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RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA SIDINEI GOMES VIEIRA RONDONÓPOLIS – MT 2011

RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA

SIDINEI GOMES VIEIRA

RONDONÓPOLIS – MT

2011

SANTANA TEXTILES ESTÁGIO REALIZADO NO PERÍODO DE 01 DE MARÇO Á 12 MAIO DE 2011

SANTANA TEXTILES

ESTÁGIO REALIZADO NO PERÍODO DE

01 DE MARÇO Á 12 MAIO DE 2011

RELATÓRIO DE ESTÁGIO DO CURSO

TÉCNICO EM MECÁNICA

SIDINEI GOMES VIEIRA

RONDONÓPOLIS – MT

2011

Relatório técnico de estágio apresentado à Coordenação do Curso de Habilitação Técnica do Serviço Nacional

Relatório técnico de estágio apresentado à Coordenação do Curso de Habilitação

Técnica do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI - com a orientação do

professor Marcos Vinicius Ribeiro, como requisito obrigatório para obtenção do título de

TÉCNICO EM MECÂNICA INDUSTRIAL.

Resultado Final:

Aptode TÉCNICO EM MECÂNICA INDUSTRIAL. Resultado Final: Não apto Sidinei Gomes Vieira (Estagiário) Eng. Marcos

Não aptode TÉCNICO EM MECÂNICA INDUSTRIAL. Resultado Final: Apto Sidinei Gomes Vieira (Estagiário) Eng. Marcos Vinicius

Sidinei Gomes Vieira (Estagiário)

Eng. Marcos Vinicius Ribeiro (Orientador)

Ma. Maria de Lourdes Sella (Coord. Pedagógica)

Rondonópolis,

de

de 2011

AGRADECIMENTOS

Á Deus pela minha vida e saúde.

A minha família que é a parte fundamental da minha vida.

A SANTANA TEXTILES que me possibilitou a realização do estágio no desenvolver

das minhas atividades diárias e rotineiras.

Aos professores que contribuíram no dia-a-dia facilitando o aprendizado deste curso

que é muito importante para o meu crescimento pessoal e profissional.

A todos os colaboradores do SENAI, principalmente ao Coordenador de curso.

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO

7

2 HISTÓRICO DA EMPRESA

8

3 ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO

10

 

3.1 MANUTENÇÃO CORRETIVA

10

3.2 MANUTENÇÃO PREVENTIVA

10

3.3 MANUTENÇÃO PREDITIVA

11

4

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

12

 

4.1 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO ESTAGIÁRIO

12

4.2 INDIGO

13

 

4.2.1 Gaiola

14

4.2.2 Tingimento

14

4.2.3 Acumulador

15

4.2.4 Centro de Engomagem

15

4.2.5 Secador de Cilindros

16

4.2.6 Enroladora S-800

16

4.2.7 Manutenção Corretiva

17

4.2.8 Manutenção Preventiva

18

4.2.9 Manutenção Preditiva

18

 

4.3

LINHA INTEGRADA

19

 

4.3.1 Escovador “Vibratex’’

19

4.3.2 Chamuscagem

20

4.3.3 Engomadeira

20

4.3.4 Entortador de Trama

20

4.3.5 Torre de Secagem

21

4.3.6 Rama

21

4.3.7 Encolhimento

21

4.3.8 Pálmer

22

4.3.9 Manutenção corretiva

22

4.3.10 Manutenção preventiva

23

4.3.11 Manutenção Preditiva

24

5

CONCLUSÃO E SUGESTÕES

25

BIBLIOGRAFIA

26

 

ANEXOS

27

7

1 INTRODUÇÃO

O presente relatório tem por objetivo descrever as atividades exercidas durante o

período de estágio curricular supervisionado realizado junto á Empresa Santana Têxtil

Rondonópolis Mato, grosso, com sede no Anel Viário Conrado Sales Brito

Jardim Atlântico.

S/n - Bairro

Para uma boa realização do estágio supervisionado, a empresa tem fator fundamental,

pois possibilita o total desenvolvimento das atividades propostas pelo curso, sempre

apoiando a execução das atividades e esclarecendo as dúvidas que surgiam no decorrer da

execução das atividades rotineiras.

Neste relatório serão encontrados registros das atividades do dia a dia de um mecânico

de manutenção, as quais, o aluno tem a oportunidade de relacionar totalmente com o que foi

visto em sala de aula, ou seja, a teoria aliada a prática.

