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IRRF / PCC

INSS / ISSQN
INTRODUÇÃO

Sistema Público de Escrituração


Digital - SPED:

a) Nota Fiscal Eletrônica - NF-e;

b) Escrituração Fiscal Digital - EFD;

c) Escrituração Contábil Digital -


ECD.
MÓDULO:
IMPOSTO DE RENDA
RETIDO NA FONTE
(IRRF)
IRRF – REGRA
GERAL:
Fonte pagadora (PF e PJ):

 Pagar, creditar, empregar,


remeter ou entregar rendimentos a
PF ou PJ

Reter e recolher aos cofres


públicos o imposto de renda
incidente

Obs: Exceção
TIPOS DE RETENÇÃO -
IRRF:

Rendiment Rendiment Serviços


o o Prestados
Trabalho Capital e outros

 Alíquota / Base de Cálculo


 Recolhimento
 Incidência

Fonte: MAFON/2009
IRRF – TIPOS DE
RETENÇÃO:
I – RENDIMENTO DO TRABALHO:
Códigos – Descrições

0588 – Rendimento do Trabalho sem Vínculo


Empregatício
0561 – Rendimento do Trabalho Assalariado no País
0561 – Rendimento do Trabalho Assalariado no
Exterior a Serviço do País
5936 – Rendimento Decorrentes de Decisão da
Justiça do Trabalho
3223 – Resgate de Previdência Privada e FAPI –
não optantes
5565 – Benefícios e Resgate de Previdência Privada
e FAPI - optantes
2063 – Remuneração Indireta
IRRF - 0588 TRABALHO
SEM VÍNCULO
EMPREGATÍCIO
FATO GERADOR
 Importâncias pagas por pessoa jurídica à pessoa
física, a título de comissões, corretagens,
gratificações, honorários, direitos autorais e
remunerações por quaisquer outros serviços
prestados, sem vínculo empregatício, inclusive as
relativas a empreitadas de obras exclusivamente
de trabalho, as decorrentes de fretes e carretos em
geral e as pagas pelo órgão gestor de mão-de-obra
do trabalho portuário aos trabalhadores portuários
avulsos.
BENEFICIÁRIO
 Pessoa física prestadora de serviços.
IRRF - 0588
ALÍQUOTA/BASE DE
CÁLCULO:
O imposto será calculado mediante a
utilização da tabela progressiva
mensal:

Tabela Progressiva Mensal


Base de Cálculo Alíquota Parcela a Deduzir
Até 1.434,59 Isento -
De 1.434,60 até 2.150,00 7,5 % R$ 107,59
De 2.150,01 até 2.866,70 15% R$ 268,84
De 2.866,71 até 3.582,00 22,5% R$ 483,84
Acima de 3.582,00 27,5 % R$ 662,94
IRRF – 0588 –
DEDUÇÕES:
Para efeito de determinação da base de cálculo
sujeita à incidência do imposto na fonte, poderão
ser deduzidas do rendimento bruto:

a) as importâncias pagas a título de pensão


alimentícia, quando em cumprimento de
decisão judicial ou acordo homologado
judicialmente, inclusive a prestação de
alimentos provisionais;
b) a quantia de R$ 144,20 por dependente;
c) as contribuições para a Previdência Social da
União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios.
IRRF – 0588 –
OBSERVAÇÕES
1) No caso de prestação de serviços de
transportes, em veículo próprio, locado ou
adquirido com reserva de domínio ou alienação
fiduciária, o rendimento bruto corresponderá a, no
mínimo: quarenta por cento do rendimento
decorrente do transporte de carga; e sessenta por
cento do rendimento quando relativo a transporte
de passageiros.

2) No caso de pagamento a beneficiário não


identificado, a tributação será exclusiva na fonte,
mediante a aplicação da alíquota de 35% (trinta e
cinco por cento) sobre o rendimento reajustado,
utilizando para efeito de recolhimento o código
2063 ou 5217, conforme o caso.
IRRF – 0588 –
OBSERVAÇÕES
3) O imposto de renda incidente sobre honorários
advocatícios e serviços prestados no curso de
processo judicial, tais como serviços de
engenheiro, contador, leiloeiro, perito, assistente
técnico, avaliador, médico, testamenteiro,
liquidante, síndico etc., deve ser recolhido
utilizando o código de receita próprio do
rendimento.

4) Os pagamentos efetuados por cooperativas de


trabalho a associados pessoas físicas estão
sujeitos à incidência do imposto de renda na fonte,
com base na tabela progressiva mensal.
IRRF – 0588:

REGIME DE TRIBUTAÇÃO
 O imposto retido será considerado redução
do devido na declaração de rendimentos da
pessoa física.

RESPONSABIIDADE/RECOLHIMENTO
 Compete à fonte pagadora.

PRAZO DE RECOLHIMENTO
 Até o último dia útil do 2º (segundo)
decêndio do mês subseqüente ao mês de
ocorrência dos fatos geradores.
IRRF – 0588:
BASE LEGAL

Lei nº 9.887/99
Lei nº 10.451/02:Arts. 1º, 2º e 15
Lei nº 10.637/02:Arts. 62 e 63
Lei nº 11.119/05
Lei nº 11.196/05,Art.70, I, d
Lei nº 11.311/06
Lei nº 11.993/09;Art 5º
RIR/99:Art.620, § 3º;628;629;641;674;675 e 717
Port. MF/MPAS nº 16/97:Art. 5º IN SRF n º 15/01: Art.
9º e 19 . IV
IN SRF nº 488/04: Arts. 1º e 2º
AD Cosar nº 20/95.
IRRF - 0561 TRABALHO
ASSALARIADO NO PAÍS:
FATO GERADOR:
 Pagamento de salário (diversos)
 Participação dos trabalhadores nos lucros ou
resultados da empresa
 Rendimento efetivamente pago ao sócio ou titular
de PJ optante pelo Simples, a título de pro labore,
aluguel e serviço prestado
 Pagamento de benefício a PF, por entidade de
previdência complementar (aberta ou fechada)

BENEFICIÁRIO
 Pessoa física residente no Brasil, remunerada em
virtude de trabalhos ou serviços prestados no
exercício de empregos, cargos e funções.
IRRF - 0561
ALÍQUOTA/BASE DE
CÁLCULO:
O imposto será calculado mediante a
utilização da tabela progressiva
mensal:

Tabela Progressiva Mensal


Base de Cálculo Alíquota Parcela a Deduzir
Até 1.434,59 Isento -
De 1.434,60 até 2.150,00 7,5 % R$ 107,59
De 2.150,01 até 2.866,70 15% R$ 268,84
De 2.866,71 até 3.582,00 22,5% R$ 483,84
Acima de 3.582,00 27,5 % R$ 662,94
IRRF – 0561 –
DEDUÇÕES:
Para efeito de determinação da base de cálculo
sujeita à incidência do imposto na fonte, poderão
ser deduzidas do rendimento bruto:

a)as importâncias pagas a título de pensão


alimentícia, quando em cumprimento de decisão
judicial ou acordo homologado judicialmente,
inclusive a prestação de alimentos provisionais
ou por escritura pública;
b)a quantia de R$ 144,20 por dependente;
c)as contribuições para a Previdência Social da
União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios.
IRRF – 0561 –
DEDUÇÕES:
Para efeito de determinação da base de cálculo
sujeita à incidência do imposto na fonte, poderão
ser deduzidas do rendimento bruto:

d) as contribuições para as entidades de


previdência privada domiciliadas no Brasil e
as contribuições para o Fapi, cujo ônus tenha
sido do contribuinte, destinadas a custear
benefícios complementares assemelhados aos
da Previdência Social no caso de trabalhador
com vínculo empregatício ou de administrador
que seja também contribuinte do regime geral de
previdência social;
IRRF – 0561 –
DEDUÇÕES:
Para efeito de determinação da base de cálculo
sujeita à incidência do imposto na fonte, poderão
ser deduzidas do rendimento bruto:

e) quantia de R$ 1.434,59 correspondente à


parcela isenta dos rendimentos provenientes de
aposentadoria e pensão, transferência para a
reserva remunerada ou reforma pagos pela
Previdência Social da União, dos Estados, do
Distrito Federal e dos Municípios ou por qualquer
pessoa jurídica de direito público interno, ou por
entidade de previdência privada, a partir do mês
em que o contribuinte completar 65 anos de
idade.
IRRF – 0561 –
OBSERVAÇÕES:
1) As importâncias recebidas pelos trabalhadores
a título de participação nos lucros ou resultados
das empresas, na forma da Lei nº 10.101, de
19/12/2000, serão tributadas na fonte, em
separado dos demais rendimentos recebidos no
mês, como antecipação do imposto devido na
declaração de rendimentos.

2) No pagamento de remuneração indireta o


rendimento será considerado líquido, cabendo o
reajustamento do respectivo rendimento bruto,
inclusive quando o beneficiário for identificado.
IRRF – 0561 –
OBSERVAÇÕES:
REAJUSTAMENTO DO RENDIMENTO
 Quando a fonte pagadora assumir o ônus do imposto
devido pelo beneficiário, a importância paga ou
creditada será considerada líquida, cabendo o
reajustamento do respectivo rendimento bruto, sobre o
qual recairá o imposto a ser recolhido.
 Para reajustamento da base de cálculo aplica-se a
seguinte fórmula:
RR = RP / (1 - T)
Sendo:
- RR, o rendimento reajustado;
- RP, o rendimento pago, correspondente à base de
cálculo antes do reajustamento;
- T a alíquota correspondente.
IRRF – 0561 –
OBSERVAÇÕES:
3) No caso de remuneração indireta, a não
identificação dos beneficiários das despesas
implicará a tributação exclusiva na fonte,
mediante a aplicação da alíquota de 35% (trinta e
cinco por cento) sobre o rendimento reajustado,
utilizando para efeito de recolhimento o código
2063.

4) Sobre definição de benefícios complementares


assemelhados à previdência social a que se
refere o item "d", ver ADN Cosit nº 9/99.
IRRF – 0561
REGRAS ESPECÍFICAS:
ADIANTAMENTOS
O adiantamento de rendimentos correspondentes a
determinado mês não estará sujeito à retenção, desde
que os rendimentos sejam integralmente pagos no
próprio mês a que se referirem, momento em que
serão efetuados o cálculo e a retenção do imposto
sobre o total dos rendimentos pagos no mesmo mês.
Se o adiantamento se referir a rendimentos que não
sejam integralmente pagos no próprio mês, o imposto
será calculado de imediato sobre esse adiantamento.
Para efeito da incidência do imposto serão
considerados adiantamentos quaisquer valores
fornecidos ao beneficiário, pessoa física, a título de
empréstimos, que não preveja cumulativamente a
cobrança de encargos financeiros, forma e prazo de
pagamento (IN SRF nº 15/01, art. 18).
IRRF – 0561
REGRAS ESPECÍFICAS:
FÉRIAS

A base de cálculo corresponderá ao valor das


férias (inclusive as em dobro), acrescido dos
abonos previstos no item XVII do art. 7º da
Constituição Federal, no art. 143 da
Consolidação das Leis de Trabalho - CLT. O
cálculo do imposto deverá ser efetuado em
separado do salário (IN SRF nº 15/01, art. 11).
IRRF – 0561
REGRAS ESPECÍFICAS:
GRATIFICAÇÃO DE NATAL (13º
SALÁRIO)
O imposto de renda na fonte incidente sobre o 13º
salário será calculado de acordo com as seguintes
regras:

a) o valor da gratificação de natal (13º salário) será


totalmente tributado por ocasião da sua quitação, com
base na tabela progressiva mensal vigente no mês da
quitação;

b) considera-se mês de quitação o mês de dezembro


ou o mês da rescisão de contrato de trabalho;

c) não haverá retenção na fonte pelo pagamento de


antecipações do 13º salário;
IRRF – 0561
REGRAS ESPECÍFICAS:
GRATIFICAÇÃO DE NATAL (13º
SALÁRIO)
d) o cálculo do imposto, sem prejuízo das isenções
previstas na legislação vigente (art. 39 e 42 do
RIR/99), será efetuado em separado dos demais
rendimentos mediante a utilização da tabela
progressiva mensal vigente no mês de quitação. A
tributação ocorrerá exclusivamente na fonte;
e) na determinação da base de cálculo do imposto
incidente sobre o 13º salário serão admitidas as
mesmas deduções dos salários;
f) cabe ao sindicato de cada categoria profissional de
trabalhador avulso a responsabilidade pela retenção e
o recolhimento do imposto incidente sobre o 13º
salário, no mês de quitação. A base de cálculo do
imposto será o valor total do 13º salário pago pelo
sindicato ao trabalhador avulso, no ano;
IRRF – 0561
REGRAS ESPECÍFICAS:
GRATIFICAÇÃO DE NATAL (13º
SALÁRIO)

g) os valores relativos a pensão judicial e


contribuição previdenciária (oficial e privada),
computados como deduções do 13º salário, não
poderão ser utilizados para determinação da
base de cálculo de quaisquer outros
rendimentos; e

h) no caso de pagamento de complementação do


13º salário posteriormente ao mês de quitação, o
imposto deverá ser recalculado sobre o valor
total desta gratificação, utilizando-se a tabela do
mês da quitação. Do imposto assim apurado será
deduzido o valor do imposto retido anteriormente.
IRRF – 0561
REGRAS ESPECÍFICAS:
MAIS DE UM PAGAMENTO NO MESMO
MÊS

O imposto incidente sobre os rendimentos de que


tratam os artigos 7º e 12 da Lei nº 7.713/88 será
retido por ocasião de cada pagamento no mês. No
caso de mais de um pagamento, no mês, pela
mesma fonte pagadora, aplicar-se-á a alíquota
correspondente à soma dos rendimentos pagos, a
qualquer título, compensando-se o imposto retido
anteriormente. Quando houver mais de um
pagamento no mês, a títulos diferentes, será
utilizado o código correspondente ao rendimento
de maior valor pago no mês (RIR/99, art.620, §§ 1º
e 2º).
IRRF – 0561
REGRAS ESPECÍFICAS:
RENDIMENTOS RECEBIDOS
ACUMULADAMENTE

No caso de rendimentos recebidos


acumuladamente, o imposto incide, no mês do
recebimento, sobre o total dos rendimentos,
abrangendo quaisquer acréscimos e juros,
diminuído do valor das despesas com ação
judicial necessárias ao seu recebimento,
inclusive com advogados, se tiverem sido pagas
pelo contribuinte, sem indenização (IN SRF nº
15/01, art. 3º).
IRRF – 0561
REGRAS ESPECÍFICAS:
CONDENAÇÕES JUDICIAIS

Os valores pagos em cumprimento de Decisões


Judiciais deverão ser recolhidos observados os
códigos de receita conforme a natureza dos
rendimentos, exceto quando se referir a Juros e
Indenizações por Lucros Cessantes (código
5204) ou Rendimentos Decorrentes de Decisão
da Justiça do Trabalho (código 5936) que serão
recolhidos em código próprio.
IRRF – 0561
ISENÇÃO E NÃO
INCIDÊNCIA:
1) Valores recebidos a título de pensão ou
aposentadoria quando o beneficiário for portador
de doença grave com base em conclusão de
medicina especializada mesmo que a doença
tenha sido contraída após a concessão da
pensão ou aposentadoria.

2) Valores pagos a titular ou a sócio de


microempresa ou empresa de pequeno porte,
que optarem pelo Simples, salvo os que
corresponderem a pro labore, aluguéis ou
serviços prestados.
IRRF – 0561
ISENÇÃO E NÃO
INCIDÊNCIA:
3) Rendimentos recebidos pelas pessoas físicas
decorrentes de seguro-desemprego, auxílio-
natalidade, auxílio-doença, auxílio-funeral e
auxílio-acidente, pagos pela previdência oficial
da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios e pelas entidades de previdência
privada.

4) Pagamentos efetuados por pessoas jurídicas


a título de incentivo à adesão a programas de
demissão voluntária (PDV).
IRRF – 0561
ISENÇÃO E NÃO
INCIDÊNCIA:
5) As importâncias descontadas em folha de
pagamento ou pagas, mensalmente, a pessoa
física a título de pensão alimentícia quando em
cumprimento de decisão judicial ou acordo
homologado judicialmente, inclusive a prestação
de alimentos provisionais, não estão sujeitas à
retenção na fonte de que trata o art. 46 da Lei nº
8.541, de 23 de dezembro de 1992, devendo o
beneficiário da pensão efetuar o recolhimento
mensal obrigatório (carnê-leão), se for o caso.
IRRF – 0561
ISENÇÃO E NÃO INCIDÊNCIA:
6) A partir de 01/01/96 não estão sujeitos ao
imposto de renda os lucros e dividendos, apurados
contabilmente pelas pessoas jurídicas tributadas
pelo lucro real, presumido ou arbitrado, pagos ou
creditados a sócios, acionistas ou titular de
empresa individual. A parcela dos rendimentos
pagos ou creditados que exceder ao valor
apurado com base na escrituração, será imputada
aos lucros acumulados ou reservas de
lucros de exercícios anteriores, ficando
sujeita à incidência do imposto de renda
calculado segundo o disposto na legislação
específica, com acréscimos legais. Inexistindo
lucros acumulados ou reservas de lucros em
montante suficiente, a parcela excedente será
tributada com base na tabela progressiva.
IRRF – 0561:

REGIME DE TRIBUTAÇÃO
 O imposto retido será considerado redução
do devido na declaração de rendimentos da
pessoa física, exceto o relativo ao décimo
terceiro.

RESPONSABIIDADE/RECOLHIMENTO
 Compete à fonte pagadora. Considera-se
fonte pagadora a pessoa física ou jurídica
que pagar rendimento. No caso de PJ, o
recolhimento e a informação na DIRF devem
ser feitos no nome e CNPJ do
estabelecimento matriz.
IRRF – 0561:
PRAZO DE RECOLHIMENTO
 Até o último dia útil do 2º (segundo)
decêndio do mês subseqüente ao mês de
ocorrência dos fatos geradores.

