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Isostática - 2º/2012

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1. Exercício 01 – Vigas Gerber

1.1 Reações de apoio x 1

x 2

x 3

x 4

1800 kgf/m 1800 kgf/m 1200 kgf/m A B C D E F
1800 kgf/m
1800 kgf/m
1200 kgf/m
A
B
C
D
E
F
10 m 2,0 m 6,0 m 2,0 m 10,0 m

10 m

10 m

2,0 m

6,0 m

10 m 2,0 m 6,0 m 2,0 m 10,0 m

2,0 m

2,0 m

10,0 m

10 m 2,0 m 6,0 m 2,0 m 10,0 m

Primeiro calcula-se esta viga CD, pois ela está apoiada nas outras duas vigas ABC e DEF.

6,0 x 1800 = 10800 kgf

resultante

1800 kgf/m

ABC e DEF. 6,0 x 1800 = 10800 kgf resultante 1800 kgf/m C D 3,0 m
ABC e DEF. 6,0 x 1800 = 10800 kgf resultante 1800 kgf/m C D 3,0 m
C D 3,0 m 3,0 m 10800 x 3,0 10800 x 3,0 = 5400 kgf
C
D
3,0 m
3,0 m
10800 x 3,0
10800 x 3,0
= 5400 kgf
= 5400 kgf
6,0
6,0
Como um dos apoios
Como um dos apoios
da viga CD é o ponto
da viga CD é o ponto
C da viga ABC, aplica-se
esta reação como carga
D da viga DEF, aplica-se
esta reação como carga
concentrada nesse ponto
concentrada nesse ponto
C da viga ABC
D da viga DEF
12,0 x 1200 =
14400 kgf
12,0 x 1800 =
21600 kgf
5400 kgf
resultante
resultante
5400 kgf
1800 kgf/m
1200 kgf/m
A
B
C
D
E
F
6,0 m
4,0 m
2,0 m
2,0 m
4,0 m
6,0 m
14400 x 4,0
14400 x 6,0
21600 x 6,0
21600 x 4,0
= 5760 kgf
= 8640 kgf
= 12960 kgf
= 8640 kgf
10,0
10,0
10,0
10,0
5400 x 2,0
5400 x (2,0 + 10,0)
5400 x (2,0 + 10,0)
5400 x 2,0
= 1080 kgf
= 6480 kgf
= 6480 kgf
= 1080 kgf
10,0
10,0
10,0
10,0
V = 4680 kgf
V = 15120 kgf
V
= 19440 kgf
V = 7560 kgf
A
B
E
F

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1.2 Diagrama de Esforço cortante - DEC

Legenda:

, í

,

Convenção:

á , .

− ℎ á , .

1.2.1 Trecho 1

, = = 4680 (Positivo, pois gira no sentido horário para “dentro da viga”)

, = , = 4680 − 1200

1.2.2 Trecho 2

∙ 10 = − 7320

, = , + = − 7320 + 15120 = 7800

, = , = 7800 − 1200 ∙ 2 = 5400

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1.2.3 Trecho 3

, = , = 5400

, = , = 5400 − 1800 ∙ 8 = − 9000

1.2.4 Trecho 4

, = , + = − 9000 + 19440 = 10440

, = , = 10440 − 1800 ∙ 10 = − 7560

1.2.5 Posição onde o cortante é nulo ( )

O gráfico de esforço cortante tem o valor nulo (zero) exatamente onde ele corta o eixo da viga, e isso ocorre nos trechos 1, 3 e 4 porque todos esses três trechos tem um cortante inicial positivo e um cortante final negativo, ou seja, isso indica que o gráfico corta o eixo da viga passando pela posição onde ele é zero, pois para sair de um número positivo e chegar em um negativo, obrigatoriamente temos que passar pelo zero. Em resumo, quando o cortante inicial de um trecho for positivo e o final negativo, quer dizer, que é nesse trecho que o gráfico do cortante passa pela posição onde é zero. E é a equação desse trecho que devemos utilizar para encontrar o valor de . Geralmente o cortante se anula em trechos entre dois apoios, veja que no primeiro trecho onde ele se anula, está entre os apoios A e B, no segundo trecho, está entre os apoios B e E, e no terceiro trecho está entre os apoios E e F. Sabendo disso, basta utilizarmos a equação de cortante dos trechos 1, 3 e 4 e igualarmos a zero cada uma delas, com isso encontraremos a posição onde ele é nulo a partir do início de cada um desses trechos.

