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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAUDE DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA Odontologia
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAUDE DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA Odontologia

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAUDE DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA

SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAUDE DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA Odontologia Hospitalar Diego da Cruz
SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAUDE DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA Odontologia Hospitalar Diego da Cruz
SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAUDE DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA Odontologia Hospitalar Diego da Cruz
SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAUDE DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA Odontologia Hospitalar Diego da Cruz

Odontologia

Hospitalar

Diego da Cruz Coelho

SERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAUDE DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA Odontologia Hospitalar Diego da Cruz
Odontologia Hospitalar  Definição Prática que visa os cuidados das alterações bucais que exigem procedimentos
Odontologia Hospitalar  Definição Prática que visa os cuidados das alterações bucais que exigem procedimentos
Odontologia Hospitalar
 Definição
Prática que visa os cuidados das alterações
bucais que exigem procedimentos de equipes
multidisciplinares de alta complexidade ao
paciente
das alterações bucais que exigem procedimentos de equipes multidisciplinares de alta complexidade ao paciente
das alterações bucais que exigem procedimentos de equipes multidisciplinares de alta complexidade ao paciente
Odontologia Hospitalar  PL 2.776/2008 – UTIs  SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 2.776,
Odontologia Hospitalar  PL 2.776/2008 – UTIs  SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 2.776,
Odontologia Hospitalar
 PL 2.776/2008 – UTIs
 SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 2.776, de 2008
(Apenso o PL 363, de 2011) – torna obrigatória
prestação de assistência odontológica a pacientes
em regime de internação hospitalar; portadores de
doenças crônicas, e, ainda, aos atendidos em
regime domiciliar na modalidade “home care”.
portadores de doenças crônicas, e, ainda, aos atendidos em regime domiciliar na modalidade “home care”.
portadores de doenças crônicas, e, ainda, aos atendidos em regime domiciliar na modalidade “home care”.
Odontologia Hospitalar Procedimentos emergenciais em pacientes internados Preparo para atendimentos complexos em
Odontologia Hospitalar Procedimentos emergenciais em pacientes internados Preparo para atendimentos complexos em
Odontologia Hospitalar
Procedimentos emergenciais em pacientes
internados
Preparo para atendimentos complexos em
hospital aos pacientes com necessidades
especiais
Capacitação e supervisão de equipes
auxiliares para manutenção da saúde oral
com necessidades especiais Capacitação e supervisão de equipes auxiliares para manutenção da saúde oral
com necessidades especiais Capacitação e supervisão de equipes auxiliares para manutenção da saúde oral
Odontologia Hospitalar  Hipertensão Arterial Sistêmica  Diabetes Mellitus  Bifosfonatos 
Odontologia Hospitalar  Hipertensão Arterial Sistêmica  Diabetes Mellitus  Bifosfonatos 
Odontologia Hospitalar
Hipertensão Arterial Sistêmica
Diabetes Mellitus
Bifosfonatos
Quimioterapia
Radioterapia
 Hipertensão Arterial Sistêmica  Diabetes Mellitus  Bifosfonatos  Quimioterapia  Radioterapia
 Hipertensão Arterial Sistêmica  Diabetes Mellitus  Bifosfonatos  Quimioterapia  Radioterapia
Hipertensos - P.A. ≥ 140/90 mmHg Normal - P.A. < 130/85 mmHg Ideal - P.A.
Hipertensos - P.A. ≥ 140/90 mmHg Normal - P.A. < 130/85 mmHg Ideal - P.A.
Hipertensos - P.A. ≥ 140/90 mmHg
Normal - P.A. < 130/85 mmHg
Ideal - P.A. < 120/80 mmHg

