Sei sulla pagina 1di 29

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

4 Solicitações Normais

4.1 Fundamentos

Chama-se de solicitações normais os esforços solicitantes que provocam tensões normais nas seções transversais das peças estruturais.

Ex: Esforço Normal e Momento Fletor.

peças estruturais. Ex: Esforço Normal e Momento Fletor. Figura 4.1: Ensaio de Stuttgart Fases de Solicitação

Figura 4.1: Ensaio de Stuttgart

Fases de Solicitação

Ao ensaiarmos a viga AB acima, observa-se que o trecho 12 está sujeito apenas ao momento fletor (P.a) positivo. À medida que a carga (P) é acrescida as tensões passam pelas seguintes fases:

Estádio I - As solicitações apresentam valores em que a região tracionada da peça mantém-se intacta, sem fissuração.

tracionada da peça mantém-se intacta, sem fissuração. Figura 4.2 – Estádio I - Seção compacta (Res.
tracionada da peça mantém-se intacta, sem fissuração. Figura 4.2 – Estádio I - Seção compacta (Res.
tracionada da peça mantém-se intacta, sem fissuração. Figura 4.2 – Estádio I - Seção compacta (Res.

Figura 4.2 – Estádio I - Seção compacta (Res. Mat. I)

Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte elainecponte@hotmail.com

4.2 – Estádio I - Seção compacta (Res. Mat. I) Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte
4.2 – Estádio I - Seção compacta (Res. Mat. I) Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Estádio II - As solicitações apresentam valores em que a região tracionada da peça não mais atende à Lei de Hooke, enquanto a região comprimida permanece no regime elástico.

enquanto a região comprimida permanece no regime elástico. Figura 4.3: Estádio II Estádio III - O

Figura 4.3: Estádio II

Estádio III - O concreto sofre esmagamento e o aço escoamento; modernamente a verificação da segurança é feita admitindo-se que o esgotamento da capacidade resistente da peça possa ocorrer, tanto pela ruptura do concreto comprimido como pela deformação excessiva da armadura tracionada.

como pela deformação excessiva da armadura tracionada. Figura 4.4: Estádio III Teremos nas peças de concreto

Figura 4.4: Estádio III

excessiva da armadura tracionada. Figura 4.4: Estádio III Teremos nas peças de concreto estrutural os estados
excessiva da armadura tracionada. Figura 4.4: Estádio III Teremos nas peças de concreto estrutural os estados

Teremos nas peças de concreto estrutural os estados últimos de ruptura do concreto comprimido e de alongamento plástico excessivo da armadura tracionada.

Estado Limite Ultimo Convencional - (E.L.U.)

- Estado Limite Ultimo de Ruptura


ou

Estado de Deformacao Plastica Excessiva

O estado limite último será alcançado quando ocorrer pelo menos uma das duas condições abaixo:

εcd,

max

≡ ε

cd, u

ou ε

sd

,

max

≡ ε

sd, u

(4.1)

4.1.1 Hipóteses Básicas: (E.L.U.)

a) As seções transversais permanecem planas durante e após a deformação das estruturas (hipótese de Bernouilli, comprovada experimentalmente).

b) Deverá ser desprezada, nos cálculos, a resistência a tração do concreto como contribuição à resistência total da peça.

Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte elainecponte@hotmail.com

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

c) Solidariedade dos materiais: a deformação específica de uma barra de armadura será igual a deformação específica do concreto que as envolve.

d) Encurtamento último do concreto: qualquer que seja a resistência do concreto, o seu encurtamento de ruptura valerá:

εcd, u =

3,5 - na flexão simples (3,5 mm/m)

  2,0 - na compressão axial (2,0 mm/m)

e) Alongamento último das armaduras: no E.L.U. o alongamento específico último da armadura tracionada será de:

εsd, u =

10

( 10

mm / m )

f) Diagrama de tensões normais do Concreto será considerado aproximadamente (NB1 - item 4.1.1.1d) constante: (ver justificativa).

(NB1 - item 4.1.1.1d) constante: (ver justificativa). Figura 5.5: Diagrama de Tensões Normais do Concreto –
(NB1 - item 4.1.1.1d) constante: (ver justificativa). Figura 5.5: Diagrama de Tensões Normais do Concreto –
(NB1 - item 4.1.1.1d) constante: (ver justificativa). Figura 5.5: Diagrama de Tensões Normais do Concreto –
(NB1 - item 4.1.1.1d) constante: (ver justificativa). Figura 5.5: Diagrama de Tensões Normais do Concreto –
(NB1 - item 4.1.1.1d) constante: (ver justificativa). Figura 5.5: Diagrama de Tensões Normais do Concreto –
(NB1 - item 4.1.1.1d) constante: (ver justificativa). Figura 5.5: Diagrama de Tensões Normais do Concreto –

Figura 5.5: Diagrama de Tensões Normais do Concreto – Diagrama de Bloco

onde

d = altura útil da peça - distância da fibra mais comprimida à C.G. da armadura tracionada.

