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Montagem e Configuração de Computadores

Adriano Heis

Florianópolis

2010

Copyright © 2010, Instituto Federal de Santa Catarina / Sistema ETEC. Nenhuma parte deste material poderá ser reproduzida, transmitida e gravada, por qualquer meio eletrô- nico, por fotocópia e outros, sem prévia autorização, por escrito, dos autores.

H473m

Heis, Adriano Montagem e configuração de computadores / Adriano Heis. – Florianópolis : Publicações do IF-SC, 2010. 83 p. : il. ; 00 cm.

ISBN:

1. Informática. 2. Microcomputadores. 3. Hardware – periféricos. 4. Software – Windows. I. Título.

CDD: 001.6404

Sistema de Bibliotecas Integradas do IF-SC Biblioteca Dr. Hercílio Luz – Campus Florianópolis Catalogado por: Augiza Karla Boso – CRB14/1092 Rose Mari Lobo Goulart – CRB 14/277

Organização de conteúdo:

Andrino Fernandes Elaine Luz Barth André de Oliveira Leite

Comissão Editorial:

Hamilcar Boing Andrino Fernandes Elaine Luz Barth

Produção e design instrucional:

André de Oliveira Leite Elaine Luz Barth

Revisão de conteúdo:

André de Oliveira Leite Douglas Deni Alves Hudson Ricardo Borges

Diagramação:

Hudson Ricardo Borges

Capa:

Lucio Baggio

Revisão ortográfica:

Marcos Pessoa

Sumário
Sumário

Capítulo 1 - Visão geral de um microcomputador

9

a. Gabinete

12

b. Fonte de alimentação

13

c. Placa mãe

14

d. Processador

14

e. Memória

15

f. Placa de vídeo

15

g. Placa de som

16

h. Placa de fax/modem

16

i. Placa de rede

17

j. Disco rígido

17

k. Driver de disquete

18

l.

Unidades de CD e DVD

18

m. Mouse

18

n. Teclado

19

o. Impressora

19

p. Estabilizador de voltagem e no-break

19

q. Interfaces

20

Capítulo 2 - Montagem do microcomputador

23

a. Ferramentas

25

b. Programas para instalação (drivers)

26

c. Cuidados necessários para trabalhar com hardware

27

d. Montagem dos componentes do microcomputador

28

Capítulo 3 - Instalando Periféricos

35

Capítulo 4 - Conferindo a Montagem

41

Capítulo 5 - Configurando o Microcomputador

49

Capítulo 6 - Preparando o Disco Rígido

57

Capítulo 7 - Instalando o Sistema Operacional Windows

63

Capítulo 8 - Manutenção Preventiva e Corretiva

77

a. Manutenção Preventiva

79

b. Manutenção Corretiva

80

Apresentação
Apresentação

Caro aluno(a)

Neste momento, você vai começar a estudar uma disciplina denominada Mon- tagem e Configuração de Computadores. Atualmente, os computadores são equipamentos importantes na vida pessoal, profissional das pessoas e desem- penham um papel importante no exercício da cidadania e na difusão do conhe- cimento.

Tal realidade exige a criação de oportunidades educacionais visando o preparo de profissionais qualificados e capacitados na montagem, configuração, funcio- namento e manutenção de equipamentos computacionais.

Durante o desenvolvimento desta disciplina você terá a oportunidade de co- nhecer diferentes dispositivos, terminologias e orientações técnicas, indepen- dentemente do grau de conhecimento que você poderá ter sobre montagem de computadores e seu funcionamento.

Realize todas as atividades no ambiente virtual, pratique, pergunte, tire suas dúvidas e aproveite as aulas e as interações. Esperamos que este material seja útil, motivador e fundamental para a seu sucesso no curso “Informática para a Internet”.

Então, bons estudos a todos.

Professor

Adriano Heis

CAPÍTULO

1

VISÃO GERAL DE UM MICROCOMPUTADOR

Objetivo

O objetivo desta unidade inicial é apre- sentar os componentes básicos de um computador. Ele
O objetivo desta unidade inicial é apre-
sentar os componentes básicos de um
computador. Ele pode ser utilizado como
uma ferramenta de trabalho ou simples-
mente como uma ferramenta para ativida-
des de lazer.

Introdução

Visão geral de um microcomputador
Visão geral de um microcomputador

Os componentes de um computador nada mais são que um con-

junto de placas e interfaces interconectadas (produzidas pelos

mais diversos fabricantes) que interagem entre si e o fazem fun-

cionar.

Certamente você já ouviu falar de PC. Você sabe qual é

o significado? A sigla PC se refere a Personal Computer /

Computador Pessoal. Este termo surgiu por ocasião da fa- bricação de computadores pela empresa americana IBM

que iniciou o processo de criação e venda de computado- res pessoais no início dos anos 80.

Quando o primeiro PC foi lançado no mercado, a empresa fabri- cante (IBM) não registrou a patente sobre a invenção deste pro-

duto. Pelo contrário, a IBM disponibilizou o projeto de desenvol- vimento de computadores pessoais e não reteve a exclusividade de produção e comercialização dos PC´s. Este fato gerou uma corrida (saudável) para copiar e aprimorar o desenvolvimento da tecnologia de criação e de projeto de computadores para uso pessoal, por várias empresas. Esta decisão da IBM possibilitou

o avanço e popularização dos PC´s atuais. Atualmente, várias

empresas (fabricantes) produzem os componentes de um com- putador pessoal com diferentes tecnologias e características.

È importante saber que

tecnologias e características. È importante saber que IBM é abreviação de International Business Machines.

IBM é abreviação de International Business Machines. Empresa americana criada em 1924. A IBM é uma empresa que produz equipamentos e programas de computador.

Outros dois termos são relevantes e devem ser destacados. São eles software e hardware.

o

Soft significa, em inglês, “macio, mole”. Softwa-

re

corresponde à parte lógica do computador (os pro-

gramas utilizados). Por exemplo: sistema operacional,

editor de texto, planilha eletrônica, banco de dados, editor de imagem entre outros.

o Hard significa, em inglês, “duro, rígido”. Portan-

to o termo hardware significa a parte rígida (dura) do computador, é a parte física do computador composto por partes mecânicas, elétricas, eletrônicas, magnéti- cas e eletromagnéticas. Exemplos de componentes de hardware podem ser visualizados na figura 1.

Exemplos de componentes de hardware podem ser visualizados na figura 1. Figura 1 - Exemplo de

Figura 1 - Exemplo de hardware

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11
Montagem e Configuração de Computadores COMPONENTES DE HARDWARE A seguir, vamos estudar com detalhes cada

Montagem e Configuração de Computadores

COMPONENTES DE HARDWARE

A seguir, vamos estudar com detalhes cada componente de hardware.

São eles:

gabinete, fonte de alimentação, placa mãe, processador, memó- ria, placa de vídeo, placa de som, placa de fax/modem, placa de rede, disco rígido, driver de disquete, unidades de CD e DVD, mouse, teclado, impressora, estabilizador de voltagem e no-bre- ak, interfaces.

a.

Gabinete

Constitui-se de uma caixa metálica onde serão montados todos os componentes internos do computador, tais como, placa mãe, placa de vídeo, processador, memória, disco rígido, placa de som, placa de rede, entre outros. No gabinete temos um dispositivo muito importante denominado fonte de alimentação que posteriormente será abordado.

fonte de alimentação que posteriormente será abordado. Baia: espaço, interno ao gabine- te, destinado para fixar

Baia: espaço, interno ao gabine- te, destinado para fixar compo- nentes como: driver de CD-Rom, DVD, entre outros.

Existem vários modelos e marcas de gabinetes, por isso é muito impor- tante conhecer algumas características fundamentais no momento da escolha do gabinete:

• sua altura deve ser no mínimo 50 centímetros (4 baias) para

facilitar a manutenção interna dos componentes e ventilação do gabi-

nete;

• deve possuir um ou mais ventiladores (dianteiro ou traseiro) para facilitar o fluxo de ar no interior do gabinete;

• deve ter uma fonte de alimentação padrão ATX (110V, 220V ou automática);

A figura 2 mostra alguns modelos de gabinetes (horizontais e verticais).

12
12
automática); A figura 2 mostra alguns modelos de gabinetes (horizontais e verticais). 12 Figura 2 -

Figura 2 - Tipos de gabinetes.

b. Fonte de alimentação

Visão geral de um microcomputador
Visão geral de um microcomputador

A fonte de alimentação é o componente responsável por alimentar os

demais componentes (placas) do computador. A tensão de trabalho

que entra na fonte é de 110 ou 220 volts, podendo ou não, ser auto- mática na seleção da tensão de entrada (chave seletora, figura 3)

e de saída, com possibilidade de

diversas tensões: + 5v, – 5v, + 12v, – 12v e outras em corrente contínua, dependendo do com- ponente que será utilizado.

contínua, dependendo do com- ponente que será utilizado. Figura 3 - Chave seletora de voltagem. Existem

Figura 3 - Chave seletora de voltagem.

