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PARTE IV – FÍSICA MODERNA

Tópico 3
Tópico 3
1
1

(Uepa) A quantidade de movimento linear do fóton, no vácuo, é

tanto maior, quanto menor:

A Física quântica, quando aplicada ao estudo de átomos isolados, cons-

tata que a energia dos elétrons nesses átomos é uma grandeza discreta ao invés de contínua, como estabelecido pela Física clássica. Essas afirmações, valores contínuos de energia para os elétrons emitidos pelo tubo e energias discretas para os elétrons do átomo, não são con- traditórias, porque os elétrons emitidos pelo tubo de raios catódicos:

a) são livres e os elétrons que estão nos átomos são confinados.

a)

a sua massa.

d)

o seu comprimento de onda.

b) são em grande quantidade, diferentemente dos elétrons que estão

b) a sua aceleração.

e)

a sua energia.

nos átomos.

c) a sua frequência.

Resolução:

E = Qc

Q é tanto maior quanto menor é λ.

c

E

Q =

= h f

c

= h

λ

Resposta: d

2
2

(UFPI) O comprimento de onda de De Broglie para uma partícu-

la α com velocidade v α = 6,0 · 10 6 m/s é dado aproximadamente por:

(massa do próton = 1,6 · 10 27 kg; h = 6,63 · 10 34 Js)

a) 6,8 · 10 14

m

d)

8,0 · 10 15

m

b) 3,4 · 10 14

m

e)

4,0 · 10 15

m

c) 1,7 · 10 14

m

Resolução:

m α 4 m p = 4 · 1,6 · 10 27 kg = 6,4 · 10 27 kg

λ α =

h

6,63 · 10 34

=

m α v α

6,4 · 10 27 · 6,0 · 10 6

Resposta: c

λ α = 1,7 · 10 14 m

3
3

(ITA-SP) Dobrando-se a energia cinética de um elétron não-rela-

tivístico, o comprimento de onda original de sua função de onda fica multiplicado por:

a) 1 2 Resolução:
a)
1 2
Resolução:

b)

1 c)

2

1

4

d)

2
2

e)

2

Tratando-se de uma situação não-relativística, a energia cinética con-

tinua expressa por m v 2 :

E c final = 2 E c inicial

2

m v

2

final

2

= 2 ·

m

v 2

inicial

2

v final = v inicial

2
2

O comprimento de onda a que se refere o enunciado é o de De

Broglie: h h λ inicial = = λ final = 2 2 m v final
Broglie:
h
h
λ inicial
=
=
λ final =
2
2
m v final
m v inicial

Resposta: a

λ final =

1 2
1 2

λ inicial

4
4

(UFRN) Em um aparelho de televisão, existem três funções bási-

cas (cor, brilho e contraste), que podem ser controladas continuamen-

c) perdem a carga elétrica, transformando-se em fótons, e os elétrons que estão nos átomos permanecem carregados.

d) têm comprimento de onda de De Broglie associado igual ao dos elétrons que estão nos átomos.

Resposta: a

(UFPE) No modelo planetário do átomo, o núcleo tem cargaigual ao dos elétrons que estão nos átomos. Resposta: a positiva e pequena dimensão, e os

positiva e pequena dimensão, e os elétrons circulam em volta dele. De acordo com a Mecânica clássica de Newton, o equilíbrio da órbi- ta depende de que a força de atração entre núcleo e elétron faça o papel de força centrípeta. Desse modo, os raios das órbitas atômicas poderiam ter qualquer valor. Na prática, observa-se que só algumas ór- bitas são permitidas. Conforme a Teoria Eletromagnética, de Maxwell, cargas elétricas aceleradas irradiam. O elétron girando, tem aceleração centrípeta e, como carga acelerada, perde energia. Assim, o modelo atômico de Bohr seria inviável. Entretanto, várias evidências apoiam esse modelo. Para preservar a concepção do átomo, propôs-se que, em determinadas órbitas, o elétron não irradiaria energia, contrariando o eletromagnetismo. Essas órbitas especiais atenderiam à condição de quantização da quantidade de movimento angular ou, equivalente- mente, do perímetro de cada órbita eletrônica.

mente, do perímetro de cada órbita eletrônica. Modelo planetário: o equilíbrio da órbita ocorre quando

Modelo planetário: o equilíbrio da órbita ocorre quando a força centrípeta é a atração elétrica entre o núcleo e o elétron.

