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PREFÁCIO

Os alunos dos cursos de graduação têm entre as exigências curriculares do seu curso a de produção de um trabalho de conclusão de curso. Exigências semelhantes têm os cursos latos e strictu senso. Ao longo da minha experiência de docência observei a insegurança e ansiedade dos estudantes para elaborar seus projetos e respectivas monografias. Quando assumi a disciplina Estágio de Bacharelado 1ª Etapa do Curso de Ciências Biológicas, do UNIVAG Centro Universitário, eu me vi diante de uma situação concreta:

enfrentar o desafio de orientar a elaboração do projeto e produção da pesquisa que culminariam na monografia de conclusão de curso.

A questão da formatação, vista por muitos como de menor importância, emergia com

um problema a exigir solução. O entendimento dessa questão como meramente formal retirava desse aspecto metodológico a importância que lhe era devida. Quando pensamos um objeto de pesquisa, a exposição do objeto pensado requer

formalização do pensamento. E assim como é necessário o rigor metodológico no processo investigativo é necessário o mesmo rigor na formatação dos textos do projeto e da monografia. A padronização é um dos elementos que garantem condições para comparação de resultados, para generalização e construção de hipóteses num patamar de construções teóricas de médio alcance.

A elaboração do projeto de pesquisa e da monografia de conclusão de curso é, para o

estudante de graduação, um processo de iniciação científica. A ABNT é, em nosso país, responsável pelas normas técnicas que garantem a padronização dos trabalhos técnicos científicos, entre outros. As normas da ABNT são, por isso, oficialmente adotadas nas instituições de ensino. Essa é a razão porque optei pela ABNT como norma padrão na orientação dos trabalhos dos nossos alunos. Este e-book sintetiza a experiência pedagógica de muitos anos no ensino dos passos iniciais da metodologia da pesquisa na graduação e na pós-graduação. Este trabalho é dedicado aos estudantes de iniciação científica em nível de graduação e de pós-graduação (porque muitos nesse nível de estudo ainda estão dando seus primeiros passos na investigação científica), esperando contribuir para que a formatação dos seus trabalhos seja uma tarefa prazerosa, perdendo a conotação de coisa difícil e chata. Não posso terminar esta apresentação sem agradecer aos meus alunos e seus

orientadores, à Profa. MS Márcia Aparecida Rodrigues Nassarden de Abreu, aos Prof. MS Rodrigo Ferreira de Morais e Biól. Luany Weiler da Fonseca, pelas fotos e gráficos gentilmente cedidos para o livro e, especialmente, ao Bibliotecário Douglas de Faria Rios, supervisor da Biblioteca Silva Freire, do UNIVAG Centro Universitário.

Muito obrigada.

Ermelinda Maria De Lamonica Freire

SUMÁRIO

1. Ciência: o que é ?

05

Conhecimento Científico

05

Trabalho Científico

06

Método

06

Tipos de Pesquisa

07

2. Principais Tipos de Trabalho Científicos

08

Trabalho Acadêmico (Monografia)

08

Dissertação de Mestrado

09

Tese de Doutorado

09

3. Processo de Elaboração de uma Monografia

10

Escolha do Tema/Assunto

10

Título do Trabalho

10

Formulação do Problema

11

Pesquisa de Material

11

Pesquisa Bibliográfica

11

Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)

12

Hábito de Leitura e Documentação

12

4. Construção Estrutura do Trabalho Acadêmico

14

Introdução

14

Desenvolvimento

14

Conclusão e Redação

15

Citações

15

Notas de Rodapé

18

 

Referência Bibliográfica

18

Bibliografia

18

Estrutura Material da Monografia

22

5.

Metodologia da Pesquisa:

22

Introdução, Revisão Bibliográfica, Justificativos e Objetivos

32

Material e Métodos

23

Resultados, Tabelas e Figuras

27

Estrutura da Monografia (segundo ABNT 14724, 2011)

39

Anexos

40

Modelo de Cronograma

44

Observações

55

Metodologia da Pesquisa Científica: texto para estudo

Ermelinda Maria De-Lamonica-Freire

CCiiêênncciiaa:: oo qquuee éé??

TTrraattaa--ssee ddoo eessttuuddoo,, ccoomm ccrriittéérriiooss mmeettooddoollóóggiiccooss,, ddaass rreellaaççõõeess eexxiisstteenntteess eennttrree ccaauussaa ee eeffeeiittooss ddee uumm ffeennôômmeennoo qquuaallqquueerr,, nnoo qquuaall oo eessttuuddiioossoo ssee pprrooppõõee aa ddeemmoonnssttrraarr aa vveerrddaaddee ddooss ffaattooss ee ssuuaass aapplliiccaaççõõeess pprrááttiiccaass

É uma forma de conhecimento sistemático, dos fenômenos da natureza, dos fenômenos sociais, dos fenômenos biológicos, matemáticos, físicos e químicos, para se chegar a um conjunto de conclusões verdadeiras, lógicas, exatas, por meio da pesquisa e dos testes.

Qualquer assunto que possa ser estudado pelo homem pela utilização do método científico e de outras regras especiais do pensamento.

