Sei sulla pagina 1di 8
EXTENSIVO PLENO Direito Constitucional Prof. Erival da Silva Oliveira Aula 5 – 2009/1

EXTENSIVO PLENO Direito Constitucional Prof. Erival da Silva Oliveira Aula 5 – 2009/1

MATERIAL DE AULA

I) Ementa da aula e breve resumo

Controle de Constitucionalidade.

1. Conceito e Origem.

O controle de constitucionalidade é a verificação da compatibilidade vertical que

necessariamente deve haver entre a Constituição e as normas infraconstitucionais a ela subordinadas.

Tem por fundamento o Princípio da Supremacia da Constituição que determina que todos os atos jurídicos devem estar de acordo com a Constituição.

A doutrina destaca que o controle de constitucionalidade difuso surgiu nos Estados

Unidos, em uma Constituição que não o previa expressamente. Porém, o juiz John Marshall, presidente da Suprema Corte norte-americana, ao decidir o caso Marbury X Madison, de 1803, deduziu de seu sistema esse controle e reconheceu pertencer ele ao judiciário.

Sobre o tema controle de constitucionalidade concentrado é necessário destacar:

“Há países que, ao invés de adotarem o sistema da jurisdição difusa, adotam de modo explícito os procedimentos particulares para o controle de constitucionalidade. Na Europa inteira há somente um país (Irlanda) que confere, expressamente, o controle de constitucionalidade à magistratura e mesmo assim com temperamentos, pois atribui o controle apenas a duas Cortes superiores. A partir da primeira guerra mundial, uma série crescente de constituições tem adotado um terceiro caminho, ou seja, não é atribuído nem ao próprio Legislativo, nem ao Judiciário, o poder de decidir da constitucionalidade das leis. Tal poder eles conferem a um órgão especial, de caráter constitucional e de natureza jurídico-política. São as Cortes Constitucionais (Áustria, 1920, sob influência de Kelsen; Tchecoslováquia, 1920; Espanha Republicana, 1931; Turquia, 1961). Foram, também, adotadas na América Latina (Guatemala, 1965; Chile, 1925). A Constituição austríaca de 1920, ao dispor sobre a jurisdição do Estado, estabelece que os tribunais não têm o direito de apreciar a validade das leis regularmente publicadas. Se um tribunal tiver contra a aplicação de um regulamento objeções deduzidas de sua ilegalidade, deverá interromper o processo e requerer à Alta Corte Constitucional a cassação do regulamento em tela (art. 89). Essa disposição, porém, não se aplica à Corte Constitucional (art. 140, 5), que tem importantes competências (arts. 137 e segs.), entre elas a de julgar sobre a inconstitucionalidade das leis, ou de ofício, nos processos que lhe forem submetidos, ou a pedido do Governo Federal, em relação às leis provinciais, ou a pedido dos Governos provinciais em relação às Leis Federais (art. 140, I).” (Poletti, Ronaldo Rebello de Britto. Controle de Constitucionalidade das Leis. 2 ed. rev. e ampl. – Rio de Janeiro: Forense, 1997, páginas 62 e 63).

- 1 –

EXTENSIVO PLENO Direito Constitucional Prof. Erival da Silva Oliveira Aula 5 – 2009/1

EXTENSIVO PLENO Direito Constitucional Prof. Erival da Silva Oliveira Aula 5 – 2009/1

2. Inconstitucionalidade.

No estudo do controle de constitucionalidade é importante destacar os conceitos de inconstitucionalidade por ação e por omissão.

2.1. Inconstitucionalidade por Ação.

Esse fenômeno surge com a produção de atos legislativos ou administrativos (atos jurídicos) que não estejam de acordo com as normas ou princípios da Constituição.

A inconstitucionalidade por ação pode ser dividida em:

I) Inconstitucionalidade Formal ou Orgânica: quando há o desrespeito ao procedimento previsto na Constituição para a realização de um ato jurídico (iniciativa, sistema de aprovação, espécie normativa, etc). Em regra, acarreta uma nulidade total.

II) Inconstitucionalidade Material: é a adoção de atos jurídicos que violem as cláusulas pétreas (art. 60, § 4º, da CF/88) ou direitos materiais constitucionais. Por exemplo: uma emenda constitucional que estabeleça a pena de prisão perpétua estaria violando o inciso IV do § 4º do art. 60, ou seja, estaria violando uma garantia fundamental prevista no art. 5º, XLVII, “b”. Lembre-se que o art. 5º da CF/88 é cláusula pétrea, só admitindo alteração para ampliar direitos.