Existem dois tipos principais de fontes de alimentação: ATX e AT.

O padrão mais utilizado atual-

mente é a fonte modelo ATX que possui um conector de 20 ou 24 vias para ligação na placa mãe (fi- gura 4).

de 20 ou 24 vias para ligação na placa mãe (fi- gura 4). Figura 4 -

Figura 4 - Fonte padrão ATX

Além dos itens supracitados, temos também a potência da fon- te de alimentação. A potência de uma fonte é importante para sabermos a demanda requerida pelos componentes do compu- tador, pois sua aquisição deverá ser baseada na necessidade de potência dos periféricos.

A potência de uma fonte de ali-

mentação é medida em watts, po- rém nem sempre a fonte vem com

a potência especificada no produ-

to, procure saber qual a potência

real da fonte.

no produ- to, procure saber qual a potência real da fonte. Figura 5 - Descrição das

Figura 5 - Descrição das características de uma fonte de Alimentção

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13
c.
c.

Montagem e Configuração de Computadores

Placa mãe

c. Montagem e Configuração de Computadores Placa mãe Este assunto será aprofundado no Capítulo 2, com

Este assunto será aprofundado no Capítulo 2, com foto detalha- da da placa mãe na página 32

Site da Intel:

http://www.intel.com/portugues/

Site da AMD:

http://www.amd.com/br-pt/

A placa mãe é o componente principal do computador. Nela são co-

nectados todos os demais componentes: processador, fonte de alimen- tação, memória, entre outros. A placa mãe deve ter um bom desem- penho e boa qualidade. Este é um dos itens mais importantes a ser observado na hora da aquisição (figura 6).

a ser observado na hora da aquisição (figura 6). Figura 6 – Placa mãe. d. Processador

Figura 6 – Placa mãe.

d. Processador

O processador é o componente responsável pela execução das instru-

ções - os programas. Muitos chamam, equivocadamente, o gabinete de

CPU (Central Processing Unit/Unidade Central de Processamento).

O termo CPU se refere exclusivamente ao processador. Gabinete é a

caixa que abriga os componentes.

Existem vários fabricantes de processadores, por exemplo: Intel e AMD . Cada fabricante projeta o processador de uma maneira diferen-

te. Sendo assim ao adquirir uma placa mãe, no local onde será fixado

o processador, deve-se observar se o processador é compatível com a placa mãe escolhida. A figura 7 mostra um exemplo de processador da Intel modelo Core 2 Duo.

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A figura 7 mostra um exemplo de processador da Intel modelo Core 2 Duo. 14 Figura

Figura 7 – Processador Intel Pentium IV.

e. Memória

Visão geral de um microcomputador
Visão geral de um microcomputador

A memória é um componente utilizado pelo computador para armaze-

nar dados por um determinado tempo. Para que um programa possa

ser executado, ele precisa ser armazenado na memória do computador.

A memória pode ser de dois tipos: a principal denominada RAM

(Random Access Memory), e secundária denominada ROM ( Re-

ad-Only Memory).

A memória principal é aquela acessada diretamente pela Unidade

Lógica e Aritmética (ULA). Ela pode ser para leitura e escrita (memória RAM) ou somente para leitura, (memória ROM).

A memória RAM é conhecida como memória volátil porque quando o

computador é desligado, o conteúdo armazenado sempre é perdido,

ao passo que o conteúdo armazenado na memória ROM nunca é per-

dido com o desligamento do computador. Como exemplo, podemos citar a memória EPRON (setup, bios do computador).

Exemplo de memória RAM pode ser visto na figura 8 abaixo.

Exemplo de memória RAM pode ser visto na figura 8 abaixo. Figura 8 – Memória RAM

Figura 8 – Memória RAM modelo Rambus

f. Placa de vídeo

A placa de vídeo é o componente responsável pela geração da imagem

que aparece na tela do monitor. Existem vários modelos de placas de vídeo. Na hora da aquisição deste componente é importante observar

a velocidade de transmissão da imagem e a sua resolução.

Atualmente, existem alguns tipos de placa mãe que possuem placa de vídeo incorporada aos seus circuitos. Tais placas que recebem a denominação vídeo integrado/ vídeo onboard compartilham os re- cursos da placa mãe. Entretanto, o seu desempenho não é o mesmo de uma placa de vídeo dedicada (de alta performance/desempenho) conhecida também como placa de vídeo offboard (veja a figura 9). É

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15
Montagem e Configuração de Computadores aconselhável o uso de placas de vídeo com alto desempenho,

Montagem e Configuração de Computadores

aconselhável o uso de placas de vídeo com alto desempenho, ou seja, placas de vídeo offboard, para jogos, filmes e tratamento de imagens.

vídeo offboard, para jogos, filmes e tratamento de imagens. Para entender mais pro- cure aprender sobre
vídeo offboard, para jogos, filmes e tratamento de imagens. Para entender mais pro- cure aprender sobre

Para entender mais pro- cure aprender sobre IRQ (Interrupção de hardware) canal entre dispositivo e processador

Figura 9 – Placa de vídeo offboard modelo AGP.

g. Placa de som

È o componente responsável pela captura e a reprodução de sons. Como a

placa de vídeo, a placa de som também pode ser do tipo onboard e off-

board.

A placa de som onboard é integrada aos circuitos da placa mãe e compar-

tilha todos os recursos da mesma. Nas placas de som offboard os recursos não são compartilhados com a placa mãe. Ela possui todos os recursos ne-

depende de outros componentes

cessários para seu funcionamento e não (figura 10).

cessários para seu funcionamento e não (figura 10). Figura 10 – Placa de som offboard. h.

Figura 10 – Placa de som offboard.

h. Placa de fax/modem

A placa de fax/modem permite o envio e o recebimento de dados entre os

computadores conectados a uma linha telefônica. Muito utilizado para envio

e recebimento de fax e para conexão com a Internet. As placas de fax/mo-

dem podem ser do tipo: onboard e offboard (figura 11). Ela utiliza conec- tores padrão RJ-11.

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Visão geral de um microcomputador Figura 11 – Placa de fax/modem offboard. i. Placa de
Visão geral de um microcomputador
Visão geral de um microcomputador

Figura 11 – Placa de fax/modem offboard.

i. Placa de rede

A placa de rede permite conectar o computador a uma rede de com-

putadores. Seu objetivo é controlar o fluxo de dados enviados e re-

cebidos através da rede. Também e conhecida como NIC (Network Interface Card / cartão de interface de rede). Veja a figura 12.

A

taxa de transmissão pode ser :

o

Padrão Ethernet de 10 Mbps / 100 Mbps / 1000 Mbps

o

Placas Token Ring de 4 Mbps e 16 Mbps.

/ 1000 Mbps o Placas Token Ring de 4 Mbps e 16 Mbps. Figura 12 –
/ 1000 Mbps o Placas Token Ring de 4 Mbps e 16 Mbps. Figura 12 –

Figura 12 – Placa de rede.

j. Disco rígido

Local de armazenamento de dados e programas de computador. Di-

ferente da memória RAM, o disco rígido (HD – Hard Disk) não perde

o conteúdo armazenado quando o computador for desligado e sua

capacidade de armazenamento é muito maior (figura 13).

sua capacidade de armazenamento é muito maior (figura 13). Figura 13 – Disco rígido. Mbps: Mega
sua capacidade de armazenamento é muito maior (figura 13). Figura 13 – Disco rígido. Mbps: Mega

Figura 13 – Disco rígido.

é muito maior (figura 13). Figura 13 – Disco rígido. Mbps: Mega bytes por segundos. Velocidade

Mbps: Mega bytes por segundos. Velocidade de transferência de dados em uma rede.

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k.
k.

Montagem e Configuração de Computadores

Driver de disquete

Montagem e Configuração de Computadores Driver de disquete Atualmente a capacidade de ar- mazenamento de um

Atualmente a capacidade de ar- mazenamento de um disco rígido é de até 2.5 TB (TeraByte)

Informação obtida em:< http://

www.engadget.com/2009/08/07/

tdk-looks-to-deliver-2-5tb-hard-

-drives-in-early-2010/ >. Acessa- do em 01/05/2010.

O driver de disquete (figura 14) é um componente de entrada e saída

de dados. O acesso aos dados é lento (0.06 Mbps em discos de 1.44 MB) e sua capacidade máxima de armazenamento é de 2.88 MB. Atu- almente o driver de disquete está em desuso, sendo substituído pelo

pen driver.

está em desuso, sendo substituído pelo pen driver . Figura 14 – Driver disquete. l. Unidades
está em desuso, sendo substituído pelo pen driver . Figura 14 – Driver disquete. l. Unidades

Figura 14 – Driver disquete.

l. Unidades de CD e DVD

As unidades de CD e DVD (figura 15) são comuns nos computadores atuais. As mídias de CD possuem capacidade de até 700 MB e o DVD com capacidade de 4,7 GB ou 9,4 GB. Os programas de computado- res geralmente são comercializados utilizando estes tipos mídias.

