos ou perdidos

Citocromo oxidase Lactato desidrogenase

Transferase

Transferência de grupos funcionais (grupo amino, acetil, fosfato)

Acetato quinase Alanina deaminase

Hidrolase

Hidrólise (adição de água)

Lipase

Sacarase

Liase

Remoção de grupos de átomos sem hidrólise

Oxalato descarboxilase Isocitrato liase

Isomerase

Rearranjo de átomos dentro de uma molécula

Glicose-fosfato isomerase

Ligase

União de 2 moléculas (usando energia geralmente derivada da quebra do ATP)

Acetil-CoA sintetase DNA ligase

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EnzimasEnzimas
EnzimasEnzimas

Componentes Componente protéico

Componente não-protéico Cofator (íons) ou, Coenzima (algumas derivadas de vitaminas). Apoenzima + Cofator = holoenzima (ativa).

apoenzima;

(íons) ou, Coenzima (algumas derivadas de vitaminas). Apoenzima + Cofator = holoenzima (ativa). apoenzima; 40

40

CoenzimasCoenzimas Auxiliam as enzimas - admissão de átomos removidos de substratos ou doação de átomos
CoenzimasCoenzimas
CoenzimasCoenzimas

Auxiliam as enzimas - admissão de átomos removidos de substratos ou doação de átomos requeridos pelo substrato;

São carreadores de elétrons – removem elétrons do substrato e doam a outras moléculas em reações subsequentes;

A maioria é derivada de vitaminas;

Ligação não é permanente.

Coenzimas importantes no metabolismo celular:

Nicotinamida adenina dinucleotídeo NAD +

Reações catabólicas – liberam energia

Nicotinamida adenina dinucleotídeo fosfato NADP +

Reações anabólicas – requerem energia

CoenzimasCoenzimas Outras coenzimas importantes Flavina mononucleotídeo – FMN; Flavina adenina nucleotídeo – FAD;
CoenzimasCoenzimas
CoenzimasCoenzimas

Outras coenzimas importantes

Flavina mononucleotídeo – FMN;

Flavina adenina nucleotídeo – FAD;

Compostas por vitamina B e riboflavina.

Coenzima A – CoA

Derivado do ácido pantotênico (vit B5) e vitamina B;

Participa da síntese e degradação de gorduras e reações de oxidação no ciclo de Krebs.

FatoresFatores queque influenciaminfluenciam aa atividadeatividade enzimáticaenzimática
FatoresFatores queque influenciaminfluenciam aa atividadeatividade enzimáticaenzimática

Temperatura Elevação da T acima da T ótima Redução da velocidade de reação;

Desnaturação da enzima – perda da estrutura tridimensional; Troca o arranjo dos aminoácidos no sítio ativo;

Troca o arranjo dos aminoácidos no sítio ativo; Altera a forma do sítio ativo; Perda da

Altera a forma do sítio ativo;

no sítio ativo; Altera a forma do sítio ativo; Perda da propriedade catalítica. Em alguns casos

Perda da propriedade catalítica.

Em alguns casos a desnaturação é parcial ou completamente reversível.

FatoresFatores queque influenciaminfluenciam aa atividadeatividade enzimáticaenzimática pH Enzimas têm pH ótimo –
FatoresFatores queque influenciaminfluenciam aa atividadeatividade enzimáticaenzimática
FatoresFatores queque influenciaminfluenciam aa atividadeatividade enzimáticaenzimática

pH

Enzimas têm pH ótimo – máxima velocidade de reação;

Alterações no pH redução da atividade enzimática e da velocidade de reação;

Alteração da estrutura tridimensional da enzima.

Pode haver desnaturação.

H + e OH - competem com o H e com as ligações iônicas em uma enzima.

FatoresFatores queque influenciaminfluenciam aa atividadeatividade enzimáticaenzimática
FatoresFatores queque influenciaminfluenciam aa atividadeatividade enzimáticaenzimática

Concentração de substrato

Aumento da concentração de substrato;

de substrato Aumento da concentração de substrato; Todos os sítios ativos estão preenchidos; Alcançada

Todos os sítios ativos estão preenchidos;

de substrato; Todos os sítios ativos estão preenchidos; Alcançada velocidade máxima de reação. Enzimas podem

Alcançada velocidade máxima de reação.

Enzimas podem ficar inativas pela falta de substrato.

InibiçãoInibição enzimáticaenzimática Inibição competitiva – moléculas estruturalmente semelhantes competem
InibiçãoInibição enzimáticaenzimática
InibiçãoInibição enzimáticaenzimática

Inibição competitiva – moléculas estruturalmente semelhantes competem pelo sítio ativo da enzima;

S – ácido para-aminobenzóico (PABA) + enzima = ác. fólico

I – sulfanilamida.

Produção de ác. fólico não ocorre – mata bactérias;

Humanos não usam PABA ác. fólico.

InibiçãoInibição enzimáticaenzimática Inibição não-competitiva – o inibidor não compete com o substrato pelo
InibiçãoInibição enzimáticaenzimática
InibiçãoInibição enzimáticaenzimática

Inibição não-competitiva – o inibidor não compete com o

substrato pelo sítio ativo da enzima. Ele interage com outra

parte da enzima

Inibição alostérica;

Muda a forma do sítio ativo;

Provoca redução da atividade enzimática (efeito pode ser reversível);

Pode ocorrer em enzimas que necessitam de íons metálicos para ativação;

Substâncias (cianeto e fluoreto) combinam íons e inativam enzimas.

InibiçãoInibição enzimáticaenzimática Inibição por retroalimentação ou do produto final Atividade enzimática é
InibiçãoInibição enzimáticaenzimática
InibiçãoInibição enzimáticaenzimática

Inibição por retroalimentação ou do produto final

Atividade enzimática é reduzida ou interrompida quando há

produto final suficiente (inibição alostérica);

Atua na primeira enzima da via metabólica;

Quando o produto é consumido pela célula a atividade

enzimática é retomada;

Atua como controle bioquímico – produção de aminoácidos

na célula, vitaminas, purinas e pirimidinas.

