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Adolescente/familia/drogas A pratica deste atendimento _JIANNA, Silvana Rita de Oliveira’ Revendo alguns casos sobre este tema, de pronto nos saltaa vista a complexidade que cerca-a individuo que se droga. Desde umn ustiério eventual que faga 0 uso recreative a0 abuso e vicio, 0 liniar € tio sutil ¢ amedrontador que pernosticamente e paradoxalmente nos Langa a imobilidade. Repensando esta compleaidade, percebemos que a drogadigéo é um fendmeno de so- ciedade: que abarca dimensies afetivas e pessoais, mas também socioligicas ¢ antropolégi- aida, 0 contexto sécio- 1s. Neste process, pois temos que levar em conta a substéncia cultural ¢ econdmico ¢ finalmente a personalidade do usustio. Estas questies Langan 0 psicoterapeuta que se propie a trabalhar com estes jovens, a ter que claborar estratégias de intervengbes que abarque a maioria das facetas possives, Desta format temos percebido av longo dos anos nio ser mais possivel ao profissional , ficar isoludo ao atendimento individual do adolescente drogado desde que 0 objetivo seja o trata- invento efetivo destas pessoas Nesta perspectiva, onde em nosso trabalho jd foi ressaltado a importancia da inclusio da familia, bem com as caracteristicas do adolescente que justificam a necessidade desta incluso, os pontos criticos agora apontam para a melhor forma da incluso desta familia e sidiade do psicoterapeuta lidar com a rede psicossocial ao redor do adolescente a neces droge Optando pois por uma incluso gradual da famfia, ponderamos como pontos positivos neste processo, iniciaro tratamento com psicoterapia individual do adolescente drogado atendiment dos pais em separado, Este processo neste primeira momento, permite ao aulolescente drogado gue chege ao tratamento er um momento tenso de sua relagéo com 10 qual foi geralmcaite pego, descoberto, flagrado, poder perceber-se, diferenci- tivamente optar livremente pelo nao uso da droga, pelo investimento sngajar no tratamento. Assim concomitantemente tam- 1 redor para iniciar as mudangas neces- seus patis, arse para enti grad cui escolher, melhorar ¢ entio hem, fazer um movimento de prestar atengio a0 s siiniay seus pats so oferecidos a possibilidade de trabalharem seus papéis de pais, suas angtistias, raivats © medos em relagio ao contexto assustador do momento, O que nds encontramos, neste momento, sio pais desconfiados, inseguros, que sao langados ENCIA cm scus papéis pelo filo drogado. £ importante mento que, se no for trab; stimula aos pais que tralelamente, jv questionaniento de sua COMPE| 4 psicoteraped to nado reafinm.co mecanismo de negagio de fato agora descoberto, ou acreditem sia resolucivy migica do problema pelo profissional a sua frente Fale este mosimento de questio A partir dai fazemos ento sessBes com os irméas onde sio trabalhadas as questées desta relacao, com os seus conflitos, disputas, necessidade de fortalecimento deste subsistema € os assuntos referentes a0 novo movimento que estd ocorrendo. ‘agora na fami- fia, Quando o clima tenso tiver diminuido entre pais/filhos passamos entao a convocar ses- s6es familiares, que inicialmente ocorrem mensalmente. A medida que se fizer necessdrio familiares so aumentadas de freqiiéncia, A seguir os melhores amigos drogados ou no, sio convidados a partciparem de algu- thas sessbes com o cliente, desde que este procedimento tenha necessidade. Destaco algu- ‘mas situiages onde isto ocorre e as aliangas podem entdo ser buscadas: 1). Melhor (¢s) amigo(s) drogado(s) que falam muito mal da psicoterapia, desvalorizam e boicotam o processo. 