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são comercializados utilizando estes tipos mídias. 18 Figura 15 – Unidade de CD e DVD. m.
são comercializados utilizando estes tipos mídias. 18 Figura 15 – Unidade de CD e DVD. m.

Figura 15 – Unidade de CD e DVD.

m. Mouse

A função do mouse é apontar e ativar

comandos disponíveis na tela do compu- tador. Alguns modelos de mouse podem ser visualizados na figura 16.

na tela do compu- tador. Alguns modelos de mouse podem ser visualizados na figura 16. Figura

Figura 16 – Modelos de mouse.

n. Teclado

Visão geral de um microcomputador
Visão geral de um microcomputador

O teclado é o componente mais utilizado para entrada de dados

no computador. Possuem pouco mais de 100 teclas, entre elas, números, símbolos especiais e funções. Alguns teclados pos- suem controle de áudio, acesso à Internet e ainda botões para ligar, desligar e ativar o modo de espera (figura 17).

para ligar, desligar e ativar o modo de espera (figura 17). Figura 17 – Teclado. ABNT

Figura 17 – Teclado.

ativar o modo de espera (figura 17). Figura 17 – Teclado. ABNT X ABNT II (Associação

ABNT X ABNT II (Associação Brasileira de Normas Técnicas) A diferença entre os dois padrões de tecla- dos é a presença do botão “Alt Gr” conhe- cido como Alt “Grande”, substituindo (Alt + Ctrl). Ela serve pra ativar os caracteres que ficam escondidos nos botões. A tecla “ç” está nos dois padrões, mas não está nos teclados com padrão internacional

o. Impressora

A impressora é um componente opcional. Sua função é obter

resultados impressos no papel (figura 18).

função é obter resultados impressos no papel (figura 18). Figura 18 – Modelo de impressora. p.

Figura 18 – Modelo de impressora.

p. Estabilizador de tensão e no-break

O estabilizador de voltagem e o no-break são equipamentos opcionais muito importantes. A função principal destes equipa- mentos é a de melhorar a qualidade da energia elétrica forne-

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Montagem e Configuração de Computadores cida ao computador. O estabilizador atenua interferências, quedas de voltagem
Montagem e Configuração de Computadores cida ao computador. O estabilizador atenua interferências, quedas de voltagem

Montagem e Configuração de Computadores

cida ao computador. O estabilizador atenua interferências, quedas de voltagem e outras anomalias que possam ocorrer na rede elétrica. O no-break (figura 19) serve para suprir alguma eventual falta de ener- gia, além de funcionar como estabilizador.

Sempre que falamos de nobreak deve-se verificar a autonomia, pois temos que pensar no tempo em que o equipamento ficará ligado na ausência de energia.

em que o equipamento ficará ligado na ausência de energia. q. Figura 19 – Nobreak. Interfaces

q.

Figura 19 – Nobreak.

Interfaces

As interfaces são circuitos que permitem a conexão de dispositivos no computador. Algumas interfaces ficam (ocultas) dentro do gabinete, por exemplo, aquelas que controlam o disco rígido (IDE, SATA, SCSI) e os drivers de disquetes, CD e DVD. Existem outras interfaces que são utilizadas para conectar dispositivos externos. Geralmente, elas estão localizadas na parte traseira do gabinete, por exemplo: PS2, USB, Pa- ralela, Serial (veja a figura 20).

do gabinete, por exemplo: PS2, USB, Pa- ralela, Serial (veja a figura 20). 20 Figura 20
20
20

Figura 20 – Exemplos de interfaces.

Visão geral de um microcomputador 21
Visão geral de um microcomputador
21

CAPÍTULO

2

MONTAGEM DO MICROCOMPUTADOR
MONTAGEM DO
MICROCOMPUTADOR

Objetivo

Nesta unidade abordaremos a montagem do microcomputador conforme ferramentas, componentes e programas de instalação
Nesta unidade abordaremos a montagem
do microcomputador conforme ferramentas,
componentes e programas de instalação (dri-
vers) necessários para montagem, veremos
também os cuidados necessários para traba-
lhar com hardware e na montagem dos com-
ponentes do microcomputador.

a. Ferramentas

Montagem de microcomputador
Montagem de microcomputador

Para montagem do computador é necessário apenas uma chave do tipo Philips. Ela possui uma fenda em forma de “x”, de tamanho mé- dio (3/16”) para abrir o gabinete e fixar os parafusos dos componentes (placas) no gabinete e na placa mãe (figura 21).

(placas) no gabinete e na placa mãe (figura 21). Figura 21 - Chave Philips. Para especificar

Figura 21 - Chave Philips.

e na placa mãe (figura 21). Figura 21 - Chave Philips. Para especificar uma ferra- menta
e na placa mãe (figura 21). Figura 21 - Chave Philips. Para especificar uma ferra- menta

Para especificar uma ferra- menta utilize sempre o site do fabricante específico.

Outras ferramentas tais como, chave canhão, pincel, pinças (veja figura 22) podem ser utilizadas, porém o seu uso não é obriga- tório.

ser utilizadas, porém o seu uso não é obriga- tório. Figura 22 - Chave canhão, pincel,
ser utilizadas, porém o seu uso não é obriga- tório. Figura 22 - Chave canhão, pincel,
ser utilizadas, porém o seu uso não é obriga- tório. Figura 22 - Chave canhão, pincel,

Figura 22 - Chave canhão, pincel, pinças.

Para fixar os componentes do computador será necessário utilizar vá- rios tipos de parafusos. Eles estão divididos em duas categorias (veja a figura 23).

Eles estão divididos em duas categorias (veja a figura 23). Figura 23 – Parafuso tipo 1

Figura 23 – Parafuso tipo 1 (a esquerda) e parafuso tipo 2 (a direita).

o Parafusos do tipo 1 (rosca fina) são utilizados para fixar os

seguintes componentes: drive de disquete de 3 ½”, unidades de CD e DVD, disco rígido (hd) e placas de expansão.

o Parafusos do tipo 2 (rosca grossa) são indicados para: fixação

de componentes em lugares onde o parafuso do tipo 1 fique frouxo, fixar placas de expansão (dependendo do formato da rosca do gabine-

te) e para fixar a tampa traseira do gabinete.

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o
o

Montagem e Configuração de Computadores

Outros tipos de parafusos denominados de “macho-fêmea” são tam-

bém utilizados. Este tipo de parafuso é utilizado para fixar a placa mãe ao gabinete (veja a figura 24).

para fixar a placa mãe ao gabinete (veja a figura 24). Figura 24 – Parafuso tipo

Figura 24 – Parafuso tipo “macho fêmea”.

ATENÇÃO! CUIDADO!

Para fixar a placa mãe ao gabinete é fundamental a utilização de uma arrue- la isolante para não permitir passar corrente elétrica e causar curto circuito na placa mãe (veja figura 25).

e causar curto circuito na placa mãe (veja figura 25). Figura 25 – Arruela isolante o

Figura 25 – Arruela isolante

o Muitos gabinetes permitem a fixação de um ventilador (cooler) in-

terno para auxiliar na refrigeração (circulação de ar). Para fixar este cooler é

preciso utilizar um tipo especial de parafuso, de rosca mais grossa, conforme

pode ser visualizado na figura 26.

mais grossa, conforme pode ser visualizado na figura 26. Figura 26 – Parafuso para fixar cooler

Figura 26 – Parafuso para fixar cooler interno no gabinete.

b. Programas para instalação (drivers)

Para instalar cada um dos componentes citados no item anterior é necessária a utilização do respectivo CD de instalação. Cada componente vem com um CD de instalação de drivers para o sistema operacional que será utilizado.

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Montagem de microcomputador
Montagem de microcomputador

Na ausência do CD de instalação é necessário acessar o site do fabri- cante (desenvolvedor) do componente e baixar o respectivo driver de instalação.

Tendo o nome do modelo de cada componente indicado facilita o pro- cesso, porém nem sempre isto acontece, então existem alguns software que procuram o modelo e facilitam o acesso aos drivers e manuais para configurá-los.

c. Cuidados necessários para trabalhar com hardware

Um cuidado especial que devemos ter ao trabalhar com hardwa- re é a eletricidade estática. Mas o que é eletricidade estática?

A eletricidade estática é o fenômeno de acumulação de cargas elétricas

em um material qualquer, condutor, semicondutor ou isolante. A des- carga eletrostática pode acarretar danos aos componentes do compu- tador que normalmente são sensíveis a descargas elétricas.

• Como proteger os componentes do computador na hora da montagem?