Metabolismo Metabolismo microbiano microbiano

MetabolismoMetabolismo microbianomicrobiano

O que é METABOLISMO??? 50
O que é METABOLISMO??? 50

O que é METABOLISMO???

MetabolismoMetabolismo Todas as reações químicas que acontecem dentro de um organismo vivo; Reações liberam ou
MetabolismoMetabolismo
MetabolismoMetabolismo

Todas as reações químicas que acontecem dentro de um organismo vivo;

Reações liberam ou requerem energia;

Balanceamento de energia.

Fonte de energia – moléculas químicas (nutrientes) absorvidos pela célula ou luz.

Quebra das moléculas libera energia

armazenada e

utilizada para executar atividades celulares.

PorquePorque asas célulascélulas precisamprecisam dede energia???energia??? Biossíntese das partes estruturais da
PorquePorque asas célulascélulas precisamprecisam dede energia???energia???
PorquePorque asas célulascélulas precisamprecisam dede energia???energia???

Biossíntese das partes estruturais da célula: paredes celulares ou membrana;

Síntese de enzimas, ácidos nucléicos, polissacarídeos, fosfolipídios e outros componentes químicos da célula;

Reparo de danos e manutenção da célula;

Crescimento e multiplicação;

Armazenamento de nutrientes e excreção de produtos de escória;

Mobilidade.

ProduçãoProdução dede energiaenergia A transferência de energia em sistemas biológicos envolve reações de
ProduçãoProdução dede energiaenergia
ProduçãoProdução dede energiaenergia

A transferência de energia em sistemas biológicos envolve reações de Oxi-redução

Oxidação perda de elétrons (ou átomos de H)

Produz energia;

Reações de desidrogenação.

Redução ganho de elétrons (ou átomos de H)

Requer energia.

ReaçõesReações dede OxiOxi--reduçãoredução
ReaçõesReações dede OxiOxi--reduçãoredução

Maioria das reações bioquímicas envolvem transferência de um átomo de H 2 (ou seja 1 elétron e 1 próton);

Elétrons não podem ficar “soltos” toda reação de oxidação requer acoplada uma redução.

O composto que foi oxidado

O composto que foi reduzido

doador de elétrons,

aceptor de elétrons.

uma redução. O composto que foi oxidado O composto que foi reduzido doador de elétrons ,
ReaçõesReações dede OxiOxi--reduçãoredução
ReaçõesReações dede OxiOxi--reduçãoredução
ReaçõesReações dede OxiOxi--reduçãoredução Composto oxidado Composto reduzido 55

Composto oxidado

Composto reduzido

ReaçõesReações dede OxiOxi--reduçãoredução Potencial de redução (E 0 ) - tendência de doar ou receber
ReaçõesReações dede OxiOxi--reduçãoredução
ReaçõesReações dede OxiOxi--reduçãoredução

Potencial de redução (E 0 ) - tendência de doar ou receber elétrons:

E 0 negativo - maior tendência de doar elétrons;

E 0 positivo - maior tendência de receber elétrons.

Par redox: FORMA OXIDADA + e-

FORMA REDUZIDA

Forma oxidada (esquerda) / Forma reduzida (direita)

CO 2 /glicose

½ O 2 /H 2 0

E 0 = -0,43 V

E 0 = +0,82 V

ReaçõesReações dede OxiOxi--reduçãoredução Potencial de redução (E 0 ) ≠ (∆E 0 ) entre doador
ReaçõesReações dede OxiOxi--reduçãoredução
ReaçõesReações dede OxiOxi--reduçãoredução

Potencial de redução (E 0 )

(∆E 0 ) entre doador e aceptor de elétrons energia

livre liberada

usada para síntese de ATP;

No catabolismo o doador de elétrons é designado como fonte de energia.

succinato 2- + NO 3 - succinato 2- + ½ O 2 fumarato 2- +
succinato 2- + NO 3 -
succinato 2- + ½ O 2
fumarato 2- + NO 2 - + H 2 O
fumarato 2- + H 2 O
Torre eletrônica
Os pares redox estão
dispostos com os
doadores mais fortes
no topo e os aceptores
mais fortes na base.
58
ProduçãoProdução dede energiaenergia
ProduçãoProdução dede energiaenergia

Reações de Oxidação-redução

A célula utiliza a energia de uma série integrada de reações

de oxidação sequenciais para síntese do ATP transporte de elétrons;

Sistema de

Liberação gradativa de energia em várias etapas;

Maior eficiência na obtenção de energia.

(O/R) 1

e -

(O/R) 2

e -

(O/R) 3

Doador de

e

-

elétrons

e -

e - (O/R) 3 Doador de e - elétrons e - Composto reduzido que doa elétrons:

Composto reduzido que doa elétrons: nutriente ou composto resultante da quebra de nutrientes

nutriente ou composto resultante da quebra de nutrientes Energia liberada para síntese de ATP Aceptor final

Energia liberada para síntese de ATP

Aceptor final de elétrons

liberada para síntese de ATP Aceptor final de elétrons Composto oxidado obtido do ambiente. Aeróbios –

Composto oxidado obtido do ambiente. Aeróbios – O 2 H 2 O Anaeróbios – nitrato, sulfato

SistemaSistema dede transportetransporte dede elétronselétrons
SistemaSistema dede transportetransporte dede elétronselétrons
SistemaSistema dede transportetransporte dede elétronselétrons 60
ReaçõesReações dede OxiOxi--reduçãoredução –– carreadorescarreadores dede ee --
ReaçõesReações dede OxiOxi--reduçãoredução –– carreadorescarreadores dede ee --

Moléculas carreadoras de elétrons

Transportam e - de doador primário até aceptor final;

NAD e NADP

carreadores de H 2 .

de elétrons Transportam e - de doador primário até aceptor final; NAD e NADP carreadores de

61

ReaçõesReações dede OxiOxi--reduçãoredução –– carreadorescarreadores dede ee -- NAD/NADH (E 0 = - 0,32V)
ReaçõesReações dede OxiOxi--reduçãoredução –– carreadorescarreadores dede ee --
ReaçõesReações dede OxiOxi--reduçãoredução –– carreadorescarreadores dede ee --

NAD/NADH (E 0 = - 0,32V)

NADP/NADPH (E 0 = - 0,32V)

Catabolismo;

Anabolismo;

Reações redox celulares geralmente envolvem a presença

de carreadores que atuam junto às enzimas

COENZIMAS

Algumas são livres e difusíveis (NAD e NADP);

Outras ligadas as enzimas (FAD) na membrana plasmática;

Mais importante é o par NAD/NADH.