BASE LEGAL

Lei nº 9887/99
Lei nº 11.119/05
Lei nº 11.311/06
Lei 11.196/05, art.70, I, d
ADE Corat nº 9/02.
RIR/1999, arts. 620, 622 § parágrafo único a 626, 633 e 636;
Lei nº 9.887, de 1999; Lei nº 10.101, de 2000, art. 3º, § 5º;
Lei nº 10.451, de 2002, arts. 1º, 2º e 15;
Lei nº 10.637, de 2002, arts. 62 e 63;
Lei nº 11.482, de 2007, arts. 2º e 3º;
Lei nº 11.945, de 2009;
IN RFB nº 896, de 2008, arts. 1º e 2º;
ADN Cosit nº 9, de 1999
IRRF - 5936 RENDIMENTOS
DECORRENTES DE DECISÃO DA
JUSTIÇA DO TRABALHO
FATO GERADOR
 Rendimentos pagos em cumprimento de
decisão ou acordo homologado pela justiça
trabalhista, inclusive atualização monetária e
juros.

 Pagamento de remuneração pela


prestação de serviços no curso do processo
judicial.

BENEFICIÁRIO
 Pessoa física ou jurídica
IRRF - 0593
ALÍQUOTA/BASE DE
CÁLCULO:
O imposto será calculado mediante a
utilização da tabela progressiva
mensal:

Tabela Progressiva Mensal


Base de Cálculo Alíquota Parcela a Deduzir
Até 1.434,59 Isento -
De 1.434,60 até 2.150,00 7,5 % R$ 107,59
De 2.150,01 até 2.866,70 15% R$ 268,84
De 2.866,71 até 3.582,00 22,5% R$ 483,84
Acima de 3.582,00 27,5 % R$ 662,94
IRRF – 0593 –
DEDUÇÕES:
Para efeito de determinação da base de cálculo
sujeita à incidência do imposto na fonte, poderão
ser deduzidas do rendimento bruto:

a) a quantia de R$ 144,20 por dependente;


b) contribuições para a Previdência Social da
União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios.
c) as importâncias pagas a título de pensão
alimentícia em face das normas do direito de
família, quando em cumprimento de decisão
judicial ou acordo homologado judicialmente,
inclusive a prestação de alimentos
provisionais, ou por escritura pública. (O
beneficiário da pensão deve efetuar o
recolhimento mensal obrigatório (carnê-leão),
se for o caso).
IRRF – 0593 –
OBSERVAÇÕES:
1) No caso de rendimentos recebidos
acumuladamente, o imposto incidirá, no mês do
recebimento do rendimento ou crédito, sobre o total
dos rendimentos.

2) No pagamento de rendimentos tributáveis


sujeitos à tabela progressiva mensal se, no mês,
houver mais de um pagamento, a qualquer título,
pela mesma fonte pagadora, aplicar-se-á a alíquota
correspondente à soma dos rendimentos pagos,
exceto nos casos a seguir, em que o rendimento
será considerado individualmente:

• honorários advocatícios; e
• remuneração pela prestação de serviços no curso
do processo judicial, tais como serviços de
engenheiro, contador, avaliador, leiloeiro, perito,
assistente técnico, médico, liquidante, síndico, etc.
IRRF – 0593 –
OBSERVAÇÕES:
3) O imposto incidirá sobre o total dos
rendimentos pagos, inclusive sobre os
rendimentos abonados pela instituição financeira
depositária, no caso de pagamento efetuado
mediante levantamento de depósito judicial.

4) Quando não for indicada pela fonte pagadora


a natureza jurídica das parcelas objeto do
pagamento o imposto será retido sobre o total da
avença.
IRRF – 0593:
REGIME DE TRIBUTAÇÃO
 O imposto retido será considerado redução do
devido na declaração de rendimentos da pessoa
física, ou exclusivo de fonte, conforme a natureza
do rendimento.
 Pessoa jurídica: o imposto retido será deduzido
do apurado no encerramento do período de
apuração anual ou trimestral se apurado pelo
lucro real, presumido ou arbitrado.

RESPONSABIIDADE/RECOLHIMENTO
 Compete à fonte pagadora ou à instituição
financeira depositária, quando for determinado
pelo juízo do trabalho, por não ter sido
comprovado o recolhimento pela fonte pagadora.
IRRF – 0593:
PRAZO DE RECOLHIMENTO
 Até o último dia útil do 2º (segundo)
decêndio do mês subseqüente ao mês de
ocorrência dos fatos geradores.

BASE LEGAL

Lei 8.541/92:Art.46
Lei nº 11.196, de 2005, art. 70, I, d, com a redação
dada pelo art. 5º da Lei nº 11.933, de 2009)
Lei 9.887/99
Lei 10.833/03: Art.28, §§ 1º e § 2º
Lei nº 11.311/06
RIR/99:Arts.620, §§ 2º e 3º;640;650; e 718
ADE Corat nº 82/03
IN SRF nº 15/01:Arts. 3º,15,19 e24
IN SRF nº 491/05. Art.3º.
IRRF - 3223
RESGATE DE PREVIDÊNCIA
PRIVADA – NÃO OPTANTES
FATO GERADOR

 Resgates totais ou parciais pagos por entidade


de previdência complementar ou sociedade
seguradora, relativos a planos de benefícios de
caráter previdenciário estruturados nas
modalidades de contribuição definida ou
contribuição variável, e regates totais ou parciais
de Fundo de Aposentadoria Programada Individual
(Fapi) em decorrência de desligamento dos
respectivos planos, pagos a pessoa física
residente no Brasil, quando não optantes pela
tributação exclusiva de que trata o art. 1º da Lei nº
11.053, de 2004 (ver código 5565).
IRRF - 3223
RESGATE DE PREVIDÊNCIA
PRIVADA – NÃO OPTANTES
BENEFICIÁRIO
 Pessoa física

ALÍQUOTA/BASE DE CÁLCULO
 A partir de 1º de janeiro de 2005, os resgates,
parciais ou totais, sujeitam-se à incidência de
imposto de renda na fonte à alíquota de quinze
por cento, calculado sobre os valores de
resgate, no caso de planos de previdência,
inclusive Fapi.

REGIME DE TRIBUTAÇÃO
 O imposto retido será considerado antecipação
do devido na Declaração de Ajuste Anual da
pessoa física.
IRRF – 3223:
RESPONSABILIDADE/RECOLHIMENTO

 Compete à fonte pagadora.

PRAZO DE RECOLHIMENTO

 Até o último dia útil do 2º (segundo)


decêndio do mês subseqüente ao mês de
ocorrência dos fatos geradores.

BASE LEGAL

Lei nº 11.196, de 2005, art. 70, I, d, com a redação


dada pelo art. 5º da Lei nº 11.933, de 2009.
IRRF - 5565
RESGATE DE PREVIDÊNCIA
PRIVADA – OPTANTES

FATO GERADOR

 Pagamento de valores a título de benefícios ou


resgates de valores acumulados, relativos a
planos de caráter previdenciário, por entidade
previdência complementar ou sociedade
seguradora, estruturados nas modalidades de
contribuição definida ou contribuição variável,
bem como seguro de vida com cláusula de
cobertura por sobrevivência e Fundo de
Aposentadoria Programada Individual (Fapi), aos
participantes ou assistidos, optantes pelo regime
de tributação de que trata o art. 1º da Lei nº
11.053, de 2004.
IRRF - 5565
RESGATE DE PREVIDÊNCIA
PRIVADA – OPTANTES

BENEFICIÁRIO

 Pessoa física.

ALÍQUOTA/BASE DE CÁLCULO

 35% - trinta e cinco por cento, para recursos


com prazo de acumulação inferior ou igual a
dois anos;

 30% - trinta por cento, para recursos com


prazo de acumulação superior a dois anos e
inferior ou igual a quatro anos;
IRRF - 5565
RESGATE DE PREVIDÊNCIA
PRIVADA – OPTANTES

ALÍQUOTA/BASE DE CÁLCULO

 25% - vinte e cinco por cento, para recursos


com prazo de acumulação superior a quatro anos
e inferior ou igual a seis anos;
 20% - vinte por cento, para recursos com
prazo de acumulação superior a seis anos e
inferior ou igual a oito anos;
 15% - quinze por cento, para recursos com
prazo de acumulação superior a oito anos e
inferior ou igual a dez anos; e
 10% - dez por cento, para recursos com prazo
de acumulação superior a dez anos.
IRRF - 5565
RESGATE DE PREVIDÊNCIA
PRIVADA – OPTANTES

BASE DE CÁLCULO

 valor pago a título resgate no caso de planos


de previdência ou Fapi;

 rendimento representado pela diferença


positiva entre o valor recebido e o somatório dos
prêmios pagos, no caso de seguro de vida com
cláusula de cobertura por sobrevivência.

REGIME DE TRIBUTAÇÃO

 Exclusivo na fonte.
IRRF – 5565:
RESPONSABILIDADE/RECOLHIMENTO

 Compete à fonte pagadora.

PRAZO DE RECOLHIMENTO

 Até o último dia útil do 2º (segundo)


decêndio do mês subseqüente ao mês de
ocorrência dos fatos geradores.

BASE LEGAL

Lei nº 11.196, de 2005, art. 70, I, d, com a redação


dada pelo art. 5º da Lei nº 11.933, de 2009.
TIPOS DE RETENÇÃO -
IRRF:

Rendiment Rendiment Serviços


o o Prestados
Trabalho Capital e outros

 Alíquota / Base de Cálculo


 Recolhimento
 Incidência

Fonte: MAFON/2009
IRRF
RENDIMENTO DO CAPITAL:
II – RENDIMENTO DO CAPITAL:
Códigos – Descrições

5706 - Juros Sobre o Capital Próprio


3426 - Aplicações Financeiras de Renda Fixa – Pessoa Jurídica
8053 - Aplicações Financeiras de Renda Fixa – Pessoa Física
6800 - Fundos de Investimento Financeiro e Fundos de
Aplicações em quotas de fundo de Investimentos financeiros.
6813 - Fundos de Ações e Fundos de Investimento em Quotas de
Fundos de Ações
5232 - Fundos de Investimento Imobiliário
0924 – Fundo de Investimento Cultural e Artístico - Ficart e
Demais Rendimentos de Capital
3208 - Aluguéis e Royalties Pagos à Pessoa Física
3277 - Rendimentos de partes Beneficiárias ou de Fundador
5273 - Operações de SWAP
8468 - Operações Day Trade
5557 - Mercado de Renda Variável
IRRF – 5706 – JUROS SOBRE O
CAPITAL PRÓPRIO

FATO GERADOR
 Juros pagos ou creditados individuais a
titular, sócios ou acionistas, a título de
remuneração do capital próprio, calculados
sobre as contas do patrimônio líquido da
pessoa jurídica e limitados à variação, pro
rata dia, da Taxa de Juros de Longo Prazo
(TJLP).

BENEFICIÁRIO
 Pessoa física ou jurídica, sócia, acionista
ou titular de empresa individual, residente ou
domiciliada no Brasil.
IRRF – 5706 – JUROS
SOBRE O CAPITAL
PRÓPRIO
ALÍQUOTA/BASE DE CÁLCULO
 15% (quinze por cento) sobre o valor
dos juros pagos.

BASE LEGAL
• Lei nº 11.196/05, art.70, I, b, 1
• RIR/99:Arts.347;668, § 1º, e 717
• AD Cosar nº 8/96
• INRF nº 93/97
• IN SRF nº 12/99:Arts. 1º e 3º
IRRF – 5706 –
OBSERVAÇÕES
1) O imposto será retido na data do pagamento ou
crédito ao beneficiário.

2) O efetivo pagamento ou crédito dos juros é


condicionado à existência de lucros, computados antes
da dedução dos juros, ou de lucros acumulados e
reservas de lucros, em montante igual ou superior ao
valor de duas vezes os juros a serem pagos ou
creditados.

3) O valor dos juros pagos ou creditados pela pessoa


jurídica, a título de remuneração do capital próprio,
poderá ser imputado ao valor dos dividendos de que
trata o art. 202 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de
1976, sem prejuízo da incidência do imposto de renda
na fonte quando do pagamento ou crédito.
IRRF – 5706 –
OBSERVAÇÕES
4) Para fins de cálculo dos juros remuneratórios, não será
considerado, salvo se adicionado ao lucro líquido para
determinação do lucro real e da base de cálculo da
contribuição social sobre o lucro líquido, o valor:

a) da reserva de reavaliação de bens e direitos da pessoa


jurídica;
b) da reserva especial de que trata o art. 460 do RIR/99;
c) da reserva de reavaliação capitalizada nos termos dos
arts. 436 e 437 do RIR/99, em relação às parcelas não
realizadas.

5) Aos juros e outros encargos pagos ou creditados pela


pessoa jurídica a seus sócios ou acionistas, calculados sobre
os juros remuneratórios do capital próprio e sobre os lucros e
dividendos por ela distribuídos, aplicam-se as normas
referentes aos rendimentos de aplicações financeiras de renda
fixa, inclusive quanto ao informe de rendimentos a ser
fornecido pela pessoa jurídica.
IRRF – 5706
ISENÇÃO E NÃO-
INCIDÊNCIA
 A incidência do imposto de renda na fonte sobre os juros
remuneratórios do capital próprio não se aplica à parcela
correspondente à pessoa jurídica imune, mesmo na
hipótese referida no § 9º do art. 9º da Lei nº 9.249, de
1995, revogado pelo art. 88 da Lei nº 9.430, de 27 de
dezembro de 1996. O pedido de restituição ou de
compensação do imposto, no caso de retenção indevida,
somente poderá ser formulado pela entidade imune.

REGIME DE TRIBUTAÇÃO
 Pessoa jurídica tributada com base no lucro real,
presumido ou arbitrado: o imposto retido será deduzido do
apurado no encerramento do período de apuração
trimestral ou anual.
 Pessoa jurídica isenta: definitivo.
 Pessoa física: definitivo.
IRRF – 5706
ISENÇÃO E NÃO-
INCIDÊNCIA
RESPONSABILIDADE/RECOLHIMENTO
 Compete à fonte pagadora.

PRAZO DE RECOLHIMENTO
 Até o 3º (terceiro) dia útil subseqüente
ao decêndio de ocorrência dos fatos
geradores
IRRF – 3208 ALUGUÉIS,
ROYALTIES E JUROS PAGOS À
PF
FATO GERADOR
Rendimentos mensais de aluguéis ou royalties, tais como:

 Aforamento; locação ou sublocação; arrendamento ou


subarrendamento; direito de uso ou passagem de terrenos, de
aproveitamento de águas, de exploração de películas
cinematográficas, de outros bens móveis, de conjuntos industriais,
invenções; direitos autorais (quando não percebidos pelo autor ou
criador da obra); direitos de colher ou extrair recursos vegetais,
pesquisar e extrair recursos minerais; juros de mora e quaisquer
outras compensações pelo atraso no pagamento de royalties; o
produto da alienação de marcas de indústria e comércio, patentes
de invenção e processo ou fórmulas de fabricação; importâncias
pagas por terceiros por conta do locador do bem ou do cedente dos
direitos (juros, comissões etc.); importâncias pagas ao locador ou
cedente do direito, pelo contrato celebrado (luvas, prêmios etc.);
benfeitorias e quaisquer melhoramentos realizados no bem locado;
despesas para conservação dos direitos cedidos (quando
compensadas pelo uso do bem ou direito).
IRRF – 3208 ALUGUÉIS,
ROYALTIES E JUROS PAGOS À
PF
FATO GERADOR
Rendimentos mensais de aluguéis ou royalties, tais
como:

 Considera-se pagamento a entrega de recursos,


mesmo mediante depósito em instituição
financeira em favor do beneficiário, ou efetuado
através de imobiliária, sendo irrelevante que esta
deixe de prestar contas ao locador quando do
recebimento do rendimento.

 Juros pagos à pessoa física decorrente da


alienação a prazo de bens ou direitos.
IRRF – 3208 ALUGUÉIS,
ROYALTIES E JUROS PAGOS À
PF
BENEFICIÁRIO
 Pessoa física

O imposto será calculado mediante a utilização


da tabela progressiva mensal:

Tabela Progressiva Mensal (Lei 11.945/2009)


Base de Cálculo Alíquota Parcela a Deduzir
Até 1.434,59 Isento -
De 1.434,60 até 2.150,00 7,5 % R$ 107,59
De 2.150,01 até 2.866,70 15% R$ 268,84
De 2.866,71 até 3.582,00 22,5% R$ 483,84
Acima de 3.582,00 27,5 % R$ 662,94
IRRF – 3208 –
DEDUÇÕES:
Para efeito de determinação da base de cálculo
sujeita à incidência do imposto na fonte, poderão
ser deduzidas do rendimento bruto:

a) as importâncias pagas a título de pensão


alimentícia, quando em cumprimento de
decisão judicial ou acordo homologado
judicialmente, inclusive a prestação de
alimentos provisionais, ou por escritura
pública.
b) a quantia de R$ 144,20 por dependente;
c) a contribuição para a Previdência Social da
União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios.
IRRF – 3208 –
DEDUÇÕES:
No caso de aluguéis de imóveis, poderão ser
deduzidos os seguintes encargos, desde que o
ônus tenha sido exclusivamente do locador:

a) o valor dos impostos, taxas e emolumentos


incidentes sobre o imóvel;

b) o aluguel pago pela locação do imóvel


sublocado;

c) as despesas pagas para cobrança ou


recebimento do rendimento;

d) as despesas de condomínio.
IRRF – 3208
ISENÇÃO E NÃO-INCIDÊNCIA

REGIME DE TRIBUTAÇÃO
O imposto retido será considerado
redução do devido na declaração de
rendimentos da pessoa física.

RESPONSABILIDADE/RECOLHIMENTO
 Compete à fonte pagadora.

