Sei sulla pagina 1di 8

EDIÇÃO ESPECIAL COMÉRCIO ELETRÔNICO

811

VOLUME 1 E D I Ç ÃO E S P E CI AL

Revista do comércio
08 de Maio de 2009

Comércio Eletrônico
Nesta edição
1 Comércio eletrônico
Não é preciso dizer o quanto a Internet se desenvolveu nos últimos
2 Evolução do e-commerce
anos e muito menos que continuará a se desenvolver nos anos que virão,
2 Comércio eletrônico cresce alterando a vida e os negócios da população mundial.

3 Vantagens e Desvantagens Um aspecto que ganha força na mesma proporção, senão maior,
é o comércio eletrônico – "e-commerce", que no Brasil ainda não possui
4 Legislação e o Comércio uma regulamentação legal, apesar de existirem normas que dão amparo
ao consumidor, como é o caso do Código de Defesa e Proteção do
5 Segurança Consumidor.
Mas o que é exatamente comércio eletrônico?
6 Dicas
Comércio eletrônico ou e-commerce é definido como a
7 Descontração
produção, propaganda, venda e distribuição de produtos através de redes
8 Conclusão de telecomunicação.
Os principais instrumentos do comércio eletrônico são: telefone,
fax, televisão, sistemas de pagamento e transferência de moeda, troca
eletrônica de dados incluindo informações, documentos e internet. (in O
Brasil e a OMC: os interesses brasileiros e as futuras negociações
multilaterais. Org. BARRAL, Welber. Florianópolis : Diploma Legal.).

Esse tipo de comércio pode ser efetuado de duas formas entre


empresas e consumidores o “business-to-consumer” ou entre empresas o
“business-to-business”, no momento ocorre maior destaque e tendência ao
Comércio eletrônico é crescimento no tipo de comércio de business-to-consumer, pois, é nele que
a mais nova forma de as vantagens de comércio realizado pela rede são potencializadas.
comprar e vender.
Através de conexões eletrônicas com clientes, fornecedores e
distribuidores, o comércio eletrônico incrementa eficientemente as
comunicações de negócio, para expandir a participação no mercado, e
manter a viabilidade de longo prazo no ambiente de negócio.

No início, a comercialização on-line era e ainda é, realizada com


produtos como CD's, livros e demais produtos palpáveis e de características
tangíveis. Contudo, com o avanço da tecnologia, surge uma nova
tendência para a comercialização on-line. Começa a ser viabilizado a
venda de serviços pela web, como é o caso dos pacotes turísticos, por
exemplo. Muitas operadoras de turismo estão se preparando para abordar
seus clientes dessa nova maneira.
PÁGINA 2 EDIÇÃO ESPECIAL COMÉRCIO ELETRÔNICO

Evolução do e-commerce

O Comércio eletrônico
cresceu cerca de 30%
O mercado tem experimentado um crescimento muito grande
no Brasil em 2008. no Comércio Eletrônico, tanto no Brasil como no mundo. Esse crescimento
vem provocando uma grande mudança na forma de pensar e agir dos
comerciantes, que agora têm que se adaptar a esse “novo mundo”.
Grandes negociações são feitas pela rede, e volumosas quantidades de
dinheiro são transferidas do comprador para o vendedor, do tomador
para o prestador de serviços.

Crescimento do Comércio Eletrônico no Brasil em 2008

A E-bit, empresa de informações de comércio eletrônico, divulgou


a previsão de um crescimento de 20% a 25% para o faturamento do setor
em 2009 em relação ao ano passado, superando a barreira dos R$ 10
bilhões. Em 2008, as vendas do setor atingiram R$ 8,2 bilhões, o que
representou aumento de 30% na comparação com 2007. A expectativa
apenas para o primeiro semestre deste ano é de que as vendas do setor
cresçam 20% sobre os primeiros seis meses de 2008, chegando a R$ 4,5
bilhões. A E-bit prevê ainda que o número de consumidores online atinja
17,2 milhões em 2009, ante 13,2 milhões do ano passado.
Apesar da crise que atingiu as vendas por meio da internet no Brasil no
último trimestre do ano passado, estão retornando à faixa de crescimento
de 25% nos dois primeiros meses deste ano.

