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Adoração

O Resgate e a Restauração da Arte dentro da casa de Deus.

A sua aplicação e a sua importância para os dias de hoje.


“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo determinado para todo o propósito baixo do
céu.” (Ecl.3.1)

Deus é um Deus de propósitos, e ele sempre trabalha e age através de propósitos. Desde a
criação Ele sempre teve propósitos e também planejamentos. Assim como Jesus nos fala através de
parábolas em Lucas 14, devemos sempre planejar nossas vidas dentro do padrão de Deus a fim de
concluirmos todos os planos que executamos, para que os homens que ainda não conhecem a Deus
possam ser alcançados e tocados pelas nossas conquistas e vitórias em Cristo Jesus.
Podemos ver em Gênesis que a cada dia Deus chamou a existência uma parte de Sua
criação, no sexto dia criou o homem e delegou a ele autoridade para dominar sobre toda a criação e
sobre toda a terra; a essa autoridade dada por Deus ao homem chamamos de autoridade revogada. E
no sétimo dia Deus descansou.
Em troca, Adão e Eva tinha como propósito somente adorar a Deus, e ter uma vida de
relacionamento íntimo com Ele. Mas após 130 anos esse relacionamento foi quebrado pelo pecado,
e desde então Deus sempre se moveu com o propósito de restabelecer Seu relacionamento com o
homem.
“Somos criação de Deus, e Ele tem um propósito para cada um de nós, aleluias! E o seu
propósito principal é que nós, obra de Sua criação, O adoremos em Espírito e em Verdade. Todas a
raças de pessoas seja, elas negras, brancas, e todo tipo de nacionalidade, quer seja, africanos,
japoneses, portugueses, angolanos, etc, procuram a Deus. Mas Deus procura por só um tipo de
pessoa, os verdadeiros adoradores!”

Pergunta: “- Você conhece o propósito de Deus para a sua vida?”

Para termos uma vida cristã com sucesso, é necessário conhecermos o propósito de Deus
para nós, a fim de buscarmos a Sua direção e planejarmos nossos caminhos segundo a Sua vontade;
pois a vontade de Deus para nós é boa, perfeita e agradável. Em outras palavras podemos afirmar
que ela é completa.
Quando agimos dentro dos propósitos de Deus, todas as coisas cooperam para o nosso bem,
conforme está escrito em Romanos 8.28; “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que
amam a Deus, dos que são chamados segundo o seu propósito!”
Primeiro, Ele nos abençoa porque Ele é Fiel, apesar de nós. E em segundo, porque a bênção
que nos é concedida tem como propósito e objetivo principal alcançar mais vidas, através de nossos
testemunhos.
Muitos acham que Deus dá uma benção e pronto, acabou ali, pois aquele desejo tão
esperado tornou-se uma realidade e não precisamos mais nos preocupar. E talvez, quem sabe,
começar a pensar em outro pedido.
Isso é um engano, Deus não nos abençoa e simplesmente parai, muito pelo contrário, o
desejo e propósito Dele em nos abençoar, é para que possamos anunciar a todos a Sua graça, amor e
misericórdia infinita.
Quantas pessoas pedem um carro para Deus e realizam o seu desejo, e fazem do carro um
ídolo. Outros pedem um emprego, e quando o consegue simplesmente viram as costas para Deus.
Se eu fosse relatar aqui de pessoas que conheço que conseguem realizar seus desejos orando e
jejuando, fazendo pactos e mais pactos com Deus, e depois que conseguem acabam esquecendo do
que prometeram fazer, caso Deus concedesse a bênção, faltaria espaço para eu dizer. E isso sem
falar naqueles que fazem barganha com Deus; olha Senhor, eu sou dizimista fiel, não falto nos
cultos e procuro orar sempre no mesmo horário; será que pela a minha atitude o Senhor pode me dar
aquele carro? Infelizmente as igrejas estão repletas de pessoas assim, que ao invés de buscar o
Abençoador, buscam as bênçãos.
Precisamos entender que nada do que temos nos pertence, absolutamente nada. Tudo o que
temos, família, casa, carro e até a nossa própria vida, não é nossa e sim de Deus. Apenas fomos
escolhidos por Ele para cuidar, e um dia prestaremos contas a Deus por tudo o que Ele colocou em
nossas mãos. Uma boa passagem bíblica para afirmar isso é a dos 10 talentos em Lucas.

O Ministério Levítico e o Tabernáculo de Moíses.


