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Medicina Tradicional Chinesa Lição I 12
Medicina Tradicional Chinesa
Lição I
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Teoria dos Cinco Elementos

A teoria dos cinco elementos, também conhecida como dos cinco movimentos ou fases, tem a suas origens nos primórdios da civilização chinesa. Conjuntamente com outros postulados filosóficos, tais como o Yin-Yang, os três tesouros e outras teorias clássicas, formam as bases filosóficas da interpretação bioenergética da medicina tradicional chinesa. Desde tempos imemoriais o homem primitivo procurou entender os fenómenos naturais e os factores de mudança que determinam as estações, o crescimento das plantas, o clima, etc Compreendendo a influência que estes factores tinham, os antigos filósofos chineses, delinearam a Teoria dos Cinco Elementos, designando-os por: Madeira, Fogo, Terra, Metal e Água. A cada um deles atribuíram características específicas, em distintas áreas do organismo (ver gráfico).

e Água . A cada um deles atribuíram características específicas, em distintas áreas do organismo (ver
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Seguindo o princípio de que o que ocorre no universo externo (macrocosmos) ocorre também no universo interno (microcosmos), os filósofos interpretaram as distintas naturezas dos elementos em relação com o corpo humano, sua energia vital e seu espírito. Desta maneira, em antigos escritos, tais como o “Neijing” ou Primeiro Cânon do Imperador Amarelo, que se crê ter sido recopilado à volta do séc. V a.C., faz-se menção à forma como os órgãos são afectados e se harmonizam com a natureza. A este respeito diz o Neijing: “Disse o Imperador Amarelo: os cinco órgãos, além de terem concordância com as estações, também concordam com outras coisas. Quais são estas? Qi Bo contestou: ’A cor verde concorda com o oriente e com a energia do fígado. O fígado abre suas janelas nos olhos. Durante a primavera, a energia vital dos órgãos é manejada pelo fígado, as manifestações clínicas de afecção são a ira e a intranquilidade; seu sabor, o ácido; seu elemento, a madeira; seu tipo de carne, o frango; seu cereal, o trigo; sua estação, a primavera, durante a primavera a energia Yang sobe em direcção à cabeça; sua estrela é Júpiter; seu som Jiao (nota do); seu número, o oito; ”.

Durante uma trajectória de mais de 4.000 anos, a MTC, desenvolveu a aplicação da teoria dos cinco elementos para entender a natureza humana. Atribuiu a cada elemento influência na formação tanto do corpo físico da pessoa como na manifestação orgânica da energia vital e certamente na expressão de seu espírito. Desta maneira reconhecem-se diferentes tipos morfológicos e personalidades patológicas, que se afinam de acordo com as características naturais de cada elemento. Os órgãos internos, por exemplo, classificam-se também de acordo com a natureza dos elementos. Deste modo:

Fígado = Madeira; Coração = Fogo; Baço = Terra; Pulmão = Metal; Rim = Água.

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A natureza dos Cinco Elementos e a sua relação com o Ser Humano

Cada um dos elementos possui uma natureza especial cujas características influenciam a dinâmica das nossas vidas. Segundo a MTC cada ser humano tem afinidade com um dos elementos em particular, ainda que em equilíbrio, cada um deles manifesta-se, transportando suas características especiais. Desta maneira uma pessoa reúne em sua capacidade vital todas as qualidades do universo e segundo esta teoria milenária, em situação ideal, a natureza humana possui uma capacidade de transmutação inata que se rege de acordo com os ciclos dos cinco Elementos.

a natureza humana possui uma capacidade de transmutação inata que se rege de acordo com os
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O mesmo ocorre no caso de desenvolvimento das doenças, os Elementos também contribuem no seu processo de formação. Por outro lado, esta teoria também se utiliza como uma ferramenta na recuperação muito efectiva dos doentes. De facto, todos os ramos da MTC usam a teoria dos cinco elementos para a aplicação da terapia. Exemplo disto é a selecção de pontos para a aplicação de acupunctura, a classificação de ervas para a criação de fórmulas e exercícios específicos para a cada elemento (Qi Gong). Uma área de grande importância é a relação desta teoria com as características da pessoa. Através da observação de milhares de anos, tem-se ajustado como método de diagnóstico na prática clínica dos médicos chineses. Isto permite esclarecer claramente como os elementos afectam a personalidade e dão como resultado preferências patológicas claras de cada um de nós através de sabores, sons, cores, expressões da psique, emoções, formas, estruturas do corpo, doenças e métodos de tratamento. Esta área do conhecimento é de grande riqueza e foi-me mostrada inicialmente pelo meu mestre de Qi Gong e MTC, Chen Yong Fa. Ele chama-o de “conhecimento do espírito” e usa-o frequentemente para “tipificar” as características patológicas dos pacientes que procuram a sua clínica. Nos meus estudos na universidade Guangzhou, em convívio com outros mestres de MTC e na prática clínica, pude comprovar como esta teoria é usada com grande eficácia para compreender melhor a relação entre o nosso pequeno universo energético e a natureza que nos rodeia. De acordo com a medicina tradicional, o equilíbrio desta relação é a chave da preservação da nossa saúde em seus aspectos essenciais de Vitalidade, Energia e Espírito.