Em Oliveira (2000, p. 49), encontram-se diversos conceitos de Ciência:

“Acumulação de conhecimentos sistemáticos”; “Atividade que se propõe a demonstrar a verdade dos fatos experimentais e suas aplicações práticas”; “Caracteriza-se pelo conhecimento racional, sistemático, exato, verificável e, por conseguinte, falível”; “Conhecimento certo do real pelas suas causas”; “Conhecimento sistemático dos fenômenos da natureza e das leis que os regem, obtido pela investigação, pelo raciocínio e pela experimentação intensiva”; “Conjunto de enunciados lógicos e dedutivamente justificados por outros enunciados”; “Conjunto orgânico de conclusões certas e gerais, metodicamente demonstradas e relacionadas com objeto determinado”; “Corpo de conhecimentos constituindo em percepções, experiências e fatos certos e seguros”; “Estudo de problemas solúveis, mediante método científico”; “Forma sistemática organizada de pensamento objetivo”. “A ciência é um conjunto de conhecimentos racionais, certos ou prováveis, obtidos metodicamente, sistematizados e verificáveis, que fazem referências a objetos de uma mesma natureza”.

CCoonnhheecciimmeennttoo CCiieennttííffiiccoo

Exige demonstrações, submete-se à comprovação, ao teste. Consiste no conhecimento causal e metódico, dos fatos, dos acontecimentos e dos fenômenos. Estabelece a relação sujeito-conhecimento, colocando uns em relação aos outros de modo que é possível descobrir a uniformidade das suas causas e dos seus efeitos. É um conjunto de conhecimentos metódicos sobre a natureza. Só é científico o conhecimento que for provado, ou seja, verificado e demonstrado.

Seu objetivo consiste em estudar as causas reais dos fenômenos e descobrir as leis pelas quais eles se regem.

TTrraabbaallhhoo CCiieennttííffiiccoo

Segundo Salomon (1993, p. 149), “uma atividade é denominada científica quando: 1º) produz ciência, 2º) ou dela deriva e 3º) ou acompanha seu modelo de tratamento.” Ainda, segundo o mesmo autor, “o trabalho científico passa a designar a concreção da atividade científica, ou seja, a pesquisa e o tratamento por escrito de questões abordadas metodologicamente”. (SALOMON, 1993, p. 150).

Método

Em Lakatos e Marconi (1991, p. 39-40), encontram-se diferentes conceitos de método, segundo diversos autores:

Método é uma forma de selecionar técnicas, forma de avaliar alternativas para ação científica. Assim, enquanto as técnicas utilizadas por um cientista são fruto de suas decisões, o modo pelo qual tais decisões são tomadas depende de suas regras de decisão. Métodos são regras de escolha; técnicas são as próprias escolhas” (ACKOFF apud HEGENBERG, 1976, p. 116).

Método é a forma de proceder ao longo de um caminho. Na ciência os métodos constituem os instrumentos básicos que ordenam de início o pensamento em sistemas, traçam de modo ordenado a forma de proceder do cientista ao longo de um percurso para alcançar um objetivo. (TRUJILLO, 1974, p. 24).

“Método é a ordem que se deve impor aos diferentes processos necessários para atingir um

fim dado (

)

é o caminho a seguir para chegar à verdade nas ciências” (JOLIVET, 1979, p.

71).

Em seu sentido mais geral, o método é a ordem que se deve impor aos diferentes processos necessários para atingir um fim dado ou um resultado desejado. Nas ciências, entende-se por método o conjunto de processos que o espírito humano deve empregar na investigação e demonstração da verdade. (CERVO; BERVIAN, 1978, p.

17).

“Método é o conjunto coerente de procedimentos racionais que orienta o pensamento para serem alcançados conhecimentos válidos” (NÉRICI, 1978, p. 15).

“Método é um procedimento regular, explícito e passível de ser repetido para conseguir-se alguma coisa, seja material ou conceitual” (BUNGE, 1980, p. 19).

“Método científico é um conjunto de procedimentos por intermédio dos quais a) se propõe os problemas científicos e b) colocam-se à prova as hipóteses científicas” (BUNGE, 1974, p.

55).

“A característica distintiva do método é a de ajudar a compreender, no sentido mais amplo, não os resultados da investigação científica, mas o próprio processo de investigação” (KAPLAN apud GRAWITZ, 1975, I, p. 18).

Para Lakatos e Marconi (1991, p. 40):

finalidade da atividade científica é a obtenção da verdade, através da

comprovação de hipóteses, que, por sua vez, são pontes entre a observação da realidade e a teoria científica, que explica a realidade. O método é o conjunto das atividades sistemáticas e racionais que, com maior segurança e economia, permite alcançar o objetivo conhecimentos válidos e verdadeiros - traçando o caminho a ser seguido, detectando erros e auxiliando as decisões do cientista.

)a (

Divisão da Ciência, segundo Bunge (1974, p. 41)

Ciências

Formais - Lógica - Matemática Naturais Factuais Sociais
Formais
- Lógica
- Matemática
Naturais
Factuais
Sociais

Tipos de pesquisa

- Física - Química - Biologia e outras

- Antropologia Cultural

- Direito - Economia

- Política

- Psicologia Social

- Sociologia

Segundo Classificação de Demo (1987, p. 13):

Pesquisa teórica - dedicada a estudar teorias.