PRAZO DE RECOLHIMENTO
 Até o último dia útil do 2º (segundo)
decêndio do mês subseqüente ao mês de
ocorrência dos fatos geradores.
IRRF – 3208 – JUROS SOBRE
O CAPITAL PRÓPRIO

BASE LEGAL
Lei nº 10.451/02:Arts. 1º,2º e 15
Lei nº10.637/02: Arts. 62 e 63
Lei nº 11.119/05
Lei nº 11.196, de 2005, art. 70, I, d, com a redação
dada pelo art. 5º da Lei nº 11.933, de 2009)
Lei nº 11.311/06
RIR/99: Arts.49;52;53;620, § 3º; 631;632;639 e717
AD Cosar nº20/95
ADE Corat nº 82/03
IN SRF nº15/01:Arts. 12 e13
IN SRF nº488/04:Arts. 1º e 2º.
TIPOS DE RETENÇÃO -
IRRF:

Rendiment Rendiment Serviços


o o Prestados
Trabalho Capital e outros

 Alíquota / Base de Cálculo


 Recolhimento
 Incidência

Fonte: MAFON/2009
IRRF – TIPOS DE RETENÇÃO:

III - SERVIÇOS PRESTADOS POR


PJ
Códigos – Descrições
 1708 – Remuneração de Serviços Profissionais
Prestados por Pessoa Jurídica
 1708 – Serviços de Limpeza, Conservação,
Segurança e Locação de Mão-de-obra Prestados
por PJ
 3280 – Serviços Prestados por Associados de
Cooperativas de Trabalho
 8045 – Serviços de Propaganda Prestados por PJ
 8045 – Comissões e Corretagens Pagas à PJ
 5944 – Pagamentos de Pessoa Jurídica a Pessoa
Jurídica por Serviços de Factoring
IRRF - 1708 - REMUNERAÇÃO
DE SERVIÇOS PROFISSIONAIS
PRESTADOS POR PJ

FATO GERADOR
 Importâncias pagas ou creditadas por
pessoas jurídicas a outras pessoas
jurídicas civis ou mercantis pela
prestação de serviços
caracterizadamente de natureza
profissional.

BENEFICIÁRIO
 Pessoa jurídica prestadora de serviços.
IRRF – 1708 ALÍQUOTA/BASE
DE CÁLCULO

 1,5% (um inteiro e cinco décimos por cento)


sobre as importâncias pagas ou creditadas como
remuneração.
 Aplicar-se-á a tabela progressiva mensal
quando a beneficiária for sociedade civil
prestadora de serviços relativos a profissão
legalmente regulamentada, controlada, direta ou
indiretamente:

a) por pessoas físicas que sejam diretores,


gerentes ou controladores da pessoa jurídica que
pagar os rendimentos;
b) pelo cônjuge ou parente de primeiro grau das
pessoas físicas referidas no item acima.
IRRF – 1708 ISENÇÃO E NÃO-
INCIDÊNCIA
 Está dispensada a retenção do imposto de renda quando o
serviço for prestado por pessoa jurídica imune ou isenta.

REGIME DE TRIBUTAÇÃO
O imposto retido será deduzido do apurado no encerramento do
período de apuração trimestral ou anual.

RESPONSABILIDADE/RECOLHIMENTO
 Compete à fonte pagadora.
 O IR incidente sobre honorários advocatícios e serviços
prestados no curso de processo judicial, tais como serviços de
engenheiro, contador, leiloeiro, perito, assistente técnico,
avaliador, médico, testamenteiro, liquidante, síndico etc., deve
ser recolhido utilizando o código de receita 1708, exceto no
caso de prestação de serviços por pessoa jurídica no curso de
processo da justiça do trabalho que será recolhido utilizando o
código de receita 5936.
IRRF – 1708

PRAZO DE RECOLHIMENTO
 Até o último dia útil do 2º (segundo) decêndio
do mês subseqüente ao mês de ocorrência dos
fatos geradores.

BASE LEGAL

• Lei nº 11.196/05,art.70, I, d
• RIR/99: Arts.647;648; 650 e 717
• AD Cosar nº 20/95
• ADE Corat 09/02
• IN SRF nº 23/86, II
IRRF – 1708 SERVIÇO DE
LIMPEZA, CONSERVAÇÃO E
LOCAÇÃO PRESTADOS POR PJ
FATO GERADOR
 Importâncias pagas ou creditadas por
pessoa jurídica a outras pessoas jurídicas,
civis ou mercantis, pela prestação de
serviços de limpeza e conservação de bens
imóveis, exceto reformas e obras
assemelhadas; segurança e vigilância; e por
locação de mão-de-obra de empregados da
locadora colocados a serviço da locatária,
em local por esta determinado.

BENEFICIÁRIO
 Pessoa jurídica prestadora de serviços.
IRRF – 1708 SERVIÇO DE
LIMPEZA, CONSERVAÇÃO E
LOCAÇÃO PRESTADOS POR PJ
BENEFICIÁRIO
 Pessoa jurídica prestadora de serviços.

ALÍQUOTA/BASE DE CÁLCULO
 1% sobre as importâncias pagas ou
creditadas.

REGIME DE TRIBUTAÇÃO
 O imposto retido será deduzido do apurado
no encerramento do período de apuração
trimestral ou anual.

RESPONSABILIDADE/RECOLHIMENTO
 Compete à fonte pagadora.
MODELO NF
Serv. Limpeza
IRRF – 1708 SERVIÇO DE
LIMPEZA, CONSERVAÇÃO E
LOCAÇÃO PRESTADOS POR PJ

PRAZO DE RECOLHIMENTO
 Até o último dia útil do 2º (segundo)
decêndio do mês subseqüente ao mês
de ocorrência dos fatos geradores.

BASE LEGAL

• Lei nº 11.196/05, art. 70, I, d


• RIR/99 : Arts.649; 650 e 717
• AND Cosit nº 9/90
• AD Cosar nº 20/95.
IRRF – 3280 SERVIÇOS PESSOAIS
PRESTADOS POR ASSOCIADOS
DE COOPERATIVAS DE
TRABALHO
FATO GERADOR
 Importâncias pagas ou creditadas por
pessoa jurídica a cooperativas de trabalho,
associações de profissionais ou
assemelhadas, relativas a serviços pessoais
que lhes forem prestados por associados
destas ou colocados à disposição.

BENEFICIÁRIO
 Cooperativa de trabalho, associação de
profissionais ou assemelhada.
IRRF – 3280 SERVIÇOS PESSOAIS
PRESTADOS POR ASSOCIADOS
DE COOP. DE TRABALHO
ALÍQUOTA/BASE DE CÁLCULO
 1,5% (um inteiro e cinco décimos por cento) sobre as
importâncias pagas ou creditadas, relativas a serviços pessoais.

OBSERVAÇÕES:
1) Deverão ser discriminadas em faturas, as importâncias
relativas aos serviços pessoais prestados à pessoa jurídica por
seus associados e as importâncias que corresponderem a outros
custos ou despesas.
2) No caso de cooperativas de transportes rodoviários de cargas
ou passageiros, o imposto na fonte incidirá sobre:
a) quarenta por cento do valor correspondente ao transporte de
cargas;
b) sessenta por cento do valor correspondente aos serviços
pessoais relativos ao transporte de passageiros.
3) Na fatura deverão ainda ser discriminadas as parcelas
tributáveis e parcelas não tributáveis.
IRRF – 3280 SERVIÇOS PESSOAIS
PRESTADOS POR ASSOCIADOS DE
COOPERATIVAS DE TRABALHO
REGIME DE TRIBUTAÇÃO
 O imposto retido será compensado pelas
cooperativas de trabalho, associações ou
assemelhadas com o imposto retido por ocasião do
pagamento dos rendimentos aos associados.
 O imposto retido poderá ser objeto de pedido de
restituição, desde que a cooperativa, associação ou
assemelhada comprove, relativamente a cada ano-
calendário, a impossibilidade de sua compensação, na
forma e condições definidas em ato normativo do
Ministro da Fazenda.

RESPONSABILIDADE/RECOLHIMENTO
 Compete à fonte pagadora.
MODELO NF
Coop. Unimed
IRRF – 3280 SERVIÇOS
PESSOAIS PRESTADOS POR
ASSOCIADOS DE
COOPERATIVAS DE TRABALHO
PRAZO DE RECOLHIMENTO
 Até o último dia útil do 2º (segundo)
decêndio do mês subseqüente ao mês de
ocorrência dos fatos geradores.

BASE LEGAL

• Lei nº 11.196/05,art.70, I, d
• RIR/99: Arts.652, §§ 1º e 2º e 717
• AD Cosar nº 20/95
• AND Cosit nº 1/93.
IRRF – 8045 SERVIÇOS DE
PROPAGANDA PRESTADOS POR
PJ À PJ
FATO GERADOR
 Importâncias pagas ou creditadas por pessoa jurídica
a outras pessoas jurídicas pela prestação de serviços
de propaganda e publicidade.

BENEFICIÁRIO
 Pessoa jurídica prestadora do serviço.

ALÍQUOTA/BASE DE CÁLCULO
 1,5% (um inteiro e cinco décimos por cento) do valor
do rendimento.
 Excluem-se da base de cálculo as importâncias
diretamente pagas ou repassadas pelas agências de
propaganda a empresas de rádio, televisão,
publicidade ao ar livre (outdoor), cinema, jornais e
revistas, bem como os descontos por antecipação de
pagamento.
IRRF – 8045

ISENÇÃO E NÃO-INCIDÊNCIA
 Não incidirá o imposto, quando o beneficiário
dos rendimentos for pessoa jurídica imune ou
isenta.

 Não incidirá o imposto quando o beneficiário for


microempresa ou empresa de pequeno porte
optante pelo Simples, cuja atividade seja veículo
de comunicação.

REGIME DE TRIBUTAÇÃO
 O imposto retido será deduzido do apurado no
encerramento do período de apuração trimestral
ou anual.
IRRF – 8045
RESP. RECOLHIMENTO
 O imposto deverá ser recolhido pelas
agências de propaganda, por ordem e conta
do anunciante.

 O anunciante e a agência de propaganda


são solidariamente responsáveis pela
comprovação da efetiva realização dos
serviços.

 A agência de propaganda efetuará o


recolhimento do imposto englobando todas
as importâncias relativas a um mesmo
período de apuração, devendo informar,
ainda, o valor do imposto na DCTF.
IRRF – 8045
RESP. RECOLHIMENTO
 A agência de propaganda deverá fornecer ao
anunciante, até 31 de janeiro de cada ano,
documento comprobatório com indicação do valor
do rendimento e do imposto de renda recolhido,
relativo ao ano-calendário anterior. As
informações prestadas pela agência de
propaganda deverão ser discriminadas na
Declaração de Imposto de Renda na Fonte (Dirf)
anual do anunciante.

 Os rendimentos e o respectivo imposto de


renda na fonte devem ser informados na
Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte
(Dirf) do anunciante que tenha pago à agência de
propaganda importâncias relativas à prestação de
serviços de propaganda e publicidade.
IRRF – 8045

PRAZO DE RECOLHIMENTO

 Até o último dia útil do 2º (segundo) decêndio do mês


subseqüente ao mês de ocorrência dos fatos
geradores.

BASE LEGAL

Lei nº 11.196/05,art.70, I, d, com a redação dada pelo


art. 5º da Lei nº 11.933, de 2009
RIR/99:Arts.187 e 192, XII, "d" e 651, II, § 1º e § 2º
ADE Corat nº9/02
IN SRF nº577/05,arts.15, II e 1
IN SRF nº 23/86, II
IN SRF nº 123/92: Art.2º
IN SRF nº 269/02:Art.15, II e 16.
IRRF - 8045 - COMISSÕES E
CORRETAGENS PAGAS À PJ

FATO GERADOR
 Importâncias pagas ou creditadas por pessoa
jurídica a outras pessoas jurídicas a título de
comissões, corretagens, ou qualquer outra
remuneração pela representação comercial ou
pela mediação na realização de negócios civis e
comerciais.

 Obs: É vedado às microempresas e empresas


de pequeno porte optantes pelo Simples exercer
atividades de representação comercial ou
mediação na realização de negócios civis e
comerciais.
IRRF - 8045 - COMISSÕES E
CORRETAGENS PAGAS À PJ

BENEFICIÁRIO
 Pessoa jurídica prestadora do serviço domiciliada no
Brasil.

ALÍQUOTA/BASE DE CÁLCULO
1,5% do valor do rendimento.

ISENÇÃO E NÃO-INCIDÊNCIA
 Não incidirá o imposto, quando o beneficiário dos
rendimentos for pessoa jurídica imune ou isenta.

REGIME DE TRIBUTAÇÃO
O imposto retido será deduzido do apurado no
encerramento do período de apuração trimestral ou
anual.
IRRF - 8045 - COMISSÕES E
CORRETAGENS PAGAS À PJ
RESPONSABILIDADE/RECOLHIMENTO

O recolhimento do imposto deverá ser efetuado


pela pessoa jurídica que receber de outras
pessoas jurídicas importâncias a título de
comissões e corretagens relativas a:

a) colocação ou negociação de títulos de renda


fixa;
b) operações realizadas em Bolsas de Valores e
em Bolsas de Mercadorias;
c) distribuição de emissão de valores mobiliários,
quando a pessoa jurídica atuar como agente da
companhia emissora;
IRRF - 8045 - COMISSÕES E
CORRETAGENS PAGAS À PJ
RESPONSABILIDADE/RECOLHIMENTO

d) operações de câmbio;
e) vendas de passagens, excursões ou viagens;
f) administração de cartões de crédito;
g) prestação de serviços de distribuição de
refeições pelo sistema de refeições-convênio;
h) prestação de serviço de administração de
convênios.

O recolhimento do imposto cabe à fonte


pagadora, no caso de pagamento de comissões
e corretagens a outro título.
IRRF - 8045 - COMISSÕES E
CORRETAGENS PAGAS À PJ

OBRIGAÇÃO ACESSÓRIA
Os rendimentos e o respectivo imposto de
renda na fonte devem ser informados na
Declaração de Imposto de Renda Retido na
Fonte (Dirf) da pessoa jurídica que tenha pago a
outras pessoas jurídicas comissões e
corretagens nas hipóteses mencionadas nas
letras de "a" a "h".
 As pessoas jurídicas que tenham recebido
importâncias a título de comissões devem
fornecer às pessoas jurídicas que as tenham
pago, até 31 de janeiro de cada ano, documento
comprobatório com indicação do valor das
importâncias e do respectivo imposto de renda
recolhido, relativos ao ano-calendário anterior.
IRRF - 8045 - COMISSÕES E
CORRETAGENS PAGAS À PJ

PRAZO DE RECOLHIMENTO
 Até o último dia útil do 2º (segundo) decêndio do
mês subseqüente ao mês de ocorrência dos fatos
geradores.

BASE LEGAL
Lei nº 10.637/02: Art.26
Lei nº 11.196/05,Art.70, I, d
RIR/99: Arts. 187 e192, XII, "d" e XIII, e 651, I, § 2º
ADE Corat nº 9/02
IN RFB nº 888, de 2008, arts. nº 15 e 16; ADE Corat nº 9, de
2002)
IN SRF nº 23/86, II
IN SRF nº 153/87
IN SRF nº 177/87
IN SRF nº 107/91
IN SRF nº 269/02: Arts. 15 e 16 / nº 577/05: Arts. 15 e 16.
MÓDULO:
PIS / COFINS / CSLL
(PCC)
PIS/COFINS/CSLL:

 Disposições Gerais
 Dispensa Retenção
 Prazo e Forma de Recolhimento
 Tratamento das Importâncias
Retida na Beneficiária dos
Rendimentos
 Comprovante Anual de Retenção
 Questões mais Freqüentes
 Casos Práticos
PIS/COFINS/CSLL:

 Data início: 1º de fevereiro de


2004
 Pagamento de PJ de direito
privado a outra PJ de direito privado
• Profissionais
• Limpeza
SERVIÇOS • conservação
• Manutenção
• Segurança
• Vigilância
PCC - RETENÇÃO:

 Atente-se que o fato gerador da retenção


das contribuições sociais é tão somente o
pagamento do rendimento a outra pessoa
jurídica. Portanto, o fato gerador das
contribuições é diferente ao do imposto de
renda, que pode incidir no pagamento ou
crédito do rendimento, o que ocorrer
primeiro.

 As retenções alcançam também os


pagamentos antecipados, por conta de
aquisições de bens ou prestação de
serviços para entrega futura.
PCC – OBRIGADO A
RETER:
 Todas as pessoas jurídicas que
efetuarem pagamento a outras pessoas
jurídicas:

a) as associações, inclusive entidades sindicais,


federações, confederações, centrais sindicais
e serviços sociais autônomos;
b) as sociedades simples (novo Código Civil),
inclusive sociedades cooperativas;
c) as fundações de direito privado;
d) os condomínios edilícios (condomínios de
moradores).
PCC: LIMPEZA,
CONSERVAÇÃO E
MANUTENÇÃO
 Consideram-se serviços de limpeza
conservação ou zeladoria, aqueles
destinados a manter a higiene, o asseio
ou a conservação de praias, jardins,
rodovias, monumentos, edificações,
instalações, dependências, logradouros,
vias públicas, pátios ou de áreas de uso
comum, mediante varrição, lavagem,
enceramento, desinfecção, higienização,
desentupimento, dedetização, imunização
ou desratização.
MODELO NF
Manutenção
PCC:
MANUTENÇÃO
 Consideram-se serviços de manutenção todo e
qualquer serviço de conservação de edificações,
instalações, máquinas, veículos automotores,
embarcações, aeronaves, aparelhos, equipamentos,
motores, elevadores ou de qualquer bem, quando
destinadas a mantê-los em condições eficientes de
operação, exceto se a manutenção for feita em caráter
isolado, como um mero conserto de um bem defeituoso.
 Os serviços de manutenção sujeitos à retenção na
fonte, pressupõem uma prestação continuada (contrato
permanente - a exemplo de uma empresa que cuida dos
computadores num escritório). Há que haver um contrato,
não necessariamente escrito, que obriga a contratada a
manter as máquinas, instalações e equipamentos em
perfeito estado e funcionais. O fato de as atividades de
manutenção serem realizadas fora do estabelecimento do
tomador dos serviços não o desfigura como tal.
PCC:
DISPENSA DA RETENÇÃO:
 É dispensada a retenção das contribuições
para pagamento de valor igual ou inferior a R$
5.000,00 (cinco mil reais).Ocorrendo mais de
um pagamento no mesmo mês à mesma
pessoa jurídica, a cada pagamento deverá ser:

a) efetuada a soma de todos os valores pagos


no mês;
b) calculado o valor a ser retido sobre o
montante já pago no mês, desde que esse
montante ultrapasse o limite de R$ 5.000,00
(cinco mil reais), devendo ser deduzidos os
valores retidos anteriormente no mesmo
mês.
PCC:
DISPENSA DA RETENÇÃO:

 Caso a retenção a ser efetuada seja


superior ao valor a ser pago, a retenção
será efetuada até o limite deste.

