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Estágios descrevem evolução do raciocínio

Veja algumas características e exemplos das


principais etapas, segundo Piaget!
Sensório – motor
(0 a 2 anos)
A partir de reflexos neurológicos, o
bebê começa a construir
esquemas de ação para assimilar
mentalmente o meio. A inteligência
é prática. As noções de espaço e
tempo, por exemplo, são
construídas pela ação. O contato
com o meio é direto e imediato,
sem representação ou
pensamento. Por reflexo, o bebê
“pega” o que está em sua mão,
“mama” o que é posto em sua
boca, “vê” o que está diante de si.
Aprimorando esses esquemas, é
capaz, afinal, de ver um objeto,
pegá-lo e levá-lo a boca.
Pré – operatório
(2 a 7 anos)
A criança se torna capaz de
representar mentalmente
pessoas e situações. Já pode
agir por simulação, “como se”.
Sua percepção é global, sem
discriminar detalhes. Deixa-se
levar pela aparência, sem
relacionar aspectos. É centrada
em si mesma, pois não consegue
colocar-se, abstratamente, no
lugar do outro. Mostram-se duas
bolinhas de massa iguais e dá-se
a uma delas a forma de salsicha.
A criança nega que a quantidade
de massa continue igual, pois as
formas são diferentes. Não
relaciona as situações.
Operatório – concreto
(7 a 11 anos)
Nessa fase, a criança já é
capaz de relacionar diferentes
aspectos e abstrair dados da
realidade. Não se limita a uma
representação imediata, mas
ainda depende do mundo
concreto para chegar à
abstração. Desenvolve
também a capacidade de
refazer um trajeto mental,
voltando ao ponto inicial de
uma situação. Despeja-se a
água de dois copos em outros,
de formatos diferentes, para
que a criança diga se as
quantidades continuam iguais.
A resposta é positiva. Ela
diferencia aspectos e é capaz
de “refazer” a ação.
Lógico – formal
(12 anos em diante)
A representação agora permite a abstração total. A criança
não se limita mais à representação imediata nem somente
às relações previamente existentes, mas é capaz de
pensar em todas as relações possíveis logicamente. Se lhe
pedem para analisar um provérbio como “de grão em grão,
a galinha enche o papo”, a criança trabalha com a lógica
da idéia (metáfora) e não com a imagem real de uma
galinha comendo grãos.
E mais um pouquinho de
conhecimento...

Fases da alfabetização
Nível Pré-Silábico: não se busca correspondência com o som;
as hipóteses das crianças são estabelecidas em torno do tipo
e da quantidade de grafismo. A criança tenta nesse nível:
• Diferenciar entre desenho e escrita;
• Utilizar no mínimo duas ou três letras para poder escrever
palavras;
• Reproduzir os traços da escrita, de acordo com seu contato
com as formas gráficas (imprensa ou cursiva), escolhendo a
que lhe é mais familiar para usar nas suas hipóteses de
escrita;
• Percebe que é preciso variar os caracteres para obter palavras
diferentes.
Nível Silábico: pode ser
dividido entre silábico e silábico
alfabético:
• Silábico: a criança compreende
que as diferenças na
representação escrita está
relacionada com o “som” das
palavras, o que a leva a sentir a
necessidade de usar uma forma
de grafia para cada som. Utiliza
os símbolos gráficos de forma
aleatória, usando apenas
consoantes, ora apenas vogais,
ora letras inventadas e
repetindo-as de acordo com o
número de sílabas das
palavras.
• Silábico – alfabético: convivem
as formas de fazer
corresponder os sons às formas
silábica e alfabética e a criança
pode escolher as letras ou de
forma ortográfica ou fonética.
Nível Alfabético: a criança agora entende que:
• A sílaba não pode ser considerada uma unidade e que pode
ser separadas em unidades menores;
• A identificação do som não é garantia da identificação da
letra, o que pode gerar as famosas dificuldades ortográficas;
• A escrita supõe a necessidade da análise fonética das
palavras.
Produção:
Daniele Correa
Terapeuta Ocupacional

www.terapiaocupacionaleducacional.blogspot.com