2.2. Inconstitucionalidade por Omissão.

Há uma norma constitucional de eficácia limitada que não foi regulamentada, ou seja, existe um direito assegurado na Constituição, porém não é possível exercê-lo em virtude da ausência de regulamentação.

Pode-se citar como exemplo o art. 7º, XXVII, da Constituição Federal de 1988, que prevê a proteção dos trabalhadores em face da automação, na forma da lei, mas se essa proteção não se formalizar por omissão do legislador em produzir a lei aí referida e necessária à plena aplicação da norma estar-se-á diante de uma omissão passível de interposição de uma ação direta de inconstitucionalidade por omissão ou de um mandado de injunção, visando obter do legislador a elaboração da lei em referência. Outros exemplos da Constituição Federal vigente: art. 7 º, IV e XXIII; 37, I e VII; 153, VII, § 1 º do art. 207, entre outros.

3. Classificação do Controle de Constitucionalidade.

3.1. Quanto ao momento em que é exercido:

3.1.1. Preventivo, “A Priori” ou Priorístico.

É realizado antes que o ato – particularmente a lei – se aperfeiçoe, ou seja, o controle é feito sobre o Projeto de Lei (PL) ou Proposta de Emenda Constitucional (PEC).

- 2 –

EXTENSIVO PLENO Direito Constitucional Prof. Erival da Silva Oliveira Aula 5 – 2009/1

EXTENSIVO PLENO Direito Constitucional Prof. Erival da Silva Oliveira Aula 5 – 2009/1

No Brasil, normalmente, o controle preventivo é exercido pelo Poder Legislativo – Comissões de Constituição e Justiça (CCJ) – e pelo Poder Executivo por meio do veto presidencial por inconstitucionalidade – veto jurídico (art. 66, § 1º, da CF/88).

Nada impede que o Poder Judiciário o exerça excepcionalmente, desde que seja acionado.

Temos, assim, o controle preventivo (dentro da normalidade):

a) Comissões de Constituição e Justiça.

Na esfera federal, previstas nos regimentos internos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, examinam a constitucionalidade dos projetos de lei, dando parecer sujeito à apreciação do Plenário. Somente na esfera federal o mesmo projeto de lei passa por duas Comissões de Constituição e Justiça (Câmara dos Deputados e Senado Federal).

b) Veto Presidencial por Inconstitucionalidade.

A Constituição Federal vigente, no art. 66, § 1º, prevê o veto por dois motivos:

contrariedade ao interesse público e inconstitucionalidade do projeto de lei. No primeiro caso, o veto não significa controle de constitucionalidade, pois seu motivo é a simples discordância do Presidente em relação à vontade do Congresso (veto político). No segundo caso, sim, é controle de constitucionalidade, porque o Presidente veta o projeto por considerá-lo contrário à Constituição (veto jurídico).

c) O Poder Judiciário, excepcionalmente, realiza o controle preventivo. Cite-se, como

exemplo, a propositura de mandado de segurança para realizar o controle de constitucionalidade difuso no

Supremo Tribunal Federal por parlamentares (Deputados ou Senadores Federais) no processo legislativo em andamento.

3.1.2. Repressivo, “A Posteriori”, Posterior ou Sucessivo.

Controle exercido sobre a lei ou ato normativo, em regra, já existente no ordenamento jurídico. A exceção ocorre com as normas constitucionais de eficácia limitada ainda não regulamentadas (casos de mandado de injunção ou de ADIN/ADI SO/PO).

No Brasil, o controle repressivo é confiado ao Poder Judiciário. Excepcionalmente, a Constituição Federal admite que o Poder Legislativo retire a efetividade de certas normas infraconstitucionais. São os seguintes casos:

a) Medidas provisórias rejeitadas pelo Congresso Nacional por não atenderem aos

requisitos de relevância e urgência ou outra inconstitucionalidade (art. 62, § 5º);

b) Decreto legislativo do Congresso Nacional visando sustar atos normativos do Poder

Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites da delegação legislativa (arts. 49, V c/c art. 84, IV e 68);

- 3 –

EXTENSIVO PLENO Direito Constitucional Prof. Erival da Silva Oliveira Aula 5 – 2009/1

EXTENSIVO PLENO Direito Constitucional Prof. Erival da Silva Oliveira Aula 5 – 2009/1

c) Resolução do Senado nos termos do inciso X do art. 52 em controle difuso de

constitucionalidade.

X - suspender a execução, no

todo ou em parte, de lei declarada inconstitucional por decisão definitiva do Supremo Tribunal Federal;”.