8

2 HISTÓRICO DA EMPRESA

O nome SANTANA veio para homenagear a Padroeira da cidade de Jaguaruana,

cidade Natal de um dos nossos fundadores. Senhora Santana foi a avó de Jesus, mãe de

Maria.

Fundada em 1963, na cidade de Jaguaruana, no Vale do Jaguaribe-CE, a Santana

Textil do Brasil iniciou suas atividades com a produção de redes.

Em 1978 foi a maior fabricante de redes do país fabricando uma média de 36.000 und

/ mês.

Em 1979 nasce a Fiação Santana, primeira fiação 100% brasileira, totalmente voltada

para o processo open-end, utilizando máquinas de última geração para a produção de fios de

algodão.

Em 1994 iniciam as atividades na cidade de Horizonte, municipio do Ceará. A

Santana Textil do Brasil, como passou a ser chamada, se verticaliza e inicia a produção de

denim, com capacidade inicial instalada de 700.000 metros / mês.

Em 2002 o Grupo Santana adquiriu duas unidades têxteis no município industrial de

São Gonçalo do Amarante, Rio Grande do Norte, com capacidade para produção de

1.000.000 de metros/mês de tecido índigo (Denim).

Atualmente as unidades geram mais de 1.400 empregos diretos e são responsáveis por

um faturamento anual bruto de R$ 280,0 milhões, com capacidade produtiva instalada para

48,0 milhões de metros/ano de Denim.

Em 2006 a Santana inicia suas atividades produtivas na cidade de Rondonópolis,

cidade localizada a 230 Km de Cuiabá, no estado do Mato Grosso.

9

Em 2007 deram-se inicio as atividades da Santana na Argentina, exatamente na

cidade de Chaco.

México!

Nossos planos de expansão são ousados. Vamos agora forte para o

Hoje, formamos o Grupo Santana,

com 5 unidades fabris e temos ainda sede

comercial na cidade de São Paulo e um Show room em Buenos Aires. O grupo conta ainda

com uma usina, em Jaguaruana.

Hoje a empresa atende o mercado interno e externo na venda de fios em bobinas e o

produto final que é o tecido Djeans (Denim),Como toda e qualquer empresa nos dias de

hoje, por estar enfrentando um mercado muito competitivo, ela esta investindo em

maquinário de alto custo e a mais alta tecnologia, para alcançar uma maior qualidade,

quantidade e pontualidade.

10

3

ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO

Em termos operacionais a manutenção tende a ser organizada em:

• Manutenção Corretiva

• Manutenção Preventiva

• Manutenção Preditiva

3.1

MANUTENÇÃO CORRETIVA

A Manutenção Corretiva é aquela de atendimento imediato á produção, quando a

máquina ou equipamento apresenta defeito ou falha

A Manutenção Corretiva pode ser dividida em Manutenção de Emergência e

Manutenção Programada.

A Manutenção de Emergência é aquela em que constatado a falha, o atendimento deve

ser feito, para recolocar o equipamento em funcionamento normal.

A Manutenção Programada se faz, registrando as falhas dos equipamentos e

programando-se um momento mais oportuno, para a intervenção do pessoal de

manutenção, para reparar esses defeitos, recolocando o equipamento em funcionamento

adequado.

3.2 MANUTENÇÃO PREVENTIVA

A

Manutenção

Preventiva

tem

como

finalidade,

a

realização

de

tarefas

que

prolonguem a vida de máquinas e equipamentos, prevenindo quebras e procurando observar

11

o equipamento com diversos métodos de medições e análise, que levem a programação de

manutenção corretiva, antes que o equipamento falhe.

A manutenção preventiva trabalha com inspeções periódicas, de maneira a prevenir

falhas e mesmo prolongando a vida de componentes que muitas vezes, por recomendações

de históricos anteriores, deveriam ser trocadas, mas que

através análises diversas, constata-se a sua integridade, ganhando uma sobrevida.

3.3 MANUTENÇÃO PREDITIVA

Manutenção Preditiva é aquela que indica as condições reais de funcionamento das

máquinas com base em dados que informam o seu desgaste ou processo de degradação

trata-se da manutenção que prediz o tempo de vida útil dos componentes das máquinas e

equipamentos e as condições para que esse tempo de vida seja bem aproveitado.