Hipertensão Arterial Sistêmica

P.A. ≥ 140/90 mmHg Normal - P.A. < 130/85 mmHg Ideal - P.A. < 120/80 mmHg
P.A. ≥ 140/90 mmHg Normal - P.A. < 130/85 mmHg Ideal - P.A. < 120/80 mmHg
Hipertensão Arterial Sistêmica Diretrizes pré-operatória - AHA  Risco Cardiovascular ≥ 180/110 mmHg ≥
Hipertensão Arterial Sistêmica Diretrizes pré-operatória - AHA  Risco Cardiovascular ≥ 180/110 mmHg ≥
Hipertensão Arterial Sistêmica
Diretrizes pré-operatória - AHA
Risco Cardiovascular
≥ 180/110 mmHg
≥ 180/120 mmHg
Elevado
Risco Cirúrgico (procedimento)
Intermediário
Baixo
Cardiovascular ≥ 180/110 mmHg ≥ 180/120 mmHg Elevado  Risco Cirúrgico (procedimento) Intermediário Baixo
Cardiovascular ≥ 180/110 mmHg ≥ 180/120 mmHg Elevado  Risco Cirúrgico (procedimento) Intermediário Baixo
Hipertensão Arterial Sistêmica Tratamento Odontológico Recomendações: PA < 180/110 mmHg > 
Hipertensão Arterial Sistêmica Tratamento Odontológico Recomendações: PA < 180/110 mmHg > 
Hipertensão Arterial Sistêmica
Tratamento Odontológico
Recomendações:
PA < 180/110 mmHg
>
Redução do estresse/ansiedade
180/110 mmHg (assintomática)
>
180/110 mmHg (sintomática)
Consultas curtas
Obter anestesia local excelente
Uso cauteloso de epinefrina – betabloqueadores
não-seletivos ou antagonista adrenérgico
periférico
Mudanças lentas de posição
de epinefrina – betabloqueadores não-seletivos ou antagonista adrenérgico periférico Mudanças lentas de posição
de epinefrina – betabloqueadores não-seletivos ou antagonista adrenérgico periférico Mudanças lentas de posição
Tratamento Odontológico PA < 180/110 mmHg > 180/110 mmHg (assintomática) > 180/110 mmHg
Tratamento Odontológico PA < 180/110 mmHg > 180/110 mmHg (assintomática) > 180/110 mmHg
Tratamento Odontológico
PA < 180/110 mmHg
>
180/110 mmHg (assintomática)
>
180/110 mmHg (sintomática)

Hipertensão Arterial Sistêmica

mmHg > 180/110 mmHg (assintomática) > 180/110 mmHg (sintomática) Hipertensão Arterial Sistêmica
mmHg > 180/110 mmHg (assintomática) > 180/110 mmHg (sintomática) Hipertensão Arterial Sistêmica

Diabetes Mellitus

Diabetes Mellitus Doença crônica caracterizada por hiperglicemia e complicações que incluem doença microvascular
Doença crônica caracterizada por hiperglicemia e complicações que incluem doença microvascular renal e ocular e
Doença
crônica
caracterizada
por
hiperglicemia e complicações que incluem
doença microvascular renal e ocular e vários
tipos de neuropatias clínicas
Diabetes tipo 1
Diabetes tipo 2
incluem doença microvascular renal e ocular e vários tipos de neuropatias clínicas Diabetes tipo 1 Diabetes
incluem doença microvascular renal e ocular e vários tipos de neuropatias clínicas Diabetes tipo 1 Diabetes
Diabetes Mellitus – Tipo 1 Insulinodependente Autoimune Células β das ilhotas de Langerhans do pâncreas

Diabetes Mellitus Tipo 1

Insulinodependente Autoimune Células β das ilhotas de Langerhans do pâncreas Não produção ou
Insulinodependente
Autoimune
Células β das ilhotas de Langerhans
do pâncreas
Não produção ou diminuição de
insulina
Autoimune Células β das ilhotas de Langerhans do pâncreas Não produção ou diminuição de insulina
Autoimune Células β das ilhotas de Langerhans do pâncreas Não produção ou diminuição de insulina
Autoimune Células β das ilhotas de Langerhans do pâncreas Não produção ou diminuição de insulina
Diabetes Mellitus – Tipo 1 Infância e adolescência  Altos níveis de glicose Administração diária

Diabetes Mellitus Tipo 1

Infância e adolescência  Altos níveis de glicose Administração diária de insulina Controle
Infância e adolescência
 Altos níveis de glicose
Administração diária de insulina
Controle nutricional e exercícios
adolescência  Altos níveis de glicose Administração diária de insulina Controle nutricional e exercícios
adolescência  Altos níveis de glicose Administração diária de insulina Controle nutricional e exercícios
Diabetes Mellitus – Tipo 2 Pacientes acima dos 40 anos Obesidade e sedentarismo Produção normal