Sejam:

Z = número atômico;

m = massa do elétron;

n = 1
n = 1

n = 2

Modelo quântico: elétrons têm comprimento de onda associado. Quando o perímetro da órbitra contém um número inteiro de comprimento de onda, ela é estável.

e

= carga do elétron;

K

= constante elétrica;

r

= raio da órbita;

h

= constante de Planck;

v

= módulo da velocidade do elétron na órbita;

n

= 0, 1, 2, 3,

te,

para se obter uma boa imagem. Ajustar uma dessas funções depen-

Quais das seguintes proposições são verdadeiras?

de

essencialmente do controle da diferença de potencial que acelera

(1) A condição clássica para estabilidade da órbita é m v 2 r = K Z e 2 .

os

elétrons emitidos pelo tubo de raios catódicos e que incidirão na

(2)

A condição quântica para estabilidade da órbita é 2π r m v = n h.

tela fluorescente. Assim, no tubo de imagem do televisor, os elétrons

(3)

A condição quântica para estabilidade da órbita é 2π n r = m v h.

podem ter qualquer valor de energia, dependendo da diferença de po-

(4)

A condição clássica para estabilidade da órbita é m ω 2 r 3 = K Z e 2 .

tencial aplicada a esses elétrons.

(5)

A condição quântica para estabilidade da órbita é m v r = K Z e 2 .

Tópico 3 – Comportamento ondulatório da matéria

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Resolução:

(1) Verdadeira.

F cp = F e

m v 2

=

m

v 2

=

K

Q núcleo

|Q elétron |

r r 2

K Ze e

m v 2 r = K Z e 2

r r 2

(2) Verdadeira.

Perímetro da órbita = n λ

2π r = n λ

2π r = n

h

m v

2π r m v = n h

(3) Falsa.

(4) Verdadeira. De (1): m (ω r) 2 r = K Z e 2

(5) Falsa.

m ω 2 r 3 = K Z e 2

Resposta: 1, 2 e 4

(ITA-SP) Um elétron é acelerado a partir do repouso por meio de⇒ m ω 2 r 3 = K Z e 2 Resposta: 1, 2 e 4

uma diferença de potencial U, adquirindo uma quantidade de movi- mento p. Sabe-se que, quando o elétron está em movimento, sua ener-

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Resolução:

• Pelo Teorema da Energia Cinética:

τ F e = E c – 0 = E c e U = E c

• E = E 0 + E c ⇒E c = E – E 0
• E = E 0 + E c ⇒E c = E – E 0

1

e U = [(m 0 c 2 ) 2 + p 2 c 2 ] 2 – m 0 c 2

1

[(m 0 c 2 ) 2 + p 2 c 2 ] 2 = e U + m 0 c 2

(m 0 c 2 ) 2 + p 2 c 2 = e 2 U 2 + 2e U m 0 c 2 + (m 0 c 2 ) 2

p 2 = e 2 U 2 + 2e U m 0 p =

c 2

2 1 e U + 2e U m 0 2 c
2
1
e U
+ 2e U m 0
2
c

1

2

2 h e U – • λ = ⇒ λ = h + 2e U
2
h
e U
• λ =
λ = h
+ 2e U m 0
p
c
2
1
e U
Resposta: h
+ 2e U m 0
2
c

gia relativística é dada por E = [(m 0 c 2 ) 2 + p 2 c 2 ] 2 , em que m 0 é a massa de repouso do elétron e c é a velocidade da luz no vácuo. Obtenha o comprimento de onda de De Broglie do elétron em função de U e das constantes fundamentais pertinentes.