Não há como falarmos em adoração sem falarmos no tabernáculo de Moisés, pois no
tabernáculo de Moisés Deus revela seus propósitos e seu padrão ideal para a adoração, de acordo
com o padrão de adoração celestial.
O tabernáculo não nasceu no coração de Moisés, mas no coração de Deus, pois o
tabernáculo de Moisés foi à única construção que Deus pediu que fosse feita para Ele na face da
terra, dando a Moisés todos os detalhes para que não houvesse erros; (Ex: 25.9). Ao detalhar para
Moisés como deveria ser feito o tabernáculo, Deus estava dando um modelo para Sua habitação na
terra, e com isso havia o propósito de restabelecer o Seu relacionamento com o homem.
Como já foi falado, Deus é um Deus de propósitos, e Ele nos instrui a planejarmos
previamente porque Ele mesmo assim o faz (Lc: 14.25-30), e, além disso, Ele tem um tempo
determinado para todo propósito (Ecl: 3.1).
Em tudo o Senhor nos revela algo novo, e temos que buscar aprender a cada dia mais dEle; eu
protesto que a cada dia morro gloriando-me em vós, irmãos, por Cristo Jesus, nosso
Senhor”.(ICor:15.31)
Temos que pensar com a mente de Cristo (ICor: 2.15-16).
Precisamos conhecer os propósitos de Deus para nossas vidas, e procurar viver dentro deste
propósito, não devemos agir como o espírito de Jezabel, querendo coagir a Deus fazendo birras,
para cumprir as nossas vontades próprias e humanas.
Temos que ter fé, e ter a plena certeza de que Deus nos ouve, e se Ele nos ouve, logo nos
responderá. “E esta é a confiança que temos Nele: que, se pedirmos alguma coisa, segundo a Sua
vontade, Ele nos ouve. E, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que
alcançamos as petições que lhe fizemos.” (I João 5. 14 – 15)
Pessoas que não conhecem os propósitos de Deus para suas vidas se tornam pessoas
amargas, cristãos amargos, pois não conseguem obter respostas em suas orações, não conseguem
prosperar em suas vidas espirituais, emocionais e espirituais. Pessoas assim identificam-se, com três
tipos de pessoas que são vistas pelos outros como; 01 – perdidas, 02 – passam a ser outra pessoa,
03 – aceitam ser qualquer coisa.

- Perdidas = são pessoas que não conseguem viver por sua própria fé, sempre dependem da oração
de outras pessoas. Não tem maturidade e nem vida espiritual estruturada, e vivem na dependência
de viver pela de outras pessoas.

- Pessoas que passam a ser outra pessoa = por não conhecerem o próprio Deus, e não terem uma
direção diretiva do Espírito Santo para onde ir e o que fazer, e passam a disputar uma vida espiritual
com outros irmãos. E seu interesse principal é viver da mesma maneira e estilo que outra pessoa.
Ex; busca ter os mesmos amigos que outra pessoa, os mesmos objetos, roupas e até na maioria das
vezes, querem ter a mesma unção ou ministério. Pessoas assim precisam ser tratadas, pois tomam
estas atitudes, e na maioria das vezes inconscientemente.
- Pessoas que aceitam ser qualquer coisa = por não conhecerem o propósito de Deus em suas
vidas, são facilmente manipuláveis. Essas pessoas facilmente envolvem-se em problemas, geram
confusões e acabam criando intrigas entre irmãos. Pessoas assim são claramente manipuladas pelo
espírito de Jezabel.

