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Obesidade, sm e dm-tipo 2 Professora: Edilene Bega Obesidade, SM e DM-Tipo 2 1
Obesidade, sm e dm-tipo 2 Professora: Edilene Bega Obesidade, SM e DM-Tipo 2 1

Obesidade, sm e dm-tipo 2

Obesidade, sm e dm-tipo 2 Professora: Edilene Bega Obesidade, SM e DM-Tipo 2 1
Obesidade, sm e dm-tipo 2 Professora: Edilene Bega Obesidade, SM e DM-Tipo 2 1

Professora: Edilene Bega

Obesidade, sm e dm-tipo 2 Professora: Edilene Bega Obesidade, SM e DM-Tipo 2 1

Obesidade, SM e DM-Tipo 2

Obesidade, sm e dm-tipo 2 Professora: Edilene Bega Obesidade, SM e DM-Tipo 2 1

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um conjunto complexo de sinais hormonais e neuronais age para manter o equilíbrio entre a captação do

combustível e o gasto de energia,

de modo a manter a quantidade de tecido adiposo em um

nível adequado.

Fonte: NELSON & COX, 2011

Excesso de calorias

“Queimar” o excesso de combustível em exercício

extra.

“desperdiçar” combustível, desviando-o para a

produção de calor (termogênese) pelas mitocôndrias

desacopladas.

Converter o excesso de combustível em gordura e armazená-la no tecido adiposo.

Fonte: NELSON & COX, 2011

obesidade

É o resultado da ingestão de mais calorias na

dieta do que as que são gastas pelas

atividades corporais que consomem energia.

IMC > que 30 (massa em Kg)/(altura em)2
IMC > que 30 (massa em Kg)/(altura em)2

Fonte: NELSON & COX, 2011

A obesidade é uma

ameaça à vida, pois aumenta significativamente a chance do desenvolvimento de diabete tipo

2, ataque cardíaco, acidente

vascular cerebral e câncer de colo, mama, próstata e

endométrio.

Fonte: NELSON & COX, 2011

Para lidarmos efetivamente com a obesidade

é necessário conhecermos os diferentes controles e equilíbrios

sob condições normais, e de como

estes mecanismos homeostáticos podem falhar.

Fonte: NELSON & COX, 2011

tecido adiposo

Produz

hormônios

peptídicos

que

levam

informações para outros tecidos e para o encéfalo

sobre a adequação das reservas de energia armazenadas, conhecidos como adipocinas:

Leptina

Adiponectina

Fonte: NELSON & COX, 2011

Modelo do ponto de ajuste

Massa de tecido adiposo

aumentada:

Liberação de leptina

Massa de tecido adiposo diminuída:

Produção

leptina

reduzida

de

Fonte: NELSON & COX, 2011

adiposo diminuída: – Produção leptina reduzida de Fonte: NELSON & COX, 2011 Obesidade, SM e DM-Tipo

Leptina

sna-Simpático

termogênese

Fonte: NELSON & COX, 2011

Leptina sna-Simpático termogênese Fonte: NELSON & COX, 2011 Obesidade, SM e DM-Tipo 2 9

A adiponectina, produzida no tecido adiposo,

sensibiliza outros órgãos para os

efeitos da insulina, protege contra a aterosclerose e inibe

resposta inflamatória.

Fonte: NELSON & COX, 2011

adiponectina

Por meio de seu receptor na membrana, causa a

fosforilação e a ativação da AMPK:

Inibe a síntese de AG (ACC).

Favorece a beta-oxidação dos AG.

Inibe a HMG-CoA redutase.

Inibe a síntese de TG.

Inibe a gliconeogênese.

Estimula a captação de glicose

a gliconeogênese. – Estimula a captação de glicose no fígado e músculo. Fonte: NELSON & COX,

no fígado e músculo.

Fonte: NELSON & COX, 2011

Fatores de transcrição ppars

Ativados

por

lipídeos

da

dieta,

alteram

a

expressão

envolvidos:

de

genes

metabolismo de gorduras

metabolismo de carboidratos.