Diabetes Mellitus Tipo 2

Pacientes acima dos 40 anos Obesidade e sedentarismo Produção normal de insulina Alteração dos
Pacientes acima dos 40 anos
Obesidade e sedentarismo
Produção normal de insulina
Alteração dos receptores celulares
Resistência insulínica
e sedentarismo Produção normal de insulina Alteração dos receptores celulares Resistência insulínica
e sedentarismo Produção normal de insulina Alteração dos receptores celulares Resistência insulínica
Diabetes Mellitus – Tipo 2 Mais frequente que o tipo 1 (8-10x) Dieta e exercícios

Diabetes Mellitus Tipo 2

Mais frequente que o tipo 1 (8-10x) Dieta e exercícios físicos Hipoglicemiantes orais Insulina
Mais frequente que o tipo 1 (8-10x)
Dieta e exercícios físicos
Hipoglicemiantes orais
Insulina
Tipo 2 Mais frequente que o tipo 1 (8-10x) Dieta e exercícios físicos Hipoglicemiantes orais Insulina
Tipo 2 Mais frequente que o tipo 1 (8-10x) Dieta e exercícios físicos Hipoglicemiantes orais Insulina
Diabetes Mellitus  Sinais e Sintomas Poliúria, Polidipsia, Polifagia, Perda de Peso, Fraqueza, Fadiga, Tremores,

Diabetes Mellitus

 Sinais e Sintomas Poliúria, Polidipsia, Polifagia, Perda de Peso, Fraqueza, Fadiga, Tremores, Mudança de
 Sinais e Sintomas
Poliúria, Polidipsia, Polifagia, Perda de Peso,
Fraqueza, Fadiga, Tremores, Mudança de
Humor, Infecções frequentes, atraso na
cicatrização, alteração neurossensorial
(extremidades)
Mudança de Humor, Infecções frequentes, atraso na cicatrização, alteração neurossensorial (extremidades)
Mudança de Humor, Infecções frequentes, atraso na cicatrização, alteração neurossensorial (extremidades)

Diabetes Mellitus

Diabetes Mellitus
Paciente Diabético Compensado Sem profilaxia ATB prévia Terapia ATB: Infecção prévia  Glicemia estável

Paciente Diabético Compensado

Sem profilaxia ATB prévia Terapia ATB: Infecção prévia
Sem profilaxia ATB prévia
Terapia ATB:
Infecção prévia
profilaxia ATB prévia Terapia ATB: Infecção prévia  Glicemia estável (insulina ou hipoglicemiante) 

Glicemia estável (insulina ou hipoglicemiante) Ausência de comorbidades

Procedimentos cirúrgicos muito traumáticos

estável (insulina ou hipoglicemiante)  Ausência de comorbidades Procedimentos cirúrgicos muito traumáticos
estável (insulina ou hipoglicemiante)  Ausência de comorbidades Procedimentos cirúrgicos muito traumáticos
estável (insulina ou hipoglicemiante)  Ausência de comorbidades Procedimentos cirúrgicos muito traumáticos
Paciente Diabético Descompensado  Glicemia instável  Morbidades associadas IRC, retinopatia, amputações,

Paciente Diabético Descompensado

 Glicemia instável  Morbidades associadas IRC, retinopatia, amputações, hálito cetônico, nuropatias 
 Glicemia instável
 Morbidades associadas
IRC, retinopatia, amputações, hálito
cetônico, nuropatias
 Cirurgias sob profilaxia ATB (1g amoxicilina)
ou terapia ATB profilática (iniciando 1 dia
antes do procedimento)
 Cirurgias sob profilaxia ATB (1g amoxicilina) ou terapia ATB profilática (iniciando 1 dia antes do
 Cirurgias sob profilaxia ATB (1g amoxicilina) ou terapia ATB profilática (iniciando 1 dia antes do
Paciente Diabético - ROTINA Aferir Glicemia e P.A. Glicemia < 100mg/dl (remarcar) Estresse ocasiona a