Pesquisa metodológica - ocupa-se do modo de fazer ciência.

Pesquisa empírica - voltada para a face experimental e observável dos fenômenos.

Pesquisa prática - ou pesquisa-ação - direcionada para interferir na realidade social.

Classificação, segundo Oliveira (2000, p. 123-125):

Pesquisa teórica - define leis mais amplas, estrutura sistemas e modelos teóricos.

Pesquisa aplicada - pesquisa comprova ou rejeita hipóteses sugeridas por modelos teóricos e aplica às diferentes necessidades.

Pesquisa de campo - observa fatos tal como ocorrem espontaneamente, na coleta de dados.

Pesquisa de motivação e atitudes - determina o porquê do comportamento humano, particularmente hábitos de compra e seus motivos.

Pesquisa de opinião - procura saber o ponto de vista ou preferência.

Pesquisa de motivação - determina as razões inconscientes ou ocultas que levam o consumidor a adquirir determinadas marcas de produtos.

Tipos de pesquisa na área de saúde (VIEIRA; HOSSNE, 2002, p. 14-16):

Estudos transversais

Estudos de caso controle

Estudo coorte

Ensaios clínicos casualizados

Dados

Revisões

Meta-análises

PPRRIINNCCIIPPAAIISS TTIIPPOOSS DDEE TTRRAABBAALLHHOOSS CCIIEENNTTÍÍFFIICCOOSS

Trabalho Acadêmico (Monografia)

É o primeiro passo da atividade científica do pesquisador. Teve seu início, como expressão do tratamento científico, com o sociólogo francês Frederico Le Play, em 1855 (SALOMON, 1993). Seus conceitos são variados e numerosos.

Segundo Lakatos e Marconi (1999), refere-se ao trabalho de término de curso ou unidade de programa de uma disciplina, como atividade de desempenho escolar a ser avaliada. Etimologicamente, a monografia é considerada como “trabalho escrito sobre um único tema”. Significa “dissertação ou estudo minucioso que se propõe esgotar determinado tema relativamente restrito”. (FERREIRA, 1986 apud SANTOS, 1998)

“Tratamento escrito de um tema específico” nas palavras de ASTI VERA (1979, apud LAKATOS; MARCONI, 1992).

TTrraabbaallhhoo ssiisstteemmááttiiccoo ee ccoommpplleettoo ssoobbrree uumm aassssuunnttoo ppaarrttiiccuullaarr,, uussuuaallmmeennttee ppoorrmmeennoorriizzaaddoo,, mmaass nnããoo eexxtteennssoo,, nnoo aallccaannccee((AAMMEERRIICCAANN LLIIBBRRAARRYY AASSSSOOCCIIAATTIIOONN aappuudd LLAAKKAATTOOSS;; MMAARRCCOONNII,, 11999922,, pp 115555))

Implica uma atividade muito maior de extração do que de produção do conhecimento. Extração não significa mera compilação ou transcrição de texto, sem análise, sem crítica, sem reflexão. Este tipo de trabalho envolve, não só uma meticulosa investigação do assunto, mas também, exame crítico, avaliação e interpretação do material encontrado, conforme Salomon

(1993).

Constitui-se, enfim, em trabalho escrito, que pode ser um trabalho original e exaustivo, quanto pode se constituir de um trabalho de revisão e atualização sobre tema específico, limitado no tempo e no espaço, abordando em profundidade o tema escolhido de forma sistematizada.

DDiisssseerrttaaççããoo ddee MMeessttrraaddoo

A dissertação é “um estudo teórico, de natureza reflexiva, que consiste na ordenação de idéias sobre um determinado tema” (SALVADOR, 1980, apud LAKATOS; MARCONI, 1992), “aplicação de uma teoria já existente, para analisar um determinado problema” (REHFELDT, 1980, p. 62), ou “trabalho feito nos moldes da tese, com a peculiaridade de ser ainda uma tese inicial ou em miniatura” (SALOMON, 1972, apud LAKATOS; MARCONI, 1992). Dissertação de mestrado requer defesa.

Tem caráter didático, pois se constitui em um treinamento e ou iniciação à investigação.

Requer sistematização, ordenação e interpretação dos dados.

Situa-se entre a monografia e a tese, porque aborda temas em maior extensão e profundidade que aquela e é fruto de reflexão e de rigor científico, próprios desta última. Trabalho de tal nível de qualificação que é considerado pela exigência de originalidade, grau de profundidade das questões teóricas tratadas, cientificidade, e pelo fato de ser um trabalho escrito que revele legítima pesquisa científica.

Deve realmente trazer contribuição pessoal e relevante de seu ator para o avanço do conhecimento científico na área de especialização escolhida. (SALOMON, 1993, p. 266).

TTeessee ddee DDoouuttoorraaddoo

Trabalho de tal nível de qualificação que é considerado pela exigência de originalidade, grau de profundidade das questões teóricas tratadas, cientificidade, e pelo fato de ser um trabalho escrito que revele legítima pesquisa científica.

