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Qual é a origem das armas de fogo?

As primeiras delas, ainda improvisadas, provavelmente surgiram na China logo após a invenção da pólvora, no
século IX. Em tubos de bambu, essa mistura de salitre, enxofre e carvão vegetal que explode em contato com o
fogo era usada para atirar pedras. Os árabes aperfeiçoaram o invento no século XIII, quando os canhões
passaram a ser feitos de madeira e reforçados com cintas de ferro. Mas a contribuição decisiva veio no século
XIV, quando surgiram os primeiros canhões de bronze, mais seguros. "O canhão abre caminho para a evolução
tanto do armamento pesado quanto do individual", diz o historiador João Fábio Bertonha, da Universidade
Estadual de Maringá, Paraná. As primeiras armas de fogo portáteis aparecem no século XV. "É uma verdadeira
revolução: os soldados ganham outra importância e as táticas de guerra mudam completamente", afirma João
Fábio. A primeira arma individual amplamente usada em batalhas é o mosquete, criado no século XVI. Mas a
invenção é lenta e tem péssima pontaria.
No século seguinte, com o fuzil de pederneira, a pontaria melhora, mas muitos disparos falham e o soldado
ainda precisa abastecer manualmente a arma com a pólvora e o projétil. No século XIX, a criação dos cartuchos
e dos mecanismos de carregamento pela culatra tornou as armas mais confiáveis e impulsionou de vez a
tecnologia bélica. O ponto culminante foi a automação, com a invenção da metralhadora em 1884. Para
completar, os modelos de submetralhadoras, fuzis de assalto e pistolas automáticas do final do século XX
tornaram infinitamente mais preciso – e perigoso – o poder de destruição das armas.
Bang! Bang!

Evolução dos armamentos começa na Idade Média e deslancha na Era Moderna

SÉCULO XIII
Os primeiros canhões eram dispositivos rudimentares, feitos de madeira e reforçados com cintas de ferro. Um
século depois, apareceram os modelos de metal fundido, mais seguros, que mudaram a história das guerras
SÉCULO XVI
A primeira arma de fogo portátil, o mosquete, era muito pesada (10 quilos) e difícil de recarregar: o soldado
precisava introduzir o pavio e a bala pela boca do cano. Como a operação demorava alguns minutos, depois do
primeiro tiro era muito mais fácil usar a espada. Mas a pistola não demorou a ser inventada, a partir de um
mosquete reduzido. Ela passou, então, a ser usada nas guerras, como arma reserva, o último recurso de defesa
em situações de emergência
SÉCULO XVII
O fuzil de pederneira aposentou definitivamente o mosquete, pois tinha alcance muito maior e pontaria bem
mais precisa. Com ele, um soldado bem treinado conseguia atirar duas ou três vezes por minuto – mas ainda
precisava carregar pólvora e balas em um saquinho
SÉCULO XVIII
O fuzil de retrocarga tornou o recarregamento muito mais rápido e seguro: pela culatra (a traseira da arma),
colocava-se um cartucho que já unia bala e pólvora num único dispositivo. Assim, passou a ser possível
disparar até sete tiros por minuto
SÉCULO XIX
O revólver, patenteado em 1835 pelo americano Samuel Colt, introduziu o tambor giratório, capaz de disparar
vários tiros apenas pressionando o gatilho seguidamente. Os calibres .38 e .45 foram adotados pelos exércitos
no começo do século XX – mas, uma década depois já eram substituídos pelas pistolas automáticas
A metralhadora, inventada pelo inglês Hiram Maxim em 1884, trouxe outra grande vantagem: a saraivada
rápida e automática enquanto o gatilho permanecer pressionado. Da Primeira Guerra Mundial em diante foi
adotada por todos os exércitos
SÉCULO XX
O fuzil de assalto pode tanto funcionar automaticamente quanto disparar rajadas de três tiros a cada aperto no
gatilho. Hoje, é a arma de infantaria mais usada pelos exércitos. Os mais comuns são o Colt M 16 (americano) e
o Kalashnikov AK 47 (russo): há quase 50 milhões deles no mundo
A submetralhadora, ou metralhadora de mão, se popularizou na Segunda Guerra Mundial, por ser muito mais
eficiente para tiros à queima-roupa até 150 metros de distância. As mais modernas, como a famosa Uzi
israelense, disparam até 600 tiros por minuto. As primeiras pistolas automáticas já haviam surgido no final do
século XIX, mas só emplacaram em modelos muito mais modernos, como a Beretta M9. Criadas na década de
80, essas armas têm capacidade para saraivadas de 15 tiros
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Mosquete

