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Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências Físicas e Matemáticas Departamento de Matemática

TEOREMA DE GREEN, GAUSS E STOKES

Junho 2012

Prof. Félix Pedro Quispe Gómez

Doutor em Matemática - Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil.

Aline G. C. de Vasconcelos

Graduanda de Engenharia Sanitária e Ambiental - UFSC Matrícula: 08240003

Índice

1. Teorema de Green

2

1.1. Aplicação: Área de uma região plana

4

1.2. Exercícios

5

1.3. Teorema de Green - Uma extensão para Stokes e Gauss

10

2. Teorema da Divergência Teorema de Gauss

11

2.1.

Interpretação física da Divergência

12

2.1.

Exercícios

14

3. Teorema de

18

3.1.

Exercícios

20

4. Referências Bibliográficas:

25

1.

Teorema de Green

O teorema de Green relaciona uma integral de linha ao longo de uma curva fechada C no plano xy com uma integral dupla sobre a região limitada por C. Este teorema será generalizado para curvas e superfícies no 3 .

Definição: Seja D região plana limitada, que é reunião finita de regiões simples, cada uma com fornteira constituída de uma curva suave por partes. Se A(x,y) e B(c,y) são de classe C1 num aberto contendo D e sua fonteira γ então:

classe C1 num aberto contendo D e sua fonteira γ então: ∫ ( ) ( )

(

)

(

)

[

(

)

(

)]

(

)

onde γ é percorrida deixando D sempre à esquerda (dizemos γ -orientada positivamente). De maneira abreviada:

 
 

∬ (

)

(

)

Prova:

 

1º Caso:

Suonhamos D-região sim ples (com o aspecto abaixo, por exemplo)

 
 
    2
 

2

(

)

[

(

(

(

(

(

)

)

(

)

)

(

(

)

)

(

(

)

(

(

)

(

)]

)

)

(

)

A última igualdade ocorre, uma vez que a parte paralela ao eixo x em nada contribui

com a integral.

Analogamente,

(

)

(

)

A soma destas igualdades fornece a prova deste primeiro caso.

2º Caso:

Suponhamos D = D 1 U

fronteira constituída de uma curva suave por partes γ i , i = 1,

UD n reunião finita de regiões simples, cada uma com uma

,n.

Temos já provado:

(

)

A soma das integrais sobre D i é uma integral sobre D. Logo,

(

)

(

)

A fronteira de D é constituida por partes das curvas γ i.

Podem existir partes das curvas γ i que não fazem parte de γ , como mostra a figura.

Estas partes serão percorridas duas vezes, uma em cada sentido, em nada contribuindo com o

Estas partes serão percorridas duas vezes, uma em cada sentido, em nada contribuindo

com o membro direito de (3).

Logo,

∬ (

)

1.1. Aplicação: Área de uma região plana

Tomando-se A= 0 e B(x,y)= x, temos Área de D =

Tomando-se A(x,y) = -y e B = 0, temos Área de D =

Ainda, somando-se as duas igualdades anteriores temos Área de D =

 

Exemplos:

 

1.

Use o Teorema de Green para calcular :

 
 

(

(

)

onde gama é o quadrado de vértices (0,0), (a,0), (0,a) e (a,a).

 

Resolução:

 
 

(

(

)

[(

 

)

(

)]

  = ∬  
 

=

 

=

 

2.

Usando o Teorema de Green calcule

, ao

longo da circunferência

 

(

)

= 1, no sentido

4

(1.4)
(1.4)

horário, sendo

(

)

Resolução: A figura mostra a curva C . Como C está orientada no sentido horário, não podemos usar o teorema de Green diretamente. No entanto, podemos aplicar esse teorema para calcular a integral sobre a curva C e depois

usar a propriedade

.

Temos:

∬ (

)

∬ (

Passando para coordenadas polares, vem

1.2.

Exercícios:

[∫

(

(

.

(

) |

)

)

]

∫ ⃗ ⃗ Exercícios: ∫ ∫ ∫ [∫ ( ( . ( ) | ) )

)

1. Sejam P(x,y) e Q(x,y), funções reais de classe C 1 em U=IR 2 {A,B}, tais que

que

Resolução:

em U. Sendo C1,C2, e C3 as curvas, cacule

.