2) Melhor (es) amigo(s) nio drogados que ajudam a aumentar a rede saudavel do cliente, Nestas sessdes so trabalhadas questoes sociométricas das relagdes dos participantes ¢ sServern Lambém para tirar as dtividas, curiosidades. ‘Tem como objetivo principal o fortalecimento do processo psicoterspico do jovemn dro- pado. Voltando-se agora para a avaliagdo da personalidade do drogado sio necessérios 0 exa- me psiquico e a clareza acerca do diagndstico psicopatolégico deste cliente para que o Projeto de trabalho que se inicia, tenha éxito, Tendo o cuidado de nio esquecer que a droga pode mascarar 0 quadro psicopatolégico subjacente ou exacerbi-lo. Por exemplo: um paciente que nao tenha transtorno de humor, apresenta-se deprimido, ou estd com o humor euférico em conseqiiéncia ao uso de drogas, Um paciente com Fobia social-alcoolis- mo pode usar recorrentemente o dlcool para se soltar, perder 0 medo das pessoas Penso que odiagnéstico diferencia! eo encaminhamento adequadlo é fundamental para obter éxito da supressio da droga. A parceria COM ESTE PROFISSIONAL, torna também hosso trabalho mais rico em informagies e aumentam a chance de sucesso. Num terreno - onile 0 fracasso domina, todas as armas sao necessérias, ‘Agama de possibilidades acerca da personalidad do usuario ou do viiado em drogas Eenorme, além do que em fungao do mascaramento que a droga traza esta personalidade © encarninhamento necessério acaba acontecendo posteriormente e nao no primeiro mo- mento dt psicoterapia, Por vezes temios que trabalhar com o adolescente até que fique sem 4 droga por algum tempo antes que este diagndstico possa ser feito com clareza, As ques- ‘oes do vineulo terapéutico, confianga, devem ao meu ver serem priorizadas parao engajamento do adotescente drogado no processo, seno nenhium ertcaminhantento poste- rior terd viabilidade. O psicoterapeuta deste tipo de clientela acaba na verdade tendo que lidar con a rede Psicossocial ao redor deste jovem, e desta maneira varias aliangas com varios subsistemas da familia acabam tornando-se necessérias. 0 que a primeira vista pode parecer contuso, (ou de dificil execugéo, tem-se mostrado na nossa p litador ¢ encurtador do trata- Iniento que se inicia. A percepgao e o conhecimento cientfico das parcerias que vio se ormando ao redor do processo psicoterapeutico e do adolescente drogado, tornam possivel ‘uma rede de sustentagio psicosociofamiliar com maior possibilidades de acertos, esta bam por transformar a re As respostas espontineas,criativas dos subsistemas ao redor do adolescente drogado aca- ade social destas pessoas e assim possibilitar a co-construgao de realidades alternativas, Hestacando alguns pontos no tratamento desta clientela que devemos ter em mente durante esta abordagem psicoterapeutica miilipla temos \determinagio de qual o tipo de usuario e qual o tipo de droga o cliente que chega try F claro que um ustiirio cm umn estigio inicial do uso da droga bem como 0 uso de drogas mais leves aumentatn at probalidade da cficacia do tratamento, Awaliar qual o grau- de cnsolvimento da familia ¢ como foi seu engajamento na busca dda solugio para o problema, Determinagio ¢ 0 tevantamento do perfil diagndstico do cliente drogado e o perfil liagnstico da aria Diagnuistice dat rede social de suste Annigos. escola, parentes proximas: Ficar atento e trabalhiar em todo o processo como o adolescente e sua fama fidam questies dos limites, Elaboragio de um projeto de trabalho com cada cliente em particutar, que iré deverminar 0 curso do tratamento e as parcerias profissionais necessi Alta psicoterapcutica gracativa do adolescente drogado Apos a supressio do uso da droga temos como procedimento antes da alta terapéutica o coicaminhamento deste adolescente & psicoterapia grupal em grupos de sua faixa tari, Neste momento todos os procedimentos anteriores sao excluidos. Os pais tanubém simultancamente tem sessdes eventuais com os outros pais dos membros do grupo 0 grupo dos adolescentes tem duragio de mais ou menos se do processo final de individualizagio ramo a aquisigao da ide wo cat droga ao redar do adolescente drogado, com is meses. Objetivam além ntidade adulta a socializagio