Deve realmente trazer contribuição pessoal e relevante de seu ator para o avanço do conhecimento científico na área de especialização escolhida.(SALOMON, 1993, p. 266).

Níveis em Trabalhos Acadêmicos Pós- DES Pós-Doutorado P Doutorado Mestrado Especialização Graduação
Níveis em Trabalhos Acadêmicos
Pós-
DES
Pós-Doutorado
P
Doutorado
Mestrado
Especialização
Graduação

PROCESSO DE ELABORAÇÃO DE UMA MONOGRAFIA

Escolha do Tema/Assunto

Responde à pergunta: O que será explorado?

Deve responder aos interesses do candidato (deve ser ligado às suas leituras, sua atitude política, cultural ou religiosa).

As fontes de consulta devem ser acessíveis (devem estar ao alcance para manuseio do candidato) e manejáveis, isto é, devem estar ao alcance cultural do candidato.

O quadro metodológico da pesquisa possível, isto é, deve estar ao alcance da experiência do

candidato.

Título do trabalho

O título deve ser bem delimitado a fim de expressar o desenvolvimento do trabalho que se

pretendeu efetuar.

Evitar títulos extensos que expressem alta abrangência e complexidade que não foram contempladas no trabalho e nem estão expressas nos resultados.

Formulação do Problema

RReessppoonnddee ààss ppeerrgguunnttaass:: OO qquuêê?? CCoommoo??

PPrroobblleemmaa éé uummaa ddiiffiiccuullddaaddee,, tteeóórriiccaa oouu pprrááttiiccaa,, nnoo ccoonnhheecciimmeennttoo ddee aallgguummaa ccooiissaa ddee rreeaall iimmppoorrttâânncciiaa,, ppaarraa aa qquuaall ssee ddeevvee eennccoonnttrraarr aallgguummaa ssoolluuççããoo((LLAAKKAATTOOSS;; MMAARRCCOONNII,, 11999999,, pp 2288)) OO pprroobblleemmaa ddeevvee sseerr lleevvaannttaaddoo,, ddee pprreeffeerrêênncciiaa ddee ffoorrmmaa iinntteerrrrooggaattiivvaa ee,, aanntteess ddee sseerr ccoonnssiiddeerraaddoo aapprroopprriiaaddoo,, ddeevvee sseerr aannaalliissaaddoo oo aassppeeccttoo ddee ssuuaa vvaalloorraaççããoo

Aspectos de valoração a serem analisados:

- Viabilidade. Existe eficácia na sua resolução por meio da pesquisa?

- Relevância. Traz conhecimentos?

- Novidade. Está adequado ao estágio atual da evolução científica?

- Exeqüibilidade. Pode levar a uma conclusão válida?

- Oportunidade. Atende a interesses particulares e gerais?

Pesquisa de Material

AAcceessssiibbiilliiddaaddee ddee ffoonntteess:: oonnddee ppooddeemm sseerr eennccoonnttrraaddaass,, ssee ssããoo ffaacciillmmeennttee aacceessssíívveeiiss ee ssee oo ppeessqquuiissaaddoorr eessttáá eemm ccoonnddiiççõõeess ddee ccoommppuullssáá--llaass

FFoonntteess ddee pprriimmeeiirraa mmããoo:: eeddiiççõõeess oorriiggiinnaaiiss oouu eeddiiççããoo ccrrííttiiccaa ddaa oobbrraa eemm aapprreeççoo

FFoonntteess ddee sseegguunnddaa mmããoo:: ttrraadduuççõõeess,, rreesseennhhaass ddee oouuttrrooss aauuttoorreess

Pesquisa Bibliográfica

Consiste em buscar aquilo cuja existência ainda se ignora (para o pesquisador). Lakatos e Marconi (1999, p. 73), afirmam,

A pesquisa bibliográfica abrange toda bibliografia já tornada pública em relação ao tema em estudo, desde publicações avulsas, boletins, jornais, revistas, livros, pesquisas, monografias, teses, material cartográfico etc., até meios de comunicação orais: rádio, gravações em fita magnética e audiovisuais: filmes e televisão. Sua finalidade é colocar o pesquisador em contato direto com tudo que já foi escrito, dito ou filmado sobre determinado assunto, inclusive conferências seguidas de debates que tenham sido transcritos por alguma forma, quer publicadas quer gravadas.

A pesquisa bibliográfica abrange: Catálogos por assunto, por autores; Catálogos bibliográficos e Consultas inter-bibliotecas.