, supondo

em U=IR 2 – {A,B}, tais que que ∮ Resolução: em U. Sendo C1,C2, e C3
em U=IR 2 – {A,B}, tais que que ∮ Resolução: em U. Sendo C1,C2, e C3

∬ (

)

∬ (

)

∬ (

 

∬ (

)

 

 

∬ (

)

 

(

)

)

2. Considere o campo vetorial:

(

)

( (

)

(

)

(

)

(

)

(

)

)

Calcule o trabalho de f ao longo da elipse definida pela equação

no sentido anti-horário. Resolução:

O campo f pode ser escrito na forma:

, em que:

(

)

(

)

( (

 

)

 

(

)

(

)

 

(

)

(

(

(

)

(

)

)

)

)

percorrida

O campo h é fechado, é singular no ponto (-1,0) e não é um gradiente. Seja C

circunferência de raio 1 centrada em (-1,0), verifica-se que trabalho de h ao longo de C,

no sentido anti-horário é igual a 2π, ou seja, o campo h não é conservativo.

que trabalho de h ao longo de C, no sentido anti- horário é igual a 2π,

6

O campo g é radial com centro no ponto (1,0), pelo que g é um gradiente em 2 \

{(1,0)}.

Seja E a elipse descrita pela equação

Pelo Teorema de Green :

e percorrida no sentido anti-horário.

Por outro lado, como g é gradiente 2 \ {(1,0)}, temos

O Campo

(

) é de classe C 1 na gerião A limitada pela elipse E. Pelo Teorema de

Green temos:

 

∫ (

)

Portanto:

 

3. Use o Teorema de Green para calcular a integral de linha ao longo da curva dada com orientação positiva.

a)

b)

Resolução:

(

a) A região D é dada por: {(

)

)|

e

∬ [

(

.

)

 

∫ ∫(

)

∫[

]

∫(

)

(

) (

}, então

(

) ]

)

(

)

b)

4.

(

∫ ∫(

 

)

∬ [

(

)

   

∬(

)

(

 

)(

)

∫ (

)

∫(

 

[

]

[

]

(

) ]

)

)

a) Se C é o segmento de reta ligando o ponto (

que

) ao ponto (

b) Se os vérticers de um polígono, na ordem anti-horária, são (

., (

), mostre que a área do polígono é

[(

)

), mostre

), (

(

),

)

(

)]

c) Determine a área do pentágono com vértices (0,0), (2,1), (1,3), (0,2) e (-1,1).

Resolução

a)

Parametrizando temos :

 

(

)

(

)

 

(

)

(

)

 

∫[(

)

] (

)

 

[(

)

](

)

(

)

(

)

[(

)(

)

(

)(

)]

 

∫(

)

b)

Aplicando o Teorema de Green à trajetória

 

, onde

é

o segmento de linha que une (

) a (

), para

 

,

e

é o segmento de linha que une (

 

) a (

).

Pela equação (4)

Assim, a área do poligono é:

( ∫

)

, onde D é o polígono limitado por

Para avaliar essas integrais pode-se usar a formula em a) para chegar em:

(

)

[(

)

(

)

(

)

(

 

].

c)

(

)

[(

)

(

)

(

)

(

(

)

)

 

(

)]

 

(

)

(

)

5. Uma lâmina plana com densidade constante ρ(x,y) = ρ ocupa uma região do plano xy limitada por um caminho fechado simples C. Mostre que seus momentos de inércia em relação aos eixos são :

Resolução:

Pelo Teorema de Green,

∬(

∬(

)

)

6. Se uma circunferência C de raio l rola ao longo do interior da circunferência um ponto fixo P de C descreve uma curva chamada epiciclóide,

com equações paramétricas

gráfico da epiciclóide e use (4) para calcular a área da região que ela envolve.

Faça o

Resolução:

Resolução: ∮ ∫ ( ) ( )   ∫ ( ) [ ( ) ( )

∫ (

) (

)

 

∫ (

)

[

(

)

(

)

 

(

)]

1.3. Teorema de Green - Uma extensão para Stokes e Gauss

Suponhamos A, B, Γ, D nas condições do teorema de Green. Então:

Colocando

A equação acima fica:

Lembrando que

E notando que

obtemos:

Prova de (1.6):

Seja

(

) e ⃗⃗

∮ ⃗

∮ ⃗⃗

(

⃗ (

⃗⃗ (

)

)

∮ ⃗

⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗

⃗⃗

(

(

⃗⃗

∬ (

)⃗⃗

)⃗⃗

∮ ⃗

⃗⃗

⃗⃗

 

)

 

(

)⃗⃗

(

)⃗⃗

(

)

(1.6)

 

(

)

) (rotação de 90º de no sentido anti-horário).