Fonte: NELSON & COX, 2011

metabolismo de gorduras – metabolismo de carboidratos. Fonte: NELSON & COX, 2011 Obesidade, SM e DM-Tipo
Fibratos:  fenofibrato ciprofibrato Tiazolidinedionas  rosiglitazona pioglitazona Alvo potencial para
Fibratos:
 fenofibrato
ciprofibrato
Tiazolidinedionas
 rosiglitazona
pioglitazona
Alvo potencial
para drogas no
tratamento da
obesidade
Fonte: NELSON & COX, 2011
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Obesidade, SM e DM-Tipo 2

A agrelina, produzida no estômago, atua

no hipotálamo produzindo sensação

imediata de intensa fome, em momentos antes das refeições.

Fonte: NELSON & COX, 2011

Variação

da grelina

e da insulina nas

refeições

Fonte: NELSON & COX, 2011

Variação da grelina e da insulina nas refeições Fonte: NELSON & COX, 2011 Obesidade, SM e

Síndrome de prader-willi

Níveis de grelina no sangue extremamente

elevados,

consequentemente,

um

apetite

incontrolável, levando a extrema obesidade:

morte antes dos 30 anos.

Fonte: NELSON & COX, 2011

Fonte da imagem: http://medicinaglobal.zip.net/arch2011-03-06_2011-03-12.html

COX, 2011 Fonte da imagem: http://medicinaglobal.zip.net/arch2011-03-06_2011-03-12.html Obesidade, SM e DM-Tipo 2 16

O hormônio pyy 3-36 é secretado pelo intestino

delgado e colo, após a refeição. age nos neurônios orexigênicos,

inibindo a liberação do

neuropeptídio y, reduzindo a fome.

Fonte: NELSON & COX, 2011

Fonte: NELSON & COX, 2011 Obesidade, SM e DM-Tipo 2 18
Fonte: NELSON & COX, 2011 Obesidade, SM e DM-Tipo 2 18
Fonte: NELSON & COX, 2011 Obesidade, SM e DM-Tipo 2 18
Fonte: NELSON & COX, 2011 Obesidade, SM e DM-Tipo 2 18
Fonte: NELSON & COX, 2011 Obesidade, SM e DM-Tipo 2 18
Fonte: NELSON & COX, 2011 Obesidade, SM e DM-Tipo 2 18
Fonte: NELSON & COX, 2011 Obesidade, SM e DM-Tipo 2 18

Fonte: NELSON & COX, 2011

Este sistema interligado de controles neuroendócrinos da ingestão de alimento e do metabolismo evoluiu,

provavelmente, como uma proteção

contra a fome, contudo, erros podem conduzir a obesidade e a

resistência à insulina.

Fonte: NELSON & COX, 2011

Diabetes tipo 2

consequência

do

armazenamento anormal de lipídeos no músculo e no fígado, em resposta a uma ingestão lipídica que não pode ser acomodada no tecido adiposo.

Pode

ser

uma

Hipótese da “carga lipídica”
Hipótese da “carga lipídica”
adiposo. Pode ser uma Hipótese da “carga lipídica” Fonte: NELSON & COX, 2011 Obesidade, SM e

Fonte: NELSON & COX, 2011

Hipótese da “carga lipídica”

Hipótese da “carga lipídica” Fonte: NELSON & COX, 2011 Obesidade, SM e DM-Tipo 2 21
Hipótese da “carga lipídica” Fonte: NELSON & COX, 2011 Obesidade, SM e DM-Tipo 2 21

Fonte: NELSON & COX, 2011

Hipótese da “carga lipídica” Fonte: NELSON & COX, 2011 Obesidade, SM e DM-Tipo 2 21

Diabetes tipo 2

Para melhorar a saúde desses pacientes temos:

Restrição alimentar.

Composição lipídica da dieta influencia, através de PPARs, a expressão de genes que codificam proteínas envolvidas na oxidação dos AG e na termogênese.

Perda de peso

Reduz

a

carga

insulina.

de

AG

que

comprometem

a

sinalização da

Prática de exercício físico

Ativa AMPK, que altera o metabolismo na direção da oxidação da

gordura , ao mesmo tempo que inibe sua síntese.

Fonte: NELSON & COX, 2011

INTERVENÇÃO

ALVO DIRETO

EFEITO DO TRATAMENTO

Perda de peso

Tecido adiposo; reduz TG

Reduz carga lipídica; aumenta a capacidade de armazenamento lipídico no TA;

Restaura a sensibilidade à insulina

Exercício

AMPK; ativada pelo aumento de [AMP]/[ATP]

Auxilia na perda de peso

Sulfoniluréias: glipizida, gliburida, glimepirida.