AAssssoocciiaaççããoo BBrraassiilleeiirraa ddee NNoorrmmaass TTééccnniiccaass ((AABBNNTT))

FFuunnddaaddaa eemm 11994400,, aa AAssssoocciiaaççããoo BBrraassiilleeiirraa ddee NNoorrmmaass TTééccnniiccaass éé oo óórrggããoo rreessppoonnssáávveell ppeellaa

nnoorrmmaalliizzaaççããoo ttééccnniiccaa nnoo ppaaííss,, ffoorrnneecceennddoo aa bbaassee nneecceessssáárriiaa aaoo ddeesseennvvoollvviimmeennttoo tteeccnnoollóóggiiccoo

bbrraassiilleeiirroo

ddeessddee 11995555 ((HHEERRAANNII,, 11999900))

ÉÉ oo mmeemmbbrroo nnaacciioonnaall ddaa IInntteerrnnaattiioonnaall OOrrggaanniizzaattiioonn ffoorr SSttaannddaarrddiizzaattiioonn ((IISSOO)),,

A Norma Brasileira de Referência NBR 6023, que faz parte da ABNT (2002), essppeecciiffiiccaa

eelleemmeennttooss aa sseerreemm iinncclluuííddooss eemm rreeffeerrêênncciiaass FFiixxaa aa oorrddeemm ddooss eelleemmeennttooss ddaass rreeffeerrêênncciiaass ee

eessttaabbeelleeccee ccoonnvveennççõõeess ppaarraa ttrraannssccrriiççããoo ee aapprreesseennttaaççããoo ddaa iinnffoorrmmaaççããoo oorriiggiinnaaddaa eemm ddooccuummeennttooss ee//oouu oouuttrraass ffoonntteess ddee iinnffoorrmmaaççããoo

Destina-se a orientar a preparação e compilação de referências de material utilizado para a produção de documentos para a inclusão em bibliografias, resumos, resenhas, recensões, entre outros.

Hábito de leitura e documentação

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) proporciona a definição de algumas

formas discursivas para o material de referência que o pesquisador utiliza durante a sua pesquisa, conforme:

Anotação breve comentário ou explanação sobre um documento ou seu conteúdo, geralmente é acrescentada sob forma de uma nota após a citação bibliográfica do documento; Extrato constituído de uma ou mais partes de um documento, selecionadas para representar o todo; Sinopse primeira publicação concisa, dos resultados principais de um artigo já concluído, porém não publicado; Resenha esboço das partes relevantes da publicação no contexto da área, identificando o autor. Recensão resenha de caráter crítico;

detalhes

significativos, conceitos, classificações, etc. Deve-se sublinhar somente o que for relevante

para os propósitos do estudo. Esquema auxilia na assimilação do conteúdo do documento pelo inter-relacionamento de fatos e idéias, representando sinteticamente o texto através de gráficos (chaves, colchetes), códigos (numeração progressiva, letras ou algarismos romanos) e palavras. Resumo apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto. Apresenta as idéias essenciais e pode trazer a interpretação do leitor (separadamente). Para elaborar o resumo devem ser usados os procedimentos para sublinhar e esquematizar. Ficha de leitura contém resumo com vários pontos do autor que interessam a um estudo, ou seja, são feitas paráfrases e repetições do pensamento do autor com as palavras do pesquisador. Também, pode trazer a reprodução de trechos inteiros do autor entre aspas (citação).

Sublinhar

pôr

em

relevo,

destacar,

salientar.

Buscar

a

idéia

principal,

Resenha Crítica Lakatos e MarconI (1999) definem resenha crítica como uma apresentação do conteúdo de uma obra, através da leitura, do resumo e da crítica, devendo deixar

formulado um conceito sobre o valor do livro. Geralmente, é feita por cientistas que, através do conhecimento do assunto, têm capacidade para um julgamento crítico da obra. Iniciantes nesse tipo de trabalho devem começar por resenhas de capítulos.

A seguir, Roteiro para resenha crítica:

Referência bibliográfica Autor(es); Titulo (subtítulo); Imprentas (local de edição, editora, data); Número de páginas; Ilustrações (tabelas, gráficos, fotos, etc)

Credenciais do autor Informações gerais sobre o autor; autoridade no campo científico; Quem fez o estudo?; Quando? Por quê?; Em que local?

Conhecimento Resumo detalhado das idéias principais; Do que trata a obra? O que diz? Tem alguma característica especial? Como foi elaborado o assunto? Exige conhecimentos prévios para entendê-lo?

Conclusão do autor O autor faz conclusões ou não? Onde foram colocadas? (final do livro, dos capítulos) Quais foram?

Quadro de referência do autor Modelo teórico; Que teoria serviu de embasamento? Qual o método utilizado?

Apreciação

Apreciação

1. Julgamento da obra:

Científica, didática ou de divulgação;

Como se situa o autor em relação:

às

escolas ou correntes científicas, filosóficas, culturais?

às

circunstâncias culturais, sociais, econômicas, históricas, etc.?

2.

Mérito da obra:

Qual a contribuição dada? Idéias verdadeiras, originais, criativas? Conhecimentos novos, amplos, abordagem diferente?

3.

Estilo

Conciso, objetivo, simples? Claro, preciso, coerente? Linguagem correta? Ou o contrário?

4. Forma

Lógica, sistematizada? Há originalidade e equilíbrio na disposição das partes?

5. Indicação da obra

A quem é dirigida: grande público, especialistas, estudantes?

Atenção: Trechos copiados e não colocados entre aspas com indicação do autor, data e página onde se encontram, constituem “plágio”.