O técnico deve realizar uma descarga de segurança. Para fazer isso,

basta tocar as duas mãos em um corpo metálico com aterramento, por exemplo, o gabinete ou a fonte de alimentação, antes de prosseguir na montagem do computador (figura 27).

antes de prosseguir na montagem do computador (figura 27). Figura 27 – Uma maneira de descarregar

Figura 27 – Uma maneira de descarregar a eletricidade estática.

• Como manusear adequadamente os componentes?

Quando você manusear as placas e demais componentes procure sempre segurar os itens pelas bordas laterais.

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27
Montagem e Configuração de Computadores Figura 28 – Maneira incorreta de segurar uma placa de

Montagem e Configuração de Computadores

Montagem e Configuração de Computadores Figura 28 – Maneira incorreta de segurar uma placa de rede.

Figura 28 – Maneira incorreta de segurar uma placa de rede.

28 – Maneira incorreta de segurar uma placa de rede. Figura 29 – Maneira correta de

Figura 29 – Maneira correta de segurar uma placa de rede.

Outros componentes também são muitos sensíveis à descarga elétrica.

Para não errar segure sempre pelas extremidades da placa.

Para não errar segure sempre pelas extremidades da placa . Figura 30 – Maneira incorreta de

Figura 30 – Maneira incorreta de segurar uma placa de memória.

30 – Maneira incorreta de segurar uma placa de memória. Figura 31 – Maneira correta de

Figura 31 – Maneira correta de segurar uma placa de memória.

d. Montagem dos componentes do microcomputador

• A preparação

A primeira coisa a ser feita é reunir todo o material a ser utilizado. Os com-

ponentes, drivers e ferramentas deverão estar bem próximos e disponíveis para o técnico que fará a montagem.

• O primeiro passo: preparando o gabinete

Você deve inicialmente preparar o gabinete para receber o principal compo-

nente que receberá os demais - a placa mãe. Para fazer isso é necessário abrir

o gabinete (como exemplo estamos utilizando um gabinete modelo vertical),

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Montagem de microcomputador
Montagem de microcomputador

neste modelo de gabinete (da satellite com 4 baias de 5 ¼”) basta re- mover dois parafusos da tampa superior e deslocar a tampa em sentido do seu corpo para as tampas laterais serem liberadas (veja figura 32).

para as tampas laterais serem liberadas (veja figura 32). Figura 32 – Localização dos parafusos para
para as tampas laterais serem liberadas (veja figura 32). Figura 32 – Localização dos parafusos para
para as tampas laterais serem liberadas (veja figura 32). Figura 32 – Localização dos parafusos para

Figura 32 – Localização dos parafusos para liberar a tampa do gabinete.

Após a remoção da tampa superior retire a tampa lateral. Para isso, bas-

ta puxar a tampa lateral para cima conforme mostra a figura 33.

puxar a tampa lateral para cima conforme mostra a figura 33. Figura 33 – Remoção da

Figura 33 – Remoção da tampa lateral do gabinete.

• Segundo passo: Gabinete aberto

A parte interna do gabinete pode ser visualizada na figura 34.

parte interna do gabinete pode ser visualizada na figura 34. Figura 34 – Visualização interna do

Figura 34 – Visualização interna do gabinete depois de aberto.

Agora que o gabinete está aberto, os parafusos hexagonais da placa mãe junto ao gabinete (figura 35) devem ser fixados. Observar os locais para fixação dos parafusos hexagonais para modelos diferentes de pla-

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Montagem e Configuração de Computadores ca mãe porque eles devem ser compatíveis com a placa

Montagem e Configuração de Computadores

Montagem e Configuração de Computadores ca mãe porque eles devem ser compatíveis com a placa mãe

ca mãe porque eles devem ser compatíveis com a placa mãe e o gabinete. Observar os locais para fixação dos parafusos hexago- nais, pois os gabinetes possuem vários fu- ros (para modelos diferentes de placa mãe), quais furos são compatíveis na placa mãe e no gabinete.

quais furos são compatíveis na placa mãe e no gabinete. Figura 35 – Visualização do parafuso

Figura 35 – Visualização do parafuso hexa- gonal e sua fixação na chapa do gabinete.

Veja a figura 36 com atenção! Ela mostra cada um dos componentes da placa mãe

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36 com atenção! Ela mostra cada um dos componentes da placa mãe 30 Figura 36 –

Figura 36 – Placa mãe da Asus modelo P4T-E.

Montagem de microcomputador
Montagem de microcomputador

A descrição de cada elemento presente na figura 36 é apresentada na Tabela 1.

Número

Descrição

1

Conector para fonte modelo ATX.

2

Local para fixação do processado (UCP) modelo 478.

3

Conector de 12V, também chamado de ATX12V.

4

Intel 850 Memory Controller Hub (MCH).

5

Slots de memória (RIMMB1 e RIMMB2) de 16/18 bit, modulo de 184 pinos cada.

6

Conector de energia auxiliar.

7

Interface IDE Primária (azul) e IDE Secundária (preta).

8

Interface para disquete.

9

Configuração da freqüência da placa mãe.

10

ASUS ASIC monitor de hardware.

11

Intel controlador de entrada e saída.

12

Conector placa USB.

13

Firmware 2Mbit.

14

Led indicativo de que a placa mãe está alimentada com corrente elétrica.

15

Slot CNR para conectar placa de modem.

16

Controlador super de entrada e saída (I/O).

17

Slot´s de expansão tipo PCI.

18

Conector de áudio digital (opcional).

19

Conector de fone de ouvido (opcional).

20

Codec de áudio.

21

Slot tipo AGP (Acclerated Graphics Port)

22

Conector auxiliar para CD.

23

Interface de áudio para jogos (game)

24

Conector para porta serial COM2.

25

Conector para porta paralela (impressora).

26

Conector para porta serial COM1.

27

Conector USB (porta 1 e porta 2).

28

Conector PS/2 (para teclado e mouse).

31
31
•

Montagem e Configuração de Computadores

Terceiro passo: instalando o processador

O processador possui uma marca triangular (em um dos seus cantos) de- nominada “indicador”. Esta marca serve como um guia para um encaixe perfeito. A figura 37 mostra a forma correta de inserção. Está marca trian- gular deverá ser sempre observada durante o encaixe, seguindo sempre a orientação prevista no manual da placa mãe. Não há possibilidade de fixar o

processador de forma incorreta, se o fizer vai perceber que estará “forçando”

o encaixe.

o fizer vai perceber que estará “forçando” o encaixe. Figura 37 – Processador Pentium IV e

Figura 37 – Processador Pentium IV e seu local de encaixe na placa mãe.

• Quarto passo: instalando o cooler

Para instalar o ventilador (cooler) sob o processador, você deverá observar a posição de encaixe do cooler no suporte sob o processador (figura 38).

encaixe do cooler no suporte sob o processador (figura 38). Figura 38 – Local para encaixar
encaixe do cooler no suporte sob o processador (figura 38). Figura 38 – Local para encaixar

Figura 38 – Local para encaixar o cooler e o cooler sob o processador.

• Quinto passo: instalando a memória

A(s) memória(s) podem ser colocada aos pares ou isoladas. Para saber qual

slot deverá ser fixado primeiro, você deve consultar o manual da placa mãe.

A figura 39 mostra o slot (local) para colocar a placa de memória e mostra

também a memória já colocada.

32
32
Montagem de microcomputador Figura 39 – Slot de memória. • Sexto passo: instalando os cabos
Montagem de microcomputador
Montagem de microcomputador

Figura 39 – Slot de memória.

• Sexto passo: instalando os cabos

Na placa mãe existe a possibilidade de conectarmos cabos do gabi- nete, como por exemplo, cabos de energia, reset, led do disco rígido e outros. A figura 40 mostra a posição correta de conexão na placa mãe, e a figura 41 mostra a conexão da fonte de energia na placa mãe (plugue com 20 pinos).

da fonte de energia na placa mãe (plugue com 20 pinos). Figura 40 – Localização e

Figura 40 – Localização e forma de conexão dos conectores do gabinete.

e forma de conexão dos conectores do gabinete. Figura 41 – Conexão da fonte de energia

Figura 41 – Conexão da fonte de energia na placa mãe.

Na próxima unidade você vai aprender como inserir outros periféricos.

33
33

CAPÍTULO

3

INSTALANDO PERIFÉRICOS
INSTALANDO PERIFÉRICOS

Objetivo

Nesta unidade vamos estudar a instalação de periféricos no microcomputador.
Nesta unidade vamos estudar a instalação
de periféricos no microcomputador.

Periféricos

Instalando Periféricos
Instalando Periféricos

A partir de agora vamos aprender a instalar os seguintes perifé- ricos:

Placa de vídeo; Placa de som; Placa de expansão USB; Disco rígido (HD); Driver de disquete e Driver de DVD.

