Sei sulla pagina 1di 54

CURSO DE ECF

1

CURSO DE ECF

ÍNDICE

Introdução

Emissor de Cupom Fiscal – ECF

Diferenças entre os Equipamentos de Controle Fiscal

Lacres

Definições

Documentos emitidos pelo ECF

Cupom Fiscal

Cupom Fiscal Cancelamento

Cupom Fiscal Cancelado

Leitura “X”

Redução “Z”

Leitura da Memória Fiscal

Fita Detalhe

Fita Detalhe em ECF com Memória de Fita

Leitura da Memória de Trabalho

Operações de Desconto, Acréscimos e Cancelamentos

Interligação do ECF com Outros Equipamentos

Vendas à Prazo e Operações com Vasilhames

Vedações Expressas

Obrigatoriedade de Uso de ECF

Obrigatoriedade de Emissão do Comprovante de Cartão de Crédito ou de Débito Automático em Conta Corrente por ECF

Pedido para Uso de ECF

Pedido para Cessação de Uso de ECF

Escrituração Fiscal

Mapa Resumo de Acordo com o Conv. ICMS nº 85/01

Registro de Saídas

Crédito Presumido

Uso de ECF com Emissão de Nota Fiscal

3

4

4

5

5

7

8

9

9

9

10

11

12

12

13

13

13

13

14

14

16

17

18

18

18

19

20

20

CURSO DE ECF

2

Credenciada

Atribuições dos Credenciados

Intervenção em Equipamento Emissor de Cupom Fiscal

Disposições Comuns

Penalidades

Anexos

Anexo I: Logotipo Fiscal

Anexo II: Siglas e Acrônimos

Anexo III: Pedido de Uso, Alteração e Cessação de Uso de ECF

Anexo IV: Atestado de Intervenção Técnica em ECF

Anexo V: Mapa Resumo de ECF

Figuras de ECF’s

Exemplos de Documentos Emitidos por ECF

Decreto nº 21.073/98 – Obrigatoriedade de Uso de ECF

21

21

22

24

25

28

28

29

31

32

33

34

37

50

CURSO DE ECF

3

INTRODUÇÃO

Na atual conjuntura e com o avanço tecnológico, faz-se necessário uma reestruturação na forma de gerenciamento da empresa e uma das alternativas para melhorar este procedimento é a automação comercial, que consiste na informatização e na integração de todas as operações da empresa, aumentando desta forma a confiabilidade e a manipulação dos dados.

Na área de varejo um dos mecanismos para automação comercial como forma de controle de operações e prestações realizadas pelo estabelecimento, é o Equipamento de Controle Fiscal denominado de Emissor de Cupom Fiscal - ECF, que abordaremos sua característica e funcionalidade no decorrer do curso.

Este material foi preparado com base na compilação de vários trabalhos realizados por colegas fazendários no intuito de concentrar as informações pertinentes aos Equipamentos Emissores de Cupom Fiscal – ECF.

Até 14 de julho de 1994, isto é, antes do Convênio ICMS 156/94, os equipamentos próprios para a emissão de cupom fiscal eram a máquina registradora -MR e o terminal ponto de venda - PDV. O uso desses equipamentos está regulado pelo Decreto n º 14.876/91.

A partir da celebração do referido Convênio, surgiu o Equipamento Emissor

de Cupom Fiscal - ECF que compreende o ECF - MR, o ECF - PDV e o ECF - IF.

Esses equipamentos diferem dos anteriormente existentes em vários aspectos, que estão elencados neste trabalho, na tabela denominada de "diferenças entre os equipamentos".

O Convênio ICMS 156/94 trouxe mudanças substanciais para o uso de equipamentos, possibilitando uma maior segurança das informações ali contidas e o conseqüente controle das mesmas.

O Convênio ICMS 156/94 foi revogado pelo Convênio ICMS 50/00, e este por

sua vez foi também revogado pelo Convênio ICMS 85/01. Atualmente vivemos o dilema de ter uma legislação (Decreto nº 18.592/95) baseada em um convênio bastante ultrapassado, mas que ainda pode ajudar na administração da questão, haja vista, que os equipamentos em uso em PE têm como base os Convênios ICMS 156/94 e o 85/01. Em 19/08/2005, foi publicado o Decreto nº 28.262/05, que incorpora de forma genérica à legislação tributária de PE o Convênio ICMS 85/01, porém, não altera o dilema de termos que ficar mesclando as disposições do Decreto nº 18.592/95 com as do Convênio ICMS 85/01.

Em face destes fatos, vamos procurar, neste material, mesclar a utilização destes atos normativos de forma que possamos compreender a sistemática de utilização dos ECF’s.

CURSO DE ECF

4

EMISSOR DE CUPOM FISCAL - ECF

ECF é o equipamento de automação comercial com capacidade para emitir documentos fiscais e realizar controles de natureza fiscal, referentes a operações de circulação de mercadorias ou a prestações de serviços.

O ECF compreende três tipos de equipamentos:

I - Emissor de Cupom Fiscal - Máquina Registradora (ECF-MR): ECF com funcionamento independente de programa aplicativo externo, de uso específico, dotado de teclado e mostrador próprios;

Obs.: A partir de 01 novembro de 2005, fica vedada autorização para uso de ECF-MR (Máquina Registradora), exceto na hipótese de contribuinte inscrito no CACEPE sob o Regime SIM, na condição de microempresa, com receita bruta anual de até R$ 420.000,00 (quatrocentos e vinte mil reais).

Emissor de Cupom Fiscal - Impressora Fiscal (ECF-IF): ECF

implementado na forma de impressora com finalidade específica, que recebe comandos de computador externo;

III - Emissor de Cupom Fiscal -- Terminal Ponto de Venda (ECF - PDV): ECF que reúne em um sistema único o equivalente a um ECF - IF e o computador que lhe envia comandos.

II -

DIFERENÇAS ENTRE OS EQUIPAMENTOS DE CONTROLE FISCAL

SIGLA

EQUIPAMENTO

CARACTERÍSTICA

LEGISLAÇÃO

PERTINENTE

MR

Máquina registradora

-Não identifica a mercadoria nem sua situação tributária;

Convênio ICM n° 24/86

-Possui ou não memória fiscal;

Decreto n º 14.876/91.

-Só registra operação relacionada com o ICMS.

PDV

Terminal Ponto de Venda

-Identifica a mercadoria e sua situação tributária

Convênio ICM n° 44/87

-Possui ou não memória fiscal

Decreto n º 14.876/91

-Registra operações relacionadas ou não com o ICMS

-Pode ou não ser modular

-É gerenciado por software aplicativo

ECF

Máquina registradora - MR

-Identifica a mercadoria e sua situação tributária

Convênio ICMS n° 85/2001 e Decreto n º 18.592/95 e alterações

-Registra operações relacionadas ou não com o ICMS

-Possui memória fiscal

-É gerenciado pelo software básico

 

Terminal ponto de venda – PDV

-Identifica a mercadoria e sua situação tributária

-Possui memória fiscal

 

-Registra operações relacionadas ou não com o ICMS

-O equipamento é não modular (console)

-É gerenciado pelo software básico

CURSO DE ECF

5

Impressora fiscal – IF

-Identifica a mercadoria e sua situação tributária

-Possui unidade central de processamento(CPU) independente

-Registra operações relacionadas ou não com o ICMS

-O equipamento é um módulo à parte

-É gerenciado pelo software básico

LACRES

Para que seja autorizado o uso do ECF é imprescindível que o mesmo esteja devidamente lacrado por empresa credenciada pela Secretaria da Fazenda para evitar sua violação por pessoas não autorizadas.

A remoção de quaisquer dos lacres que protegem o ECF só poderá ser feita por empresa devidamente credenciada, e nas seguintes hipóteses: manutenção, reparo, adaptação ou instalação de dispositivos que impliquem nessa medida, além, de determinação ou autorização da Gerência Geral da Administração Tributária – GAT.

DEFINIÇÕES

a) Leitura X - documento fiscal emitido pelo ECF com indicação dos valores

acumulados nos contadores e totalizadores, sem que isso importe o zeramento ou a diminuição desses valores. Deve ser emitida no início de cada dia;

b) Redução Z - documento fiscal emitido pelo ECF contendo idênticas informações às da Leitura X, indicando a totalização dos valores acumulados e importando, exclusivamente, no zeramento dos Totalizadores Parciais. Deve ser emitida no final do dia. É no momento de sua emissão que os valores são gravados na Memória Fiscal;

c) Totalizador Geral ou Grande Total (GT) - acumulador irreversível com

capacidade mínima de dezesseis dígitos, residente na Memória de Trabalho, e destinado à acumulação do valor bruto de todo registro relativo a, operação ou

prestação sujeita ao ICMS ou ao ISS, inclusive o valor referente, ao acréscimo, até atingir a capacidade máxima de dígitos, quando então, é reiniciada automaticamente

a acumulação;

d) Totalizadores Parciais - os acumuladores líquidos dos registros de valores

efetuados pelo ECF, individualizados pelas situações tributárias das mercadorias vendidas, serviços prestados, operações de descontos e cancelamento, ou de operações não sujeitas ao ICMS, redutíveis quando da emissão da Redução Z, com

o limite mínimo de 11 (onze) dígitos;

e) Contador de Reduções - o acumulador irreversível, não inferior a 4 (quatro)

dígitos, incrementado de uma unidade sempre que for efetuada a Redução Z;

f) Contador de Ordem de Operação - o acumulador irreversível com, no

mínimo, 4 (quatro) dígitos, incrementado de uma unidade, a partir de 1 (um), ao ser

emitido qualquer documento pelo ECF;

g) Contador de Reinício de Operação - o acumulador irreversível com, no

CURSO DE ECF

6

mínimo 4 (quatro) dígitos, incrementado de uma unidade sempre que o equipamento for recolocado em condições de uso em função de intervenção técnica que implique alteração de dados fiscais, ou desconexão da memória fiscal;

h) Software Básico (SB): conjunto fixo de rotinas, residentes na Placa

Controladora Fiscal, que implementa as funções de controle fiscal do ECF e funções de verificação do hardware da Placa Controladora Fiscal;

i) Memória Fiscal (MF): conjunto de dados, internos ao ECF, que contém a identificação do equipamento, a identificação do contribuinte usuário e, se for o caso, a identificação do prestador do serviço de transporte quando este não for o usuário do ECF, o Logotipo Fiscal, o controle de intervenção técnica e os valores acumulados que representam as operações e prestações registradas diariamente no equipamento;

j) Memória de Trabalho (MT): área de armazenamento modificável, na Placa Controladora Fiscal, utilizada para registro de informações do equipamento, do contribuinte usuário, acumuladores e identificação de produtos e serviços; .

k) Modo de Intervenção Técnica (MIT): estado do ECF em que se permite o

acesso direto para:

1. alteração de conteúdo da Memória de Trabalho;

2. inserção de informações na Memória Fiscal, referentes a:

2.1. contribuinte usuário;

2.2. prestador do serviço de transporte, se for o caso;

2.3. ajuste do relógio de tempo-real;

l) versão do Software Básico: identificador de versão atribuído ao Software Básico pelo seu fabricante ou importador, com 6 (seis) dígitos decimais, no formato xx.xx.xx, em que valores crescentes indicam versões sucessivas do software, obedecendo aos seguintes critérios:

1. o primeiro e o segundo dígitos devem ser incrementados de uma unidade, a partir do valor inicial 01, sempre que houver atualização da versão por motivo de mudança na legislação;

2. o terceiro e o quarto dígitos devem ser incrementados de uma unidade, a partir do valor inicial 00, sempre que houver atualização da versão por motivo de correção de defeito;

3. os dois últimos dígitos podem ser utilizados livremente, a partir do valor inicial 00 (zero, zero), excluídas as situações previstas nos itens anteriores;

m) Logotipo Fiscal: as letras "BR" estilizadas, conforme programa específico;

definem

características operacionais do ECF;

o) situação tributária: regime de tributação da mercadoria comercializada ou

do serviço prestado, devendo, quando for o caso, ser indicada com a respectiva carga tributária efetiva;

p) Comprovante Não Fiscal - documento emitido pelo ECF, sob o controle do

"software" básico, para registro não relacionado ao ICMS ou ao ISS, podendo ser vinculado ou não ao último documento fiscal emitido;

n)

parâmetros

de

programação:

parâmetros

configuráveis

que

CURSO DE ECF

7

q) Fita-detalhe: é a via impressa, destinada ao fisco, representativa do conjunto de documentos emitidos num determinado período, em ordem cronológica, em um ECF específico.