CCoonnssttrruuççããoo -- EEssttrruuttuurraa ddoo TTrraabbaallhhoo AAccaaddêêmmiiccoo

Introdução

Desenvolvimento

CCoonncclluussããoo

Introdução

Apresenta o assunto como um todo, sem detalhes, estabelece o assunto, indica prioridades e objetivos, tópicos principais, dá roteiro e ordem de exposição. Nela podem ser incluídas as seguintes informações:

definição e conceituação do assunto

importância do assunto

levantamento de hipóteses

objetivo da pesquisa Deve conter uma revisão de literatura que proporcione a visão da evolução da temática estudada. Esta revisão pode ser destacada da Introdução, a critério do autor, e constituir um capítulo à parte. A Introdução não deve dar detalhes sobre a teoria experimental, o método ou os resultados, nem antecipar as conclusões e recomendações.

Desenvolvimento

É o corpo do trabalho, o “miolo”. Nele coloca-se o conteúdo pesquisado, selecionado, avaliado e interpretado, em seqüência lógica e preestabelecida. É onde se faz a argumentação por oposição ou analogia. Aqui podem ser incluídas as ilustrações. No caso de serem em número elevado, estas podem constar dos anexos.

O Desenvolvimento pode ser subdividido conforme segue:

Revisão de literatura Material e Métodos Resultados

Discussão

CCoonncclluussããoo

É a recapitulação sintética do trabalho. A análise final do documento.

Deve ser breve, concisa e objetiva. Na conclusão, o autor dá sua contribuição pessoal e pode comportar recomendações e/ou

sugestões.

REDAÇÃO

Tem-se a redação provisória e a definitiva.

A quem nos dirigimos ao escrever uma monografia?

Ao examinador? A todos os estudantes ou estudiosos que terão oportunidade de consultá-la depois? Ao vasto público dos não especializados? DDeevveemmooss iimmaaggiinnáá--llaa ccoommoo uumm lliivvrroo,, aa aannddaarr nnaass mmããooss ddee mmiillhhaarreess ddee lleeiittoorreess,, oouu ccoommoo uummaa ccoommuunniiccaaççããoo eerruuddiittaa aa uummaa aaccaaddeemmiiaa cciieennttííffiiccaa?? Por razões ocasionais, se dirige ao examinador e, de fato, pode ser lida e consultada por muitos outros.

É conveniente fornecer ao leitor todas as informações de que ele precisa, tal como definir

termos usados como categorias-chave. Não parta do princípio que o leitor tenha feito o mesmo trabalho que o seu, seja o mais claro

possível.

Algumas sugestões de Eco (1998) para a redação:

Abra parágrafos com freqüência; Escreva o que lhe vier à cabeça, mas apenas em rascunho; Use o orientador como cobaia; Não obstine em começar o primeiro capítulo; Não use reticências, nem ponto de exclamação, nem faça ironias; Defina sempre um termo ao introduzi-lo pela primeira vez; EEuu oouu nnóóss?? PPaaddrroonniizzee oo ttrraattaammeennttoo

Citações

Utilizadas, conforme Oliveira (2000, p. 283) “para mencionar as fontes das informações obtidas e indicar, no texto, a documentação que serviu de base à pesquisa”. A seguir, tipos de citações.

Citação Direta (ou transcrição)

É a transcrição exata de palavras ou trechos de um autor, respeitando-se rigorosamente a

redação, ortografia e pontuação.

Deve aparecer, sempre, entre aspas duplas (“ parágrafo.

”),

mesmo que compreenda mais de um

Quando a citação textual já apresentar palavras entre aspas, estas devem ser transformadas em

apóstrofos ou aspas simples (

‟).

Exemplo:

Segundo De-Lamonica-Freire (2001, p. 36), “Em se tratando das microalgas, existem cerca de 20 trabalhos produzidos e, mesmo assim, nem todos os resultados estão publicados”.

Ou:

“Em se tratando das microalgas, existem cerca de 20 trabalhos produzidos e, mesmo assim, nem todos os resultados estão publicados”. (DE-LAMONICA-FREIRE, 2001, p. 36).

Lembre-se:

Trechos copiados e não colocados entre aspas com indicação de autor, data e página onde se encontram, constituem plágio.

Quando as citações tiverem mais de três linhas, devem ser destacadas do texto com recuo de 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto utilizado e sem as aspas. Exemplo:

Desde cedo os filósofos naturais (assim eram chamados os cientistas no passado) perceberam a diferença entre a ordem das quantidades e a ordem das qualidades. E as designaram com as expressões “qualidades primárias” e “qualidades secundárias” (ALVES, 2002, p. 125).

Ou:

De acordo com Alves (2002, p. 125):

Desde cedo os filósofos naturais (assim eram chamados os cientistas no passado) perceberam a diferença entre a ordem das quantidades e a ordem das qualidades. E as designaram com as expressões “qualidades primárias” e “qualidades secundárias”.

Citação Indireta

ÉÉ aa ttrraannssccrriiççããoo nnããoo lliitteerraall ddaass ppaallaavvrraass ddee uumm aauuttoorr,, eemm qquuee ssee rreepprroodduuzz ffiieellmmeennttee ccoonntteeúúddoo ee iiddééiiaass ddoo ddooccuummeennttoo oorriiggiinnaall,, ee ddiissppeennssaa oo uussoo ddee aassppaass dduuppllaass

Exemplo:

Segundo Severino (1984), citações são elementos extraídos do material consultado, que denotaram importância para o desenvolvimento do trabalho do autor.