Sem a presença das coenzimas as reações enzimáticas não ocorrem.

OxiOxi--reduçãoredução envolvendoenvolvendo NADNAD ++ /NADH/NADH
OxiOxi--reduçãoredução envolvendoenvolvendo NADNAD ++ /NADH/NADH
OxiOxi--reduçãoredução envolvendoenvolvendo NADNAD ++ /NADH/NADH 63
OxiOxi--reduçãoredução envolvendoenvolvendo NADNAD ++ /NADH/NADH
OxiOxi--reduçãoredução envolvendoenvolvendo NADNAD ++ /NADH/NADH
OxiOxi--reduçãoredução envolvendoenvolvendo NADNAD ++ /NADH/NADH 64
ArmazenamentoArmazenamento dede energiaenergia -- ATPATP
ArmazenamentoArmazenamento dede energiaenergia -- ATPATP

O ATP é formado pela adição de um grupo fosfato ao ADP, cuja energia de adição provém de reações exergônicas

(oxi-redução)

Adenosina

P
P

ADP

P
P

+

FOSFORILAÇÃO

P i
P
i

+ Energia

AdenosinaAdenosina P ADP P + FOSFORILAÇÃO P i + Energia P P ATP P + H Adenosina P ADP P + FOSFORILAÇÃO P i + Energia P P ATP P + H

P
P
P
P

ATP

P
P

+ H 2

O

ATP – moeda energética das células;

Presente em baixas concentrações.

Outros compostos de fosfato de alta energia:

ADP

Fosfoenolpiruvato

Acetilfosfato

ArmazenamentoArmazenamento dede energiaenergia Coenzima A Composto de alta energia produzido pelas células; Conserva
ArmazenamentoArmazenamento dede energiaenergia
ArmazenamentoArmazenamento dede energiaenergia

Coenzima A

Composto de alta energia produzido pelas células;

Conserva energia liberada nas reações exergônicas;

Acetil-CoA – derivado da Coenzima A;

Ligações sulfoanidrido (tioéster) - geram energia livre de hidrólise – promove ligação fosfato de alta energia.

Acetil-S-CoA + H 2 O + ADP + P

acetato - + HS-CoA + ATP + H +

Importante na energética de anaeróbios (fermentação);

Participa da síntese e degradação de lipídeos e no ciclo de Krebs.

LigaçõesLigações dede altaalta energiaenergia
LigaçõesLigações dede altaalta energiaenergia
LigaçõesLigações dede altaalta energiaenergia Ligação tioéster – alta energia 67

Ligação tioéster – alta energia

67

ArmazenamentoArmazenamento dede energiaenergia
ArmazenamentoArmazenamento dede energiaenergia

Microrganismos produzem polímeros insolúveis (grânulos)

Polímeros de glicose: Amido e Glicogênio;

Polímero lipídico: poli-β-hidroxibutirato, polidroxialcanoatos;

Enxofre elementar – quimiolitotróficos sulfurados.

Enxofre elementar – quimiolitotróficos sulfurados. Célula oxida os polímeros síntese de novos compostos

Célula oxida os polímeros

síntese de novos compostos

celulares ou manter-se energeticamente.

MetabolismoMetabolismo
MetabolismoMetabolismo

Reações químicas reguladas por enzimas Reações catabólicas ou degradativas

por enzimas Reações catabólicas ou degradativas Fornecem as unidades básicas para a síntese dos

Fornecem as unidades básicas para a síntese dos constituintes celulares.

69

MetabolismoMetabolismo
MetabolismoMetabolismo

Reações químicas reguladas por enzimas Reações anabólicas ou biossintéticas

reguladas por enzimas Reações anabólicas ou biossintéticas - Geram materiais para o crescimento celular. 70

-Geram materiais para o crescimento celular.

70

PrincipaisPrincipais fontesfontes energéticasenergéticas dosdos microrganismosmicrorganismos Quimioheterotróficos
PrincipaisPrincipais fontesfontes energéticasenergéticas dosdos microrganismosmicrorganismos
PrincipaisPrincipais fontesfontes energéticasenergéticas dosdos microrganismosmicrorganismos

Quimioheterotróficos

degradação de compostos orgânicos;

Streptococcus lactis + glicose

ácido lático + energia

Quimioautotróficos

degradação de compostos inorgânicos;

Nitrosomonas europaea + amônia

nitrito + energia

Fototróficos

luz – não degradam substrato

Anabaena cylindrica + luz

energia

absorção de luz (pigmento)

MetabolismoMetabolismo –– TransferênciaTransferência dede energiaenergia
MetabolismoMetabolismo –– TransferênciaTransferência dede energiaenergia

Acoplamento energético das reações anabólicas e catabólicas

energético das reações anabólicas e catabólicas Moléculas simples: glicose ácidos graxos, glicerol,
Moléculas simples: glicose ácidos graxos, glicerol, aminoácidos
Moléculas simples: glicose
ácidos graxos, glicerol,
aminoácidos

ATP

glicose ácidos graxos, glicerol, aminoácidos ATP ADP + P i Moléculas complexas: Amido, proteínas e

ADP +

P
P

i

Moléculas complexas: Amido, proteínas e lipídeos
Moléculas complexas:
Amido, proteínas e lipídeos

Calor

liberado

Reações catabólicas: Transferem energia da quebra de moléculas complexas para o ATP
Reações catabólicas:
Transferem energia da
quebra de moléculas
complexas para o ATP
energia da quebra de moléculas complexas para o ATP Reações anabólicas: Transferem energia do ATP para
energia da quebra de moléculas complexas para o ATP Reações anabólicas: Transferem energia do ATP para
Reações anabólicas: Transferem energia do ATP para síntese de moléculas complexas
Reações anabólicas:
Transferem energia do
ATP para síntese de
moléculas complexas
para o ATP Reações anabólicas: Transferem energia do ATP para síntese de moléculas complexas Calor liberado