Paciente Diabético - ROTINA

Aferir Glicemia e P.A. Glicemia < 100mg/dl (remarcar) Estresse ocasiona a produção de insulina endógena
Aferir Glicemia e P.A.
Glicemia < 100mg/dl (remarcar)
Estresse ocasiona a produção de
insulina endógena
Aferir Glicemia e P.A. Glicemia < 100mg/dl (remarcar) Estresse ocasiona a produção de insulina endógena
Aferir Glicemia e P.A. Glicemia < 100mg/dl (remarcar) Estresse ocasiona a produção de insulina endógena
Bifosfonatos Análogos químicos do ácido Pirofosfórico Turn-over osteoblastos/ osteoclastos Osteoporose,

Bifosfonatos

Análogos químicos do ácido Pirofosfórico Turn-over osteoblastos/ osteoclastos Osteoporose, neoplasias
Análogos químicos do ácido Pirofosfórico
Turn-over osteoblastos/ osteoclastos
Osteoporose, neoplasias ósseas malígnas
Alendronato de sódio, Etidronato,
Tiludronato, Pamidronato, Zolendronato
neoplasias ósseas malígnas Alendronato de sódio, Etidronato, Tiludronato, Pamidronato, Zolendronato
neoplasias ósseas malígnas Alendronato de sódio, Etidronato, Tiludronato, Pamidronato, Zolendronato
Bifosfonatos  Osteonecrose  Mandíbula>Maxila  Mulheres>Homens

Bifosfonatos

 Osteonecrose  Mandíbula>Maxila  Mulheres>Homens
 Osteonecrose
 Mandíbula>Maxila
 Mulheres>Homens
Bifosfonatos  Osteonecrose  Mandíbula>Maxila  Mulheres>Homens
Bifosfonatos  Osteonecrose  Mandíbula>Maxila  Mulheres>Homens
Bifosfonatos  Osteonecrose – Fatores de risco  Potência do bifosfonato (Zolendronato)  Via de

Bifosfonatos

 Osteonecrose – Fatores de risco  Potência do bifosfonato (Zolendronato)  Via de administração
 Osteonecrose – Fatores de risco
Potência do bifosfonato (Zolendronato)
 Via de administração (e.v.)
Cirurgia dentoalveolar
Traumas
Má higiene
Alcoolismo e tabagismo
Via de administração (e.v.)     Cirurgia dentoalveolar Traumas Má higiene Alcoolismo e tabagismo
Via de administração (e.v.)     Cirurgia dentoalveolar Traumas Má higiene Alcoolismo e tabagismo

Bifosfonatos

 Osteonecrose  Estágio I Colutório Antimicrobiano Colutório Antimicrobiano  Estágio II Colutório
 Osteonecrose
 Estágio I
Colutório Antimicrobiano
Colutório Antimicrobiano
 Estágio II
Colutório Antibiótico Antimicrobiano sistêmico
Debridamento Antibiótico sistêmico ou ressecção
 Estágio III
Colutório Antibiótico Antimicrobiano sistêmico Debridamento Antibiótico sistêmico ou ressecção  Estágio III
Colutório Antibiótico Antimicrobiano sistêmico Debridamento Antibiótico sistêmico ou ressecção  Estágio III
Bifosfonatos Tratamento odontológico Pré-bifosfonatos Procedimentos cruentos Profilaxia ATB (2g amoxicilina)

Bifosfonatos

Tratamento odontológico Pré-bifosfonatos Procedimentos cruentos Profilaxia ATB (2g amoxicilina) Terapia ATB
Tratamento odontológico
Pré-bifosfonatos
Procedimentos cruentos
Profilaxia ATB (2g amoxicilina)
Terapia ATB profilática
odontológico Pré-bifosfonatos Procedimentos cruentos Profilaxia ATB (2g amoxicilina) Terapia ATB profilática
odontológico Pré-bifosfonatos Procedimentos cruentos Profilaxia ATB (2g amoxicilina) Terapia ATB profilática

Quimioterapia

Quimioterapia Utilização de compostos químicos no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos
Utilização de compostos químicos no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos
Utilização de compostos químicos
no tratamento de doenças causadas por
agentes biológicos
Quimioterapia Utilização de compostos químicos no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos
Quimioterapia Utilização de compostos químicos no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos

Quimioterapia

Quimioterapia  Modalidades e finalidades quimioterápicas Quimioterapia neo- adjuvante Diminuir o tamanho do tumor
 Modalidades e finalidades quimioterápicas Quimioterapia neo- adjuvante Diminuir o tamanho do tumor e tornar
 Modalidades e finalidades quimioterápicas
Quimioterapia neo-
adjuvante
Diminuir o tamanho do
tumor e tornar factível uma
cirurgia.
Quimioterapia
Esterilizar células residuais
circulantes.
adjuvante
Quimioterapia
Curativa- controle completo
do tumor
terapêutica
Paliativa- melhorar
qualidade de sobrevida
adjuvante Quimioterapia Curativa- controle completo do tumor terapêutica Paliativa- melhorar qualidade de sobrevida
adjuvante Quimioterapia Curativa- controle completo do tumor terapêutica Paliativa- melhorar qualidade de sobrevida

Quimioterapia

 Modalidades e finalidades quimioterápicas neoplasias hematológicas Quimioterapia de indução de remissão Altas
 Modalidades e finalidades quimioterápicas
neoplasias hematológicas
Quimioterapia de
indução de remissão
Altas doses de
quimioterápicos
Quimioterapia de
Terapia menos agressiva
manutenção
Quimioterapia de
consolidação
Baixas doses e longos
intervalos de aplicação
Terapia menos agressiva manutenção Quimioterapia de consolidação Baixas doses e longos intervalos de aplicação
Terapia menos agressiva manutenção Quimioterapia de consolidação Baixas doses e longos intervalos de aplicação
Quimioterapia  Mecanismo de ação Destruição total de células malignas Afetam células normais e células

Quimioterapia

 Mecanismo de ação Destruição total de células malignas Afetam células normais e células neoplásicas
 Mecanismo de ação
Destruição total de células malignas
Afetam células normais e células neoplásicas
Altas doses de quimioterápicos simples ou
combinado
malignas Afetam células normais e células neoplásicas Altas doses de quimioterápicos simples ou combinado
malignas Afetam células normais e células neoplásicas Altas doses de quimioterápicos simples ou combinado

Efeitos adversos da QT

Efeitos adversos da QT Mucosite Náuseas e vômitos Mielotoxicidade Predisposição a infecções 
Efeitos adversos da QT Mucosite Náuseas e vômitos Mielotoxicidade Predisposição a infecções 
Efeitos adversos da QT Mucosite Náuseas e vômitos Mielotoxicidade Predisposição a infecções 
Mucosite Náuseas e vômitos Mielotoxicidade Predisposição a infecções  Virais, fúngicas e
Mucosite
Náuseas e vômitos
Mielotoxicidade
Predisposição a infecções
 Virais, fúngicas e bacterianas
Hemorragias
e vômitos Mielotoxicidade Predisposição a infecções  Virais, fúngicas e bacterianas Hemorragias
Quimioterapia Tratamento Odontológico – Pré-QT  Orientações de HO  Remoção de focos infecciosos 

Quimioterapia

Tratamento Odontológico – Pré-QT  Orientações de HO  Remoção de focos infecciosos  Exames
Tratamento Odontológico – Pré-QT
Orientações de HO
Remoção de focos infecciosos
Exames hematológicos
Profilaxia/Terapia ATB
 Orientações de HO  Remoção de focos infecciosos  Exames hematológicos  Profilaxia/Terapia ATB
 Orientações de HO  Remoção de focos infecciosos  Exames hematológicos  Profilaxia/Terapia ATB
Quimioterapia Tratamento Odontológico – QT  Exames Hematológicos  Considerar NADIR e ATB  Controle

Quimioterapia

Tratamento Odontológico – QT  Exames Hematológicos  Considerar NADIR e ATB  Controle de
Tratamento Odontológico – QT
Exames Hematológicos
 Considerar NADIR e ATB
Controle de mucosite e candidíase
Fármacos, colutórios, saliva artificial e
laserterapia
Considerar NADIR e ATB  Controle de mucosite e candidíase Fármacos, colutórios, saliva artificial e laserterapia
Considerar NADIR e ATB  Controle de mucosite e candidíase Fármacos, colutórios, saliva artificial e laserterapia
Quimioterapia Tratamento Odontológico – Pós-QT  Reforço nas orientações HO  Acompanhamento até

Quimioterapia

Tratamento Odontológico – Pós-QT  Reforço nas orientações HO  Acompanhamento até remissão da doença
Tratamento Odontológico – Pós-QT
 Reforço nas orientações HO
 Acompanhamento até remissão da doença
de base
Odontológico – Pós-QT  Reforço nas orientações HO  Acompanhamento até remissão da doença de base
Odontológico – Pós-QT  Reforço nas orientações HO  Acompanhamento até remissão da doença de base
Radioterapia  Modalidade clínica onde se emprega radiação ionizante no tratamento de pacientes com neoplasias.

