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OAB SUPERSEMESTRAL DIURNO LIBERDADE MATÉRIA: DIREITO DO CONSUMIDOR PROF.:ÂNGELO RIGOR FILHO DATA: 06/08/2011

DIREITO DO CONSUMIDOR

O Direito do consumidor é um conjunto de regras protetivas de

inspiração constitucional que tem como objetivo controlar as relações econômicas de consumo e que é aplicável a qualquer área do direito desde que ali se encontre uma relação de consumo.

A Constituição Federal de 1988 refere-se à importância da

defesa do consumidor em 3 lugares distintos, sendo eles: no Artigo 5º inciso 32, artigo 170 e no artigo 48 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) Lei 8071/90 Diploma legislativo que trata dos direitos do consumidor. (CDC)

O artigo 170 da Constituição Federal é o que trata da ordem

econômica trazendo os princípios para a organização e o controle da economia brasileira. Percebemos então que a proteção do Consumidor é um princípio da ordem econômica, servindo como meio de controle da economia permitindo maior produtividade por incentivar a concorrência e favorecer a igualdade nas relações econômicas.

A aplicação das regras de defesa do consumidor será possível apenas se estiver presente uma relação de consumo. Para que exista relação de consumo devem estar presentes seus elementos objetivos e subjetivos

RELAÇÃO

DE

CONSUMO

consumidor

ELEMENTOS OBJETIVOS – Produtos e serviços objetivos e subjetivos RELAÇÃO DE CONSUMO consumidor ELEMENTOS SUBJETIVOS – Fornecedor e RELAÇÃO DE CONSUMO

consumidor ELEMENTOS OBJETIVOS – Produtos e serviços ELEMENTOS SUBJETIVOS – Fornecedor e RELAÇÃO DE CONSUMO

ELEMENTOS

SUBJETIVOS

Fornecedor

e

RELAÇÃO DE CONSUMO

FORNECEDOR

OBJETIVOS – Produtos e serviços ELEMENTOS SUBJETIVOS – Fornecedor e RELAÇÃO DE CONSUMO FORNECEDOR FORNECE ALGO

FORNECE ALGO

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DO CONSUMIDOR PROF.:ÂNGELO RIGOR FILHO DATA: 06/08/2011 PRODUTO OU SERVIÇO ao CONSUMIDOR 1) Conceitos CONSUMIDOR

PRODUTO OU SERVIÇO ao

RIGOR FILHO DATA: 06/08/2011 PRODUTO OU SERVIÇO ao CONSUMIDOR 1) Conceitos CONSUMIDOR Conforme o artigo 2°do

CONSUMIDOR

1) Conceitos

CONSUMIDOR Conforme o artigo 2°do Código de Defesa do Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza determinado produto ou serviço como destinatário final.

determinado produto ou serviço como destinatário final. Destinatário Findo É aquele que não reintroduz o produto

Destinatário Findo

É aquele que não reintroduz o produto

ou serviço na cadeia de consumo ainda que para terceiros.

Ao conceituar o consumidor nos deparamos a duas teorias quais sejam:

o consumidor nos deparamos a duas teorias quais sejam: TEORIA MAXIMALISTA (objetiva) Entende que o consumidor

TEORIA MAXIMALISTA (objetiva) Entende que o consumidor é o destinatário fático do produto ou serviço, ou seja, todo aquele que não reintroduz diretamente o produto ou serviço na cadeia de consumo Ex: Comprou e não revendeu (é conceituado como consumidor)

Ex: Comprou e não revendeu (é conceituado como consumidor) TEORIA FINALISTA (subjetiva) Consumidor é o destinatário

TEORIA FINALISTA (subjetiva) Consumidor é o destinatário fático e econômico do produto ou serviço, em que não basta que ele não o reintroduza de maneira direta o produto ou serviço na cadeia de consumo, mas é preciso que ele não se utilize desse produto ou serviço para incrementar sua atividade econômica lucrativa. Para esta teoria o consumidor é aquele que se utilizar do produto ou serviço para sua atividade particular ou pessoal. Não sendo considerado consumidor aquele que mesmo de outra forma reintroduzir o produto na cadeia de consumo Ex: uma pizzaria que compra farinha, mas vende na forma de pizza, segundo essa teoria não se conceituaria como consumidor.