 Quando os serviços profissionais forem


prestados pela Itaipu Binacional ou por
empresas estrangeiras de transporte de
cargas ou passageiros, independentemente
do valor pago, não haverá retenção na
fonte da CSLL, do PIS e da COFINS.
PCC:
DISPENSA DA RETENÇÃO:

 A retenção da COFINS e da contribuição


para o PIS não será exigida, cabendo,
somente, a retenção da CSLL nos
pagamentos:
a) a título de transporte internacional de
cargas ou de passageiros efetuados por
empresas nacionais;
b) aos estaleiros navais brasileiros nas
atividades de conservação,
modernização, conversão e reparo de
embarcações pré-registradas ou
registradas no Registro Especial
Brasileiro - REB, instituído pela Lei nº
9.432 de 8 de janeiro de 1997.
PCC:
DISPENSA DA RETENÇÃO:

 Também não haverá retenção quando a fonte


pagadora ou a prestadora dos serviços for optante
pelo SIMPLES NACIONAL. Para tanto, a pessoa
jurídica optante pelo Simples deverá apresentar à
pessoa jurídica tomadora dos serviços declaração, na
forma do Anexo I da Instrução Normativa SRF nº
459/2004, em duas vias, assinadas pelo seu
representante legal. A pessoa jurídica responsável
pela retenção arquivará a 1ª via da declaração, que
ficará à disposição da Secretaria da Receita Federal
(SRF), devendo a 2ª via ser devolvida ao interessado,
como recibo.
MODELO NF
Segurança
PCC - PRAZO E FORMA
DE RECOLHIMENTO:

 A partir de 1º de janeiro de 2006, os valores


retidos deverão ser recolhidos ao Tesouro
Nacional pela pessoa jurídica que efetuar a
retenção ou, de forma centralizada, pelo
estabelecimento matriz da pessoa jurídica, até o
último dia útil da quinzena subseqüente àquela
quinzena em que tiver ocorrido o pagamento à
pessoa jurídica prestadora dos serviços.

 Se o valor a ser recolhido for inferior a R$ 10,00


(dez reais), o seu recolhimento só será efetuado
quando, adicionado a retenções de períodos
subseqüentes, totalizar valor igual ou superior a
R$ 10,00 (dez reais), exceto na hipótese de Darf
eletrônico, em que o recolhimento será efetuado
independentemente do valor.
PCC – TRATAMENTO DAS
IMPORTÂNCIAS RETIDA NA
BENEFICIÁRIA DOS
RENDIMENTOS:
 Os valores retidos serão considerados como
antecipação do que for devido pelo contribuinte
que sofreu a retenção, em relação às
respectivas contribuições e ao imposto de
renda, podendo ser compensados com o
imposto e contribuições de mesma espécie,
devidos relativamente a fatos geradores
ocorridos a partir do mês da retenção.
 Especificamente em relação às contribuições
sociais, o valor a ser compensado,
correspondente a cada espécie de contribuição,
será determinado pelo próprio contribuinte
mediante a aplicação, sobre o valor da fatura,
das alíquotas respectivas às retenções
efetuadas.
PIS/PASEP e COFINS –
COMPENSAÇÃO E
RESTITUIÇÃO E RESTITUIÇÃO
DE VALORES RETIDOS
 Conforme estabelece o art. 5º da Lei nº
11.727 de 2008, os valores retidos na fonte a
título da Contribuição para o PIS/Pasep e da
Cofins, quando não for possível sua dedução
dos valores a pagar das respectivas
contribuições no mês de apuração, poderão ser
restituídos ou compensados com débitos
relativos a outros tributos e contribuições
administrados pela Secretaria da Receita
Federal do Brasil, observada a legislação
específica aplicável à matéria (vide IN RFB Nº
900/2008).
PIS/PASEP e COFINS –
COMPENSAÇÃO E
RESTITUIÇÃO E RESTITUIÇÃO
DE VALORES RETIDOS
 A partir de 04 de janeiro de 2008, o saldo dos
valores retidos na fonte a título da Contribuição para
o PIS/PASEP e da COFINS apurados em períodos
anteriores poderá também ser restituído ou
compensado com débitos relativos a outros tributos
administrados pela Secretaria da Receita Federal do
Brasil. Tais valores serão acrescidos de juros
equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial
de Liquidação e de Custódia - SELIC para títulos
federais, acumulada mensalmente, calculados a
partir do mês subseqüente ao da retenção e de juros
de um por cento no mês em que houver:

a) o pagamento da restituição; ou
b) a entrega da Declaração de Compensação.
PCC – REGRAS ESPECIAIS DE
RETENÇÃO APLICÁVEIS ÀS
CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS:
CARTÕES DE CRÉDITO

 Nos pagamentos pela prestação de serviços


efetuados por meio de cartões de crédito ou
débito, a retenção será efetuada pela pessoa
jurídica tomadora dos serviços sobre o total a
ser pago à empresa prestadora dos serviços,
devendo o pagamento com o cartão ser
realizado pelo valor líquido, após deduzidos os
valores das contribuições retidas, cabendo a
responsabilidade pelo recolhimento destas à
pessoa jurídica tomadora dos serviços.
PCC – TRATAMENTO DAS
IMPORTÂNCIAS RETIDA NA
BENEFICIÁRIA DOS
RENDIMENTOS:
Pessoa Jurídica Amparada por Medida Judicial
 No caso de pessoa jurídica amparada pela suspensão da
exigibilidade do crédito tributário, nas hipóteses a que se referem os
incisos II, IV e V do art. 151 da Lei nº 5.172, de 25 de outubro de
1966 - Código Tributário Nacional (CTN), ou por sentença judicial
transitada em julgado, determinando a suspensão do pagamento de
qualquer das contribuições sujeitas à retenção, a pessoa jurídica que
efetuar o pagamento deverá calcular, individualmente, os valores das
contribuições considerados devidos, aplicando as alíquotas
correspondentes e efetuar o recolhimento em:
 Darf distintos para cada um deles, utilizando-se os seguintes
códigos de arrecadação:
a) 5987 - no caso de CSLL;
b) 5960 - no caso de Cofins;
c) 5979 - no caso de PIS/Pasep.
 Ocorrendo qualquer dessas situações, o beneficiário do
rendimento deverá apresentar à fonte pagadora, a cada pagamento,
a comprovação de que a não retenção continua amparada por
medida judicial.
PCC - COMPROVANTE
ANUAL DE RETENÇÃO:

 As pessoas jurídicas que efetuarem a


retenção do imposto de renda ou das
contribuições sociais deverão fornecer à
pessoa jurídica beneficiária comprovante
anual da retenção, até o dia 28 de fevereiro
do ano subseqüente, conforme modelo
constante do Anexo Único da Instrução
Normativa SRF nº 119/2000, no caso de
retenção do imposto de renda, ou do
modelo constante do Anexo II da Instrução
Normativa SRF nº 459/2004, no caso de
retenção das contribuições sociais.
PCC - COMPROVANTE
ANUAL DE RETENÇÃO:
 Em relação às contribuições sociais, o comprovante
anual poderá ser disponibilizado, à pessoa jurídica
beneficiária do pagamento, que possua endereço
eletrônico, por meio da Internet.

Informações na DIRF

 Anualmente, até o dia 28 de fevereiro do ano


subseqüente, as pessoas jurídicas que efetuarem a
retenção do imposto de renda ou das contribuições
sociais deverão apresentar à SRF Declaração de
Imposto de Renda Retido na Fonte (Dirf), nela
discriminando, mensalmente, o somatório dos valores
pagos ou creditados, conforme o caso, e o total retido,
por contribuinte e por código de recolhimento.
PCC – QUESTÕES
MAIS FREQUENTES:

KRYPTON

Manifestamos nosso posicionamento sobre


algumas questões mais freqüentes quanto à
retenção na fonte das contribuições sociais.
PCC – QUESTÕES
MAIS FREQUENTES:
 1) Quando a prestação dos serviços envolver
aplicação de material, cobrado pelo prestador,
destacadamente, na fatura de serviços, este
valor integra a base de cálculo da retenção?

Entendimento KRYPTON:

 Sim, pois a base de cálculo das contribuições


é o faturamento, assim entendido a receita bruta.
No caso do imposto de renda e das contribuições
as alíquotas aplicadas já pressupõe a redução
futura da base de cálculo pela consideração dos
custos ou despesas na sua posterior apuração.
PCC – QUESTÕES
MAIS FREQUENTES:
 2) A compensação pela pessoa jurídica prestadora
dos serviços dos valores das contribuições incidentes
sobre a fatura pode se dar quando do fechamento do
faturamento do mês da emissão, ainda que não
recebida a fatura?

 Entendimento KRYPTON:

 A pessoa jurídica tomadora do serviço deve fazer a


retenção no momento do pagamento.
 Quando o pagamento e, por conseqüência, a
retenção ocorrer antes do vencimento das
contribuições e do imposto de renda a cargo da
prestadora do serviço, não haverá dificuldade porque a
compensação será efetuada depois da retenção.
PCC – QUESTÕES
MAIS FREQUENTES:
 Problemas também não deverão ocorrer nas prestadoras de
serviço optantes pelo lucro presumido e que adotem o regime de
caixa na apuração do imposto de renda e da contribuições.
 Todavia, se a retenção ocorrer depois do vencimento mensal do
PIS e da COFINS, dia 20, por exemplo, surgirá o problema: a
prestadora vai tributar a receita sem poder deduzir a retenção?

Dispõe a Lei nº 10.833/2003:


 Art. 36. Os valores retidos na forma dos arts. 30, 33 e 34 serão
considerados como antecipação do que for devido pelo contribuinte
que sofreu a retenção, em relação ao imposto de renda e às
respectivas contribuições.
 O art. 7º da Instrução Normativa SRF nº 459/2004, dispõe em seu
§ 1º:

"Os valores retidos na forma desta IN poderão ser deduzidos, pelo


contribuinte, das contribuições devidas de mesma espécie,
relativamente a fatos geradores ocorridos a partir do mês da
retenção."
PCC – QUESTÕES
MAIS FREQUENTES:
 Repare que a Lei fala em "antecipação do
que for devido", sem especificar o período de
apuração cujos tributos estão sendo
antecipados. É o § 1º da Instrução Normativa
que especifica o período a que se refere a
antecipação, qual seja: períodos que
encerrarem fatos geradores ocorridos a partir
do mês da retenção.
PCC – BASE LEGAL:

• Lei nº 11.196/2005. Art. 70 e74


• Lei nº 10.865/2004. Art. 21e 39
• Lei nº 10.833/2003. Art. 30,31,32,35 e 36
• Lei nº 9.064/95. Art. 6º
• Lei nº 7.713/88. Art. 55
• Lei nº 7.450/85. Art. 52
• Decreto-lei nº 2.462/88. Art. 3º
• Decreto-lei nº 2.065/83. Art. 1º, Inciso III
• Decreto-lei nº 2.030/83. Art. 2º
• Instrução Normativa SRF nº 459/2004
• Instruções Normativas SRF nº 381/2003
• Instruções Normativas SRF nº 306/2003
• Instrução Normativa SRF nº 119/2000
• Ato Declaratório Interpretativo SRF nº 10/2004
• Ato Declaratório Executivo CORAT nº 81/03.
MÓDULO:
INSTITUTO NACIONAL
DO SEGURO SOCIAL
(INSS)
RETENÇÃO -
INSS:
 Conceitos Importantes
 Serviços sujeitos a Retenção
(Casos Práticos)
 Dispensa Retenção
 Destaque da Retenção nas NFs
 Recolhimento do valor
 Obrigações da empresa
contratada
 Compensação
 Restituição
INSS – REGRAS
PARA RETENÇÃO:
No que tange a retenção, as empresa deverão
observar as regras do capítulo IX – da IN 3/05
conforme abaixo:

 Art. 140. A empresa contratante de serviços


prestados mediante cessão de mão-de-obra ou
empreitada, inclusive em regime de trabalho
temporário, a partir da competência fevereiro de 1999,
deverá reter 11% do valor bruto da nota fiscal, da
fatura ou do recibo de prestação de serviços e recolher
à Previdência Social a importância retida, em
documento de arrecadação identificado com a
denominação social e o CNPJ da empresa contratada,
observado o disposto no art. 93 e no art. 172.
 Parágrafo único. Os valores pagos a título de
adiantamento deverão integrar a base de cálculo da
retenção por ocasião do faturamento dos serviços
prestados.
INSS – REGRAS
PARA O SIMPLES
NACIONAL:
 Art. 142. A empresa optante pelo
SIMPLES, que prestar serviços
mediante cessão de mão-de-obra ou
empreitada, está sujeita à retenção
sobre o valor bruto da nota fiscal, da
fatura ou do recibo de prestação de
serviços emitido.

 Parágrafo único. O disposto no caput


não se aplica no período de 1º de
janeiro de 2000 a 31 de agosto de 2002.
INSS – CESSÃO
DE MÃO-DE-OBRA

 Art. 143. Cessão de mão-de-obra é a


colocação à disposição da empresa
contratante, em suas dependências ou nas
de terceiros, de trabalhadores que realizem
serviços contínuos, relacionados ou não
com sua atividade fim, quaisquer que sejam
a natureza e a forma de contratação,
inclusive por meio de trabalho temporário na
forma da Lei nº 6.019, de 1974.
• §1º Dependências de terceiros são
aquelas indicadas pela empresa
contratante, que não sejam as suas próprias
e que não pertençam à empresa prestadora
dos serviços.
INSS – CESSÃO
DE MÃO-DE-OBRA

• §3º Por colocação à disposição da


empresa contratante entende-se a cessão
do trabalhador, em caráter não eventual,
respeitados os limites do contrato.
• §2º Serviços contínuos são aqueles que
constituem necessidade permanente da
contratante, que se repetem periódica ou
sistematicamente, ligados ou não a sua
atividade fim, ainda que sua execução seja
realizada de forma intermitente ou por
diferentes trabalhadores.
INSS – EMPREITADA
 Art. 144. Empreitada é a execução,
contratualmente estabelecida, de tarefa, de obra
ou de serviço, por preço ajustado, com ou sem
fornecimento de material ou uso de
equipamentos, que podem ou não ser utilizados,
realizada nas dependências da empresa
contratante, nas de terceiros ou nas da empresa
contratada, tendo como objeto um resultado
pretendido.
Cessão de Mão-de-Obra Empreitada

Trabalhadores ficam a disposição da Trabalhadores NÃO ficam a


empresa contratante; disposição da empresa contratante;
Serviço será prestado Serviço poderá ser prestado nas
obrigatoriamente nas dependências dependências, contratante,
da contratante ou de terceiros. contratada ou de terceiros.
Envolve serviços contínuos NÃO envolve serviços contínuos
INSS – SERVIÇOS
SUJEITOS À
RETENÇÃO:
I - limpeza, conservação ou zeladoria
II - vigilância ou segurança
III - construção civil
IV - natureza rural
V – digitação
VI - preparação de dados para
processamento
VII - hotelaria
VIII - corte ou ligação de serviços públicos
IX – distribuição
X - treinamento e ensino
XI - entrega de contas e de documentos
XII - ligação de medidores
INSS – SERVIÇOS
SUJEITOS À
RETENÇÃO:
I - limpeza, conservação ou zeladoria,
que se constituam em varrição,
lavagem, enceramento ou em outros
serviços destinados a manter a higiene,
o asseio ou a conservação de praias,
jardins, rodovias, monumentos,
edificações, instalações, dependências,
logradouros, vias públicas, pátios ou de
áreas de uso comum.
MODELO NF
Serv. Portaria
INSS – SERVIÇOS
SUJEITOS À
RETENÇÃO:
II - vigilância ou segurança, que tenham
por finalidade a garantia da integridade
física de pessoas ou a preservação de
bens patrimoniais.
MODELO NF
Serv. Vigilância
INSS – SERVIÇOS
SUJEITOS À RETENÇÃO:

III - construção civil, que envolvam a


construção, a demolição, a reforma ou o
acréscimo de edificações ou de qualquer
benfeitoria agregada ao solo ou ao
subsolo ou obras complementares que se
integrem a esse conjunto, tais como a
reparação de jardins ou passeios, a
colocação de grades ou de instrumentos
de recreação, de urbanização ou de
sinalização de rodovias ou de vias
públicas.
INSS – SERVIÇOS SUJEITOS
À RETENÇÃO:

IV - natureza rural, que se constituam em


desmatamento, lenhamento, aração ou
gradeamento, capina, colocação ou
reparação de cercas, irrigação,
adubação, controle de pragas ou de
ervas daninhas, plantio, colheita,
lavagem, limpeza, manejo de animais,
tosquia, inseminação, castração,
marcação, ordenhamento e embalagem
ou extração de produtos de origem
animal ou vegetal.
INSS – SERVIÇOS
SUJEITOS À RETENÇÃO:

V - digitação, que compreendam a


inserção de dados em meio informatizado
por operação de teclados ou de similares.
INSS – SERVIÇOS
SUJEITOS À RETENÇÃO:

VI - preparação de dados para


processamento, executados com vistas
a viabilizar ou a facilitar o
processamento de informações, tais
como o escaneamento manual ou a
leitura ótica.
INSS – SERVIÇOS
SUJEITOS À RETENÇÃO:

VII - hotelaria, que concorram para o


atendimento ao hóspede em hotel,
pousada, paciente em hospital, clínica
ou em outros estabelecimentos do
gênero.
INSS – SERVIÇOS
SUJEITOS À RETENÇÃO:

VIII - corte ou ligação de serviços


públicos, que tenham como objetivo a
interrupção ou a conexão do
fornecimento de água, de esgoto, de
energia elétrica, de gás ou de
telecomunicações.
INSS – SERVIÇOS SUJEITOS
À RETENÇÃO:

IX - distribuição, que se constituam em


entrega, em locais predeterminados,
ainda que em via pública, de bebidas,
de alimentos, de discos, de panfletos, de
periódicos, de jornais, de revistas ou de
amostras, dentre outros produtos,
mesmo que distribuídos no mesmo
período a vários contratantes.
INSS – SERVIÇOS SUJEITOS
À RETENÇÃO:

X - treinamento e ensino, assim


considerados como o conjunto de
serviços envolvidos na transmissão de
conhecimentos para a instrução ou para
a capacitação de pessoas.
INSS – SERVIÇOS SUJEITOS
À RETENÇÃO:

XI - entrega de contas e de documentos,


que tenham como finalidade fazer
chegar ao destinatário documentos
diversos tais como, conta de água,
conta de energia elétrica, conta de
telefone, boleto de cobrança, cartão de
crédito, mala direta ou similares.
INSS – SERVIÇOS SUJEITOS
À RETENÇÃO:

XII - ligação de medidores, que tenham


por objeto a instalação de equipamentos
destinados a aferir o consumo ou a
utilização de determinado produto ou
serviço.
INSS – SERVIÇOS
SUJEITOS À RETENÇÃO:
XIII - leitura de medidores
XIV - manutenção de instalações
XV - montagem
XVI - operação de máquinas, de equipamentos e de
veículos
XVII - operação de pedágio ou de terminal de
transporte
XVIII - operação de transporte de passageiros
XIX - portaria, recepção ou ascensorista
XX - recepção, triagem ou movimentação
XXI - promoção de vendas ou de eventos
XXII - secretaria e expediente
XXIII - saúde
XXIV - telefonia ou de telemarketing
INSS – SERVIÇOS SUJEITOS
À RETENÇÃO:

XIII - leitura de medidores, aqueles


executados, periodicamente, para a
coleta das informações aferidas por
esses equipamentos, tais como a
velocidade (radar), o consumo de água,
de gás ou de energia elétrica.
INSS – SERVIÇOS
SUJEITOS À RETENÇÃO:

XIV - manutenção de instalações, de


máquinas ou de equipamentos, quando
indispensáveis ao seu funcionamento
regular e permanente e desde que
mantida equipe à disposição da
contratante.
MODELO NF-e
Serv. Elétrico
INSS – SERVIÇOS SUJEITOS
À RETENÇÃO:

XV - montagem, que envolvam a reunião


sistemática, conforme disposição
predeterminada em processo industrial
ou artesanal, das peças de um
dispositivo, de um mecanismo ou de
qualquer objeto, de modo que possa
funcionar ou atingir o fim a que se
destina.
INSS – SERVIÇOS SUJEITOS
À RETENÇÃO:

XVI - operação de máquinas, de


equipamentos e de veículos relacionados
com a sua movimentação ou
funcionamento, envolvendo serviços do
tipo manobra de veículo, operação de
guindaste, painel eletro-eletrônico, trator,
colheitadeira, moenda, empilhadeira ou
caminhão fora-de-estrada.
INSS – SERVIÇOS SUJEITOS
À RETENÇÃO:

XVII - operação de pedágio ou de


terminal de transporte, que envolvam a
manutenção, a conservação, a limpeza
ou o aparelhamento de terminal de
passageiros terrestre, aéreo ou aquático,
de rodovia, de via pública, e que
envolvam serviços prestados diretamente
aos usuários.
INSS – SERVIÇOS SUJEITOS À
RETENÇÃO:

XVIII - operação de transporte de


passageiros, inclusive nos casos de
concessão ou de subconcessão,
envolvendo o deslocamento de pessoas
por meio terrestre, aquático ou aéreo.
INSS – SERVIÇOS SUJEITOS
À RETENÇÃO:

XIX - portaria, recepção ou ascensorista,


realizados com vistas ao ordenamento
ou ao controle do trânsito de pessoas
em locais de acesso público ou à
distribuição de encomendas ou de
documentos.
MODELO NF
Serv. Recepção
INSS – SERVIÇOS SUJEITOS
À RETENÇÃO:

XX - recepção, triagem ou
movimentação, relacionados ao
recebimento, à contagem, à conferência,
à seleção ou ao remanejamento de
materiais.
INSS – SERVIÇOS SUJEITOS
À RETENÇÃO:

XXI - promoção de vendas ou de


eventos, que tenham por finalidade
colocar em evidência as qualidades de
produtos ou a realização de shows, de
feiras, de convenções, de rodeios, de
festas ou de jogos.
INSS – SERVIÇOS SUJEITOS
À RETENÇÃO:

XXII - secretaria e expediente, quando


relacionados com o desempenho de
rotinas administrativas.
INSS – SERVIÇOS SUJEITOS
À RETENÇÃO:

XXIII - saúde, quando prestados por


empresas da área da saúde e
direcionados ao atendimento de
pacientes, tendo em vista avaliar,
recuperar, manter ou melhorar o estado
físico, mental ou emocional desses
pacientes.
INSS – SERVIÇOS
SUJEITOS À RETENÇÃO:

XXIV - telefonia ou de telemarketing,


que envolvam a operação de centrais ou
de aparelhos telefônicos ou de tele-
atendimento.
INSS – LEMBRE-SE:

 Art. 147. É exaustiva a relação dos


serviços sujeitos à retenção, constante dos
arts. 145 e 146, conforme disposto no §2° do
art. 219 do RPS.
 Parágrafo único. A pormenorização das
tarefas compreendidas em cada um dos
serviços, constantes nos incisos dos arts.
145 e 146, é exemplificativa.
 Exaustiva: Não cabe interpretação
extensiva ou seja similar ou que mais se
aproxima.
 Exemplificativa: cabe interpretação
extensiva ou seja similar ou que mais de
aproxima.
INSS – DISPENSA
DA RETENÇÃO ART 148:
I - o valor correspondente a onze por cento dos
serviços contidos em cada nota fiscal, fatura ou recibo
de prestação de serviços for inferior ao limite mínimo
estabelecido pela SRP para recolhimento em
documento de arrecadação;(R$ 29,00).
II - a contratada não possuir empregados, o serviço for
prestado pessoalmente pelo titular ou sócio e o seu
faturamento do mês anterior for igual ou inferior a duas
vezes o limite máximo do salário de contribuição,
cumulativamente (2x R$ 2894,28=R$ 5788,56);
III - a contratação envolver somente serviços
profissionais relativos ao exercício de profissão
regulamentada por legislação federal, ou serviços de
treinamento e ensino definidos no inciso X do art. 146,
desde que prestados pessoalmente pelos sócios, sem
o concurso de empregados ou outros contribuintes
individuais.
INSS – DISPENSA
DA RETENÇÃO ART 148:
• §1º Para comprovação dos requisitos previstos no inciso
II do caput, a contratada apresentará à tomadora
declaração assinada por seu representante legal, sob as
penas da lei, de que não possui empregados e o seu
faturamento no mês anterior foi igual ou inferior a duas
vezes o limite máximo do salário de contribuição.

• §2º Para comprovação dos requisitos previstos no inciso


III do caput, a contratada apresentará à tomadora
declaração assinada por seu representante legal, sob as
penas da lei, de que o serviço foi prestado por sócio da
empresa, no exercício de profissão regulamentada, ou,
se for o caso, profissional da área de treinamento e
ensino, e sem o concurso de empregados ou
contribuintes individuais ou consignará o fato na nota
fiscal, na fatura ou no recibo de prestação de serviços.
INSS – DISPENSA
DA RETENÇÃO ART 148:
• §3º Para fins do disposto no inciso III do caput, são
serviços profissionais regulamentados pela legislação
federal, dentre outros, os prestados por
administradores, advogados, aeronautas, aeroviários,
agenciadores de propaganda, agrônomos, arquitetos,
arquivistas, assistentes sociais, atuários, auxiliares de
laboratório, bibliotecários, biólogos, biomédicos,
cirurgiões dentistas, contabilistas, economistas
domésticos, economistas, enfermeiros, engenheiros,
estatísticos, farmacêuticos, fisioterapeutas, terapeutas
ocupacionais, fonoaudiólogos, geógrafos, geólogos,
guias de turismo, jornalistas profissionais, leiloeiros
rurais, leiloeiros, massagistas, médicos,
meteorologistas, nutricionistas, psicólogos, publicitários,
químicos, radialistas, secretárias, taquígrafos, técnicos
de arquivos, técnicos em biblioteconomia, técnicos em
radiologia e tecnólogos.
INSS – INAPLICABILIDADE
DA RETENÇÃO:
Art. 175. A entidade beneficente de assistência social
em gozo de isenção, a empresa optante pelo
SIMPLES, o sindicato da categoria de trabalhadores
avulsos, o OGMO, o operador portuário e a
cooperativa de trabalho, quando forem contratantes de
serviços mediante cessão de mão-de-obra ou
empreitada, estão obrigados a efetuar a retenção
sobre o valor da nota fiscal, fatura ou recibo de
prestação de serviços e ao recolhimento da
importância retida em nome da empresa contratada,
observadas as demais disposições previstas neste
Capítulo.
 Art. 176. Não se aplica o instituto da retenção:

I - à contratação de serviços prestados por


trabalhadores avulsos por intermédio de sindicato da
categoria ou de órgão gestor de mão-de-obra
(OGMO);
INSS – INAPLICABILIDADE
DA RETENÇÃO:
II - à empreitada total, quando a empresa
construtora assume a responsabilidade direta e total
por obra de construção civil ou repasse o contrato
integralmente a outra construtora, aplicando-se,
neste caso, o instituto da solidariedade, conforme
disposições previstas da Seção III do Capítulo X
deste Titulo;
III - à contratação de entidade beneficente de
assistência social isenta de contribuições sociais;
IV - ao contribuinte individual equiparado à empresa,
à pessoa física, à missão diplomática e à repartição
consular de carreira estrangeira;
V - à contratação de serviços de transporte de
cargas, a partir de 10 de junho de 2003, data da
publicação no Diário Oficial da União do Decreto nº
4.729, de 2003.
INSS – APURAÇÃO DA BASE DE
CÁLCULO DA RETENÇÃO:
 Art. 149. Os valores de materiais ou de
equipamentos, próprios ou de terceiros, exceto os
equipamentos manuais, fornecidos pela
contratada, discriminados no contrato e na nota
fiscal, na fatura ou no recibo de prestação de
serviços, não integram a base de cálculo da
retenção, desde que comprovados.

• §1º O valor do material fornecido ao contratante


ou o de locação de equipamento de terceiros,
utilizado na execução do serviço, não poderá ser
superior ao valor de aquisição ou de locação para
fins de apuração da base de cálculo da retenção.
INSS – APURAÇÃO DA BASE DE
CÁLCULO DA RETENÇÃO:
• §2º Para os fins do §1º, a contratada manterá
em seu poder, para apresentar à fiscalização da
SRP, os documentos fiscais de aquisição do
material ou o contrato de locação de
equipamentos, conforme o caso, relativos ao
material ou equipamentos cujos valores foram
discriminados na nota fiscal, fatura ou recibo de
prestação de serviços.

• §3º Considera-se discriminação no contrato os


valores nele consignados, relativos ao material ou
equipamentos, ou os previstos em planilha à
parte, desde que esta seja parte integrante do
contrato mediante cláusula nele expressa.
INSS – APURAÇÃO DA BASE DE
CÁLCULO DA RETENÇÃO:
Art. 150. Os valores de materiais ou de equipamentos,
próprios ou de terceiros, exceto os equipamentos
manuais, cujo fornecimento pela contratada esteja apenas
previsto em contrato, desde que discriminados na nota
fiscal, na fatura ou no recibo de prestação de serviços, não
integram a base de cálculo da retenção, devendo o valor
desta corresponder no mínimo a (Nova redação dada pela
IN MPS SRP nº 20, de 11/01/2007)
I – 50% (cinqüenta por cento) do valor bruto da nota fiscal,
da fatura ou do recibo de prestação de serviços;
II – 30% (trinta por cento) do valor bruto da nota fiscal, da
fatura ou do recibo de prestação de serviços para os
serviços de transporte passageiros, cujas despesas de
combustível e de manutenção dos veículos corram por
conta da contratada;
III – 65% (sessenta e cinco por cento) quando se referir à
limpeza hospitalar e 80% (oitenta por cento) quando se
referir aos demais tipos de limpezas, do valor bruto da
nota fiscal, fatura ou recibo de prestação de serviços.
MODELO NF
Transporte
INSS – APURAÇÃO DA BASE DE
CÁLCULO DA RETENÇÃO:
§1º Se a utilização de equipamento for inerente à
execução dos serviços contratados, desde que haja a
discriminação de valores na nota fiscal, na fatura ou no
recibo de prestação de serviços: (Nova redação dada pela
IN MPS SRP nº 20, de 11/01/2007)

I - e o seu fornecimento e os respectivos valores


constarem em contrato, aplica-se o disposto no art. 149;
(Nova redação dada pela IN MPS SRP nº 20, de
11/01/2007)
II – não havendo discriminação de valores em contrato,
independentemente da previsão contratual do
fornecimento de equipamento, a base de cálculo da
retenção corresponderá, no mínimo, para a prestação de
serviços em geral, a cinqüenta por cento do valor bruto da
nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços
e, no caso da prestação de serviços na área da
construção civil, aos percentuais abaixo relacionados:
(Nova redação dada pela IN MPS SRP nº 20, de
11/01/2007;
INSS – APURAÇÃO DA BASE DE
CÁLCULO DA RETENÇÃO:
a) dez por cento para pavimentação asfáltica; (Incluído
pela IN MPS SRP nº 20, de 11/01/2007)

b) quinze por cento para terraplenagem, aterro sanitário


e dragagem; (Incluído pela IN MPS SRP nº 20, de
11/01/2007)

c) quarenta e cinco por cento para obras de arte


(pontes ou viadutos); (Incluído pela IN MPS SRP nº 20,
de 11/01/2007)

d) cinqüenta por cento para drenagem; e (Incluído pela


IN MPS SRP nº 20, de 11/01/2007)

e) trinta e cinco por cento para os demais serviços


realizados com a utilização de equipamentos, exceto os
manuais. (Renumerado pela IN MPS SRP nº 20, de
11/01/2007)
INSS – APURAÇÃO DA BASE
DE CÁLCULO DA RETENÇÃO:
§2º Quando na mesma nota fiscal, fatura ou
recibo de prestação de serviços constar a
execução de mais de um dos serviços referidos
nos incisos I a V do §1° deste artigo, cujos valores
não constem individualmente discriminados na
nota fiscal, na fatura, ou no recibo, deverá ser
aplicado o percentual correspondente a cada tipo
de serviço, conforme disposto em contrato, ou o
percentual maior, se o contrato não permitir
identificar o valor de cada serviço.
INSS – APURAÇÃO DA BASE DE
CÁLCULO DA RETENÇÃO:
§3º Aplica-se aos procedimentos estabelecidos neste
artigo o disposto nos §§1° e 2º do art. 149.
Art. 151. Não existindo previsão contratual de
fornecimento de material ou utilização de equipamento e o
uso deste equipamento não for inerente ao serviço,
mesmo havendo discriminação de valores na nota fiscal,
na fatura ou no recibo de prestação de serviços, a base de
cálculo da retenção será o valor bruto da nota fiscal, da
fatura ou do recibo de prestação de serviços, exceto no
caso do serviço de transporte de passageiros, para o qual
a base de cálculo da retenção corresponderá, no mínimo,
à prevista no inciso II do art. 150. (Nova redação dada
pela IN MPS SRP nº 20, de 11/01/2007.
 Parágrafo único. Na falta de discriminação de valores na
nota fiscal, na fatura ou no recibo de prestação de
serviços, a base de cálculo da retenção será o seu valor
bruto, ainda que exista previsão contratual para o
fornecimento de material ou utilização de equipamento,
com ou sem discriminação de valores em contrato.
INSS – DEDUÇÕES DA BASE DE
CÁLCULO DA RETENÇÃO:
 Art. 152. Poderão ser deduzidas da base de
cálculo da retenção as parcelas que estiverem
discriminadas na nota fiscal, na fatura ou no
recibo de prestação de serviços, que
correspondam:

I - ao custo da alimentação in natura fornecida


pela contratada, de acordo com os programas de
alimentação aprovados pelo Ministério do
Trabalho e Emprego - MTE, conforme Lei nº
6.321, de 1976;
II - ao fornecimento de vale-transporte de
conformidade com a legislação própria.
• Parágrafo único. A fiscalização da SRP poderá
exigir da contratada a comprovação das
deduções previstas neste artigo.
INSS – DEDUÇÕES DA BASE
DE CÁLCULO DA RETENÇÃO:
 Art. 153. O valor relativo à taxa de
administração ou de agenciamento, ainda que
figure discriminado na nota fiscal, na fatura ou no
recibo de prestação de serviços, não poderá ser
objeto de dedução da base de cálculo da
retenção, inclusive no caso de serviços prestados
por trabalhadores temporários.
 Parágrafo único. Na hipótese da empresa
contratada emitir duas notas fiscais, faturas ou
recibos, relativos ao mesmo serviço, uma
contendo o valor correspondente à taxa de
administração ou de agenciamento e a outra o
valor da remuneração dos trabalhadores
utilizados na prestação do serviço, a retenção
incidirá sobre o valor de cada uma dessas notas,
faturas ou recibos.
INSS – DESTAQUE
DA RETENÇÃO:
 Art. 154. Quando da emissão da nota fiscal, da
fatura ou do recibo de prestação de serviços, a
contratada deverá destacar o valor da retenção com
o título de “RETENÇÃO PARA A PREVIDÊNCIA
SOCIAL”, observado o disposto no art. 148.
• §1º O destaque do valor retido deverá ser
identificado logo após a descrição dos serviços
prestados, apenas para produzir efeito como parcela
dedutível no ato da quitação da nota fiscal, da fatura
ou do recibo de prestação de serviços, sem
alteração do valor bruto da nota, fatura ou recibo de
prestação de serviços.
• §2º A falta do destaque do valor da retenção,
conforme previsto no caput, constitui infração ao §1°
do art. 31 da Lei nº 8.212, de 1991.
MODELO NF
Enfermagem
INSS – DESTAQUE DA
RETENÇÃO:
 Art. 155. Caso haja subcontratação, poderão ser deduzidos do
valor da retenção a ser efetuada pela contratante os valores
retidos da subcontratada e comprovadamente recolhidos pela
contratada, desde que todos os documentos envolvidos se refiram
à mesma competência e ao mesmo serviço.
• §1º Para efeito do disposto no caput, a contratada deverá
destacar na nota fiscal, na fatura ou no recibo de prestação de
serviços as retenções da seguinte forma:
I - retenção para a Previdência Social: informar o valor
correspondente a onze por cento do valor bruto dos serviços,
ressalvados o disposto no parágrafo único do art. 140 e no art.
172;
II - dedução de valores retidos de subcontratadas: informar o valor
total correspondente aos valores retidos e recolhidos relativos aos
serviços subcontratados;
III - valor retido para a Previdência Social: informar o valor
correspondente à diferença entre a retenção, apurada na forma do
inciso I deste parágrafo, e a dedução efetuada conforme previsto
no inciso II deste parágrafo, que indicará o valor a ser
efetivamente retido pela contratante.
INSS – DESTAQUE
DA RETENÇÃO:
• §2º A contratada, juntamente com a sua nota
fiscal, fatura ou recibo de prestação de serviços,
deverá encaminhar à contratante cópia:

I - das notas fiscais, das faturas ou dos recibos de


prestação de serviços das subcontratadas com o
destaque da retenção;
II - dos comprovantes de arrecadação dos valores
retidos das subcontratadas;
III - das GFIP, elaboradas pelas subcontratadas,
onde conste no campo “CNPJ/CEI do
tomador/obra”, o CNPJ da contratada ou a
matrícula CEI da obra e, no campo “Denominação
social do tomador/obra”, a denominação social da
empresa contratada.
INSS – RECOLHIMENTO
DO VALOR RETIDO:
 Art. 156. A importância retida deverá ser recolhida pela
empresa contratante até o dia dois do mês seguinte ao da
emissão da nota fiscal, da fatura ou do recibo de
prestação de serviços, prorrogando-se este prazo para o
primeiro dia útil subseqüente quando não houver
expediente bancário neste dia, informando, no campo
identificador do documento de arrecadação, o CNPJ do
estabelecimento da empresa contratada e, no campo
nome ou denominação social, a denominação social
desta, seguida da denominação social da empresa
contratante.