Arma introduzida mais para o final do século XVI, em função da prática adotada por alguns cavaleiros, de usar
uma armadura reforçada, capaz de resistir ao disparo de um arcabuz. Tinha um calibre mais reforçado, sendo
portanto mais pesada que o arcabuz – chegando a pesar 11 kg, com calibre de até 24 mm e um alcance de cerca
de 220 metros (apesar de a possibilidade de se acertar um alvo a essa distância ser muito pequena). Para poder
ser disparada, era usada com uma forquilha.

Mosqueteiro sendo atacado por cavalaria pesada, séc. XVI. No campo de batalha, a lenta cadência de fogo da
arma fazia com que tal conflito favorecesse a cavalaria.

Mosqueteiro. De Gheyn, 1607.

Pistola Colt .45 ACP

Confiabilidade, resistência, potência e a facilidade de desmonte para a sua manutenção, eram as maiores
vantagens apresentadas para a preferência pela Colt .45. Era a pistola oficial das forças armadas dos Estados
Unidos. O seu excelente desempenho contribuiu para que fosse utilizada pela maior parte das forças armadas do
mundo inteiro.
Pistola Colt .45 ACP

Pistola Colt .45 ACP desmontada

Carregador com a munição

FICHA TÉCNICA – Pistola Colt .45 ACP

Alcance máximo 1.800 m


Alcance útil (eficaz) 70 m (máximo: 230 m)
Calibre 0,45 pol (11,43 mm)
Capacidade de munição 7 + 1 cartuchos
Peso (sem carregador e munição) 1.090 g
Peso total da pistola municiada 1.308 g

Pistola Beretta 9mm (Usada e aprovada por mim )


calibre: 9 mm Parabelum
Peso c/carregador vazio: 0,950 Kg (aproximadamente)
Tipo: de porte
Emprego: Individual
Funcionamento: Semi-automático
Capacidade do carregador: 15 tiros

Ar-15 e M16

Fonte: http://campobatalha.blogspot.com

DESCRIÇÃO
Poucas armas foram tão expostas na mídia com a força que se viu com o nome AR-15. Muito se
fala, sobre esta arma de “grosso calibre” (A MAIOR ASNEIRA QUE SE FALA), Sobre que ela perfura
qualquer blindagem, que ela destrói tudo que ela atinge… e outras imbecilidades. Na verdade todo
esse folclore é fruto de uma cultura imposta nesse país de que um cara armado com um 38 ou uma
pistola em calibre 380, é considerado uma pessoa bem armada. No mundo, existem países que são
democráticos de verdade e onde o cidadão pode comprar o melhor instrumento para se defender e
não são impostas limitações ingênuas e sem sentido, como a que limita os calibres em 38 ou 380.
Nos Estados Unidos, por exemplo, o calibre 380, que no Brasil é a sensação das lojas de armas, é
considerado o menor calibre que alguma pessoa pode usar com alguma eficiência, devido ao seu
fraquíssimo poder deparada. Alguns ainda citam o adjetivo “anêmico” quando se fala nessa
munição.
Voltando ao assunto desta matéria, nosso enfocado, o clássico fuzil AR-15, que é uma das armas de
fogo mais difundidas na história, estando em uso em quase todos os países do ocidente na forma de
arma de uso policial, militar ou mesmo, em caças de pequenos animais roedores, ou pragas do
campo, também conhecido com arma de “Varmint”, devido ao fato de munição 5,56mm ser um
calibre pequeno, porém de altíssima potência, permite poucos danos na frágil estrutura do corpo
desses pequenos animais. Havia, também, um conceito, de que, no campo de batalha, se vc
matasse o soldado inimigo, ele seria deixado para trás. Seria um a menos. Porém, se você ferisse
seu inimigo, você inutilizava 3 soldados, pois eles teriam que carregar seus feridos, e ainda usar
uma infraestrutura para tratar desses feridos, causando um poderoso desgaste moral no inimigo.
Encima desse conceito, que se decidiu pela diminuição do calibre para o 5,56 mm. Porém, não
pensem que este cartucho não seja letal. Ele é com certeza, mas consideravelmente menos potente
que o 7,62 mm, usado no M-14 americano e, que ainda é usado pelas forças brasileiras na forma do
conhecido FAL.
Acima, o primeiro AR-15, sem nenhuma das melhorias que ocorreram depois das falhas em
combate, e abaixo, o modelo M-16 A1, com o botão de fechamento do ferrolho, par ser usado em
casos de falhas decorrentes de residuos e sujeiras excessivas.