Com base nesses conceitos de manutenção a empresa garante os seguintes ganhos:

aumento de confiabilidade, melhora da segurança (máquinas e equipamentos), diminuição

de custos, aumento da vida útil, melhora da qualidade.

12

4 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS.

A empresa SANTANA TEXTÍL dispõe de: Máquinas de Tingimento, Máquina de

alinhamento e gomagem, Revisadeiras, Urdideiras, Túnel de embalagem, máquinas de

usinagen ,máquinas de corte , e acabamento. E do setor de utilidades que abrange:

caldeira,sala de compressores,(E.T.E) Estação de tratamento de esgoto, (E.T.A) Estação de

tratamento de água, Estação elevatória.

Durante este período junto a Santana Têxtil foram conciliadas as realidades vividas na

fábrica ao aprendizado obtido na sala de aula. Este é o objetivo proposto neste projeto de

estágio.

4.1 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO ESTAGIÁRIO

Descrição Sumária: Executar os serviços de manutenção mecânica, montando e

desmontando máquinas e equipamentos, reparando ou substituindo peças, visando o seu

perfeito funcionamento e prolongamento de sua vida útil.

Efetua as inspeções de rotina para diagnosticar o estado de conservação e

funcionamento dos equipamentos mecânicos;

Executar

serviços

de

manutenção

corretiva

em

todos

os

assegurando o seu adequado funcionamento.

equipamentos

Executar serviços de manutenção preventiva baseando-se em check-list e

inspeções em todos os equipamentos, mantendo em suas legitimas e adequado

acessórios em funcionamento.

13

Executar a lubrificação, regulagens e calibragens de todos os equipamentos

mecânicos

e

pneumáticos,

conforme

especificações

utilizando os instrumentos apropriados;

de

cada

máquina,

Anotação feita em troca de peças e reparos, mantendo os dados de referência

dos equipamentos e peças de reposição para ser feito um controle.

Verificação do estado dos rolamentos, trocando-os se necessário, de acordo

com padrões estabelecidos;

Execução de pequenos e grandes serviços de usinagem, utilizando o torno

mecânico na fabricação de peças, Retífica,Rosca etc. conforme solicitado.

Executa pequenos e grandes serviços de solda, corte com maçarico, traçagem e

corte de peças, conforme solicitado.

Zelo pela conservação dos equipamentos, ferramentas e máquinas utilizadas,

observando

as

normas

aproveitamento;

de

segurança

e

conservação,

para

obter

melhor

Durante o período de estágio, no desenvolvimento do trabalho, nem sempre a teoria é

igual ao que vivenciamos na prática, mas estas dúvidas vieram a contribuir de forma

positiva para que pudesse ser vivenciada uma real noção do que é trabalhar em um setor de

manutenção de uma grande fábrica.

4.2

INDIGO

A maquina índigo serve para tingimento de fios e ela se divide em seis partes.

14

1º-Gaiola

2º-Tingimento

3º-Acumulador S-300

4º-Engomagem S-500

5º-secador de tecido S-600

6°-Enrrolador S-800

4.2.1 Gaiola

A função é montar o arquivo que controla e mantém a tensão de entrada do fio.

Uma gaiola contém 14 rolos, um rolo tem trezentos e nove fios, os quatorzes rolos tem

quatro mil trezentos e vinte e seis fios.

Nessa parte do equipamento como atividade eram realizadas, trocas de rolamentos;

cintas de freio e lubrificação de engrenagens.

4.2.2 Tingimento

Entra na caixa lavagem para retirar as gorduras provenientes de óleo vegetal.

Essa lavagem é feita com uma solução a base de soda caustica e produtos umictantes

aquecido á 50°.

Após passar no banho de umictação o fio será lavado com água corrente á 50° com o

intuito de retirar o excesso de soda caustica do processo anterior.

Em seguida no tingimento propriamente o fio submetera as seis (06) mergulhos

continuo onde acontecera á sobre posição de corantes até se chegar a cor desejada.

15

O processo seguinte o fio será lavado novamente para retirar do processo anterior de

corantes que entrara na pré-secagem que terá a função de manter e controlar a umidade do

fio em mais ou menos (+ -) 8% de umidade.

Como atividade pratica nessa parte do equipamento, eram realizadas as substituições

de selos mecânicos, rolamentos, cilindros emborrachados.