De seguida apresentaremos algumas das características dos elementos. Poderemos ver como se manifestam as preferências por actividades e mecanismos de comportamento, ao mesmo tempo como as características dos elementos fornecem forças inatas e em seus desequilíbrios determinam padrões pelos quais se manifestam as enfermidades. Devemos ter em conta que é possível que a nossa própria personalidade contenha características de mais de um elemento. O importante é entender que em nossa dinâmica de vida todos os elementos se expressam naturalmente, ajudando-nos a manter a relação com a natureza interna e externa. Ainda que seja possível ter mais afinidade com um deles, o importante é observar como todos os elementos se manifestam nas distintas dinâmicas de nossa vida. Obviamente, que se queremos clarificar isto em forma mais profunda, temos que procurar ajuda num especialista em MTC.

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Madeira: expansão, mudança e criatividade

A Madeira possui a força e determinação do crescimento, a estação da primavera rege e dá as características deste elemento. A madeira é inspirada pela aventura, pelo sentido de descobrir e explorar novos horizontes. Com uma grande capacidade de adaptação, improvisação e criatividade, a madeira gosta da mudança contínua. A expansão e o crescimento são então as características inatas da madeira. Deste modo, uma pessoa com afinidade por este elemento é um inspirado pesquisador, está disposto a explorar novas possibilidades. A pessoa “Madeira” não se assusta com novos desafios nem mudanças e entrega o seu maior potencial no movimento, criando situações e perseguindo objectivos, é decididamente uma pessoa de acção. Por outro lado, os seus maiores retrocessos são em direcção às frustrações, à falta de liberdade de acção e determinação pessoal. Por esta razão a pessoa “Madeira” trabalha melhor num cargo de auto regulação, não reage bem à interferência e irrita-se às vezes “com a extraordinária lentidão das outras pessoas”. Em seu estado negativo, a pessoa pertencente ao elemento madeira, pode tornar-se num tirano agressivo e hostil. Mostra frequentemente estados febris de energia onde primam a cólera, tendência à frustração que se manifesta na propensão em levantar a voz (o grito é o som característico deste elemento). Suas características patológicas são determinas pelo fígado, seu órgão principal. O fígado promove o movimento e a actividade mental. Em seu aspecto negativo, esta mesma actividade cria pressão e tensão, que se manifesta por exemplo em dores de cabeça, com inchaço das veias à volta das fontes (região temporal), sensação de pressão na área toráxica, enjoos, alterações do ciclo menstrual, sonhos perturbadores, insónias, etc De igual modo que a primavera incita ao crescimento e ao renascer da madeira, a energia da madeira regula a actividade do fígado, transmitindo-lhe suas características. Este aproveita este impulso natural para suas funções de empurrar o sangue e o Qi. O fígado regula toda a actividade e movimento dos processos do corpo, controla os tendões e manifesta-se no exterior através dos olhos. O fígado armazena o sangue e mantém livre a passagem nas vias de circulação. A energia emocional que o perturba é a cólera e suas qualidades em equilíbrio são a determinação e a criatividade.

Medicina Tradicional Chinesa Lição I 17
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Fogo: a energia que enaltece e inspira

O fogo expressa a sua natureza no calor do verão. É o elemento que faz amadurecer os frutos,

fortalece os animais e os seres humanos. Com o seu calor convida-nos a desfrutar da natureza. O fogo tem a força e o poder de desenvolver o melhor de nós mesmos, estimula nossos ideais mais nobres favorecendo o nosso sentimento de plenitude e bem-estar. É de natureza Yang e dominante, a

inspiração em direcção às alturas é a energia primordial do fogo.

A pessoa fogo, como o verão, é expressiva e amante da compartilhar e interactuar criando

ligações e calor entre os seres humanos. Está sempre disposta a tomar partido por causas altruístas e a ir mais além de seus próprios limites. É inspirador e seus ideais primam sobre a parcialidade das

coisas. Com um tremendo entusiasmo que irradia calor e promove o bem-estar, pode ser o centro lógico da atenção, o qual desfruta, e em seu estado de equilíbrio, utiliza para criar harmonia entre seus congéneres. Em sua negatividade, a pessoa fogo deixa-se levar por um desenfreado êxtase de impressões, dissipando suas energias (queimando a vela pelos dois lados). Do mesmo modo que o fogo atrai a traça e a fulmina, o encanto e calor da energia do fogo pode levar as emoções a um ponto de esgotamento e agitação que perturba a claridade da consciência e do juízo. Como por exemplo os estados de enamoramento sem limites que logo conduzem à decepção e à decadência.