“Art. 52. Compete privativamente ao Senado Federal: (

)

3.2. Quanto ao número de órgãos encarregados do controle:

3.2.1. Concentrado, reservado, objetivo, fechado, abstrato ou austríaco.

Um único órgão desempenha a função de realizar o controle de constitucionalidade. Por exemplo: os Tribunais Constitucionais europeus e, no Brasil, o Supremo Tribunal Federal na esfera federal;

3.2.2. Difuso, aberto, indireto, subjetivo, ou norte-americano.

Todos os magistrados, ao julgarem seus processos, podem exercer o controle de constitucionalidade dentro da sua competência jurisdicional. São exemplos: Recurso Extraordinário, Mandado de Segurança e “Habeas Corpus”.

Destaque-se que o Supremo Tribunal Federal brasileiro também realiza o controle difuso (art. 102, I, “d”, “i”, “l”, “q”, “r”, II, III, CF/88).

3.3. Quanto aos efeitos da decisão.

3.3.1. “Inter Partes”.

Os efeitos da declaração de inconstitucionalidade atingem apenas as partes litigantes. Pessoas na mesma situação devem propor suas próprias ações, para nelas receberem idêntica decisão. É o efeito existente, via de regra, no caso concreto. CPC - arts. 480/482 - Em caso de inconstitucionalidade o órgão fracionário remeterá para o plenário, que uma vez julgado, devolverá para o órgão fracionado resolver o caso concreto.

3.3.2. “Erga Omnes”.

As decisões definitivas de mérito, proferidas pelo Supremo Tribunal Federal, nas ações diretas de inconstitucionalidade e nas ações declaratórias de constitucionalidade, produzirão eficácia contra todos e efeito vinculante relativamente aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal (art. 102, § 2º, da CF/88). É o efeito existente no controle concentrado, inclusive na Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental (art. 10, § 3º, da Lei nº 9.882/99). Em se tratando de decisão de Tribunal, esta deve ser tomada necessariamente pela maioria absoluta do Plenário ou do órgão especial (Cláusula de Reserva de Plenário: art. 97 c/c art. 93, IX, da CF/88).

Atentar para o art. 97 da CF/88 e súmula vinculante nº 10.

- 4 –

EXTENSIVO PLENO Direito Constitucional Prof. Erival da Silva Oliveira Aula 5 – 2009/1

EXTENSIVO PLENO Direito Constitucional Prof. Erival da Silva Oliveira Aula 5 – 2009/1

“Art. 97. Somente pelo voto da maioria absoluta de seus membros ou dos membros do respectivo órgão especial poderão os tribunais declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público.”

Súmula Vinculante n° 10 - “Viola a cláusula de reserva de plenário (CF, artigo 97) a decisão de órgão fracionário de Tribunal que, embora não declare expressamente a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do poder público, afasta sua incidência, no todo ou em parte”.

II) Legislação correlata

Artigos 52, inciso X, 97, 102/103 da CF/88 Artigos 480/482 do CPC Leis 9.868/99 e 9.882/99 Súmula vinculante nº 10

III) Decisões sobre o tema:

“Por ofensa ao art. 61, § 1º, II, “a” e “c” da CF/88 - que atribuem ao chefe do Poder Executivo a iniciativa de leis que disponham sobre a remuneração e regime jurídico de servidores públicos -, o Tribunal, por maioria, julgou procedente o pedido formulado em ação direta ajuizada pelo Governador do Estado da Paraíba, para declarar a inconstitucionalidade formal do art. 39 da Constituição, do mesmo Estado, que assegurava a servidores públicos, em cada nível de vencimento, como garantia do princípio da hierarquia salarial ‘um acréscimo nunca inferior a cinco por cento do nível imediatamente antecedente, e a fixação, entre cada classe, referência ou padrão, de diferença não inferior a cinco por cento’. Vencidos os Ministros Carlos Britto e Marco Aurélio, que julgavam improcedente a ação relativamente ao alegado vício formal. Precedente citado: ADI 1.977-PB (DJU de 2.5.2003). ADI 2.863-PB, rel. Min. Nelson Jobim, 11.9.2003.(ADI-2863)”

"O Supremo Tribunal Federal já assentou o entendimento de que é admissível a Ação Direta de Inconstitucionalidade de Emenda Constitucional, quando se alega, na inicial, que esta contraria princípios imutáveis ou as chamadas cláusulas pétreas da Constituição originária (art. 60, § 4º, da CF). Precedente: ADI 939 (RTJ 151/755)." (ADI 1.946-MC, Rel. Min. Sydney Sanches, julgamento em 29-4-99, DJ de 14-9-01).