Analisando tudo isso, podemos concluir que não conhecer o propósito de Deus para nossas
vidas é muito triste, e quando falo em conhecer os propósitos de Deus para nós, não me refiro a
ministérios, mas sim de saber quem nós somos em Cristo Jesus.
Quando Deus fez toda a criação, fez pelo poder de Sua Palavra, porém ao homem Deus foi
mais específico. Ele não usou a palavra, Ele usou as Suas Mãos para formar o homem a Sua
Imagem e Semelhança. E mais do que isso, depois de criado, Deus deu um pouco de si ao homem
quando soprou em suas narinas o fôlego de vida. E esse sopro trouxe ao homem a essência que há
em Deus, e a essa essência podemos chamar de ADORAÇÃO.
Ao sermos criado por Deus, recebemos diretamente Dele em nossas entranhas o desejo de
buscá-lO. É como se fossemos criados com um vazio em nosso interior, vazio este que só pode ser
preenchido coma Sua presença. Todo o homem já nasce com o desejo de adorar, e por não saber a
quem adorar, a quem prestar um culto de adoração, muitos acabam se corrompendo e buscam
deuses e rituais estranhos, que são trazidos até eles por satanás. É nessa exata hora que satanás entra
e toma o lugar de adoração de Deus, passando a obter para si a adoração do homem.
Não podemos nos esquecer que satanás foi uma criatura criada por Deus para O Adorar, e
por causa da soberba e do orgulho que se alojou em seu coração, almejando não apenas ser igual,
mas também tomar o lugar de Deus, foi lançado à terra com 1/3 de anjos que ele conseguiu
corromper.
Satanás sabe para que propósito o homem criado, e desde então ele vem trabalhando para
que este propósito não se cumpra, agindo sutilmente desde que o homem nasce. Foi assim que Ele
fez com Adão no jardim do Éden desde princípio, e é da mesma forma que ele vem fazendo hoje,
sempre com a intenção de ser único, adorado, entronizado, etc.
No jardim do Éden ele tentou e conseguiu, e hoje vivemos a conseqüência deste pecado,
pois é por causa do pecado que o homem vive afastado de Deus
Foi por isso que Deus mandou Moisés construir o tabernáculo, pois seria através dele que
Deus voltaria a relacionar-se com o homem.
O tabernáculo já tinha um propósito determinado por Deus, antes mesmo de o ser revelado
para Moisés. Aleluias!!!
Receber revelações de Deus foi uma grande bênção para Moisés, e temos que entender que
quando recebemos bênçãos, temos que buscar o propósito desta bênção recebida. Foi assim com
Moisés e com muitos outros profetas e ungidos de Deus, ao qual Ele manifestou a sua glória.
Moisés sabia que receber diretamente de Deus uma revelação desta, com certeza haveria um
propósito determinado para a mesma, e foi logo buscar compreender a dimensão e grandeza desta
revelação, para cumprir sem erros e falhas.
Em Romanos 8.29 a palavra declara que devemos ser “conforme” a imagem e semelhança
do Filho de Deus, a fim de que Ele seja o primogênito entre muitos irmãos, ou seja, Jesus Cristo é o
modelo perfeito de Deus para todo o homem. O grande propósito de Deus é nos assemelhar a Jesus
Cristo, pois, como declara a palavra, Cristo em nós a esperança da glória. (Col. 1:27).
Como já foi mencionado sabemos que Deus é um Deus de propósitos e de padrão; e o
padrão perfeito de Deus é Cristo.
E o que tudo isso tem haver com o tabernáculo de Moisés?
Vejamos abaixo:
Deus falou a Moisés que construísse um tabernáculo segundo:

PADRÃO DE DEUS:
MODELO DE Rm. 8:29/ Hb. 8:5/ Jô. 14.9/
DEUS Col. 1:15
CRISTO
LUGAR DA SUA PRESENÇA
HABITAÇÃO (p/ Deus) NA TERRA: Jô.14:9 e 17:21

O tabernáculo de Moisés tinha então este binômio: Modelo > Habitação.


E isso nos remete ao princípio da criação, que tem por finalidade nos levar ao nosso futuro,
que na verdade é de nos fazer voltar ao passado, ou seja, ao princípio, onde tudo começou, ao Éden.

João. 1:14 – “E o Verbo se fez carne, e habitou (tabernaculou) entre nós, e vimos a sua
glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade”.

O tabernáculo é Cristo.
Adoração é Relacionamento.

Todo o tabernáculo de Moisés aponta para Jesus.

O tabernáculo é subdividido em 3 partes: átrio, Santo Lugar e Santíssimo Lugar. Isto aponta
para a trindade de Cristo: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo.
Vejamos alguns exemplos dos itens que apontavam para Jesus no tabernáculo de Moisés:

As colunas: existiam 60 colunas no tabernáculo.

6 = número do homem. (Gn. 1:26) X 10 = número da responsabilidade. = 60

As cordas que sustentavam as colunas: eram de pelo de cabra (apontava para o pecado)
As colunas: eram de madeira de acácia (era uma madeira muito dura, rígida, não se quebrava
facilmente, e apontava para o homem incorruptível).
Haviam duas base nesta madeira uma em cima de prata e outra em baixo de bronze: Prata
(aponta para redenção) e bronze (sofrimento).
As estacas onde eram amarradas as cordas de pelo de cabra para sustentar as colunas eram
de bronze, e eram fincadas ao chão deixando metade dentro e metade fora: a metade desta
esta para dentro apontava para sofrimento, pecado, e a metade para fora, redenção.
A porta de entrada do tabernáculo.