OBSERVAÇÃO: A corrente finalista é preponderante no STJ, em situações excepcionais o STJ vem aderindo a esse entendimento, quando a gravidez proporção entre o fornecedor e o consumidor e mais ainda quando o consumidor é uma pessoa física.

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CONSUMIDOR POR EQUIPARAÇÃO: Também é considerado consumidor, todo aquele que sofre as conseqüências do acidente de consumo ou fato do produto mesmo que não tenha relação com negócio realizado entre o fornecedor e o consumidor geral. Ex: Por falha na fabricação um carro fica sem freio e atropela 5 pessoas, as cinco pessoas passarão a equiparar-se a consumidor.

Também é consumidor por equiparação todo aquele que estiver exposto às práticas comerciais abusivas. Ex: Publicidade enganosa.

VÍCIO DO PRODUTO É a característica do produto que forma inútil para o fim a que se destina ou que impede sua utilização plena para o fim que habitualmente se destina. Ex: Liquidificador que não funciona ou funciona de maneira

irregular.

que não funciona ou funciona de maneira irregular. DEFEITO É a característica do produto que oferece

DEFEITO É a característica do produto que oferece risco maior do que o aceitável expondo o consumidor ou mesmo terceiros a perigo

aceitável expondo o consumidor ou mesmo terceiros a perigo Ex: Fogos de artifício que explodem antes

Ex: Fogos de artifício que explodem antes de acendê-los.

Ex: Fogos de artifício que explodem antes de acendê-los. FATO DO PRODUTO É o “acidente de

FATO DO PRODUTO É o “acidente de consumo” é o dano ou prejuízo causado ao consumidor ou a terceiro em razão do defeito existente no produto. Havendo defeito no Produto se o Fornecedor tiver conhecimento que ele oferece, é de sua obrigação retira-lo do mercado e informar as autoridades competentes, acerca desse risco e indenizar eventuais prejuízos. Caso ele não retire o produto do mercado ou ainda não informe as autoridades competentes estará sujeito a sanções administrativas além de caracterizar crime contra as relações de consumo.

além de caracterizar crime contra as relações de consumo. FORNECEDOR Nos termos do artigo 3º do

FORNECEDOR Nos termos do artigo 3º do Código de Defesa do Consumidor, fornecedor é toda pessoa física ou jurídica nacional ou estrangeira pública ou privada bem como os entes despersonalizados que desenvolvam atividades de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação exportação,

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distribuição ou comercialização de produtos, ou ainda prestação de serviços. Para que se considere fornecedor o indivíduo deverá realizar essa atividade de forma profissional com habitualidade e com o intuito econômico (cumulativamente)

PROFISSIONAL – De forma organizada, com divisão de tarefas e das atividades, isto significa por exemplo que a produção artesanal não caracteriza um fornecedor.

HABITAL - Não eventual, ou seja, Constante e reiterado.

INTUITO ECONÔMICO - Não existe relação de consumo na forma gratuita.

ENTES DESPERSONALIZADOS São figuras não dotadas de personalidade jurídica a quem a Lei permite que seja parte em negócio jurídico e tenham legitimidade processual. Ex: Massa Falida, Condomínio e espólio.

processual. Ex: Massa Falida, Condomínio e espólio. PRODUTO Segundo o Código de Defesa do Consumidor PRODUTO

PRODUTO Segundo o Código de Defesa do Consumidor PRODUTO é qualquer bem móvel ou imóvel material ou imaterial. Para ser considerado Produto se faz necessário que tenha sofrido transformação derivada do trabalho humano de produção em série.

Produtos em natura – são os produtos em condições naturais. Ex: Laranja, banana etc. Os produtos em natura são considerados produtos porque apesar de não sofrerem transformação física tem em todas as etapas de sua produção o acréscimo de trabalho humano organizado. Ex: Colheita, armazenamento, seleção, distribuição

Ex: Colheita, armazenamento, seleção, distribuição Produto material – É aquele que tem existência

Produto material – É aquele que tem existência palpável, tangível, está habitualmente ligado ao fornecimento de um serviço. Ex: Energia Elétrica, pacote de dados de telefonia.

