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A ALEGORIA DAS OLIVE IRAS JACÓ 5

POR EDSON ARTÊMIO DOS SANTOS

INTRODUÇÃO

Este estudo não tem o objetivo de ser conclusivo ou definitivo sobre um dos capítulos mais significativos das escrituras rveladas, porém espero sirva para ajudar áqueles que, como eu, anseiam por obter uma macro-visão da obra de Deus e assim dar valor as pequenas coisas.

Sou um aficcionado pelos estilos poéticos, alegóricos e parabólicos usados pelos grandes mestres da verdade. E sempre que leio Jacó 5, fico imaginando a qualidade dos escritos deste profeta chamado Zenos. Vemos que Jacó, neste grande discurso, coloca no meio de sua articulação esta longa citação do livro de Zenos. Isso por si só já demosntra a imposrtância deste profeta.

DO QUE TRATA JACÓ 5

A alegoria da oliveira, essencialmente trata da relação direta de Deus com a Casa de Israel em toda a

história da Salvação vivida nesta Terra.

Os pontos culminantes da ação divina são ilustrados usando-se de um estilo literário que partindo de uma realidade comum, apresenta verdades de cunho espiritual muito maiores. Isso é possível tornando

a realidade física e conhecida em símbolos de verdades espirituais, para àqueles que dominavam o relacionamento simbólico, é verdade.

JACÓ 5:1-2: O AUTOR

Zenos foi um profeta hebreu. As placas de latão continham seus escritos, mas eles não

Zenos foi um profeta hebreu. As placas de latão continham seus escritos, mas eles não são mencionados no Velho Testamento. Ele viveu depois do profeta Abraão e antes do profeta Isaías (ver Helamã 8:1920). Sabemos que ele deu testemunho da morte do Filho de Deus e da redenção que Ele operaria (ver 1 Néfi 19:10; Alma 34:7). Zenos é mais conhecido por causa de sua famosa alegoria das oliveiras

que deixa claro que ele era profeta e vidente (ver Jacó 5).

conhecido por causa de sua famosa alegoria das oliveiras que deixa claro que ele era profeta
ELEMENTOS SIMBÓLICOS NO TEXTO

ELEMENTOS SIMBÓLICOS NO TEXTO

ELEMENTOS SIMBÓLICOS NO TEXTO

Boa Oliveira: Casa de Israel

Vinha: mundo

Dono da Vinha: Deus.

Servo do Dono da Vinha: Jeová.

Ações de podar, cavar e cuidar: revelação, ordenanças, ministério profético, etc.

Ramos de oliveira brava: povos e nações gentias.

Raízes: Legado bíblico, convênios

Parte mais baixa da vinha: outras partes da terra, também indicadas como solos infétil e muito infértil e muito fétil, este último presume-se tratar-se das Américas.

Ramos mais Altos: governantes e líderes

Queima de ramos secos: juízos de Deus sobre partes ou elementos da vinha.

JACÓ 5:3-14: A PRIMEIRA VISITA

O verso 3 pode encerrar o período que vai de Abraão até o governo dos juízes. Um longo período de

desenvolvimento de toda a Casa de Israel a partir de Abraão, marcado pelo Convênio Abraâmico, passando por Isaque, Jacó, seus doze filhos, em especial José, o período no Egito, chamado de Moisés, o Exôdo, conquista da terra de Canaã, e então apostasia e enfraquecimento das tribos e a necessidade de levantarem-se “juízes” que de tempos em tempos lideravam uma parte do povo na libertação de alguma opressão.

Verso 6, pode retratar o período da ministração de Samuel, o desejo do povo de ser liderado por um Rei; o reinando de Saul, Davi e Salomão, estes sendo os possíveis ramos novos e tenros. O colapso espiritual advindo durante o reinado de Salomão e a sucessão de reis injustos, sendo possível estes caracterizar os ramos da copa, os mais altos, que gradativamente foram enfraquecendo-se.

Os versos 7-12 demonstram a ação de Deus e seu Servo em sua tentativa de manter viva e agregada a Casa de Israel que vivia em ciclos constantes de apostasia e arrependimento.