 

⃗⃗⃗⃗

⃗⃗⃗⃗

Temos:

(

) e

(

)

Assim:

⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗

⃗⃗⃗⃗

O

teorema de Green, na formulação anterior admite uma extensão.

 

2.

Teorema da Divergência Teorema de Gauss.

O

teorema da divergência expressa uma relação entre uma integral tripla sobre um

sólido e uma integral de superfície sobre a fronteira desse sólido.

Definição: Seja Ω um sólido limitado por uma superfície fechada S, formada por um

número finito de superfícies suaves e seja normal externa unitária. Se as componentes

de ⃗⃗⃗⃗ (

) tem derivadas parciais contínuas num aberto contendo Ω, então

∬ ⃗⃗

⃗⃗

(

)

aberto contendo Ω , então ∬ ⃗⃗ ⃗ ∭ ⃗⃗ ( ) Para continuar é bom

Para continuar é bom relembrar o Teorema do Valor Médio do Cálculo Integral:

Seja

[

]

contínua. Então, existe

 

(

) tal que

 

(

)

(

) (

)

Resultado análogo continua válido para integrais triplas. Mais especificamente:

contínua na esfera E. Então existe P 0 no interior de E tal que:

(

)

(

(

)

(

)

2.1.

Interpretação física da Divergência

P

ponto arbitrário

B

ε – bola fechada de centro P, raio ε

0, imersa em um fluído.

S ε superfície de B ε

⃗⃗ (

Pelo teorema da Divergência, temos:

) velocidade do fluído no ponto (x,y,z), com derivadas parciais contínuas.

Logo,

∬ ⃗⃗

⃗⃗

⃗⃗

= fluxo para fora de S ε .

(

)

Aplicando o Teorema do Valor Médio para o segundo membro de (2.2), temos:

∬ ⃗⃗

⃗⃗

(

)

(

)

membro de (2.2), temos: ∬ ⃗⃗ ⃗ ⃗⃗ ( ) ( ) onde P ε Fazendo

onde P ε

Fazendo ε

B ε , ou seja:

0 temos P ε

⃗⃗

⃗⃗

P e assim:

(

)

(

)

= intensidade de fluxo em P.

Assim: ⃗⃗ é o valor limite do fluxo por unidade de volume sobre uma esfera de centro em P, quando o raio da esfera tende a zero.

Se conhecermos ⃗⃗ e tomamos uma pequena esfera de centro P, temos

⃗⃗

⃗⃗

Logo: se

⃗⃗

então o fluído “se afasta” de P, isto é, P é uma fonte. Se

então o fluído “se aproxima” de P, isto é, P é um poço ou sumidouro.

Se

⃗⃗

⃗⃗

diz-se que o fluído é incompressível.

é chamada equação de continuidade dos fluídos incompressíveis.

Exemplos:

1.

Calcular

exterior do cubo limitado pelos planos coordenados e pelos planos x = 1, y = 1

e z = 1.

[(

)

] , onde S é a superfície

Resolução:

Como S é formada por seis partes suaves, para

obtermos I usando a definição devemos calcular seis

integrais de superfície. Pelo teorema da divergência,

podemos transformá-la em uma única integral tripla.

Seja ⃗⃗ o vetor normal unitário exterior a S.

tripla. Seja ⃗⃗ o vetor normal unitário exterior a S. Como ⃗ derivadas parciais contínuas em

Como

derivadas parciais contínuas em 3 , temos:

(

)⃗

⃗⃗ é uma função vetorial contínua que possui

∬[(

)

(

)

]

∭[

]

2. Sejam Ω – sólido limitado por

⃗⃗ (

)

Resolução:

∬ ⃗⃗

⃗⃗ . Use o teorema da divergência para calcular o fluxo ∬ ⃗⃗

Resolução: ∬ ⃗⃗ ⃗ ∭ ⃗ ⃗⃗ . Use o teorema da divergência para calcular o

(

)

2.1.

