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MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES

DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES

MINISTÉRIO DA DEFESA

COMANDO DO EXÉRCITO INSTITU TO MILITAR D E ENGE NHARIA

X É R C I T O INSTITU TO MILITAR D E ENGE NHARIA CONVÊNIO DNIT/IME

CONVÊNIO DNIT/IME

Estudos Concernentes à Construção da BR-163

Trecho: Divisa MT/PA a Rurópolis/PA (BR-163) e Entroncamento BR-163 com BR-230 a Miritituba/PA

PROJETO BÁSICO AMBIENTAL - PBA

PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS - PRAD

MINUTA

Dezembro/2004

Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas ÍNDICE Estudos Concernentes à Construção

Convênio DNIT / IME

Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

ÍNDICE

Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas ÍNDICE Estudos Concernentes à Construção

Convênio DNIT / IME

Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

ÍNDICE

Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas 1. APRESENTAÇÃO Estudos Concernentes à

Convênio DNIT / IME

Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

1. APRESENTAÇÃO

Convênio DNIT / IME 1. APRESENTAÇÃO Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas O Programa de

Convênio DNIT / IME

1.

APRESENTAÇÃO

Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

O Programa de Recuperação de Áreas Degradadas (PAC) das obras rodoviárias da BR- 163/PA, trecho Divisa do MT/PA – Rurópolis/PA e rodovia BR-230, trecho Entroncamento BR-163-Miritituba, apresenta a identificação e a classificação das áreas de Passivos Ambientais, a quantificação das suas dimensões físicas, bem como a solução de engenharia para cada Passivo e o respectivo orçamento dos serviços previstos.

Este PRAD atende, também, as medidas condicionantes a ele pertinentes emitidas pelo órgão licenciador na Licença Prévia (LP); e, poderá sofrer, também, novas complementações para atender outras possíveis condicionantes emitidas pelo órgão licenciador nas etapas subseqüentes do licenciamento (emissão das licenças de instalação – LI - e de operação – LO).

Rodovia

Sentido

TRECHOS

Segmentos (km – km)

Extensão

 

(1) *

(km)

BR-163 /PA

Sul - Norte

Divisa MT/PA – Entr. BR-230 (A) (Campo Verde)

0,0 – 687,0

687,0

Entr. BR-230 (A) (Campo Verde) – Entr. BR 230 (B) (Rurópolis)

687,0 – 799,0

112,0

(2) *

   

Entr. BR-163 (A) (Rurópolis) – Entr. BR-163 (B) (Campo Verde)

984,0 – 1.096,0

112,0

BR-230/PA

Leste - Oeste

(2) *

Entr. BR-163 (B) (Campo Verde) – Início Travessia Rio Tapajós (Miritituba)

1.096,0 – 1.129,0

33,0

 

Total

832,0

Observações:

(1) * Segmentos de acordo com o Plano Nacional de Viação (PNV) do Departamento Nacional de Infra – Estrutura de Transportes (DNIT); (2) * Segmento coincidente – BR-163 / BR-230.

Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas Estudos Concernentes à Construção da

Convênio DNIT / IME

Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas Estudos Concernentes à Construção da BR-163 –
Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas 2. JUSTIFICATIVA Estudos Concernentes à

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Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

2. JUSTIFICATIVA

Convênio DNIT / IME 2. JUSTIFICATIVA Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas As obras viárias

Convênio DNIT / IME

2.

JUSTIFICATIVA

Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

As obras viárias nos trechos considerados constituem um empreendimento rodoviário

diferenciado dos demais realizados ou em curso no País, inclusive daqueles situados na Amazônia por ser o primeiro na região com construção (e não apenas a operação) no regime

de concessão e já, provavelmente, no contexto das Parcerias Público-Privadas (PPP).

A locação em área de fronteira de desenvolvimento na Amazônia amplia substancialmente a

atenção das partes interessadas em todas as esferas: governamental, privada, organizações não-governamentais, populações na sua área de influência e do público em geral.

