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ABR 1997

NBR 13802

ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas

Água - Determinação de selênio pelo método colorimétrico da diaminobenzidina

Sede:

       

Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (021) 210 -3122 Fax: (021) 240-8249/532-2143 Endereço Telegráfico:

       

NORMATÉCNICA

       

Copyright © 1997, ABNT–Associação Brasileira de Normas Técnicas Printed in Brazil/

Origem: Projeto 01:602.03-031:1996 CEET - Comissão de Estudo Especial Temporária de Meio Ambiente CE-01:602.03 - Comissão de Estudo de Análises Inorgânicas NBR 13802 - Water - Determination of selenium by diaminobenzidine method Descriptors: Water. Selenium Esta Norma cancela e substitui a NBR 11013:1990 Válida a partir de 30.05.1997

Palavras-chave: Água. Selênio

   

3 páginas

Impresso no Brasil Todos os direitos reservados

Prefácio

   

A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).

a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usar a edição mais recente da norma citada a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.

NBR 9898:1987 - Preservação e técnicas de amos- tragem de efluentes líquidos e corpos receptores - Pro-cedimento

Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos CB e ONS, circulam para Votação Nacional entre os associados da ABNT e demais interessados.

3

Definições

Para os efeitos desta Norma, aplica-se a seguinte definição.

1

Objetivo

 

3.1 selênio (Se): Semimetal encontrado na natureza, de

Esta Norma especifica um método de determinação

de selênio em amostras de água natural, água mineral e de mesa, de abastecimento, efluentes domésticos e

1.1

número atômico 34 e massa atômica 78,96 g/mol.

industriais, pelo método colorimétrico da

4

Método de ensaio

 

diaminobenzidina.

4.1 Princípio

 

1.2

Este método aplica-se à determinação em concentra-

     

ções de 0,001 mg Se/L a 0,050 mg Se/L. Concentrações maiores ou menores podem ser determinadas diluindo ou concentrando a amostra.

4.1.1 O selênio na forma de selenito reage com diamino- benzidina em pH 1,5, formando um complexo amarelo de piazoselenol. O complexo é extraído em tolueno e a in-

2

Referência normativa

 

tensidade da cor do extrato, proporcional à concentração

A

ao

norma relacionada a seguir contém disposições que,

de selênio, é medida em espectrofotômetro a 420 nm.

serem citadas neste texto, constituem prescrições para

4.1.2 O selênio presente na amostra é oxidado a selenato

esta Norma. A edição indicada estava em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita

com permanganato de potássio em meio ácido e, poste- riormente, é feita uma redução do selenato a selenito,

 

2

NBR 13802:1997

usando-se ácido clorídrico, sendo a concentração de ácido, temperatura e tempo de redução definidos para se obter a redução quantitativa.

4.2 Reagentes e soluções

4.2.1 Água destilada e deionizada, isenta de selênio.

4.2.2 Sulfato de sódio p.a. (Na 2 SO 4 ), anidro.

4.2.3 Tolueno p.a. (C 6 H 8 ).

4.2.4 Ácido clorídrico concentrado p.a. (HCl).

4.2.5 Solução de ácido clorídrico 0,1 N: diluir 8 mL de

ácido clorídrico concentrado p.a a 1000 mL com água destilada e deionizada.

1000

(1 mL = 0,1 mg Se).

mL

com

água

destilada

e

deionizada

NOTA - Alternativamente, dissolver 0,2190 g de selenito de sódio (Na 2 SeO 3 ) p.a. em água destilada e deionizada, contendo 10 mL de ácido clorídrico (1 mL = 0,1 mg Se +4 ).

4.3 Interferentes

4.3.1 Matéria orgânica presente não interfere na oxidação

do selênio.

4.3.2 Selênio na forma de selenato de sódio pode se

perder na evaporação; esta perda é evitada pela adição

de íons de cálcio.

4.3.3 Compostos oxidantes e redutores fortes interferem.

4.2.6 Solução de hidróxido de sódio 0,1 N: dissolver 4,0 g

de hidróxido de sódio p.a. (NaOH) em água destilada e

deionizada.

4.2.7 Solução de hidróxido de amônio 5 N: diluir um vol-

ume de hidróxido de amônio concentrado p.a. (NH 4 OH) em dois volumes de água destilada e deionizada.

