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se Se DERUEVAL SATAN descontinuidade, de heterogeneidade e de fragmentagio que praticamente ao trabalho pedagbxico. inviabi 4, ACONCEPGAO ANALITICA dagogia tecnicista ceducagio, Até emente ao avango e predominio da 1 pedagogia tecnici ‘que sejaa sua aplicagao ica educativa, Nao se trata disso, simplesmente fazer a assepsia da linguagem, depuria de suas inconsistencias fa produzir enunciadas que se consticuam em yenos priticas entender por que, em certas circunstincias, 0 filésofos an ppoxdem mes ‘uma atitude de néio concordancia com certas propo- sigdes da pedagogia te lade entre las situase nao no plano das consequéncias, mas no plano des pressupostos. Ambas se baseiam nos alidade eolocados icista. A estos pressupostos da objetividade, racionalidadee net como condigio de cientficidade. STOR DAS DEIAS PEDAGOGICAS NO BRASIL ‘A filosofia analitica desenvolveuse a partic do pos construgto dé linguagens atificiais inteitamente subn rigorosos. Essa tentativa desenvolveuse dur séeulo XX, Posteriormente Omovimento daas concepgao anal ppassou a dar importincia 6, das linguagens ni da linguagem e se rio formalizada, autonoma. O'Connor, escrevendio em 1957, ida nfo se tinha ponte de vista aqui representado | Por nao set comum a filésofos a (educagio), importantes ideias tedricos educacionais e a est informal 105 anos de 1970, ao mesmo tempo em que st (05 que se posicionavam no Ambito da concepeio filosofia da edueagio. Em dezembro de 1972, José Mario Pires Azanha def de de Sto Paulo (USP) sua tese de doutoramento depois publicada e ie wo Ue DERMEVAL SAAN com 0 titulo Experimentagao educacional: wna contibwigdo pave sua andlise (Acawua, 1975), Nesse trabalho, lancando mio dos recursos oferecidos pela 1 escolas experimentais do ensino pitblico de Sio Paulo, Basica- nstara que, embora essas escolas experimentais formulassemn propostas pedagdgicas ce fossem hipoteses a serem testadas pela, 10 se tratava de hipsteses no sentigo cientifico. smpiricas seriam submetidas 20 sam, antes, projetos as cientificas. Tanto assim los previstos no projeto, a experiéneia € que ter hipoteses © m perigneia nfo condusisse aos rest entendiase qu to, 0 projeto de agio apresentavase como aaerido previamente e que nao estava em ma experiencia pedagdgica era encontrar as 1 io modelo, isto, de sua reaizagao pritica aha eviddenciava, portanto, que termo “experimen clo num contexto cientifco quanclo, na realidade, ” estava sendo usado leita do livro de Israel Scheffler, A :meiraeigio em inglés fora langada nos Estados 1960. As anilises desenvolvidas pelo autor sio precedidas por ntrodugio que comega co a entativa em flosofin da edueagio, Ele trata, primeiramente, de certas os seguinces pal 0 constitu GScrtersten, 1974, p. UD. n que sentido considera o seu trabalho do diferentes usos da pala © autor chega a0 seguinte desenvolvimento da produsin um efeito ainda sumo da filosofia, Esse desenvolvimento pareceu mostra, que sé os métodos experimentais sio apropriados para aleangar 0 em contraponto com, ‘éncia, todavi nento da natureza” (idem, p. 15). Em consequéncia, muitos filsofos serotossceisrencones Hoses Sew “passaram entiio a desenwolver, como sua tarefa basica, a avalingto Logica das assergdes ~ 0 exame das ideias do ponto de vista da clareza e o exame dos argumentos do ponto de vista da validade” (idem, sbidem). A filosofia assim. reorient “ce esforca por alcancar uma perspectiva geral através de am, estudo das ideas e argumentos fundamentas de varios dominios, doe vel indo para esse propésito, uma ampla variedade de instrumentos logicos,linguisticos e semanticos” (idem, pp. 15-16). E conclu, referindo-se agora especificamente & filosofia da educagio: em suma, 6 discurso eucacional abrange indimeroe conteatos diferentes, perpussando a esferacientifia, a deca ea pric, as quas riedade ce matizese de Enfases a nogées que sio ostensivamente cs tare contexts nos quais se dscute ese argumenta sobre a educasso, ea de comsiderar damental da anilise parecera, entio, sera de desindar os diferenees as idiasbisias eos citrios logics apropriads queso elevantes em cada um lem, p. 170, dleles wwra “contexto” no texto cl tem um Cabe advert que 0 uso da ps sentido bem determinado, Nio se rata do contextohistrico, 0 que envolverin ts sociais, econdmicos, politicos e culturais na ». Tratase do contexto linguistico tal como © tum exame dos sua ewolugao ao longo do t ‘entende Strawson quando fala em “contexto de elocusio (utterance)” e exp