É o período dos profetismo do Velho Testamento, viveram neste tempo Isaías, Elias, Eliseu, Ezequiel,

Jeremias, Leí, entre outros.O tempo em que a Casa de Israel se divide e ramos principais tiveram de ser

lançados ao fogo por sua decadência. Inicia-se uma sucessão de de invasões de nações gentias na terra de Israel, estas invasões levam a uma misegenação natural ou forçada, são os ramos da oliveira brava sendo enxertados para preservar a força das raízes. As 10 tribos são dispersas para o norte e em sua longa viagem vão espalhando o sangue de Israel pelo mundo. Colonos de outras nações e povos são trazidos pelos conquistadores e misturam-se com os rabiscos que permanessem na Palestina. Judá continua em Jerusalém, a cidade do Templo, o Senhor a vigia, envia profetas, Jeremias e Leí. O Senhor leva a família de Leí e os planta nas Américas. Judá é levada para Babilônia. Mesmo dispersa a casa de Israel continua a dar frutos, por meio das Sinagogas, mantém sua cultura, lígua e tradições.

O

Presidente James E. Faust (19202007), da Primeira Presidência, explicou por que Israel foi dispersa

por todo o mundo: “Com a dispersão de Israel por todo o mundo a descendência dos que creem disseminou-se; com isso, agora muitas nações do mundo participam do plano do evangelho” (Conference

Report, outubro de 1982, p. 127; ou

 

Ensign, novembro de 1982, p. 87).

 

JACÓ 5:15-28: SEGUNDA VISITA MINISTÉRIO DE JESUS, IGREJA PRIMITIVA, VISITA AS “OUTRAS OVELHAS”.

Neste tempo Jesus, leva a efeito seu Ministério(v.15). Organiza a Igreja, realiza a Expiação, e envia seus apóstolos para o mundo todo. Paulo inicia seu ministério entre os gentios. Ocorre a segunda diáspora após a destruição do templo, 70d.C. A Igreja Primitiva cresce pelas comunidades judaicas espalhadas por todo o Império Romano. (v.16-18) Visita as Américas (v.25) e outras partes da vinha (v.19-24)onde suas ovelhas o aguardavam. A manifestação intercessória de Cristo em favor da humanidade é registrada no verso 27.

JACÓ 5:29-37: TERCEIRA VISITA A GRANDE APOSTASIA

A Igreja Primitiva não existia mais. Filosofia e misticismo sobrepujou a verdade.(v.30, 32).

Verso 33, pergunta de ouro: Que faremos por esta árvore, a fim de novamente guardar seus frutos bons para mim?

Resposta do Servo (Jesus)v.34: Os legado bíblico e os Convênios ainda estão vivos. Eles são a chave para restaurar a força da oliveira boa.

O Senhor e o Servo visitam as outras partes da vinha (v.36-40) e descobrem que todos caíram em

apostasia.

No verso 41 o Senhor chora de tristeza pela condição da vinha. Pergunta de ouro: Que mais poderia ter eu feito pela minha vinha?

Ele avalia o trabalho e em particular a sua decepção com o fruto do lugar mais fétil da vinha(Américas). Faz menção a civilização Jaredita(v,44) que já havia frutificado nesta parte da vinha, porém degenerou-

se e fora cortada e queimada.

No verso 47, pergunta de ouro: Quem conrrompeu a minha vinha?

O servo responde, v. 48: Não será a altura da tua vinha? Não terão os ramos superados as raízes que são

boas 1 ? Como podemos entender estas indicações perspicazes do Servo, que nesta altura da história conhece muito bem a vinha, as árvores e os frutos? Parece que os ramos pessoas- na longa noite de apostasia, esqueceram das raízes, ou seja o legado bíblico e os convênios. Julgaram que não precisavam mais delas, que eram coisas sem valor que precisavam ser compreendidos com a ajuda da filosofia. O que importava eram os frutos, os resultados, as obras, agora desvinculadas dos convênios. Uma religiosidade de boca e não de alma, uma religiosidade de aparência mas que no fundo nega o poder de Deus.

Isso nos lembra o grande e espaçoso edificio, o orgulho do mundo. O abandono dos convênios pelas explicações filosóficas, do poder do sacerdócio pelo misticismo. O legado bíblico é mito e por tanto obsoleto no mundo da razão.

JACÓ 5:50-76 PLANO E AÇÃO PARA RESTAURAR A OLIVEIRA ORIGINAL

Novamente, no verso 50 a intercessão do Servo. Cristo o agente da restauração. Isso é clarificado pela Primeira Visão, onde o Cristo é que interage e explica as coisas a Joseph Smith.