O órgão principal deste elemento é o coração, ao qual a MTC adjudica a capacidade de dirigir

o espírito e a actividade da mente. O coração controla os vasos sanguíneos e o fluído do sangue. Rege

a expressão da cara e sua textura, que em estado normal é de cor viva e fresca, por outro lado torna-se opaca e distorcida com a actividade mental desequilibrada. Diz-se que controla a fala como expressão do espírito, manifesta-se para o exterior através da língua. É um importante factor no diagnóstico, quando o seu funcionamento é anormal afecta a circulação do sangue e do qi.

O coração é, segundo a MTC, o imperador dos órgãos porque comanda as funções vitais do

corpo. Por sua vez, a má função de outros órgãos pode afectá-lo. Suas anomalias manifestam-se em

alterações na circulação sanguínea, excesso de suor, transtornos do ritmo cardíaco, etc

Nas funções

da mente, seu desequilíbrio expressa-se em estados de loucura e riso desenfreado, seu som característico. Por outro lado, a pessoa pode perder a habilidade de finalizar as actividades que começa, caindo em estados de apatia. Um coração equilibrado é como um soberano que reina em harmonia, promovendo o bem- -estar de seus súbditos aos quais inspira a desenvolverem-se e a prosperarem em coerência e felicidade.

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Terra: equilíbrio

Semelhante ao solo que nos sustém e dá apoio, o elemento terra também entrega a energia da nutrição e o crescimento dos alimentos do mundo vegetal e mineral. O conceito “terra-mãe” dá-nos a ideia de nutrição e protecção. Da terra tudo nasce e à terra tudo volta, por isso este elemento controla os ciclos de vida e crescimento. Os órgãos regidos pela terra são o estômago e o baço-pâncreas, órgãos responsáveis pela nutrição e o processamento dos alimentos. Uma pessoa regida por este elementos gosta de cantar porque este é o som característico deste elemento. A habilidade de raciocinar é o seu forte, promovendo a capacidade de opinião da pessoa. Seu estado ideal é criar equilíbrio e paz entre os que a rodeiam, transmite um sentido de solidez e estabilidade como uma montanha, o que leva algumas pessoas a contar-lhes os seus problemas, porque em geral são bons conselheiros. Possuem além disso uma habilidade inata para controlar a mudança dos ciclos da natureza, num movimento contínuo e natural. Advoga sempre por manter equilíbrio, estabilidade e moderação. Outras características de sua natureza são lealdade, coerência, serviço, poder de negociação. Suas alterações produzem entorpecimento, interferência dos movimentos físicos e psíquicos, porque o elemento influi sobre as formas em geral e em particular sobre a constituição dos músculos. A preocupação e o “sobre-pensamento”, isto é pensar em algo de maneira quase obsessiva, são a principal causa dos distúrbios emocionais das pessoas “terra”. Conjuntamente com isto, a extrema preocupação e a super-protecção das pessoas que quer e aprecia, leva a sujeitá-las demasiado, como uma mãe que não deixa ir o seu filho. Também o pensamento recorrente é uma característica de sua desarmonia, sempre falando do mesmo, como um alimento que não se pode digerir e volta continuamente produzindo náuseas ou refluxo. Nesta situação, a pessoa terra bloqueia, perde a sua habilidade de processar os pensamentos e sua capacidade de raciocínio transforma-se em “ruminação mental” como um bolo alimentício que não pode engolir, produzindo estados de apreensão e contínua preocupação. As patologias do elemento terra manifestam-se afectando o funcionamento do estômago e do baço, produzindo sintomas de depressão mental, úlceras, tendência à obesidade, alterações digestivas, etc.

A terra é por natureza acolhedora e nutritiva em seu estado natural. Este elemento dá-nos estabilidade e solidez, ajudando-nos também a compreender ou processar o mundo que nos rodeia, as ideias e situações com que nos deparamos.

Medicina Tradicional Chinesa Lição I 19
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Metal: purificador

O elemento metal é símbolo de pureza e transparência. A tradição chinesa designa o cristal e o

ouro como símbolos do metal dado que estes simbolizam estados superiores do mundo mineral.