A principal justificativa para este PRAD reside no fato das obras de engenharia em geral,

particularmente as rodoviárias, interferirem significativamente no meio ambiente. Podem gerar Passivos Ambientais se construídas sem o cumprimento de requisitos, critérios técnicos, procedimentos operacionais e medidas de controle e ações para prevenir e reduzir os impactos ambientais decorrentes.

Pode-se pensar o empobrecimento dos recursos naturais como um desinvestimento e que, portanto, a degradação do meio ambiente deveria ser descontada da produção como depreciação do capital. Passivos Ambientais podem ser pensados como sendo uma depreciação do capital natural. O Passivo Ambiental de um empreendimento corresponde ao total das externalidades (impactos) ambientais, não amortizados (no caso, não mitigadas, controladas etc.), geradas pelo empreendimento sobre o meio ambiente, natural e antrópico, na sua área de influência.

Este fato reflete-se na Política Ambiental do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT), seguindo os princípios de referência e diretrizes estabelecidas pela Política Ambiental do Ministério dos Transportes: é necessário inserir a variável ambiental em todas as fases do ‘ciclo de vida’ de uma rodovia (planejamento, projeto, implantação, operação e gestão) compatibilizando estudos e ações ambientais com as demandas e exigências emanadas do processo de Licenciamento Ambiental, aonde se inclui a recuperação/erradicação dos Passivos Ambientais.

Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas 3. MARCO CONCEITUAL Estudos Concernentes

Convênio DNIT / IME

Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

3. MARCO CONCEITUAL

Convênio DNIT / IME 3. MARCO CONCEITUAL Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas A experiência

Convênio DNIT / IME

3. MARCO CONCEITUAL

Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

A experiência acumulada no DNIT/Ministério dos Transportes quanto aos aspectos

ambientais em rodovias é extensa e, tendo em vista o caráter relativamente recente da questão ambiental no Brasil, revestida de pioneirismo.

Ainda no final dos anos 80 e início da década de 90 foi elaborada, para atender a legislação ambiental, a adequação, adaptação e complementação das especificações gerais para obras rodoviárias e das normas de procedimento para estudos e projetos. Este trabalho resultou na edição do livro “Rodovias e Meio Ambiente, e Rodovias, Recursos Naturais e Meio Ambiente” (Bellia, V. e Bidone, E.D., 1993), publicado pelo DNER com recursos do Banco Mundial. Os preceitos aí constantes foram consolidados, entre outros, no ‘Corpo Normativo Ambiental para Empreendimentos Rodoviários’, no ‘Manual Rodoviário de Conservação, Monitoramento e Controle Ambientais’, nas ‘Instruções de Proteção Ambiental das Faixas de Domínio e Lindeiras das Rodovias Federais’, na ‘Instrução de Serviço para Elaboração do Componente Ambiental dos Projetos de Engenharia Rodoviária (IS-246)’.

Passivo Ambiental segundo o conceito emitido na IS-246/DNIT:

“É toda ocorrência decorrente de falha de construção, restauração ou manutenção da rodovia capaz de atuar como fator de dano ou degradação ambiental à área de influência direta, ao corpo estradal ou ao usuário, ou a causada por terceiros ou por condições climáticas adversas, capaz de atuar como fator de dano ou degradação ambiental ao corpo estradal ou ao usuário”.

A recuperação/erradicação dos Passivos Ambientais deve ser realizada, caso a caso, através

de projetos ou soluções específicas e seus custos. O PRAD deve ser inserido no Projeto

Ambiental componente do Projeto de Engenharia. A IS-246, componente das ‘Diretrizes Básicas para Elaboração de Estudos e Projetos Rodoviários’ de 1999, define e especifica os serviços referentes às medidas de proteção ambiental das obras rodoviárias planejadas e a reabilitação / recuperação do passivo ambiental. Esta Instrução de Serviço prescreve que o projetista deve desenvolver os trabalhos buscando obediência aos preceitos do desenvolvimento sustentável e princípios estabelecidos na Política Ambiental do DNER, a

Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas qual visa assegurar a melhoria

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Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

qual visa assegurar a melhoria contínua de sua gestão ambiental. Os estudos ambientais previstos nesta instrução de serviço culminam com a elaboração do Projeto Ambiental da rodovia. Essencialmente, o Projeto Ambiental, tal como preconizado na IS-246, engloba o PRAD e, também, dois outros programas constituintes do PBA da BR-163: o Programa de Regulamentação e Controle da Faixa de Domínio (PFD) o qual inclui o Paisagismo; e o Programa Ambiental para Construção (PAC).