Siga as seguintes instruções, observando a seqüência de ações e recomendações:

1) Antes de conectar os demais com- ponentes (placas) verificar quais são os slots necessários e abrir as tampinhas traseiras do gabinete para fixar as placas no gabinete (destacada na figura 42).

Figura 42 – Como conectar os demais componentes.

42). Figura 42 – Como conectar os demais componentes. 2) Após a instalação dos demais componentes

2) Após a instalação dos demais componentes na placa mãe, a visualização interna do gabinete é mostrada na figura 43 (a) e a parte externa (parte traseira do gabinete) na figura 43 (b).

parte externa (parte traseira do gabinete) na figura 43 (b). Figura 43(a) – Visualização interna. Figura

Figura 43(a) – Visualização interna.

do gabinete) na figura 43 (b). Figura 43(a) – Visualização interna. Figura 43(b) – Visualização externa.

Figura 43(b) – Visualização externa.

37
37
Montagem e Configuração de Computadores 3) A instalação dos drivers (de CD, DVD ou disquete)

Montagem e Configuração de Computadores

3) A instalação dos drivers (de CD, DVD ou disquete) é feita a partir da parte frontal do gabinete (figura 44 a). Após a inserção dos componentes eles são fixados internamente ao gabinete (figura 44 b)

eles são fixados internamente ao gabinete (figura 44 b) Figura 44 – Inserção dos driver´s. Figura
eles são fixados internamente ao gabinete (figura 44 b) Figura 44 – Inserção dos driver´s. Figura

Figura 44 – Inserção dos driver´s.

Figura 44 – Fixação dos driver´s.

O disco rígido também é fixado na parte interna do gabinete, porém

ele é inserido internamente e não da forma como foram fixados os drivers acima mencionados, isto é, de fora para dentro.

4)

Ligar a fonte de energia, após a fixação no gabinete dos drivers de

DVD, disquete e disco rígido. A figura 45 (a) mostra os plugues de energia a serem conectados e a figura 45 (b) os plugues conectados.

5)

38
38
conectados e a figura 45 (b) os plugues conectados. 5) 38 Figura 45 (a) – Plugues

Figura 45 (a) – Plugues de enegia.

conectados. 5) 38 Figura 45 (a) – Plugues de enegia. Figura 45 (b) – Plugues conectdados.

Figura 45 (b) – Plugues conectdados.

6) Além de conectar os plugues de ener- gia nos drivers é necessário conectar os ca- bos de transmissão de dados (cabos flat). Os cabos flat são visualizados na figura 46. O primeiro cabo é para conectar o driver de disquete e outros, tais como, o DVD e o disco rígido.

cabo é para conectar o driver de disquete e outros, tais como, o DVD e o

Figura 46 – Cabos flat.

7) A maneira de correta de conectar os cabos flat é apresentada na figura 47. Ob- serve que cada cabo flat possui uma listra vermelha que deverá ficar ao lado do plugue de alimentação de energia.

Instalando Periféricos
Instalando Periféricos

Figura 47 – Conexão do cabo flat.

8) Localizar na placa mãe as IDEs primária e secundária para conectar os cabos flat (figura 48). Recomenda-se que a IDE primária seja destinada para

o disco rígido. Verificar a se a extremi-

dade do cabo flat foi colocada no driver corretamente, pois o cabo flat tem duas conexões-uma na extremidade do cabo e outra mais no meio.

conexões-uma na extremidade do cabo e outra mais no meio. Figura 48 – Localização das IDE´s

Figura 48 – Localização das IDE´s na placa mãe.

A figura 49 mostra como ficarão os cabos

flat após a sua conexão.

49 mostra como ficarão os cabos flat após a sua conexão. Figura 49 – Cabos flat

Figura 49 – Cabos flat após a conexão na placa mãe.

Na próxima unidade, você será orientado a realizar a verificação da montagem para ter a certeza de que ela foi realizada corretamente.

39
39

CAPÍTULO

4

CONFERINDO A MONTAGEM
CONFERINDO A MONTAGEM

Objetivo

Nesta unidade serão indicados uma série de passos para a execução da ve- rificação da
Nesta unidade serão indicados uma
série de passos para a execução da ve-
rificação da adequação e correção da
montagem do computador.

PASSO 1

Conferindo a Montagem
Conferindo a Montagem

Execução da verificação na montagem

Verifique a tensão (110V ou 220V) do equipamento para saber se es- tão de acordo com a rede de energia onde será instalado o mesmo. Se não for automático talvez será necessário alterar a chave seletora de energia da fonte do computador (figura 50).

seletora de energia da fonte do computador (figura 50). Figura 50 – Posição da chave seletora
seletora de energia da fonte do computador (figura 50). Figura 50 – Posição da chave seletora

Figura 50 – Posição da chave seletora de energia.

PASSO 2

Feche o seu computador. Fixar as tampas laterais do gabinete.

PASSO 3

Localize um lugar fresco, arejado sem a in- cidência direta da luz solar para instalar seu equipamento.

PASSO 4

Monte o seu equipamento observando as conexões (interfaces) na parte traseira do seu gabinete (figura 51).

43
43
Montagem e Configuração de Computadores ATENÇÃO!!!! • Quanto ao tipo de conector do mouse. Ele

Montagem e Configuração de Computadores

ATENÇÃO!!!!

• Quanto ao tipo de conector do mouse.

Ele poderá ser de três formas diferentes: serial (equipamentos antigos), PS2 e USB. A figura 52 mostra a conexão do tipo PS2. O conector possui seis pinos do tipo fêmea.

do tipo PS2. O conector possui seis pinos do tipo fêmea. Figura 52 - Conector PS2

Figura 52 - Conector PS2 para mouse em destaque.

• Quanto ao teclado

A conexão para teclado do tipo PS2 é visualizada na figura 53 com seis pi-

nos do tipo fêmea. O teclado também pode ter três tipos de conectores: DIN

(equipamentos antigos), PS2 e USB.

de conectores: DIN (equipamentos antigos), PS2 e USB . Figura 53 - Conector PS2 para teclado

Figura 53 - Conector PS2 para teclado em destaque.

• Quanto a impressora

A conexão para impressora do tipo paralela é visualizada na figura 54 con-

tendo vinte e cinco pinos do tipo fêmea.

figura 54 con- tendo vinte e cinco pinos do tipo fêmea. Figura 54 - Conector paralelo

Figura 54 - Conector paralelo para impressora em destaque.

As conexões seriais (COM1 e COM2) contendo 9 pinos do tipo macho são visualizados na figura 55.

44
44
Conferindo a Montagem
Conferindo a Montagem

Figura 55 - Conectores seriais (COM1 e COM2) em destaque.

• Outros dispositivos

A figura 56 mostra dois conectores padrão USB (em cinza) para ser

utilizados para conectar: teclado, mouse, webcam, pendriver, entre outros dispositivos.

mouse, webcam, pendriver, entre outros dispositivos. Figura 56 - Conectores USB em destaque. • Para joystick

Figura 56 - Conectores USB em destaque.

Para joystick

O

conector para joystick/MIDI de 15 pinos do tipo fêmea é visualizado

na figura 57.

de 15 pinos do tipo fêmea é visualizado na figura 57 . Figura 57 – Conector

Figura 57 – Conector para joystick em destaque.

• Conexões para áudio

A figura 58 mostra as conexões para áudio. Da esquerda para direita:

saída de áudio, entrada de áudio e entrada para microfone .

para direita: saída de áudio, entrada de áudio e entrada para microfone . Figura 58 –

Figura 58 – Conectores de áudio.

45
45
Montagem e Configuração de Computadores • Conexão do monitor Supervideo: conexão para transformar com qualidade

Montagem e Configuração de Computadores

• Conexão do monitor

e Configuração de Computadores • Conexão do monitor Supervideo: conexão para transformar com qualidade seu

Supervideo: conexão para transformar com qualidade seu televisor em um monitor auxiliar

DVI (Interface de Video Digital):

conexão totalmente digital criada para ulizar em monitores de cristal líquido ou DVDs

HDMI (Interface Multimídia de

Alta Definifição): alta qualidade

de áudio e vídeo em apenas um cabo com tecnologia de cinema

A conexão do monitor apresenta 15 pinos do tipo fêmea, a placa na figura 59 apresenta também uma conexão de supervídeo. As novas placas de video também dão suporte às tecnologias DVI e HDMI.

. As novas placas de video também dão suporte às tecnologias DVI e HDMI . Figura

Figura 59 – Conector do monitor.

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46
Conferindo a Montagem
Conferindo a Montagem

Na próxima unidade você vai aprender a realizar a configuração de um microcomputador.

47
47

CAPÍTULO

5

CONFIGURANDO O MICROCOMPUTADOR
CONFIGURANDO O
MICROCOMPUTADOR

Objetivo

Neste capitulo vamos verificar como se faz as configurações da placa mãe do microcomputador.
Neste capitulo vamos verificar como se
faz as configurações da placa mãe do
microcomputador.