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A equação do trecho 1 é:

= ,

= 4680 − 1200

0 = 4680 − 1200 ,

1200 , = 4680

,

4680

=

1200

, = , (a partir do início do trecho 1, ou seja, a partir do apoio em A)

A equação do trecho 3 é:

= ,

= 5400 − 1800

0 = 5400 − 1800 ,

1800 , = 5400

,

5400

=

1800

, = , (a partir do início do trecho 3, ou seja, a partir da rótula em C. Lembrar que rótula não separa trecho, a separação neste caso, foi devido a diferença de cargas distribuídas)

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A equação do trecho 4 é:

= ,

= 10440 − 1800

0 = 10440 − 1800 ,

1800 , = 10440

, =

10440

1800

, = , (a partir do início do trecho 4, ou seja, a partir do apoio em E)

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1.2.6 Traçado do diagrama de esforço cortante - DEC

x 1

x 2

x 3

x 4

do diagrama de esforço cortante - DEC x 1 x 2 x 3 x 4 10440

10440

= 5,22 cm 7800 = 3,90 cm 4680 5400 = 2,34 cm DEC [kgf] =
= 5,22 cm
7800
= 3,90 cm
4680
5400
= 2,34 cm
DEC [kgf]
= 2,70 cm
D
A
B
C
E
F
= 3,90 m
= 3,00 m
= 5,80 m
x 0,1
x 0,3
x 0,4
5400
= 2,70 cm
7320
9000
= 3,66 cm
7560
= 4,50 cm
= 3,78 cm

Escala horizontal (eixo da viga):

1 cm = 1,0 m

(Dica: Com esta escala escolhida, todo comprimento de viga deverá ser divido por 1,0 para ser transformado para cm na "escala do papel milimetrado")

Escala vertical (esforço cortante):

1 cm = 2000 kgf

(Dica: Com esta escala escolhida, todo esforço cortante deverá ser dividido por 2000 para ser transformado para cm na "escala do papel milimetrado")

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1.3 Diagrama de Momento fletor - DMF

Legenda:

, í

,

Legenda: , → í ℎ , → ℎ → Reação de apoio → Resultante de um

Reação de apoio

Resultante de um carregamento distribuído

Força concentrada

Distância, lembrar que momento é o produto de uma força pela distância.

Momento

Convenção, percorrendo a viga da esquerda para a direita:

á , .

− ℎ á , .

1.3.1 Trecho 1

1.3.1.1 Momento no início do trecho 1

, = 0 (pois não existe engaste e nem momento aplicado)

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1.3.1.2 Momento no fim do trecho 1

Nilton Lins 8 1.3.1.2 Momento no fim do trecho 1 , = ∙ 10 − 1200

, =

10 − 1200 ∙ 10 ∙

10

2

,

=

4680 ∙ 10 − 12000 ∙ 5

, = −13200 .

1.3.2 Trecho 2

1.3.2.1 Momento no início do trecho 2

, = , (pois não existe momento aplicado)

, = −13200 .

