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Apostila de Auxiliar de biblioteca – Livro

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by Gustavo Henn on junho 23, 2009
O concurso de auxiliar de biblioteca da UFAL teve 6143 inscritos para 305 5 vagas.
Recebi muitos comentários em busca de material. Conheço apenas, especificamente, o
livro da Thesaurus que já comentei em outro post.
Resolvi aproveitar o feriado de São João para escrever algo sobre cada tópico, a fim de
“dar uma luz” sobre o que significa cada um deles, afinal, acredito que a grande maioria
dos candidatos não é da área e, talvez, tenha pouco hábito de frequentas bibliotecas. Não
sei até que ponto ajudará, mas a idéia é apenas apontar caminhos.
De qualquer forma, é bom que fique claro que este texto é básico, geral, e possui
omissões. Procurei escrever da forma mais simples e direta possível, e, se ficar bom, pode
ser que eu continue desenvolvendo ao longo do tempo.
Como as provas para nível fundamental costumam ser mais diretas, uma leitura atenta do
enunciado faz muita diferença.
Este é o primeiro livro-post deste blog. E irei publicando e atualizando na medida dos
acréscimos feitos. Espero terminar antes da prova.
BASICÃO DE AUXILIAR DE BIBLIOTECA
1. Bibliotecas: tipos e conceitos;
Definição do Dicionário de Biblioteconomia e Arquivologia (CUNHA e CAVALCANTI.
Briquet de Lemos, 2008): “Coleção de material impresso ou manuscrito, ordenado e
organizado com o propósito de estudo e pesquisa ou de leitura geral ou ambos. Muitas
bibliotecas também incluem coleções de filmes, microfilmes, discos, vídeos e
semelhantes que escapam à expressão “material manuscrito ou impresso”.
É bom saber que Biblioteca significa algo como “Caixa de livros”, da junção dos radicais
Biblio (Livro) e Thek (caixa). A Biblioteca atual pode ser chamada de Unidade de
Informação, Centro de Informação, Centro de Documentação, entre outras denominações.
Existem basicamente 5 tipos de bibliotecas: Escolar, Universitária, Especializada, Pública
e Nacional.
A Biblioteca Escolar é aquela que serve à escola, entendendo-se escola como a
instituição de ensino fundamental e médio, destinada a servir a alunos e professores.
A Biblioteca Universitária, como o nome já indica, é aquela que serve aos propósitos
das universidades e instituições de ensino superior, estando também por isso ligada ao
tripé Ensino, Pesquisa e Extensão. Em universidades de grande porte, é comum existir a
Biblioteca Central e Bibliotecas Setoriais ligadas à ela, formando assim um Sistema de
Bibliotecas (SIBI).
A Biblioteca Especializada é aquela que foca em alguma área ou público específico,
também chamada de biblioteca especial. Entre os exemplos de biblioteca especializada,
destacam-se as bibliotecas jurídicas e de centros de pesquisa.
A Biblioteca Pública, aqui entendida como Pública Estadual ou Pública Municipal, é
aquela que tem como objetivo servir à coletividade e é mantida por recursos públicos.
Possui acervos gerais, mais focados em literatura de lazer e fontes de informação como
dicionários e enciclopédias. As Bibliotecas Públicas Estaduais, em muitos estados
brasileiros, são responsáveis pelo depósito legal estadual.
A Biblioteca Nacional é a biblioteca mais importante de um país e é a responsável por
sua memória bibliográfica. A Fundação Biblioteca Nacional, é a responsável pelo
depósito legal e pela bibliografia brasileira. Teve origem na biblioteca real, que chegou
ao país em 1810 e foi aberta ao público em 1814. Fica no Rio de Janeiro, na Avenida Rio
Branco, e é belíssima. Vale a visita.
2. Estrutura física da biblioteca;
Aqui, entendo estrutura física como a estrutura organizacional, e a organização funcional
como o que cada setor faz. Como exemplo de estrutura, coloco o organograma abaixo da
UFRRJ.

É bastante simples. Uma parte é responsável pelos usuários, e a outra parte, pelo acervo.