“O Tribunal julgou três mandados de injunção impetrados, respectivamente, pelo Sindicato dos Servidores da Polícia Civil no Estado do Espírito Santo - SINDIPOL, pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Município de João Pessoa - SINTEM, e pelo Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário do Estado do Pará - SINJEP, em que se pretendia fosse garantido aos seus associados o exercício do direito de greve

- 5 –

EXTENSIVO PLENO Direito Constitucional Prof. Erival da Silva Oliveira Aula 5 – 2009/1

EXTENSIVO PLENO Direito Constitucional Prof. Erival da Silva Oliveira Aula 5 – 2009/1

previsto no art. 37, VII, da CF ("Art. 37. (

termos e nos limites definidos em lei específica;"). O Tribunal, por maioria, conheceu dos mandados de injunção e propôs a solução para a omissão legislativa com a aplicação, no que couber, da Lei 7.783/1989, que dispõe sobre o exercício do direito de greve na iniciativa privada.” (MI 670/ES, rel. orig. Min. Maurício Corrêa, rel. p/ o acórdão Min. Gilmar Mendes, 25.10.2007; MI 708/DF, rel. Min. Gilmar Mendes, 25.10.2007; MI 712/PA, rel. Min. Eros Grau, 25.10.2007).

VII - o direito de greve será exercido nos

)

"A sanção do projeto de lei não convalida o vício de inconstitucionalidade resultante da usurpação do poder de iniciativa. A ulterior aquiescência do Chefe do Poder Executivo, mediante sanção do projeto de lei, ainda quando dele seja a prerrogativa usurpada, não tem o condão de sanar o vício radical da inconstitucionalidade. Insubsistência da Súmula n. 5/STF. Doutrina. Precedentes." (ADI 2.867, Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 3-12-03, DJ de 9-2-07). No mesmo sentido: ADI 1.963-MC, Rel. Min. Maurício Corrêa, julgamento em 18-3-99, DJ de 7-5-99; ADI 1.070-MC, Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 23-11-94, DJ de 15-9-95.

"O Supremo Tribunal Federal admite a legitimidade do parlamentar — e somente do parlamentar — para impetrar mandado de segurança com a finalidade de coibir atos praticados no processo de aprovação de lei ou emenda constitucional incompatíveis com disposições constitucionais que disciplinam o processo legislativo. Precedentes do STF:

MS 20.257/DF, Ministro Moreira Alves (leading case) (RTJ 99/1031); MS 20.452/DF, Ministro Aldir Passarinho (RTJ 116/47); MS 21.642/DF, Ministro Celso de Mello (RDA 191/200); MS 24.645/DF, Ministro Celso de Mello, DJ de 15-9-2003; MS 24.593/DF, Ministro Maurício Corrêa, DJ de 8-8-2003; MS 24.576/DF, Ministra Ellen Gracie, DJ de 12-9-2003; MS 24.356/DF, Ministro Carlos Velloso, DJ de 12-9-2003." (MS 24.667- AgR, Rel. Min. Carlos Velloso, julgamento em 4-12-03, DJ de 23-4-04).

“Conforme entendimento consolidado da Corte, os requisitos constitucionais legitimadores da edição de medidas provisórias, vertidos nos conceitos jurídicos indeterminados de “relevância” e “urgência” (art. 62 da CF), apenas em caráter excepcional se submetem ao crivo do Poder Judiciário, por força da regra da separação de poderes (art. 2º da CF) (ADI n. 2.213, Rel. Min. Celso de Mello, DJ de 23-4-2004; ADI n. 1.647, Rel. Min. Carlos Velloso, DJ de 26-3-1999; ADI n.1.753-MC, Rel. Min. Sepúlveda Pertence, DJ de 12-6-1998; ADI n. 162-MC, Rel. Min. Moreira Alves, DJ de 19-9-1997).” (ADC 11-MC, voto do Min. Cezar Peluso, julgamento em 28-3-07, DJ de

29-6-07)

"O princípio da reserva de lei atua como expressiva limitação constitucional ao poder do Estado, cuja competência regulamentar, por tal razão, não se reveste de suficiente idoneidade jurídica que lhe permita restringir direitos ou criar obrigações. Nenhum ato regulamentar pode criar obrigações ou restringir direitos, sob pena de incidir em domínio constitucionalmente reservado ao âmbito de atuação material da lei em sentido formal. O abuso de poder regulamentar, especialmente nos casos em que o Estado atua “contra legem” ou “praeter legem”, não só expõe o ato transgressor ao controle jurisdicional, mas viabiliza, até mesmo, tal a gravidade desse comportamento governamental, o exercício, pelo Congresso Nacional, da competência extraordinária que lhe confere o art. 49, inciso V, da Constituição da República e que lhe permite