Calor

liberado

ObtençãoObtenção dede energiaenergia nosnos sistemassistemas biológicosbiológicos
ObtençãoObtenção dede energiaenergia nosnos sistemassistemas biológicosbiológicos

Principais vias de obtenção de energia em organismos quimioheterotróficos

Carboidratos

CATABOLISMO DE CARBOIDRATOS – 2 vias:

principal fonte de C e energia (glicose);

RESPIRAÇÃO

vias: principal fonte de C e energia (glicose); RESPIRAÇÃO Aeróbia – O 2 como aceptor final

Aeróbia – O 2 como aceptor final de elétrons;

Anaeróbia – molécula inorgânica (NO 3 - , SO 4 2- ) como aceptor final de e - .

FERMENTAÇÃO - molécula orgânica como aceptor final de e -

- ) como aceptor final de e - . FERMENTAÇÃO - molécula orgânica como aceptor final

Síntese de ATP

ProduçãoProdução dede ATPATP pelospelos microrganismosmicrorganismos Vias de fosforilação do ADP – Síntese do
ProduçãoProdução dede ATPATP pelospelos microrganismosmicrorganismos
ProduçãoProdução dede ATPATP pelospelos microrganismosmicrorganismos

Vias de fosforilação do ADP – Síntese do ATP:

Respiração

síntese ATP

fosforilação oxidativa.

A energia liberada pela oxidação de compostos químicos (nutrientes) é utilizada para síntese de ATP a partir do ADP – força próton motiva;

Fermentação substrato.

síntese de ATP

fosforilação a nível de

O grupo fosfato de um composto químico é removido e adicionado diretamente ao ADP;

Fotofosforilação – microrganismos fototróficos. Luz conduz as reações de oxidação-redução.

GlicóliseGlicólise
GlicóliseGlicólise

Via Embden-Meyerhof

1ª etapa do catabolismo de carboidratos;

Glicólise – quebra do açúcar catalisada por enzimas

Oxidação da

glicose (6C)

2 ácido pirúvico (3C)

Não requer oxigênio.

ETAPAS:

1ª ETAPA – Fase preparatória; 2ª ETAPA – Reações de oxi-redução e conservação de energia.

Glicólise isomerase Etapa I Fase preparatória fosfofrutoquinase Aldolase Aldolase Gliceraldeído-3-P
Glicólise
isomerase
Etapa I
Fase preparatória
fosfofrutoquinase
Aldolase
Aldolase
Gliceraldeído-3-P
desidrogenase
Fosfogliceroquinase
Etapa II
Oxi-redução
Conservação
de energia
Enolase
Piruvato quinase
76
ResumoResumo dasdas etapasetapas dada GlicóliseGlicólise 1ª etapa – Fase preparatória 2 moléculas de ATP são
ResumoResumo dasdas etapasetapas dada GlicóliseGlicólise
ResumoResumo dasdas etapasetapas dada GlicóliseGlicólise

1ª etapa – Fase preparatória

2 moléculas de ATP são utilizadas enquanto uma molécula de glicose (6C) é fosforilada, reestruturada e quebrada em 2 compostos de 3C:

Gliceraldeído 3-fosfato (GP) e ,

Diidroxiacetona fosfato (DHAP).

DHAP é convertida imediatamente em GP;

2 moléculas de GP são supridas para as reações químicas da 2ª etapa.

ResumoResumo dasdas etapasetapas dada GlicóliseGlicólise 2ª etapa – Conservação de energia 2 moléculas de
ResumoResumo dasdas etapasetapas dada GlicóliseGlicólise
ResumoResumo dasdas etapasetapas dada GlicóliseGlicólise

2ª etapa – Conservação de energia

2 moléculas de gliceraldeído 3-fosfato (3C) são oxidadas produzindo 2 moléculas de ácido pirúvico (piruvato);

2 moléculas de NAD + são reduzidas a NADH;

4 moléculas de ATP são formadas pela fosforilação em nível de substrato.

SALDO DA GLICÓLISE:

2 ATP consumidas na 1ª etapa

4 ATP formadas na 2ª etapa

Ganho de 2 ATP por molécula de glicose oxidada.

DestinosDestinos dodo piruvatopiruvato
DestinosDestinos dodo piruvatopiruvato

1 Glicose (6C)

DestinosDestinos dodo piruvatopiruvato 1 Glicose (6C) 79
FermentaçãoFermentação Liberação de energia a partir de moléculas orgânicas; Redução de um composto gerado pelo
FermentaçãoFermentação
FermentaçãoFermentação

Liberação de energia a partir de moléculas orgânicas;

Redução de um composto gerado pelo substrato inicial.

Não requer oxigênio;

Não ocorrem ciclo de Krebs e CTE (ausência de NAD + e FAD);

Molécula orgânica como receptor final de elétrons;

Baixa produção de ATP (2 ATP);

Tipos de fermentação:

Lática;

Alcoólica.

FermentaçãoFermentação Recuperação do NAD + Elétrons e prótons são transferidos do NADH para o piruvato
FermentaçãoFermentação
FermentaçãoFermentação

Recuperação do NAD +

Elétrons e prótons são transferidos do NADH para o piruvato ou seus derivados;

Garante suprimento de NAD + para continuidade da glicólise.

ATP é gerado somente durante a glicólise.

FermentaçãoFermentação –– EstágioEstágio IIIIII
FermentaçãoFermentação –– EstágioEstágio IIIIII

Reação de oxi-redução com formação de produtos de fermentação

–– EstágioEstágio IIIIII Reação de oxi-redução com formação de produtos de fermentação 82
FermentaçãoFermentação Rendimento energético 2 ATP – porque??? Os átomos de C glicose são apenas parcialmente
FermentaçãoFermentação
FermentaçãoFermentação

Rendimento energético

2 ATP – porque???

Os átomos de C glicose são apenas parcialmente oxidados;

A diferença nos potenciais de redução entre o doador primário de e- e o aceptor final é pequena.