A porta de entrada do tabernáculo foi feita por artesãos com fios de lã azul, púrpura,
carmesim e linho fino (branco). Tudo isso apontava para Cristo.

A cor púrpura: (significa Majestade, revela Jesus como Rei) = aponta para o Livro de Mateus =
este evangelho que foi escrito para os judeus, tem a finalidade de declarar Jesus como Rei.

A cor carmesim: (sangue, revela Jesus como Salvador) = aponta para o livro de Marcos =
evangelho escrito aos gentios, tem como finalidade declarar Jesus como Único e Suficiente
Salvador.

A cor branco: (símbolo de pureza, paz, revela Jesus como Homem perfeito) = aponta para o livro
de Lucas = evangelho escrito aos gentios, que tem como finalidade de mostrar nãos só as ações,
mas de declarar Jesus como homem perfeito, sem mácula e sem pecado.

A cor azul: (símbolo da divindade, revela Jesus como Deus) = aponta para o livro de João = único
evangelho que revela que Jesus é Deus.

Havia também no tabernáculo 3 portas; a porta de entrada do Átrio, a porta do Santo Lugar e
a porta do Santo dos Santos.

A porta de entrada do Átrio, também é chamada de “O Caminho”.

A porta de entrada do Santo Lugar, também é chamada de “A Verdade”.

A porta do Santo dos Santos, também é chamada de “A Vida”.

Logo, isso nos leva para o evangelho de João 14.6 que diz: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a
Vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim”.

Jesus sabia muito bem o que estava dizendo e para quem estava dizendo. Os judeus eram
instruídos acerca das leis e do significado de todo o tabernáculo desde crianças, então, quando Jesus
disse; “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida” eles entenderam muito bem o significado destas
palavras. É impossível chegar na presença de Deus, sem antes passar por este caminho: Jesus.
Menorah

Outro símbolo muito usado pelos judeus, e que também fazia parte do tabernáculo era a
Menorah, esta também apontava para Cristo. O que é uma menorah? (Ex 25. 31- 40).

No Santo Lugar não havia nenhuma janela ou local para entrar a luz. Foi iluminado por um
candelabro de ouro glorioso, que estava colocado no lado oposto à mesa ao lado sul no Santo Lugar.
Feito de um pedaço de ouro sólido batido, que pesou aproximadamente 43 Kg. Em hebraico é
conhecido como “menorah” e um dos símbolos mais comuns do judaísmo.

O menorah dentro do Santo Lugar do tabernáculo era uma obra de beleza extraordinária e
consistia em três partes principais: a base, a haste principal e as hastes filiais. Acima da base surgia
uma haste vertical e dos dois lados desta haste, saíam três hastes filiais que se encurvam para o lado
e acima.

Cada uma das seis hastes filiais e a haste principal ou central terminavam em um pote feito
em forma de uma flor de amêndoa aberta. No mesmo topo as pétalas abertas da flor seguravam uma
luminária de óleo. Foram decoradas habilmente a haste central as filiais com aquele mesmo desenho
de flor de amêndoa abertos com três em cada haste e quatro na haste central.

Cada das seis hastes filiais terminavam em um pote feito de flor de amêndoa aberta. A
decoração era tão primorosa e detalhada, que Deus ordenou que somente artesões altamente
qualificados e ungidos pelo Espírito Santo poderiam fazer isto. Nenhuma medida é determinada
acerca do seu tamanho exato (quem pode medir a Luz de Deus?). As sete luminárias de óleo que
descansam nas pétalas de flor estavam como pequenos potes. Uma linha ou pavio de linho eram
colocados na luminária, e o fogo nunca poderia apagar (Lv. 24:2).

Duas vezes diariamente, manhã e à tarde, um sacerdote trocava um pavio, e enchia as


luminárias com azeite puro de oliveira batido para este uso exclusivo. (Ex. 30:7 / Ex. 27: 20-21).
Somente o sumo sacerdote poderia trocar o óleo das luminárias. Ele era responsável pelo trabalho
com as luminárias. (Lv. 24: 3).

Todo dia e toda a noite, estas sete luminárias constantemente iluminaram a glória do Santo
Lugar e especialmente na mesa dos pães da proposição, como uma lembrança de que a Presença de
Deus sempre está com o seu povo.