3. Organização funcional da biblioteca;
A biblioteca, como vimos acima, é divida em setores para atender ao usuário e para
atender ao acervo. As principais seções (setores) da biblioteca são:
Administração – é responsável pela administração geral. Ou seja, recursos humanos,
segurança, finanças, planejamento, controle, correspondências, etc.
Desenvolvimento de coleções – é o setor responsável pelo acervo da biblioteca, ou
melhor, pelo desenvolvimento da coleção de documentos da biblioteca. É dividido em
dois (em geral):
1- Seleção, que se responsabiliza por selecionar os livros e documentos que a biblioteca
precisa e deseja para melhorar sua coleção, tanto qualitativamente quanto
quantitativamente.
A seleção que busca incorporar acervo à biblioteca chama-se seleção positiva. A seleção
que busca retirar acervo da biblioteca, ou descartar, é chamada seleção negativa.
2 – Aquisição, que irá implementar as decisões da seleção, ou seja, irá efetivamente
adquirir os documentos selecionados pelo setor de seleção. A aquisição pode ser de 3
formas: compra, que será por assinatura para periódicos e por licitação no caso de órgãos
publicos. Permuta, ou seja, troca de materiais entre instituições. E doação, ou seja,
quando a biblioteca recebe os documentos gratuitamente. Neste caso, é preciso avaliar
criteriosamente se os livros doados realmente servem para o uso da biblioteca.
Registro – é o setor responsável por tornar os livros e documentos patrimônio da
biblioteca. Cada livro/documento ira receber o seu número de tombo e vários carimbos
para assegurar a propriedade do exemplar.
PT (Processos técnicos) - é o setor que irá tratar o documento, aplicando técnicas da
biblioteconomia para classificar, indexar e catalogar.
Preservação, conservação e restauração – é o setor responsável por periodicamente
avaliar o estado físico das obras e retirar da circulação os exemplares danificados, a fim
de restaurá-los ou encaderná-los.
Referência – é o setor responsável por atender o usuário. É o cartão de visitas da
biblioteca. É o primeiro contato do usuário com o a biblioteca.
Circulação – Como o próprio nome indica, é o setor responsável pela circulação do
acervo, ou seja, empréstimo e devolução dos livros. Normalmente, está ligado ao setor de
referência pois faz parte do atendimento ao usuário. Além do empréstimo, que é a
retirada do livro pelo usuário, e da devolução, este setor realiza também a cobrança dos
livros em atraso (por carta, telefone ou mesmo e-mail), reserva dos livros que estão
emprestados e a renovação do empréstimo, ou seja, um novo prazo para ficar com o livro.
De uns tempos pra cá este serviço vem melhorando por conta dos softwares de
automação. Na UFAL, o software usado é o Pergamum.
4. Acervo:
Segundo o Dicionário de Biblioteconomia e Arquivologia (CUNHA e CAVALCANTI.
Briquet de Lemos, 2008): Acervo é um “conjunto de documentos conservados para o
atendimento das finalidades de uma biblioteca: informação, pesquisa, educação e
recreação”. Também é sinônimo de coleção.
Em suma, acervo é tudo que é documento dentro da biblioteca (essa definição é minha
mesmo).
4.1. seleção/aquisição: Como vimos mais acima, o acervo é formado através de um
processo de Formação e desenvolvimento de coleção. Esse processo é formado pela etapa
de seleção, que irá dizer quais documentos devem ser adquiridos de acordo com os
desejos e necessidades da biblioteca, e que é de bom senso estar de acordo com a Política
de Formação e Desenvolvimento e com a Política de Seleção da Biblioteca. E a etapa de
aquisição será responsável por efetivar as escolhas da seleção, ou seja, adquirir, seja por
compra, permuta (troca, que normalmente se dá entre duplicatas que as bibliotecas
possuem) ou doação (que pode ser solicitada, ou seja, a Biblioteca envia um pedido de
doação a uma instituição, editora, ou mesmo ao próprio autor).
4.2 Tratamento técnico:
Tratamento técnico, ou processo técnico, é a atividade que irá tratar o documento com as
técnicas da biblioteconomia para representação do documento (catalogação) e do
conteúdo (classificação e indexação).