A pessoa com o perfil deste elemento têm qualidades que promovem a imparcialidade nas

relações e ajudam os outros, são hábeis em colocar ordem nas coisas, são bons diplomatas, oferecem soluções coerentes e promovem a seriedade, o controlo e a calma das situações. São de natureza virtuosa e defendem os direitos essenciais do ser humano. Com grande capacidade organizativa, disciplinados, capazes de suportar esforços contínuos, exaltam valores espirituais e metafísicos, gostam tanto de cerimónias como de rituais, preferem a ordem e a organização podendo chegar a ser perfeccionistas e exigentes. O órgão principal do metal é o pulmão, que purifica e transforma o ar para ajudar à manutenção de todas as funções do corpo. Quando o elemento se altera, a pessoa não encontra calma e choraminga continuamente, sendo este o som característico do elemento. Neste estado de espírito, vê-se afectado por um sentimento de tristeza e melancolia, emoções que terminam danificando o pulmão. O pensamento torna-se pessimista, depressivo e pensa continuamente no passado, recordando estados ideais que não voltarão. A pessoa cai facilmente em estados de ansiedade donde lhe “falta o ar”, sua capacidade de ordem e transformação bloqueia-se, perde a auto-estima e o sentido de si mesma, sentindo-se triste e melancólica. Os pulmões são os mestres da energia essencial do ser humano. A energia que se cria da nutrição e da respiração, depende dos pulmões para sua circulação e purificação. Quando suas funções

são alteradas, podem-se produzir sintomas de insuficiência desta energia essencial, por exemplo fadiga

física, respiração entrecortada, suor, afecções do nariz, laringe, etc

Os pulmões controlam a pele e os

poros; com esta função também regulam o movimento e a qualidade da energia defensiva que vive ao nível da pele, chamada “Wei Qi” . Esta energia, segundo a MTC, é responsável por manter os factores patogéneos fora do organismo. A respiração é um importante factor no movimento desta energia e o pulmão é o órgão principal nesta função.

O elemento metal é de natureza sólida e depuradora, sua energia corresponde à estação do

outono. É o mestre da transformação, promove a ordem, resolve o caos, estabelece valores de equilíbrio e imparcialidade.

Medicina Tradicional Chinesa Lição I 20
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Água: a natureza essencial

A água é o elemento essencial da vida já que grande percentagem de nosso corpo está

constituído por ela. Na tradição taoísta fala-se da mente de água, responsável pela busca do conhecimento essencial e pelos mistérios do espírito. A estação da água é o inverno e diz-se que nesta

estação deve-se favorecer as actividades da alma, o estudo e a busca do conhecimento profundo e essencial. As qualidades do conhecimento, imaginação, busca do entendimento e a compreensão do sentido da vida, são características naturais das pessoas com afinidade ao elemento água. Elas possuem um sentido de transcendência na vida e são promotoras das actividades filosóficas e busca da verdade. Possuidoras de uma grande imaginação, são criativas e capazes de dar origem e consolidar projectos, ao mesmo tempo são muito perceptivos, reflexivos, modestos e cuidadosos. Por outro lado, podem filosofar, enquanto o mundo cai aos pedaços, como se estes problemas fossem demasiado mundanos para serem considerados. O medo é a emoção que mais danifica este

elemento, por isso as pessoas água são propensas aos ataques de pânico e desespero. O inverno é sua estação climática predilecta. Diz-se que a água tem a capacidade de esfriar as coisas. Por um lado pode ser um factor de controlo muito eficaz para acalmar os excessos do fogo, por outro lado torna-se um factor que congela tudo, criando estados de bloqueio, literalmente “esfriando as possibilidades de progresso” caindo numa análise teórica excessiva e apático. Fisicamente isto também afecta a capacidade de caminhar, criando patologias da zona lombar.

O rim é o órgão controlado pelo elemento água. O rim é a mansão da energia ancestral e a

força da vida. Segundo a MTC nos rins germina a vida e são responsáveis pelo impulso da vontade e a energia da libido. A letargia, por exemplo, é uma característica de seu desequilíbrio e é devido à falha dos rins em gerar a força vital do organismo. Por deficiência na função dos rins também se produzem anomalias que afectam os fluídos, os ossos, os órgãos sexuais e suas funções. A mente vê-se afectada por falta de atenção, deterioração da memória, do entusiasmo e da vontade.

O nosso corpo é constituído por uma grande percentagem de água. Os fluídos do corpo, o

mesmo que as marés, estão debaixo da influência do cosmos que nos rodeia. A MTC atribui a este elemento a origem da vida e o controlo da força da vitalidade e a energia essencial. Do mesmo modo, é também responsável por nossas origens e pelo prolongamento da vida.

Em resumo, esta resenha das características da natureza de cada um dos cinco elementos dá- nos uma ideia de como a natureza humana nutre-se deles. Por outro lado, os distintos processos patológicos também se vêem claramente influenciados pelos cinco elementos. Outro aspecto importante é o conjunto dos ciclos energéticos dos cinco elementos.