Exercícios:

1.

Considere a superfície

{(

)

}

e o campo vetorial

(

)

(

). Calcule o fluxo F através de S no

sentido da normal à sua escolha:

a) Pela definição de fluxo.

b) Usando o Teorema da Divergência.

Resolução: S é um hiperbolóide que em coordenadas cilindricas (ρ,θ, z) é descrito por √
Resolução:
S é um hiperbolóide que em coordenadas cilindricas (ρ,θ,
z) é descrito por
, e
encontra-se representado pela figura:
Para o cálculo do fluxo basta considerar a
parametrização
A região D
{(
z)
(
)
(√
)
Nota-se que a imagem de g é S/L, sendo L a linha sobre S em que y=0; x >0.
Assim:
(
)
)
( √
(√
)
(
(
))
∫ ∫
(√
) (√
)
∫ ∫ (√
) (√
)

∫[(

)

]

2. a) Os pontos P 1 e P 2 são fontes ou sorvedouros para o campo vetorial F mostrado na figura? Dê uma explicação baseada exclusivamente na figura. b) Dado F(x,y) = (x,y 2 ), use a definição da divergência para verificar sua resposta da parte a).

Resolução:

(

)

para verificar sua resposta da parte a). Resolução: ( ) a) Os vetores que terminam próximos

a)

Os vetores que terminam próximos à P 1 são menores que os vetores que iniciam

próximos à P 1 , então o fluxo da rede é para fora, e P 1 é uma fonte. Os vetores que terminam próximos à P 2 são maiores que os vetores que iniciam próximos à P 2 , sendo assim, o fluxo da rede é para dentro e P 2 é um sorvedouro.

b)

(

)

〉 ⇒

O valor de y em P 1 é positivo,

então

é positivo, assim, P 1 é uma fonte. Em P 2 , y < -1, então é negativo, e P 2 é um sorvedouro.

 

3.

Use o Teorema da Divergência para calcular a integral de superfície

, ou

seja, calcule o fluxo F através de S.

a)

(

)

, S é a superfície da caixa

 

delimitada pelos planos x = 0, x = 1, y = 0, y = 1, z = 0 e

z = 2.

 

b)

(

)

, S é a superfície do sólido limitado

 

pelo cilindro

e os planos z = x + 2 e z = 0

 

c)

(

)

(

)

(

)

S é a superfície do

 

sólido limitado pelos hemisférios

e

pelo plano z = 0.

 

d)

Use um sistema algébrico computacional para plotar o campo vetorial

 

( )

 

no cubo

obtido cortando o primeiro octante pelos planos

Em

seguida calcule o fluxo através da superfície do cubo. Resolução:

a)

 

(

)

(

 

Assim, pelo teorema da divergência

 

∬ ∭

 
 

∫ ∫ ∫

 

b)

 

∬ ∭

(

)

 

∫ ∫(

 

)

c)

(

)

 

[

]

)

z (

(

[

(

(

[

)

]

[

(

]

)

[

)

)

)

]

]

d)

d) Pelo teorema de Gauss, o fluxo de F, pela superfície do cubo é:   ⁄

Pelo teorema de Gauss, o fluxo de F, pela superfície do cubo é:

 

[

]

4. Use o Teorema da Divergência para calcular

∫ ∫(

)

Onde S é a esfera Resolução

∫ ∫

Então Fn=2x+2y+z 2 .

Para S,

Assim F=2i + 2j + zk e div F = 1.

Se B = {(x,y,z) | x 2 y 2 z 2

1}, então

∫ ∫(

)

∫ ∫(

)

∫ ∫ ∫

(

)

( )

5. 7.

Prove cada identidade admitindo que S e E satisfaçam as confições do

Teorema da Divergência e que as funções escalares e compontentes do campo vetorial tenham derivadas parciais de segunda ordem contínuas.

5.

∫ ∫

Resolução

∫ ∫

∫ ∫ ∫

6.

V(E) =

onde F(x,y,z) = xi + yj + zk

Resolução

 

∫ ∫

∫ ∫ ∫

∫ ∫ ∫

(

)

∫ ∫

Resolução

7.

∫ ∫

∫ ∫

∫ ∫(

)

∫ ∫ ∫

(

)

∫ ∫ ∫

3. Teorema de Stokes.

O teorema de Stokes é uma generalização do teorema de Green para o espaço

tridimensional e pode ser utilizado para transformar determinadas integrais curvilíneas

em integrais de superfíce, ou vice-versa.