4.2.1 Catalogação: a catalogação é o processo de descrição do documento para a criação
de um catálogo. Cada documento será catalogado a partir de um código de catalogação –
o código em vigor e mais utilizado no mundo inteiro é o AACR2 – Regras de
Catalogação Anglo Americanas segunda edição, que está em edição revista e é publicado
aqui no Brasil pela FEBAB.
Vejamos o exemplo de ficha catalográfica abaixo:

Note que todas as informações são voltadas para descrever o documento. Então você sabe
autor, título, número de páginas, ISBN, e de quais assuntos, de forma geral, trata, entre
outras informações.
O nome do autor sempre será colocado com o último nome na frente, p.ex.:
Silva, João dos Santos.
Mas caso o último nome indique parentesco, a entrada será pelo penúltimo nome seguido
do parentesco (sobrinho, neto, junior, filho, etc.). Exemplo: João dos Santos Silva
Sobrinho terá entrada por:
Silva Sobrinho, João dos Santos.
A catalogação se divide em duas partes: acesso (entrada) e descrição física. O acesso irá
dizer quais os pontos de acesso para o documento. Existem dois tipos de entrada:
principal e secundárias. O autor lá no alto da ficha é a entrada principal. E as demais
entradas, embaixo da ficha, são as entradas secundárias.
Antes do nome do autor deverá ir na ficha o número de Cutter correspondente, que
deverá ser retirado da Tabela de Cutter-Sanborn. A tabela é usada da seguinte forma. A
entrada será por Silva, João da. Devemos então encontrar na tabela o número
correspondente a SIL, que é 581. Logo, o número será S581. Após esse número, irá entrar
a primeira letra da primeira palavra do título, exclui-se artigo, em minúscula. Se o título
começar com A Arte de Estudar, o cutter será S581a.
4.4.2 Classificação: Classificar é atribuir uma classe (um assunto) ao livro. E isso é
importante numa biblioteca, pois cada livro será classificado sob um único assunto, ainda
que composto por vários assuntos. Para tanto, as bibliotecas adotam em geral dois
esquemas de classificação. A Classificação Decimal de Dewey e a Classificação Decimal
Universal. As duas tem muito em comum. A CDU, que é baseada na CDD, dá mais
liberdade ao classificador. Mas o mais importante, como não poderia deixar de ser, são as
classes. Ambas dividem o conhecimento em 10 classes principais, por isso são chamadas
de classificações decimais. E há apenas uma pequena diferença entre elas, nas classes 4 e
8, que na CDD continuam como sempre foram, mas na CDU a classe 4 está vaga
enquanto que a 8 abriga além de literatura, linguística.
As principais classes da CDD e da CDU podem ser acessadas clicando nos nomes.
Por exemplo, um livro de Literatura Brasileira será classificado em
869.3 na CDD e em 869(81) na CDU. Note que a raiz é a mesma, 869, mas o uso das
tabelas é diferente para cada caso.
O número da classificação, ou número da notação ou somente notação, irá aparecer junto
ao Cutter e possíveis informações sobre edição, exemplar ou coleção, no número de
chamada. Logo, o número de chamada, utilizando CDU, para um livro de literatura
brasileira, vamos usar no exemplo Gabriela, cravo e Canela de Jorge Amado, será:
869(81)
A481g
O número de chamada será colocado na etiqueta que fica na lombada do livro, e é o que
permite a identificação do livro na estante.

4.4.3 Indexação: Vai ficar para depois.


4.4.4 Preparção física do livro: Cada livro será devidamente etiquetado com o número de
chamada e carimbado, antes de ir para o acervo. Isso irá ajudar a identificar a propriedade
do livro em caso de extravio. Nas bibliotecas que possuem sistemas de segurança, cada
livro receberá um alarme.
A maioria das bibliotecas costuma colocar o número do tombo no exemplar, em alguns
casos, ainda se coloca data de aquisição.