Observar que: (Efeito Rüsch)

σcd = 0,85 fcd quando a peça possuir largura constante ou crescente para a borda

comprimida.

Ex: Seção retangular, seção “T”, etc.

σ cd = 0,80 fcd quando a peça possuir largura decrescente para a borda comprimida.

Ex: Seção circular, seção triangular, etc.

Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte elainecponte@hotmail.com

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

4.1.1.1

JUSTIFICATIVA

TENSÃO/DEFORMAÇÃO DO CONCRETO - (NB1)

DA

SIMPLIFICAÇÃO

DO

DIAGRAMA

Caso de ε cd = 3,5

 

A

equação

para

o

trecho

parabólico

do

diagrama

de

compressão

do

concreto

é:

σ = Az

2 + Bz + C

 

onde

p/z = 0 → σ = 0 → C = 0 p / z =
p/z = 0 → σ =
0 →
C = 0
p / z
=
y
→ σ = σ
→ σ
cd
cd
1
d σ
d σ
p/z = y 1 →
= →
= 2
A
dz
dz

0 = 2

A

y

1

+ B

- B = 2

A

y

1

=

A

y

2

1

+

B

z + B, logo

II

y

1

Somando-se as equações I e II, teremos:

0 =

σ

cd

y

1

+ A

y

1

cd A = - σ 2 y 1
cd
A = - σ
2
y 1

Substituindo-se em II:

+ A ⋅ y 1 ∴ cd A = - σ 2 y 1 Substituindo-se em

B

= 2

σ

cd

2

 

y

1

B = 2

σ

cd

y

1

y

1

assim,

σ  

σ = -

cd

y

2

1

z

2

+

2

σ

y

cd

1

z

σ

cd

y

1

A

y

1 =

B

I

(5.2)

O Centro de Gravidade do diagrama parabólico da tensão do concreto será:

∫ z ⋅ da z = ∫ da
z
da
z =
da

1) dA = σ ⋅ dz

  σ    σ   1 cd cd ∫ dA =
 σ  
σ
1
cd
cd
dA =
∫ y
- 
z
2 +
2
  ⋅ z
dz
2
 
0
y
y
  
 
1 
1
3
2
 σ  
z
 2 ⋅σ  
z
cd
cd
y
y
= - 
1
+ 
1
2
0
0
y
3
y
2
1
1
1
2
=
-
.
σ
.y
σ
cd .y
∫ dA =
σ
cd .y
1 (Área)
cd
1 +
1 ∴
3
3
y
z
2)
⋅ dA =
1 σ ⋅
z
dz
∫ 0

Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte elainecponte@hotmail.com

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

=

y

0

1

-

  

σ

cd

  z

y

2

1

2 σ   z

3 +

cd

y

1

 

2



dz = -

4  σ  z cd y  1  2  0 y 4
4
 σ
 z
cd
y
1
2
0
y
4
1
3  z cd 5 y 2 1 ∫ zdA = σ cd y 
3
 z
cd
5
y
2
1
∫ zdA =
σ cd y
 
0
y
3
1
 
1 
12

+   2 σ

1 2 2 = - σ 2 + σ cd y cd y 1 ∴
1
2
2
=
- σ
2 +
σ
cd y
cd y
1 ∴
1
4
3
assim,
5
2
σ
cd
y 1
5
12
∴ z =
y
z =
1
8
2
σ
y
cd
1
3

(C. G. da Parábola)

(Mom. Estático)

por semelhança de triângulo no diagrama das deformações, temos:

y x 1,5 3 2 = ∴ y x → y = x 2 =
y
x 1,5
3
2
= ∴
y
x →
y
=
x
2 =
2
3,5 - 2
3,5
3,5
7
4
5
.   4 
5
y
1 = x - y
2 ∴
y
x
→ z =
x
 ⇒
z =
x
1 =
7
8
14
7

Como o nosso interesse é provar que Y 0,8x, usaremos a equação da largura b w da peça:

substituindo o valor de y 1 : C = (Area).b → C σ .b ω
substituindo o valor de y 1 :
C
= (Area).b
→ C
σ
.b
ω
=   2
cd y
ω
1
1
3
1  
2
  4 
8
C
σ
cd .b
.
 x ∴
C
=
σ
cd .b
.x
1 =
ω
ω
1
3
21
 
7
 3   x
C
(
σ
.y
)
.b
ω →
C
=
σ
cd.b
.
2 =
cd
ω
2
2
 
7
3
C
σ
.b
.x
2 =
cd
ω
7
assim,
8
3
C =
.b .x +
.b .x
σcd
ω
σ cd
ω
12
7
 17 
C =
.b .x
σ cd
ω
21
mas,
igualando
C
= (σ cd.y).bω
 17 
σ
cd.y.b
=
 σ
cd .b .x
ω
ω
21
y =   17 
21
 x
y = 0,809 x

que aproximadamente y

0,8

x

(c.q.p.)

Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte elainecponte@hotmail.com

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

4.2 Domínios de Deformação

O estado limite último de ruptura ou de deformação plástica excessiva é caracterizado

convencionalmente na situação de cálculo pelas deformações específicas ε cd e ε sd , respectivamente do concreto e do aço.

Assim, a partir das hipóteses básicas já estabelecidas, poderemos distinguir 6 regiões especiais de deformações denominadas de domínio de deformação (NB1 - item 4.1.1.1.a).

Figura 4.6: Dominios de Deformação
Figura 4.6: Dominios de Deformação

A posição da linha neutra será definida pela sua distância x à fibra extrema mais comprida; esta posição também poderá ser expressa de forma admensional dada pela relação:

x K x = d
x
K x =
d

(4.3)

onde

d = Altura Útil

Da análise dos domínios da deformação podemos constatar algumas observações:

4.2.1

Deformação plástica excessiva:

4.2.1.1

Reta a:

E.L.U. caracterizado pela ε sd = 10 0 00 .

caso de tração uniforme

ε s d = 10 0 0 0 . caso de tração uniforme Ex: Tração centrada

Ex: Tração centrada

4.2.1.2 Domínio 1

A linha neutra está fora da seção transversal, a qual está totalmente tracionada, logo, só o aço estará resistindo;

Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte elainecponte@hotmail.com

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

E. L. U. caracterizado pela ε sd = 10 0 00
E.
L. U. caracterizado pela ε sd = 10 0 00

Ex: tração excêntrica com pequena excentricidade.

4.2.1.3 Domínio 2

A linha neutra corta a seção transversal, havendo na mesma, zonas comprimidas e tracionadas;

A ruptura se inicia com o escoamento do aço, permanecendo o concreto sem ir a ruptura a

E.

compressão ruptura dúctil.

L. U. caracterizado pela

compressão → ruptura dúctil. L. U. caracterizado pela ε s d = 10 0 0 0

ε sd = 10 0 00

e ε c d < 3,5 0 0 0 .

e ε cd < 3,5 0 00 .

Ex: tração ou compressão excêntrica com grande excentricidade, flexão simples.

4.2.2

Ruptura

4.2.2.1

Domínio 3

A linha neutra corta a seção transversal havendo na mesma, zonas comprimidas e tracionadas;

Como na situação anterior, a deformação da armadura tracionada é pelo menos igual a

deformação ε yd ;

A ruptura do concreto ocorrerá simultaneamente com o escoamento do aço tracionado peças sub-armadas.

Situação desejável para projeto, pois, tiramos o máximo proveito do esgotamento da capacidade resistente dos materiais empregados.

E.L.U. caracterizado pelo ε cd

4.2.2.2 Domínio 4

E.L.U. caracterizado pelo ε c d 4.2.2.2 Domínio 4 = 3,5 0 0 0 e ε

= 3,5 0 00

pelo ε c d 4.2.2.2 Domínio 4 = 3,5 0 0 0 e ε y d

e ε yd ≤ ε sd < 10 0 00 .

A linha neutra corta a seção transversal, havendo na mesma, zonas comprimidas e tracionadas;

A deformação da armadura tracionada é inferior a deformação ε yd ;

A ruptura da peça ocorrerá de forma frágil, não avisada, pois o concreto atingirá a ruptura

sem que a armadura tracionada possa provocar uma fissuração que sirva de advertência peças super-armadas;

que sirva de advertência → peças super-armadas ; E.L.U. caracterizado pela ε c d = 3,5

E.L.U. caracterizado pela ε cd = 3,5 0 00 e ε sd < ε yd .

Ex: compressão excêntrica com grande excentricidade, flexão simples.

Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte elainecponte@hotmail.com

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

4.2.2.3 Domínio 4a

A linha neutra ainda corta a seção transversal, mas na região do cobrimento da armadura menos comprimida;

Este domínio é considerado como de transição;

As armaduras estão, pois, comprimidas embora, na menos comprimida, as tensões sejam desprezíveis.

na menos comprimida, as tensões sejam desprezíveis. E.L.U. caracterizado pela ε c d = 3,5 0

E.L.U. caracterizado pela ε cd = 3,5 0 00 ;

Ex: Compressão excêntrica com armaduras comprimidas.