Esse tipo de manutenção era preventivo, e corretivo, pois a troca de selo e rolamentos

se dava somente quando o mesmo apresentava a quebra ou rompimento.

4.2.3

Acumulador

Neste processo seguinte, o fio será entregue ao acumulador que tem a função única e

exclusiva de manter o tingimento continuo sem interferência de parada a qual ocasionaria

manchas consequenciamento de segunda qualidade das paradas que seriam procedentes das

trocas de rolos e rupturas que acontece do campo a seco.

4.2.4 Centro de Engomagem

O centro de engomagem está integrado á instalação de processamento de fios para

engomar fios da faixa de urdume.

A caixa de engomagem destina-se exclusivamente para engomar fios é composto de

02 bombas para circulação da goma, 06 rolos cilíndricos, 03 redutores ,vapor , etc.

Para evitar a substituição continua dos rolos, os mesmos passavam pelo processo de

usinagem, sendo retificados e usados novamente na maquina, entretanto esse processo de

retifica se da por determinado tempo, ou seja, a vida útil do rolo, que ao atinigir o diâmetro

mínimo, é corretamente descartado, e substituído por um novo, e assim segue o processo.

16

4.2.5 Secador de Cilindros

O secador S-600 compõe-se de 14 cilindros secadores que consistem no aquecimento

de vapor. Com o sistema de acionamento de correntes, tensor hidro-pneumático de

correntes, dispõe-se de 03 exaustores de aspiração variantes.

O secador de cilindros está integrado á instalação de processamento de fios para

colocar no grau de secagem desejados fios têxteis que estiverem úmidos por causa da

preparação do tingimento e da engomagem.

Essa parte da maquina, não apresenta muita manutenção.

4.2.6 Enroladora S-800

Este e o ultimo processo da maquina índigo, o enrolador que está integrado ao

enrolamento dos fios processando em rolos de tear. Os rolos de tear carregados com fios

estão prontos para o processamento posterior.

O enrolador é composto

de rolo cilindro de alimentação, cilindro

de pressão,

equipamento pneumático, cilindro compactador para dar firmeza nos fios compactados nos

rolos. Dispositivo de pente para separação de fios para não ocasionar quebra de fios.

Nesta maquina

as atividades

relacionadas

a manutenção

foram orientadas

pelo

supervisor e com base no manual de instrução da própria maquina.

17

4.2.7 Manutenção Corretiva

Na maquina índigo há dois tipos de manutenção corretiva; corretiva programada e

corretiva emergencial.

4.2.7.1 Corretiva programada.

E aquela que é detectado um ruído anormal no redutor, rolamento vazamento de selo

mecânico e outros. Más e feito a programação para ser substituído na troca dos carretéis que

é uma parada de (40) minutos a cada 18 horas de produção que é feito na troca de partidas.

4.2.7.2 Corretiva emergencial

Quando

parada

na

maquina

índigo,e

feito

a

manutenção,

trocando

os

rolamentos,selos mecânicos,bombas,válvulas e o que foi o motivo da quebra.

Depois de liberado

é feito

uma

avaliação

para

saber a causa

da quebra,se é

desgaste,falha operacional ou falha do equipamento.

Na figura 01, temos a foto de algumas peças da maquina índigo.

equipamento. Na figura 01, temos a foto de algumas peças da maquina índigo. Figura 01- maquina

Figura 01- maquina índigo. Fonte: do autor

18

4.2.8 Manutenção Preventiva

A cada 720h de trabalho é realizada uma parada no sentido de prevenir uma

manutenção não programada, fazendo com que os custos de não produção sejam maiores e

nessa maquina é verificado alguns dos seguintes itens:

Verificar ruídos / contato visual e acústico dos acionamentos / rolamentos

dos cilindros de alimentação; pressão; oscilantes / redutores de transmissão.

Verificar vazamento hidráulico e pneumático nas tubulações e conexões.

Verificar funcionamento dos purgadores / visores de retenção de vapor /

exaustores da coifa / válvulas de controle e a bomba de condensado.

Verificar vazamento nas bombas de circulação de goma, como selo mecânico

gaxetas.

Limpeza do trocador de calor do sistema hidráulico; limpeza filtro; limpeza

das tubulações para que não haja entupimento.

Verificar ruídos das engrenagens e a temperatura do óleo nos redutores.