Configuração

Configurando o microcomputador
Configurando o microcomputador

Para que o microcomputador possa funcionar adequadamente deve- mos configurar a placa mãe. Estas configurações podem ser feitas por jumpers e dip shitches. Atualmente, estas configurações são realiza- das via programa de computador (software) denominado de CMOS

Setup (Complementary Metal Oxide Semiconductor) que é arma-

zenado na memória Flash ROM da placa mãe.

Na placa mãe localizamos a BIOS (Basic Input/Output System - Sis- tema Básico de Entrada/Saída). Muitos confundem o CMOS Setup o com a BIOS. A função da BIOS é controlar a maior parte dos dispositi- vos de hardware, enquanto que a função do CMOS Setup é informar

a BIOS como ele deve operar.

Para utilizar a configuração básica da CMOS Setup, basta seguir as seguintes etapas:

1. Usar a autoconfiguração de fábrica;

2. Acertar a data e hora;

3. Declarar os dispositivos IDE como “automáticos”;

4. Definir a seqüência de boot;

5. Salvar e sair.

Apenas três empresas de software criam os programas BIOS e Setup para a placa mãe: Award, Phoenix e AMI. Cada empresa personaliza

o programa básico conforme o modelo de placa mãe. Sendo assim, existem semelhanças e diferenças entre os Setups.

Para acessar o Setup da placa mãe é necessário pressionar a tecla DE- LETE do teclado no momento em que imagem da figura 60 aparece quando ligamos o microcomputador.

em que imagem da figura 60 aparece quando ligamos o microcomputador. Figura 60 – Tela inicial

Figura 60 – Tela inicial do microcomputador.

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51
Montagem e Configuração de Computadores Após o carregamento do Setup (figura 61) verificamos que o

Montagem e Configuração de Computadores

Após o carregamento do Setup (figura 61) verificamos que o fabricante é a Award e a presença de um MENU contendo: MAIN, ADVANCED, POWER, BOOT e EXIT (figura 61).

contendo: MAIN, ADVANCED, POWER, BOOT e EXIT (figura 61). Figura 61 – Tela inicial do Setup.

Figura 61 – Tela inicial do Setup.

Na figura 61 é apresentado o menu principal: MAIN que contêm:

• System Time [XX:XX:XX]

• System Date [XX/XX/XXXX]

• Legacy Diskette A [1.44M, 3.5 in.] Legacy Dikette B[Nome]

• Floppy 3 Mode Support [Disable]

• Primary Master [AUTO]

• Primary Slave [AUTO]

• Secondary Master [AUTO]

• Secondary Slave [AUTO]

• Keyboard Features

• Language [English]

• Supervisor Password [Disable]

• User Password [Disable]

• Halt On [ALL Errors]

• Installed Memory 256 Mb

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52

O menu Advanced é apresentado na figura 62.

Configurando o microcomputador
Configurando o microcomputador
é apresentado na figura 62. Configurando o microcomputador Figura 62 – Menu Advanced. As configurações avançadas

Figura 62 – Menu Advanced.

As configurações avançadas (Advanced) de configuração da placa mãe são:

• CPU Internal Frequency

• CPU Frequency Multiple

• CPU Front Side Bus Frequency

• CPU Vcorde

• RDRAM Turbo mode

• RDRAM Frequency: FSB Rtio

• APIC

• CPU Level 1 Cache

• CPU Level 2 Cache

• CPU Fast String

• FPU OPCODE Comptible Mode

• BIOS Update

• PS/2 Mouse Functiol Control

• USB Legacy Support

• OS/2 Onboard memory > 64M

• Chip Configurtion

• I/O Device Configuration

• PCI Configuration

• Shadow Configuration

53
53
Montagem e Configuração de Computadores As configurações de energia são apresentadas no menu Power (figura

Montagem e Configuração de Computadores

As configurações de energia são apresentadas no menu Power (figura 63).

de energia são apresentadas no menu Power (figura 63). Figura 63 – Menu Power. Os itens

Figura 63 – Menu Power.

Os itens do menu Power são:

• Power Management

• Vídeo Off Option

• Vídeo Off Method

• HDD Power Down

• Supend-to-RAM Capability

• Suspend Mode

• PWR Button < 4 Secs

• Power Up Control

• Hardware Monitor

As configurações de inicialização da placa mãe são apresentadas no menu Boot (figura 64).

configurações de inicialização da placa mãe são apresentadas no menu Boot (figura 64). 54 Figura 64
54
54

Figura 64 – Menu Boot.

Os itens do menu Boot são:

• Removable Device

• IDE Hard Drive

• ATAPI CD-ROM

• Other Boot Device

• Plug & Play O/S

• Boot Vírus Detection

• Quick Power On Self Test

• Boot Up Floopy Seek

O menu de saída (Exit) é apresentado na figura 65.

Configurando o microcomputador
Configurando o microcomputador
é apresentado na figura 65. Configurando o microcomputador Figura 65 - Menu Exit. Os itens do

Figura 65 - Menu Exit.

Os itens do menu Exit são:

• Exit Saving Changes : sair e salvar alterações.

• Exit Discarding Changes: sair sem salvar alterações.

• Load Setup Defaults: ler configurações padrões de fábrica.

• Discard Changes: descartar alterações.

• Save Changes: salvar alterções.

Para informações detalhadas das configurações do Setup consultar o manual de informações (instalação) da placa mãe.

Na unidade seguinte será apresentado como preparar o disco rígido para receber a instalação do sistema operacional.

55
55

CAPÍTULO

6

PREPARANDO O DISCO RÍGIDO
PREPARANDO O
DISCO RÍGIDO

Objetivo

Neste capítulo estudaremos detalha- damente as etapas de preparação do disco rígido para instalação do
Neste capítulo estudaremos detalha-
damente as etapas de preparação do
disco rígido para instalação do siste-
ma operacional.

Fazendo Perguntas

Preparando o Disco Rígido
Preparando o Disco Rígido

• Qual é a função do disco rígido?

A função do disco rígido é armazenar os progra- mas e os dados do usuário. O disco rígido (figu- ra 66) utilizado aqui como exemplo é da marca Maxtor com capacidade para 160 Gb do tipo IDE.

Para podermos utilizar o disco rígido é neces- sário realizar configurações iniciais.

rígido é neces- sário realizar configurações iniciais. Figura 66 – Disco rígido modelo IDE. 1. A

Figura 66 – Disco rígido modelo IDE.

1. A primeira delas e definir se o disco rígido será Master (princi-

pal) ou Slave (secundário). Cada cabo flat, apresentado anteriormen- te, poderá ter apenas um dispositivo configurado com Master e um como Slave.

2. A configuração para Master ou Slave é feita manualmente, di-

retamente no disco rígido. Na parte traseira do disco rígido encontrasse um jumper para efetuar a configuração nas opções: máster, slave ou cable select.

3. A indicação da posição de cada um está marcada diretamente

no disco rígido (verificar a marcação no disco rígido na figura 67).

(verificar a marcação no disco rígido na figura 67). Figura 67 – Parte traseira do disco

Figura 67 – Parte traseira do disco rígido.

A figura 67 mostra que o jumper (em destaque) está posicionado entre

a conexão do cabo flat e a fonte de energia. Neste exemplo a primeira

configuração (onde está o jumper na cor azul) é a master, a segunda

a direita é o slave, depois o cable select e a quarta posição é para o Setup determinar a configuração do dispositivo.

59
59
•

Montagem e Configuração de Computadores

Qual é a função do cabo flat?

O cabo flat (figura 68) oferece duas opções

para conectar o disco rígido ou o DVD. Quando utilizamos um dispositivo ape- nas por cabo é fundamental que o mesmo esteja conectado na extremidade da fita. Porém, se estivermos utilizando dois dis- positivos (um disco rígido como master e um DVD como slave) a ordem de conexão não é relevante. Podemos conectar o disco rígido na extremidade do cabo flat ou no meio da fita, sem problema algum.

do cabo flat ou no meio da fita, sem problema algum. Figura 68 – Cabo flat

Figura 68 – Cabo flat conectado no disco rígido.

Qual é a função do cooler?

O

cooler é um acessório para o disco rígido (veja figura 69). A utiliza-

60
60

ção deste cooler é opcional e funciona como um dispositivo auxiliar na refrigeração do disco rígido, de forma a evitar um superaque- cimento. A sua fixação é feita na parte inferior do disco rígido, atra- vés de quatro parafusos que são colocados nos furos disponíveis no disco rígido e no cooler.

nos furos disponíveis no disco rígido e no cooler. Figura 69 – Cooler para disco rígido.

Figura 69 – Cooler para disco rígido.

A figura 70 mostra o cooler instalado. O

cabo vermelho pode ser visto no detalhe , bem como, o plugue para conectar a fonte de alimentação do gabinete.