4.2.2.4 Domínio 5

A linha neutra não corta a seção transversal, a qual está integralmente comprimida;

E.L.U.

caracterizado 2,0 0 0 0 < ε c d < 3,5 0 0 0 .
caracterizado 2,0 0 0 0 < ε c d < 3,5 0 0 0 .

caracterizado 2,0 0 00 < ε cd < 3,5 0 00 .

Ex: Compressão excêntrica com pequena excentricidade.

4.2.2.5

Reta b:

E.L.U. caracterizado pela ε cd = 2;0 0 00 .

Caso de compressão uniforme

c d = 2;0 0 0 0 . Caso de compressão uniforme Ex: compressão centrada. No

Ex: compressão centrada.

No domínio 5, teremos:

Figura 4.7: Domínio 5

centrada. No domínio 5, teremos: Figura 4.7: Domínio 5 Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte

Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte elainecponte@hotmail.com

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

por semelhança de triângulo :

h - x x 5 = 5 1,5 2,0 2 ⋅ x = 1,5 ⋅
h - x
x 5
= 5
1,5 2,0
2 ⋅
x
= 1,5
h
-1,5 x
5
5
3,5
x
=1,5 h
5
=   3 
x
⋅ h
5
 
7

4.2.3 Limites de Dimensionamento

(5.4)

4.2.3.1 Limite do Domínio 2a a 2b

Com a finalidade de determinar o valor limite da profundidade da linha neutra, a partir da qual as armadura da compressão podem ser realmente eficientes, teremos:

da compressão podem ser realmente eficientes, teremos: Figura 4.8: Limite do Domínio 2a e 2b x

Figura 4.8: Limite do Domínio 2a e 2b

x

2a/2b

d - x

=

2a/2b

2,0

10,0

x 2a/2b

=   1

6

 

d

ou

10

x

2a/2b

K

2a/2b =0,167

x

=

2

d - 2

x

2a/2b

(4.5)

Assim, somente o domínio 2b deverá ser considerado as resistências de eventuais armaduras de compressão; no domínio 2a elas deverão ser desprezadas no estabelecimento da resistência da seção transversal em face de suas pequenas deformações últimas.

Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte elainecponte@hotmail.com

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

4.2.3.2 Limite do domínio 2 para 3

Vale do Acaraú – UVA 4.2.3.2 Limite do domínio 2 para 3 Figura 5.9: Linite do
Vale do Acaraú – UVA 4.2.3.2 Limite do domínio 2 para 3 Figura 5.9: Linite do

Figura 5.9: Linite do Domínio 2 e 3

x

2 / 3

d - x

2/3

=

3,5

10

x 2/3

3,5   d

=

13,5

ou

10

x

2/3

K

2/3

x

= 0,259

= 3,5

d - 3,5

x

2/3

4.2.3.3 Limite do domínio 3 para 4:

⋅ d - 3,5 ⋅ x 2/3 4.2.3.3 Limite do domínio 3 para 4: Figura 5.10:
⋅ d - 3,5 ⋅ x 2/3 4.2.3.3 Limite do domínio 3 para 4: Figura 5.10:

Figura 5.10: Linite do Domínio 3 e 4

x

3/ 4

d - x

3/4

=

ε

3,5

x 3/4

=

ε

yd

3,5

3,5 +

ε

yd

d

yd

.x

3/4

= 3,5d - 3,5 x

3/4

ou

Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte elainecponte@hotmail.com

(4.6)

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA 3,5 3/4 K = (4.7)
Concreto Armado I
Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA
3,5
3/4
K
=
(4.7)
x
3,5 +
ε yd
Ex:
Para o aço CA50A:
(
5000/1,15
)
Eq. (3.3) -
=
= 2,07
0
ε yd
00
2100
3/4 3,5
K
=
x 3,5 + 2,07
K
3/4 = 0,628
CA-50A
(4.8)
x

Para o aço CA50B:

Eq. (3.10) -

ε

B

yd

= 2,0 +

ε

yd

o oo
o
oo

A

ε yd

B = 2,0 + 2,07 = 4,07

K

3/4 3,5

=

x 3,5 + 4,07

K 3/4

x

= 0,462

CA50B

(4.9)

Para o aço CA60B:

ε yd

=

(

6000/1,15

)

2100

= 2,48

o oo
o
oo

ε yd

B = 2,0 + 2,48 = 4,48

o oo
o
oo

K

3/4

=

3,5

x 3,5 + 4,48

K

3/4

x

= 0,438

CA60B

(4.10)

Para o aço CA25:

ε

yd

=

(

2500/1,15

)

2100

= 1,04

o oo
o
oo

K

3/4

x

=

3,5

3,5 +1,04

K

3/4

x

= 0,772

CA25

(4.11)

Como o limite dos domínios 3 - 4 é também o limite entre os campos das peças sub-armadas e

super-armadas e como devemos sempre evitar este último, concluímos que o valor de K

define a posição final da deformada da seção transversal, se quisermos aproveitar ao máximo o concreto e o aço.