DOCUMENTOS EMITIDOS PELO ECF

Documentos passíveis de serem emitidos através de ECF:

 

DOCUMENTO

CARACTERÍSTICAS COMUNS

1

Cupom fiscal

Dados de identificação do contribuinte usuário:

2

Comprovante de crédito ou débito

constituem o cabeçalho do documento. Deve conter a razão social, nome de fantasia (opcional), endereço, número de inscrição no "CNPJ", número de inscrição no CACEPE (representado pelo símbolo "IE"), número de inscrição municipal (representado pelo símbolo "IM").

3

Comprovante não-fiscal

4

Comprovante não-fiscal cancelamento

5

Relatório gerencial

Data de início de emissão.

6

Fita-detalhe em ECF com memória de Fita-detalhe

Hora de início de emissão.

Valor acumulado no Contador de Ordem de Operação, em negrito, e no caso de ECF com mecanismo impressor térmico, negrito ou sublinhado.

7

Leitura da memória fiscal

8

Fita-detalhe

9

Redução Z

Dados de identificação do equipamento, que constituem o rodapé do documento, compostos das seguintes informações: marca do ECF, modelo do ECF, número de fabricação do ECF (em negrito, e no caso de ECF com mecanismo impressor térmico, negrito ou sublinhado), versão do Software Básico utilizado.

10

Leitura X

11

Nota fiscal de venda a consumidor

12

Bilhete de passagem

13

Leitura da Memória de Trabalho

 

14

Mapa resumo de viagem

Data final de emissão.

15

Registro de venda

Hora final de emissão.

   

Número de ordem seqüencial do ECF.

16

Cupom Conferência de mesa

Valor acumulado no Totalizador Geral, impresso de forma codificada (O símbolo que indica a acumulação do valor no Totalizador Geral do ECF deverá estar impresso à direita e próximo ao valor registrado no documento).

Logotipo Fiscal (BR), somente nos documentos fiscais.

Indicação da loja e do operador (opcional).

OBS: quando impressos pelo ECF, o CNPJ, a IE, a IM, a marca do ECF, o modelo do ECF, o número de fabricação do ECF, a versão do software básico e o logotipo fiscal, deverão ser obtidos da Memória Fiscal. Os demais dados acima, a partir dos dispositivos internos em que estejam armazenados.

CURSO DE ECF

8

I - CUPOM FISCAL

a) O Cupom Fiscal a ser entregue ao consumidor final no ato de saída da

mercadoria, qualquer que seja o seu valor, deverá conter, no mínimo, impressas pelo próprio ECF, as seguintes indicações:

1. denominação: Cupom Fiscal;

2. denominação, firma, razão social, endereço e números de inscrição,

estadual e no CNPJ, do emitente;

3. data (dia, mês e ano) e horas, de início e término, da emissão;

4. número de ordem de cada operação, obedecida a seqüência numérica

consecutiva;

5. número de ordem seqüencial do ECF, atribuído pelo estabelecimento;

6. indicação da situação tributária de cada item registrado, mesmo que por meio de código, observada a seguinte codificação:

6.1. Tnn,nn%) - Tributado pelo ICMS;

6.2. Snn,nn% - Tributado pelo ISSQN;

6.3. F - Substituição Tributária;

6.4. I - Isenção;

6.5. N - Não Incidência;

7. discriminação, código, quantidade e valor unitário da mercadoria ou

serviço;

8. valor total da operação;

9. Logotipo Fiscal (BR estilizado).

10. Contador Geral de Comprovante Não Fiscal.

b) denominação, firma, razão social e endereço, do emitente, poderão ser

impressos tipograficamente, no verso.

c) No caso de emissão de cupom adicional, referente a uma mesma

operação, o segundo cupom somente poderá indicar o total da mesma e conter o mesmo número de operação, devendo, quando do cancelamento do Cupom Fiscal a que se refere, a este ser anexado, sob pena de ser glosado o crédito fiscal.

d) O ECF poderá imprimir informações complementares (por exemplo:

mensagens promocionais) no Cupom Fiscal até um máximo de 8 (oito) linhas, após

o total da operação e o fim do cupom.

e) É facultado incluir no Cupom Fiscal o CNPJ ou CPF do consumidor, desde

que impresso pelo próprio equipamento.

f) Será permitida a utilização de cupom fiscal para acobertar a entrega de mercadoria dentro do mesmo Município, em domicílio de comprador não contribuinte, desde que: (Art. 337, Decreto n.º 14.876/91)

1. o equipamento emissor do cupom fiscal seja ECF-PDV ou ECF-IF;

2. conste no cupom fiscal, ainda que no verso, de forma inteligível, o nome e

o endereço do consumidor, não contribuinte do imposto.

CURSO DE ECF

9

A partir de 19 de novembro de 1998, não há limite de valor para emissão de cupom fiscal. Antes desta data não poderia ser emitido cupom fiscal acima do valor correspondente a 1.297,0000 (um mil, duzentos e noventa e sete) UFIR. (Dec. nº

22.676/00)

CUPOM

vigésima quarta, II)

II

-

FISCAL

CANCELAMENTO

(Conv.

ICMS

85/01,

cláusula

a) O ECF-PDV e o ECF-IF poderão emitir Cupom Fiscal Cancelamento,

desde que o façam imediatamente após a emissão do Cupom a ser cancelado.

b) O Cupom Fiscal cancelado deverá conter, ainda que no verso, as

assinaturas do operador do ECF e do responsável pelo estabelecimento, bem como, constar o motivo do seu cancelamento;

III - CUPOM FISCAL CANCELADO (Conv. ICMS 85/01, cláusula vigésima

quarta, I e cláusula trigésima nona)

a) Quando do cancelamento de Cupom Fiscal durante sua emissão, deverá

ser impressa em letras maiúsculas a expressão "CUPOM FISCAL CANCELADO"

seguida dos dados de rodapé do documento;

b) O Cupom Fiscal totalizado em zero, no ECF-PDV ou no ECF-IF, será

considerado Cupom Fiscal Cancelado e, como tal, deverá incrementar o Contador de Cupons Fiscais Cancelados.

IV - LEITURA X

a) A Leitura X emitida por ECF deverá conter, no mínimo:

1. denominação: Leitura X

2. nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, do emitente;

3. data (dia, mês e ano) e hora da emissão;

4. número indicado no Contador de Ordem da Operação;

5. Número de Ordem Seqüencial do ECF, atribuído pelo estabelecimento;

6. número indicado no Contador de Reduções;

7. relativamente ao totalizador geral:

7.1. importância acumulada no final do dia (GT final);

7.2. venda bruta;

8. valor acumulado no Totalizador Parcial de Cancelamento, se houver;

9. valor acumulado no Totalizador Parcial de Desconto ou acréscimo, se for o

caso;

10. valor líquido;

CURSO DE ECF

10

11.

separadamente, os valores acumulados nos totalizadores parciais de

operações:

11.1.

com substituição tributária;

11.2.

isentas;

11.3.

não tributadas;

11.4.

tributadas;

12. valores sobre os quais incide o ICMS, segundo as alíquotas aplicáveis às

operações, respectivas alíquotas e montante do correspondente imposto debitado, em se tratando de ECF-PDV e ECF-IF;

13. Totalizadores Parciais e contadores de operações não fiscais, quando

existentes;

14. versão do programa fiscal;

15. Logotipo Fiscal (BR estilizado);

16. número indicado no contador de documentos fiscais cancelados;

b) No início de cada dia, será emitida uma Leitura X de todos os ECF em uso,

devendo o cupom de leitura ser mantido junto ao equipamento no decorrer do dia, para exibição ao fisco, se solicitado (art. 20, parágrafo único, Dec. n.º 18.592/95);

c) Far-se-á a Leitura X, também, antes e após qualquer intervenção no equipamento, bem como por ocasião da introdução e da retirada da bobina de fita- detalhe (art. 8º, § 3º, Dec. n.º 18.592/95).

V - REDUÇÃO "Z"

a) No final de cada dia, será emitida uma Redução “Z” de todos os ECF em

uso, devendo o cupom respectivo ser mantido à disposição do fisco por 5 (cinco) anos e conter, no mínimo, as seguintes indicações(art. 21, Dec. n.º 18.592/95):

1. denominação: Redução “Z”;

2. nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, do emitente;

3. data (dia, mês e ano) e hora da emissão;

4. número indicado no Contador de Ordem da Operação;

5. Número de Ordem Seqüencial do ECF, atribuído pelo estabelecimento;

6. número indicado no Contador de Reduções;

7. relativamente ao totalizador geral:

7.1. importância acumulada no final do dia (GT final);

7.2. venda bruta;

8. valor acumulado no Totalizador Parcial de Cancelamento, se houver;

9. valor acumulado no Totalizador Parcial de Desconto ou acréscimo, se for o

caso;

10. valor Líquido;

CURSO DE ECF

11

operações:

11.1. com substituição tributária;

11.2. isentas;

11.3. não tributadas;

11.4. tributadas;

12. valores sobre os quais incide o ICMS, segundo as alíquotas aplicáveis às

operações, respectivas alíquotas e montante do correspondente imposto debitado, em se tratando de ECF-PDV e ECF-IF;

13. Totalizadores Parciais e contadores de operações não fiscais, quando

existentes;

14. versão do programa fiscal;

15. Logotipo Fiscal (BR estilizado );

16. número indicado no contador de documentos fiscais cancelados;

b) No caso de não ter sido emitida a Redução “Z” no encerramento diário das

atividades do contribuinte ou às 24 horas, na hipótese de funcionamento contínuo do

estabelecimento, o equipamento deve detectar o fato e só permitir a continuidade das operações após a emissão da referida redução, com uma tolerância de 6 horas no caso de ECF que emita os documentos Registro de Venda ou Conferência de Mesa e de 2 horas nos demais casos, sob pena de bloqueio automático do equipamento.

c) O ECF tem como requisito obrigatório a existência de dispositivo para

armazenar, no mínimo, dados referentes a 1.825 Reduções “Z”.

