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MEDICINA LEGAL CriminalÌstica 02 IntroduÁ„o NoÁıes Gerais NoÁıes Iniciais: Criminalista, denominaÁ„o dada aos

MEDICINA LEGAL

MEDICINA LEGAL CriminalÌstica 02 IntroduÁ„o NoÁıes Gerais NoÁıes Iniciais: Criminalista, denominaÁ„o dada aos
MEDICINA LEGAL CriminalÌstica 02 IntroduÁ„o NoÁıes Gerais NoÁıes Iniciais: Criminalista, denominaÁ„o dada aos

CriminalÌstica

MEDICINA LEGAL CriminalÌstica 02 IntroduÁ„o NoÁıes Gerais NoÁıes Iniciais: Criminalista, denominaÁ„o dada aos
02

02

MEDICINA LEGAL CriminalÌstica 02 IntroduÁ„o NoÁıes Gerais NoÁıes Iniciais: Criminalista, denominaÁ„o dada aos
IntroduÁ„o
IntroduÁ„o

IntroduÁ„o

IntroduÁ„o

NoÁıes Gerais

NoÁıes Iniciais:

Criminalista, denominaÁ„o dada aos que seguem a escola alem„, È a disciplina que estuda os elementos materiais do crime, pois esta, para desempenho dos seus m˙ltiplos encargos socorrem-se de outras disciplinas (todos os ramos humanos) tais como:

a) ciÍncias: Matem·tica, FÌsica, QuÌmica, BioquÌmica, Biologia, Medicina, Direito, Contabilidade, Engenharia, Dactiloscopia, etc.;

b)

tÈcnicas: desenho, modelagem, pintura, ortografia, escultura, etc.

Conceito:

… a disciplina que tem por objetivo a aplicaÁ„o de qualquer ciÍncia ou tÈcnica ‡ pesquisa e interpretaÁ„o dos indÌcios materiais relativos ao crime ou a identidade que deles tiveram participaÁ„o.

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Locais de Crime
Locais de Crime

Locais de Crime

Locais de Crime

NoÁıes Gerais

Conceito:

… qualquer ·rea onde se tenha verificado ocorrÍncia de interesse policial-judici·rio.

Local Referido:

Quando duas ·reas diferentes se associam ou se completam na configuraÁ„o do delito, fala-se do local referido.

Import‚ncia do Local de Crime:

O interesse decorre de ser ele que oferece os primeiros elementos a polÌcia, isto È, os elementos

essenciais para que as autoridades possam se orientar com efic·cia nos seus trabalhos. Estes primeiros elementos recebem o nome genÈrico de provas que s„o de duas espÈcies:

a) provas testemunhais: s„o constituÌdas pelas testemunhas;

b) provas tÈcnicas: s„o constituÌdas pelas peÁas materiais que podem ser encontradas no local de crime, o policial de serviÁo n„o deve tocar nem remover as peÁas do lugar, cabendo tal tarefa ao perito.

! A melhor maneira de se pegar uma arma de fogo probante È pela ìguarda-mataî.

!

! A melhor maneira de se pegar uma arma de fogo probante È pela ìguarda-mataî. Nunca
! A melhor maneira de se pegar uma arma de fogo probante È pela ìguarda-mataî. Nunca

A melhor maneira de se pegar uma arma de fogo probante È pela ìguarda-mataî. Nunca se deve introduzir nada no cano.

! A melhor maneira de se pegar uma arma de fogo probante È pela ìguarda-mataî. Nunca

PreservaÁ„o do Local de Crime:

Deve ser realizada pelo policial, envolvendo:

a) isolamento: isolamento das ·reas envolvidas, n„o se permitindo a circulaÁ„o de pessoas;

b) proteÁ„o: visa a garantir a inalterabilidade das coisas.

ClassificaÁ„o dos Locais de Crime:

O local de crime pode ser classificado:

1) Quanto ao Local em Si:

a) local interno: È toda ·rea compreendida em um ambiente fechado (ex.: sala);

b) local externo: È toda ·rea descobertas (ex.: via p˙blica).

2) Quanto ‡ Natureza do Fato:

a) homicÌdio;

b) suicÌdio;

c) queda acidental;

d) furto qualificado;

e) roubo;

f) latrocÌnio;

g) incÍndio;

h) explos„o;

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i)

acidente de tr‚nsito;

j) falsificaÁ„o de assinatura;

k) exame cont·bil; e outros.