Faturamento em valores (Bilhões):

., Em 2009 projeção* faturamento de R$ 10,5 bilhões (+ 25% ref. 2008).

Evolução comércio eletrônico no


Brasil
2009 10,5
8,2
2007 6,4
4,4
2005 2,5
1,75
2003 1,18
0,85
2001 0,54

Fonte: projeção estudo WebShoppers Ebit.

2
EDIÇÃO ESPECIAL COMÉRCIO ELETRÔNICO PÁGINA 3

Vantagens e desvantagens para fornecedores


Qualquer empresa ou pessoa física pode criar um site de forma
destacada, atraente e interessante, com identidade visual e de fácil
compreensão para o público em geral estando essa disponível 24 horas
aos usuários da internet, muitas empresas já constaram que os maiores
números de pedidos no Comércio Eletrônico são feitos das 5 da tarde às 7
da manhã, quando seu negócio normalmente estará fechado ao público.

Além desta vantagem também são: a rapidez de um modo geral


na comunicação; facilidade para a implantação de uma lógica
adequada ao seu negócio; cumprimento de prazos de produção e de
entrega; redução de custos de compras e demais áreas da empresa
como, armazenagem, marketing e vendas, mantendo um estoque
reduzido, sempre renovado e direcionado ao seu público consumidor.

Apesar de ser muito vantajoso para o fornecedor, existem algumas


desvantagens como:

Em uma fase inicial, isto é, com um pequeno volume de negócios,


os benefícios podem ser pequenos.

A transação se torna muito fria, pela inexistência do


relacionamento interpessoal.

Vantagens e desvantagens para consumidores

Vantagens: maior comodidade para o cliente, segurança e


rapidez no pagamento
Uma das grandes vantagens de saber como comprar pela Internet é a
facilidade com que comparamos preços em diferentes lojas on-line.
Podemos visitar os próprios sites das lojas ou então procurar em sites
especializados em comparações de preços on-line, que fornecem listagens
ordenadas dos locais onde pode fazer compras mais baratas e variadas
além da flexibilidade de poder realizar a compra em qualquer horário do
dia.

Desvantagens: podemos apontar as seguintes dificuldades na


prática interna das operações de e-commerce enfrentadas pelo
consumidor brasileiro: entregas atrasadas – prazo de entrega não
cumprido; trocas de produtos; a desconsideração das mensagens de
reclamação; o alto custo da entrega – transporte - do produto adquirido
na rede, sendo que o custo do frete, na maioria das vezes, é exorbitante, e
em alguns casos seu preço é muitas vezes mais caro que o próprio produto;
A venda é feito através de máquinas como o computador, o cliente não
consegue tocar na mercadoria, pois esta é mostrada para o cliente
através de fotos, impossibilitando que o mesmo tenha aquela sensação de
sentir o produto que esta comprando.Esse problema atinge também o fator
controle de qualidade, pois o cliente irá ter contato com o produto apenas
quando o mesmo for entregue em sua residência, e só a partir de então
poderá verificar se o produto apresenta realmente as características que
foram anunciadas.

3
PÁGINA 4 EDIÇÃO ESPECIAL COMÉRCIO ELETRÔNICO

A Legislação Brasileira e o Comércio Eletrônico


Tanto no Brasil como em outros países, a legislação não tem
acompanhado o ritmo crescente do desenvolvimento
tecnológico, principalmente se considerarmos o impacto que as
tecnologias de informação têm provocado na sociedade
globalizada.

A legislação brasileira, no que tange à transmissão e registro


de informação é inadequada e ultrapassada porque não
contempla o comércio eletrônico. Inclusive os projetos de Lei em
discussão na Câmara dos Deputados não contemplam o e-
commerce. A legislação existente, em alguns casos, impõe
restrições, ao exigir a necessidade de documentos "escritos" ou
"assinados" ou ainda a apresentação de originais para certos atos
jurídicos, ignorando ou até mesmo negando efeito jurídico,
validade e eficácia à informação apenas porque esta se encontra
na forma eletrônica. O Brasil, por exemplo, já responde por 88% do
comércio eletrônico da América Latina, com o maior número de
varejistas online cadastrados (307), seguido pelo México (com 50),
e com vendas online em torno de US$ 160 milhões por ano, em
toda a América Latina.