Definição: Seja S: z = f(x,y) superfície suave que se projeta numa região Ω do plano xy, nas condições do Teorema de Green.

normal unitária superior Γ – curva que delimita Ω orientada no sentido positivo. Seja γ a imagem de Γ por f, orientada no mesmo sentido de Γ.

Se as componentes de ⃗⃗ tem derivadas parciais contínuas num espaço aberto contendo

S, então:

parciais contínuas num espaço aberto contendo S, então: ∫ ⃗⃗ ∬( ⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗ ) ⃗ ⃗

⃗⃗

∬( ⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗ ) ⃗

(

)

Exemplos:

1. Usando o teorema de Stokes, calcular

(

o contorno da parte do plano x + y + z = a, a

sentido anti-horário.

) , onde C é

que está no 1º octante, no

Resolução:

A figura mostra o caminho C de integração.

Como C é formado por três partes suaves, para

obtermos a integral, devemos calcular três

integrais curvilíneas. Pelo teorema de Stokes,

podemos transformá-la em uma única integral

de superfície.

Vamos escolher uma superfície S que seja

delimitada pela curva C e orientar S de forma a ser possível a aplicação do teorema.

S de forma a ser possível a aplicação do teorema. Como a curva dada é plana,

Como a curva dada é plana, escolhemos para S o próprio plano que contém a curva.

{

[(

∬[

) (

)(

)]

(

)(

)

]

}

, onde R é a projeção de S sobre o plano xy.

Logo,

.

, onde R é a projeção de S sobre o plano xy. Logo, . 2. Seja

2. Seja S a parte do gráfico de

Determinar

com normal exterior.

⃗⃗

⃗⃗

⃗⃗

(

)

Resolução: A figura mostra a superfície S e a curva C que

delimita S. Como a normal considerada é a normal exterior,

podemos observar que a curva C deve ser orientada no sentido

anti-horário.

Usando a representação vetorial de C dada por ⃗ ( )

que a curva C deve ser orientada no sentido anti-horário. Usando a representação vetorial de C

(

)

, aplicando o teorema, obtemos:

∫ ⃗⃗

∬( ⃗⃗⃗⃗⃗⃗⃗ ⃗⃗ ) ⃗

(

)

(

(

)

3.1.

Exercícios:

)

1. Seja um balão de ar quente, com um formato esférico de raio r = 5, conforme a

figura abaixo. O ar quente escapa através dos poros da superfície deste balão com

um campo de velocidade vetorial ⃗⃗ (x,y,z) =

+ x. Se o raio da circunferência do bordo é r =

ar quente que atravessa a superfície do balão.

× Φ (x,y,z), quando Φ(x,y,z) = -y

, calcule o volume do fluxo de

Resolução

A figura mostra a representação de alguns vetores

do campo vetorial dado por (x,y,z) = -y+ x.

Como o raio do balão é r = 5, e o seu centro está

sobre o eixo-z, a variação do raio das curvas de

nível desta esfera (balão) é de 0 a 5.

Aplicando o Teorema de Stokes ,(11), tem-se que

a circulação através da superfície é igual à circulação em torno do bordo desta

superfície é igual à circulação em torno do bordo desta superfície. Seja [ ] ℝ ,

superfície.

Seja [

]

,

 

(

⃗⃗⃗⃗⃗

(

Substituindo

(

) e

(

) em

 

)

(

(

)

(

)

 

(

)

))

(

)

(

(

)

(

))

(

) (

)

 

[

]

[

]

2.

Aplique o Teorema de Stokes para calcular ( ⃗⃗⃗⃗⃗

 

[

⃗⃗⃗⃗⃗

)

(

⃗⃗

⃗ ⃗⃗ e S é a parte da superfície parabólica

)

onde

]

⃗⃗

que está abaixo

do plano z = 4 e cuja orientação é dada pelo vetor normal unitário superior .

Reolução:

Parametriza-se o círculo fronteira C de S por x = 2cos(t), y = 2sen(t), z = 4, com

0 ≤ t ≤ 2π. Então, dx = -2sent dt, dy = 2cost dt e dz = 0.

