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REDE ENERGIA 8,4. CNP.LMF nt $1,584.140/0001-49 NIRE 35,300.029.780 Companhia Aberta ATA DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINARIA REALIZADA EM 16 DE AGOSTO DE 2010 1, Data, hora e local: 16.08.2010, as 10:00 horas, na sede social, na Avenida Paulista, n° 2.439 — 5° andar - Séo Paulo - SP. 2, Mesa: Presidente: Jorge Queiroz de Moraes Junior Secretdrio: Luis Gustavo Haddad 3. Presenca: Acionistas representando mais de 2/3 do capital social votante di. Companhia, conforme assinaturas apostas no Livro de Registro de Presenga de Acionistas. 4, Edital de Convocacio: Publicado no Diério Oficial do Estado de Sao Paulo nos dias 31 de julho, 03 ¢ 04 de agosto de 2010 no jornal Valor Econémico ~ Edi¢io Nacional nos dias 02, 03 e 04 de agosto de 2010. 5. Ordem do Dia: (a) Alteragiio do Estatuto Social da Companhia, para alterar o “caput” do artigo 19 ¢ os pargrafos 7° ¢ 8° do artigo 21, na forma da Proposta da Administragfo; (b) Aprovagio de aumento de capital social no valor minimo de R$600.000.000,00 (seiscentos milhGes de reais) e maximo de R$806.663,131,00 (citocentos e seis milhées, seiscentos e sessenta e trés mil, cento ¢ trinta e um reais), mediante a emissdo de no minimo 99.630.685 (noventa e nove milhées, seiscentas e trinta mil, seiscentas e oitenta © cinco) novas ages, sendo 68.412.918 (sessenta ¢ oito milhdes, quatrocenta ¢ doze mil, novecentas e dezoito) novas agdes ordindrias e 31.217.767 (trinta e um milhdes, duzentas € dezessete mil, setecentas © sessenta € sete) novas agdes preferenciais, © maximo de 133.947.335 (cento ¢ trinta ¢ trés milhdes, novecentas ¢ quarenta e sete mil, trezentas e tinta e cinco) novas agdes, sendo 91.976.963 (noventa e um milhes, novecentas e setenta € seis mil, novecentas e sessenta e trés) novas ages ordindrias ¢ 41.970.372 (quarenta iw um milhdes, novecentas e setenta mil, trezentas e setenta e duas) novas agSes preferenciais, todas nominativas, sem valor nominal,’ad\ prego. de’ emissio de R86,022241 por ago ordindtia e/ou preferencial, a serem subscritas e integralizadas pela acionista controladora Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. ¢ pelos demais acionistas da Companhia, bem como, a fixagio de prazo para o exercicio do direito de preferéncia na subscrigio de agbes pelos demais acionistas e destinagtio das sobras; e (e) Bleigto de membro do Conselho de Administragdo da Companhia para preenchimento de cargo vago. 6. Informagdes da Mesa: Presentes & reunido, a Diretora Presidente, Carmem Campos Pereira, 0 Diretor Vice-presidente Juridico e de Gestao de Pessoas, Alexei Macorin Vivan, © Diretor Vice-presidente de Regulagiio, Valdir Jonas Wolf, o Diretor Vice-presidente de Gestdio de Energia, José Antonio Sorge, 0 Diretor Vice-presidente Administrative e Financeiro, Ricardo Del Guerra Perpetuo, o Diretor de Contabilidade, Atsushi Nakatsu, 0 membro do Conselho Fiscal, Annibal Ribeiro do Valle Filho, 6 Sr. Robison Meira, 0 representante da empresa de auditoria BDO - Auditores Independentes, e os representantes das empresas especializadas, (i) Banco Bradesco BBI S.A., 0 Sr. Miresh Kirtikumar, (ii) Banco Barclays $.A., 0 Sr. Marco de Carvalho; e, (ii) Moore Stephens Lima Lucchesi Auditores Independentes, 0 Sr. Carlos Atushi Nakamuta, para prestarem os esclarecimentos que se fizessem necessérios. O Presidente informou que, em conformidade com a Proposta da Administrago de 29 de julho de 2010, 0 aumento de capital ora proposto, tem por finalidade permitir a capitalizago, pela Empresa de Bletricidade Vale Paranapanema S.A (“EEVP"), acionista controladora da Companhia, no valor de R$600.000.000,00 (sei wvestimentos em infraestrutura nas areas de concessio da Centrais Elétricas do -ntos milhdes de reais), de modo a permitir a realizagio de relevantes Pard S.A — CELPA da Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S.A — ENERSUL, distribuidoras de energia elétrica controladas pela Companhia, além de possibilitar melhoria da estrutura de capital ¢ aprimoramento dos padrées de governanga corporativa, sendo certo que o referido valor atende as necessidades de capital do programa de investimento da Companhia. Sem prejufzo deste atendimento, recursos adicionais oriundos da subscrigao ¢ integralizagao das agSes por acionistas no controladores contribuirdo positivamente para conclusio de tais objetivos e para o reforgo da posigio de caixa e capital da Companhia. Ante 0 exposto, a Administrago propde que, caso os acionistas nfo controladores da Companhia no exergam os respectivos direitos de preferéncia apés 0 ; . decurso do prazo para tal exerefcio previstonno art, 171: da Lei n.