, bem como, o plugue para conectar a fonte de alimentação do gabinete. Figura 70 –

Figura 70 – Cooler instalado no disco rígido.

Preparando o Disco Rígido
Preparando o Disco Rígido

Como fazer os ajustes no Setup do microcomputador?

Após ligar o microcomputador e entrar no Setup (tecla DELETE ou

Del) localize no menu a opção MAIN e nesta opção observe os seguin- tes itens:

1. Primary Master

2. Primary Slave

3. Secondary Master

4. Secondary Slave

Desta forma, são apresentadas quatro opções que permite conectar-

mos até quatro dispositivos (por exemplo, disco rígido, CD, DVD). Ao lado de cada uma delas existe a opção AUTO (automático). Definindo

a

opção como AUTO o Setup detectará cada dispositivo toda vez que

o

microcomputador for inicializado (figura 71).

que o microcomputador for inicializado (figura 71). Figura 71 – Identificação no Setup dos dispositivos

Figura 71 – Identificação no Setup dos dispositivos master e slave.

A determinação das opções Primary e/ou Secondary é realizada con-

forme a conexão do cabo flat na placa mãe. Se for na IDE1 é Primary

e se for IDE2 é Secondary (veja a figura 72).

é Primary e se for IDE2 é Secondary (veja a figura 72). Figura 72 – Conexão
é Primary e se for IDE2 é Secondary (veja a figura 72). Figura 72 – Conexão

Figura 72 – Conexão dos cabos flat na IDE1 e IDE 2 respectivamente.

Na próxima unidade será mostrada a instalação do sistema ope- racional no disco rígido.

61
61

UNIDADE

7

INSTALANDO O SISTEMA OPERACIONAL WINDOWS
INSTALANDO O SISTEMA
OPERACIONAL WINDOWS

Objetivo

Neste capítulo vamos estudar a instala- ção do sistema operacional da Microsoft o Windows XP
Neste capítulo vamos estudar a instala-
ção do sistema operacional da Microsoft
o Windows XP devido ao fato de ele ser
um sistema operacional estável e de fácil
instalação.

Ao ligar o microcomputador é necessário que se comece pelo driver de CD (DVD) para iniciar a instalação do sistema operacional a partir do CD de instalação. A fi- gura 73 mostra como configurar, no Setup, a inicialização do mi- crocomputador a partir do driver de CD (DVD). Esse procedimen- to é denominado de boot.

de CD (DVD). Esse procedimen- to é denominado de boot. Instalando o Sistema Operacional Windows Figura

Instalando o Sistema Operacional Windows

de boot. Instalando o Sistema Operacional Windows Figura 73 – Determinação da seqüência de boot do

Figura 73 – Determinação da seqüência de boot do microcomputador.

A determinação é feita através das teclas de mais (+) e menos (-) do teclado. Basta posicionar-se no item (1, 2, 3 ou 4) e apertar as teclas (+ ou -) que o dispositivo é deslocado para cima ou para baixo respectivamente. Não se deve esquecer de sair do Setup salvando as alterações (menu EXIT, Exit Saving Changes).

Após determinarmos que o driver de DVD é o primeiro a ser execu- tado (boot) colocamos o CD de instalação do sistema operacional no driver de DVD. Ao reinicializar o microcomputador será solicitado que se aperte qualquer tecla para que o boot seja feito a partir do CD de instalação (figura 74).

boot seja feito a partir do CD de instalação (figura 74). Figura 74 – Tela solicitando

Figura 74 – Tela solicitando a intervenção do usuário na inicialização do microcomputador.

Após o pressionamento de uma tecla a instalação do sistema opera- cional estará em andamento. Depois de algum tempo a tela de boas vindas ao programa de instalação é apresentada (figura 75). O proce- dimento é todo intuitivo, descritivo, sem problemas.

65
65
Montagem e Configuração de Computadores Figura 75 – Tela de boas vindas a instalação do

Montagem e Configuração de Computadores

Montagem e Configuração de Computadores Figura 75 – Tela de boas vindas a instalação do sistema

Figura 75 – Tela de boas vindas a instalação do sistema operacional.

A partir da tela de boas vindas (figura 75) será solicitado:

Para instalar o Windows XP agora, pressione ENTER.

• Para reparar uma instalação do Windows XP usando o console de

recuperação, pressione R.

• Para sair do programa de instalação sem instalar Windows XP, pres- sione F3.

Como estamos fazendo uma nova instalação do sistema operacional pressionaremos ENTER (primeira opção). O contrato de licença de utilização do software é apresentado (figura 76).

66
66
de utilização do software é apresentado (figura 76). 66 Figura 76 – Apresentação do contrato de

Figura 76 – Apresentação do contrato de licença do sistema operacional.

Instalando o Sistema Operacional Windows Se existir uma instalação do sistema operacional (com problemas ou

Instalando o Sistema Operacional Windows

Se existir uma instalação do sistema operacional (com problemas ou não) será apresentado uma tela solicitando a recuperação (pressionar a tecla R)ou a instalação de uma nova cópia do Windows XP (pressio- nar a tecla ESC).

A instalação do Windows XP Professional mostrará as partições existentes e os espaços não-particionados no computador (figura 77). Uma partição é o local de armazenamento dos dados ou programas. É possível dividir (particionar) o disco rígido em várias partes para o melhor gerenciamento e segurança. Como sugestão faça no mínimo duas partições (C: e D:). Destinando a partição C: para a instalação do sistema operacional e a D: para os seus dados.

do sistema operacional e a D: para os seus dados. Figura 77 – Visualização das partições

Figura 77 – Visualização das partições disponíveis no computador.

Após a criação ou determinação da partição a ser utilizada será neces- sário formatar o disco rígido. A figura 78 mostra as opções disponíveis para formatação e a escolha da primeira opção para instalação: For- matar a partição utilizando sistema de arquivo NTFS (Rápido).

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67
Montagem e Configuração de Computadores Figura 78– Escolha do tipo de formatação a ser utilizada.

Montagem e Configuração de Computadores

Montagem e Configuração de Computadores Figura 78– Escolha do tipo de formatação a ser utilizada. O

Figura 78– Escolha do tipo de formatação a ser utilizada.

O processo de formatação é iniciado (figura 79).

O processo de formatação é iniciado (figura 79). Figura 79– Processo de formatação. A instalação

Figura 79– Processo de formatação.

A instalação copiará os arquivos necessários para a pasta do Windows no

disco local (figura 80).

para a pasta do Windows no disco local (figura 80). 68 Figura 80 – Cópia dos
68
68

Figura 80 – Cópia dos arquivos do Windows para o disco local.

Instalando o Sistema Operacional Windows Enquanto o processo de instalação conclui o procedimento a imagem

Instalando o Sistema Operacional Windows

Enquanto o processo de instalação conclui o procedimento a imagem da figura 81 aparece.

conclui o procedimento a imagem da figura 81 aparece. Figura 81 – Mensagem solicitando o aguardo

Figura 81 – Mensagem solicitando o aguardo da configuração do Windows XP.

A conclusão do processo de instalação, com sucesso, é apresentada na figura 82. O microcomputador será reinicializado automaticamente.

82. O microcomputador será reinicializado automaticamente. Figura 82 – Tela informando que instalação foi realizada

Figura 82 – Tela informando que instalação foi realizada com sucesso e o computador será reiniciado.

Ao reinicializar o computador a imagem da figura 83 aparecerá.

reinicializar o computador a imagem da figura 83 aparecerá. Figura 83 – Inicialização do sistema operacional

Figura 83 – Inicialização do sistema operacional Windows XP.

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Montagem e Configuração de Computadores O andamento do processo de configuração e instalação dos componentes

Montagem e Configuração de Computadores

O andamento do processo de configuração e instalação dos componentes do sistema operacional é intuitivo (figura 84).

componentes do sistema operacional é intuitivo (figura 84). Figura 84 – Tela de orientação para o

Figura 84 – Tela de orientação para o usuário.

As opções regionais e de idiomas são apresentada (figura 85). Selecionar as opções desejadas e clicar em avançar.

85). Selecionar as opções desejadas e clicar em avançar. Figura 85 – Selecionar as opções regionais

Figura 85 – Selecionar as opções regionais e de idiomas.

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Instalando o Sistema Operacional Windows A figura 86 mostra como personalizar a instalação do sistema

Instalando o Sistema Operacional Windows

A figura 86 mostra como personalizar a instalação do sistema opera- cional (nome e organziação).

do sistema opera- cional (nome e organziação). Figura 86 – Perzonalização do sistema operacional.

Figura 86 – Perzonalização do sistema operacional.

Inserir a chave do produto (original) (figura 87)

sistema operacional. Inserir a chave do produto (original) (figura 87) Figura 87 – Solicitação da chave

Figura 87 – Solicitação da chave do produto.