Assim chamaremos daqui para diante:

3/4

x

K

3/4

K

 

x

=

lim

(4.12)

Podemos definir esta posição limite como sendo aquela em que se encontram as peças denominadas de normalmente armadas.

Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte elainecponte@hotmail.com

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Conclusão

Podemos assim concluir que:

Se -

Se

Se

Se 0,259 < K

Se K

Kx

0

estaremos no Domínio 1

0 < Kx 0,167

estaremos

no Domínio 2a

0,167 <

Kx 0,259

estaremos

no Domínio 2b

x

K lim

< Kx 1,0

h

lim

1,0 < Kx

d

estaremos no Domínio 3

estaremos no Domínio 4

estaremos no Domínio 4a

Se

Se

h

d

<

Kx

+

estaremos no Domínio 5

Se quisermos associar K x a tensão da armadura de tração nos domínios das peças sub e super- armadas, teremos:

a)

b)

Nota-se que, para peças em que 0 K x K lim a tensão na armadura é sempre igual a f yd .

Para os aços mais comuns da prática, estabelecemos o quadro abaixo:

Peças sub-armadas

Se

Se

0

K

x

0,259

0,259 < K

x

K

lim

Peças super-armadas

Se

K lim

< K

x

1,0

σ = f sd yd
σ
= f
sd
yd

D2

σ = f sd yd
σ
= f
sd
yd
σ < f sd yd
σ
< f
sd
yd

D3

D4

AÇOS

f

yk

(MPa)

f

yd

(MPa)

εεεε y d

( )

K

lim

CA 50A

500

435

2.07

0,628

CA 50B

500

435

4.07

0,462

CA 60B

600

522

4.48

0,438

CA 25

250

217

1.04

0,772

Tabela 4.1: Valores de K lim para os diversos tipos de aços

Enfatizamos que, apesar do gráfico da Figura 5.6 encontrar-se de maneira espelhada da figura apresentada pela NB-1, isto em nada modifica o entendimento do comportamento do concreto armado e tão pouco invalida as expressões aqui deduzidas.

Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte elainecponte@hotmail.com

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

4.3

Dimensionamento à Flexão Normal Simples

4.3.1

Generalidades

Sabemos que a Flexão Simples Normal é a solicitação normal para a qual:

i. N = 0 e M 0

ii. O traço do plano de ação de M na seção transversal da peça é um dos eixos principais centrais de inércia daquela seção.

Este é o caso de solicitação de peças com carregamentos aplicados no plano que contém um dos eixos acima mencionado.

Sabemos também que, as armaduras de uma peça divide-se em dois tipos: a longitudinal e a transversal; é fácil entender que a armadura que deverá contribuir na resistência à solicitação

de

flexão simples normal é a longitudinal.

O

presente capítulo cuidará da determinação dessa armadura nos casos usuais da prática; estes

casos são caracterizados pela forma da seção transversal; assim, estudaremos aqui as seções

de geometria retangulares e em forma de “T”.

As seções em forma de “T” ocorrerá quando for possível utilizar a laje que se apoia sobre a viga, como elemento colaborante que aumente da resistência à compressão da viga.

Ressaltamos que a ocorrência da solicitação de flexão simples normal em uma peça estrutural subentende a existência, na mesma, de um banzo comprimido e de um banzo tracionado.

De acordo com o que estudamos no capítulo sobre domínio de deformações, as peças sujeitas a solicitação de flexão simples normal estarão sempre enquadradas nos domínios 2, 3 e 4.

Procuraremos dimensionar sempre que possível no domínio 3, pois:

i. Esgotaremos, ao máximo, as resistências dos materiais, concreto e aço.

ii. Evitaremos sempre a possibilidade da ocorrência de uma ruptura frágil na peça - Domínio 4.

4.3.2

Seção Retangular

4.3.2.1

Armadura Simples

A

situação de armadura simples é aquela armadura que resistirá somente na zona tracionada

da

peça; esta armadura é chamada de armadura de tração da peça.

Utilizaremos o método dos estados limites; desta forma as situações admitidas para o estabelecimento das equações de dimensionamento serão sempre situações de cálculo.