FermentaçãoFermentação láticalática
FermentaçãoFermentação láticalática
FermentaçãoFermentação láticalática - Fermentação homolática - Ácido lático como único produto final; -

- Fermentação homolática - Ácido lático como único produto final;

- Streptococcus, e várias espécies de Lactobacillus;

- Processos industriais – Laticínios QUEIJOS, IOGURTES,

FermentaçãoFermentação alcoólicaalcoólica
FermentaçãoFermentação alcoólicaalcoólica
FermentaçãoFermentação alcoólicaalcoólica - Produção de Etanol e CO 2 ; - Conversão de NADH em NAD

- Produção de Etanol e CO 2 ;

- Conversão de NADH em NAD + ;

- Saccharomyces cerevisae, Zymomonas;

- Processos Industriais (bebidas, pães).

RespiraçãoRespiração celularcelular -- QuimioheterotróficosQuimioheterotróficos Oxidação completa da molécula de
RespiraçãoRespiração celularcelular -- QuimioheterotróficosQuimioheterotróficos
RespiraçãoRespiração celularcelular -- QuimioheterotróficosQuimioheterotróficos

Oxidação completa da molécula de glicose

Regeneração do NAD a partir do NADH para continuidade da glicólise.

ETAPAS:

CO 2 ;

Vias glicolíticas – ocorrem na grande maioria das células vivas;

Ciclo de Krebs ou Ciclo do ácido cítrico;

Característica essencial - Cadeia de transporte de elétrons - Fosforilação oxidativa.

CicloCiclo dede KrebsKrebs Ciclo do ácido cítrico ou do ácido tricarboxílico; Ocorre em aerobiose -
CicloCiclo dede KrebsKrebs
CicloCiclo dede KrebsKrebs

Ciclo do ácido cítrico ou do ácido tricarboxílico;

Ocorre em aerobiose - descarboxilação total da glicose;

Eucariotos - Sistema enzimático localizado na matriz mitocondrial;

Procariotos – Citoplasma.

Importância:

Acetil-CoA completamente oxidado a CO 2 + H 2 O;

Complementa a oxidação da glicose e guarda a energia

dos elétrons (H + ) na forma de NADH e FADH 2

CTE.

CicloCiclo dede KrebsKrebs
CicloCiclo dede KrebsKrebs
CicloCiclo dede KrebsKrebs OBSERVE OS RESULTADOS!!! 3 CO 2 x 2 = 6 CO 2 3

OBSERVE OS RESULTADOS!!!

3

CO 2 x 2 = 6 CO 2

3

NAD + + H +

3 NADH

1 NADP + + H + 1 NADPH

1

FAD + 2H +

1 FADH 2

3

NADH x 2 = 6 NADH

1

FADH 2 x 2 = 2 FADH 2

1 NADPH x 2 = 2 NADPH

2 GTP 2 ATP (fosforilação em nível de substrato).

88

GlicóliseGlicólise ++ CicloCiclo dede KrebsKrebs
GlicóliseGlicólise ++ CicloCiclo dede KrebsKrebs

RESULTADOS

GLICÓLISE

DESCARBOXILAÇÃO

CICLO DE KREBS

 

PIRUVATO

TOTAL

2 NADH

2 NADH

6 NADH

10 NADH

   

2 FADH 2

2 FADH 2

 

2 CO 2

4

CO 2

6

CO 2

2 ATP

 

2

ATP

4

ATP

10 NADH + 2 FADH 2 = 12 H oxidação completa da glicose

6 CO 2 descarboxilação completa da glicose

liberado para o meio

CicloCiclo dede KrebsKrebs IMPORTÂNCIA – BIOENERGÉTICA E BIOSSINTÉTICA Alguns de seus intermediários são
CicloCiclo dede KrebsKrebs
CicloCiclo dede KrebsKrebs

IMPORTÂNCIA – BIOENERGÉTICA E BIOSSINTÉTICA

Alguns de seus intermediários são utilizados para a síntese

de outros compostos (anabolismo)

Via Anfibólica:

Ácido oxaloacético pirimidinas

Ácido α-cetoglutárico arginina

Ácido succínico citocromos

Ácido málico lipídio

Acetil-CoA síntese de ácidos graxos

Produtos mais importantes – transporte de elétrons:

NADH,

FADH 2 .

CadeiaCadeia dede transportetransporte dede elétronselétrons (CTE)(CTE) Sequência de moléculas transportadoras que
CadeiaCadeia dede transportetransporte dede elétronselétrons (CTE)(CTE)
CadeiaCadeia dede transportetransporte dede elétronselétrons (CTE)(CTE)

Sequência de moléculas transportadoras que são capazes de oxidação e redução;

Reduções do NADH e do FADH 2 transferem energia para formação de ATP;

Energia liberada

formação gradiente de H + na membrana

força próton-motiva;

Células eucarióticas – cristas mitocondriais;

Procariotos – membrana plasmática.

Objetivo – liberar energia quando e- são transferidos de compostos de alta energia para os de baixa energia.

CTECTE Principais moléculas transportadoras Flavoproteínas (FMN – flavina mononucleotídeo e FAD) Realizam
CTECTE
CTECTE

Principais moléculas transportadoras Flavoproteínas (FMN – flavina mononucleotídeo e FAD) Realizam alternadamente oxidações e reduções. Citocromos – proteína contendo Fe (heme) Existem na forma oxidada (Fe 3+ ) ou reduzida (Fe 2+ ). CTE - citocromos b, c 1 , c, a e a 3 . Ubiquinonas ou coenzima Q (Q) - natureza não protéica. Variam de acordo com a bactéria; FMN e Q – absorvem e liberam prótons e elétrons; Citocromos – transferem apenas elétrons.

1 captura 1H + FMNH 2 e NAD + ; 2 3 4 5 formar
1 captura 1H + FMNH 2 e NAD + ; 2 3 4 5 formar
1
captura 1H +
FMNH 2 e NAD + ;
2
3
4
5
formar H 2 O.