VI – LEITURA DA MEMÓRIA FISCAL

a) A Leitura da Memória Fiscal deverá conter, no mínimo, as seguintes indicações:

1. denominação: "Leitura da Memória Fiscal";

2. número de fabricação do equipamento;

3. números de inscrição, estadual e no CNPJ, do usuário atual e dos anteriores, se houver, com a respectiva data e hora de gravação, em ordem, no início de cada cupom;

4. Logotipo Fiscal;

5. valor total da venda bruta diária e as respectivas data e hora da gravação;

6. soma das vendas brutas diárias do período relativo à leitura solicitada;

7. os números constantes do Contador de Reduções;

8. Contador de Reinício de Operação com a indicação da respectiva data da

intervenção;

9. Contador de Ordem de Operação;

10. Número de Ordem Seqüencial do ECF, atribuído pelo estabelecimento

usuário ao equipamento;

CURSO DE ECF

12

11. data (dia, mês e ano) e hora da emissão;

12. versão do programa fiscal.

13. o valor acumulado em cada totalizador parcial de situação tributária.

b) A Leitura da Memória Fiscal deverá ser emitida ao final de cada período de

apuração, relativamente às operações neste efetuadas, e mantida à disposição do fisco pelo prazo de 5 (cinco) anos, contados do período de apuração, anexada ao Mapa Resumo ECF do dia respectivo.

VII - FITA-DETALHE

1) FITA-DETALHE

a) A Fita-Detalhe, que representa o conjunto das segundas vias de todos os

documentos emitidos no equipamento, deve ser impressa pelo ECF concomitantemente à sua indicação no dispositivo de visualização do registro das operações por parte do consumidor;

conter, no início e no fim da Fita-Detalhe, Leitura "X" do

equipamento;

c) A bobina que contém a Fita-Detalhe deve ser arquivada inteira, sem seccionamento, por ECF e por estabelecimento, e mantida em ordem consecutiva e cronológica pelo prazo de 5 (cinco) anos, contados do último registro;

d) No caso de intervenção técnica que implique na necessidade de

seccionamento da bobina da Fita-Detalhe, deverão ser apostos nas extremidades do local seccionado o nome do estabelecimento interventor, o número do Atestado de Intervenção correspondente e a assinatura do técnico interventor.

b) Deverá

2) FITA-DETALHE EM ECF COM MEMÓRIA DE FITA-DETALHE (Conv. N.º

85/01)

A Fita-detalhe emitida a partir de dados armazenados na Memória de Fita- detalhe, dos equipamentos que possuam este dispositivo.

Para os equipamentos que possuírem Memória de Fita-detalhe é permitido o uso de bobina com somente uma via.

Em 25/10/2005, o Decreto nº 28.516, art. 1º, § 3º, I e II, que determinou a vedação da autorização de uso de equipamentos que não possuam Memória de Fita-detalhe a partir das datas constantes da seguinte tabela:

DATA DO INÍCIO DA VEDAÇÃO

REGIME

01/01/2006

NORMAL

01/01/2007

SIM – MICROEMPRESA E PEQUENO PORTE

01/01/2011

A UTILIZAÇÃO POR TODOS

CURSO DE ECF

13

VIII – LEITURA DA MEMÓRIA DE TRABALHO

A Leitura da Memória de Trabalho representa o conjunto de valores

acumulados em totalizadores e contadores no momento de sua impressão, sendo dispensada sua implementação em ECF com Memória de Fita-detalhe ou com mecanismo impressor térmico ou jato de tinta.

É impressa automaticamente pelo equipamento ao ser ligado e, em intervalos de no máximo 1 hora em funcionamento, comandado pelo software básico (Dec. n.º 18.592/95, art. 4º, §§ 16 e 17);

IX

-

OPERAÇÕES

DE

CANCELAMENTOS

DESCONTOS,

DE

ACRÉSCIMOS

E

DE

a) O Software Básico deverá possibilitar operação de desconto ou acréscimo,

em item ou em subtotal. Admite-se um único registro de operação de desconto ou acréscimo por item ou por subtotal;

b) O Software Básico devera possibilitar operação de cancelamento de item,

de desconto ou de acréscimo, registrado em Documento Fiscal emitido por ECF.

INTERLIGAÇÃO DO ECF COM OUTROS EQUIPAMENTOS (art. 27, Dec. nº

18.592/95)

É permitida a interligação a computador ou a periférico que admita um

posterior tratamento de dados dos ECF-PDV, ECF-IF e, no caso de ECF-MR, desde que o ”software” básico não possibilite ao aplicativo alterar totalizadores e contadores, habilitar funções ou teclas bloqueadas e modificar ou ignorar programação residente do equipamento ou do “software” básico, conforme estabelecido em parecer homologatório da COTEPE/ICMS.

Os EFC’s podem ser interligados entre si para efeito de relatório e tratamento de dados.

A partir de 01 de novembro de 2001, o computador interligado a ECF-IF e ECF-PDV não poderá ter instalado outro programa aplicativo específico para registro de operações de circulação de mercadoria e prestação de serviço, que não tenha sido autorizado o seu uso e identificado no formulário destinado ao Pedido de Uso, Alteração ou Cessação de Uso de ECF.

VENDAS À PRAZO E OPERAÇÃO COM VASILHAMES

É permitida a venda à prazo utilizando o Cupom Fiscal, desde que

obedecidos os preceitos insertos no § 4º do art. 130, do Dec. nº 14.876/91, assim como também se pode realizar operações com vasilhames através de Cupom Fiscal, em substituição ao sistema normal, desde que emita o Cupom Fiscal contendo os valores, quando da entrada dos vasilhames, e emita Nota Fiscal de Entrada, sem destaque do ICMS, ao fim do dia englobando todos os cupons referentes aos

CURSO DE ECF

14

vasilhames, e anexando o cupom da leitura X, em conformidade com o previsto no art. 369, do Dec. nº 14.876/91.

VEDAÇÕES EXPRESSAS

É vedado o uso de ECF exclusivamente para operações de controle interno

do estabelecimento, bem como, de qualquer outro equipamento emissor de cupom ou com possibilidade de emiti-lo, que possa ser confundido com Cupom Fiscal, no recinto de atendimento ao público.

O ECF não deverá ter tecla:

que iniba a emissão de documentos fiscais e o registro das operações na fita detalhe;

que vede a acumulação de valores nas operações sujeitas ao ICMS no GT;

que permita emissão de documentos para outros controles, que o confundam com o Cupom Fiscal.

OBRIGATORIEDADE DE USO DO ECF

a) Os estabelecimentos que exerçam a atividade de venda de mercadorias ou

bens a varejo ou a prestação de serviços tributados pelo ICMS, em que o adquirente ou tomador seja pessoa física ou jurídica não contribuinte do ICMS, estão obrigados, para o acobertamento das referidas operações ou prestações, ao uso de

equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF);

b) O uso do ECF pelos contribuintes do ICMS é obrigatório:

1. imediatamente ao início de atividade, para o contribuinte que requerer

inscrição estadual com expectativa de receita bruta anual superior a R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais); (art. 5º, I e IV, Dec. nº 21.073/98)

2. para o contribuinte que já exerce regularmente suas atividades com receita

bruta anual superior a R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais) e que não utilizavam nenhum equipamento, a partir do exercício de 2000,e a partir do exercício 2001 para aqueles que possuíam máquina registradora; (art. 5º, II e III, Dec. nº 21.073/98)

3. na hipótese em que o contribuinte esteja em atividade no mês subseqüente

àquele em que tenha atingido ou ultrapassado o limite de R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais); (art. 5º, V, Dec. nº 21.073/98)

4. A partir de 01 de abril de 2006, todas as empresas inscritas no

CACEPE estão obrigadas ao uso do ECF, excetuando-se apenas a microempresa, inscrita sob o Regime SIM, com receita bruta anual de até R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais) – Convênios ECF 01/98, 02/98 e 07/99.

Obs.: Considera-se receita bruta o produto da venda de bens e serviços nas operações de conta própria, o preço dos serviços prestados e o resultado auferido

nas

operações

em

conta

alheia,

não

incluído

o

Imposto

sobre

Produtos

Industrializados

IPI,

as

vendas

canceladas

e

os

descontos

incondicionais

CURSO DE ECF

15

Será considerado o somatório da receita bruta de todos os estabelecimentos da mesma empresa dentro do Estado para efeito de enquadramento nos prazos de obrigatoriedade de uso de ECF (art. 5º, § 2º, Dec. nº 21.073/98).

c) não se aplica:

1. às concessionárias ou permissionárias de serviço público relacionadas com distribuição de água, fornecimento de energia elétrica e gás canalizado;

2. nas prestações de serviço de transporte de carga, de valores e de comunicação;

3. nas saídas de veículos sujeitos a licenciamento por órgão oficial;

4. nas operações à procura de venda, sem destinatário certo, realizadas fora do estabelecimento;

5. ao contribuinte inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco – CACEPE na condição de ambulante;

6. por contribuinte que utilize a Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A, emitida por sistema eletrônico de processamento de dados;

7. às operações para não-contribuinte do ICMS inscrito no CACEPE, hipótese em que será emitida a Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A, ou a Nota

Fiscal de Produtor (Revogado Tacitamente pela Portaria SF nº 185/02);

8. até 31/03/2006, para qualquer contribuinte com receita bruta anual não superior a R$ 120.000,00;

9. a partir de 01/04/2006, microempresa inscrita no regime SIM, com receita bruta anual de até R$ 120.000,00;

d) É dispensado o registro das operações no ECF, hipótese em que será

emitido outro documento fiscal, nos seguintes casos: por razões de força maior ou caso fortuito, tais como falta de energia elétrica, quebra ou furto do equipamento, nesta hipótese deverá ser anotado no livro Registro de Utilização de Documentos

Fiscais e Termos de Ocorrência (RUDFTO), modelo 6, do estabelecimento:

1. O motivo que ensejou a emissão da Nota Fiscal de Venda a Consumidor,

da Nota Fiscal modelos 1 ou 1-A ou do Bilhete de Passagem, conforme o caso, em substituição ao uso do ECF;

2. o modelo, o número, a data e o período de utilização dos documentos

fiscais, de que trata o inciso anterior;

e) O contribuinte que deixar de cumprir os prazos para obrigatoriedade, terá

sua inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco - CACEPE cancelada, após publicação de Edital, com prazo de 5 dias para que proceda a

regularização da situação.

CURSO DE ECF

16

OBRIGATORIEDADE DE EMISSÃO DO COMPROVANTE DE CARTÃO DE CRÉDITO OU DE DÉBITO AUTOMÁTICO EM CONTA CORRENTE POR ECF

a) a emissão, pelas empresas obrigadas ao uso do ECF, do comprovante de

pagamento de operação ou prestação, efetuado com cartão de crédito ou débito automático em conta corrente, somente poder ser feita por meio de ECF (art. 3º, § 4º, Dec. nº 21.073/98):

1. Em substituição ao disposto acima, a empresa obrigada a emissão do comprovante de cartão de crédito ou débito automático pode autorizar a Administradora de cartão de Crédito ou a Instituição Financeira responsável por efetuar débito automático em conta corrente a fornecer à Secretaria da Fazenda informação sobre o respectivo faturamento realizado por meio dos mencionados sistemas.

1.1. Prazos para autorizar as administradoras de cartão de crédito e as

instituições financeiras a fornecer à SEFAZ/PE informações sobre o faturamento:

1.1.1.

Contribuintes em atividade e que possuíam ECF, até 15/02/2002;

1.1.2.

Na hipótese de início de atividade, até 30 (trinta) dias contados a partir da data da inscrição no CACEPE;

1.1.3.

Para aqueles que atinjam ou ultrapassem o limite de R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais), em até 30 (trinta) dias contados a partir do 1º dia do mês subseqüente àquele em que tenha alcançado ou ultrapassado o limite acima exposto.