Células beta-pancreáticas; bloqueia canais de K+

Estimula a secreção de insulina

Biguanidas: metformina

AMPK, ativada

Aumenta a captação da glicose

pelo músculo; reduz a produção

de glicose pelo fígado

Tiazolidinedionas:

PPARγ

Estimula a expressão de genes, potencializando a ação da

troglitazona, pioglitazona.

insulina no fígado, mm e TA

Moduladores da GLP-1 Agonistas: Exenatida, liraglutida. Inibidor da DDP-4:

Receptor GLP-1, aumenta liberação de insulina. Enzima DDP-4, aumenta os níveis das incretinas (GLP-1 e

Intensifica a secreção de insulina pelo pâncreas.

sitagliptina, alogliptina

GIP)

 

Fonte: NELSON & COX, 2011

Obesidade, SM e DM-Tipo 2

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Efeito farmacológico sobre a

secreção de insulina

O canal de potássio é um hetero-octâmero composto das subunidades SUR1 e Kir 6.2
O canal de potássio é um hetero-octâmero composto das subunidades SUR1 e Kir 6.2

Fonte: GOODMAN & GILMAN, 2012

Obesidade, SM e DM-Tipo 2

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EFEITOS FARMACOLÓGICOS DA

INIBIÇÃO DA DDP-4

DPP –dipeptidil peptidase IV – inativa as incretinas GLP-1 e GIP-1
DPP –dipeptidil peptidase IV – inativa as incretinas GLP-1 e GIP-1

Fonte: GOODMAN & GILMAN, 2012

Obesidade, SM e DM-Tipo 2

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A presença de acúmulo de

gordura visceral está associada a

uma série de outras anormalidades

metabólicas, incluindo HAS, dislipidemia e resistência

insulínica.

incluindo HAS, dislipidemia e resistência insulínica. Fonte: NELSON & COX, 2011 Obesidade, SM e DM-Tipo 2

Fonte: NELSON & COX, 2011

A esse conjunto

de alterações, dá-se o nome de

síndrome metabólica.

um fator agravante para

Doença Aterosclerótica

Coronariana.

Fonte: NELSON & COX, 2011

Diagnóstico: federação

internacional de diabetes

Medida de cintura acima dos seguintes valores, conforme sexo.

Homens

Mulheres

94 cm

80 cm

Associada a dois ou mais dos seguintes:

- triglicerídeos ≥ 150 m/dL*

- HDL-colesterol < 40 mg/dL em homens ou < 50 mg/dL em mulheres*

- PA sistólica ≥ 130 mmHg e/ou PA sistólica ≥ 85 mmHg*

- glicemia de jejum ≥ 100 m/dL ou diagnóstico prévio de DM2

* Ou tratamento para dislipidemia e hipertensão arterial

O diagnóstico de síndrome metabólica requer a presença de obesidade abdominal, como condição essencial, e
O diagnóstico de síndrome metabólica requer a presença de obesidade abdominal,
como condição essencial, e dois ou mais dos critérios expostos na Tabela
essencial, e dois ou mais dos critérios expostos na Tabela Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA

Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE , 2007.

Obesidade, SM e DM-Tipo 2

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Avaliação laboratorial das

dislipidemias

Determinações do CT, HDL-CT, TG e, quando possível, do LDL*, após jejum de 12h a 14h.

Colesterol Total= VLDL + LDL + HDL, onde VLDL=TG÷5 (quando TG < 400mg/dL), portanto:

•Fórmula de Friedewald: LDL= Colesterol Total – (HDL + TG/5)
•Fórmula de Friedewald:
LDL= Colesterol Total – (HDL + TG/5)
de Friedewald: LDL= Colesterol Total – (HDL + TG/5) Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E

Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE , 2007.

Dosagem de

colesterol total

Indicação Médica:

A determinação do colesterol em amostras de

sangue é útil na investigação das dislipidemias e

faz parte da avaliação do risco de

Doença Coronariana Isquêmica.

da avaliação do risco de Doença Coronariana Isquêmica. Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E

Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE , 2007.

Dosagem de

colesterol total

Valores Desejáveis ou Recomendados

1. Adulto

Valor desejável

<

200 mg/dL

Limiar elevado

200

239 mg/dL

Valor elevado

240 mg/dL

2. Crianças e Adolescentes

Valor desejável

<

170 mg/dL

Limiar elevado

170

199 mg/dL

Valor elevado

200 mg/dL

Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE , 2007.