3) Quanto ao Estado de PreservaÁ„o:

a) local preservado: aquele onde os indÌcios foram mantidos inalterados desde a ocorrÍncia dos fatos atÈ seu completo registro;

b) local contaminado: quando os indÌcios foram alterados; a alteraÁ„o pode se dar de trÍs formas: adiÁ„o, subtraÁ„o e substituiÁ„o.

! A autoridade policial deve dirigir-se ao local dos fatos e cuidar para que os

!

! A autoridade policial deve dirigir-se ao local dos fatos e cuidar para que os indÌcios
! A autoridade policial deve dirigir-se ao local dos fatos e cuidar para que os indÌcios
! A autoridade policial deve dirigir-se ao local dos fatos e cuidar para que os indÌcios

A autoridade policial deve dirigir-se ao local dos fatos e cuidar para que os indÌcios n„o sejam alterados (art. 169 do CÛdigo de Processo Penal). A ˙nica hipÛtese em que o local pode ser alterado legitimamente È em caso de haver vÌtima a ser socorrida.

Penal). A ˙nica hipÛtese em que o local pode ser alterado legitimamente È em caso de
Penal). A ˙nica hipÛtese em que o local pode ser alterado legitimamente È em caso de

4) Quanto ‡ PosiÁ„o de Pessoas ou Coisas:

a) ambiente imediato: È toda ·rea onde efetivamente ocorreu o caso;

b) ambiente mediato: compreende as adjacÍncias do local onde ocorreu o evento, portanto È adjacente ao local imediato.

Levantamento do Local de Crime

Conceito:

… a reproduÁ„o fiel do local de crie, por meios da descriÁ„o escrita, desenho ou fotografia.

Finalidade:

Tem a finalidade de documentar tecnicamente as condiÁıes em que se encontrava o local de crime quando do comparecimentos do perito.

Processos TÈcnicos de Levantamento:

Os processos tÈcnicos que podem ser empregados no levantamento s„o: a descriÁ„o escrita, o desenho, a fotografia e a filmagem.

DescriÁ„o Escrita:

Consiste na descriÁ„o do local com anotaÁıes dos elementos materiais, principlamente daqueles mais importantes. … o mais importante dos processos, os demais s„o considerados acessÛrios ou ilustrativos.

Desenho:

Podem ser atravÈs de:

a) croquis: desenho do local do crime sem escala;

b) topogr·fico: desenho do local do crime com escala;

c) rebatimento topogr·fico: desenho do solo, do teto, das paredes com escala; tem a finalidade de demonstrar as perspectivas do local

Fotografia:

… a fotografia est·tica do local, podendo ser:

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a) fotografia panor‚mica: produz todo o local de crime, mas sendo este muito extenso, torna-se necess·rio dividi-lo em setores; fotografa-se cada setor e depois re˙ne-se todas as fotografias em uma sÛ;

b) fotografia aspecto geral: reproduz tambÈm todo o local de crime abrangendo o maio n˙mero possÌvel de elementos no cruzamento;

c) fotografia em detalhe: È a minuncia que se quer evidenciar no local;

d) fotografia mÈtrica: quando se utiliza um segmento de fita mÈtrica para determinar as dimensıes do objeto ou dos ferimentos;

e) rebatimento fotogr·fico: È a fotografia do ambiente com a finalidade de demonstrar as paredes, o teto e o piso.

Filmagem:

… a fotografia din‚mica. … empregado em casos limitados, pois utiliza-se equipamento especial

(questıes de seguranÁa nacional).

EvidÍncias
EvidÍncias

EvidÍncias

EvidÍncias

NoÁıes Gerais

VestÌgios e IndÌcios:

VestÌgios s„o elementos materiais encontrados no local de crime n„o necessariamente relacionado

com a ocorrÍncia policial. IndÌcios s„o elementos materiais encontrados no local de crime necessariamente relacionados com a ocorrÍncia policial. Assim o vestÌgio pode vir a se tornar indÌcio.

O indÌcio È o vestÌgio estudado e provado.

ClassificaÁ„o dos VestÌgios:

Classificam-se os vestÌgios quanto ‡ duraÁ„o, quanto ao comportamento e quanto ‡ natureza.

1) Quanto ‡ DuraÁ„o:

a) vestÌgio transitÛrio ou n„o permanente: s„o aqueles que desaparecem rapidamente (ex.:

manchas de lama, frenagem de pneus, impressıes digitais);

b) vestÌgio intransitÛrio ou permanente: s„o aqueles que permanecem por longo lapso de tempo (ex.: vidro quebrado, sinais de arrombamento, vestÌgios de tiro, impressıes digitais).