O AR-15 foi idealizado pelo gênio projetista Eugene Stoner que trabalhava para a empresa Armalite,
e baseado no , não tão conhecido AR-10, também, criado por Eugene, mas em calibre 7,62 mm. Em
1957 o exercito dos Estados Unidos encomendaram um novo fuzil que usasse um calibre menor,
que o 308 winchester, também conhecido por 7,62 mm, e que fosse leve para ser transportado com
mais munição pelos soldados. A munição teria que ser algo em calibre 22 e com capacidade de
perfurar um capacete de aço padrão a 500 metros. Eugene Stoner usou como base seu rifle AR-10 e
construí o AR-15, em calibre 223 remington ou 5,56 X 45 mm, que era um calibre derivado do calibre
222 remington, usado para caça de pequenos animais. Em 1958 a Armalite entregou os primeiros
fuzis ao exercito para testes de campo, o que acabou mostrando problemas com relação à precisão
e a confiabilidade da arma. Em 1959, a armalite estava decepcionada com os resultados
desfavoráveis do AR-15 e vendeu todo o projeto e direitos a companhia Colt , uma muito consagrada
fabricante de armas mundial e o senhor Eugene Stoner foi parar dentro da fabrica da Colt. E nesse
ano a Colt mostrou O AR-15 para o comandante da força aérea americana que comprou,
aproximadamente, 8000 fuzis para substituir as antigas carabinas M-1 e M-2. Em 1962 o DARPA
(departamento de projetos avançados dos Estados unidos), comprou 1000 AR-15s e os mandou
para testes de campo no Vietnam do sul, e esse fato resultou em uma encomenda de 85000 fuzis
para o exercito e mais 19000 para a força aérea. Porém os resultados em campo, começaram e se
mostrar preocupantes pois o AR-15 estava apresentando grandes problemas de funcionamento, que
estavam sendo ocasionados pelo tipo de pólvora que era usado nos cartuchos. Essa pólvora, a IMR
tubular da Du Pont era usada em cartuchos 7,62 mm, causava um grande e rápido depósito de
carbono nas partes internas da arma, e, depois de quente, esse depósito, esfriava e endurecia
fortemente como se fosse uma cola de secagem rápida travando a arma em definitivo. Para evitar
esse tipo de ocorrência seria necessário que se limpasse a arma a todo o momento, o que não era
uma prática muito difundida no atoleiro que se tornou os campos de batalha vietnamitas. A
substituição da pólvora usada, somado a mudanças na arma como um novo mecanismo de
amortecimento para diminuir a cadência de tiro, a cromeação da câmara e canos da arma evitaria a
oxidação por causa do ambiente úmido do sudeste asiático fez surgir o M-16 A1, uma arma que
embora fosse confiável, estava com dificuldades de apagar a péssima primeira impressão que havia
tido inicialmente.

Acima podemos ver um fuzil M-16 A2, que teve a posição de rajadas curtas incorporada na tecla de seleção
de tiro, como sua maior evolução mecanica em relação ao AR-15 original.
No fim da década de 70, as forças armadas dos EUA e a própria Colt começaram a estudar
melhorias que fossem possíveis de se aplicar ao AR-15, e aí, nasceu o M-16 A2, uma arma de cano
mais pesado e resistente, troca do passo do raiamento do cano de 1:305 para 1:17, tornando mais
adequada a o tipo de munição SS109 usada como padrão pela OTAN. A troca da telha por uma
nova em material sintético mais resistente e ainda tinha disponível uma nova posição no seletor de
tiro: a de raja curta de 3 tiros.