Além dos carimbos e etiquetas, também podem ser colocados bolso e (não lembro como
chama) uma “folha de devolução”, onde é carimbada a data em que o livro deve ser
entregue. Tanto um quanto outro são mais comuns em sistemas não automatizados.
Aqui vai um link para um bom material de processamento técnico.
5. Armazenagem da documentação, preservação do acervo;
Os livros são guardados nas estantes de acordo com sua classificação, no que se chama de
ordem relativa. Ou seja, a ordem do livro é relativa ao seu assunto. É preciso atentar para
a correta ordem de arquivamento do sistema decimal utilizado pela biblioteca.

Preservação do acervo são os cuidados tomados para que os livros tenham longa vida.
Evitar comida na biblioteca é um dos mais importantes.
6. Catálogos: tipos e referências;
Catálogo é o local onde estão ordenadas as fichas catalográficas. Se for automatizado,
então existirá apenas um. Se for manual, existirá vários, cada um com um tipo de entrada
diferente.
Existem dois tipos de catálogo manual: os do público, ou externos, e os auxiliares, ou
internos. Os primeiros, como o nome indica, servem para o uso dos usuários da
bibliotecas. Os segundos, para fins de uso interno pelo pessoal da biblioteca.
Em geral, ainda hoje, é possível encontrar nas bibliotecas três tipos de catálogo externo.
De nome de autor, de título e de assunto. O catálogo de autor também pode ser chamado
de catálogo onomástico. O de título, de catálogo didascálico. E o de assunto, catálogo
ideográfico.
Esses catálogos podem ser organizados:
Alfabeticamente Como um todo, com todas as entradas (autor, título e assunto) em um
único catálogo, chamado de catálogo dicionário. Com três catálogos diferentes, um para
cada tipo de entrada.
Ou podem ser organizados sistematicamente, com as entradas organizadas pelo número
de classificação.
Já os catálogos internos podem ser:
De identidade, organizado pelos nomes dos autores e entidades. De assuntos, organizado
pelos assuntos dos livros. Catálogo de número de classificação Catálogo de séries e
títulos uniformes Catálogo decisório, que organiza as decisões tomadas pela biblioteca
concernentes à catalogação. Catálogo topográfico, que é o catálogo utilizado para fins de
inventário da biblioteca, pois é organizado pela número de chamada dos livros. Catálogo
oficial, que é uma réplica dos catálogos externos, mas inclui apenas o ponto de acesso
principal. Catálogo de registro, para fins de controle do patrimônimo da biblioteca.
Atualmente, a maioria das bibliotecas utiliza o livro de tombo para isso.
7. Serviços aos usuários:
Serviços aos usuários são os serviços prestados pela bibliotecas às pessoas que usam a
biblioteca, os usuários. Os usuários são basicamente de 2 tipos: os reais, que efetivamente
usam a biblioteca e seus serviços; e os potenciais, que podem vir a usar a biblioteca. Cabe
a biblioteca atender as demandas tanto dos usuários reais quanto dos potenciais. Para
isso, ela oferece vários serviços, a saber.
7.1 Treinamento, orientação e consulta: Quando o usuário chega à biblioteca,
principalmente aqui no Brasil, é um alumbramento, um espanto. Ainda tem muita gente,
mesmo em cidades grandes, que nunca foi em uma biblioteca. Por isso, a maior parte da
atenção de treinamento, orientação e consulta é voltada para ensinar essas pessoas a
utilizar os recursos e serviços da biblioteca da forma mais completa possível. Isso vai
desde de ensinar como encontrar um dicionário na organização das estantes da biblioteca
até ensinar como fazer uma busca por ordem alfabética de uma palavra em um dicionário.
Bibliotecas universitárias se deparam com a necessidade constante de treinar e orientar os
usuários, especialmente os calouros (muitos dos quais estão indo pela primeira vez em
uma biblioteca na universidade), no uso do sistema de gerenciamento de livros (como
fazer uma busca por título, por autor, por assunto, como identificar a data, como saber se
o livro está disponível, etc.) e depois de encontrar o livro no sistema, como encontrá-lo
nas estantes.
É comum as bibliotecas oferecerem visitas guiadas, para uma ambientação inicial com os
novos alunos.