Assim, supondo que a seção retangular da figura 5.11 esteja submetida ao momento fletor M d , teremos:

Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte elainecponte@hotmail.com

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA
Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA Figura 5.11: Seção Retangular submetida a Flexão

Figura 5.11: Seção Retangular submetida a Flexão M d – Armadura Simples

Visualizando a figura 5.11 em 3 dimensões, teremos:

Simples Visualizando a figura 5.11 em 3 dimensões, teremos: Figura 5.12: Visualização em 3 Dimensões da

Figura 5.12: Visualização em 3 Dimensões da Seção submetida a Flexão

Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte elainecponte@hotmail.com

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

onde

h = altura total da peça

b w

d = altura útil - distância da borda mais comprimida ao C.G. da armadura tracionada

x = profundidade da linha neutra medida da fibra mais comprimida à região de tensões

= largura da peça

nula

z = braço de alavanca

M d

C = resultante das tensões de compressão no concreto

T = resultante das tensões de tração na armadura

= momento Fletor de cálculo (M d = γ f M k )

ε cd

= deformação no concreto na fibra mais comprimida

ε sd

σ cd

σ sd

A

s

= deformação na armadura (C.G. da armadura)

= tensão de compressão no concreto

= tensão de tração na armadura

= área da armadura de tração

Equações de Compatibilidade de Deformação:

Por semelhança de triângulo, teremos:

ε ε ε x cd sd cd = → = x d - x ε
ε
ε
ε
x
cd
sd
cd
=
=
x
d - x
ε
d - x
cd
ε x/d
cd
=
mas da eq. (5.3)
ε 1 - x/d
sd
assim,
ε
K
cd
x
=
ε
1-K
sd
x

dividindo por d,

x

d

= K

x

(5.13)

avaliando a equação (5.13) nos domínios possíveis, digo, D2 e D3, teremos:

= 10 o ε sd oo D2 → = f σ sd yd 0 <
=
10
o
ε sd
oo
D2 →
=
f
σ sd
yd
0 <
ε
cd < 3,5
= 3,5
o
ε sd
oo
D3 →
ε
< ε
< 10
o
yd
sd
oo
= f
σ sd
yd
10 ⋅ K ε x → = cd 1- K x o oo 3,5 ⋅
10
⋅ K
ε
x
=
cd
1- K
x
o
oo
3,5
⋅ (1- K
x )
=
ε sd
K
x

Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte elainecponte@hotmail.com

(5.14)

(5.15)

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Da equação (5.13) podemos tirar o valor de K x em função das deformações, caso conhecidas:

. K = ε −ε ⋅ K ∴ ⋅ ε sd x cd cd x
. K
= ε
−ε
K
ε sd
x
cd
cd
x
ε
cd
K
x
= ε
+ ε
cd
sd
• Equações de Equilíbrio:

(5.16)

Cálculo da altura mínima (d min )

O cálculo da altura mínima se faz impondo a ruptura concomitante do concreto (esmagamento

) ; diz-se que a seção é

normalmente armada. Estas condições ocorrem quando fazemos K x = K lim (limite do Domínio 3 para 4).

e a tensão máxima de tração na armadura(

σ

sd

→ ε

cd

=

3,5

o ) 00
o
)
00

= f

yd

Utilizando-se da equação de

M =

0, teremos:

M

d = C

d

z

 

mas,

 

1) z = d - 0,4 x

 

z = d (1- 0,4 K

X

)

K

z

=

1- 0,4 K

x

   

onde

 
z K = z d
z
K
=
z
d
 

2)

 

C

d

= σ

cd

b

w

0,8

x

 
 

C

= 0,85

f

 

b

 

0,8

 

x

 

d

cd

ou seja

w

 

 
 

C

= 0,68

f

 

b

x

d

assim,

cd

 

w

 

M

 

= 0,68

f

b

d

 

K

 

d

 

 

 

d

cd

 

w

 

x

(1 - 0,4

 

x

)

d

 

M

d

= 0,68

f

cd

b

w

 

d

2

K

x

(1 - 0,4

K

x

)

 

d

2

 

1

 

M

d

 
 

=

0,68 f

cd

K

x

 

(1

0,4

K

x

)

b

w

(5.17)

(5.18)

(5.19)

Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte elainecponte@hotmail.com

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

d

=

 

1

0,68 f ⋅ cd   ⋅ K x ⋅ (1 − 0,4 ⋅ K x

0,68 f

cd

 

K

x

(1

0,4

K

x

)

logo,

 

d

min

   

1

=

=

0,68 f

 

K

(1

0,4 K

lim

)

 
 

cd

lim

K

=

1

 

min

min 0,68 f ⋅ cd ⋅ K lim ⋅ (1 − 0,4 K ⋅ lim )