Verificar eixos de todos os cilindros canelados da maquina

desgaste.

se não

á

Verificar vazamento nos selos mecânicos das bombas de ácidos; tensoativo; soda

cáustica e acido acético.

Após feito estás verificações é programada a manutenção preventiva.

4.2.9 Manutenção Preditiva

Para essa máquina, não há esse tipo de manutenção.

19

4.3 LINHA INTEGRADA

Aqui segue a descrição de funcionamento e o detalhamento cada parte que compõe a

linha intergrada.

Depois da tecelagem, o tecido precisa ser quimicamente e mecanicamente tratado para

ter um aspecto macio e suave toque com estabilidade dimensional, tanto no urdume quanto

na trama prevenindo o encolhimento em lavagem subseqüente.

Está linha se divide em oito partes.

1°-Escovador

2°-Chamuscadeira

3°-Engomadeira

4°- Entortador de trama

5°- Torre de secagem

6°- Rama

7º- Encolhimento

8°- Pálmer

4.3.1 Escovador “Vibratex’’

Com grande poder de escovar a função é eliminar impurezas soltas do tecido

acondicionando os pelos para uma perfeita chamuscagem.

Possui caixa fechada com ligação para exaustor de pó e porta móvel. As escovas são

motorizadas ajustáveis para dar mais ou menos pressão no tecido e montadas sobre

rolamentos.

20

4.3.2 Chamuscagem

Esse processo situa-se para cada tipo de tecido a ser chamuscado, regula-se a chama

do fogo automaticamente no ponto exato e apropriado afim de se obter uma chamuscagem

perfeita ou seja a função e queimar os pelos mais intensos e uniformes sem afetar a estrutura

física e química do tecido.

A chama do queimador só será ativada quando a velocidade da maquina for superior a

20m/min, junto com o ventilador e exaustor.

4.3.3 Engomadeira

Depois do processo anterior o tecido entra no compartimento de mergulho em um

tanque de impregnação que cujo a função é adicionar maciante no tecido para melhorar a

característica do tecido e manter o peso ideal. Em seguida passa em um conjunto de cilindro

chamado Fulard cujo a função é retirar o liquido do tecido até alcançar uma umidade

residual concentrada.

4.3.4 Entortador de Trama

A função é retirar defeito do tecido que vem da tecelagem.

21

4.3.5 Torre de Secagem

A

torre

de

secagem

compõe-se

de

20

cilindros

secadores

que

consistem

no

aquecimento de vapor tendo válvulas controladora que tem á função de controlar a

temperatura ajudando a controlar a umidade do tecido na saída dos cilindros inferiores.

4.3.6 Rama

Neste processo tem a finalidade de guiar e alinhar o tecido mantendo tensionado o

tecido até a parte mais fundamental da maquina.

4.3.7 Encolhimento

A unidade de encolhimento e um equipamento que tem a finalidade de encolher o

tecido , que esse encolhimento de 14% que e definido por norma.

A unidade de encolhimento e composto de um cilindro com o diametro de 500mm,

uma manta de borracha com á espessura de 68mm e com o peso de 500kg.

O processo é que o tecido passa entre a borracha e o cilindro com uma temperatura de

150º em uma pressão de 25% da manta de borracha, a unidade de encolhimento e o pálmer

existe uma variação de velocidade para que o tecido entre eles não á diferença de tensão e

um compensar o outro .

22

4.3.8 Pálmer

O Pálmer é uma unidade de secagem que tem a função de fixar o encolhimento do

tecido. O Pálmer é um cilindro de grande diâmetro aquecido com 150º de temperatura que

se envolve por um feltro de poliéster, cuja á segunda função e conduzir o tecido pelo

cilindro sem nenhuma tensão. Os cilindros de saída fazem a secagem do feltro ,com isso

fixando e controlando o encolhimento do tecido.

Nesta máquina as atividades relacionadas á manutenção foram orientadas pelo

supervisor e com base no manual de instrução da própria maquina.

4.3.9 Manutenção corretiva

Quando da parada da máquina linha integrada por motiva de quebra é feito á troca de

peças consertando-o e aqui estão algumas manutenções corretivas.

Troca dos rolamentos dos cilindros secadores.

Vazamento de vapor no eixo do cilindro da calandra.

Quebra da correia da secadeira.

Quebra do rolamento da calandra.

Quebra ou trincas dos cilindros.

Quando a borracha do cilindro fulard tem perca na dureza do material ele tem

de ter um ressecamento até chegar a quebra com isso tem de parar a maquina.