4.2.8 Solução de cloreto de amônio: dissolver 30 g de cloreto de amônio p.a. (NH 4 Cl) em água destilada e deionizada, e diluir a 1000 mL.

4.2.9

4.3.4 Íons Fe 3+ interferem em concentrações acima de

2,5 mg, podendo ser evitado pela adição de EDTA.

4.3.5 Compostos orgânicos coloridos que não forem

oxidados pelo permanganato de potássio podem ser

extraídos pelo tolueno.

4.3.6 Compostos que oxidam a diaminobenzidina constituem interferência negativa.

4.3.7 4.4 a) b) c)
4.3.7
4.4
a)
b)
c)

Iodeto e brometo interferem negativamente.

Solução de cloreto de cálcio: dissolver 30 g de cloreto

Aparelhagem

de cálcio diidratado p.a. (CaCl 2 .2H 2 O) em água destilada

e deionizada, e diluir a 1000 mL.

A aparelhagem necessária à execução do ensaio é a se- guinte:

vidro

4.2.10

Solução de permanganato de potássio 0,1 N: dis-

béqueres de 2000 mL, vidro borossilicato;

de

Erlenmeyer,

boca

larga,

solver 3,2 g de permanganato de potássio p.a. (KMnO 4 ) em água destilada e deionizada, e diluir a 1000 mL.

frasco

borossilicato;

4.2.11 Hidróxido de amônio concentrado p.a. (NH 4 OH).

provetas de 50 mL e 1000 mL;

4.2.12 Reagente EDTA-sulfato: dissolver 100 g de etile-

nodiaminotetraacetato de sódio diidratado p.a. (C 10 H 14 N 2 Na 2 O 8 .2H 2 O) e 200 g de sulfato de sódio (Na 2 SO 4 ) p.a. em água destilada e deionizada, e diluir a 1000 mL. Adicionar hidróxido de amônio concentrado, gota a gota e com agitação até a dissolução completa.

4.2.13 Solução de diaminobenzidina: dissolver 100 mg

de 3,3 hidrocloreto de diaminobenzidina (C 12 H 14 N 4 .4HCl) p.a. em 10 mL de água destilada e deionizada.

NOTAS

1 Esta solução é instável e deve ser usada em no máximo 8 h após seu preparo.

2 Manusear este reagente com extremo cuidado devido ao seu efeito tóxico.

d) pipetas volumétricas e aferidas de volumes

diversos;

e) pipetas graduadas de volumes diversos;

g)

banho-maria;

h)

chapa de aquecimento;

i)

pérolas de vidro;

j)

frasco lavador;

l)

bastão de vidro;

f) funis de separação de 250 mL, com tampa e torneira

de PTFE;

4.2.14 Indicador alaranjado-de-metila: dissolver 0,5 g de

alaranjado-de-metila (C 14 H 14 N 3 SO 3 Na) p.a. em água des- tilada e deionizada, e diluir a 100 mL.

4.2.15 Ácido nítrico concentrado (HNO 3 ) p.a.

4.2.16 Solução-estoque de selênio: pesar 100 mg de selênio metálico em béquer de 100 mL. Adicionar 5 mL de ácido nítrico concentrado. Aquecer até a completa dissolução e cautelosamente evaporar até a secura. Interromper o aque-cimento imediatamente após o

a

resíduo

secar.

Diluir

m) funil analítico;

n) papel de filtro, para filtração rápida;

o) vidro de relógio de 50 mm de diâmetro;

p) balança analítica com precisão de ± 0,1 mg;

q) medidor de pH equipado com eletrodos de vidro e

referência ou eletrodo combinado, com precisão de no mínimo 0,1 unidade de pH;

r) espectrofotômetro para uso a 420 nm, com cubetas

de 10 mm ou mais de percurso ótico, provido de

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cubetas calibradas.

NOTA - Alternativamente pode ser utilizado fotômetro de filtro com percurso ótico de 10 mm ou mais, com máximo de transmitância entre 410 nm e 420 nm.

4.5 Coleta de amostras

As amostras são coletadas conforme a NBR 9898.