Pelo Teorema de Stokes :

( ⃗⃗⃗⃗⃗

∫ (

⃗⃗⃗⃗⃗

(

)

[

)

)

(

)(

∫ (

]

)

(

)

)

3. Seja o campo de forças definido por (x,y,z) = -4y + 2z +3x ⃗⃗ e suponha

que S seja a parte do parabolóide z = 10

Verifique o Teorema de Stokes para esse e para S, calculando:

acima do plano z = 1.

∬(

⃗ )

⃗⃗

Resolução:

Plotando o gráfico vemos que a interseção entre o parabolóide e o plano projeta uma

euperfície S sobre o plano xy. A região é delimitada pela circunferência

curva C, que é a fronteira de S, é a circunferência com centro em (0,0,1) e raio 3 no plano z = 1.

Calculamos primeiro o rot .

+

= 9. A

Assim,

∬(

 

rot

= |

⃗ )

⃗⃗

∬(

 

[

(

)(

∬(

⃗⃗ | = -2

)

⃗⃗ )

)

(

+4 ⃗⃗

⃗⃗

∬(

⃗ )

⃗⃗

)(

)

]

Fazendo a mudança de parâmetros, x=rcosθ, y=rsenθ E dxdy=rdrdθ. Com 0 ≤ r ≤ 3 e 0 ≤ θ ≤ 2π, temos:

(

)

[

]

(

)

 

[

]

4. e 5. Use o Teorema de Stokes para calcular

.

4.

F(x,y,z) = yzi + xzj + yzk, S é a parte do parabolóide acima do plano z = 5, com orientação para cima.

que está

Resolução:

O plano z=5 intercepta a parabolóide

no círculo

.

Essa curva limite C está orientada no sentido anti-horário, então a equação vetorial é

r(t)=cost i+2sent j+5k, 0 ≤ t ≤ 2π. Então

(

)

(

(

))

, e pelo Teorema de Stokes:

(

(

))

(

)

(

)

 

5.

F(x,y,z) =

+ sem(xyz)j + xyzk. S é a parte do cone

que

está entre os planos y = 0, e y = 3, orientado na direção positiva do eixo y. Resolução:

O limite da curva X é a circunferência

r(t)=3sent i+3 j+3cost k, 0 ≤ t ≤ 2π com orientação positiva. Então

com a equação vetorial

F(r(t))=729

(

)

F(r(t))- ( ) Assim

 

(

(

))

(

)

 

∫ (

)

 

(

(

)

)

[

(

)

]

(

)

6.

a) Use o teorema de Stokes para calcular

F(x,y,z) =

, onde

e C é a curva de interseção do plano x + y + z = l com o cilindro com orientação no sentido anti-horario quando visto de cima.

b) Trace o gráfico do lano e do cilindro com janelas de inspeção escolhidas de

forma a ver a curva C e a superfície que você usou na parte (a).

c) Determine as equações paramétricas para C e use-as para traçar o gráfico de C.

Resolução

a)

b)

c)

7.

A curva de interseção é uma elipse no plano x+y+z=1 com normal n= (

), rot F=x 2 j+y 2 k, e rot F n=

(x 2 + y 2 ). Então

∫ √

(

.
.

)

(

)

(

)

Uma possível parametrização é x=3cost, z=1-3cost-esent,

Uma possível parametrização é x=3cost, z=1-3cost-esent, . Use o teorema de Stokes para calcular ∫ ,

.

Use o teorema de Stokes para calcular

, onde F(x,y,z) = yi + zj + xk.

S é o hemisfério x 2 + y 2 + z 2 = 1, y=0, orientado a direção positiva do eixo y. Resolução:

A curva limite é a circunferência

na visão positiva no eixo y . Então C pode ser descrito por r(t)=costi sentk, 0

orientado no sentido anti-horario,

2 , e r (t)= sent i cost k. Assim

F(r(t)) = sent j+cost k, F(r(t))r (t) = cos 2 t

e

]

Agora rot F=-i-j-k, e S pode ser parametrizado

∫ ∫

(

)

∫(

∫ ∫(

)

[

)

]

4. Referências Bibliográficas:

1) Simmons, G. F., Cálculo com Geometria Analítica, Vol.2, McGraw- Hill, 1987

2) Stewart, J., Cálculo, Vol. 2 - 5ª Edição, Thomson Learning, 2005.