Os Rabinos interpretam a luminária como um símbolo de Israel cuja missão é se tornar uma
"luz às nações" (Is 42:7). Na sinagoga de hoje há artigos religiosos semelhantes. A arca estava
localizada na parede oriental da sinagoga; contém os rolos de papel de Torah. Sobre a arca, uma
luminária eterna continua queimando. Ao lado da arca estava um menorah com sete hastes.
Um tipo de Cristo.

O candelabro de ouro era a única fonte de luz no Santo Lugar. Seu propósito primário era
dar a luz ali. Era mostrar a mesa dos pães da proposição e nunca ser mostrado, mas, nunca deixava
de iluminar. Esta era uma lembrança constante de que Deus estava com seu povo. A Bíblia diz que
Deus é luz, e que Nele não há trevas alguma. Quando o apóstolo João disse: “Nele estava a vida,e
a vida era a luz dos homens. E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a
compreenderam”.

Ele estava se referindo a Jesus que veio ao mundo. Jesus fez o mundo, criou a vida e veio trazer a
vida de Deus para o homem caído, mas como o homem está em trevas, à parte de Jesus, eles não
puderam compreender a luz que tem a vida de Deus. O candelabro dourado iluminava os pães da
proposição, e assim Deus ilumina o seu povo. O Espírito de Deus ilumina a mente entenebrecida do
homem para trazer o conhecimento de Deus, e para a vida espiritual. João disse: “Ali estava a luz
verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo. Estava no mundo, e o mundo
não foi feito por ele, e o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o
receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus,
aos que crêem no seu nome; Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne,
nem da vontade do homem, mas de Deus”.

O homem é cego estando longe de Jesus. O homem não pode conhecer a Deus estando longe
de Jesus. Deus veio para os seus, para a sua casa, mas o homem foi incapaz qualquer luz espiritual,
porque a escuridão o encobriu. O candelabro de ouro fala de Jesus como a luz do mundo.

Passagens bíblicas que falam sobre o candelabro e sua ligação com Cristo.
Jo. 9:5 / Is. 49:6 / Is. 9:2 / Is. 11:1-2/ Sl. 27:1 / Sl. 119:105 / Mt. 4:16 / Jo. 1:4-5 / Jo. 3:
19-21 / Jo. 8:12 / Ef. 5:8 / Ef. 5: 14 / Fl. 2:15/ Mt. 5:16 / I Pd. 2:9 / I Jo. 1:7 / Mt. 5:14

Fomos criados para Adorar a Deus. Precisamos compreender que o tabernáculo na verdade,
tem como finalidade revelar a nós, nosso propósito;

Modelo de Deus + Habitação = Adoração = Relacionamento íntimo, entre o homem e Deus.

Fomos criados por Ele e para Ele, com o propósito de nos relacionarmos com Ele, e assim O
adorarmos com o nosso estilo de vida, onde tudo o que fizermos resultará em adoração a Deus.
(padrão celestial).

Tabernáculo de Moisés Padrão CRISTO Nosso propósito O que o Pai


2 propósitos Habitação de adoração é procura?

Relacionamento Jô 4.23-24
Infelizmente, por muitos anos a igreja tem aprendido que adoração é o momento em que
estamos no culto, cantando louvores a Deus, fazendo festa na presença de Deus, chorando no culto,
etc. isso tudo é adoração também, mas a verdadeira adoração é aquela que não precisa de uma
igreja, de um altar, de um grupo de louvor para te ajudar a adorar, realmente tudo isso é muito
importante, pois como seres humanos, passamos por momentos difíceis e precisamos se motivados
a adorar sim. Mas a verdadeira adoração é um estilo de vida. Ela não começa em um culto de uma
igreja com um horário marcado para iniciar e terminar. Ela vai além de tudo, de todos, das nossas
razões e limites. A verdadeira adoração não tem fronteiras, e o verdadeiro adorador ultrapassa seu
limite humano, e se entrega aos pés do Senhor diariamente. Aleluias!!!!!!

E é isso que Deus quer de nós, é por isso que Deus espera, por uma geração de adoradores
extravagantes e incansáveis. Que O busque pela manhã, à tarde, à noite, de madrugada, sem cessar.
Mas muitas vezes nós queremos somente um encontro rápido e passageiro, e com hora marcada. E
prestamos a Deus uma adoração que apenas sai da boca para fora, e achamos que Ele recebeu.

Ofertamos a Deus qualquer coisa, e nem nos preocupamos s ferimos a Sua Santidade.

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