Depois de liberado é feito uma avaliação para saber a causa da quebra, se é desgaste,

falha operacional ou falha do equipamento.

23

Na figura 02, tem se o cilindro da prensa com o detalhe da falha, ou seja, a trinca que

provavelmente foi ocasionada por fadiga do material que o compõe.

foi ocasionada por fadiga do material que o compõe. Figura 02 – Cilindro prensa. Fonte: Do

Figura 02 – Cilindro prensa. Fonte: Do autor.

4.3.10 Manutenção preventiva

A cada 500h de trabalho e realizada uma parada no sentido de prevenir uma

manutenção não programada, fazendo com que os custos de não produção sejam maiores e

nessa maquina é verificado alguns dos seguintes itens:

Verificar vazamento de óleo do redutor da talha elétrica.

verificar funcionamento do cilindro de frenagem / cilindro limpador / cilindro

prensa cilindros tensionadores duplos 1 e 2.

Verificar vazamento de vapor em flexíveis / conexões / quebra-vácuo /

válvulas de segurança dos cilindros.

verificar

funcionamento

dos

cilindros

roletes

/

cilindros

espremedores

/

cilindro de frenagem e sistema de refrigeração.

Verificar pressão máxima de espremedura e estiramento da manta de borracha.

Verificar entupimento nos chuveiros de refrigeração.

24

Verificar circulação de água nos cilindros de refrigeração.

Verificar todos os cilindros da maquina para ver se não á desgaste no eixo.

Durante a manutenção preventiva, foi detectada o desgaste no eixo do cilindro guia, na

pagina seguinte, esta representado na figura 03.

guia, na pagina seguinte, esta representado na figura 03. Figura 03 – Cilindro Guia com desgaste

Figura 03 – Cilindro Guia com desgaste no eixo. Fonte: Do autor.

4.3.11 Manutenção Preditiva

Para essa máquina, não há esse tipo de manutenção.

25

5 CONCLUSÃO E SUGESTÕES

Através do estágio pode-se perceber a realidade encontrada para um técnico de

manutenção, e também constatar que a teoria auxilia a prática, economizando tempo e

dinheiro para facilitar a manutenção.

Portanto

foram

alcançados

os

objetivos

deste

estágio,

no

qual

foi

de

grande

importância a formação profissional, técnica e como ser humano.

Ao longo do desenvolvimento desse estágio a conclusão que se obtém, e que a

manutenção bem planejada é fundamental para um bom funcionamento da maquina.

E com o término deste estágio e crendo que a área mecânica industrial a cada dia que

passa só ganha algo mais moderno e diferente, exigindo de nós uma constante atualização

profissional. Com auxilio do supervisor, permitiu que as dúvidas que ainda restavam da sala

de aula, fossem sanadas na pratica.

A empresa Santana Textiles trabalha encima da manutenção preventiva e que ela

possa implantar a manutenção no qual ela só tem a ganhar na vida útil da máquina.

(qualidade, produtividades, pontualidade e lucro).

E com isso a empresa possa investir em equipamento com novas tecnologia e também

na satisfação de seus colaboradores e principalmente clientes.

26

BIBLIOGRAFIA

Atlas – disponível em www.atlascopco.com.br Acesso em 22 de maio de 2008.

Cestari – disponível em www.cestari.com.br Acesso em 18 de maio de 2008.

Chicago– disponível em www.chicagopneumatic.com.br Acesso em 13 de maio de 2008.

SKF – disponível em www.skf.com. Acesso em 20 de maio de 2008.

27

ANEXOS

ANEXO A - REDUTOR CESTARI

ANEXO B – ROLAMENTO DA TORRE DE SECAGEM

28

ANEXO A - REDUTOR CESTARI

28 ANEXO A - REDUTOR CESTARI Redutor Cestari, responsável por acionar o cilindro de borracha da

Redutor Cestari, responsável por acionar o cilindro de borracha da maquina esticadora e

tecido.

29

ANEXO B – ROLAMENTO DA TORRE DE SECAGEM

29 ANEXO B – ROLAMENTO DA TORRE DE SECAGEM Rolamento Y UCR 214 SKF, que foi

Rolamento Y

UCR 214

SKF, que foi substituído do tambor da torre de secagem, por

apresentar ruído devido ao desgaste natural de utilização