Acima e Abaixo temos o atual modelo de M-16, na versão A-4. Esta arma sese tornou muito eficaz com a
adoção dos divresos trilhos espalhados pela parte de cima e pela telha, permitindo a montagem rápida de
acessórios. Qualidade, normalmente, encontrada em armas de projeto mais recentes.

Atualmente, esta arma é fabricada por muitas empresas que adquiriram o direito de produção e que
através de novas melhorias, teve novas versões, como o M-16 A3 que trabalha totalmente em
automático ou em semi auto, usando das mesmas qualidades e resistência da versão A2 e ainda
tinha a alça de transporte substituida por uma removivel; a nova versão M-16 A4, que voltou a ter a
disponibilidade da posição de rajadas curtas de 3 tiros, e ainda teve montado um trilho tipo picatinny,
que permite o uso de miras ópticas, que podem ser instaladas sem necessidade de um armeiro.
Esses trilhos picatinny, estão presentes na telha também para permitir o acoplamento de lanternas,
miras laser, câmeras e lança granada.

Acima: Aqui temos um exemplar do fuzil M-16 A1 com lança granadas M203. Este modelo foi o que
se tornou padrão para o M-16 com esse acessório.

Acima, podemos ver um M-16 A4 com o lança granadas M203. Notem a mudança no desenho da
telha, para permitir a montagem de acessórios, além do lança granadas.
Falando em lança granada, é interessante notar que o modelo M-16 A1, equipado com um lançador
de granada M-203 e 40 mm se tornou muito popular depois da apresentação do filme “PREDADOR”,
Onde o ator Arnold Schwarzenegger, usa uma dessas armas. O lança granada M-203, permite uma
grande melhoria no potencial de letalidade do infante com um dispositivo mais leve que um lança
rojão, ou bazooca como prefere alguns, integrado à sua arma principal, flexibilizando o seu uso.
Muitos exércitos atuais, acabaram por adotar de lança granada os seus fuzis, depois que essa
modificação foi demonstrada como eficaz pelo uso pioneiro no exército dos Estados Unidos.

Acima, o fuzil Colt Commando, que foi o primeiro modelo de AR-15 curto e entrar em serviço. Observem o
grande quebra chamas na ponta do cano.
Posteriormente ao início operacional do M-16, o exército dos Estados Unidos, requisitou que fosse
desenvolvida uma versão menor do M-16, para o uso nas suas forças de operações especiais ,
como os Boinas Verdes, e essa versão curta foi chamada de XM-177, e designada no US ARMY
como CAR-15 ou “Commando”. Essa versão possuía um cano de 10 polegadas e um grande quebra
chamas na ponta pois essa arma apresentava enormes labaredas quando atirava. O Colt
Commando foi muito popular por causa de sua levesa e facilidade de transporte. Era uma arma
usada por operadores de rádio que necessitavam de um rifle mais leve, e por oficiais.

Acima: O modelo inicial da carabina M-4, era diferente que o usado nos dias de hoje tendo sua alça de
transporte fixa, sendo que os exemplares de hoje apresentam uma alça removivel..
Abaixo os 2 exemplares do modelo M-4 A3 SOPMOD, atualmete em uso pelas forças especiais dos
estados Unidos. A carabina de baixo, tem um sistema de miras laser e uma microcamera instalada
na pequena armação lateral na telha, que serve para o soldado praticar o que chamamos de tiro
indireto, onde o soldado se esconde em algum obstaculo como uma quina de um prédio, por
exemplo, e expõe apenas a arma, que com a camera montada, permite ao soldado visualisar, mirar
e atirar certeiramente, se expor mais que sua própria mão.