1.2

Prazos para utilizar o cartão de crédito e débito em conta sem estar

acoplado ao ECF:

1.2.1 Para contribuinte inscrito no regime normal (18.1), no período de 01 de outubro de 2001 a 31 de outubro de 2005 (receita bruta acima de R$ 2.000.000,00 – dois milhões de reais), ou 30 de novembro de 2005 (receita bruta acima de R$ 720.000,00 – setecentos e vinte mil reais) até R$ 2.000.000,00 - dois milhões de reais) ou 31 de dezembro de 2005 (receita bruta até 720.000,00 - setecentos e vinte mil reais);

1.2.2 Para contribuinte inscrito na condição de Empresa de Pequeno Porte - EPP, com receita bruta anual até R$ 840.000,00 (oitocentos e quarenta mil reais), até 30 de junho de 2006;

1.2.3 Para contribuinte inscrito na condição de microempresa com receita bruta anual até R$ 420.000,00 (quatrocentos e vinte mil reais), sem prazo definido.

b) a utilização, no recinto de atendimento ao público, de equipamento que

possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou com prestação de serviço, somente será admitida quando o referido equipamento integrar o ECF (art. 2º, Dec nº 21.073/98);

c) o comprovante de pagamento de cartão de crédito ou de débito automático

em conta corrente deve estar vinculado ao documento fiscal emitido na operação ou prestação respectiva (art. 3º, Dec. nº 21.073/98);

d) a utilização, por empresa não obrigada ao uso de ECF, de equipamento,

eletrônico ou não, destinado ao registro de operação financeira com cartão de crédito ou de débito automático em conta corrente, conforme disposto na legislação

CURSO DE ECF

17

pertinente, somente será permitida se constar no anverso do respectivo comprovante(art. 4º, Dec. nº 21.073/98):

1. o tipo e o número do documento fiscal vinculado à operação ou prestação,

seguido, se for o caso, do número seqüencial do equipamento no estabelecimento, devendo o tipo do documento fiscal emitido ser indicado por:

1.1. CF, para Cupom Fiscal;

1.2. BP, para Bilhete de Passagem;

1.3. NF, para Nota Fiscal;

1.4. NC, para Nota Fiscal de Venda a Consumidor;

2. a expressão "Exija o Documento Fiscal de Número Indicado Neste

Comprovante", impressa em caixa alta, tipograficamente, ou por outro meio, no

momento da emissão do comprovante.

PEDIDO PARA USO DE ECF

Após a escolha do ECF mais adequado, entre aqueles homologados pela COTEPE/ICMS, deve ser solicitado ao Fisco autorização de uso em formulário padrão denominado “Pedido de Uso ou Cessação de Uso de Equipamento Emissor de Cupom Fiscal”.

a) Formulário Pedido de Uso:

1. motivo do requerimento (uso, alteração ou cessação de uso);

2. identificação e endereço do contribuinte;

3. número e data da Instrução Normativa CAT de homologação do ECF no

Estado;

4. marca, modelo, número de fabricação e número atribuído ao equipamento

pelo estabelecimento usuário;

5.

data, identificação e assinatura do responsável.

b)

O pedido será acompanhado de:

1.

cópias do Pedido de Cessação de Uso e do Atestado de Intervenção de

deslacre definitivo do ECF, referentes ao usuário anterior, quando se tratar de equipamento usado;

2. cópia do documento fiscal referente à entrada do ECF no estabelecimento;

3. cópia autenticada do contrato de locação, comodato ou arrendamento

mercantil, se houver;

4. folha demonstrativa acompanhada de:

4.1. Cupom de Redução "Z", efetuada após a emissão de Cupons Fiscais com valores mínimos;

4.2. Cupom de Leitura "X", emitida imediatamente após o Cupom de Redução

" Z " , visualizando o Totalizador Geral irredutível;

4.3. indicação de todos os símbolos utilizados com o, respectivo significado;

CURSO DE ECF

18

4.5. exemplos dos documentos relativos a todas as operações, inclusive as de

controle interno, possíveis de serem realizadas pelo ECF, em se tratando de

equipamentos que necessitem de exame de aplicativo, no segundo caso;

5. na hipótese de o contribuinte não admitir a forma de pagamento de

mercadoria ou de prestação de serviço por meio de cartão de crédito ou de débito automático em conta corrente, declaração específica da não-utilização, no respectivo estabelecimento, do mencionado sistema de recepção de pagamento.

Obs.: A exigência prevista no item 4 acima, é dispensada pelo Convênio ICMS 85/01, porém, este mesmo convênio permite no parágrafo único da Cláusula setuagésima quarta que a Unidade Federada poderá acrescer ou dispensar dados e informações no formulário.

PEDIDO PARA CESSAÇÃO DE USO DE ECF

O contribuinte deverá solicitar à ARE do seu domicílio fiscal a Cessação de Uso do ECF sempre que:

- O equipamento tenha expirado a sua vida útil;

- O equipamento se torne obsoleto;

- O equipamento seja alienado ou transferido para outro estabelecimento, ainda que pertencente ao mesmo contribuinte.

Na cessação do uso do equipamento, o usuário deverá:

1. emitir Redução Z e Leitura da Memória Fiscal do último período de

apuração do imposto até a data do pedido de cessação de uso;

2. protocolar o pedido na repartição fazendária de sua circunscrição, mediante

apresentação do formulário Pedido Para Uso/Cessação de Uso de Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), indicando tratar-se de cessação de uso;

ESCRITURAÇÃO FISCAL

I - MAPA RESUMO DE ACORDO COM O CONVÊNIO N° 85/2001

ou

prestações deverão ser registradas, diariamente, em Mapa Resumo ECF, que deverá conter:

a)

Com

base

nas

Reduções

Z

emitidas

pelo

ECF,

as

operações

1. a denominação "MAPA RESUMO ECF";

2. a data (dia, mês e ano);

3. a numeração, em ordem seqüencial, de 000.001 a 999.999, reiniciada

quando atingido este limite;

4. o nome, o endereço e os números de inscrição federal, estadual e

municipal, do estabelecimento;

5. as colunas a seguir:

5.1. “Documento Fiscal", subdividida em:

5.1.1. "Série (ECF)": para registro do número de ordem seqüencial do

CURSO DE ECF

19

equipamento;

5.1.2. "Número (CRZ)": para registro do número do Contador de Redução Z;

5.2. "Valor Contábil": importância acumulada no totalizador parcial de venda

líquida diária;

5.3. "Valores Fiscais", subdividida em:

5.3.1. "Operações com Débito do Imposto": para indicação da base de cálculo

por carga tributária, subdividida em tantas colunas quantas forem necessárias para a indicação das cargas tributárias cadastradas e utilizadas no ECF;

5.3.2. "Operações sem Débito do Imposto", subdividida em "Isentas", "Não- Tributadas" e "Outras", para registro, respectivamente, da soma dos totalizadores de Isentos de ICMS, Não-Tributadas de ICMS e Substituição Tributária de ICMS;

5.4. "Observações";

5.5. linha "Totais do Dia": soma de cada uma das colunas previstas nos itens

5.2 e 5.3;

5.6. "Responsável pelo estabelecimento": nome, função e assinatura.

b) Relativamente ao "Mapa Resumo ECF", será permitido:

1. supressão das colunas não utilizáveis pelo estabelecimento;

2. acréscimo

de

indicações

de

interesse

do

usuário,

desde

que

não

prejudiquem a clareza dos documentos;

 

3.

dimensionamento

das

colunas

de

acordo

com

as

necessidades

do

estabelecimento;

4. indicação de eventuais observações em seguida ao registro a que se

referirem ou ao final do período diário, com as remissões adequadas.

c) Os registros das situações tributárias serão efetivados em tantas linhas quantas forem as das operações correspondentes.

d) O Mapa Resumo ECF deve ser conservado, em ordem cronológica, pelo

prazo decadencial, juntamente com as respectivas Reduções Z, sendo que, no último mapa do período de apuração, juntar-se-á, também, a Leitura da Memória Fiscal referente ao mesmo período.

e) O Mapa Resumo ECF é de confecção e emissão pelo usuário, podendo ser

emitido por sistema eletrônico de processamento de dados;

f) A partir de janeiro de 2003, para os contribuintes obrigados a escrituração normal através do SEF – Sistema de Escrituração Fiscal, a SEFAZ-PE estabeleceu que o Mapa Resumo de ECF seja entregue em meio magnético, transmitido eletronicamente pelo próprio SEF.

II - REGISTRO DE SAÍDAS

a) Os totais apurados através do Mapa Resumo ECF, devem ser escriturados

nas colunas próprias do livro Registro de Saídas, observando-se, quanto à coluna sob o título Documento Fiscal, o seguinte:

CURSO DE ECF

20

2. como série e sub-série: a sigla "ECF";

3. como números inicial e final do documento fiscal: o número do Mapa

Resumo ECF emitido no dia;

4. como data: aquela indicada no respectivo Mapa Resumo ECF.

b) O estabelecimento que for dispensado do Mapa Resumo ECF deverá escriturar o livro Registro de Saídas, com base na Redução Z, com a utilização de uma linha para cada equipamento, e a aposição das seguintes indicações:

1. na coluna "Documento Fiscal":

1.1.

como espécie: a sigla "CF";

 

1.2.

como

série

e

sub-série,

o

número

do

ECF,

atribuído

pelo

estabelecimento;

1.3. como números inicial e final do documento, os números do Contador de Ordem de Operação, inicial e final, das operações do dia;

2. nas colunas "Valor Contábil" e "Base de Cálculo", esta do quadro "Operações com Débito do Imposto", o montante das operações tributadas do dia, devendo ser utilizada uma linha do referido livro para cada uma das alíquotas incidentes;

3. nas colunas "Valor Contábil" e "Operações Isentas ou não Tributadas", esta

do quadro "Operações sem Débito do Imposto", o montante das operações isentas

ou não tributadas realizadas no dia;

4. nas colunas "Valor Contábil" e "Outras", esta do quadro "Operações sem

Débito do Imposto", o montante das operações com imposto já pago antecipadamente sob o regime de substituição tributária;

5. na coluna "Observações", o valor do GT, precedido, quando for o caso,

entre parênteses, pelo número indicado no Contador de Ultrapassagem e ainda o número de reduções dos totalizadores parciais;

III – CRÉDITO PRESUMIDO

É conferido ao estabelecimento que utilizar ECF, sujeito ao regime normal de apuração do ICMS, que exercer atividade de fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias em restaurantes, bares, cafés, lanchonetes, boates, hotéis e estabelecimentos similares, no valor correspondente a 60% (sessenta por cento) do imposto a ser recolhido. (art. 36, XV, e § 14, I, Decreto n.º 14.876/91).