– Transferência de H + + 2 e- do NADH para FMN que

– FMNH 2 doa 2e- à Q e transfere 2H + p/ meio externo;

- Coenzima Q é reduzida usando 2H + do citoplasma;

– Q transfere 2H + para meio externo;

– elétrons são transferidos sucessivamente de Q para

os citocromos (oxi-red). Cit a 3 transfere e- ao O 2 que

fica negativamente carregado e se combina com H + para

Fluxo e- - gradiente de H+ - força próton-motiva – ATP.

93

GeraçãoGeração dada ForçaForça PrótonPróton motivamotiva O transporte de e- pelas moléculas carreadoras
GeraçãoGeração dada ForçaForça PrótonPróton motivamotiva
GeraçãoGeração dada ForçaForça PrótonPróton motivamotiva

O transporte de e- pelas moléculas carreadoras estabelece um gradiente de prótons através da membrana;

Quimioosmose - proteínas transportadoras separam H em prótons e elétrons.

Elétrons são transferidos para a o carreador seguinte;

Prótons são bombeados para a face externa da membrana;

ForçaForça PrótonPróton motivamotiva
ForçaForça PrótonPróton motivamotiva

Ao final do processo, os elétrons são carreados ao aceptor

final (O 2 na respiração aeróbia) – redução O 2

H 2 O;

Acúmulo de H + no lado externo da membrana e déficit no lado interno. Gradiente de H + e eletroquímico;

no lado interno. Gradiente de H + e eletroquímico; Gera-se uma energia potencial ao longo da

Gera-se uma energia potencial ao longo da membrana força próton motiva;

potencial ao longo da membrana ⇒ força próton motiva ; Prótons retornam ao lado interno através

Prótons retornam ao lado interno através da ATP sintase.

SínteseSíntese dede ATPATP ATPsintase ou ATPase – enzima localizada na membrana Responsável pela síntese de
SínteseSíntese dede ATPATP
SínteseSíntese dede ATPATP

ATPsintase ou ATPase – enzima localizada na membrana

Responsável pela síntese de ATP;

Funciona como um motor;

Canal para transporte de prótons para o meio interno;

Promove rotação proteínas e liberação de energia

síntese ATP (ADP + Pi

ATP + H 2 O).

SínteseSíntese dede ATPATP pelapela ATPaseATPase
SínteseSíntese dede ATPATP pelapela ATPaseATPase
SínteseSíntese dede ATPATP pelapela ATPaseATPase a – canalização dos H + À medida que os H

a – canalização dos H +

À medida que os H + entram,

a dissipação da FPM promove

a síntese do ATP.

97

ResumoResumo dada cadeiacadeia respiratóriarespiratória
ResumoResumo dada cadeiacadeia respiratóriarespiratória
ResumoResumo dada cadeiacadeia respiratóriarespiratória 98
ResumoResumo dada respiraçãorespiração aeróbicaaeróbica CTE – regenera NAD + e FAD + para retornarem à
ResumoResumo dada respiraçãorespiração aeróbicaaeróbica
ResumoResumo dada respiraçãorespiração aeróbicaaeróbica

CTE – regenera NAD + e FAD + para retornarem à glicólise e

ao ciclo de Krebs.

Geração de ATP

NADH bombea aprox. 3H + 3 ATP

FADH bombea aprox. 2H + 2 ATP

ResumoResumo dada respiraçãorespiração aeróbicaaeróbica
ResumoResumo dada respiraçãorespiração aeróbicaaeróbica
EtapaEtapa HidrogênioHidrogênio ATPATP Glicólise 2 NADH → 6 ATP 4 ATP Ciclo de Krebs 6
EtapaEtapa
HidrogênioHidrogênio
ATPATP
Glicólise
2
NADH →
6 ATP
4
ATP
Ciclo de Krebs
6
NADH → 18 ATP
2 GTP
→ 2 ATP
2
FADH 2222 →
4
ATP
Antes do C.K.: oxidação
2 piruvatos
2 NADH →
6 ATP
Total Geral
40 ATP
Gasto 2 ATP na glicólise
- 2 ATP
Saldo líquido
38 ATP
ResumoResumo dada respiraçãorespiração aeróbicaaeróbica Procariotos – produzidos 38 ATP ; Células eucarióticas
ResumoResumo dada respiraçãorespiração aeróbicaaeróbica
ResumoResumo dada respiraçãorespiração aeróbicaaeróbica

Procariotos – produzidos 38 ATP;

Células eucarióticas – produzidos 36 ATP – perda de energia

quando os e- são movidos através da membrana

mitocondrial.

Resumo para respiração aeróbia em procariotos:

C 6 H 12 O 6 + 6O 2 + 38ADP + 38P i

6CO 2 + 6H 2 O + 38ATP

RespiraçãoRespiração anaeróbicaanaeróbica Receptor final de elétrons não é o Oxigênio ; Compostos
RespiraçãoRespiração anaeróbicaanaeróbica
RespiraçãoRespiração anaeróbicaanaeróbica

Receptor final de elétrons não é o Oxigênio; Compostos inorgânicos NO 3- NO 2- - Ciclo do nitrogênio

SO 4 2- S 0 Fe 3+ CO 3 2-

H 2 S – Ciclo do enxofre H 2 S Fe 2+ CH 4

Ocorre em muitos procariotos: Pseudomonas e Bacillus. Gera menos ATP crescimento lento.

RespiraçãoRespiração XX FermentaçãoFermentação Organismos fermentativos Habitam ambientes com fontes contínuas de
RespiraçãoRespiração XX FermentaçãoFermentação
RespiraçãoRespiração XX FermentaçãoFermentação

Organismos fermentativos

Habitam ambientes com fontes contínuas de nutrientes;

Processo ineficiente, mas pode gerar grande quantidade de energia – armazenada nas ligações químicas dos compostos formados.

Respiração

Baixos níveis de nutrientes;

Processo mais eficiente de geração de energia.

CatabolismoCatabolismo dosdos lipídioslipídios ee dasdas proteínasproteínas
CatabolismoCatabolismo dosdos lipídioslipídios ee dasdas proteínasproteínas
Proteases e polipeptidases Desaminação dos aa Produzindo NH 4 + que é excretado. Descarboxilação e
Proteases e
polipeptidases
Desaminação dos aa
Produzindo NH 4 + que é
excretado.
Descarboxilação e
desidrogenação.