No Brasil, a Internet surgiu em 1995, com a publicação da


Norma Nº 4 do Ministério das Comunicações, que regula o uso de
meios da rede pública de telecomunicações para o provimento e
utilização de serviços de conexão à Internet. Trata-se, portanto, de
atividade mais recente que o Código de Defesa do Consumidor
(1990) e bem mais atual que o Código Comercial (1850). Essa
Norma conceitua Internet como "nome genérico que designa o
conjunto de redes, ou meios de transmissão e comutação,
roteadores, equipamentos e protocolos necessários à
comunicação entre computadores, bem como o software e os
dados contidos nestes computadores". Esse conceito evidencia a
idéia de meio de comunicação, como o telefone e fax.

Aspectos sobre os quais a legislação incide no


comércio eletrônico
As exigências legais em torno da publicidade e da oferta
A oferta dos produtos e serviços oferecidos na internet deve
assegurar informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em
língua portuguesa, sobre suas características, qualidades,
quantidade, composição, preço, garantia, prazos de validade e
origem, além de eventuais riscos que apresentem à saúde e
segurança dos consumidores (art. 31 da Lei 8078/90).

Assim, se um site oferecer um produto importado, por exemplo,


deve trazer preço em real, seu fabricante, garantia, e se o produto
tiver em promoção, deverá conter a quantidade disponível, prazo
de validade.A publicidade em torno da oferta também deve
seguir a legislação consumerista (Código de Defesa e Proteção do
Consumidor). Assim não é permitida que a publicidade seja inteira
ou parcialmente falsa, nem mesmo por omissão, seja capaz de
induzir em erro o consumidor a respeito da natureza,
característica, qualidade, quantidade, propriedades, origem,
preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços
(publicidade enganosa) ou, ainda, aquela que seja discriminatória
de qualquer natureza, incite à violência, explore o medo ou a
superstição, se aproveite da deficiência de julgamento e
experiência da criança, e que desrespeite valores ambientais
(publicidade abusiva). Para o fornecedor que insistir, ressaltasse
que o desrespeito dessas trata-se de crime e passível de sanções
nas áreas administrativas (multas) e cível.

4
EDIÇÃO ESPECIAL COMÉRCIO ELETRÔNICO PÁGINA 5

A segurança
Quando acessamos um site a fim de realizar uma compra
fornecemos dados aos fornecedores, as mesmas são armazenadas em um
banco de dados. Pela legislação consumerista, a abertura de cadastro,
ficha, registro e dados pessoais e de consumo deve ser comunicada por
escrito ao consumidor, quando não solicitada por ele, podendo a qualquer
tempo ser acessada pelo interessado. No caso de inexatidão dos dados e
cadastros, o mesmo poderá exigir sua imediata correção. Os cadastros e
dados não poderão conter informações negativas referentes a período
superior a cinco anos. Sites que contenham tal informação (SPC, dentre
outros) devem observar tais normas, sob pena de responderem por dano
moral.

A garantia
Comércio eletrônico é
O prazo para reclamar de um vício no produto ou serviço é de 30 a mais nova forma de
dias no caso de produtos e serviços não duráveis e 90 dias no caso dos
comprar e vender.
duráveis. É chamado também de garantia legal, pois dentro dos prazos
mencionados o consumidor tem direito a que o fornecedor repare os vícios
apresentados pelo produto/serviço. Este, por sua vez, tem o prazo legal de
30 dias para proceder ao reparo. Caso não o faça, o consumidor poderá
escolher entre substituição do produto ou reexecução do serviço,
restituição imediata da quantia paga corrigida monetariamente ou
abatimento proporcional do preço. Caso o vício seja tal que não permita o
reparo, as possibilidades acima podem ser de imediato, utilizadas pelo
consumidor. Neste caso a reclamação poderá ser feita diretamente ao
fornecedor ou através dos órgãos de defesa e proteção do consumidor.

Direito ao arrependimento

Ao contrário do que muitos pensam, uma vez contratado um


serviço ou adquirido um produto o negócio não pode ser desfeito pura e
simplesmente. O chamado direito de arrependimento somente pode ser
exercido em certas circunstâncias. A lei o permite quando o consumidor
adquirir um produto ou contratar um serviço fora do estabelecimento
comercial. O prazo é de 7 dias a partir da assinatura ou do ato de
recebimento do produto ou serviço. Tal preceito é perfeitamente aplicável
ao comércio eletrônico. Nada impede, no entanto, que o fornecedor oferte
prazo maior.