USO DE ECF COM EMISSÃO DE NOTA FISCAL (Art. 15, Dec. 18.592/95 e art. 338, Dec. 14.876/91)

a) A autorização para uso de ECF não veda a emissão de nota fiscal em razão da natureza da operação nem desobriga o contribuinte da emissão de:

1. Nota Fiscal de Venda a Consumidor:

1.1. para comprovação de saída de mercadoria, que deveria ser feita por meio

de Cupom Fiscal, no caso de ocorrência de anormalidade no funcionamento do

CURSO DE ECF

21

equipamento, quando haja impossibilidade de sua substituição;

1.2. quando solicitada pelo adquirente da mercadoria;

2. Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A:

2.1. para acobertar operações de venda a contribuinte, de transferência ou

devolução de quaisquer mercadorias, cabendo a emissão simultânea de cupom fiscal se for configurada uma operação de venda e a mercadoria destinar-se a este Estado;

2.2. para documentar estorno de crédito, nos casos de quaisquer mercadorias

perecidas, deterioradas, inutilizadas, roubadas ou destinadas a consumo ou utilização própria no estabelecimento usuário de ECF;

2.3.quando solicitada pelo adquirente consumidor.

b) após haver sido emitido o Cupom Fiscal, poderá ser emitida a Nota Fiscal

de Venda a Consumidor, modelo 2, ou a Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A, se solicitada pelo adquirente consumidor, devendo o contribuinte:

1. anotar nas diversas vias da nota fiscal o número de ordem do Cupom

Fiscal e o número do ECF atribuído pelo estabelecimento;

2. fazer constar no corpo da nota fiscal a observação: "tributação feita pelo Cupom

.

Fiscal n°

,

ECF nº

";

3.

indicar, na coluna "Observações" do livro Registro de Saídas, o número, a

série e a data da nota fiscal emitida;

4. anexar o Cupom Fiscal à via fixa da nota fiscal correspondente, para

exibição ao fisco;

CREDENCIADA

É a empresa autorizada formalmente pela SEFAZ-PE a proceder intervenção de qualquer natureza técnica nos ECF’s utilizados pelos contribuintes inscritos no CACEPE.

Pode ser credenciada:

1. o fabricante do ECF;

2. o importador do ECF;

3. qualquer estabelecimento possuidor de "Atestado de Capacitação Técnica" fornecido pelo fabricante ou importador da respectiva marca do ECF.

ATRIBUIÇÕES DOS CREDENCIADOS

a) Constitui atribuição e conseqüente responsabilidade do credenciado:

1. atestar o funcionamento do ECF, em conformidade com as exigências

previstas na legislação;

lacre

destinado a impedir a abertura do ECF, sem que fique evidenciada a remoção;

2. instalar

e,

nas

hipóteses

expressamente

previstas,

remover

o

CURSO DE ECF

22

(Cláusula nonagésima sexta, Conv. ICMS 85/01)

4. substituir o dispositivo de memória de armazenamento do Software Básico;

(Cláusula nonagésima sexta, Conv. ICMS 85/01)

5. cessar o uso;

6. entregar o ECF ao usuário somente após comunicação ao Fisco Estadual.

de aplicação do lacre deverão obedecer às

disposições previstas na Instrução Normativa de homologação do equipamento.

c) É de exclusiva responsabilidade do credenciado a guarda dos lacres de

forma a evitar a sua indevida utilização;

d) Na hipótese de constatação por parte do credenciado de existência de

ECF com lacre rompido, com perda ou redução de valores do GT e/ou dos contadores irredutíveis, tal fato deverá, sob pena de cassação do credenciamento, ser comunicado por escrito à repartição fazendária da circunscrição do contribuinte, que autorizará, mediante vistoria fiscal, a intervenção pelo credenciado.

e) A Leitura X deverá ser emitida antes e depois de qualquer intervenção no equipamento.

f) Na impossibilidade de emissão de leitura X antes de qualquer intervenção no equipamento, os totais acumulados devem ser apurados mediante a soma dos dados constantes na última Leitura X, ou Redução Z, ou Leitura da Memória de Trabalho, a que for mais recente, e das importâncias posteriormente registradas na Fita-detalhe.

g) Na mudança de empresa credenciada será necessário que o novo

credenciado faça a intervenção no equipamento informando a alteração e realizando a troca de lacres.

h) Qualquer intervenção no ECF, com rompimento do lacre, deverá ser

precedida e sucedida da emissão de cupom de leitura dos totalizadores e leitura da Memória Fiscal relativas ao período de apuração do imposto em aberto, as quais serão mantidas anexadas ao Atestado de Intervenção.

b)

A

instalação e o local

INTERVENÇÃO EM EQUIPAMENTO EMISSOR DE CUPOM FISCAL - ECF

a)

O

credenciado

deve

emitir,

em

formulário

próprio,

o

documento

denominado Atestado de Intervenção em Equipamento Emissor de Cupom Fiscal:

1. quando da primeira instalação do lacre;

2. em qualquer intervenção em ECF que implique em retirada ou colocação

de lacres.

3.

quando ocorrer acréscimo do Contador de Reinício de Operação.

b)

O “Atestado de Intervenção em Equipamento Emissor Fiscal” deverá

conter, no mínimo, as seguintes indicações:

1. denominação: “Atestado de Intervenção em Equipamento Emissor de Cupom Fiscal”;

2. número de ordem e da via;

CURSO DE ECF

23

estabelecimento emissor do atestado;

4.

nome, endereço, Código de Atividade Econômica e número de inscrição, estadual e no CNPJ, do estabelecimento usuário do ECF;

5.

marca, modelo e número de fabricação e de ordem do ECF;

6.

capacidade de acumulação do Totalizador Geral e dos Totalizadores Parciais e capacidade de registro de item;

7.

identificação dos totalizadores;

8.

data, do início e de término da intervenção;

9.

importâncias acumuladas em cada Totalizador Parcial, bem como no Totalizador Geral, antes e após a intervenção, e:

9.1. número de ordem da operação;

9.2. quantidade de reduções dos Totalizadores Parciais;

9.3. se for o caso, número de ordem específico para cada série e sub-série de outros documentos emitidos;

9.4. se for o caso, quantidade de documentos cancelados;

10.

valor do Contador de Reinício de Operações, antes e após a intervenção efetuada;

11.

número dos lacres retirados ou colocados, em razão da intervenção efetuada;

12.

motivo da intervenção e discriminação dos serviços executados;

13.

local da intervenção e data de emissão;

14.

nome e assinatura do interventor, bem como espécie e número do respectivo documento de identidade;

15.

nome, endereço e número de inscrição, estadual e no CNPJ, do impressor do atestado e demais dados da Autorização para Impressão de Documentos Fiscais – AIDF.

c)

O Equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF - poderá ser retirado do

estabelecimento usuário, para fins de conserto ou reparos, pela empresa credenciada ou pelo próprio usuário, caso em que:

1. será emitida pelo usuário nota fiscal própria, consignando, além das disposições regulamentares:

1.1. como natureza da operação: "Remessa para Intervenção";

1.2. a marca, o modelo e o número de fabricação do equipamento;

1.3. o número do último Atestado de Intervenção e o dos respectivos lacres;

d) acompanhará o equipamento, no compartimento próprio e inteira, a fita-

detalhe em uso quando da ocorrência do defeito;

e) no retorno do equipamento ao usuário, o credenciado emitirá nota fiscal,

consignando, além das disposições regulamentares:

1. como natureza da operação: "Retorno de Intervenção";

CURSO DE ECF

24

3.

o número do Atestado de Intervenção emitido e dos respectivos lacres .

colocados;

4. o número e a data da nota fiscal relativa à entrada;

5. o número e a data das notas fiscais referentes às peças empregadas, se

for o caso.

O Atestado de Intervenção deverá ser emitido em, no mínimo, 3 (três) vias, com a seguinte destinação:

a) 1ª via – estabelecimento usuário, para entrega ao Fisco;

b) 2ª via – estabelecimento usuário, para exibição ao Fisco;

c) 3ª via – estabelecimento emitente, para exibição ao Fisco.

As 1ª e 2ª vias deverão ser apresentadas, preferencialmente à repartição fazendária de sua circunscrição, pelo usuário até o dia 10 (dez) do mês subseqüente ao da intervenção, que reterá a 1ª via e devolverá a 2ª como comprovante de entrega. (art. 12, Dec. 18.592/95)

DISPOSIÇÕES COMUNS

a) O usuário de ECF deverá manter no estabelecimento, à disposição do

fisco, listagem atualizada de todas as mercadorias comercializadas, contendo:

1.

código da mercadoria;

2.

descrição;

3.

situação tributária;

4.

valor unitário.

b)

Fica vedado o uso de ECF exclusivamente para operações de controle

interno do estabelecimento, bem como de qualquer outro equipamento emissor de cupom ou com possibilidade de emiti-lo, que possa ser confundido com cupom fiscal, no recinto de atendimento público;

c) A utilização por contribuinte do ICMS, no recinto de atendimento ao público, de equipamento que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou com a prestação de serviços de transporte, somente será admitida quando interligado ao ECF para emissão de Cupom Fiscal ou a sistema de processamento de dados para emissão de Nota Fiscal modelos 1 ou 1-A, de acordo com autorização concedida pela Fazenda Estadual.

d) Emitir diariamente, nota fiscal (entrada) contendo todas as anulações e

devoluções do dia, à qual serão anexados os Cupons Fiscais respectivos, exceto no caso de emissão do Cupom Fiscal Cancelamento;

e) Deverá ser utilizado o código de barras GTIN – Número Global de Item

Comercial (Global Trade Item Number) do sistema EAN.UCC (European Article Numbering) para a identificação das mercadorias registradas em ECF;

f) Na falta de codificação no padrão GTIN (Global Trade Item Number),

admite-se a utilização de outro código, desde que o usuário do equipamento mantenha no estabelecimento, para exibição ao fisco, listagem contendo código e descrição completa das mercadorias.

CURSO DE ECF

25

g) Ficam sujeitos à apreensão os equipamentos de informática, inclusive computadores, em uso ou não, encontrados no recinto de atendimento ao público sem a autorização da Fazenda Estadual ou sem atender às condições da referida autorização, e aos programas mantidos em arquivos magnéticos ou assemelhados, hipótese em que fica indisponibilizado o acesso aos dados nele arquivados até que se proceda a autorização, do contribuinte ou judicial, para sua leitura.

PENALIDADES

As penalidades referentes ao uso e intervenção em ECF,estão na Lei 11.514 de 29 de dezembro de 1997. Na tabela a seguir listamos as infrações e as respectivas penalidades impostas aos usuários de ECF e empresas credenciadas pela Secretaria da Fazenda para intervir nesses equipamentos.

 

INFRAÇÃO

MULTA

1)

utilização do equipamento sem prévia autorização do Fisco ou com autorização cancelada. (Art. 10, XII, “a”)

1.500 (mil e quinhentas) UFIR’s por equipamento;

2)

utilização do equipamento exclusivamente para controle interno, no recinto de atendimento ao público. (Art. 10, XII, “b”)

1.000 (mil) UFIR’s por equipamento;

3)

emissão de Cupom Fiscal, através de máquina registradora que deixe de identificar, através do departamento, totalizador parcial, a situação tributária da mercadoria comercializada. (Art. 10, XII, “c”)

1.000 (mil) UFIR’s por equipamento;

4)

emissão de Cupom Fiscal, através de PDV ou ECF, que deixe de identificar corretamente a mercadoria comercializada e a respectiva situação tributária. (Art. 10, XII, “d”)

1.000 (mil) UFIR’s por equipamento;

5)

manutenção, no estabelecimento, de equipamento com lacre violado ou cuja forma de lacração possibilite qualquer intervenção técnica que não fique evidenciada. (Art. 10, XII, “e”)

1.500 (mil e quinhentas) UFIR’s por equipamento.