1.3.2.2 Momento no fim do trecho 2

, = −13200 . 1.3.2.2 Momento no fim do trecho 2 12 , = ∙ 10
, = −13200 . 1.3.2.2 Momento no fim do trecho 2 12 , = ∙ 10
, = −13200 . 1.3.2.2 Momento no fim do trecho 2 12 , = ∙ 10
, = −13200 . 1.3.2.2 Momento no fim do trecho 2 12 , = ∙ 10

12

, = 10 + 2 1200 ∙ 12

2

+

2

,

=

4680 ∙ 12 − 14400 ∙ 6 + 15120 ∙ 2

, = 56160 − 86400 + 30240

, = 0 (deveria ser zero mesmo, pois é uma rótula, e nela sempre o momento é zero)

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1.3.3 Trecho 3

1.3.3.1 Momento no início do trecho 3

, = , (pois não existe momento aplicado)

, = 0

1.3.3.2 Momento no fim do trecho 3

,

aplicado) , = 0 1.3.3.2 Momento no fim do trecho 3 , = ∙ 10 +
aplicado) , = 0 1.3.3.2 Momento no fim do trecho 3 , = ∙ 10 +
aplicado) , = 0 1.3.3.2 Momento no fim do trecho 3 , = ∙ 10 +
aplicado) , = 0 1.3.3.2 Momento no fim do trecho 3 , = ∙ 10 +
aplicado) , = 0 1.3.3.2 Momento no fim do trecho 3 , = ∙ 10 +
aplicado) , = 0 1.3.3.2 Momento no fim do trecho 3 , = ∙ 10 +
aplicado) , = 0 1.3.3.2 Momento no fim do trecho 3 , = ∙ 10 +

=

10 + 2 + 6 + 2 − 1200 ∙ 10 + 2 10 + 2

2

+ 6 + 2 + 2 + 6 + 2 − 1800 ∙ 6 + 2 6 + 2

2

,

=

4680 ∙ 20 − 14400 ∙ 14 + 15120 ∙ 10 − 14400 ∙ 4

, = −14400 .

1.3.4 Trecho 4

1.3.4.1 Momento no início do trecho 4

, = , (pois não existe momento aplicado)

, = −14400 .

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1.3.4.2 Momento no fim do trecho 4

Nilton Lins 10 1.3.4.2 Momento no fim do trecho 4 , = ∙ 10 + 2
Nilton Lins 10 1.3.4.2 Momento no fim do trecho 4 , = ∙ 10 + 2
Nilton Lins 10 1.3.4.2 Momento no fim do trecho 4 , = ∙ 10 + 2
Nilton Lins 10 1.3.4.2 Momento no fim do trecho 4 , = ∙ 10 + 2
Nilton Lins 10 1.3.4.2 Momento no fim do trecho 4 , = ∙ 10 + 2
Nilton Lins 10 1.3.4.2 Momento no fim do trecho 4 , = ∙ 10 + 2
Nilton Lins 10 1.3.4.2 Momento no fim do trecho 4 , = ∙ 10 + 2
Nilton Lins 10 1.3.4.2 Momento no fim do trecho 4 , = ∙ 10 + 2
Nilton Lins 10 1.3.4.2 Momento no fim do trecho 4 , = ∙ 10 + 2

, = 10 + 2 + 6 + 2 + 10 − 1200 ∙ 10 + 2 10 + 2

2

+ 6 + 2 + 10 + 2 + 6 + 2 + 10 − 1800 ∙ 6 + 2 + 10 6 + 2 + 10

2

+

10

, = 4680 ∙ 30 − 14400 ∙ 24 + 15120 ∙ 20 − 32400 ∙ 9 + 19440 ∙ 10

, = 0 (deveria ser zero mesmo, pois no fim do trecho 4 não existe momento aplicado e é um apoio do 1º gênero)

1.3.5 Cálculo dos momentos máximos

1.3.5.1 Trecho 1

Da esquerda pra direita, + ↻ :

máximos 1.3.5.1 Trecho 1 Da esquerda pra direita, + ↻ : á , = ∙ 3,9
máximos 1.3.5.1 Trecho 1 Da esquerda pra direita, + ↻ : á , = ∙ 3,9
máximos 1.3.5.1 Trecho 1 Da esquerda pra direita, + ↻ : á , = ∙ 3,9

á , =

3,9 − 1200 ∙ 3,9 ∙

3,9

2

á , = 4680 ∙ 3,9 − 4680 ∙ 1,95

á , = .