Os referidos Programas (implícitos no Projeto Ambiental da rodovia) envolvem ações que, independentemente de seu enfoque e prioridade ambiental, são ordinariamente desenvolvidas dentro do processo rodoviário, objetivando dotar a rodovia de adequadas condições de segurança operacional, bem como garantir comportamento satisfatório ao longo de toda a vida útil, com vistas à preservação do investimento, protegendo-o contra a ação do próprio tráfego e de agentes externos. Tais ações deverão estar incluídas no Projeto de Engenharia e consideradas nos Estudos de Viabilidade Técnico-Econômica e no Relatório Ambiental incluído nos documentos do Plano de Exploração da Rodovia (PER).

Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas 4. OBJETIVOS: GERAL E ESPECÍFICOS

Convênio DNIT / IME

Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

4. OBJETIVOS: GERAL E ESPECÍFICOS

Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas 4. OBJETIVOS: GERAL E ESPECÍFICOS

Convênio DNIT / IME

Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

4. OBJETIVOS: GERAL E ESPECÍFICOS

4.1. Objetivo Geral

O objetivo geral do PRAD é o de contemplar todas as ações necessárias para promover a

recomposição e a recuperação das áreas identificadas como Passivos Ambientais.

4.2. Objetivos Específicos

Os objetivos a seguir estão dispostos de maneira seqüencial à sua realização.

(i)

Identificação dos Passivos Ambientais descritos no EIA/RIMA

(ii)

Confecção do Cadastro dos Passivos para atualizar e complementar o EIA/RIMA, através de observações no campo: identificação e classificação dos problemas

(iii)

Quantificação das dimensões físicas dos Passivos no campo

(iv)

Esboço de soluções de engenharia para cada Passivo

(v)

Projeto executivo de engenharia para cada Passivo

(vi)

Quantificação dos serviços previstos nos projetos executivos para cada Passivo

(vii)

Reconhecimento das Especificações de Serviço do Corpo Normativo do DNIT aplicáveis a cada caso (i.e., projeto executivo)

(viii)

Estabelecimento de Especificações Particulares e Complementares

(ix)

Orçamento dos projetos executivos

(x)

Inserção do PRAD e seus custos no Projeto Ambiental do Projeto de Engenharia da rodovia

(xi)

Incorporação dos custos globais do PRAD nos EVTE

Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas 5. ABORDAGEM METODOLÓGICA Estudos Concernentes

Convênio DNIT / IME

Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

5. ABORDAGEM METODOLÓGICA

Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas 5. ABORDAGEM METODOLÓGICA Os trabalhos

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Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

5. ABORDAGEM METODOLÓGICA

Os trabalhos realizados para a confecção do PRAD envolveram a seguinte seqüência de atividades.

5.1 Conhecimento do Problema

5.1.1 Análise de Estudos Ambientais

Nesta fase os trabalhos realizados compreenderam a consulta de documentos (ver Quadro 01) para obtenção de dados relativos às características ambientais da região e aspectos técnicos constantes nos Projetos Executivos para construção da rodovia.

QUADRO 01 – DOCUMENTOS OBJETO DE ANÁLISE E PESQUISA

RODOVIA

SEGMENTO (km – km)

DOCUMENTO

FIRMA

ANO DE

ANALISADO

EXECUTORA

CONFECÇÃO

Estudos Ambientais

BR-163

0,00 – 647,58

Estudos de

   

BR-163/BR-230

647,58 – 759,71

Impacto

Ecoplan

2002

BR-230

1.096,0 – 1.129,0

Ambiental

EIA/RIMA

5.1.2 Levantamento do Passivo Ambiental

A partir dos dados das análises de estudos e projetos, foram programadas campanhas técnicas

aos segmentos rodoviários com o objetivo de consolidar as informações obtidas e efetivar o

levantamento do Passivo Ambiental de acordo com metodologia apresentada no ANEXO I.