 Art. 157. O órgão ou a entidade integrante do SIAFI


deverá recolher os valores retidos com base na nota fiscal
na fatura ou no recibo de prestação de serviços,
respeitando como data limite de pagamento o dia dois do
mês subseqüente ao da emissão da nota fiscal, da fatura
ou do recibo de prestação de serviços, observado o
disposto no art. 148.
INSS – RECOLHIMENTO
DO VALOR RETIDO:
Art. 156. A importância retida deverá ser recolhida pela
empresa contratante até o dia vinte do mês seguinte ao da
emissão da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de
serviços, prorrogando-se este prazo para o primeiro dia útil
subseqüente quando não houver expediente bancário neste dia,
informando, no campo identificador do documento de
arrecadação, o CNPJ do estabelecimento da empresa
contratada e, no campo nome ou denominação social, a
denominação social desta, seguida da denominação social da
empresa contratante. (Nova redação dada pela IN MPS/SRP nº
23, de 30/04/2007)

Art. 157. O órgão ou a entidade integrante do SIAFI deverá


recolher os valores retidos com base na nota fiscal, na fatura ou
no recibo de prestação de serviços, respeitando como data limite
de pagamento o dia dez do mês subseqüente ao da emissão da
nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços,
observado o disposto no art. 148. (Nova redação dada pela IN
MPS/SRP nº 23, de 30/04/2007)
INSS – RECOLHIMENTO
DO VALOR RETIDO:
Art. 158. Quando por um mesmo estabelecimento da
contratada forem emitidas mais de uma nota fiscal, fatura ou
recibo de prestação de serviços para um mesmo
estabelecimento da contratante, na mesma competência, sobre
as quais houve retenção, a contratante deverá efetuar o
recolhimento dos valores retidos, em nome da contratada, num
único documento de arrecadação.
Art. 159. A falta de recolhimento, no prazo legal, das
importâncias retidas configura, em tese, crime contra a
Previdência Social previsto no art. 168-A do Código Penal,
introduzido pela Lei nº 9.983, de 2000, ensejando a emissão de
Representação Fiscal para Fins Penais - RFFP, na forma do art.
616.
Art. 160. A empresa contratada poderá consolidar, num único
documento de arrecadação, por competência e por
estabelecimento, as contribuições incidentes sobre a
remuneração de todos os segurados envolvidos na prestação de
serviços e dos segurados alocados no setor administrativo,
compensando os valores retidos com as contribuições devidas à
Previdência Social pelo estabelecimento.
Preenchimento
da GPS

Código
Descrição
Pgtos
2631 Contribuição retida sobre a NF/Fatura da empresa prestadora de serviço - CNPJ
Contribuição retida sobre NF/Fatura da prestadora de serviço - CNPJ (Uso Exclusivo do Órgão
2640 do Poder Público - Administração direta, Autarquia e Fundação Federal, Estadual, do Distrito
Federal ou Municipal, contratante do serviço).
2658 Contribuição retida sobre a NF/Fatura da empresa prestadora de serviço - CEI
Contribuição retida sobre NF/Fatura da prestadora de serviço - CEI (Uso Exclusivo do Órgão do
2682 Poder Público - Administração Direta, Autarquia e Fundação Federal, Estadual, do Distrito
Federal ou Municipal, contratante do serviço)
INSS – RECOLHIMENTO
DO VALOR EM ATRASO:

No caso de recolhimento em atraso, o valor


principal deverá ser acrescido de juros e
multa, conforme regras estabelecidas pela
MP Nº 449 de 04.12.2008:

a) 0,33% ao dia de atraso, limitado a 20%

b) Juros pela taxa Selic a partir do mês


seguinte ao do vencimento
INSS – OBRIGAÇÕES DA
EMPRESA CONTRADA:
 Art. 161. A empresa contratada deverá
elaborar:
I - folhas de pagamento distintas e o respectivo
resumo geral, para cada estabelecimento ou
obra de construção civil da empresa contratante,
relacionando todos os segurados alocados na
prestação de serviços, na forma prevista no
inciso III do art. 60;
II - GFIP com as informações relativas aos
tomadores de serviços, para cada
estabelecimento da empresa contratante ou
cada obra de construção civil, utilizando o
código de recolhimento próprio da atividade,
conforme normas previstas no Manual da GFIP;
INSS – OBRIGAÇÕES DA
EMPRESA CONTRADA:
III - demonstrativo mensal por contratante e por
contrato, assinado pelo seu representante legal,
contendo:
a) a denominação social e o CNPJ da
contratante ou a matrícula CEI da obra de
construção civil;
b) o número e a data de emissão da nota fiscal,
fatura ou recibo de prestação de serviços;
c) o valor bruto, o valor retido e o valor liquido
recebido relativo à nota fiscal, fatura ou recibo
de prestação de serviços;
d) a totalização dos valores e sua consolidação
por obra de construção civil ou por
estabelecimento da contratante, conforme o
caso.
INSS – OBRIGAÇÕES DA
EMPRESA CONTRADA:
 Art. 162. A empresa contratada fica dispensada de
elaborar folha de pagamento e GFIP com informações
distintas por estabelecimento ou obra de construção civil
em que realizar tarefa ou prestar serviços, quando,
comprovadamente, utilizar os mesmos segurados para
atender a várias empresas contratantes, alternadamente,
no mesmo período, inviabilizando a individualização da
remuneração desses segurados por tarefa ou por serviço
contratado.
 Parágrafo único. São considerados serviços prestados
alternadamente, aqueles em que a tarefa ou o serviço
contratado seja executado por trabalhador ou equipe de
trabalho em vários estabelecimentos ou várias obras de
uma mesma contratante ou de vários contratantes, por
etapas, numa mesma competência, e que envolvam os
serviços que não compõem o CUB, relacionados no
Anexo XIV.
INSS – OBRIGAÇÕES DA
EMPRESA CONTRADA:
 Art. 163. A contratada, legalmente obrigada a manter
escrituração contábil formalizada, está obrigada a registrar,
mensalmente, em contas individualizadas, todos os fatos
geradores de contribuições sociais, inclusive a retenção sobre o
valor da prestação de serviços, conforme disposto no inciso IV
do art. 60.

 Art. 164. O lançamento da retenção na escrituração contábil,


de que trata o art. 163, deverá discriminar:
I - o valor bruto dos serviços;
II - o valor da retenção;
III - o valor líquido a receber.

 Parágrafo único. Na contabilidade em que houver lançamento


pela soma total das notas fiscais, faturas ou recibos de
prestação de serviços e pela soma total da retenção, por mês,
por contratante, a empresa contratada deverá manter em
registros auxiliares a discriminação desses valores, por
contratante, conforme disposto no inciso III do art. 161.
INSS – RETENÇÃO NA
CONSTRUÇÃO CIVIL:

 Art. 169. Na construção civil, sujeita-se à


retenção de que trata o art. 140, observado o
disposto no art. 172:
I - a prestação de serviços mediante contrato de
empreitada parcial, conforme definição contida
na alínea “b” do inciso XXVIII, do art. 413;
II - a prestação de serviços mediante contrato
de subempreitada, conforme definição contida
no inciso XXIX, do art. 413;
III - a prestação de serviços tais como os
discriminados no Anexo XIII;
IV - a reforma de pequeno valor, conforme
definida no inciso V do art. 413.
INSS – RETENÇÃO NA
CONSTRUÇÃO CIVIL -
CONCEITOS:
 De acordo com o artigo 413 da Instrução
Normativa MPS/SRP nº 03/2005, considera-se
obra de construção civil, a construção, a
demolição, a reforma, a ampliação de edificação
ou qualquer outra benfeitoria agregada ao solo
ou ao subsolo.

 Entende-se contrato de construção civil ou


contrato de empreitada (também conhecido
como contrato de execução de obra, contrato de
obra ou contrato de edificação), aquele
celebrado entre o proprietário do imóvel, o
incorporador, o dono da obra ou o condômino e
uma empresa, para a execução de obra ou
serviço de construção civil, no todo ou em parte,
podendo ser:
INSS – RETENÇÃO NA
CONSTRUÇÃO CIVIL -
CONCEITOS:
a) total, quando celebrado exclusivamente
com empresa construtora, que assume a
responsabilidade direta pela execução de
todos os serviços necessários à realização
da obra, compreendidos em todos os
projetos a ela inerentes, com ou sem
fornecimento de material;

b) parcial, quando celebrado com empresa


construtora ou prestadora de serviços na
área de construção civil, para execução de
parte da obra, com ou sem fornecimento de
material;
INSS – RETENÇÃO NA
CONSTRUÇÃO CIVIL -
CONCEITOS:
 Contrato de subempreitada é aquele
celebrado entre a empreiteira ou qualquer
empresa subcontratada e outra empresa, para
executar obra ou serviço de construção civil, no
todo ou em parte, com ou sem fornecimento de
material.

 Reforma de pequeno valor é aquela de


responsabilidade de pessoa jurídica, que possui
escrituração contábil regular, em que não há
alteração de área construída, cujo custo
estimado total, incluindo material e mão-de-
obra, não ultrapasse o valor de vinte vezes o
limite máximo do salário de contribuição vigente
na data de início da obra.
INSS – RETENÇÃO NA
CONSTRUÇÃO CIVIL:
 Art. 170. Não se sujeita à retenção, a
prestação de serviços de:
I - administração, fiscalização, supervisão ou
gerenciamento de obras;
II - assessoria ou consultoria técnicas;
III - controle de qualidade de materiais;
IV - fornecimento de concreto usinado, de
massa asfáltica ou de argamassa usinada ou
preparada;
V - jateamento ou hidrojateamento;
VI - perfuração de poço artesiano;
VII - elaboração de projeto da construção
civil;
INSS – RETENÇÃO NA
CONSTRUÇÃO CIVIL:
VIII - ensaios geotécnicos de campo ou de
laboratório (sondagens de solo, provas de carga,
ensaios de resistência, amostragens, testes em
laboratório de solos ou outros serviços afins);
IX - serviços de topografia;
X - instalação de antena coletiva;
XI - instalação de aparelhos de ar
condicionado, de refrigeração, de ventilação, de
aquecimento, de calefação ou de exaustão;
XII - instalação de sistemas de ar
condicionado, de refrigeração, de ventilação, de
aquecimento, de calefação ou de exaustão,
quando a venda for realizada com emissão
apenas da nota fiscal de venda mercantil; (Nova
redação dada pela IN MPS SRP nº 20, de
11/01/2007;
INSS – RETENÇÃO NA
CONSTRUÇÃO CIVIL:

XIII - instalação de estrutura metálica, de


equipamento ou de material, quando a
venda for realizada com emissão apenas
da nota fiscal de venda mercantil;
XIV- locação de caçamba;
XV - locação de máquinas, de ferramentas,
de equipamentos ou de outros utensílios
sem fornecimento de mão-de-obra;
XVI - fundações especiais.
INSS – RETENÇÃO NA
CONSTRUÇÃO CIVIL:
 Parágrafo único. Quando na prestação dos
serviços relacionados nos incisos XII e XIII do
caput, houver emissão de nota fiscal, fatura ou
recibo de prestação de serviços relativa à mão-de-
obra utilizada na instalação do material ou do
equipamento vendido, os valores desses serviços
integrarão a base de cálculo da retenção.

 Art. 171. Caso haja, para a mesma obra,


contratação de serviço relacionado no art. 170 e,
simultaneamente, o fornecimento de mão-de-obra
para execução de outro serviço sujeito à retenção,
aplicar-se-á a retenção apenas a este serviço,
desde que os valores estejam discriminados na
nota fiscal, fatura ou recibo de prestação de
serviços.
INSS – RESTITUIÇÃO
E COMPENSAÇÃO:
 A restituição e a compensação de quantias
recolhidas a título de tributo administrado pela
Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), a
restituição e a compensação de outras receitas da
União arrecadadas mediante Documento de
Arrecadação de Receitas Federais (Darf) ou Guia
da Previdência Social (GPS) e o ressarcimento e a
compensação de créditos do Imposto sobre
Produtos Industrializados (IPI), da Contribuição
para o PIS/Pasep e da Contribuição para o
Financiamento da Seguridade Social (Cofins)
serão efetuados conforme o disposto nesta
Instrução Normativa.
INSS – RESTITUIÇÃO
E COMPENSAÇÃO:
Parágrafo único. O disposto neste artigo aplica-se ao
reembolso de quotas de salário-família e salário-
maternidade, bem como à restituição e à compensação
relativas a:
I - contribuições previdenciárias:
a) das empresas e equiparadas, incidentes sobre a
remuneração paga ou creditada aos segurados a seu
serviço, bem como sobre o valor bruto da nota fiscal ou
fatura de prestação de serviços, relativamente a serviços
que lhe são prestados por cooperados por intermédio de
cooperativas de trabalho;
b) dos empregadores domésticos;
c) dos trabalhadores, incidentes sobre seu salário de
contribuição;
d) instituídas a título de substituição;
e) valores referentes à retenção de contribuições
previdenciárias na cessão de mão-de-obra e na
empreitada; e
II - contribuições recolhidas para outras entidades ou
fundos.
INSS – DA RESTITUIÇÃO DA
RETENÇÃO INDEVIDA OU A
MAIOR
 Art. 8º O sujeito passivo que promoveu
retenção indevida ou a maior de tributo
administrado pela RFB no pagamento ou
crédito a pessoa física ou jurídica, efetuou o
recolhimento do valor retido e devolveu ao
beneficiário a quantia retida indevidamente
ou a maior, poderá pleitear sua restituição
na forma do § 1º ou do § 2º do art. 3º,
ressalvadas as retenções das contribuições
previdenciárias de que trata o art. 18.
INSS – DA RESTITUIÇÃO DA
RETENÇÃO INDEVIDA OU A
MAIOR
 § 1º A devolução a que se refere o caput deverá ser
acompanhada:
I - do estorno, pela fonte pagadora e pelo beneficiário
do pagamento ou crédito, dos lançamentos contábeis
relativos à retenção indevida ou a maior;
II - da retificação, pela fonte pagadora, das
declarações já apresentadas à RFB e dos
demonstrativos já entregues à pessoa física ou
jurídica que sofreu a retenção, nos quais referida
retenção tenha sido informada;
III - da retificação, pelo beneficiário do pagamento ou
crédito, das declarações já apresentadas à RFB nas
quais a referida retenção tenha sido informada ou
utilizada na dedução de tributo.
 § 2º O sujeito passivo poderá utilizar o crédito
correspondente à quantia devolvida na compensação
de débitos relativos aos tributos administrados pela
RFB na forma do art. 34.
INSS – DA RESTITUIÇÃO DA
RETENÇÃO INDEVIDA OU A
MAIOR
 Art. 9º Ressalvado o disposto no art. 8º, o sujeito
passivo que promoveu retenção indevida ou a maior
de tributo administrado pela RFB no pagamento ou
crédito a pessoa física ou jurídica poderá deduzir esse
valor da importância devida em período subseqüente
de apuração, relativa ao mesmo tributo, desde que a
quantia retida indevidamente tenha sido recolhida.
§ 1º Tratando-se de retenção efetuada no pagamento
ou crédito a pessoa física, na hipótese de retenção
indevida ou a maior de imposto de renda incidente
sobre rendimentos sujeitos ao ajuste anual, a
dedução deverá ser efetuada até o término do ano-
calendário da retenção.
§ 2º Para fins do disposto no caput, consideram-se
tributos diferentes o imposto de renda incidente sobre
rendimentos sujeitos ao ajuste anual e o imposto de
renda incidente sobre rendimentos sujeitos à
tributação exclusiva.
INSS – DA RESTITUIÇÃO DA
RETENÇÃO INDEVIDA OU A
MAIOR
 § 3º A pessoa jurídica que retiver indevidamente ou
a maior imposto de renda no pagamento ou crédito a
pessoa física e que adotar o procedimento previsto no
caput deverá:
I - ao preencher a Declaração do Imposto de Renda
Retido na Fonte (Dirf), informar: a) no mês da referida
retenção, o valor retido; e b) no mês da dedução, o
valor do imposto de renda na fonte devido, líquido da
dedução;
II - ao preencher a Declaração de Débitos e Créditos
Tributários Federais (DCTF), informar no mês da
retenção e no mês da dedução, como débito, o valor
efetivamente pago.