PRODUTO DURÁVEL – é aquele que não se consome ou não se destrói em razão de sua utilização para o fim a que se destina “é feito para durar”.

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PRODUTO NÃO DURÁVEL – é aquele que se consome ou se destrói em razão de seu uso a que habitualmente se destina. Essa destruição pode ser imediata ou paulatina. Ex: Sanduíche, Sabonete, caneta etc.

GARANTIA LEGAL

Produto durável = 90 dias Produto não durável = 30 dias Direito de arrependimento = 7 dias

Garantia Legal

-

é

o

prazo que o

consumidor tem para

reclamar de vícios ou defeitos do produto. (Esse prazo é decadencial)

Da contagem do Prazo

Vício Aparente – O prazo começa a ser contado na data entrega do produto. Vício Oculto – O prazo começa a ser contado da descoberta da existência do vício

Garantia Contratual – sempre será somada a garantia Legal.

IMPORTANTE - Não confundir o prazo decadencial de 30 ou 90 dias para a reclamação com o prazo prescricional de 5 anos para a propositura de ação com fulcro no Código de Defesa do Consumidor.

As compras realizadas Fora do estabelecimento o consumidor poderá devolver o produto no prazo de 7(sete) dias em razão de seu arrependimento. Este prazo é contado a partir da entrega do produto.

É qualquer atividade humana fornecida no

mercado de consumo mediante remuneração inclusive as de natureza bancária financeira de crédito e securitária, salvo as decorrentes das relações de caráter trabalhistas. Também não se caracteriza serviço a atividade ilícita. 1

SERVIÇO

se caracteriza serviço a atividade ilícita. 1 SERVIÇO 1 Ilícita é toda conduta que contraria a

1 Ilícita é toda conduta que contraria a lei, a moral, os bons costumes e a ordem pública.

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PRINCÍPIOS DO DIREITO DO CONSUMIDOR

1. PRINCÍPIO DA VULNERABILIDADE

No princípio da vulnerabilidade o consumidor é sempre vulnerável em qualquer relação de consumo, ou seja, é a parte mais frágil da relação de consumo e em relação disso é que deve ser protegida. Ser vulnerável é inerente a condição de consumidor, basta ser consumidor para ser vulnerável, portanto a vulnerabilidade não precisa ser alegada sequer demonstrada pelo consumidor.

Vulnerabilidade não se confunde com hipossuficiência, pois hipossuficiência é uma condição de especial fragilidade que poderá atingir a alguns consumidores em algumas relações de consumo.

A Hipossuficiência deve ser alegada e demonstrada pelo

consumidor para que seja declarada pelo Juiz e só então passa a gerar efeitos como, por exemplo, a inversão do ônus da prova.

OBSERVAÇÃO: Não confundir inversão do ônus da prova com inversão do custo da prova, na inversão do ônus da prova o que se inverte é a responsabilidade pela produção da prova, ou seja, aquele que alega fica desobrigado a providenciar prova de sua alegação, cabendo a outra parte (réu/fornecedor) provar que aquela alegação não é verdadeira. Já na inversão do custo da prova a produção da prova continua sendo de responsabilidade daquele que alega, cabendo a outra parte as custas da produção da prova.

A Vulnerabilidade se subdivide em três vertentes quais

sejam:

Fática ou social Técnica Jurídica/Científica

Fática ou Social – O produto ou serviço adquirido sempre representa mais no universo social do fornecedor. Esta vertente da vulnerabilidade não está ligada ao poderio econômico do fornecedor, mas sim a relevância social do produto ou serviço.