Ou:

Citações são elementos extraídos do material consultado, que denotaram importância para o desenvolvimento do trabalho do autor. (SEVERINO, 1984).

Lembre-se: Jamais utilize a idéia de um autor sem referenciá-lo.

CCiittaaççããoo ddee cciittaaççããoo

É a menção de um documento ao qual não se teve acesso direto. No texto deve ser indicado o sobrenome do(s) autor(es) do trabalho original, não consultado, seguido pela preposição latina apud e do sobrenome do(s) autor(es) da obra consultada, de acordo com o sistema de chamada escolhido.

Exemplos:

No texto:

Segundo Carraro et al. (1963 apud SALGADO, 1967)…

“Em se tratando das microalgas, existem cerca de 20 trabalhos produzidos e, mesmo assim, nem todos os resultados estão publicados”. (DE-LAMONICA-FREIRE, 2001, p. 36 apud CASTRO, 2007, p. 189).

No rodapé da página:

EVANS, 1987 apud SAGE, 1992, p. 2-3.

Obs.: Nas referências bibliográficas mencionam-se somente os autores efetivamente consultados.

CITAÇÕES NO TEXTO

Alguns exemplos sobre como citar as referências no texto:

UM AUTOR Hertz (1977) sugeriu que

DOIS AUTORES Melcher e Coutinho (1966) apresentaram

MAIS DE DOIS AUTORES Amaral et al. (1967) que realizaram

ENTIDADES Em 1991, a ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS (OEA) submeteu

NOME DO EVENTO No SIMPÓSIO EPUSP DE CARACTERIZAÇÃO TECNOLÓGICA (1990)

CITAÇÃO PELO TÍTULO Obras de autoria múltipla. De acordo com a ENCICLOPÉDIA de tecnologia (1972)

Conforme o MANUAL do meio ambiente/sistema de licenciamento

(1979)

CITAÇÃO DE INFORMANTES Deve ser mencionada em nota de rodapé e não deve ser incluída na lista de referências bibliográficas.

NNoottaass ddee rrooddaappéé

Como afirma Oliveira (2000, p. 284), “Anotações colocadas, preferencialmente, ao pé da página, com a finalidade de transmitir informações que não foram incluídas no texto para não prejudicar a seqüência lógica deste.” Devem ser usadas, segundo Lakatos e Marconi (1992), nas seguintes situações:

a) para permitir ao leitor consultar a fonte original das informações constantes do trabalho, indicando a abrangência do assunto e conhecimento do pesquisador; b) para a colocação de informações complementares para que o raciocínio do leitor possa acompanhar a idéia do pesquisador, mesmo que isto possa ser óbvio para o autor; c) para que não restem, ao leitor de um trabalho, subentendidos que lhe dificultem a compreensão do texto ou comprometam a clareza do mesmo. De acordo com USP (1998, p. 18), “Na área de saúde pública tradicionalmente não se adota esse tipo de notas, a não ser quando totalmente indispensáveis. Quando usadas recomenda-se que:

as notas sejam breves;

quando bibliográficas não devem dispensar a adoção das normas de citação e a inclusão da referência na lista final;

as notas sejam indicadas por asterisco;

as notas devam ser separadas por uma linha horizontal, e figurar na própria página em que for feita a chamada, em caracteres menores do que os usados no texto”.

De maneira geral, quando usadas, as notas de rodapé são colocadas ao pé da página, respeitando a margem inferior e diferenciadas do texto pela letra utilizada, geralmente menor que a do texto. Obedecem a uma numeração indicada no corpo do texto, em algarismos arábicos crescentes, para a obra toda.

RREEFFEERRÊÊNNCCIIAA BBIIBBLLIIOOGGRRÁÁFFIICCAA

Trata-se de conjunto de elementos que permitem a identificação no todo, ou em parte, de documentos impressos ou registrados em diversos tipos de material. Deve ser exata, precisa e averiguável por todos (suscetível de ser recuperada pelo leitor que, a qualquer momento, se vê interessado nela). É, também, a representação dos documentos efetivamente citados no texto.

BIBLIOGRAFIA

Constitui lista de obras sugeridas e ou lidas para embasamento teórico, mas não citadas no texto. Pode também receber o nome de Fontes Consultadas

EElleemmeennttooss ddee IIddeennttiiffiiccaaççããoo eemm RReeffeerrêênncciiaass BBiibblliiooggrrááffiiccaass ee eemm BBiibblliiooggrraaffiiaass

Nome do autor

Título do trabalho

Número da edição

Local, editora e data de publicação

Nome da série a que pertence a publicação e seu respectivo número na coleção

Título do periódico ou do nome do jornal

Volume, número ou fascículo, paginação e data da publicação, em caso de artigo de periódico e jornal.