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Montagem e Configuração de Computadores O próximo passo é informar o nome do computador e

Montagem e Configuração de Computadores

O próximo passo é informar o nome do computador e a senha do adminis- trador local (figura 88).

computador e a senha do adminis- trador local (figura 88). Figura 88 – Solicitação do nome

Figura 88 – Solicitação do nome do computador e senha do administrador.

Confirme a data e a hora (figura 89).

e senha do administrador. Confirme a data e a hora (figura 89). Figura 89 – Confirmação

Figura 89 – Confirmação da data e hora local.

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Instalando o Sistema Operacional Windows Configurações de rede: selecione a opção configurações típicas (figura

Instalando o Sistema Operacional Windows

Configurações de rede: selecione a opção configurações típicas (figura

90).

selecione a opção configurações típicas (figura 90). Figura 90 – Configurações de rede. Se o computador

Figura 90 – Configurações de rede.

Se o computador pertence a uma rede de computadores e a mesma utiliza o sistema de domínio então faça a escolha por está opção. Caso contrário selecionar grupo de trabalho.

está opção. Caso contrário selecionar grupo de trabalho. Figura 91 – Domínio do computador ou grupo

Figura 91 – Domínio do computador ou grupo de trabalho.

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Montagem e Configuração de Computadores Enquanto a instalação é concluída uma tela de informativa é

Montagem e Configuração de Computadores

Enquanto a instalação é concluída uma tela de informativa é visualizada (figura 92)

uma tela de informativa é visualizada (figura 92) Figura 92 – Tela concluindo a instalação. Ao

Figura 92 – Tela concluindo a instalação.

Ao concluir a instalação do sistema operaciona Windows será solicitado para ajustar as configurações de vídeo (figura 93).

Windows será solicitado para ajustar as configurações de vídeo (figura 93). 74 Figura 93 – Configuração
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Figura 93 – Configuração de video.

E assim o processo é finalizado.

E assim o processo é finalizado. Instalando o Sistema Operacional Windows Outros sistemas operacionais podem ser

Instalando o Sistema Operacional Windows

Outros sistemas operacionais podem ser instalados, tais como:

Linux (várias distribuições), Windows Vista e Windows 7. A uti- lização do sistema operacional Windows Vista não é recomen- dado para máquinas antigas (com dois ou mais anos de uso). Muitos usuários de equipamentos novos optam por trocar o sistema operacional já instalado (no caso Windows Vista) pelo Windows XP com o objetivo de obter uma melhor performance e desempenho.

A instalação dos sistemas operacionais, Windows Vista e Win- dows 7, seguem o mesmo padrão da instalação do Windows XP. A mudança maior é em relação ao equipamento (hardware) exigido para instalação. O hardware para a instalação do sistema operacional Win- dows XP, Windows Vista e Windows 7 é mostrado na tabela 2.

Hardware

 

Sistema Operacional

 

necessário

Windows XP

Windows Vista

 

Windows 7

 

Processador

Pentium 233-me-

Processador 32 bits (x86) de 800 me- gahertz (MHz) ou 64 bits (x64) de 800 MHz

Processador

de

1

gahertz (MHz)

ou

gigahertz (GHz) ou

mais

veloz

(300

superior de 32 bits

MHz recomendado)

(x86)

ou

64 bits

 

(x64)

Memória

Mínimo de 64 me- gabytes (MB) de RAM (128 MB reco- mendado)

512 MB de memória do sistema

1 gigabyte (GB) de RAM (32 bits) ou 2 GB de RAM (64 bits)

Espaço em

Mínimo de 1.5 gi- gabytes (GB) de es- paço disponível em disco

Disco rígido

de

20

16 GB de espaço em disco disponível (32 bits) ou 20 GB (64 bits)

disco

GB com

15 GB

de

espaço livre

Dispositivo

Adaptador de vídeo e monitor Super VGA (800 x 600) ou resolução mais alta

Placa gráfica DirectX de classe 9 32 MB de memória gráfica

DirectX 9 com driver WDDM 1.0 ou supe- rior

gráfico

Tabela 2 – Hardware necessário para instalação do Windows. Fonte: http://www.microsoft.com.

Na última unidade vamos aprender a importância da manuten- ção no microcomputador.

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UNIDADE

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MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA
MANUTENÇÃO
PREVENTIVA E CORRETIVA

Objetivo

Nesta unidade vamos focalizar a impor- tância da manutenção do microcomputa- dor. Ela é fundamental
Nesta unidade vamos focalizar a impor-
tância da manutenção do microcomputa-
dor. Ela é fundamental para a sua eficácia
e funcionamento. Vamos abordar dois ti-
pos de manutenção de um microcompu-
tador: a preventiva e a corretiva.

a. Manutenção Preventiva

Manutenção Preventiva e Corretiva
Manutenção Preventiva e Corretiva

Este tipo de manutenção se refere aos cuidados que devem ser to- mados para prevenir possíveis problemas no equipamento. Existem algumas indicações importantes que podem evitar problemas no fun- cionamento de um computador.

A seguir, veja alguns exemplos de atividades de manutenção preven-

tiva:

Proteger o equipamento da umidade, poeira e fumaça.

Para evitar oxidações nos componentes do microcomputador.

• Produzir cópia de segurança dos programas e dados.

As cópias são essenciais na hora que algum problema (vírus ou quei- ma de equipamento) ocorrer. Sendo feita a cópia de segurança é pos- sível restaurar e rever os arquivos danificados.

• Manter o programa antivírus atualizado.

Os vírus de computador são uma ameaça constante no dia a dia de cada usuário de computador. O vírus é responsável pela perda ou da- nificação de dados do computador. Manter o programa antivírus é pré-requisito para evitar tais ameaças.

• Conectar e desconectar equipamentos corretamente.

Todo equipamento que é conectado ou desconectado do computador deve ser feito com ele desligado. Apenas equipamentos USB e Firewire podem ser conectados e desconectados, sem a necessidade de desli- gamento.

• Cuidar da ventilação do gabinete.

Procure sempre utilizar gabinetes bem ventilados e em lugares com boa circulação de ar. Se for necessário acrescente um segundo ventila- dor (cooler) na parte interna do gabinete para auxiliar na circular do ar interna e externa do gabinete.

• Manter a limpeza dos componentes.

A parte interna do gabinete acumula muita poeira. É indicado a lim-

peza freqüente, com um pincel, da parte interna do gabinete.

• Utilizar capas plásticas.

Cobrir o equipamento (desligado) para evitar poeira e umidade.

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Montagem e Configuração de Computadores b. Manutenção Corretiva Esta manutenção visa corrigir os problemas que

Montagem e Configuração de Computadores

b. Manutenção Corretiva

Esta manutenção visa corrigir os problemas que foram previamente detectados no equipamento. Veja, a seguir, alguns exemplos de ativi- dades de manutenção corretiva:

• Troca da bateria da placa mãe – a perda da hora e data pelo

computador pode ser sintoma de bateria fraca. Para isso basta trocar a bateria (modelo CR2032 de 3 volts).

• Limpeza geral da poeira – utilizar um pincel para remoção da poeira do gabinete interno (ela pode causar mau contato entre os componentes).

• Remoção da oxidação das placas – a utilização de uma bor-

racha escolar é recomendável. A utilização de spray limpador pode ser indicada. Porém após a sua utilização aguardar, aproximadamente, 15 minutos para re-ligar o equipamento.

• Componentes com problemas – a técnica de manutenção

indicada é o teste por substituição. Substitui a peça (com problema) por outra, em perfeito funcionamento e se observa se ela está funcio- nando adequadamente.

Ao montar um computador devemos tomar alguns cuidados tais como:

escolha dos componentes mais adequados, manuseios e montagem dos componentes (placas e dispositivos). O fluxograma apresentado na figura 94 mostra o passo a passo para montagem de um computa- dor e algumas verificações que podem ser feitas durante a montagem e a ligação do equipamento propriamente dita.

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Manutenção Preventiva e Corretiva
Manutenção Preventiva e Corretiva

Figura 94 – Fluxograma para montagem do computador.

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Referências Bibliográficas
Referências Bibliográficas

BITTENCOURT , Rodrigo Amorim . Montagem de Computadores e Hardware. 6. ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2009.

CANTALICE , Wagner. Montagem e Manutenção de Computadores. Rio de Janeiro:

Brasport, 2009.

MONTEIRO, Mario A Janeiro: LTC. 1996.

Introducao a organizacao de computadores. 3. ed

Rio de

MURDOCCA, Miles J Campus. 2001.

Introdução a arquitetura de computadores. Rio de Janeiro:

TANENBAUM, Andrew S Janeiro: Prentice Hall. 1992.

Organização estruturada de computadores. 3. ed

Rio de

VASCONCELOS, Laércio. Hardware na prática. 3 ed. Rio de Janeiro, Laércio Vas- concelos Computação Ltda, 2010.