 § 4º O disposto no caput não se aplica ao valor


retido relativo ao IRPJ, à CSLL, à Contribuição para o
PIS/Pasep, à Cofins e às contribuições
previdenciárias.
INSS – DA RESTITUIÇÃO DA
RETENÇÃO INDEVIDA OU A
MAIOR
 Art. 10. Não ocorrendo a devolução prevista no art. 8º
ou a dedução nos termos do art. 9º, a restituição do
indébito de imposto de renda retido sobre rendimentos
sujeitos ao ajuste anual, bem como a restituição do
indébito de imposto de renda pago a título de
recolhimento mensal obrigatório (carnê-leão), será
requerida pela pessoa física à RFB exclusivamente
mediante a apresentação da DIRPF.
§ 1º Na hipótese de rendimento isento ou não-tributável
declarado na DIRPF como rendimento sujeito à
incidência de imposto de renda e ao ajuste anual, a
restituição do indébito de imposto de renda será
pleiteada exclusivamente mediante a apresentação da
DIRPF retificadora.
§ 2º Aplica-se o disposto nos §§ 1º e 2º do art. 3º e no §
1º do art. 34 ao indébito de imposto de renda retido no
pagamento ou crédito a pessoa física de rendimentos
sujeitos à tributação exclusiva, bem como aos valores
pagos indevidamente a título de quotas do Imposto sobre
a Renda da Pessoa Física (IRPF).
INSS – DA RESTITUIÇÃO DA
RETENÇÃO INDEVIDA OU A
MAIOR
 Art. 11. A pessoa jurídica tributada pelo
lucro real, presumido ou arbitrado que sofrer
retenção indevida ou a maior de imposto de
renda ou de CSLL sobre rendimentos que
integram a base de cálculo do imposto ou
da contribuição somente poderá utilizar o
valor retido na dedução do IRPJ ou da
CSLL devida ao final do período de
apuração em que houve a retenção ou para
compor o saldo negativo de IRPJ ou de
CSLL do período.
INSS – DA RESTITUIÇÃO DE VALORES
REFERENTES À RETENÇÃO DE
CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS
NA CESSÃO DE MÃO-DE-OBRA E NA
EMPREITADA
 Art. 17. A empresa prestadora de serviços que
sofreu retenção de contribuições previdenciárias no
ato da quitação da nota fiscal, da fatura ou do recibo
de prestação de serviços que não optar pela
compensação dos valores retidos, na forma do art. 48,
ou, se após a compensação, restar saldo em seu
favor, poderá requerer a restituição do valor não
compensado, desde que a retenção esteja destacada
na nota fiscal, na fatura ou no recibo de prestação de
serviços e declarada em Guia de Recolhimento do
Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e
Informações à Previdência Social (GFIP). Parágrafo
único. Na falta de destaque do valor da retenção na
nota fiscal, fatura ou recibo de prestação de serviços,
a empresa contratada somente poderá receber a
restituição pleiteada se comprovar o recolhimento do
valor retido pela empresa contratante.
INSS – DA RESTITUIÇÃO DE VALORES
REFERENTES À RETENÇÃO DE
CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS
NA CESSÃO DE MÃO-DE-OBRA E NA
EMPREITADA
 Art. 18. Na hipótese de a empresa contratante
efetuar recolhimento de valor retido em duplicidade
ou a maior, o pedido de restituição poderá ser
apresentado pela empresa contratada ou pela
empresa contratante.
Parágrafo único. Quando se tratar de pedido feito
pela empresa contratante, esta deverá apresentar:
I - autorização expressa de responsável legal pela
empresa contratada com poderes específicos para
requerer e receber a restituição, em que conste a
competência em que houve recolhimento em
duplicidade ou de valor a maior;
II - declaração firmada pelo outorgante, sob as
penas da lei, de que não compensou e nem foi
restituído dos valores requeridos pela outorgada.
INSS – DA RESTITUIÇÃO DE VALORES
REFERENTES À RETENÇÃO DE
CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS
NA CESSÃO DE MÃO-DE-OBRA E NA
EMPREITADA

 Art. 19. A restituição de que trata esta Seção


será requerida pelo sujeito passivo por meio
do programa PER/DCOMP ou, na
impossibilidade de sua utilização, mediante a
apresentação do formulário Pedido de
Restituição de Retenção Relativa a
Contribuição Previdenciária constante do
Anexo IV, ao qual deverão ser anexados
documentos comprobatórios do direito
creditório.
INSS – DA COMPENSAÇÃO DE
CONTRIBUIÇÕES
PREVIDENCIÁRIAS
 Art. 44. O sujeito passivo que apurar crédito
relativo às contribuições previdenciárias
previstas nas alíneas "a" a "d" do inciso I do
parágrafo único do art. 1º, passível de restituição
ou de reembolso, poderá utilizá-lo na
compensação de contribuições previdenciárias
correspondentes a períodos subseqüentes.
§ 1º Para efetuar a compensação o sujeito
passivo deverá estar em situação regular relativa
aos créditos constituídos por meio de auto de
infração ou notificação de lançamento, aos
parcelados e aos débitos declarados,
considerando todos os seus estabelecimentos e
obras de construção civil, ressalvados os débitos
cuja exigibilidade esteja suspensa.
INSS – DA COMPENSAÇÃO DE
CONTRIBUIÇÕES
PREVIDENCIÁRIAS
§ 2º O crédito decorrente de pagamento ou de
recolhimento indevido poderá ser utilizado entre os
estabelecimentos da empresa, exceto obras de
construção civil, para compensação com
contribuições previdenciárias devidas.
§ 3º Caso haja pagamento indevido relativo a obra de
construção civil encerrada ou sem atividade, a
compensação poderá ser realizada pelo
estabelecimento responsável pelo faturamento da
obra.
§ 4º A compensação poderá ser realizada com as
contribuições incidentes sobre o décimo terceiro
salário.
§ 5º A empresa ou equiparada poderá efetuar a
compensação de valor descontado indevidamente de
sujeito passivo e efetivamente recolhido, desde que
seja precedida do ressarcimento ao sujeito passivo.
INSS – DA COMPENSAÇÃO DE
CONTRIBUIÇÕES
PREVIDENCIÁRIAS
§ 6º É vedada a compensação de contribuições
previdenciárias com o valor recolhido indevidamente
para o Simples Nacional, instituído pela Lei
Complementar nº 123, de 2006, e o Sistema
Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições
das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte
(Simples), instituído pela Lei nº 9.317, de 5 de
dezembro de 1996.

§ 7º A compensação deve ser informada em GFIP na


competência de sua efetivação.
Art. 45. No caso de compensação indevida, o sujeito
passivo deverá recolher o valor indevidamente
compensado, acrescido de juros e multa de mora
devidos.
Parágrafo único. Caso a compensação indevida
decorra de informação incorreta em GFIP, deverá ser
apresentada declaração retificadora
INSS – DA COMPENSAÇÃO DE
CONTRIBUIÇÕES
PREVIDENCIÁRIAS
 Art. 46. A Na hipótese de compensação
indevida, quando se comprove falsidade da
declaração apresentada pelo sujeito passivo, o
contribuinte estará sujeito à multa isolada
aplicada no percentual previsto no inciso I do
caput do art. 44 da Lei no 9.430, de 1996,
aplicado em dobro, e terá como base de cálculo
o valor total do débito indevidamente
compensado.

 Art. 47. É vedada a compensação pelo sujeito


passivo das contribuições destinadas a outras
entidades ou fundos.
INSS – DA COMPENSAÇÃO DE
VALORES REFERENTES À RETENÇÃO
DE CONTRIBUIÇÕES
PREVIDENCIÁRIAS NA CESSÃO DE
MÃO-DE-OBRA E NA EMPREITADA
 Art. 48. A empresa prestadora de serviços que sofreu
retenção no ato da quitação da nota fiscal, da fatura ou
do recibo de prestação de serviços, poderá compensar o
valor retido quando do recolhimento das contribuições
previdenciárias, inclusive as devidas em decorrência do
décimo terceiro salário, desde que a retenção esteja:
I - declarada em GFIP na competência da emissão da
nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de
serviços; e
II - destacada na nota fiscal, na fatura ou no recibo de
prestação de serviços ou que a contratante tenha
efetuado o recolhimento desse valor.
§ 1º A compensação da retenção somente poderá ser
efetuada com as contribuições previdenciárias, não
podendo absorver contribuições destinadas a outras
entidades ou fundos, as quais deverão ser recolhidas
integralmente pelo sujeito passivo.
INSS – DA COMPENSAÇÃO DE
VALORES REFERENTES À RETENÇÃO
DE CONTRIBUIÇÕES
PREVIDENCIÁRIAS NA CESSÃO DE
MÃO-DE-OBRA E NA EMPREITADA
§ 2º Para fins de compensação da importância retida, será
considerada como competência da retenção o mês da
emissão da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação
de serviços.
§ 3º O saldo remanescente em favor do sujeito passivo
poderá ser compensado nas competências subseqüentes,
devendo ser declarada em GFIP na competência de sua
efetivação, ou objeto de restituição, na forma dos arts. 17 a
19.
§ 4º A compensação do valor retido somente poderá ser feita
pelo estabelecimento que sofreu a retenção.
§ 5º A compensação dos valores retidos, nos casos de obra
de construção civil mediante empreitada total, deve ser
realizada na matrícula do Cadastro Específico do INSS (CEI)
da obra para a qual foi efetuada a retenção.
§ 6º No caso de obra de construção civil, é admitida a
compensação de saldo de retenção com as contribuições
referentes ao estabelecimento responsável pelo faturamento
da obra.
INSS – DA COMPENSAÇÃO DE
OFÍCIO
 Art. 49. A autoridade competente da RFB, antes de
proceder à restituição e ao ressarcimento de tributo,
deverá verificar a existência de débito em nome do
sujeito passivo no âmbito da RFB e da PGFN.

§ 1º Verificada a existência de débito, ainda que


consolidado em qualquer modalidade de
parcelamento, inclusive de débito já encaminhado
para inscrição em Dívida Ativa, de natureza tributária
ou não, o valor da restituição ou do ressarcimento
deverá ser utilizado para quitá-lo, mediante
compensação em procedimento de ofício.
§ 2º Previamente à compensação de ofício, deverá
ser solicitado ao sujeito passivo que se manifeste
quanto ao procedimento no prazo de 15 (quinze) dias,
contados do recebimento de comunicação formal
enviada pela RFB, sendo o seu silêncio considerado
como aquiescência.
INSS – DA COMPENSAÇÃO DE
OFÍCIO
§ 3º Na hipótese de o sujeito passivo discordar da
compensação de ofício, a autoridade da RFB
competente para efetuar a compensação reterá o
valor da restituição ou do ressarcimento até que o
débito seja liquidado.

§ 4º Havendo concordância do sujeito passivo,


expressa ou tácita, quanto à compensação, esta será
efetuada.

§ 5º O crédito em favor do sujeito passivo que


remanescer do procedimento de ofício de que trata o
§ 4º ser-lhe-á restituído ou ressarcido.

§ 6º Quando se tratar de pessoa jurídica, a verificação


da existência de débito deverá ser efetuada em
relação a todos os seus estabelecimentos, inclusive
obras de construção civil.
INSS – DA COMPENSAÇÃO DE
OFÍCIO
§ 7º O disposto no caput não se aplica ao
reembolso.
Art. 50. Na hipótese de restituição das
contribuições de que tratam os incisos I e II do
parágrafo único do art. 1º, a compensação de
ofício será realizada em 1º (primeiro) lugar com
débitos dessas contribuições, observando-se a
seguinte ordem:

I - débitos cuja exigibilidade não esteja suspensa,


na ordem crescente dos prazos de prescrição;

II - parcelas vencidas e vincendas relativas ao


acordo de parcelamento, nos termos do art. 54.
INSS – DA COMPENSAÇÃO DE
OFÍCIO
O Parágrafo único. Remanescendo crédito a
restituir e existindo outros débitos no âmbito da
RFB e PGFN, o valor será utilizado na forma dos
arts. 51 e 52.

 Art. 51. Na hipótese de restituição ou


ressarcimento dos demais créditos ou do saldo
remanescente de que trata o parágrafo único do
art. 50, existindo no âmbito da RFB e da PGFN
débitos tributários vencidos e exigíveis do sujeito
passivo, exceto débitos de contribuições de que
tratam os incisos I e II do parágrafo único do art.
1º, observar-se-á, na compensação de ofício,
sucessivamente:

I - em 1º (primeiro) lugar, os débitos por obrigação


própria e, em 2º (segundo) lugar, os decorrentes
de responsabilidade tributária;
INSS – DA COMPENSAÇÃO DE
OFÍCIO
II - primeiramente, as contribuições de melhoria,
depois as taxas, em seguida, os impostos ou as
contribuições sociais;

III - na ordem crescente dos prazos de prescrição;

IV - na ordem decrescente dos montantes.

Parágrafo único. A prioridade de compensação


entre os débitos tributários relativos a juros e
multas exigidos de ofício isoladamente, inclusive
as multas decorrentes do descumprimento de
obrigações tributárias acessórias, bem como
entre referidos débitos e os valores devidos a
título de tributo, será determinada pela ordem
crescente dos prazos de prescrição.
INSS – DA COMPENSAÇÃO DE
OFÍCIO
 Art. 52. O crédito do sujeito passivo para com a
Fazenda Nacional que remanescer da compensação
de que trata o art. 51 deverá ser compensado de ofício
com os seguintes débitos do sujeito passivo, na ordem
a seguir apresentada:
I - o débito consolidado no âmbito do Refis ou do
parcelamento alternativo ao Refis;
II - o débito junto à RFB e à PGFN objeto do
parcelamento especial de que trata a Lei nº 10.684, de
2003;
III - o débito junto à RFB e à PGFN objeto do
parcelamento excepcional de que trata a Medida
Provisória nº 303, de 2006;
IV - o débito tributário objeto de parcelamento
concedido pela RFB ou pela PGFN que não se
enquadre nas hipóteses previstas nos incisos I, II e III;
V - o débito das contribuições de que tratam os incisos
I e II do parágrafo único do art. 1º, na ordem
estabelecida no art. 50;
VI - o débito de natureza não tributária.
INSS – DA COMPENSAÇÃO DE
OFÍCIO
 Art. 53. Na compensação de ofício, os créditos serão
valorados na forma prevista nos arts. 71 e 72, e os
débitos sofrerão a incidência de acréscimos e encargos
legais, na forma da legislação de regência, até a
seguinte data, quando se considera efetuada a
compensação:

I - da efetivação da compensação, quando se tratar de


débito relativo às contribuições de que tratam os
incisos I e II do parágrafo único do art. 1º ou
encaminhado à PGFN para inscrição em Dívida Ativa
da União;
II - da consolidação do débito do sujeito passivo, na
hipótese de compensação de débito incluído no Refis,
no parcelamento alternativo ao Refis, no parcelamento
especial de que trata a Lei nº 10.684, de 2003, ou no
parcelamento excepcional de que trata a Medida
Provisória nº 303, de 2006, com crédito originado em
data anterior à da consolidação;
INSS – DA COMPENSAÇÃO DE
OFÍCIO
III - da origem do direito creditório, na hipótese de
compensação de débito incluído no Refis, no
parcelamento alternativo ao Refis, no
parcelamento especial de que trata a Lei nº
10.684, de 2003, ou no parcelamento excepcional
de que trata a Medida Provisória nº 303, de 2006,
com crédito originado em data posterior à da
consolidação; ou IV - do consentimento, expresso
ou tácito, da compensação, nos demais casos.

Parágrafo único. A compensação de ofício do


débito do sujeito passivo será efetuada
obedecendo-se à proporcionalidade entre o
principal e respectivos acréscimos e encargos
legais.
INSS – DA COMPENSAÇÃO DE
OFÍCIO
 Art. 54. A compensação de ofício de débito
objeto de parcelamento será efetuada,
sucessivamente:

I - na ordem crescente da data de


vencimento das prestações vencidas; e

II - na ordem decrescente da data de


vencimento das prestações vincendas.
INSS – DAS DISPOSIÇÕES
COMUNS
 Art. 55. Homologada a compensação
declarada, expressa ou tacitamente, ou
consentida a compensação de ofício, a unidade
da RFB adotará os seguintes procedimentos:

I - debitará o valor bruto da restituição, acrescido


de juros, se cabíveis, ou do ressarcimento, à
conta do tributo respectivo;
II - creditará o montante utilizado para a quitação
dos débitos à conta do respectivo tributo e dos
respectivos acréscimos e encargos legais,
quando devidos;
III - registrará a compensação nos sistemas de
informação da RFB que contenham informações
relativas a pagamentos e compensações.
INSS – DAS DISPOSIÇÕES
COMUNS
IV - certificará, se for o caso:
a) no pedido de restituição ou de
ressarcimento, qual o valor utilizado na
quitação de débitos e, se for o caso, o saldo
a ser restituído ou ressarcido;
b) no processo de cobrança, qual o montante
do crédito tributário extinto pela
compensação e, sendo o caso, o saldo
remanescente do débito; e
V - expedirá aviso de cobrança, na hipótese
de saldo remanescente de débito, ou ordem
bancária, na hipótese de remanescer saldo a
restituir ou a ressarcir depois de efetuada a
compensação de ofício.
INSS – PRAZO PARA REQUERER
A RESTITUIÇÃO
 O direito de pleitear restituição de
contribuições ou de outras importâncias
extingue-se em 05 (cinco) anos contados da
data do vencimento para recolhimento da
retenção efetuada com base na nota fiscal,
fatura ou recibo de prestação de serviços.
MÓDULO:
IMPOSTO SOBRE
SERVIÇOS DE
QUALQUER
NATUREZA (ISSQN)
ISSQN – REGRA GERAL:

RECOLHIMENTO
 No local do estabelecimento prestador
 Na falta do estabelecimento, no local
do domicílio do prestador.

ESTABELECIMENTO PRESTADOR
 Onde o contribuinte desenvolva a
atividade de prestar serviços, de modo
permanente ou temporário, e que
configure unidade econômica ou
profissional.
ISSQN – REGRA GERAL:

 O contribuinte do ISS é o prestador


do serviço e a base de cálculo do
imposto é o preço do serviço.