É Proibido

a) enviar ou entregar ao consumidor, sem solicitação prévia, qualquer


produto ou fornecer qualquer serviço, considerando-se caso ocorra, como
sendo amostra grátis, não sendo obrigado a pagar;

b)descumprir o prazo de entrega do produto ou de execução do serviço;

c)não informar previamente das despesas de remessa do produto;

d) executar serviços sem a prévia elaboração de orçamento e autorização


expressa do consumidor;

e) cobrar quantia indevida, que uma vez paga, deverá ser devolvida em
dobro corrigida monetariamente e com juros legais.

5
PÁGINA 6 EDIÇÃO ESPECIAL COMÉRCIO ELETRÔNICO

10 Dicas para uma compra segura pela Internet

1. Procure comprar em lojas previamente conhecidas ou àquelas indicadas


por amigos e parentes.

2. Pesquise sobre a idoneidade da loja em órgãos de defesa do consumidor e


em sites de avaliação e comparação de preços nos quais outros usuários
analisam os serviços das lojas e fazem seus comentários sobre a empresa.

3. Faça contato telefônico com a loja e verifique se ela tem endereço,


telefone fixo ou filial física. Observe informações como razão social, CNPJ e
confirme esses dados no site www.receita.fazenda.gov.br. Clique no link
“onde encontro”, depois em “CNPJ/CGC”, “consulta cadastros” e
“consulta situação cadastral”. Se a situação estiver “baixada”,
“cancelada” ou “inativa”, desista da compra.

4. Antes de comprar, leia a política de privacidade da empresa. Fique atento


às formas de pagamento disponíveis, ao prazo de entrega e à política de
troca e devolução de produtos.

5. Prefira empresas que aceitem plataformas de pagamento garantido via


Internet (ex. Pagamento Digital) ou cartão de crédito de
administradoras/bandeiras renomadas, pois essas lojas já foram
previamente avaliadas pelas administradoras dos cartões e procure não
fazer pagamentos em boletos ou depósitos bancários.

6. Verifique se a loja possui conexão de segurança nas páginas em que são


informados dados pessoais do cliente como nome, endereço, documentos,
número do cartão de crédito, – geralmente essas páginas são iniciadas por
https:// - e o cadeado ativado (ícone amarelo em uma das extremidades
da página). Clique no cadeado e observe se a informação do certificado
corresponde ao endereço na barra de navegação do computador.

7. Proteja seu computador com um antivírus atualizado como firewall pessoal


(cria uma barreira entre seu computador e a internet e evita acessos não
autorizados) ou anti-spam (filtra conteúdo indesejado de e-mail) e procure
não inserir dados de pagamentos em computadores públicos como os de
lan houses.

8. Não abra e-mails de procedência duvidosa e evite clicar em links enviados


por e-mail. A curiosidade é a porta de entrada dos fraudadores para
instalar programas espiões que roubam senhas e outros dados de seu
computador.

9. Desconfie de ofertas milagrosas e ganhos fora do comum principalmente


de produtos eletrônicos e informática, pois podem ser produtos falsificados,
roubados ou a empresa pode estar sonegando impostos, ou pior, estar
sendo vítima de um estelionatário.

10. Salve ou imprima todos os passos da compra, inclusive e-mails de


confirmação.

Fonte: www.ebit.com.br

6
EDIÇÃO ESPECIAL COMÉRCIO ELETRÔNICO PÁGINA 7

Horóscopo
]
O que dizem os astros sobre dinheiro para o seu signo. Conheça o
estilo de cada signo e saiba como eles são influenciados pelos
astros quando o assunto é dinheiro segundo a astrologia:

Este signo sempre acha que o dinheiro Quem é de libra tem no sangue a mania de
nunca acaba e gasta muito. Não é um apreciador exigir que tudo e todos sejam certinhos e brigam
de acumular riquezas e sempre que tem grana muito por valores e qualidade de produtos, gostam
gasta tudo. Gosta de inventar negócios novos e tem de coisas de qualidade. Sempre tem o dinheiro sob
jeito de trabalhar por conta própria para poder controle.
ganhar mais.