Abaixo, uma carabina M-4 A3 com seu lança granadas M203. Também é muito comum o uso deste modelo
pelas tropas em ação em combates urbanos no Iraque e afeganistão.
Em 1985 o US Marine Corp ou corpo de fuzileiros navais dos Estados Unidos encomendou uma
versão do fuzil M-16 A2 que fosse menor, e para isso o Colt Commando foi usado como base,
embora seu cano devesse ser maior que a do Colt commando, tendo, assim o comprimento de 14
polegadas e meia. Essa nova versão se chama M-4 e é extremante comum nas forças americanas,
em combate no Afeganistão e no Iraque. Embora o M-4 seja chamado de carabina, ele, ainda possui
a posição de tiro em rajada. Hoje a versão mais moderna em produção é a M-4 A3, que possui
seletor de tiro com rajadas curtas de 3 tiros, e alça de transporte removível.
A evolução do AR-15 nesses 44 anos de existência melhorou muito, a confiabilidade e eficiência
desta arma, sendo que as novas versões são armas modulares com fácil montagem de acessórios e
com boa precisão.
Para o futuro existe uma tendência de se adotar um novo calibre para o fuzil das forças armadas
americanas. Depois de 4 décadas, alguns conceitos mudaram no campo de batalha e o calibre 5,56
mm, tem levantado críticas pelos soldados americanos que tem tido dificuldades de derrubar os
guerrilheiros iraquianos e afegãos, com apenas um tiro no tórax, sendo que muitas vezes, quando o
inimigo se encontra longe,o soldado americano tem tido que atirar uma segunda vez para “parar” a
ação do inimigo. O calibre mais provável a ser incorporado, é o 6,8 mm SPC (Special Purpose
Cartridge), que tem o mesmo comprimento do 5,56, porém é pouco mais largo. Esse calibre já foi
testado em combate no Afeganistão e o resultado foi considerado muito bom pelos soldados.
Recentemente foi trocado o projétil SS-109, que era padrão OTAN, por um com maior peso, algo em
torno de 70 grains, o que mostrou uma melhora na letalidade, porém esse assunto se encontra em
aberto, e nenhuma decisão foi tomada ainda.

Acima: Nessa foto dois exemplares do modelo M468, versão do AR-15 em calibre 6,8 mm SPC, fabricado pela
Barrett, conhecida por fabricar grandes rifles em calibre 50, como os M-82 que já foco de matéria deste
blog.

FICHA TÉCNICA
COLT AR-15 A2
Tipo: Fuzil semi-automático
Miras: Regulagem lateral na alça a 4 posições fixas de massa e alça para regulagem em elevação.
Peso: 3.2 Kg (vazio) 3.6 Kg (carregado) .
Sistema de operação: A gás com ferrolho rotativo
Calibre: 5,56 X 45 mm (223 Remington)
Comprimento Total: 1 m
Comprimento do Cano: 20 polegadas .
Velocidade na Boca do Cano: 908 m/seg.

Abaixo: Uma recruta do exército dos EUA com seu M-16 A-2.

COLT M-4 A-3


Tipo: Fuzil automático.
Miras: Regulagem lateral na alça a 4 posições fixas de massa e alça para regulagem em elevação.
Peso: 3.0 Kg (vazio) 3.52 Kg (carregado)
Sistema de operação: A gás com ferrolho rotativo.
Calibre: 5,56 X 45 mm (223 Remington)
Comprimento Total: 88.3 cm com a coronha aberta, e 79 cm com a coronha fechada
Comprimento do Cano: 16 polegadas .
Velocidade na Boca do Cano: 830 m/seg.
cadencia de tiro: 950 tiros/min

Abaixo, um soldado em treino com sua M-4 A1.

Abaixo, um M-4 A1 com lança granada e mira optica. Nesse exemplar foi montado uma extensão do trilho
picatinny, que se extende até acima da telha.
Acima: Um "feliz" cidadão com seu M-4 A-3 com lança granadas.

Ak 47

Calibre: 7.62 mm
País de origem: Rússia
Fabricante: Kalashnikov
Capacidade: Pente de 30 tiros
Comprimento: 87 cm
Peso: 4,30 kg
Alcance máximo efetivo: 800 m
Capacidade de tiro: 600 tiros por minuto

Ferido em combate na guerra contra os nazistas, o projetista russo Mikhail Kalashnikov imaginou um rifle que
aliasse impacto, precisão e pouco peso. Assim foi criada, em 1947, uma das armas leves de maior prestígio no
mundo, que já vendeu mais de 100 milhões de unidades. As iniciais AK significam "Automatic Kalashnikov", e
o número 47 indica o ano em que foi projetado.