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Técnica – O Fornecedor sabe mais sobre o produto ou serviço que o consumidor. Em razão desta vulnerabilidade que o Código estabelece entre os direitos básicos do consumidor. 2 Sendo assegurada a informação adequada e clara sobre os produtos e serviços com especificação de quantidade características, composição, qualidade e preço, bem como sobre os riscos que possam apresentar, a informação deve ser sempre adequada, ou seja, específica para o público a que se destina e compatível a que oferece, Além disso, a informação deve ser suficiente, ou seja, própria para que o consumidor compreenda as características do produto e possa Le dar plenamente com ele.

Jurídica ou Científica – O consumidor raramente está informado por completo de seus direitos não sabe ao certo a forma de fazê-los valer, não sabe por vezes com quem reclamar ou como propor uma ação e além de tudo toda delonga processual corre em desfavor do consumidor.

2. PRINCÍPIO DA BOA-FÉ OBJETIVA

Pelo princípio da boa-fé objetiva as partes devem guardar em todas as etapas do contrato a honestidade, a ética e a colaboração mútua, este princípio está presente na teoria geral dos contratos, tanto de natureza civil quanto aos de natureza Consumerista. Trata-se de boa-fé objetiva porque não leva em conta as condições peculiares e

2 Art. 6º São direitos básicos do consumidor:

I - a proteção da vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos;

II - a educação e divulgação sobre o consumo adequado dos produtos e serviços, asseguradas a liberdade de escolha e a igualdade nas contratações;

III - a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade,

características, composição, qualidade e preço, bem como sobre os riscos que apresentem;

IV - a proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como

contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços;

V - a modificação das cláusulas contratuais que estabeleçam prestações desproporcionais ou sua revisão em razão de

fatos supervenientes que as tornem excessivamente onerosas;

VI - a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais, coletivos e difusos;

VII - o acesso aos órgãos judiciários e administrativos com vistas à prevenção ou reparação de danos patrimoniais e

morais, individuais, coletivos ou difusos, assegurada a proteção Jurídica, administrativa e técnica aos necessitados;

VIII - a facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil,

quando, a critério do juiz, for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias de experiências;

IX - (Vetado);

X - a adequada e eficaz prestação dos serviços públicos em geral.

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individuais das partes, mas é uma conduta esperada de todas as pessoas em todas as relações jurídicas.

Pré-contratual

Pré-contratual Contratual

Contratual

Pré-contratual Contratual

Fase tratativa

Pós-contratual

cumprimento das obrigações

Consequências

Em razão do princípio da boa-fé objetiva que o Código de Defesa do Consumidor prevê a proteção contra a publicidade enganosa, abusiva, dissimulada, bem como a modificação de clausulas contratuais abusivas, ou mesmo sua total desconsideração.

OBS: Resolução por onerosidade excessiva é a possibilidade da extinção do contrato em razão de seu desequilíbrio, ou seja, em razão de a prestação de uma das partes ter se tornado excessivamente onerosa.

Nos contratos que se submetem ao Código Civil a resolução por onerosidade excessiva vem atrelada a teoria da imprevisão, ou seja, só será possível resolvê-los se o evento que causou o desequilíbrio for um evento imprevisível e que as partes não poderiam evitar.

Nos contratos que se submetem ao Código de Defesa do Consumidor não se aplicam a teoria da imprevisão, ou seja, basta que o consumidor comprove o desequilíbrio contratual para poder pedir a resolução do contrato.

RESPONSABILIDADE CIVIL

No Código de Defesa do Consumidor a responsabilidade do fornecedor do produto ou serviço é em regra objetiva, ou seja, não depende de comprovação de culpa, no entanto a responsabilidade será subjetiva se o fornecedor de produto ou serviço for profissional liberal. 3

Hipóteses de exclusão de responsabilidade:

3 Art. 14 - São deveres das partes e de todos aqueles que de qualquer forma participam do processo:

IV - não produzir provas, nem praticar atos inúteis ou desnecessários à declaração ou defesa do direito.

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Mesmo sendo objetiva a responsabilidade o fornecedor de produtos ou serviços poderá apresentar as seguintes excludentes de responsabilidade:

1. Não ter colocado o produto no mercado

2. Vício ou defeito não existe

3. Culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro

4. Caso fortuito ou força maior.