° 6.404/76, 0 aumento de capital submetido & apraviagao desta * Assembleia’ Geral possa ser homologado parcialmente, no valor minimo correspondente ao valor a ser subscrito pela EEVP. Nesta hipstese, as sobras nfo subscritas do presente aumento de capital sero rateadas entre os acionistas que manifestarem interesse na subscrigdo de sobras e, posteriormente, as sobras remanescentes apés 0 rateio sero canceladas nos termos da Decisio do Colegiado da s — CVM n° 18, de 9 de maio de 2006, Processo Comissio de Valores Mobiliér RJ/2006/0214. O Presidente esclareceu, ainda, que o prego de emissiio das agdes representativas do aumento de capital foi fixado com base em avaliagao realizada pelas empresas de especializadas Banco Bradesco BBI S.A., Banco Barclays $.A., ¢ Moore Stephens Lima Lucchesi Auditores Independentes,, conforme Laudos de Avaliagio aptesentados aos acionistas, e que 0 ctitério adotado foi o previsto no § 1°, inciso I, do art 170, da Lei n. 6.404/76 (perspectiva de rentabilidade). Tal ctitério foi considerado pela Administragao da Companhia como o mais adequado para refletif 0 valor econdmico das ages, face & volatilidade do mercado aciondtio ¢ a auséncia de liquidez relevante das agées de emissiio da Companhia na BM&FBovespa. Além disso, o prego de emissiio proposto € superior ao valor do patrimdnio Ifquido da ago, de modo que nilo hé diluigaio injustificada dos acionistas da Companhia. © Conselho de Administragio aprovou ¢ 0 Conselho Fiscal da Companhia opinou favoravelmente ao aumento de capital ora proposto, nas condigdes, volume ¢ prego aqui apresentados, nos termos das atas lavradas nos livros pr6prios e apresentadas aos acionistas. Deliberagées: A Assembleia Geral: 7.1. Aprovou por unanimidade a alteragdo do Estatuto Social da Companhia, para alterar 0 “caput” do artigo 19 € os pardgrafos 7° 8° do artigo 21, os quais passam a vigorar com a seguinte redagao: “Artigo 19. A Diretoria seré composta de até 8 (oito) membros, acionistas ou no, residentes no pais, sendo 1 (um) Diretor Presidente, 1 (um) Diretor Vice~ presidente de Regulaglo, 1 (um) Diretor Vice-presidente Administrative ¢ Financeiro, | (um) Diretor Vice-presidente de Distribuigao, 1 (um) Diretor Vice- presidente Juridico ¢ de Gestio de Pessoas, 1 (um) Pirefor Vice-presidente aa Gestio de Energia, | (um) Diretorede Pr jetes Especiais, ¢ 1 (um) Diretor de Relag&o com Investidores, todo’ eleitds pele Conselho de Administragao.” “Pardgrafo 7” Compete, especialmente, ao Diretor de Projetos Especiais: a) b) c) d) 2 h) participar como membro do Comité de Investimento da Rede Energia; ‘em conjunto com os demais Diretores da Companhia, administrar e executar plano de ago desenvolvido de comum acordo entre determinados acionistas, que contempla metas, planos de investimentos, de melhorias e de redugo de perdas da Companhia e das seguintes sociedades distribuidoras de energia, doravante designadas Sociedades: Centrais Blétricas do Pard S.A. CELPA, Centrais Elétricas Matogrossenses S.A. — CEMAT, Companhia de Energia Eléttica do Estado do Tocantins - CELTINS, Empresa Elétrica Bragantina S.A. — EEB, Empresa de Distribuigio de Energia Vale Paranapanema $A. — EDEVP, Caiud Distribuigdo de Energia S.A. — CAIUA, Companhia Nacional de Energia Elétrica S.A. — CNEB, Companhia Forca e Luz do Oeste - CFLO e Empresa Bnergética do Mato Grosso do Sul S.A. — ENERSUL; acompanhar @ gesto da Companhia e das Sociedades, com acesso pleno a todas as informagGes que venha a solicitar no exercfcio das suas fungdes; acompanhar a estruturagio do processo de oferta ptblica de agdes da Companhia, quando vier a ocorrer; acompanhar a elaboragéo do orgamento anual da Companhia e das Sociedades; acompanhar, em conjunto com os diretores competentes, a elaboragdo das metas anuais da Companhia e das Sociedades, relativas a rentabilidade, endividamento ¢ perdas técnicas e comerciais; acompanhar as altemativas de financiamento para os investimentos a serem realizados pela Companhia e pelas Sociedad acompanhar © cumprimento das obrigagées financeiras assumidas pela Companhia e pelas Sociedades; acompanhar € monitorar contingéncias da Companhia © daS Sociedades, mediante 0 envio de relatério de contingéncias