De manejo simples e garantindo precisão de pontaria a até 300 metros, o AK-47 é encontrado facilmente no
mercado negro de armas em qualquer parte do mundo. A arma é usada tanto pelos terroristas da Al Qaeda
quanto pelos traficantes do Rio de Janeiro. No Líbano, custa entre U$ 200 a U$ 250, e no Brasil, entre U$ 3 mil
e U$ 3,5 mil. Foi comum em mais de 50 exércitos, principalmente nos países do bloco soviético, competindo
com o rifle oficial do exército norte-americano, o M-16.

Sua estrutura robusta garante um bom funcionamento, mesmo em condições adversas como chuva, neve ou
lama. O AK-47 permite ao atirador selecionar, através de uma pequena alavanca, entre tiros intermitentes (um
para cada vez que se aperta o gatilho), disparos curtos (duas ou três balas a cada acionamento) ou rajadas
contínuas.

FN FAL 7,62 (Usada e aprovada por mim )


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originais. Dimensão original 663×137.

O FN FAL (Fabrique Nationale, Fusil Automatique Léger – Fábrica Nacional, Fuzil Automático Ligeiro) é uma arma concebida
e produzida originalmente pela empresa belga Fabrique Nationale em Helstal.
É considerada uma arma soberba, perdendo o título de melhor fuzil de assalto do mundo para os fuzis russos da série AK. Em
qualidade e maneabilidade é seguido pelo HK-G3, da Heckler & Koch, e para a nova geração de fuzis.
O FAL é superior também aos famosos M-16A1 e A2 e AR-15 (munição civil, 223 Remington), no que diz respeito a robustez, muito
embora a sua munição (7.62mm), não atenda as atuais necessidades do soldado de infantaria, já que o dano causado ao inimigo é
excessivo. Atualmente existe uma tendência mundial para a adoção de calibres menores como o 5,56 mm dos EUA ou 5,45 mm
Russo, visto que estas munições apenas ferem o inimigo que necessitará de outros dois combatentes para tirá-lo do combate. Assim
serão três inimigos sem condições de combater (5.56mm), em vez de apenas um (7.62mm). É considerado equivalente ao M-14. Foi
projetado e fabricado com objetivo de equipar o soldado com uma arma segura e simples, de manutenção e operação fáceis. Este fuzil
é capaz de suportar as condições mais adversas (chuva, sol, lama, água etc), necessitando menos manutenção do que os fuzis da série
M norte-americanos (M-16, M4A1 etc).

Utilização no Brasil
O FN FAL, no Brasil chamado Fuzil automático Leve ou Fuzil de Assalto Ligeiro, é fabricado integralmente pela estatal IMBEL
(Itajubá)[1
. No Exército Brasileiro recebe a nomeclatura de Fz 7,62 M964 (também conhecido como MD-2).
A IMBEL fabrica também o Para-FAL, que é usado por polícias militares, pára-quedistas militares e outras forças especiais por ser
mais leve. Também fabrica um modelo em calibre 22 adaptado ao FAL, para treinamento militar. [2
O FAL tem vantagens e desvantagens sobre o AK-47, já que usam calibres parecidos. O FAL por ser um armamento mais longo do
que o AK-47 tende a ser mais preciso nos seus disparos e o Cal. 7,62mmX51mm tem um projétil mais rápido do que o
7,62mmX39mm do AK-47 que por sua vez perde em impactação do alvo. As vantagens do AK-47 para o FAL limitam-se as
características operacionais de maneabilidade pelo seu tamanho, mais adequado ao assalto curto e a sua manutenção incomparável
entre os fuzis de assalto de todo o mundo. Utilizado por polícias militares de quase todo o Brasil e visto com frequência nas incursões
do BOPE no Rio de Janeiro, em sua maioria com coronha rebatível.