São muito sonhadores e nem sempre


Os taurinos já são mais cautelosos e muito conseguem tudo o que querem, mas lutam por um
econômicos. Sempre tentam fazer sobrar um lugar ao sol. Gostam de garantias nos ganhos não
dinheiro para o amanhã e poder viver arriscam nada para não perder.
tranquilamente, tem preferência por alguma coisa
ou emprego certo do que tentar um negócio
duvidoso.

Os sagitarianos já são esbanjadores e


sempre conseguem se sair bem nos negócios. São
preocupados só em ganhar mais e nunca em ver no
São gastadores compulsivos e não pensam que gastam.
muito no futuro. Fazem muitas dívidas e depois
vamos ver como que pagamos um tipo de não
esquentar muito a cabeça e sempre vivem
apertados.

Honestidade é o bem que ele mais


preserva e sempre acha que sem ser honesto você
não tem paz na vida. Luta sempre para ganhar mais
e poder ter uma vida social mais folgada.
Este signo já é dos cautelosos e dos que
levam tudo na risca, se possível anotando tudo o
que gasta para não estourar a conta do banco. Os
que têm um salário pequeno conseguem viver
tranquilamente pelo rígido controle e se ganha mais
tentam ajudar os que estão próximos.
Muito cauteloso e um tostão é dinheiro de
valor, mas quando alguém pede ajuda eles não
sabem dizer não e por isso acabam perdendo
dinheiro que emprestam e nunca mais recebem.

São muito atirados e sempre arriscam


muito, mas acabam se dando bem e ganhando
dinheiro para manter um padrão de vida mais
elevado.

Gostam de liberdade para trabalhar e


viver a vida. Não são loucos por dinheiro e
simplesmente querem ganhar para viver e sempre
que possível nunca negam ajuda para quem
precisa.
Os viginianos são sempre prevenidos na
questão econômica e sempre conseguem guardar
alguma coisa para o futuro. Não são de gastar
dinheiro em lazer que acham um desperdício.

7
EDIÇÃO ESPECIAL COMÉRCIO ELETRÔNICO PÁGINA 8

Cruzadinha

11.
4.
9. 10.

3.

2.

7.
5.
6.
8.

13.

1.

14.

12.

Horizontal: 1-Comercio Eletrônico é a mais nova forma de....2-A Internet desenvolveu negócios da
população..3- O Comercio eletrônico é também conhecido como..5-Administração de cartão
(bandeira) mais utilizada. 6- Qual o rendimento do comercio eletrônico em porcentagem no Brasil em
2008. 8 - O numero de varejistas cadastrados no Brasil è..10- A publicidade em torno da oferta deve
seguir a Legislação..12- Fazer uma compra segura pela Internet deve procurar lojas...13- Uma das
vantagens na compra on-line é a comparação de..14- Uma das desvantagens da compra on-line é
o alto custo da..
Vertical: 4- Meio pelo qual se pode fazer compra no comercio eletrônico.7- Em 2009 qual a faixa de
crescimento em porcentagem nos primeiros meses: R= Vinte e cinco. .9- O que impõe a legislação
Brasileira existentes em alguns casos.11-O consumidor pode se arrepender da compra, sim ou não.

Conclusão

O comércio eletrônico cresceu em grandes proporções em torno do mundo se


tornando cada vez mais popular e atingindo altos faturamentos.
A legislação brasileira não acompanhou esse crescimento, ou seja, não existem leis especificas
em torno do comércio eletrônico. Assim o e-commerce em tese se tornaria um meio de compra
vulnerável no que se diz respeito a segurança nas compras efetuadas pelo consumidor.
Porém o que todo consumidor deveria saber, é que apesar não de existir legislação
especifica, caso ocorram problemas em torno desse tipo atividade, o Código de Defesa do
Consumidor defenderá os interesses do cliente, pois o código se aplica na maioria dos casos.
Além disso, existem algumas restrições em torno da propaganda, da oferta, etc, a fim de evitar
futuros problemas e o consumidor também pode tomar as devidas precauções para realizar
uma compra segura, como por exemplo, verificar a reputação do fornecedor por meio de sites
especializados, tendo acesso a opiniões sobre o serviço, qualidade, cumprimento de prazos de
entrega prestados pelo mesmo.