Nas bibliotecas que não possuem sistemas informatizados, o treinamento para o uso do
catálogo é essencial.
7.2 referência (ou serviço de referência): é o intermediário entre o acervo e o usuário.
O usuário quando se depara com a biblioteca precisa de referência, por isso esse nome.
(Para alguns autores, e eu concordo com essa linha de pensamento, todos os serviços
voltados para os usuários estão dentro do serviço de referência. Mas isso é apenas a
minha visão.) Afinal de contas, como encontrar a informação que você quer diante de um
mundo de documentos? É preciso de ajuda.
O serviço de referência tem por base a 4ª lei de Ranganathan, e aproveito para colocar
todas aqui:
1 – Os livros são para usar
2 – A cada leitor o seu livro
3 – A cada livro o seu leitor
4 – Poupe o tempo do leitor
5 – A biblioteca é um organismo em crescimento
Por poupar o tempo do leitor, entende-se se esforçar para que o tempo entre a solicitação
do usuário ao sistema e a sua resposta seja mínimo. Para tanto, as bibliotecas cada vez
mais investem em sistemas automatizados, por um lado, e em treinamento de pessoal, por
outro.
O serviço de referência também pode ser feito à distância. O que dá mais comodidade ao
usuário. Em geral, as bibliotecas oferecem telefone, para receber críticas e sugestões e
tirar dúvidas, e e-mail ou formulários web para solicitações mais detalhadas. Neste caso,
pode ser chamado de serviço de referência virtual ou digital.
7.3 Clipping (ou clipagem): É uma atividade que consiste em fazer leituras de jornais,
revistas e periódicos em geral a fim de selecionar matérias de interesse para a instituição
ou para os usuários individualmente.
7.4 Pesquisas e levantamentos bibliográficos: É uma das atribuições mais importantes
da biblioteca e, mais nas bibliotecas especializadas, constitui boa parte das solicitações.
Consiste em executar pesquisas para os usuários sobre temas específicos nas fontes de
informação disponíveis às bibliotecas. Levantamento bibliográfico é um sinônimo para
“o que tem sobre determinado assunto” ou “o que tem de determinado autor” na
biblioteca. Isso é muito comum. O que tem sobre história do Brasil? Então será feito um
levantamento bibliográfico a fim de identificar a bibliografia disponível na biblioteca
sobre o tema, incluindo não apenas livros, mas artigos de periódicos e demais
documentos.
7.5 DSI (disseminação seletiva da informação): É o serviço que leva a informação ao
usuário, ou seja, dissemina a informação selecionada para a pessoa que precisa/deseja
receber a informação.
Em geral, o usuário tem um cadastro na biblioteca em que indica seus interesses, e a
biblioteca envia informações selecionadas para ele.
7.6 Empréstimo(Circulação).: É o serviço de circulação dos exemplares (documentos)
do acervo. Em geral, toda biblioteca tem um balcão de empréstimo/devolução, com
sistema automatizado ou não, em que o usuário leva o livro que quer levar, preenche as
informações necessárias, e leva o livro para casa durante o período permitido de
empréstimo. Caso o usuário deseja ficar mais tempo com o livro, poderá renová-lo caso
não esteja reservado, no caso de sistemas automatizados é possível fazer isso sem ir
presencialmente na biblioteca. E caso o usuário queira pegar um livro que está
emprestado, poderá fazer a reserva do livro. Também aqui, em caso de sistema
automatizado, a reserva pode ser feita pelo próprio sistema.
Bibliografia
CUNHA, M.B. da; CAVALCANTI, C.R. Dicionário de biblioteconomia e arquivologia.
Brasília: Briquet de Lemos, 2008. FONSECA, E.N. da. Introdução à biblioteconomia. 2.
ed. Brasília: Briquet de Lemos, 2007. MEY, E.S.A. Introdução à catalogação. Brasília:
Briquet de Lemos, 1995. SILVA, D.A. da; ARAUJO, I.A. Auxiliar de biblioteca: técnicas
e práticas para formação profissional. 5. ed. Brasília: Thesaurus, 2003.
Força nos estudos!!!!