Dosagem de

HDL- colesterol

Indicação Médica:

útil na investigação das dislipidemias e faz parte

avaliação

da

Coronariana Isquêmica.

do

risco

de

Doença

avaliação da Coronariana Isquêmica. do risco de Doença Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E

Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE , 2007.

Dosagem de

HDL - colesterol

Valores Desejáveis ou Recomendados

1. Adulto

Valor desejável

≥ 60 mg/dL

Valor baixo

< 40 mg/dL

2. Crianças e Adolescentes

Valor desejável

> 40 mg/dL

Valor baixo

< 35 mg/dL

Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE , 2007.

LDL - colesterol estimado

Valores Desejáveis ou Recomendados

1. Adulto

Valor desejável

< 100 mg/dL

Limiar elevado

130

159 mg/dL

Valor elevado

160

189 mg/dL

Valor muito elevado

≥ 190 mg/dL

2. Crianças e Adolescentes

Valor desejável

< 110 mg/dL

Limiar elevado

110 129 mg/dL

Valor elevado

≥ 130 mg/dL

Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE , 2007.

Razão Ct/HDL- C

(índice de castelli I)

Variável

para

predizer

o

risco

de

doença

cardiovascular.

 

Categorizada em:

 

normal = valor inferior ou igual a 4.0

risco cardiovascular = superior a 4.0

Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE , 2007.

LDL- C/HDL- C

(índice de castelli ii)

Variável utilizada para predizer o risco de doença

cardiovascular.

Categorizada em:

normal = valor inferior ou igual a 3.5

risco cardiovascular = superior a 3.5

Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE , 2007.

Dosagem de

triglicerídios

Indicação Médica

A determinação dos Triglicérides em amostras de

sangue é empregada na abordagem laboratorial das hiperlipidemias.

é empregada na abordagem laboratorial das hiperlipidemias. Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E

Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE , 2007.

Dosagem de

triglicerídios

Valores Desejáveis ou Recomendados

de triglicerídios Valores Desejáveis ou Recomendados Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E

Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE , 2007.

dislipidemias

modificações

níveis

Consistem

lipídios na circulação, caracterizando qualquer alteração envolvendo o metabolismo lipídico.

nos

de

em

Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE , 2007.

Classificação laboratorial

Hipercolesterolemia isolada

aumento CT e/ou LDL-C

Hipertrigliceridemia isolada

aumento de TG

Hiperlipidemia mista

aumento do CT e dos TG

Diminuição

isolada

do

HDL-C

ou

aumento dos TG ou LDL-C.

associada

a

Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE , 2007.

Classificação etiológica

São classificadas, tendo por base o(s) tipo(s)

de lipoproteínas alteradas, em:

Primárias

genéticas

decorrentes

de

alterações

Secundárias associadas a diferentes fatores

(estilo de vida, doenças, medicamentos)

Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE , 2007.

Dislipidemias primárias

Quilomicronemia familiar

Hipercolesterolemia familiar

Hiperlipidemia combinada familiar

Hipertrigliceridemia familiar

Disbetalipoproteinemia familiar

Hipoalfalipoproteinemia

Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE , 2007.

Dislipidemias secundárias:

medicamentos

Dislipidemias secundárias: medicamentos Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE

Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE , 2007.

Obesidade, SM e DM-Tipo 2

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Dislipidemias secundárias:

doenças

Dislipidemias secundárias: doenças Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE ,

Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE , 2007.

Dislipidemias secundárias:

hábitos de vida inadequados

Dislipidemias secundárias: hábitos de vida inadequados Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO

Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE , 2007.

Dislipidemias:

classificação de Fredrickson

Dislipidemias: classificação de Fredrickson Não é uma classificação etiológica de doença e não diferencia
Não é uma classificação etiológica de doença e não diferencia hiperlipidemias primárias de secundárias.
Não é uma classificação etiológica de doença e não diferencia
hiperlipidemias primárias de secundárias.

Fonte: IV DIRETRIZ BRASILEIRA SOBRE DISLIPIDEMIA E PREVENÇÃO DA ATEROSCLEROSE , 2007.

Bibliografia

DEVLIN, T. M. Manual de bioquímica com Correlações Clinicas Trad. 6º ed., São Paulo: Edgard Blucher, 2007.

NELSON & COX. Princípios de Bioquímica de Lehninger. São Paulo: Sarvier, 2011.

5º ed.,

MOTTA, V. T. Bioquímica Clínica . 4° ed., Porto Alegre: Editora

Médica Missau, 2003.