O Passivo Ambiental cadastrado encontra-se apresentado no Capítulo 6 ‘Descrição’.

5.2 Definição de Soluções / Especificações de Serviços

De posse dos dados e informações requeridas foram definidas as atividades necessárias considerar para inserção dos serviços previstos para erradicação do Passivo ambiental no Projeto Executivo de Engenharia.

Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas Em decorrência dos estudos realizados

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Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

Em decorrência dos estudos realizados verificou-se a necessidade de se indicar Especificações

Técnicas Executivas em relação aos trabalhos necessários executar para evitar ou minimizar

os impactos decorrentes das obras.

Para definição das Especificações pertinentes foi pesquisado o Corpo Normativo do DNIT,

onde foram selecionados documentos a serem inseridos no contexto dos Projetos / Obras,

conforme apresentado no Quadro 2.

QUADRO 02 – ESPECIFICAÇÕES DO CORPO NORMATIVO DO DNIT

INDICADAS AO PRAD

Especificação

DNER – ES 283/97 – Dissipadores de Energia

DNER – ES 284/97 – Bueiros Tubulares de Concreto

DNER – ES 285/97 – Bueiros Metálicos

DNER – ES 286/97 – Bueiro Celular

DNER – ES 297/97 – Limpeza e desobstrução de dispositivos de drenagem

DNER – ES 288/97 – Sarjetas e Valetas

DNER – ES 291/97 – Entradas e descidas dágua

DNER – ES 341/97 – Proteção do Corpo Estradal – Proteção Vegetal

Estas Especificações Técnicas prouveram o Projeto Executivo de Engenharia com

documentos definidores de métodos executivos, requisitos de material, equipamento, manejo

ambiental e controle da qualidade e de execução, além de critérios para aceitação, rejeição e

medição dos serviços previstos para realização do PAC, pari passu com as obras.

Para aquelas atividades que ainda permaneceram sem critérios técnicos de execução, medição

e pagamento foram elaborados documentos adicionais ao Corpo normativo do DNIT,

constantes no Quadro 3, compreendendo:

Especificações Particulares – criadas exclusivamente ao presente trabalho, em razão de suas características particulares não constarem nas normas vigentes.

Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas Todos os serviços indicados tiveram

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Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

Todos os serviços indicados tiveram seus quantitativos e custos calculados, conforme estabelecido nestas especificações, cujos valores encontram-se inseridos na documentação que comporá a documentação técnica necessária ao Processo Licitatório das Obras.

O conjunto das Especificações Particulares e Complementares encontra-se apresentado no Capítulo 6 ‘Descrição’.

QUADRO 03 – ESPECIFICAÇÕES PARTICULARES E COMPLEMENTARES

 

ESPECIFICAÇÕES (*) ver observação

 

OBJETIVO

 
 

ESPECIFICAÇÕES PARTICULARES

 

1.

EAP – MA – CDI 002/2004 – Erradicação

Estabelece as atividades necessárias a erradicação do Passivo Ambiental (excluindo-se os Bota Foras, objeto de especificação exclusiva) e recuperação das áreas afetadas em decorrência das obras.

de Passivos Ambientais e de Áreas Afetadas pelas Obras

3.

EAP – MA – CDI 003/2004 – Recuperação

Estabelece as atividades necessárias à erradicação dos Bota-Foras componentes do Passivo Ambiental. A necessidade de se elaborar uma norma específica a este caso decorre do fato da necessidade de se importar o solo necessário.

de Bota-Foras Componentes do Passivo

Ambiental

4. EAP – MA – CDI 004/2004 – Paisagismo

Define as ações para inserção do componente paisagismo nas Especificações EAP – MA – CDI 001/2004 e EAP – MA – CDI 002/2004 e implantação de módulos paisagísticos nas Interseções e Travessias Urbanas.