Plano

Iniciar a obra de restauração (v.51-57), que cabe resaltar ocorre muito antes da Primeira Visão de Joseph Smith. Podemos verificar isso por diversos marcosocorrido em preparação para o dia em que Deus, o Pai retornou pessoalmente a Terra, coisas como, a luz do Renascimento, a impressão e difusão da Bíblia, a Reforma Protestante, os descobrimentos, o desenvolvimento do capitalismo, a unificação européia, e as guerras de independência das colônias americanas. Somente para citar algumas coisas. Tudo isso possibilitando a coligação dos filhos de Israel.

Nos versos 58-60, o Senhor levanta Profetas, restaura verdades importantes, restabelece o sacerdócio, organiza a Igreja, tudo isso para fortalecer as raízes(legado biblico convênios) e restaurar a árvore

original(v60).

No verso 61, o Senhor chama mais servos. Nunca na história da Salvação houve tantos servos autorizados por Deus espalhados em todos os cantos da Terra. O desenvolvimento da administração da

1

Parece-me que alguns [membros da Igreja] têm esse mesmo problema; querem grandes safras tanto nas coisas

 

espirituais como nas materiais mas não desenvolvem um sistema de raízes que torne isso possível. São poucas as

pessoas dispostas a pagar o preço da disciplina e do trabalho necessários para o cultivo de raízes resistentes. Cultivo

esse que deveria começar cedo na vida. Quando era menino, eu nem imaginava que as tarefas diárias de cuidar da

 

horta, alimentar o gado, carregar água, rachar lenha, consertar cercas e todo o trabalho que se faz em uma pequena

fazenda era parte importante do processo de criar raízes profundas para só depois lançar ramos. Como sou grato

 

porque meus pais compreendiam a relação entre as raízes e os ramos. Cultivemos raízes profundas de forma a

 

assegurar que nosso trabalho dê os frutos desejados” (Conference Report, outubro de 1978, p. 113; ou

Ensign,

 

novembro de 1978, pp. 7475).

 

Igreja, quóruns de 70, reuniões combinadas, cosntrução de capelas e Templos, Missões e aumento de número de missionários.

No verso 62 o Senhor deixa claro que esta é a última vez, estes são os últimos dias

No verso 63 a ordem de Deus é começar pelos gentios e encerrar pelos Judeus. Tudo esta ocorrendo para preparar um caminho para a coligação final(Décima Regra de Fé).

O crescimento ordenado e gradual da Igreja Restaurada, hoje abençoada com uma poderosa rede de

comunicação, promoverá um equilíbrio entre os convênios e o desenvolvimento das pessoas.

Facilitando a percepção dos ramos maus que serão extirpados.

Finalmente (v.67-68)os ramos naturais serão enxertados na Igreja Restaurada os judeus e as outras tribos tornar-se-ão uma única árvore natural um único povo, uma única família de Deus.

Ação

O

Servo chama mais servos e levam a efeito os planos do Dono da vinha. Embora poucos, são obedientes

e

a vinha voltou a produzir a té que (v.74) tornaram-se como um corpo e os frutos eram iguais! O

Milênio é caracterizado por esta igualdade de Sião. O Senhor se regozija com o resutado e bendiz os que

estiveram envolvidos no trabalho(v.75)

Juízo Final

No final do Milênio ocorrerá uma última limpeza da vinha e então o Senhor haverá recolher todos os frutos bons.

CONCLUSÃO

Podemos obter alguns princípios de toda esta visão da obra de salvação:

Deus está à frente do processo de salvação do ser humano.

A expiação é o que garante a cada ser humano ter uma esperança de continuidade de vida. Vemos o

quanto foi significativo a intervenção do Servo Jesus Cristo, em favor do gênero humano e o quanto é eficaz a mediação que ele realiza.

A experiências relatadas sobre o plantio em solos de diferente qualidade demosntram que ramos

frutíferos podem desenvolver e florecer na obra de Deus independente da qualidade do contextoem que vivem, pois afinal até em solos férteis as plantas degeneraram.

Preciso me envolver com toda a força neste moemento em que o Senhor realiza a última ação em sua vinha. Não importando o momento em que fui contratado a promessa é que reberei a paga justa pelo meu trabalho.

JUNHO INVERNO DE 2014