0,68 f

cd

K

lim

(1

0,4 K

lim

)

o valor de d min , fica: M d d = K mi n min
o
valor de d min , fica:
M
d
d
= K
mi n
min ⋅
b
w
 M
⇒ Kgf.m
d
onde
⇒ m
b w
⇒ cm
d min

Ex: cálculo de K min

Para aço CA50A: (K lim = 0,628)

K

min

=

 

1

 

0,68

f

ck

0,628

 

(

1- 0,4 0,628

)

  ⋅ ⋅
 

1,4

que fatorando, teremos:

K min

= 2,092

f ck
f
ck

f ck

CA50A

Para o CA50B: (K lim = 0,462)

K

min

=

 

1

0,68 ⋅ f ck 0,462   ( 1- 0,4 ⋅ 0,462 )

0,68

f

ck

0,462

 

(

1- 0,4 0,462

)

 

1,4

que fatorando, teremos:

K min

= 2,338

f ck f ck
f ck
f ck

CA50B

M d ⋅ b w
M
d
b
w

=

como

K

x

d

=

K

lim

d

min

M d ⋅ b w
M
d
b
w

fazendo - se

=

 

(5.20)

(5.21)

 

2,092

=

f ck
f
ck
 

(5.22)

 

2,338

f ck
f
ck
 

(5.23)

Para aço CA60B: (K lim = 0,438)

Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte elainecponte@hotmail.com

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

K min

=

I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA K min = = 1 2,387 f ck

=

1 2,387

f ck
f
ck

0,68

f ck

1,4

0,438 1-0,4 0,438

(

)

que fatorando, teremos:

K min

= 2,387

f ck
f
ck

f ck

CA60B

Para CA25: (K lim = 0,772)

K

min

=

 

1

0,68 ⋅ f ck 0,772   ( ⋅ 1- 0,4 0,772 )

0,68

f

ck

0,772

 

(

1- 0,4 0,772

)

 

1,4

que fatorando, teremos:

K min

= 1,964

f ck
f
ck

f ck

CA25

1,964

=

f ck
f
ck

(5.24)

(5.25)

Assim para os f ck ’s mais comuns, teremos a tabela abaixo:

f

ck

13,5

15

18

20

25

35

40

CA-50A

0,180

0,171

0,156

0,148

0,132

0,112

0,105

CA-50B

0,201

0,191

0,174

0,165

0,148

0,125

0,117

CA-60B

0,205

0,195

0,178

0,169

0,151

0,128

0,119

CA-25

0,169

0,160

0,146

0,139

0,124

0,105

0,098

Tabela 5.2: Valores de K min

Cálculo da armadura de tração: (A s )

Utilizando-se ainda da equação de

M

=

0

M

d

= T

d

z

mas

T

d

= A

s

⋅σ

sd

z = d

(1- 0,4

K

x

)

e

M

d

=

A

s

⋅σ

sd

d

(1- 0,4

A =

 

M

d

s

 

σ

sd

d

(1- 0,4

K

x

)

=

σ

sd

(1- 0,4

K

x

)

 

K

x

)

, chamando-se de

σ

sd

kgf/cm

M d A = s ∝ ⋅ d
M
d
A
=
s
⋅ d

2

, teremos:

Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte elainecponte@hotmail.com

(5.26)

(5.27)

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

M

d

A

s

d

m

Kgfm

Kgf / cm cm

2

2

Para conhecermos o valor de α, teremos que encontrar o valor de K x , assim:

M

d

= 0,68

f

cd

b

w

d

2

K

x

 

M

d

= K

 
 

f

x

0,68

ck

1,4

b

w

d

2

5,15

 

M

d

 

= 2,5

K

f

ck

b

w

d

2

x

K

2

- 2,5

 

K

+ 5,15

 

= 0

 

⋅µ

 

x

x

 

- 0,4

(1- 0,4

K

2

x

- K

2

x

em que M d µ = 2 f ⋅ b ⋅ d ck w
em que
M
d
µ =
2
f
b
d
ck
w

e cuja solução será:

K

x

)

K

x

=1,25 (1-

K x =1,25 (1- ⋅ 1- 3,29 ⋅ µ )

1- 3,29

⋅ µ

)

K x =1,25 (1- ⋅ 1- 3,29 ⋅ µ )

Sabemos que :

y = 0,8 x

onde

y K = y d
y
K
=
y
d

(: d)

K y

= 0,8 K

x

(5.28)

(5.29)

(5.30)

(5.31)

(5.32)

Conhecido o valor de k x pela equação (5.30), verifica-se em que domínio encontra-se a

solicitação e conseqüentemente a deformação εεεε sd que possibilita o cálculo da tensão σσσσ sd no Diagrama tensão/deformação do aço utilizado no dimensionamento. (Capítulo 3).

