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Geometria Analítica - Resumo teórico

Geometria Analítica - Resumo teórico Geometria Analítica By Kovest : https://twitter.com/Kovest I – PLANO CARTESIANO

Geometria Analítica

By Kovest : https://twitter.com/Kovest

I – PLANO CARTESIANO – PONTO

O sistema cartesiano é constituído por duas retas, x e

y, perpendiculares entre si, formando assim quatro qua- drantes.

y 2º quadrante 1º quadrante x < 0 x > 0 y > 0 y
y
2º quadrante
1º quadrante
x < 0
x > 0
y > 0
y > 0
x
O
3º quadrante
4º quadrante
x 0
< x > 0
y 0
< y < 0
Denominações:

P (a, b)

reta x – eixo das abscissas;

reta y – eixo das ordenadas;

ponto O – origem;

a ¬¬¬¬ – abscissa do ponto P;

b ¬¬¬¬ – ordenada do ponto P;

(a, b) – coordenadas do ponto P.

II – DISTÂNCIA ENTRE DOIS PONTOS y B y B d AB y A A
II – DISTÂNCIA ENTRE DOIS PONTOS
y
B
y B
d AB
y A
A
x
x A
x B

A distância entre os pontos A e B, no plano cartesiano

acima é dada pelo Teorema de Pitágoras:

2 (x x ) 2 + (y y ) d AB = B A B
2
(x
x
)
2 + (y
y
)
d AB =
B
A
B
A
III – PONTO MÉDIO DE UM SEGMENTO DE RETA
y
y
B
B
M
y
M
y
A
A
x
x A
x M
x B

Como M é ponto médio de AB, temos que:

x M

x A = x B

x M

2.x M = x A + x B

Desta forma, concluímos que:

x M =

2

e y M =

2

x

A

+ x

B

y

A

+ y

B

IV – BARICENTRO DE UM TRIÂNGULO

O baricentro de um triângulo é determinado na inter- secção de suas medianas. Mediana – é o segmento de reta que une um vértice do triângulo com o ponto médio do lado oposto.

C (x C , y C ) P (x p , y p ) N
C (x C , y C )
P (x p , y p )
N (x N , y N )
G
A (x A , y A )
M (x M , y M )
B(x B , y B )

Na figura acima, M,N e P são pontos médios dos lados AB, AC e BC CM, BN e AP são as medianas relativas

aos lados AB, AC e BC e o ponto G é o baricentro do triângulo ABC.

Sabemos que CG = 2.GM. Desta forma:

(x G – x C ) = 2.(x M – x G )

Como x M = (x A + x B )/2, teremos que:

3

x G =

+

x A x

B

+

x

C

Analogamente, para o eixo das ordenadas, teremos:

y G =

3

y

A

+ y

B

+

y

C

V – ÁREA DE UM TRIÂNGULO E ALINHAMENTO DE

TRÊS PONTOS.

y B y B I III C y C II y A A x x
y
B
y B
I III
C
y C
II
y A
A
x
x A
x B
x C
Assim, a equação geral da reta terá a forma dada Uma maneira de determinar a
Assim, a equação geral da reta terá a forma dada
Uma maneira de determinar a área do triângulo ABC
por:
é calculando a área do retângulo tracejado e retirando as
áreas dos triângulos retângulos I, II e III.
Desta forma, área do triângulo ABC é dada por:
a.x + b.y + c = 0
y
y
a
A =
1 .|D|
2
B
A
Sendo tg
= m ⇒⇒⇒⇒ m =
=
x
x
b
B
A
Onde D é o determinante da matriz:
⇒ Equação reduzida da reta.
x
A y
A 1
Tomando a equação geral da reta e isolando y, tere-
x
y
B 1
B
mos:
x
C y
C 1
ax
c
y =
+
b b
e
q = –c/b, a equação ficará da
Observação:
Fazendo m = –a/b
forma:
Se o determinante D da matriz for igual a zero, indicará
que o triângulo ABC tem área nula. Portanto pode-se
afirmar que os pontos A, B e C, neste caso, são colinea-
res (alinhados).
Então, a condição para que os três pontos sejam co-
lineares é D = 0.
y = m.x + q
Sendo: m = coeficiente angular
q = coeficiente linear
VI – ESTUDO DA RETA
⇒ Equação fundamental da reta.
⇒ Equação geral da reta.
Utilizando a definição de coeficiente angular, onde m =
y/ x,
para
os pontos (x,
y)
e (x 0 , y 0 ), pertencentes à
Considere uma reta que passa pelos pontos A(x A, y A )
reta, teremos:
e B(x B , y B ). Seja um ponto P(x, y) alinhado com A e B,
como mostra o gráfico da figura abaixo.
r
y
y – y o = m.(x – x o )
B
y
B
Onde (x o , y o ) é um ponto dado da reta e m o coeficien-
te angular.
P
y
p
A
q
y
⇒ Equação segmentária da reta.
A
A equação segmentária de uma reta é importante na
x
visualização gráfica. Ela é formulada destacando os pon-
x
X
x
A
p
B
tos onde a reta intercepta os eixos coordenados, A(0, q)
e B(p, 0).
y
Como os pontos A, B e P são colineares, pode-se
considerar que:
A
q
 x
y
A 1 
A
Det
x
B = 0
y
1
B
x
y
1
B x
p
Desenvolvendo a equação, teremos:
r
(y A – y B ).x + (x B – x A ) + x A. y B – x B .y A = 0
Estabelecendo a condição de alinhamento
Em que: a = y A – y B b = x B – x A
c = x A. y B – x B .y A
x
y
1
y
p
0
1
=
0
, teremos:
x +
=
1
p q
0
q
1