Lipase

104

CatabolismoCatabolismo dosdos quimioautotróficosquimioautotróficos Utilizam CO 2 como principal fonte de carbono ;
CatabolismoCatabolismo dosdos quimioautotróficosquimioautotróficos
CatabolismoCatabolismo dosdos quimioautotróficosquimioautotróficos

Utilizam CO 2 como principal fonte de carbono;

Fonte de energia: oxidação de compostos químicos inorgânicos;

Variedade de compostos químicos usados:

Beggiatoa – H 2 S

Thiobacillus thiooxidans – S

Nitrosomonas – NH 3

Pseudomonas carboxydohydrogena – CO

Hydrogenomonas – H 2

CTE

Gradiente de prótons síntese de ATP

CatabolismosCatabolismos dosdos fototróficosfototróficos -- FotossínteseFotossíntese Energia luminosa → energia
CatabolismosCatabolismos dosdos fototróficosfototróficos -- FotossínteseFotossíntese
CatabolismosCatabolismos dosdos fototróficosfototróficos -- FotossínteseFotossíntese

Energia luminosa energia química (ATP) conversão do

CO 2 em carboidrato (CH 2 O) n

Fixação do CO 2 ;

Cianobactérias e algas e plantas verdes - pigmentos para absorção de energia luminosa nos tilacóides:

Clorofila a – encontrada nos tilacóides;

Bacterioclorofilas – bactérias púrpuras e verdes sulfurosas;

Carotenóides, ficobilinas, ficocianinas, ficoeritrinas;

Cada pigmento absorve energia luminosa com determinado comprimento de onda.

FotoautotróficosFotoautotróficos
FotoautotróficosFotoautotróficos
FotoautotróficosFotoautotróficos 107
FotossínteseFotossíntese Fase Clara Fotofosforilação Clorofila a (plantas, algas e cianobactérias), bacterioclorofila
FotossínteseFotossíntese
FotossínteseFotossíntese

Fase Clara

Fotofosforilação

Clorofila a (plantas, algas e cianobactérias),

bacterioclorofila (outras bactérias)

Energia luminosa é convertida em energia química

LUZ

ADP + Pi

ATP

Redução do NADP + a NADPH.

FotofosforilaçãoFotofosforilação Luz é utilizada para produzir a força próton-motiva; Promove a síntese do ATP.
FotofosforilaçãoFotofosforilação
FotofosforilaçãoFotofosforilação

Luz é utilizada para produzir a força próton-motiva;

Promove a síntese do ATP.

Energia luminosa é absorvida pelos pigmentos (clorofila)

Excitação dos elétrons, que passam p/ moléculas transportadoras, semelhante à cadeia de transporte de elétrons;

Passagem de prótons pela membrana e conversão de ADP em ATP.

FotofosforilaçãoFotofosforilação Fotofosforilação acíclica - os elétrons liberados não retornam à clorofila,
FotofosforilaçãoFotofosforilação
FotofosforilaçãoFotofosforilação

Fotofosforilação acíclica - os elétrons liberados não retornam à clorofila, sendo incorporados ao NADPH.

Elétrons perdidos da clorofila são substituídos por e-

de moléculas de água (H 2 O)

½ O 2 .

Resultado da fosforilação acíclica:

ATP

O 2

NADPH (e- e H + derivados da H 2 O)

Na fase escura os elétrons são utilizados, junto com ATP, para reduzir o CO 2 a compostos orgânicos.

FotofosforilaçãoFotofosforilação acíclicaacíclica
FotofosforilaçãoFotofosforilação acíclicaacíclica
FotofosforilaçãoFotofosforilação acíclicaacíclica 111
FotossínteseFotossíntese Fase escura – Ciclo de Calvin-Benson Fixação do CO 2 – gasto de energia;
FotossínteseFotossíntese
FotossínteseFotossíntese

Fase escura – Ciclo de Calvin-Benson

Fixação do CO 2 – gasto de energia;

Elétrons e ATP reduzem 6 CO 2 em açúcares;

ATP + NADPH + CO 2

Açúcar

18 12 Investimento: 6 CO 2 ATP NADPH 113
18 12
18
12

Investimento:

6 CO 2

ATP

NADPH

113

FotoautotróficosFotoautotróficos -- FotossínteseFotossíntese Fotossíntese Oxigênica Vegetais, algas e
FotoautotróficosFotoautotróficos -- FotossínteseFotossíntese
FotoautotróficosFotoautotróficos -- FotossínteseFotossíntese

Fotossíntese Oxigênica

Vegetais, algas e cianobactérias;

Fotofosforilação acíclica;

Utilizam H 2 O para reduzir CO 2

Carboidrato;

Produção de O 2

liberado para o meio.

FotoautotróficosFotoautotróficos -- FotossínteseFotossíntese Fotossíntese Anoxigênica Fonte de C – compostos
FotoautotróficosFotoautotróficos -- FotossínteseFotossíntese
FotoautotróficosFotoautotróficos -- FotossínteseFotossíntese

Fotossíntese Anoxigênica

Fonte de C – compostos orgânicos;

Bactérias verdes sulfurosas Chlorobium – utilizam S, compostos de S (H 2 S) ou H 2 para reduzir CO 2 em compostos orgânicos e oxidam-se em SO 4 2- ou H 2 O.

Bacterioclorofila – clorossomos na memb. citoplasmática.

Bactérias púrpuras sulfurosas Chromatium – mesmo acima. Diferenças: tipo de bacterioclorofila, localização do enxofre armazenado e RNA ribossômico.

Bacterioclorofila – membranas intracitoplasmáticas.

Classificação nutricional dos organismos
Classificação nutricional dos organismos

116

Anabolismo 117
Anabolismo 117

Anabolismo

ViasVias metabólicasmetabólicas dede usouso dede energiaenergia Processo de síntese de macromoléculas celulares.
ViasVias metabólicasmetabólicas dede usouso dede energiaenergia
ViasVias metabólicasmetabólicas dede usouso dede energiaenergia

Processo de síntese de macromoléculas celulares.