5. EAP – MA – CDI 007/2004 – Controle de

Estabelece as ações que devem ser obedecidas, para contenção/erradicação de processos de voçorocamento, na Fase de Obras quando estes processos forem componentes do Passivo Ambiental, e na Fase Operacional, quando estes processos forem deflagrados pelo corpo estradal já implantado, ou mesmo em decorrência de ações de terceiros, neste último caso quando estas degradações ameacem a integridade da rodovia ou de seus dispositivos de proteção e segurança.

Voçorocas

6.

EAP – MA – CDI 008/2004 – Regularização

Compreendem

especificações

suplementares

ao

presente

corpo

Manual de Taludes;

normativo.

7.

EAP – MA – CDI 009/2004 – Estruturas em

Pedra Argamassada;

(*) Observação – Codificação das Especificações: EAP – Especificação Ambiental Particular; MA – Meio Ambiente; CDI – Convênio DNIT / IME; 00x – Número de ordem; 2004 – Ano de elaboração do documento.

Convênio DNIT / IME 5.3 Cálculo de Quantitativos e Orçamento Programa de Recuperação de Áreas

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5.3 Cálculo de Quantitativos e Orçamento

Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

Para todas as soluções indicadas foram calculados quantitativos e orçamento dos serviços, conforme apresentado no Quadro 4 no Capítulo 8.

A sociedade em geral, tendo em vista se tratar de uma benfeitoria exercida sobre o meio ambiente, o qual é caracterizado como um “bem de uso comum do povo” (Constituição de 1988), portanto, preservando-o estar-se-á contribuindo com a coletividade;

O atendimento a legislação ambiental referente ao assunto em tela;

As unidades de conservação do estado do Pará sob influência direta e indireta da rodovia.

Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas 6. DESCRIÇÃO Estudos Concernentes à

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Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

6. DESCRIÇÃO

Convênio DNIT / IME 6. DESCRIÇÃO Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas O conjunto das

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6.

DESCRIÇÃO

Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

O conjunto das Especificações Particulares e Complementares encontra-se apresentado no ANEXO II.

No ANEXO III são apresentados o Diagrama Unifilar dos Passivos Ambientais e, no ANEXO IV, as respectivas Fichas Cadastrais.

Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas 7. ETAPAS, METAS E INDICADORES

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Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

7. ETAPAS, METAS E INDICADORES

Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas 7. ETAPAS, METAS E INDICADORES

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Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

7. ETAPAS, METAS E INDICADORES

As metas do PRAD estão diretamente vinculadas aos seus objetivos específicos. Os objetivos definidos no PRAD têm natureza essencialmente baseada nos procedimentos, especificações e projetos de engenharia voltados à efetiva erradicação dos Passivos Ambientais identificados. Não faz parte do escopo do PRAD o acompanhamento da implantação das soluções por ele preconizadas para os Passivos Ambientais. Entretanto, foi considerada como função do PRAD assessorar e verificar a sua inserção nos escopos de estudos e atividades constantes do empreendimento, aos quais o PRAD é pertinente, responsáveis pela implantação física e operação do empreendimento (sobretudo, o Projeto Ambiental constante do Projeto de Engenharia, os EVTE e o Relatório Ambiental do PER). A descrição e a mensuração das metas podem ser resumidas na execução plena, ou não, das tarefas explicitadas nos objetivos específicos do PRAD.

Cabe ao Gerenciamento Ambiental (descrito no Programa de Gestão Ambiental) a supervisão

e a fiscalização da efetiva implantação do PRAD, bem como a monitoração do seu

desempenho durante a operação do empreendimento. O Gerenciamento Ambiental deverá seguir estritamente a cronologia de implantação física do empreendimento em etapas determinada no Cronograma Físico-Financeiro do PER.