6)

extravio, perda ou inutilização de equipamento. (Art. 10, XII, “f”)

2.000 (duas mil) UFIR’s por equipamento;

7)

utilização de equipamento em estabelecimento diverso daquele para o qual tenha sido autorizado, ainda que os estabelecimentos pertençam ao mesmo titular. (Art. 10, XII, “g”)

1.000 (mil) UFIR’s por equipamento;

 

INFRAÇÃO

MULTA

CURSO DE ECF

26

8)

utilização de equipamento com teclas ou funções que permitam interferência nos valores acumulados ou que impossibilitem acumulação dos valores registrados nos totalizadores geral ou parcial ou em descumprimento ao que determinem os pareceres homologatórios do equipamento, quando houver. (Art. 10, XII, “h”)

1.500 (mil e quinhentas) UFIR’s por equipamento;

9)

utilização de programa que possa interferir no "software" básico do equipamento utilizado para emissão de documento fiscal. (Art. 10, XII, “i”)

7.000 (sete mil) UFIR’s por equipamento;

10) intervenção em equipamento sem o respectivo credenciamento específico, concedido pela Secretaria da Fazenda, ou durante o período de suspensão do credenciamento. (Art. 10, XII, “j”)

1.500 (mil e quinhentas) UFIR’s por equipamento;

11) utilização de equipamento com finalidade diversa da autorizada. (Art. 10, XII, “l”)

500 (quinhentas) UFIR’s por equipamento;

12) obtenção de autorização para uso mediante informações inverídicas ou com omissão de informações. (Art. 10, XII, “m”)

1.500 (mil e quinhentas) UFIR’s por equipamento;

13) não-cumprimento, pelo contribuinte usuário de equipamento, das exigências legais para a cessação de seu uso. (Art. 10, XII, “n”)

500 (quinhentas) UFIR’s por equipamento;

14) não-emissão do Cupom de Redução "Z" ou emissão deste com indicações ilegíveis ou com ausência de indicações que tenham repercussão na obrigação tributária principal.(Art. 10, XII, “o”)

100 (cem) UFIR’s por documento irregularmente emitido ou por cada Cupom de Redução não emitido;

15) não-utilização de fita-detalhe ou utilização desta com indicações ilegíveis ou com ausência de indicações que tenham repercussão na obrigação tributária principal. (Art. 10, XII, “p”)

500 (quinhentas) UFIR’s por equipamento;

16) obtenção de credenciamento mediante informações inverídicas. (Art. 10, XII, “q”)

1.500 (mil e quinhentas) UFIR’s;

17) não-emissão ou emissão de Atestado de Intervenção com irregularidade. (Art. 10, XII, r”)

500 (quinhentas) UFIR’s por documento;

18) falta de comunicação, pelo credenciado, aos órgãos fazendários, de entrega de equipamento ao usuário. (Art. 10, XII, “s”)

300 (trezentas) UFIR’s por equipamento;

19) liberação, pelo credenciado, de equipamento que não atenda às exigências legais. (Art. 10, XII, t”)

2.000 (duas mil) UFIR’s por equipamento.

 

INFRAÇÃO

MULTA

CURSO DE ECF

27

20) operação ou prestação realizada com entrega de cupom, nota de pedido ou assemelhados, que não correspondam ao documento fiscal exigido. (Art. 10, XV, “c”)

500 (quinhentas) UFIR’s por documento entregue.

21) realização de operação de saída, fornecimento de mercadoria ou prestação de serviço sem a emissão do documento fiscal correspondente, diretamente a consumidor final. (Art. 10, XV, “d”)

300 (trezentas) UFIR’s por documento não emitido.

22) falta de qualquer documento fiscal ou equipamento emissor de documento fiscal em estabelecimento inscrito no CACEPE. (Art. 10, XV, “e”)

700 (setecentas) UFIR’s;

23) atraso ou não emissão do Mapa Resumo de Caixa, Mapa Resumo PDV – Terminal Ponto de Venda ou Mapa Resumo ECF – Equipamento Emissor de Cupom Fiscal. (Art. 10, III, “i”)

100 (cem) UFIR’s por equipamento e por dia de atraso.

CURSO DE ECF

28

ANEXO I

Logotipo Fiscal

CURSO DE ECF 28 ANEXO I Logotipo Fiscal BR

BR

CURSO DE ECF

29

Anexo II Siglas e Acrônimos

A - C

BP - Bilhete de Passagem

CBC

- Contador de Bilhete de Passagem Cancelado

CBP

- Contador de Bilhete de Passagem

CCD

- Comprovante de Crédito ou Débito

CCF

- Contador de Cupom Fiscal

CDC

- Contador de Comprovante de Crédito ou Débito

CER

- Contador Específico de Relatório Gerencial

CF - Cupom Fiscal

CFC

- Contador de Cupom Fiscal Cancelado

CFD

- Contador de Fita-detalhe

CM - Conferência de Mesa

CMV

- Contador de Mapa Resumo de Viagem

CNC

- Contador de Nota Fiscal de Venda a Consumidor Cancelada

CNF

- Comprovante Não-Fiscal

CNPJ - Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica

CON - Contador Específico de Operação Não-Fiscal

Acrescida a sigla COOi pelo Conv. ICMS 113/01, efeitos a partir de 01.01.02. COOi - Contador de Ordem de Operação do primeiro documento impresso quando da emissão de Fita-detalhe;

Acrescida a sigla COOf pelo Conv. ICMS 113/01, efeitos a partir de 01.01.02. COOf - Contador de Ordem de Operação do último documento impresso quando da emissão de Fita-detalhe;

COO

- Contador de Ordem de Operação

CRO

- Contador de Reinício de Operação

CRZ

- Contador de Redução Z

CVC

- Contador de Nota Fiscal de Venda a Consumidor

D -

I

ECF - Emissor de Cupom Fiscal

ECF - Número de Ordem Seqüencial do ECF (quando indicado no documento)

ECF-IF - Emissor de Cupom Fiscal - Impressora Fiscal

ECF-MR - Emissor de Cupom Fiscal - Máquina Registradora

ECF-PDV - Emissor de Cupom Fiscal - Terminal Ponto de Venda

GNF

- Contador Geral de Operação Não-Fiscal

GRG

- Contador Geral de Relatório Gerencial

GT - Totalizador Geral

ICMS - Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicações

IE - Inscrição Estadual

CURSO DE ECF

30

IM - Inscrição Municipal

ISSQN - Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza

J - M

LMF - Leitura da Memória Fiscal LMT - Leitura da Memória de Trabalho

LX - Leitura X

MF - Memória Fiscal MFD - Memória de Fita-detalhe

MIT - Modo de Intervenção Técnica MRV - Mapa Resumo de Viagem MT - Memória de Trabalho

N - Q

NFC - Contador Geral de Operação Não-Fiscal Cancelado

NFVC - Nota Fiscal de Venda a Consumidor PCF - Placa Controladora Fiscal

R - Z

RS

- Razão Social

RV

- Registro de Venda

RZ

- Redução Z

SB

- Software Básico

VB

- Venda Bruta Diária

VL

- Venda Liquida Diária

CURSO DE ECF

31

ANEXO III

PEDIDO DE USO, ALTERAÇÃO OU DE CESSAÇÃO DE USO DE ECF

Protocolo:

2.

IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE

Razão Social:

 

Inscrição Estadual:

CGC/MF:

 

Endereço:

Município:

3. PEDIDO

CGC/MF:   Endereço: Município: 3. PEDIDO DE USO DE ALTERAÇÃO 4. IDENTIFICAÇÃO DO EQUIPAMENTO DE

DE USO

  Endereço: Município: 3. PEDIDO DE USO DE ALTERAÇÃO 4. IDENTIFICAÇÃO DO EQUIPAMENTO DE

DE ALTERAÇÃO

4. IDENTIFICAÇÃO DO EQUIPAMENTO

DE USO DE ALTERAÇÃO 4. IDENTIFICAÇÃO DO EQUIPAMENTO DE CESSAÇÃO DE USO Tipo do equipamento:  

DE CESSAÇÃO DE USO

Tipo do equipamento:

 

ECF-MR

 

ECF-IF

 

ECF-PDV

Marca:

Modelo:

 

Número de Fabricação:

Versão de Software Básico:

 

Número de Ordem Seqüencial no Estabelecimento:

5. IDENTIFICAÇÃO DO PROGRAMA APLICATIVO (no caso de ECF-IF ou ECF- PDV)

Razão Social da empresa fornecedora do programa aplicativo:

CNPJ:

CRA:

CURSO DE ECF

32

ANEXO IV

ATESTADO DE INTERVENÇÃO TÉCNICA EM ECF

via

2. IDENTIFICAÇÃO DO EMITENTE

VÁLIDO ATÉ:

Razão Social:

 

Inscrição Estadual:

Inscrição Municipal:

CGC/MF:

Endereço:

 

Município:

3.

IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO USUÁRIO DO EQUIPAMENTO

 

Razão Social:

 

Inscrição Estadual:

Inscrição Municipal:

CGC/MF:

Endereço:

 

Município:

4. IDENTIFICAÇÃO DO EQUIPAMENTO

Tipo do equipamento:

ECF-MR

 

ECF-IF

ECF-PDV

Marca:

Modelo:

Número de Ordem Seqüencial:

Número de Fabricação:

Versão de Software Básico:

Número do Lacre do Dispositivo do Software Básico:

5. VALOR REGISTRADO OU ACUMULADO

CONTADORES E ANTES DA APÓS A ANTES DA APÓS A TOTALIZADORES TOTALIZADORES INTERVENÇÃO INTERVENÇÃO
CONTADORES E
ANTES DA
APÓS A
ANTES DA
APÓS A
TOTALIZADORES
TOTALIZADORES
INTERVENÇÃO
INTERVENÇÃO
INTERVENÇÃO
INTERVENÇÃO
Ordem de Operação (COO)
Não-Incidência (N) ICMS
Reinício Operação (CRO)
Isento (IS) de ISSQN
Redução Z (CRZ)
Isento (IS) de ISSQN
Contador NFVC (CVC)
Isento (IS) de ISSQN
Totalizador Geral (GT)
Subst. Trib. (FS) de ISSQN
Venda Bruta Diária
Subst. Trib. (FS) de ISSQN
Cancelamento de ICMS
Subst. Trib. (FS) de ISSQN
Desconto de ICMS
Não-Incidência (NS)
ISSQN
Acréscimo de ICMS
Não-Incidência (NS)
ISSQN
Cancelamento de ISSQN
Não-Incidência (NS)
ISSQN
Desconto de ISSQN
S
tributado a
%
Acréscimo de ISSQN
S
tributado a
%
Isento (I) de ICMS
S
tributado a
%
Isento (I) de ICMS
T
tributado a
%
Subst. Trib. (F) de ICMS
T
tributado a
%
Não-Incidência (N) ICMS
T
tributado a
%
RETIRADO
COLOCADO
6. LACRE
Número:
Cor:
Local da Intervenção:
Data de Início:
Data de Término:

7. MOTIVO DA INTERVENÇÃO

de Início: Data de Término: 7. MOTIVO DA INTERVENÇÃO 8. IDENTIFICAÇÃO DO TÉCNICO INTERVENIENTE Assinatura:

8. IDENTIFICAÇÃO DO TÉCNICO INTERVENIENTE

Assinatura:

CPF:

Nome:

9. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELO ESTABELECIMENTO USUÁRIO

Assinatura:

CPF:

CURSO DE ECF

33

CURSO DE ECF 33 MAPA RESUMO DE ECF ANEXO V Razão Social Inscrição Estadual Número Endereço