2

Equações paramétricas da reta.

São equações que representam x e y em função de uma terceira variável, denominada parâmetro. Observe o exemplo abaixo:

x

y

=

=

a.t

c.t

+

+

b , sendo a,b,c,d ¬¬¬¬ e t o parâmetro. d

Para relacionar x e y numa mesma equação, basta isolar t numa delas e fazer a devida substituição na outra.

VII – POSIÇÕES RELATIVAS DE DUAS RETAS

Retas paralelas – duas retas r e s são paralelas quando têm a mesma inclinação em relação ao eixo x. Pode-se concluir, então, que elas têm o mesmo coefi- ciente angular.

r // s

m r = m s

Retas concorrentes – evidentemente que, no plano, se duas retas não têm a mesma inclinação em relação ao eixo x, então elas são concorrentes.

r x s

⇒⇒⇒⇒ m r ππππ m s

Obs.: As retas concorrentes que formam um ângulo de 90°são perpendiculares. Neste caso, teremos:

y + r tg + = 90º ⇒ = 1/tg = 180º ⇒ s tg
y
+
r
tg
+
= 90º ⇒
= 1/tg
= 180º ⇒
s
tg
⇒ tg
= -
tg
= 1/(-tg )
Então: m r .m x = - 1
x
m r .m s = – 1

VIII – ÂNGULO ENTRE DUAS RETAS

Sejam duas retas r e s, como mostra o gráfico abaixo:

y s r x
y
s
r
x

3

m

r = tg – coeficiente angular da reta r

m

s = tg – coeficiente angular da reta s

– ângulo formado por r e s.

Sabemos que: = + ⇒ = – tgβ tgα Neste caso, teremos: tgθ = 1
Sabemos que:
=
+
=
tgβ
tgα
Neste caso, teremos:
tgθ =
1
+ tgβ . tgα
Para determinar a medida de agudo, utilizando m r
e m s , teremos:
m
m
r
s
tgθ =
1
+ m
.m
r
s
Observação:
Se r ou s for perpendicular ao eixo das abscissas, m r
ou m s não existe. Neste caso, não poderemos utilizar a
equação acima.
y
r
s
x
+
= 90°
= 90°–
⇒ tg
= 1/tg

Para determinar o ângulo agudo, teremos:

1 tgθ = m r
1
tgθ =
m
r

IX – DISTÂNCIA DE UM PONTO A UMA RETA

Dados um ponto P(x 0 , y 0 ) e uma reta r cuja equação geral é ax + by + c = 0. A distância entre o ponto P e a reta r é dada por:

ax + by + c 0 0 d = 2 2 a + b y
ax
+
by
+
c
0
0
d =
2
2
a
+ b
y
Demonstração:
P(x 0 , y 0 )
y
0
d
(ax+by+c = 0)
y
1
x
x 0
Sabemos que: tg = m r = -a/b e que XI – CIRCUNFERÊNCIA 1 cos
Sabemos que: tg
= m r = -a/b
e que
XI – CIRCUNFERÊNCIA
1
cos
2 α =
(1)
1.
DEFINIÇÃO E EQUAÇÕES
1
+ tg
2 α
Observe que (x 0 , y 1 )
r
ax 0 + by 1 + c = 0
Consideremos uma circunferência de centro C(a, b)
ax
c
0
y
=
(2)
e
raio r. Se um ponto P(x, y) pertence à , pode-se con-
1
b
cluir que a distância do ponto P até o ponto C é igual a
d
raio da circunferência. Neste caso, teremos:
Como
cosα =
, substituindo em (1), teremos:
y
y
0
1
(x – a)² + (y – b)² = r²
⇒ Equação reduzida de .
2
d
1
=
(3)
2
2
(y
y
)
a
0
1
1 +
Desenvolvendo a equação acima, teremos:
2
b
Substituindo (2) em (3), podemos concluir que a
distância d será dada por:
x² + y² – 2ax – 2by + a² + b² – r² = 0
⇒ Equação geral de
ax
+
by
+
c
0
0
d =
Exemplo:
A equação de uma circunferência é dada por
2
2
a
+ b
x² + y² – 6x + 8y + 21 = 0. Determine o centro e o raio
desta circunferência.
Comparando com a equação geral, teremos:
– 2.a = – 6 ⇒
a = 3
X – EQUAÇÃO DAS BISSETRIZES DOS ÂNGULOS
FORMADOS POR DUAS RETAS
– 2.b = 8
b = – 4
+ b² – r² = 21 ⇒ r² = 25 – 21 ⇒
r = 2
Resposta: Centro (3, –4) e raio r = 2.
Sejam as reta (r) a 1 x + b 1 y + c 1 = 0 e (s) a 2 x + b 2 y + c 2
= 0.
bissetriz 2
r
2.
POSIÇÕES RELATIVAS
d
1
2.1 – PONTO E CIRCUNFERÊNCIA
bissetriz 1
P(x, y)
Seja o ponto P(x, y) e a circunferência de equação ( )
d
2
(x –a)² + (y – b)² = r², onde (a, b) é o centro e r o raio.
a) (x – a)² + (y – b)² < r² ⇒ P(x, y)
está no interior de
s
b) (x – a)² + (y – b)² = r²
⇒ P(x, y) pertence à
c) (x – a)² + (y – b)² > r² ⇒ P(x, y)
está no exterior de
Como P(x,y) pertence à bissetriz 1, podemos dizer
que d 1 = d 2 . Então, a equação da bissetriz 1 ficará:
Exemplo:
Considere o ponto P(2, 1) e a circunferência de equa-
a
x
+
b
y
+
c
a
x
+
b
y
+
c
ção ( ) (x – 4)² + (y + 1)² = 9. Verifique a posição relativa
1
1
1
2
2
2
±
=
de P e .
2
2
2
2
a
+ b
a
+ b
1
1
2
2
Um
ponto da bissetriz 2 tem as mesmas características de
(2 – 4)² + (1 + 1)² = 2² + 2² = 4 + 4 = 8
8 < 9
P é interno de .
P(x, y). Portanto, a equação acima é também da bissetriz
2.
2.2. RETA E CIRCUNFERÊNCIA
a) Reta r secante à circunferência de centro O e raio
R.
d
d
<
R
O
r

4

b) Reta r tangente à circunferência de centro O e raio

R.

d O
d
O
d = R
d
=
R

r

c) Reta r exterior (disjunta) à circunferência de cen- tro O e raio R

d > R d O r 2.3. DUAS CIRCUNFERÊNCIAS
d > R
d
O
r
2.3. DUAS CIRCUNFERÊNCIAS

a) DISJUNTAS EXTERNAS ( d > R + r )

R r d
R
r
d
b) TANGENTES EXTERNAS ( d = R + r ) R r d
b) TANGENTES EXTERNAS ( d = R + r )
R
r
d
c) SECANTES ( |R – r| < d < R + r ) R r
c) SECANTES
( |R – r| < d < R + r )
R
r
d

5

d) TANGENTES INTERNAS ( d = |R – r| )

R r d
R
r
d

e) DISJUNTAS INTERNAS ( d < |R – r| )

R r d
R
r
d

Exemplo: Sejam as circunferências ( 1 ) x² + y² = 4 e ( 2 ) x² + y² + 2x – 2y = 0. Determine:

a) A posição relativa de 1 e 2 .