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Da direita pra esquerda, + ↺ :

Sabemos que , = 3,90 a partir de A, como a análise será da direita para a esquerda, precisamos saber qual a distância do

cortante nulo para o apoio B, essa distância é 10,0 − 3,90 = 6,10 . Dessa maneira, tem-se:

é 10,0 − 3,90 = 6,10 . Dessa maneira, tem-se: á , = ∙ 10 +
é 10,0 − 3,90 = 6,10 . Dessa maneira, tem-se: á , = ∙ 10 +
é 10,0 − 3,90 = 6,10 . Dessa maneira, tem-se: á , = ∙ 10 +
é 10,0 − 3,90 = 6,10 . Dessa maneira, tem-se: á , = ∙ 10 +

á , = 10 + 2 + 6 + 2 + 6,1 − 1800 ∙ 10 + 2 + 6 10 + 2 + 6

2

+ 2 + 6,1 + 2 + 6 + 2 + 6,1 − 1200 ∙ 2 + 6,1 2 + 6,1

2

+

6,1

á , = 7560 ∙ 26,1 − 32400 ∙ 17,1 + 19440 ∙ 16,1 − 9720 ∙ 4,05 + 15120 ∙ 6,1

á , = 197316 − 554040 + 312984 − 39366 + 92232

á , = .

1.3.5.2 Trecho 3

Da esquerda pra direita, + ↻ :

á ,

3 = ∙ 10 + 2 + 3 − 1200 ∙ 10 + 2 ∙
3
=
∙ 10 + 2 + 3 − 1200 ∙ 10 + 2 ∙ 10 + 2
+ 3 + ∙ 2 + 3 − 1800 ∙ 3 ∙
2
2

á , = 4680 ∙ 15 − 14400 ∙ 9 + 15120 ∙ 5 − 5400 ∙ 1,5

á , = .

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Da direita pra esquerda, + ↺ :

Sabemos que , = 3,0 a partir de C, como a análise será da direita para a esquerda, precisamos saber qual a distância do

cortante nulo para a rótula D, essa distância é 6,0 − 3,0 = 3,0 . Dessa maneira, tem-se:

á ,

é 6,0 − 3,0 = 3,0 . Dessa maneira, tem-se: á , = ∙ 10 +

=

6,0 − 3,0 = 3,0 . Dessa maneira, tem-se: á , = ∙ 10 + 2
6,0 − 3,0 = 3,0 . Dessa maneira, tem-se: á , = ∙ 10 + 2
6,0 − 3,0 = 3,0 . Dessa maneira, tem-se: á , = ∙ 10 + 2
6,0 − 3,0 = 3,0 . Dessa maneira, tem-se: á , = ∙ 10 + 2
6,0 − 3,0 = 3,0 . Dessa maneira, tem-se: á , = ∙ 10 + 2
6,0 − 3,0 = 3,0 . Dessa maneira, tem-se: á , = ∙ 10 + 2

10 + 2 + 3 − 1800 ∙ 10 + 2 + 3 10 + 2 + 3 + 2 + 3

2

á , = 7560 ∙ 15 − 27000 ∙ 7,5 + 19440 ∙ 5

á , = 113400 − 202500 + 97200

á , = .

1.3.5.3 Trecho 4

Da esquerda pra direita, + ↻ :

= . 1.3.5.3 Trecho 4 Da esquerda pra direita, + ↻ : + 6 + 2
= . 1.3.5.3 Trecho 4 Da esquerda pra direita, + ↻ : + 6 + 2
= . 1.3.5.3 Trecho 4 Da esquerda pra direita, + ↻ : + 6 + 2
= . 1.3.5.3 Trecho 4 Da esquerda pra direita, + ↻ : + 6 + 2
= . 1.3.5.3 Trecho 4 Da esquerda pra direita, + ↻ : + 6 + 2
= . 1.3.5.3 Trecho 4 Da esquerda pra direita, + ↻ : + 6 + 2