Utilização da energia das ligações fosfato do ATP obtida no

catabolismo;

Produção de novos componentes celulares;

Movimento flagelar;

Transporte de substâncias através da membrana.

Características principais das vias biossintéticas:

Síntese ou captação unidades estruturais básicas (monômeros);

Ativação monômeros (ATP);

União unidades ativadas

estrutura macromolecular.

BiossínteseBiossíntese dede PolissacarídeosPolissacarídeos Importância - constituintes celulares, reserva de energia;
BiossínteseBiossíntese dede PolissacarídeosPolissacarídeos
BiossínteseBiossíntese dede PolissacarídeosPolissacarídeos

Importância - constituintes celulares, reserva de energia;

Síntese de Glicose a partir de intermediários produzidos na glicólise, Ciclo de Krebs;

Recomposição da glicose em polissacarídeos complexos Glicogênio;

Fosforilação e ligação das moléculas de glicose com uso de ATP

Glicose 6-fosfato + ATP

Adenosina difosfoglicose (ADPG)

Ligações de ADPG

Síntese de Glicogênio em bactérias

Glicose 6-fosfato + UTP

Uridina difosfoglicose (UDPG)

Ligações de UDPG

Síntese de Glicogênio em animais.

BiossínteseBiossíntese dede PolissacarídeosPolissacarídeos Biossíntese de peptideoglicano Obtido a partir do
BiossínteseBiossíntese dede PolissacarídeosPolissacarídeos
BiossínteseBiossíntese dede PolissacarídeosPolissacarídeos

Biossíntese de peptideoglicano

Obtido a partir do UDP-N-acetilglicosaminase (UDPNAc) – composto relacionado ao UDPG;

UDPNAc – é formado a partir da frutose 6-fosfato + UTP.

BiossínteseBiossíntese dede PolissacarídeosPolissacarídeos -- RibosesRiboses
BiossínteseBiossíntese dede PolissacarídeosPolissacarídeos -- RibosesRiboses
BiossínteseBiossíntese dede PolissacarídeosPolissacarídeos -- RibosesRiboses 121

121

BiossínteseBiossíntese dede PolissacarídeosPolissacarídeos
BiossínteseBiossíntese dede PolissacarídeosPolissacarídeos

Síntese de glicose a partir de outros substratos;

Gliconeogênese – inversão da via glicolítica.

Síntese de glicose a partir de outros substratos; Gliconeogênese – inversão da via glicolítica. 122
BiossínteseBiossíntese dede AminoácidosAminoácidos Aminoácidos: importantes para a síntese de proteínas; Grupamento
BiossínteseBiossíntese dede AminoácidosAminoácidos
BiossínteseBiossíntese dede AminoácidosAminoácidos

Aminoácidos: importantes para a síntese de proteínas;

Grupamento amino - precursor nitrogênio inorgânico (NH 3 ) glutamato;

Ciclo de Krebs aminoácidos;

fornecedor dos precursores da síntese de

Reações de Aminação – adicão de grupo amino ao ácido

pirúvico ou ácido orgânico (ciclo Krebs)

aminoácido;

Transaminação – grupo amino oriundo de um aminoácido pré- existente.

União aa

proteínas – envolve síntese de desidratação e ATP

124

124

BiossínteseBiossíntese dede LipídeosLipídeos Importância: Formação de constituintes celulares (membranas –
BiossínteseBiossíntese dede LipídeosLipídeos
BiossínteseBiossíntese dede LipídeosLipídeos

Importância:

Formação de constituintes celulares (membranas – fosfolipídeo);

Colesterol – membrana eucariontes;

Carotenóides – pigmentos.

Armazenamento de energia.

Biossíntese de lipídeos

Composição variável Diversas rotas de síntese;

Gorduras – união de ácidos graxos e glicerol;

Glicerol – obtido da diidroxiacetona fosfato (glicólise)

Ácidos graxos - a partir do Acetil-CoA.

BiossínteseBiossíntese dede PurinasPurinas ee PirimidinasPirimidinas Nucleotídeos ⇒ DNA e RNA Nucleotídeos são
BiossínteseBiossíntese dede PurinasPurinas ee PirimidinasPirimidinas
BiossínteseBiossíntese dede PurinasPurinas ee PirimidinasPirimidinas

Nucleotídeos DNA e RNA

Nucleotídeos são formados por:

Uma pentose – via pentose fosfato ou Entner-Doudoroff

Um grupo fosfato

Uma purina ou pirimidina

Purinas e pirimidinas são formadas a partir de:

Aminoácidos (ácido aspártico, glicina e glutamina) obtidos através de intermediários da glicólise e ciclo de Krebs.

C e N dos aminoácidos formam anéis de purinas e pirimidinas.

Purina Pirimidina 127
Purina Pirimidina 127

Purina

Pirimidina

Purina Pirimidina 127
IntegraçãoIntegração dodo metabolismometabolismo Catabolismo – produção de energia a partir de compostos
IntegraçãoIntegração dodo metabolismometabolismo
IntegraçãoIntegração dodo metabolismometabolismo

Catabolismo – produção de energia a partir de compostos orgânicos, inorgânicos e luz;

Anabolismo – utilização da energia nas reações de biossíntese.

Catabolismo e anabolismo unidos por intermediários comuns (essenciais):

Glicose 6-fosfato

Diidroxiacetona fosfato

Ácidos fosfoglicérico, fosfoenolpirúvico e pirúvico aminoácidos;

Acetil-coA – ácidos graxos, etc.

carboidratos, nucleotídeos

glicerol

IntegraçãoIntegração dodo metabolismometabolismo
IntegraçãoIntegração dodo metabolismometabolismo

Unidos por vias metabólicas comuns – ciclo de Krebs Participação na oxidação da glicose Intermediários para síntese de aminoácidos

da glicose Intermediários para síntese de aminoácidos Vias anfibólicas Regulação das reações de síntese e

Vias anfibólicas

Regulação das reações de síntese e quebra Coenzimas diferentes para vias opostas NAD + - catabolismo NADP + - anabolismo

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