( 1 ) centro (0, 0) e raio R = 2;

( 2 ) centro (-1, 1) e raio r =

distância entre os dois centros d =

2 ;
2 ;

2 .

Como

|R – r| < d < R + r 1 e 2 são secantes.

b) Os pontos de intersecção de 1 e 2 .

Substituindo 1 em 2 , teremos:

4 + 2x – 2y = 0

y = x + 2

Voltando em 1 , teremos:

x² + (x + 2)² = 4 2x² + 4x + 4 = 4 x(x + 2) = 0

Então:

x 1 = 0 e x 2 = –2

Os pontos de intersecção serão: A(0, 2) e B(–2, 0)

c) A reta que passa pelos pontos de intersecção de 1 e

2.

Substituindo 1 em 2 , teremos y = x + 2 que é a reta que passa pelos seus pontos comuns.

XII – ELIPSE

1. DEFINIÇÃO

Dados dois pontos A e B (focos) e um segmento de reta de medida 2a maior que a distância entre A e B. Denomina-se ELIPSE de focos A e B e eixo maior 2a o lugar geométrico formado pelos pontos P(x, y) do plano cuja soma das distâncias aos pontos A e B é igual a 2a.

M 1 P c V 1 V 2 A O B b a M 2
M 1
P
c
V 1
V 2
A
O
B
b
a M 2
a
PA + PB = 2a
PA + PB = 2a

A e B focos da elipse;

V 1 e V 2 vértices;

V

1

V

2

M

1

M

2

= 2a eixo maior (a = semi-eixo maior)

= 2b eixo menor (b = semi-eixo menor)

AB = 2c distância focal.

O

2.

no

centro da elipse.

ESTUDO ANALÍTICO – EQUAÇÕES. Inicialmente, consideremos uma elipse com o centro

ponto (0, 0), origem do sistema cartesiano e o eixo

maior contido no eixo das abscissas. y P (x, y) x A O B Observe
maior contido no eixo das abscissas.
y
P (x, y)
x
A
O
B
Observe que: A(-c, 0), B(c, 0) e P(x, y). Como
elipse e PA + PB = 2a , teremos:
PA = 2.a – PB ⇒
2
2
2
2
(x + c)
+ (y
0)
= 2a
(x
c)
+ (y
0)

P

à

Elevando os dois membros ao quadrado, teremos:

x² + 2cx + c² + y² = 4.a² - 4.a.

– 2cx + c² + y²

Simplificando, teremos:

(x c) 2 + (y 0) 2

(x

c)

2

+ (y

0)

2

a.

(x c) 2 + (y 0) 2

(x

c)

2

+ (y

0)

2

= a² – cx

+ x²

6

Elevando, novamente, os dois membros ao quadrado, teremos:

a².x² – 2.a²cx + a²c² + a²y² = a 4 – 2.a².cx + c²x² (a² – c²)x² + a²y² = a²(a² – c²) como b² = a² - c², teremos: b²x² + a²y² = a²c² .

Logo:

2 2 x y + = , 1 2 2 a b
2
2
x
y
+
= , 1
2
2
a
b

sendo a > b.

Num segundo momento, consideremos uma elipse com o centro na origem (0, 0) e com o eixo maior contido no eixo das ordenadas.

A B
A
B
x
x

Analogamente, a equação reduzida da elipse será:

2 2 x + y = 1 2 b a 2
2
2
x
+
y = 1
2
b
a 2

Obs.: Chama-se excentricidade da elipse a relação en- tre a distância do centro a um dos focos e o comprimento de seu semi-eixo maior. Ou seja:

e =

c

a

Como c < a

0 < e < 1

Num terceiro momento, consideremos a elipse com o

centro no ponto (x 0 , y 0 ). Neste caso, a equação reduzida sofrerá as seguintes modificações:

1º) Eixo maior paralelo ao eixo x.

y

2 2 (x x ) (y y ) 0 0 y + = 1 2
2
2
(x
x
)
(y
y
)
0
0
y
+
= 1
2
2
a
b
o
B
A
x
x
o
) (y y ) 0 0 y + = 1 2 2 a b o B

2º) Eixo maior paralelo ao eixo y:

Analogamente, teremos a troca de a² por b², como foi feita para as elipses com o centro na origem. Assim, te- remos.

(x

x

0

)

2

+

(y

y

0

)

2

= 1

 

b

2

a

2

XIII – HIPÉRBOLE.