4.6 Procedimento

4.6.1 Oxidação a selenato

4.6.1.1 Medir 1000 mL de amostra, colocar em um béquer

de 2000 mL e adicionar 10 gotas de solução indicadora de alaranjado-de-metila.

4.6.5.2 Transferir a solução para uma proveta de 50 mL e

ajustar o volume em 50 mL com a água de lavagem do béquer.

4.6.5.3 Transferir para um funil de separação de 250 mL.

Adicionar 10 mL de tolueno e agitar por aproximadamente

30 s.

4.6.5.4 Desprezar a fase aquosa e transferir o extrato or-

gânico para um tubo de ensaio de 12 mL ou 15 mL, filtrando-o em um papel de filtro contendo 0,1 g de sulfato de sódio anidro.

4.6.5.5 Em paralelo, efetuar uma prova em branco, proce-

dendo com 1000 mL de água destilada e deionizada,

con-forme 4.6.1.1 a 4.6.5.3.

4.6.1.2 Adicionar solução de ácido clorídrico 0,1 N até a

vi-ragem do indicador e mais um excesso de 2 mL.

4.6.6 Determinação da absorvância

4.6.6.1 Determinar a absorvância a 420 nm, utilizando o

branco como referência, conforme 4.6.5.5.

4.6.1.3 Adicionar 3 mL de solução de permanganato de

po-tássio 0,1 N, 5 mL de cloreto de cálcio e pérolas de

ebulição. Aquecer até ebulição, adicionando solução de permanganato de potássio conforme necessário, para manter sempre a coloração roxa.

NOTA - Ignorar o precipitado de óxido de manganês, MnO 2 , porque ele não causa efeito adverso.

4.6.1.4

Evaporar a amostra a um volume aproximado de

250 mL e transferir quantitativamente para um frasco de Erlenmeyer de 500 mL.

4.6.2 Evaporação

Adicionar 5 mL de solução de hidróxido de sódio 0,1 N e evaporar exatamente até o início da secura.

NOTA - Para evitar a perda do selênio, evitar o aquecimento pro-longado do resíduo seco.

4.7 Construção da curva de calibração 4.7.1 Preparar padrões de várias concentrações de selênio, fazendo
4.7 Construção da curva de calibração
4.7.1 Preparar padrões de várias concentrações de
selênio, fazendo diluições da solução-estoque em balão
volumétrico de 1000 mL, conforme a tabela 1.
Tabela 1 - Preparo de soluções-padrão
Concentração de Se
mg/L
Volume de solução (4.2.16)
mL/L
0,000 (branco)
0,0
0,001
1,0
0,0025
2,5
0,005
5,0
0,010
10,0

0,015

15,0

4.6.3 Redução a selenito

4.6.3.1 Esfriar e adicionar 5 mL de ácido clorídrico concen-

trado e 10 mL de solução de cloreto de amônio.

4.6.3.2 Aquecer em banho-maria fervente por 10 min.

0,020

20,0

0,025

25,0

0,035

35,0

0,040

40,0

0,050

50,0

4.6.4 Formação do complexo piazoselenol

4.6.4.1 Transferir a solução morna e o precipitado de cloreto de amônio, se houver, para um béquer e lavar o frasco com 5 mL do reagente EDTA-sulfato e 5 mL de hidróxido de amônio 5 N.

4.6.4.2 Ajustar o pH em 1,5 ± 0,3 com hidróxido de amônio

5 N.

4.6.4.3 Adicionar 1 mL de solução de diaminobenzidina e

aquecer em banho-maria por 30 min.

4.7.2 Diluir os volumes de solução (4.2.16) a 1000 mL

com água destilada e deionizada, colocar em béqueres d 2000 mL e proceder conforme 4.6.

e

4.7.3 Construir uma curva de calibração mg Se/L x absor-

vância, utilizando papel milimetrado ou regressão linear.

NOTA - A curva de calibração vale para um determinado aparelho, devendo ser feita nova curva cada vez que forem preparados ou utilizados novos reagentes ou for feita alguma alteração no aparelho.

4.6.5 Extração do complexo piazoselenol

4.8 Expressão do resultado

4.6.5.1 Esfriar e ajustar o pH em 8 ± 1 com hidróxido de

amônio para dissolução do precipitado de EDTA.

mg Se / L x 1000

mg Se / L =

VAM