MAPA RESUMO DE ECF

ANEXO V

Razão Social Inscrição Estadual Número Endereço CNPJ Data Bairro Município UF CAE Contador de Totalizador
Razão Social
Inscrição Estadual
Número
Endereço
CNPJ
Data
Bairro
Município
UF
CAE
Contador de
Totalizador
Venda Bruta
Cancela-
Descontos
Prestações
Venda Líquida
Operações e Prestações com Débito de ICMS
Operações sem ICMS
Nº ECF
Operação
Geral
Diária
mentos
sujeitas ISS
Diária
Subst. Trib.
7%
12%
17%
25%
ICMS
Isentas/N.T.
Outras
TOTAL
Observações
RESPONSÁVEL PELO ESTABELECIMENTO
Nome
Assinatura
Função

GLOSSÁRIO:

Venda Líquida Diária (Valor Contábil) = Venda Bruta Diária - cancelamentos - descontos - prestações sujeitas ao ISS

Contador de Operações = nº do contador de ordem de operações da última operação ou prestação do dia

Totalizador Geral (GT) = totalizador geral no final do dia

CURSO DE ECF

34

Emissor de Cupom Fiscal – Máquina Registradora (ECF-MR):

ECF com funcionamento independente de programa aplicativo externo, de uso específico, dotado de teclado e mostrador próprios. São equipamentos que apresentam limitações como a quantidade de ítens armazenados na memória de trabalho, número de funções e relatórios gerenciais, uma vez que já são preestabelecidos. Em razão da facilidade de instalação e operação são preferidos pelos estabelecimentos de pequeno e médio porte, principalmente supermercados.

e operação são preferidos pelos estabelecimentos de pequeno e médio porte, principalmente supermercados. ECF- MR

ECF- MR

CURSO DE ECF

35

Emissor de Cupom Fiscal – Terminal Ponto de Venda (ECF-PDV) :

ECF que reúne em um sistema único o equivalente a um ECF-IF e o computador que lhe envia comandos. Opera a partir de aplicativo que não deve interferir ou ignorar o Software Básico homologado pela COTEPE. Realiza além das operações específicas, outras como controle de estoques e financeiro, fornecendo uma variedade de relatórios gerenciais de acordo com a necessidade da empresa. Tem capacidade de informar o tempo em que permaneceu operacional no dia respectivo e dentro deste, o tempo em que esteve emitindo documentos fiscais. É um equipamento de pouca expressão não só quanto ao uso mas quanto ao próprio desenvolvimento.

fiscais. É um equipamento de pouca expressão não só quanto ao uso mas quanto ao próprio

ECF - PDV

CURSO DE ECF

36

Emissor de Cupom Fiscal – Impressora Fiscal (ECF-IF):

ECF implementado na forma de impressora com finalidade específica, que recebe comandos de computador externo. Depende de aplicativo do usuário, que não deve interferir ou ignorar o Software Básico homologado pela COTEPE. Realiza operações idênticas àquelas mencionadas para o PDV. Tem capacidade de Informar o tempo em que permaneceu operacional no dia respectivo e dentro deste, o tempo em que esteve emitindo documentos fiscais. Atualmente é o ECF preferido pelos estabelecimentos comerciais, principalmente os de grande porte.

fiscais. Atualmente é o ECF preferido pelos estabelecimentos comerciais, principalmente os de grande porte. ECF -

ECF - MR

CURSO DE ECF

37

CURSO DE ECF 37

CURSO DE ECF

38

CURSO DE ECF 38

CURSO DE ECF

39

CURSO DE ECF 39

CURSO DE ECF

40

CURSO DE ECF 40

CURSO DE ECF

41

CURSO DE ECF 41

CURSO DE ECF

42

CURSO DE ECF 42

CURSO DE ECF

43

CURSO DE ECF 43

CURSO DE ECF

44

CURSO DE ECF 44

CURSO DE ECF

45

CURSO DE ECF 45

CURSO DE ECF

46

CURSO DE ECF 46

CURSO DE ECF

47

CURSO DE ECF 47

CURSO DE ECF

48

CURSO DE ECF 48

CURSO DE ECF

49

CURSO DE ECF 49

CURSO DE ECF

50

DECRETO Nº 21.073, DE 19 DE NOVEMBRO DE 1998

alterado pelos Decretos n°s 21.424/1999, 22.004/2000, 22.658/2000, 22.981/2001, 23.665/2001, 23.888/2001, 24.016/2002, 24.752/2002, 26.680/20004, 27.964/2005 e 28.516/05 Dispõe sobre a obrigatoriedade de uso de Equipamento Emissor de Cupom Fiscal – ECF, por estabelecimento que promova venda a varejo e por prestador de serviço, e dá outras providências.

O GOVERNADOR DO ESTADO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 37, IV, da

Constituição Estadual, considerando o disposto no Convênio ECF nº 1, de 18 de fevereiro de 1998, e na Lei n

º 11.572, de 22 de setembro de 1998, DECRETA:

Art. 1º Os estabelecimentos que exerçam atividade de venda ou revenda de mercadorias ou bens ou de prestação de serviços em que o adquirente ou tomador seja pessoa física ou jurídica não-contribuinte do ICMS, estão obrigados ao uso de Equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF, excetuando-se (Convênios ECF 01/98 e 02/98): (Dec 22.658/2000)

I - as operações realizadas: (Dec. 22.004/00)

a) com veículos: (Dec. 22.004/00)

1. até 19 de dezembro de 1999, automotores; (Dec. 22.004/00)

2. a partir de 20 de dezembro de 1999, sujeitos a licenciamento por órgão oficial (Convênio ECF 06/99); (Dec.

22.004/00)

b) fora do estabelecimento;

c) por concessionárias ou permissionárias de serviço público, sendo este, a partir de 20 de dezembro de

1999, relativo a fornecimento de energia ou gás canalizado ou a distribuição de água (Convênio ECF 06/99);

(Dec. 22.004/00)

d) por contribuinte que utilize a Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, emitida por sistema eletrônico de processamento de dados, nos termos da legislação específica sobre a matéria (Ajuste SINIEF 10/99); (Dec.

22.004/00)

e) para não-contribuinte do ICMS inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco -CACEPE,

hipótese em que será emitida a Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, ou a Nota Fiscal de Produtor (Ajuste SINIEF

10/99); (Dec. 22.004/00)

II – o contribuinte inscrito no Cadastro de Contribuintes de Estado de Pernambuco – CACEPE na condição de

ambulante, cuja receita bruta anual de vendas não seja superior a R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais).

III - as prestações de serviço: (Dec.22.658/2000)

a) a partir de 20 de dezembro de 1999, de telecomunicações (Convênio ECF 06/99);(Dec.22.658/2000)

b) a partir de 01 de julho de 2000, de transporte de carga e valores e de comunicação (Convênio ECF

1/2000); (Dec.22.658/2000)

§ 1º As especificações do equipamento ECF de que trata este artigo são as definidas nos dispositivos dos atos normativos a seguir indicados, devendo o referido equipamento ter a capacidade de satisfazer as condições estabelecidas neste Decreto (Lei nº 11.572, de 22.09.98): (NR/ACR) (Dec. 28.516/05)

I – até 31 de outubro de 2001, Decreto nº 18.592, de 14 de julho de 1995; (Dec. 28.516/05)

II – a partir de 01 de novembro de 2001, Convênio ICMS 85/2001, observando-se especialmente que, na

hipótese de ECF-IF (Impressora Fiscal) e ECF-PDV (Terminal Ponto de Venda), no computador a ele interligado não poderá permanecer instalado outro programa aplicativo específico, para registro de operações

de circulação de mercadorias e prestação de serviços, que não seja autorizado para uso e identificado no

formulário destinado ao Pedido de Uso, Alteração ou Cessação de Uso de ECF (Decreto nº 28.262, de 18 de agosto de 2005). (Dec. 28.516/05)

REDAÇÃO ANTERIOR

§ 1º As especificações do equipamento ECF de que trata este artigo são as definidas no Decreto nº 18.592, de 14 de julho de 1995, devendo o referido equipamento ter a capacidade de satisfazer as condições estabelecidas neste Decreto (Lei nº 11.572, de 22.09.98).

§ 2º Somente será permitida a emissão, pelos estabelecimentos previstos no "caput", de documento fiscal por

outro meio, diverso do ECF, inclusive o manual, por razões de força maior ou caso fortuito, tais como falta de energia elétrica, quebra ou furto do equipamento, e nas condições previstas no Convênio SINIEF s/nº, de 15

CURSO DE ECF

51

de dezembro de 1970, devendo o usuário anotar no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências - RUDFTO, modelo 6 (Convênio ECF 01/98 e Ajuste SINIEF 10/99): (Dec. 22.004/00)

I - motivo da ocorrência; (Dec. 22.004/00)

II - a partir de 20 de dezembro de 1999: (Dec. 22.004/00)

a) data da ocorrência; (Dec. 22.004/00)

b) modelo e números, inicial e final, dos documentos fiscais emitidos. (Dec. 22.004/00)

§ 3º Relativamente a ECF que não possua requisitos de "hardware" que implementem Memória de Fita- Detalhe, ficam vedadas (Convênio ICMS 116/2004): (ACR)

I – a correspondente autorização de uso, a partir das seguinte datas, relativamente aos contribuintes inscritos no CACEPE sob os regimes respectivamente indicados:

a) 01 de janeiro de 2006: Regime Normal;

b) 01 de janeiro de 2007: Regime Simplificado de Recolhimento do ICMS – SIM, relativo a microempresa ou

empresa de pequeno porte;

II – a partir de 01 de janeiro de 2011: a respectiva utilização.

§ 4º A partir de 01 novembro de 2005, fica vedada autorização para uso de ECF-MR (Máquina Registradora), exceto na hipótese de contribuinte inscrito no CACEPE sob o Regime SIM, na condição de microempresa, com receita bruta anual de até R$ 420.000,00 (quatrocentos e vinte mil reais). (ACR)

Art. 2º A utilização, no recinto de atendimento ao público, de equipamento que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou com a prestação de serviço, somente será admitida quando o referido equipamento integrar o ECF, de acordo com autorização concedida pela repartição fazendária a que estiver vinculado o estabelecimento.

Parágrafo único. O equipamento em uso, sem a autorização a que se refere o “caput’’ ou que não satisfaça os requisitos deste Decreto, será apreendido pela Secretaria da Fazenda e utilizado como prova de infração à legislação tributária, sem prejuízo da penalidade prevista no art.10, XII, “a’’, da Lei nº 11.514, de 29 de dezembro de 1997.

Art. 3º A partir das datas definidas neste Decreto, a emissão, pelas empresas a que se refere o art. 1º, do comprovante de pagamento de operação ou prestação, efetuado mediante cartão de crédito ou débito automático em conta corrente, somente poderá ser feita por meio de ECF.

§ 1º O comprovante referido no “caput’’ deve estar vinculado ao documento fiscal emitido na operação ou prestação respectiva, conforme disposto na legislação pertinente.