1. DEFINIÇÃO

Dados os pontos A e B, denomina-se hipérbole o lugar geométrico dos pontos P(x,y) do plano cujo módulo da diferença |PA – PB| é constante e menor que a dis- tância AB.

|PA – PB| é constante e menor que a dis- tância AB. |PA – PB| =

|PA – PB| = 2.a

Onde:

A e B – focos da hipérbole; V 1 e V 2 – vértices da hipérbole; V 1 V 2 – eixo real = 2a (ou eixo transverso); MN – eixo imaginário = 2b (construção abaixo); AB – distância focal = 2c;

2. EQUAÇÃO DA HIPÉRBOLE

assíntota assíntota M P(x, y) A V 1 O V 2 B a b c
assíntota
assíntota
M
P(x, y)
A V 1
O
V 2
B
a
b
c
N

No gráfico:

A(-c, 0), B(c, 0), P(x, y). Como |PA – PB| = 2.a, teremos:

PA – PB = ± 2.a ⇒ PA = ± 2.a + PB ⇒ 2
PA – PB = ± 2.a
PA = ± 2.a + PB
2
2
2
2
(x + c)
+ (y
0)
= ±2.a +
(x
c)
+ (y
0)

Elevando os dois membros à potência 2, teremos:

x² + 2.c.x + c² + y² = 4.a² ± 4.a.

(x c) 2 + (y 0) 2

(x

c)

2

+ (y

0)

2

+ x² –

(x c) 2 + (y 0) 2

(x

c)

2

+ (y

0)

2

2.c.x + c² + y²

a²x² – 2. a².c.x + a²c² + a²y² = a 4 – 2.a².c.x + c²x²

± a.

= a² – c.x

7

c²x² – a²x² – a²y² = a²c² – a 4 (c²–a²)x² – a²y² = a²(c²–a²)

Como c² = a² + b² b²x² – a²y² = a².b²

Dividindo os dois membros por a².b², teremos:

2 2 x y 2 = 1 2 a b
2
2
x
y
2 = 1
2
a
b

Obs.: Se o eixo real da hipérbole for paralelo ao eixo Oy, teremos:

2 y 2 x = 1 2 2 a b
2
y
2 x
= 1
2
2
a
b

As equações apresentadas acima foram demonstradas com o centro da hipérbole no ponto (0, 0). Se o centro da hipérbole for deslocado para O(x 0 , y 0 ), teremos:

(x - x

0

)

2

(y - y

0

)

2

 

a

2

b

2

= 1

(y - y

0

)

2

(x - x

0

)

2

a

2

b

2

 

= 1

EXCENTRICIDADE A excentricidade da hipérbole é dada pela relação e = c/a. Como c > a, teremos: e > 1.

Obs.: Uma hipérbole é eqüilátera quando suas assínto- tas são perpendiculares. O que significa a = b. Como c² =

a² + b², teremos c = a.

da hipérbole mede

2 .
2 .

2 . Neste caso a excentricidade

XIV – PARÁBOLA

1.

DEFINIÇÃO

É o lugar geométrico dos pontos de um plano for-

mado por pontos eqüidistantes de um ponto fixo F (foco)

e de uma reta fixa r (diretriz).

p
p

dist(PF) = dist(Pr)

Onde:

F – foco da parábola;

r – diretriz da parábola

reta VF – eixo de simetria;

p

– distância do foco ao vértice;

V

– vértice da parábola;

EQUAÇÕES DA PARÁBOLA

V – vértice da parábola; EQUAÇÕES DA PARÁBOLA Fazendo PF = PQ, teremos: (x – p)²

Fazendo PF = PQ, teremos:

(x – p)² + (y – 0)² = (x + p)² + (y – y)² x² – 2.p.x + p² + y² = x² + 2.p.x + p² + 0

y² = + 4.p.x

(concavidade para direita)

y² = 4.p.x

(concavidade para esquerda)

Obs.: Se a parábola tiver a concavidade voltada para cima ou para baixo, teremos:

x² = ±±±± 4.p.y

8

As equações mostradas acima foram demons-tradas com o vértice das parábolas no ponto (0, 0). Se o vértice for deslocado para o ponto (x 0 , y 0 ), teremos:

(y

– y 0 )² = ±±±± 4.p.(x – x 0 )

(x

– x 0 )² = ±±±± 4.p.(y – y 0 )