- 6 –

EXTENSIVO PLENO Direito Constitucional Prof. Erival da Silva Oliveira Aula 5 – 2009/1

EXTENSIVO PLENO Direito Constitucional Prof. Erival da Silva Oliveira Aula 5 – 2009/1

‘sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar

)’. (

Plausibilidade jurídica da impugnação à validade constitucional da Instrução Normativa

STN n. 01/2005." (AC 1.033-AgR-QO, Rel. Min. Celso de Mello, julgamento em 25-5-06, DJ de 16-6-06).

Doutrina. Precedentes (RE 318.873-AgR/SC, Rel. Min. Celso de Mello, v.g.).

“Não conhecimento, quanto ao art. 8º, dada a invalidade do dispositivo, declarado inconstitucional pelo Supremo Tribunal, em processo de controle difuso (RE 146.733), e cujos efeitos foram suspensos pelo Senado Federal, por meio da Resolução 11/1995. Procedência da arguição de inconstitucionalidade do artigo 9º, por incompatibilidade com os artigos 195 da Constituição e 56, do ADCT/88, que, não obstante já declarada pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do RE 150.764, 16-12-92, M. Aurélio (DJ 2-4-93), teve o processo de suspensão do dispositivo arquivado, no Senado Federal, que, assim, se negou a emprestar efeitos erga omnes à decisão proferida na via difusa do controle de normas.”(ADI 15, Rel. Min. Sepúlveda Pertence, julgamento em 14-6-07, DJ de 31-8-07)

IV) Questões Sobre os Temas.

(MPF 19º concurso) O controle jurisdicional de constitucionalidade:

I – pode ser efetivado ainda por meio de arguição de descumprimento de preceito fundamental, decorrente da Constituição Federal, que será apreciada pelo Supremo Tribunal Federal, na forma da lei;

II - pode ser levado a efeito pelo veto do Presidente da República;

III – pode ainda ser exercido por qualquer Juiz ou Tribunal do País, segundo o modelo originário norte-americano,

sendo que nos Tribunais a declaração de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do poder público deverá ser pelo voto da maioria absoluta de seus membros ou dos membros do respectivo órgão especial.

A) todas estão corretas;

B) somente as de número I e III estão corretas;

C) estão corretas as de número I e II;

D) apenas as de número II e III estão corretas.

Gabarito B

(MP/SP 2006) Relativamente à Cláusula de Reserva de Plenário, assinale a alternativa correta.

A) Toda demanda que suscite questão constitucional deve ser apreciada, originariamente, pelo Supremo Tribunal

Federal, em sessão plenária, sob pena de nulidade de julgamento.

B) Toda demanda que suscite questão constitucional deve ser apreciada, originariamente, pelo Supremo Tribunal

Federal, que, somente pelo voto de 2/3 (dois terços) de seus membros poderá declarar a inconstitucionalidade de lei

ou

ato normativo do Poder Público.

C)

Compete ao Supremo Tribunal Federal, privativamente, tanto em suas ações originárias, quanto no exercício de sua

competência recursal, declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo pelo voto da maioria de seus ministros.

D)

Somente pelo voto de 2/3 (dois terços) de seus membros poderão os Tribunais declarar a inconstitucionalidade de

lei

ou ato normativo, sob pena de nulidade do julgamento.

E)

Somente pelo voto da maioria absoluta de seus membros ou dos membros do respectivo órgão especial poderão os

tribunais declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público.

Gabarito E

(Magistratura RS/2000) Considere as assertivas abaixo:

I – Na arguição de descumprimento de preceito fundamental, o Supremo Tribunal Federal poderá suspender os efeitos das decisões judiciais transitadas em julgado referentes ao objeto da arguição;

- 7 –

EXTENSIVO PLENO Direito Constitucional Prof. Erival da Silva Oliveira Aula 5 – 2009/1

EXTENSIVO PLENO Direito Constitucional Prof. Erival da Silva Oliveira Aula 5 – 2009/1

II –No controle direto de constitucionalidade por ação direta, o deferimento da medida cautelar torna aplicável a legislação anterior, salvo decisão em contrário; III – No controle difuso de constitucionalidade, a decisão judicial tem eficácia contra todos.

Quais são corretas?

A) Apenas I;

B) Apenas II;

C) Apenas III;

D) apenas I e III;

E) I, II e III

Gabarito B

- 8 –