Em portugal

O FN FAL foi utilizado por Portugal a partir de 1961, em complemento à espingarda automática Heckler & Koch G3 para uso das
suas forças empenhadas na Guerra do Ultramar em África. Na altura foram testados os dois modelos de armas, escolhendo-se a G3
para arma padrão em detrimento da FN FAL. No entanto os quase 30.000 FN FAL recebidos continuaram a ser utilizados até ao fim
da guerra em 1975, sobretudo por unidades auxiliares no teatro de operações de Angola.

Dados gerais

• Calibre: 7,62X51 mm (.308) OTAN [Existem versões com o calibre 5,56×45 mm OTAN e em calibre .22 Lr, para
treinamento de recrutas

Peso sem carregador: 4,200 Kg


Com carregador: 4,930 Kg
Tipo: Portátil
Velocidade inicial do projétil: 850 m/s
Alcance máximo: 3.600 m
Alcance de utilização: 600 m
Emprego: Individual
Funcionamento: Ação indireta dos gases
Regime de Tiro: Semi-automático e automático e repetição
Capacidade do carregador padrão: 20 cartuchos (existem carregadores para o FAL que comportam 30 cartuchos, no calibre 5,56 mm)

Reflex Suppressor for British FN FAL L1A1

Opinião pessoal:
Eu particularmente gostei muito desse fuzil, falam que tem um solavanco muito forte, mentira, é só usar a
técnica correta que você atira sem problemas, é muito precisa, os pontos negativos eu acho que são o carregador
que tem apenas a capacidade de 20 cartuchos, e o peso, mais de 4Kg carregado, é um absurdo, mas tirando isso
pra mim é um ótimo fuzil.

STEYR-AUG

Fuzil de assalto automático e semi-automático. Foi testado, aprovado e adotado por forças armadas de vários
países. Tem um aspecto futurista. O comprimento de seu cano (30 polegadas – 762 mm) dá a esse fuzil de
assalto a precisão de um Sniper. É uma arma moderna, relativamente leve e tem uma ótima cadência (700 tiros
por minuto). As forças armadas do Brasil não adotaram essa arma, mas provavelmente os criminosos sim. Seu
"Stopping Power" (poder de parada com apenas um tiro) quase sempre é de 100%.

Calibre………………. 5,56 x 45 mm

Capacidade……………. 30 / 42 tiros

Operação……………… a gás, automática e semi-automática


Cadência……………… 700 tiros por minuto

Miras………………… aparelho óptico

Comprimento do cano……. 30"

Peso…………………. 3570 g

FAMAS

o famas é o rifle de dotação do rifles frances,ele se difere pelo posicionamento do carregador, que , ao inves de
ficar a frente do gatilho, fica atras, isso se chama "bullpup", o que dexa arma mais curta sem perder o cano,
deixando com a mesma precisão, ele usa um cartucho 5,56 x 45 mm e tem alcance efetivo de 450 m e taxa de
tiro de 450 tiros por minuto

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originais. Dimensão original 800×274.

Hk Mp5
Um dos atrativos da MP5 é o sistema de “rolling lockers” ou travamento deslizante já usado com sucesso em
outras armas da Heckler & Koch, seu sistema de auto-alimentação é classificado como “Delayed blowbacks”,
um artifício de criar um travamento do ferrolho até que as pressões na câmera atinjam um nível seguro,
deslocando-se para trás com média intensidade. Essa característica mostra diversas vantagens, entre elas esta a
maior segurança com munições de maior potência, menor recuo e maior precisão, maior cadencia de tiro. Seu
sistema de mira também não é convencional, a alça de mira é composta de anel móvel e rotatório, que desliza
para frente e para trás e gira em 4 posições, orifícios, cada um correspondendo a uma distância, por padrão 25,
50, 75 e 100 metros. Esta arma possui carregadores para 15 ou 30 tiros, ambos bifilares e retos.
Pontos: negativos o gatilho muito pesado e o seletor de tiro distante do gatilho, dificultando para quem tem
dedos mais curtos, porém, o fabricante diz que o peso do gatilho é elevado apenas em armas novas e que com o
uso ficaram entre 2,5 e 3Kg.
pontos positivos: peso, recuo, precisão e segurança, produzindo grupamentos muito bons.