Radioterapia

 Modalidade clínica onde se emprega radiação ionizante no tratamento de pacientes com neoplasias. 
 Modalidade
clínica
onde
se
emprega
radiação ionizante no tratamento de
pacientes com neoplasias.
 O objetivo é empregar uma dose precisa
de radiação num volume tumoral
definido com o mínimo de prejuízo para
os tecidos sãos adjacentes, resultando
em erradicação do tumor , qualidade de
vida ao paciente e ganho de sobrevida
a custo competitivo.
resultando em erradicação do tumor , qualidade de vida ao paciente e ganho de sobrevida a
resultando em erradicação do tumor , qualidade de vida ao paciente e ganho de sobrevida a
Radioterapia Pré-operatório (neoadjuvante) Pós-operatório (adjuvante) Adjuvante ou concomitante a QT

Radioterapia

Pré-operatório (neoadjuvante) Pós-operatório (adjuvante) Adjuvante ou concomitante a QT Exclusiva
Pré-operatório (neoadjuvante)
Pós-operatório (adjuvante)
Adjuvante ou concomitante a QT
Exclusiva
Paliativa
TMO
Patologias benignas
(adjuvante) Adjuvante ou concomitante a QT Exclusiva Paliativa TMO Patologias benignas
(adjuvante) Adjuvante ou concomitante a QT Exclusiva Paliativa TMO Patologias benignas
Radioterapia Efeitos Agudos LOCAIS  Náuseas  Vômitos  Tosse  Cefaleia  Alt. Pele

Radioterapia

Efeitos Agudos

LOCAIS

Náuseas Vômitos Tosse Cefaleia Alt. Pele e anexos

SISTÊMICOS

Hematológicos

Pancitopenia

Sonolência

Cansaço

Anorexia

Alt. Pele e anexos SISTÊMICOS  Hematológicos  Pancitopenia  Sonolência  Cansaço  Anorexia
Alt. Pele e anexos SISTÊMICOS  Hematológicos  Pancitopenia  Sonolência  Cansaço  Anorexia
Alt. Pele e anexos SISTÊMICOS  Hematológicos  Pancitopenia  Sonolência  Cansaço  Anorexia
Radioterapia Efeitos Tardios Fibrose Atrofia Déficits de crescimento Déficits cognitivos 2a

Radioterapia

Efeitos Tardios Fibrose Atrofia Déficits de crescimento Déficits cognitivos 2a neoplasia
Efeitos Tardios
Fibrose
Atrofia
Déficits de crescimento
Déficits cognitivos
2a neoplasia
ASSINTOMÁTICOS – SINTOMÁTICOS
Atrofia Déficits de crescimento Déficits cognitivos 2a neoplasia ASSINTOMÁTICOS – SINTOMÁTICOS
Atrofia Déficits de crescimento Déficits cognitivos 2a neoplasia ASSINTOMÁTICOS – SINTOMÁTICOS
Radioterapia Efeitos RDT cabeça e pescoço Mucosite Xerostomia Cárie de radiação e periodontopatia

Radioterapia

Efeitos RDT cabeça e pescoço Mucosite Xerostomia Cárie de radiação e periodontopatia Disgeusia e
Efeitos RDT cabeça e pescoço
Mucosite
Xerostomia
Cárie de radiação e periodontopatia
Disgeusia e disfagia
Fibrose muscular e DTMs
Osteorradionecrose (teoria do 3H)
de radiação e periodontopatia Disgeusia e disfagia Fibrose muscular e DTMs Osteorradionecrose (teoria do 3H)
de radiação e periodontopatia Disgeusia e disfagia Fibrose muscular e DTMs Osteorradionecrose (teoria do 3H)
Radioterapia  Tratamento Odontológico – Pré-RDT  Orientações HO  Remoção de focos infecciosos 