+ 6 + 2 + 5,8 + 2 + 6 + 2 + 5,8 − 1800 ∙ 6 + 2 + 5,8 6 + 2 + 5,8

2

∙ 6 + 2 + 5,8 ∙ 6 + 2 + 5 , 8 2 á
∙ 6 + 2 + 5,8 ∙ 6 + 2 + 5 , 8 2 á
∙ 6 + 2 + 5,8 ∙ 6 + 2 + 5 , 8 2 á

á , = 10 + 2 + 6 + 2 + 5,8 − 1200 ∙ 10 + 2 10 + 2

2

+ 5,8 − 1200 ∙ 10 + 2 ∙ 1 0 + 2 2 + ∙
+ 5,8 − 1200 ∙ 10 + 2 ∙ 1 0 + 2 2 + ∙

+

5,8

á , = 4680 ∙ 25,8 − 14400 ∙ 19,8 + 15120 ∙ 15,8 − 24840 ∙ 6,9 + 19440 ∙ 5,8

á , = 120744 − 285120 + 238896 − 171396 + 112752

á , = .

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Da direita pra esquerda, + ↺ :

Sabemos que , = 5,8 a partir de E, como a análise será da direita para a esquerda, precisamos saber qual a distância do cortante nulo para o apoio F, essa distância é 10,0 − 5,8 = 4,2 . Dessa maneira, tem-se:

é 10,0 − 5,8 = 4,2 . Dessa maneira, tem-se: ∙ 4,2 − 1800 ∙ 4,2
é 10,0 − 5,8 = 4,2 . Dessa maneira, tem-se: ∙ 4,2 − 1800 ∙ 4,2
é 10,0 − 5,8 = 4,2 . Dessa maneira, tem-se: ∙ 4,2 − 1800 ∙ 4,2
é 10,0 − 5,8 = 4,2 . Dessa maneira, tem-se: ∙ 4,2 − 1800 ∙ 4,2

4,2 − 1800 ∙ 4,2 ∙

4,2

2

á , =

á , = 7560

4,2 − 7560 ∙ 2,1

á , = 31752 − 15876

á , = .

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1.3.6 Traçado do diagrama de momento fletor - DMF

x 1 x 2 x 3 x 4 = 5,80 m x 0,4 14400 13200
x 1
x 2
x 3
x 4
= 5,80 m
x 0,4
14400
13200
= 4,40 cm
Parábola
do 2º Grau
= 4,80 cm
x
= 3,90 m
x
= 3,00 m
DMF [m.kgf]
0,1
0,3
A
B
C
D
E
F
M
M máx
máx
9126
8100
M máx
= 2,70 cm
Parábola
do 2º Grau
15876
= 3,04 cm
Parábola
do 2º Grau
= 5,29 cm
Parábola trecho 1
Parábola
do 2º Grau
2
q.L
1200 x 10,0 2
Parábola trecho 4
=
8
8
Parábola trecho 2
Parábola trecho 3
2
2
q.L
1800 x 10,0
=
15000 m.kgf
2
2
=
q.L
1200
x 2,0 2
q.L
1800
x 8,0 2
8
8
=
5,0 cm
=
= 600 m.kgf
=
= 14400 m.kgf
8
8
8
8
=
22500 m.kgf
= 0,20 cm
= 4,80 cm
=
7,50 cm
Escala horizontal (eixo da viga):
Escala vertical (momento fletor):
1 cm = 1,0 m
1 cm = 3000 m.kgf
M máx
M
máx
M máx

(Dica: Com esta escala escolhida, todo comprimento de viga deverá ser divido por 1,0 para ser transformado para cm na "escala do papel milimetrado")

(Dica: Com esta escala escolhida, todo momento fletor deverá ser dividido por 3000 para ser transformado para cm na "escala do papel milimetrado")