O ‘Escopo Básico para Elaboração de Programa de Exploração de Rodovia (PER) EB-111’

preconiza a implantação do PER em duas fases: (i) a primeira deverá contemplar a indicação dos Trabalhos Iniciais necessários para uma recuperação e operação emergencial da rodovia, dotando-a de condições mínimas de segurança e conforto, e relacionando as instalações a serem implantadas para permitir a operação plena da rodovia, com todos os equipamentos e sistemas operacionais necessários, executados e concluídos no prazo estipulado pelo PER, antes do início da cobrança de pedágio; (ii) a segunda será o período de pleno funcionamento da rodovia, operada diretamente pela Concessionária, quando então será concluída a

Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas recuperação geral e executados os

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Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

recuperação geral e executados os melhoramentos previstos no PER, a recuperação das áreas de Passivos Ambientais é prevista para ser realizada nesta segunda fase.

Relativamente

aos

indicadores

para

o

PRAD,

dois

tipos

de

indicadores

devem

ser

considerados.

 

(i)

Os ‘indicadores de realização’ dos objetivos específicos do PAC restringem-se aos termos ‘objetivo realizado ou concluído’ e ‘objetivo não realizado ou não concluído’. Neste sentido, todos os objetivos específicos listados podem ser considerados como plenamente ‘concluídos’, e seus resultados apresentados no item ‘Descrição’ deste PAC. Da mesma forma, os assessoramentos técnicos às equipes técnicas responsáveis pelo Projeto de Engenharia na elaboração do Projeto Ambiental e da equipe dos EVTE, propostos nos demais objetivos, foram realizados, com a inclusão dos resultados do PRAD naqueles estudos.

(ii)

Os ‘indicadores de implantação física e de desempenho’ das ações, medidas e projetos de recuperação dos Passivos Ambientais previstos no PRAD deverão constar do Gerenciamento Ambiental descrito no Programa de Gestão Ambiental do Plano Básico Ambiental da rodovia. Neste caso, os indicadores deverão refletir a ‘conformidade’ e a ‘não conformidade’ com o estabelecido no PRAD.

Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas 8. RECURSOS NECESSÁRIOS Estudos Concernentes

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Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

8. RECURSOS NECESSÁRIOS

Convênio DNIT / IME 8. RECURSOS NECESSÁRIOS Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas No ANEXO

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8. RECURSOS NECESSÁRIOS

Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

No ANEXO V é apresentada a memória de cálculo e o orçamento do PRAD.

Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas 9. CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO Estudos

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Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

9. CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO

Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas 9. CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO A implantação

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Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

9. CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO

A implantação das ações e medidas preventivas, mitigadoras e de controle previstas no PRAD

deverão seguir estritamente o determinado no Cronograma Físico-Financeiro do PER. Conforme visto acima, a recuperação das áreas de Passivos Ambientais é prevista para ser realizada na segunda fase de implantação do PER. No PER a implantação das ações e medidas previstas, incluídas as do PRAD, se dará a medida em que o equilíbrio econômico permitir as melhorias adequadas ao incremento de tráfego, ao longo da duração da concessão (prevista para 25 anos).

Por outro lado, é importante salientar que a componente ambiental, além de seguir as diretrizes traçadas para o empreendimento como um todo, deverá garantir que serão realizados nos prazos todos os acordos e condições estabelecidos pelo órgão ambiental de incumbência para obtenção das licenças prévias (LP), de instalação (LI) e de operação (LO).

O início da implementação do PRAD está vinculado ao começo da execução da obra, previsto para 2005.

Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas 10. RESPONSABILIDADE, ACOM PANHAMENTO E

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Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

10. RESPONSABILIDADE, ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO

Convênio DNIT / IME Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas 10. RESPONSABILIDADE, ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO

Convênio DNIT / IME

Programa de Recuperação de Áreas Desagregadas

10. RESPONSABILIDADE, ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO

A responsabilidade pela implementação do PRAD, em princípio, é do concessionário da

rodovia. A modelagem da concessão, materializada no PER, pode trazer modificações a esta

assertiva. O estabelecimento dos responsáveis pelos procedimentos para o acompanhamento e avaliação do desempenho no cumprimento do PRAD (incluindo as instituições envolvidas e

as respectivas responsabilidades durante todo o processo de implementação e operação)

deverá estar plenamente definido na Estrutura Conceitual da Gestão Ambiental descrita no Programa de Gestão Ambiental do empreendimento.