RREEFFEERRÊÊNNCCIIAASS BBIIBBLLIIOOGGRRÁÁFFIICCAASS ((AABBNNTT NNBBRR--66002233//22000022))

LLIIVVRROOSS

COM UM AUTOR SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. São Paulo: Martins Fontes, 1993. 294 p.

COM DOIS AUTORES SANTOS, J. A.; PARRA FILHO, D. Metodologia científica. São Paulo: Futura, 1998. 277 p.

COM TRÊS AUTORES BRICK, R. M.; PENSE, A. W.; GORDON, R. B. Structure and properties of engineering materials. 4th ed. New York: McGraw-Hill, 1977.

C

COM MAIS DE TRÊS AUTORES BRITO, E. V. et al. Imposto de renda das pessoas físicas: livro prático de consulta diária. 6. ed. São Paulo: Frase, 1996. 288 p.

COM INDICAÇÃO DE SUBTÍTULO MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos e resenhas. São Paulo: Atlas S. A., 1996. 231 p.

COM INDICAÇÃO DE EDIÇÃO OLIVEIRA, S. L. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisa, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. 2. ed. São Paulo, Pioneira, 1999. 320 p.

COM INDICAÇÃO DE TRADUTOR SKINNER, B. J. Recursos minerais da terra. Trad. de Helmut Born e Eduardo C. Damasceno. São Paulo: Edgard Blucher, 1970.

DISSERTAÇÃO/TESE DE-LAMONICA-FREIRE, E. M. Desmidioflórula da Estação Ecológica da ilha de Taiamã, município de Cáceres, Mato Grosso. 1985. 538 f. Tese (Doutorado em Ciências Biológicas) Instituto de Biociências, Universidade de São Paulo, São Paulo. 1985.

AAUUTTOORR CCOORRPPOORRAATTIIVVOO ((EENNTTIIDDAADDEESS CCOOLLEETTIIVVAASS,, GGOOVVEERRNNAAMMEENNTTAAIISS,, PPÚÚBBLLIICCAASS,, PPAARRTTIICCUULLAARREESS,, EEMMPPRREESSAASS,, EETTCC)) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023. Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2000.

BRASIL. Ministério da Saúde. Normas de financiamento de programas e projetos mediante a celebração de convênios: orientações técnicas. Brasília: FNS, 1993. 28 p.

ARTIGO DE PERIÓDICO (REVISTA CIENTÍFICA) DE-LAMONICA-FREIRE, E. M.; HECKMAN, C. W. The seasonal succession of biotic

communities in wetlands of tropical wet-and-dry- climatic zone: III. The algal communities in the Pantanal of Mato Grosso, Brazil, with a comprehensive list of the known species and revision of three desmid taxa. Int. Revue ges. Hydrobiol., Hamburg, v. 81, n. 2, p. 255-282,

1996.

AUTORIA ESPECÍFICA ESTRELA, C.; SABINO, G. A. Estruturação do trabalho científico. In: ESTRELA, C. Metodologia científica: ensino e pesquisa em Odontologia. São Paulo: Artes Médicas, 2001. cap. 7, p. 99-120

ARTIGO DE JORNAL NAVES, P. Lagos e jardins dão banho de beleza. Folha de São Paulo, São Paulo, 8 jun. 1999. Folha Turismo, Caderno 8, p. 13.

LEAL, L. N. MP fiscaliza com autonomia total. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 3, 25 abr. 1999. (Obs.: Quando não houver seção, caderno ou parte, a paginação do artigo precede a data).

TRABALHO APRESENTADO EM EVENTO DE-LAMONICA-FREIRE, E. M. et al. Ficoflórula perifítica do Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. In: ENCONTRO DE BIÓLOGOS DO

CRBIO-1 (SP, MT, MS), 13., 2002, São Pedro. Resumos 04.24, p. 73.

INTERNET RIBEIRO, P. S. G. Adoção à brasileira: uma análise sócio-jurídica. Datavenia, São Paulo, ano 3, n. 18, ago. 18. Disponível em: http://www.datavenia.inf.br/frameartig.html. Acesso em: 10 set. 1998.

São Paulo: CRBio-1, 2002. Res.

WINDOWS 98: o melhor caminho para atualização. PC World. São Paulo. n. 75, set. 1998. Disponível em: http://www.idg.com.br/abre.htm. Acesso em: 10 set. 1998.

TEXTO NÃO PUBLICADO DE LAMONICA FREIRE, E. M. Metodologia da pesquisa científica: texto para estudo. Cuiabá: s.n., 2007. 41 p. Texto elaborado para as Disciplinas Estágio Supervisionado de Bacharelado 1ª Etapa e Projetos e Monografia.

LEGISLAÇÃO BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional n° 9, de 9 de novembro de 1995. Lex:

legislação federal e marginália, São Paulo. v.59, p. 1966, out./dez. 1995.

BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional n° 9, de 9 de novembro de 1995. Dá nova redação ao art. 177 da Constituição Federal, alterando e inserindo parágrafos. Lex:

legislação federal e marginália, São Paulo, v. 59, p. 1966, out./dez. 1995.

BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.

BRASIL. Código civil. Organização dos textos, notas remissivas e índices por Juarez de Oliveira. 46. ed. São Paul