Radioterapia

 Tratamento Odontológico – Pré-RDT
 Tratamento Odontológico – Pré-RDT

Orientações HO Remoção de focos infecciosos Procedimentos atraumáticos Período ideal de manipulação dos tecidos 21d Remoção de fatores de trauma local

atraumáticos  Período ideal de manipulação dos tecidos – 21d  Remoção de fatores de trauma
atraumáticos  Período ideal de manipulação dos tecidos – 21d  Remoção de fatores de trauma
atraumáticos  Período ideal de manipulação dos tecidos – 21d  Remoção de fatores de trauma
Radioterapia  Tratamento Odontológico – RDT  Controle da mucosite  Intervenção em infecções agudas

Radioterapia

 Tratamento Odontológico – RDT
 Tratamento Odontológico – RDT

Controle da mucosite Intervenção em infecções agudas Prescrições: nistatina, saliva artificial Laserterapia

da mucosite  Intervenção em infecções agudas  Prescrições: nistatina, saliva artificial  Laserterapia
da mucosite  Intervenção em infecções agudas  Prescrições: nistatina, saliva artificial  Laserterapia
da mucosite  Intervenção em infecções agudas  Prescrições: nistatina, saliva artificial  Laserterapia
Radioterapia  Tratamento Odontológico – Pós – RDT (cirurgias)  Profilaxia ATB  Avaliar riso

Radioterapia

Radioterapia  Tratamento Odontológico – Pós – RDT (cirurgias)  Profilaxia ATB  Avaliar riso de
Radioterapia  Tratamento Odontológico – Pós – RDT (cirurgias)  Profilaxia ATB  Avaliar riso de

Tratamento Odontológico Pós RDT (cirurgias)

Profilaxia ATB Avaliar riso de ORN e informar ao paciente Evitar ao máximo manipulação óssea Aplainar estruturas pontiagudas ósseas Controle PO rigoroso

 Evitar ao máximo manipulação óssea  Aplainar estruturas pontiagudas ósseas  Controle PO rigoroso
 Evitar ao máximo manipulação óssea  Aplainar estruturas pontiagudas ósseas  Controle PO rigoroso
 Evitar ao máximo manipulação óssea  Aplainar estruturas pontiagudas ósseas  Controle PO rigoroso
Radioterapia  Cuidados pós-RDT  Prevenção de cáries e periodontopatias  ATF  Estímulo e

Radioterapia

 Cuidados pós-RDT  Prevenção de cáries e periodontopatias  ATF  Estímulo e avaliação
 Cuidados pós-RDT
Prevenção de cáries e periodontopatias
 ATF
Estímulo e avaliação da abertura bucal
Avaliação da dor
Prevenção de novas lesões
Reabilitação
Estímulo e avaliação da abertura bucal    Avaliação da dor Prevenção de novas lesões
Estímulo e avaliação da abertura bucal    Avaliação da dor Prevenção de novas lesões
Radioterapia  Osteorradionecrose Exposição óssea necrótica Limpeza química-mecânica ATB em

Radioterapia

 Osteorradionecrose Exposição óssea necrótica Limpeza química-mecânica ATB em agudizações
 Osteorradionecrose
Exposição óssea necrótica
Limpeza química-mecânica
ATB em agudizações
Ressecções em áreas maiores
Oxigenação Hiperbárica
Limpeza química-mecânica ATB em agudizações Ressecções em áreas maiores Oxigenação Hiperbárica
Limpeza química-mecânica ATB em agudizações Ressecções em áreas maiores Oxigenação Hiperbárica
Considerações finais  Odontologia Hospitalar   Situações clínicas diversas Mais profissionais

Considerações finais

 Odontologia Hospitalar   Situações clínicas diversas Mais profissionais
 Odontologia Hospitalar
Situações clínicas diversas
Mais profissionais
Considerações finais  Odontologia Hospitalar   Situações clínicas diversas Mais profissionais
Considerações finais  Odontologia Hospitalar   Situações clínicas diversas Mais profissionais
diegocruz_86@hotmail.com
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