Observa-se que se a linha neutra K x ocorrer no

 =10 o  ε sd oo qualquer que seja o aço D2  =
=10
o
ε sd
oo
qualquer que seja o aço
D2
= f
σ sd
yd
ε
cd = 3,5
o
oo
e se ocorrer no
D3
ε
qualquer que seja o aço
<
ε
<10
o
yd
sd
oo
= f
σ sd
yd

Assim, podemos afirmar que na flexão simples com armadura simples a tensão de tração na armadura será sempre:

σ sd

= f yd

Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte elainecponte@hotmail.com

(5.33)

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Logo a equação (5.26) será ré-escrita como:

= f

yd

(1- 0,4

K

x

)

(5.34)

A fim de facilitar e agilizar o dimensionamento à flexão simples, apresentaremos a seguir as deduções para utilização das tabelas admensionais tipo K.

Cálculo de A S - Tabelas Tipo “K”

Utilizando novamente a expressão (5.19)

M

d

= 0,68

f

cd

b

w

2

d .K

x

(1- 0,4

K

x

     

M

d

0,68 f

 

K

x

(1- 0,4

K

x

) =

 

cd

 

d

2

 
 

b

w

0,68 f

ck

K

x

(1- 0 ,4

K

x

)

M

d

 

1,4

 

=

b

w

d

2

)

O 1º membro da igualdade só depende do f ck e K x , não depende do aço empregado. Assim chamaremos de K c a expressão:

0,68 f ⋅ ⋅ K ⋅ (1- 0,4 ⋅ K ) ck x x K
0,68 f
K
(1- 0,4
K
)
ck
x
x
K
=
c
1,4
e
M
d
K
c =
2
b
d
w
 M
→ Kgf.m
d
onde,
b
m
w
d
→ cm

(5.35)

(5.36)

Os valores de K c,lim corresponderá ao valor de K c quando K x = K lim .

K

c, lim

=

0,68 f

ck

K

lim

(1- 0,4 K

lim

)

1,4

onde, f

assim

ck

Kgf/cm 2

Se

Kc Kc, lim Armadura Simples e σ

sd

= f

yd

Para aço CA50A: (K lim = 0,628)

K

c, lim

=

0,68

f

ck

0,628 (1- 0,4

0,628)

1,4

Kc, lim = 0,228f

ck

Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte elainecponte@hotmail.com

(5.37)

(5.38)

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Para aço CA50B: (K lim = 0,462)

K

c, lim

=

0,68

f

ck

0,462

(1 - 0,4

0,462)

1,4

Kc, lim=0,183f

ck

Para aço CA60B: (K lim = 0,438)

K

c, lim

=

0,68

f

ck

0,438

(1- 0,4

0,438)

1,4

Kc, lim = 0,175f

ck

Para aço CA25: (K lim = 0,772)

K

c, lim

=

0,68 f

ck

0,772 (1- 0,4 0,772)

1,4

Kc,lim =0,259f

ck

(5.39)

(5.40)

(5.41)

   

f ck (MPa)

 
 

εεεε yd

K

lim

13,5

15

18

20

25

35

40

CA-50A

2,07

0,628

30,8

34,3

41,1

45,7

57,1

80,0

91,4

CA-50B

4,07

0,462

24,7

27,5

32,9

36,6

45,8

64,1

73,2

CA-60B

4,48

0,438

23,7

26,3

31,6

35,1

43,9

61,5

70,2

CA-25

1,04

0,772

35,0

38,9

46,6

51,8

64,8

90,7

103,7

Tabela 5.3: Valores de K c,lim

Da expressão de A s , teremos:

A =

s

 

M

d

=

1

M

d

σ

sd

(1- 0,4 K )

x

d

σ

sd

(1- 0,4 K )

x

d

A

1

.

M

d

s =

K

S

 

d

onde K =

S

σ

sd

(1- 0,4 Kx)

pelo que observamos no domínio 2 e 3

σ

sd

= f

K

S

= f

yd

(1- 0,4

K

x

)

1,15

K

S

=

f yk

(1- 0,4

K

x

)

onde,

f

yk

Kgf/cm

2

ou ainda :

yd

, logo:

Profª. MSc. Elaine Cristina Rodrigues Ponte elainecponte@hotmail.com

(5.42)

(5.43)

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

Concreto Armado I Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA

DIAGRAMA RETANGULAR DO CONCRETO

VALORES DE Kc , Kx , Ky e Ks :

   

Kc

 

Ks

Kx</