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Armas da 2° Guerra Mundial


Fuzil Sturmgewehr 44

Alemanha
Arma desenvolvida a partir de 1938, tinha um conceito revolucionário, usando uma munição mais fraca, leve e
com menos recuo, permitindo o fogo automático. Ainda assim era efetiva nos alcances normais de combate (até
800 metros). Sua distribuição foi atrasada por causa da intervenção de Hitler, que era contrário a ela, no final,
ela foi distribuída em 5 modelos diferentes, mas sempre em pequenos números. Foi o protótipo de todos os
fuzis de assalto em uso hoje em dia.

Especificações
Modelo: StG44
Calibre: 7,92×33 mm
Sistema de funcionamento: automático, alimentado a gás
Raiamento: concêntrico, 4 raias para a direita,
Carregador: externo, para 30 cartuchos
Comprimento: 95 cm
Comprimento do cano: 41 cm
Peso: 4,6 kg, com carregador vazio
Alça: de lâmina, regulada de 100 a 800 metros, com acréscimos de 100 metros
Velocidade inicial: 685 m/s
Cadência de tiro: 500 disparos por minuto
Metralhadora Maschinengewehr 42 (MG 42)

Alemanha
Planejada para substituir a MG 34, com processo de fabricação mais simples, inspirado na MP38, com amplo
emprego de peças estampadas, até então nunca utilizadas em armas desse porte, em função das difíceis
condições de emprego. Seu batismo de fogo ocorreu na URSS e no norte da África, sendo um sucesso absoluto.
Previa-se que ela iria substituir a MG 34, porém acabou complementando-a, por não atingir a escala de
produção esperada.

Informações:
Calibre: 7,92 mm
Comprimento: 1.220 mm (total) / 533 mm (cano)
Peso: 11,5 Kg (com bipé)
Peso do Tripé: n/d.
Carregador: Fita com 50 cartuchos
Cadência de Tiro: 1.550 tpm
Velocidade Inicial do Projétil: 755 m/s
Fuzil Springfield

Estados Unidos
Fuzil Springfield. Cópia do Mauser alemão, foi o armamento básico do Exército Norte-americano na Primeira
Guerra Mundial. Começou a ser substituído em 1936 pelo M1-Garand, sendo que as últimas unidades que o
receberam foram as de fuzileiros navais, em 1942, devido a sua maior precisão. Manteve-se em uso como arma
de atirador de escol. De forma meio inexplicada, a FEB foi equipada com ele, somente os sargentos recebendo
os Garand.

Informações:
Modelo: 1903
Calibre: 7,62 mm
Comprimento: 1.098 mm
Comprimento do cano: 609,,6mm
Peso: 3,94 kg
Carregador: 5 cartuchos
Velocidade Inicial do Projétil: 822,9 m/s

Fuzil Garand

Estados Unidos
Garand – Fuzil semi-automático desenvolvido em 1936 nos Estados Unidos, equipando toda sua infantaria, a
exceção de um homem em cada esquadra, que usava um fuzil de ferrolho para tiro de precisão, desta forma a
infantaria americana foi a única totalmente equipada com uma arma semi-automática durante a guerra. O
general Patton disse sobre o Garand: ele foi "a maior ferramenta de combate jamais desenhada".
Especificações:
Modelo: M1
Calibre: 7,62 x 63 mm
Alimentação: clipe de oito cartuchos, era impossível alimentação individual de cartuchos
Velocidade inicial: 822,96 m/s
Comprimento total: 109,22 cm
Comprimento do cano: 60,96
Peso: 4,3 kg
Miras: de abertura ajustável, 100 a 1200 jardas
Método de operação: recuperação a gás
Tipo de fogo: tiro a tiro

Pistola Luger P 08

Alemanha
Uma pistola clássica da 2ª guerra, facilmente reconhecível pelo seu formato característico, a Luger P08 entrou
em serviço no exército alemão em 1908, sendo produzida até 1942, quando foi, afinal, substituída (pela Walther
P 38), pois sua fabricação era muito complexa e cara, fato não desejável em períodos de guerra.

Informações:
Modelo: P 08
Calibre: 9 mm (parabellum)
Comprimento: 222 mm (total) / 103 mm (cano)
Peso: 0,85 Kg
Carregador: Pente com 8 cartuchos
Velocidade Inicial do Projétil: 351 m/s.

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