§ 2º A empresa usuária de ECF ou de Terminal de Ponto de Venda - PDV deverá adequar-se ao disposto no

"caput" até 31 de dezembro de 1999, ficando obrigada a observar, até esta data, o disposto no artigo seguinte (Convênios ECF 01/98, 02/98 e 05/99). (Dec. 22.004/00)

§ 3º O disposto neste artigo aplica-se também ao estabelecimento usuário de ECF-MR (Convênio ECF

05/99). (Dec. 22.004/00)

§ 4º No período de 01 de outubro de 2001 a 31 de dezembro de 2004, em substituição ao disposto no

"caput", a empresa poderá autorizar a administradora de cartão de crédito ou instituição financeira responsável por efetuar débito automático em conta corrente a fornecer à Secretaria da Fazenda informação sobre o respectivo faturamento realizado por meio dos mencionados sistemas, observando-se (Convênios ECF 01/2001, 02/2002 e 07/2003): (Dec. 26.580/2004)

I - a empresa deverá formalizar sua opção, mediante comunicação à repartição fazendária e à administradora

ou à instituição financeira referidas neste parágrafo e lavratura de termo no livro Registro de Utilização de

Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências - RUDFTO: (Dec. 24.752/2002 – EFEITOS RETROAGINDO A 01.11.2001)

a) até 31.10.2001, independentemente da respectiva faixa de faturamento anual; (Dec. 24.752/2002 EFEITOS

CURSO DE ECF

52

b) a partir de 01.11.2001, até as datas a seguir indicadas, conforme a mencionada faixa: (Dec. 24.752/2002 -

EFEITOS RETROAGINDO A 01.11.2001)

1.

acima de R$ 1.200.000: 07.12.2001; (Dec. 24.752/2002 - EFEITOS RETROAGINDO A 01.11.2001)

2.

de R$ 720.000 a R$ 1.200.000: 14.12.2001; (Dec. 24.752/2002 - EFEITOS RETROAGINDO A 01.11.2001)

3.

de R$ 480.000 a R$ 720.000: 21.12.2001; (Dec. 24.752/2002 - EFEITOS RETROAGINDO A 01.11.2001)

4.

de R$ 240.000 a R$ 480.000: 15.01.2002; (Dec. 24.752/2002 - EFEITOS RETROAGINDO A 01.11.2001)

5.

de R$ 120.000 a R$ 240.000: 15.02.2002; (Dec. 24.752/2002 - EFEITOS RETROAGINDO A 01.11.2001)

c)

na hipótese de início de atividade: (Dec. 24.752/2002 - EFEITOS RETROAGINDO A 01.11.2001)

1.

no período de 01.11.2001 a 30.09.2002, até 31.10.2002; (Dec. 24.752/2002 - EFEITOS RETROAGINDO A

01.11.2001)

2. a partir de 01.10.2002, no prazo de 30 (trinta) dias contados a partir da data de inscrição no Cadastro de

Contribuintes do Estado de Pernambuco - CACEPE; (Dec. 24.752/2002 - EFEITOS RETROAGINDO A 01.11.2001)

d) na hipótese prevista no art. 5º, V: (Dec. 24.752/2002 - EFEITOS RETROAGINDO A 01.11.2001)

1. no período de 01.11.2001 a 30.09.2002, até 31.10.2002; (Dec. 24.752/2002 - EFEITOS RETROAGINDO A 01.11.2001)

2. a partir de 01.10.2002, no prazo de 30 (trinta) dias contados a partir do 1º (primeiro) dia do mês subseqüente àquele em que tenha sido alcançado ou ultrapassado o limite ali mencionado; (Dec. 24.752/2002 -

EFEITOS RETROAGINDO A 01.11.2001)

e)

REVOGADA. (Dec. 24.752/2002 - EFEITOS RETROAGINDO A 01.11.2001)

II

- a administradora ou a instituição financeira de que trata este parágrafo enviarão a mencionada informação

sobre o faturamento, em meio magnético, relativa a cada período fiscal, até o 10º (décimo) dia do respectivo mês subseqüente, para a Diretoria de Administração Tributária - DAT da Secretaria da Fazenda, contendo os seguintes elementos, observadas as informações contidas no Manual de Orientação anexo ao Protocolo ECF

04/2001: (Dec. 23.888/2001)

a) a denominação "DECLARAÇÃO DE OPERAÇÕES OU PRESTAÇÕES PAGAS MEDIANTE CARTÃO DE

CRÉDITO OU DÉBITO automático em conta corrente"; (Dec. 23.665/01)

b) o período de referência; (Dec. 23.665/01)

c) em relação ao emitente da informação: denominação, endereço, número de inscrição no CNPJ e

identificação e assinatura do responsável pelas informações; (Dec. 23.665/01)

d) em relação a cada estabelecimento do contribuinte: nome, denominação ou razão social, inscrição,

estadual e no CNPJ, e endereço, bem como nome do respectivo titular; (Dec. 23.665/01)

e) em relação a cada operação ou prestação: data, número do comprovante de pagamento e valor; (Dec.

23.665/01)

f) o valor total das operações ou prestações realizadas no período; (Dec. 23.665/01)

III - a informação prevista no inciso anterior deverá ser fornecida: (Dec. 23.665/01)

a) ainda que não tenham ocorrido no período operações ou prestações com pagamento efetuado pelos meios

indicados no "caput"; (Dec. 23.665/01)

b) por meio de listagem impressa assinada pelo representante legal da administradora ou da instituição

financeira referidas neste parágrafo, quando exigida expressamente pela autoridade fiscal; (Dec. 23.665/01)

IV - na hipótese de inobservância ao disposto nos incisos II e III, a opção do contribuinte perderá a eficácia a

partir do período fiscal subseqüente ao não informado ou informado com inconsistência nos dados, se não

sanada a irregularidade até o 10º (décimo) dia após esgotado o prazo de entrega previsto no mencionado

inciso II. (Dec. 23.665/01)

V – a opção prevista neste parágrafo terá eficácia, relativamente às empresas incluídas nas faixas de receita

bruta anual especificadas a seguir, até o prazo respectivamente indicado, observado o disposto no § 5º

(Convênio ECF 01/2005): (Dec. 27.964/2005 e 28.516/05)

REDAÇÃO ANTERIOR

V – a opção prevista neste parágrafo terá eficácia, relativamente às empresas incluídas nas faixas de receita

bruta anual especificadas a seguir, até o prazo respectivamente indicado (Convênio ECF 01/2005): (Dec.

27.964/2005)

a) acima de R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais): 31 de outubro de 2005; (Dec. 27.964/2005)

b) acima de R$ 720.000,00 (setecentos e vinte mil reais) até R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais): 30 de

novembro de 2005; (Dec. 27.964/2005)

c)

até R$ 720.000,00 (setecentos e vinte mil reais): 31 de dezembro de 2005; (Dec. 27.964/2005)

VI

– na hipótese do inciso V, o contribuinte deverá protocolar, junto à Agência da Receita Estadual – ARE do

seu domicílio fiscal, no prazo de até 30 (trinta) dias antes do termo final ali indicado, documento informando o

CURSO DE ECF

53

nome da empresa responsável pela instalação do programa necessário à adaptação do ECF aos sistemas mencionados neste parágrafo. (Dec. 27.964/2005)

§ 5º A opção prevista no § 4º permanece em vigor relativamente à empresa inscrita no CACEPE sob o Regime SIM: (ACR) (Dec. 28.516/05)

a) na condição de microempresa, com receita bruta anual de até R$ 420.000,00 (quatrocentos e vinte mil

reais); (Dec. 28.516/05)

b) até 30 de junho de 2006, na condição de empresa de pequeno porte, com receita bruta anual de até R$

840.000,00 (oitocentos e quarenta mil reais). (Dec. 28.516/05)

01 de maio de 1999, a utilização, por empresa não obrigada ao uso de ECF, de

equipamento eletrônico ou não, destinado ao registro de operação financeira com cartão de crédito ou

equivalente, somente será permitida se constar no anverso do respectivo comprovante (Convênios ECF

01/98 e 02/98): (Dec. 21.424/99)

Art. 4º

A partir de

I – o tipo e o número do documento fiscal vinculado à operação ou prestação, seguido, se for o caso, do número seqüencial do equipamento no estabelecimento, devendo o tipo do documento fiscal emitido ser indicado por:

a) CF, para Cupom Fiscal;

b) BP, para Bilhete de Passagem;

c) NF, para Nota Fiscal;

d) NC, para Nota Fiscal de Venda a Consumidor.

II – a expressão "Exija o Documento Fiscal de Número Indicado Neste Comprovante", impressa, em caixa alta, tipograficamente, ou por outro meio, no momento da sua emissão.

Parágrafo único. O disposto no ‘’caput’’ aplicar-se-á, inclusive, ao usuário de equipamento do tipo máquina registradora (MR), e ao usuário de ECF do tipo máquina registradora (ECF-MR) sem capacidade de comunicação com computador e de emissão do respectivo comprovante, até a respectiva substituição por ECF com essa capacidade.

Art. 5º Para o cumprimento da obrigatoriedade do uso de ECF, de que trata este Decreto, as empresas deverão observar os seguintes prazos:

I – para aquelas que estão iniciando suas atividades com expectativa de receita bruta anual acima de R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais), a partir da sua inscrição no CACEPE;

II - para aquelas que já tenham iniciado suas atividades e que não sejam usuárias de equipamento que emita Cupom Fiscal, até as seguintes datas, de acordo com o nível de receita bruta anual indicada

respectivamente:

a) 31 de dezembro de 1998: acima de R$ 12.000.000,00 (doze milhões de reais);

b) 31 de dezembro de 1998: acima de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais) até R$ 12.000.000,00 (doze

milhões de reais);

c) 31 de dezembro de 1998: acima de R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) até R$ 6.000.000,00 (seis

milhões de reais);

d) 31 de março de 1999: acima de R$ 720.000,00 (setecentos e vinte mil reais) até R$ 2.000.000,00 (dois

milhões de reais);

e) 30 de junho de 1999: acima de R$ 480.000,00 (quatrocentos e oitenta mil reais) até R$ 720.000,00

(setecentos e vinte mil reais);

f) 30 de setembro de 1999: acima de R$ 240.000,00 (duzentos quarenta mil reais) até R$ 480.000,00 (quatrocentos e oitenta mil reais);

g) 31 de dezembro de 1999: acima de R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais) até R$ 240.000,00 (duzentos

quarenta mil reais).

III - para aquelas que já tenham iniciado suas atividades e que sejam usuárias de equipamento que emita Cupom Fiscal, até as seguintes datas, de acordo com o nível da receita bruta anual indicada

respectivamente:

a) 30 de junho de 1999 :acima de R$ 12.000.000,00 (doze milhões de reais);

CURSO DE ECF

54

b) 30 de setembro de 1999: acima de R$ 6.000.000,00 (seis milhões de reais) até R$ 12.000.000,00 (doze

milhões de reais);

c) 31 de dezembro de 1999: acima de R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) até R$ 6.000.000,00 (seis

milhões de reais);

d) 31 de março de 2000: acima de R$ 720.000,00 (setecentos e vinte mil reais) até R$ 2.000.000,00 (dois

milhões de reais);

e) 30 de junho de 2000: acima de R$ 480.000,00 (quatrocentos e oitenta mil reais) até R$ 720.000,00

(setecentos e vinte mil reais);

f) 30 de setembro de 2000: acima de R$ 240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais) até R$ 480.000,00

(quatrocentos e oitenta mil reais);

g) 31 de dezembro de 2000: acima de R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais) até R$ 240.000,00 (duzentos e

quarenta mil reais).

IV

independentemente do início de suas atividades, que sejam prestadoras de serviço: (Dec. 22.981/01)

para

aquelas

com

receita

bruta

anual

acima

de

R$

120.000,00

(cento

e

vinte

mil

reais),

a) de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, observado o disposto no art. 1º, III, 'b", até

30 de junho de 2000 (Convênio ECF 04/99); (Dec. 22.981/01)

b) de transporte interestadual e intermunicipal de passageiro, até 31 de dezembro de 2003 (Convênio