2) Quanto ao Comportamento:

a) perceptÌveis: s„o vestÌgios determinados pelos nossos sentidos (ex.: manhas de sangue, de Ûleo, cheiro);

b) imperceptÌveis: s„o aqueles que devem ser revelados, pois se encontram em estado latente, para esta revelaÁ„o pode ser usado meios quÌmicos, mec‚nicos, biolÛgicos, etc. (ex.:

revelaÁ„o de impressıes digitais por meio de pÛ).

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3) Quanto ‡ Natureza:

Nos locais de crime encontram-se in˙meras evidÍncias e que n„o permitem um estudo individual, raz„o pela qual classifica-se os mesmos em quatro categorias:

a) manchas;

b) impressıes;

c) armas e instrumentos;

d) outros vestÌgios.

Manchas

S„o marcas ou sinais que apresentam sob a forma de crosta mais ou menos tÍnue, aderida a determinada superfÌcie. Seu estado interessa pela subst‚ncia em que È constituÌda:

a) manchas org‚nicas: sangue, esperma, l·grima, suor, leite, urina, etc.;

b) manchas inorg‚nicas: lama, iodo, ferrugem, tinta, pÛlvora, etc.

Manchas de Sangue:

S„o comprovadas atravÈs:

a) da ReaÁ„o de Adler: prova de orientaÁ„o de que o material examinado È sangue;

b) dos Cristais de Teichman: s„o os cristais que se formam a partir do sangue para uma prova

de certeza de que o material examinado È sangue.

Manchas de Esperma:

Comprova-se atravÈs dos Cristais de Florence.

Manchas de PÛlvora:

Podem ser classificadas em:

a) negra ou com fumaÁa: recebe este nome em virtude da pÛlvora produzir manchas negras (a pÛlvora negra È composta de carv„o, enxofre e salitre);

b) branca ou sem fumaÁa: denomina-se branca ou sem fumaÁa em raz„o da mancha ter o aspecto branco (a pÛlvora branca È composta de uma subst‚ncia conhecida por nitrocelulose).

Impressıes

… o vestÌgio que interessa pelo aspecto formal, merecendo destaque as seguintes impressıes:

papilares, ungueais, dent·rias, instrumentais e pegadas.

Impressıes Digitais:

As impressıes digitais encontradas nos locais de crime podem ser:

a) moldadas: quando a impress„o se faz sobre superfÌcie pl·stica, tornando a impress„o em relevo (ex.: tinta fresca, manteiga);

b) latentes: quando existe a impress„o, porÈm esta necessita ser revelada pelos pÛs reveladores, que s„o o carbonato de chumbo, que È branco, usado nas superfÌcies escuras, e o negro de fumo, que È um pÛ escuro, usado em superfÌcies claras;

c) reveladas: quando apÛs a impress„o pelo toque da polpa digital impregnada de qualquer sujidade (geralmente gordura), marca a superfÌcie de contato, permanecendo observ·vel

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desde sempre (ex.: m„os sujas de graxa); d·-se a esta impress„o o nome de colorida por n„o ser preciso a sua revelaÁ„o.

Armas e Instrumentos

Reservam-se ao estudo das armas de fogo, as chamadas armas brancas e os instrumentos utilizados em pr·ticas criminosas.

Instrumentos EspecÌficos:

S„o aqueles especialmente preparados para a pr·tica criminosa, tais como a gazua, micha ou a chave falsa:

a) gazua: instrumento met·lico, delgado, espÈcie de arame, com uma das extremidades dobrada em um ‚ngulo reto, semelhante a uma chave rudimentar, geralmente È utilizado na abertura do tipo gorja;

b) micha: instrumento met·lico delgado, espÈcie de l‚mina, com uma das extremidades dentada, È empregada na abertura de fechaduras do tipo Yale;

c) chave falsa: È a chave que abre determinada fechadura, muito embora, n„o lhe pertenÁa, sendo uma cÛpia ou adaptaÁ„o da verdadeira (a chave prÛpria ou verdadeira, possuÌda e utilizada indevidamente È para todos os efeitos legais considerada juridicamente falsa).

Outros VestÌgios

Refere-se ao estudo dos demais vestÌgios. Ex.: cabelos, peÁas indument·rias, poeira, documentos, venenos, etc.

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Curso B·sico de Medicina Legal Odon Ramos Maranh„o S„o Paulo: Revista dos Tribunais, 1997

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