 A alíquota mínima do Imposto Sobre


Serviços – ISS é de 2% e a máxima
será de 5%
ISSQN – BELO HORIZONTE:
Obrigados a proceder à retenção na fonte e
recolher o ISSQN retido, relativo aos serviços
tomados:

I - o órgão, a empresa e a entidade da


Administração Direta e Indireta da União, do
Estado e do Município;
II- a empresa concessionária de serviço público
responsável pelo fornecimento de energia
elétrica, de água ou de telecomunicação;
III - a instituição financeira ou equiparada
autorizada, pelo Banco Central do Brasil, a
funcionar;
IV - a companhia aérea ou seu representante;
V - a empresa de plano de saúde;
ISSQN – BELO HORIZONTE:

VI - a empresa ou a entidade que administre ou


explore loterias e outros jogos, apostas, sorteios,
prêmios ou similares;
(Vide o disposto no art. 5º do Decreto nº 11.956,
de 23/02/05)
VII - a empresa ou clube de seguro e
capitalização, bem como seu representante;
VIII - o tomador de serviço que tenha
despendido a partir do ano de 2002, com o
pagamento de serviços de terceiros, valor anual,
igual ou superior a R$240.000,00 (duzentos e
quarenta mil reais), apurado no exercício
financeiro correspondente ao ano civil anterior
ao do serviço tomado.
(Vide o disposto no art. 14 do Decreto nº 11.956,
de 23/02/05)
ISSQN – BELO HORIZONTE:
1º - O valor estabelecido no item VIII acima será apurado
considerando-se todas as despesas com serviço de terceiros,
inclusive com o serviço cujo prestador não esteja estabelecido
no Município, excluindo-se o valor referente às tarifas de
energia elétrica, telefonia, água e esgoto.
2º - O valor estabelecido no item VIII acima, apurado na forma
do item 1º, corresponderá, quando for o caso, ao somatório do
valor das despesas de todos os estabelecimentos do tomador,
situados no Município.
3º - O tomador de serviço de que trata o item VIII acima ficará
desobrigado desta responsabilidade se, durante 3 (três) anos
consecutivos, não despender, com serviço de terceiros, o valor
nele estabelecido.
4º - Quando as pessoas definidas nos itens I a VIII não
retiverem na fonte, no todo ou em parte, o ISSQN devido, fica o
prestador do serviço obrigado a recolher o imposto até o dia 5
(cinco) do mês imediatamente subseqüente ao do recebimento
de qualquer parcela do preço do respectivo serviço. (item 4º
acrescentado pelo art. 2º da Lei nº 9.334, de 06/02/07 - "DOM"
de 07/02/07)
MODELO NFS-e
Treinamento
ISSQN – BELO HORIZONTE:
São solidariamente responsáveis pela retenção e
recolhimento do ISSQN devido Em Belo
Horizonte, (Nova redação do caput deste art. 21
dada pelo art. 3º da Lei nº 9.334, de 06/02/07 -
"DOM" de 07/02/07):

I - o tomador ou intermediário de serviço


proveniente do exterior do País ou cuja prestação
se tenha iniciado em outro País;
II - o responsável, pessoa física ou jurídica, por
ginásio, estádio, teatro, salão e congêneres,
quanto aos eventos realizados nesses locais e,
supletivamente, o promotor ou o patrocinador,
pessoa física ou jurídica, quanto aos eventos por
ele promovidos ou patrocinados;
ISSQN – BELO HORIZONTE:
III - o tomador dos seguintes serviços, quando o prestador
não estiver formalmente estabelecido neste Município:

a. cessão de andaime, palco, cobertura e de outras estruturas


de uso temporário;
b. execução, por administração, empreitada ou
subempreitada, de obra de construção civil, hidráulica ou
elétrica e de obras semelhantes, inclusive sondagem,
perfuração de poço, escavação, drenagem e irrigação,
terraplanagem, pavimentação, concretagem, instalação e
montagem de produto, peça e equipamento;
c. demolição;
d. reparação, conservação e reforma de edifício, estrada,
ponte, porto e congêneres;
e. varrição, coleta, remoção, incineração, tratamento,
reciclagem, separação e destinação final de lixo, rejeitos e
outros resíduos;
ISSQN – BELO HORIZONTE:
f. limpeza, manutenção e conservação de via e logradouro público,
de imóvel, chaminé, piscina, parque, jardim e congêneres;
g. decoração, jardinagem, corte e poda de árvore;
h. controle e tratamento de efluentes de qualquer natureza e de
agente físico, químico e biológico;
i. florestamento, reflorestamento, semeadura, adubação e
congêneres;
j. escoramento, contenção de encostas e serviços congêneres;
k. limpeza e dragagem de rio, porto, canal, baía, lago, lagoa,
represa, açude e congêneres;
l. acompanhamento e fiscalização da execução de obras de
engenharia, arquitetura e urbanismo;
m. vigilância, segurança ou monitoramento de bens e pessoas;
n. fornecimento de mão-de-obra, mesmo em caráter temporário,
inclusive de empregado ou trabalhador, avulso ou temporário,
contratado pelo prestador de serviço;
o. planejamento, organização e administração de feira, exposição,
congresso e congêneres.
ISSQN – BELO HORIZONTE:
IV - o tomador de serviço, quando:

a. o prestador do serviço, obrigado a emitir Nota


Fiscal de Serviço ou documento equivalente,
deixar de fazê-lo ao tomador;
b. o prestador do serviço, estabelecido formal ou
informalmente no Município, emitir Nota Fiscal de
Serviço autorizada por outro município.
c. o prestador de serviços, pessoa física, deixar
de fornecer cópia da guia de recolhimento do
ISSQN - Autônomo correspondente ao último
trimestre imediatamente anterior à data do
pagamento do serviço. (Alínea "c" acrescentada
pelo art. 4º da Lei nº 9.334, de 06/02/07 - "DOM"
de 07/02/07)
ISSQN – BELO HORIZONTE:
V - o tomador do serviço, quando o
prestador do serviço for pessoa jurídica, cujo
estabelecimento previsto em seu ato
constitutivo para o exercício de suas
atividades, nos termos do art. 1.142 do
Código Civil, não existir de fato, conforme
apurado e declarado pela Fazenda Pública
do Município em processo administrativo
disciplinado em regulamento. (Inciso V
acrescentado pelo art. 1º da Lei nº 9.335, de
06/02/07 - "DOM" de 07/02/07) (Vide o
disposto no Decreto nº 12.689, de 20/04/07 -
"DOM" de 23/04/07).
ISSQN – BELO HORIZONTE:

 Parágrafo único - A responsabilidade


tributária acima prevista implica o
recolhimento integral do ISSQN,
independente de ter sido efetuada a sua
retenção.
ISSQN – BELO HORIZONTE:
O tomador de serviço, inclusive o órgão, a empresa e a
entidade da Administração Pública Direta e Indireta deixará
de reter o ISSQN na fonte, em qualquer hipótese prevista
nesta Lei, quando:
I - o prestador do serviço, em caso de serviço isento,
informar, em todas as vias do documento fiscal emitido, os
fundamentos legais indicativos desta situação;
II - o prestador do serviço, nos serviços imunes ou sujeitos ao
regime de estimativa, apresentar o despacho de
reconhecimento da imunidade tributária ou a certidão de
estimativa, dentro de seu prazo de validade, respectivamente,
e fizer constar na Nota Fiscal de Serviços, ou em outro
documento, o número do processo administrativo
correspondente; (Vide o disposto no art. 7º do Decreto nº
11.956, de 23/02/05)
III - o prestador do serviço for pessoa física inscrito no
Cadastro Mobiliário de Contribuintes de Tributos Municipais
fornecer cópia da guia de recolhimento do ISSQN - autônomo
correspondente ao último trimestre imediatamente anterior à
data do pagamento do serviço prestado; (Vide o disposto no
art. 4º do Decreto nº 11.956, de 23/02/05)
ISSQN – BELO HORIZONTE:
IV - o serviço for prestado por sociedade de profissionais, nos
termos do art. 13 desta Lei, e for fornecida cópia da guia de
recolhimento do ISSQN referente ao mês anterior ao da
prestação, tendo por base de cálculo o número de profissionais
habilitados;
V - o prestador do serviço apresentar a Nota Fiscal de Serviços
Avulsa relativa ao serviço tomado;
VI - o prestador do serviço for incentivador de projetos culturais,
no Município, e fornecer cópia do respectivo Certificado de
Incentivo Fiscal, conforme a legislação específica, dentro de seu
prazo de validade;
VII- o prestador do serviço for instituição financeira ou equiparada
autorizada, pelo Banco Central do Brasil, a funcionar;
VIII- o prestador de serviço for a Empresa Brasileira de Correios e
Telégrafos - ECT (Vide o disposto no art. 6º do Decreto nº 11.956,
de 23/02/05)
IX - o prestador do serviço for concessionário de serviço público
de telefonia, energia elétrica, água e esgoto, transporte de
passageiros, ou de serviço cuja cobrança seja efetuada mediante
conta emitida pela respectiva concessionária.
ISSQN – BELO HORIZONTE:
 As obrigações atribuídas às pessoas definidas nos arts.
20 e 21 desta Lei alcançam qualquer de seus
estabelecimentos, seja matriz, filial, agência, posto,
sucursal ou escritório, mesmo as que gozem de isenção
ou imunidade, o órgão, a empresa e a entidade da
Administração Pública direta e indireta, a empresa
individual, o cartório, bem como a associação, o sindicato
e o condomínio, que se equipara à pessoa jurídica quanto
à exigência de retenção e recolhimento do ISSQN. (Nova
redação do caput deste art. 23 dada pelo art. 6º da Lei nº
9.334, de 06/02/07 - "DOM" de 07/02/07)

 O descumprimento da obrigação de reter o ISSQN


devido comporta a aplicação de penalidade acessória
quando:
I - o tomador de serviço previsto no art. 20 da Lei 8725/03
deixar de fazê-la;
II - o responsável definido no art. 21 da mesma Lei deixar
de fazê-la, nos casos em que o prestador tiver recolhido o
imposto.
ISSQN – BELO HORIZONTE:

2º- O prestador do serviço responde supletivamente


em caso de descumprimento, total ou parcial, pelo
responsável, da obrigação citada acima.
3º - As alíquotas do ISSQN a ser retido na fonte são as
estabelecidas no artigo 14 da lei 8725/03.

 Em caso de serviço de propaganda e publicidade,


inclusive promoção de vendas, planejamento de
campanha ou sistema de publicidade, elaboração de
desenho, texto e demais materiais publicitários, a
retenção na fonte incidirá sobre o valor total pago à
agência de publicidade e propaganda, ainda que o
serviço tenha sido prestado por terceiros, excluído o
valor referente à veiculação de publicidade e
propaganda.
ISSQN – BELO HORIZONTE:
 Em caso de responsabilidade tributária pelo
ISSQN incidente sobre o serviço de execução,
por administração, empreitada ou subempreitada,
de obra de construção civil, hidráulica ou elétrica
e de obra semelhante, inclusive sondagem,
perfuração de poço, escavação, drenagem e
irrigação, terraplanagem, pavimentação,
concretagem e a instalação e montagem de
produto, peça e equipamento, bem como no caso
de reparação, conservação e reforma de edifício,
estrada, ponte, porto e congêneres, deve ser
retido, na fonte, o ISSQN apurado sobre o valor
total do documento fiscal de prestação do
serviço, excluído o valor, nele discriminado, do
material fornecido pelo prestador.
ISSQN – BELO HORIZONTE:
1º - Para efeito do acima citado, o valor a ser excluído da
base de cálculo do ISSQN a ser retido, relativo ao
material fornecido pelo prestador do serviço, não poderá
exceder o limite de 30% (trinta por cento) do valor total do
respectivo documento fiscal de prestação do serviço.
2º - Em caso de o valor do material fornecido ser superior
a 30% (trinta por cento) do valor total do documento
fiscal, o imposto retido em excesso poderá ser
descontado do valor do ISSQN próprio a ser recolhido
pelo prestador.

 O prestador do serviço-pessoa jurídica poderá


descontar do valor do ISSQN próprio, a vencer, o valor do
imposto indevidamente recolhido, inclusive o retido na
fonte por terceiros, sujeitando-se à ulterior verificação do
Fisco e, se for o caso, à imposição de multa, juros e
atualização monetária. (Vide o disposto no art. 11 do
Decreto nº 11.956, de 23/02/05)
MÓDULO
ESPECIAL:
SIMPLES NACIONAL
SIMPLES NACIONAL:
O Estatuto Nacional da Microempresa e da
Empresa de Pequeno Porte, instituído pela Lei
Complementar nº 123, de 14.12.2006 (DOU de
15.12.2006), alterada pela Lei Complementar nº
127, de 14.08.2007, e pela Lei Complementar nº
128, de 19.12.2008, dispõe sobre normas gerais
relativas ao tratamento diferenciado e favorecido
a ser dispensado a essas empresas, no âmbito
dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios.

O Projeto de Lei do qual resultou a Lei


Complementar nº 123/2006, em seu artigo 15,
previa que as micro e pequenas empresas,
optantes pelo Simples Nacional, não sofreriam
retenção na fonte de imposto de renda e das
contribuições sociais.
SIMPLES NACIONAL:
Esse dispositivo impedia, por exemplo, as
retenções do imposto de renda e das
contribuições sociais (PIS/Pasep, Cofins e CSLL)
relativas a serviços prestados a outras pessoas
jurídicas.

Essa dispensa também contemplava, dentre


outras, a retenção do imposto de renda em
relação aos rendimentos ou ganhos líquidos
auferidos em renda fixa ou variável, bem assim o
próprio IOF. O mencionado dispositivo, portanto,
era muito abrangente, dispensando inclusive a
retenção de tributos não abrangidos pelo regime
unificado, o que resultou no veto pelo Presidente
da República, deixando de haver qualquer
dispositivo que dispensasse a retenção na fonte
em relação aos pagamentos efetuados a micro e
pequenas empresas optantes pelo Simples
Nacional.
SIMPLES NACIONAL:

Todavia, a exemplo do que já ocorria no


extinto Simples Federal (Lei nº 9.317 de
1996), a dispensa da retenção na fonte
para prestadores de serviços do Simples
Nacional é fundamental, uma vez que a
sistemática unificada não comporta, em
regra, o aproveitamento da retenção
sofrida. Diante disso, foram feitas
alterações por meio de atos infralegais,
para permitir a dispensa da retenção em
determinadas situações, conforme será
detalhado a seguir.
SIMPLES NACIONAL - Imposto
de Renda Retido na Fonte –
IRRF:
O artigo 1º da IN RFB nº 765/2007 dispensou a
retenção do imposto de renda na fonte sobre as
importâncias pagas ou creditadas a pessoa
jurídica inscrita no Simples Nacional. Essa
dispensa teve, inclusive, efeitos retroativos a 1º
de julho de 2007, data de início da vigência do
Simples Nacional.

Assim, as retenções na fonte previstas nos


artigos 647 e seguintes do RIR/99 (Decreto nº
3.000 de 1999), quando o prestador do serviço
for optante pelo Simples Nacional, estão
dispensadas, devendo o tomador do serviço
efetuar o pagamento pelo valor bruto, ou seja,
sem o desconto de 1% ou 1,5% relativo ao IRRF.
SIMPLES NACIONAL - Imposto
de Renda Retido na Fonte –
IRRF:
Atente-se que a referida dispensa de retenção
não se aplica ao imposto de renda relativo aos
rendimentos ou ganhos líquidos auferidos em
aplicações de renda fixa ou variável.

A empresa optante pelo Simples Nacional


também deverá efetuar normalmente as
retenções do imposto de renda, quando cabível.
Assim, em relação aos serviços que tomar, bem
como no pagamento às pessoas físicas, deverá
analisar as regras gerais aplicáveis aos demais
contribuintes para verificar a necessidade ou não
de efetuar as retenções.
SIMPLES NACIONAL - Imposto
de Renda Retido na Fonte –
IRRF:
NOTA - Muito embora a dispensa das retenções
tenha efeitos retroativos a 1º de julho de 2007, a
Instrução Normativa RFB nº 765 somente foi
publicada no DOU de 9 de agosto de 2007. Ou
seja, no período entre 1º de julho e 8 de agosto
de 2007, é muito provável que os optantes pelo
Simples Nacional tenham sofrido as retenções
aqui tratadas.

A legislação, no entanto, foi omissa em relação


aos procedimentos a serem adotados neste
caso. A melhor alternativa, dessa forma, é a
devolução da quantia retida pela fonte pagadora.
Para tanto, observar as disposições previstas no
artigo 8º da IN RFB nº 900/2008.
SIMPLES NACIONAL -
Retenção das contribuições
sociais - CSLL, PIS/PASEP e
COFINS:
Por meio de alteração na Instrução
Normativa SRF nº 459 de 2004, que trata da
retenção de CSLL, PIS/PASEP e COFINS na
fonte, foi dispensada a retenção dessas
contribuições quando o prestador do serviço
for optante pelo Simples Nacional.

Dessa forma, a retenção de 4,65% (1% para


CSLL, 0,65% para PIS/PASEP e 3% para
COFINS) também não deve ser realizada
quando o prestador do serviço for optante
pelo Simples Nacional.
SIMPLES NACIONAL -
Retenção das contribuições
sociais - CSLL, PIS/PASEP e
COFINS:
Ainda em relação a essas contribuições, há que
se lembrar que existe dispositivo na IN SRF
459/2004 dispensando a retenção na hipótese
em que o tomador for optante pelo extinto
Simples Federal. Contudo, uma vez que referido
dispositivo não foi alterado, a partir de 1º de julho
de 2007, o tomador do serviço optante pelo
Simples Nacional deverá, quando for cabível,
realizar normalmente a retenção de CSLL,
PIS/PASEP e COFINS.

Concluindo, a dispensa determinada pela IN RFB


nº 765 de 2007 alcança somente o prestador de
serviço optante pelo Simples Nacional.
SIMPLES NACIONAL - Órgãos
Públicos Federais - Retenção
de IRPJ, CSLL, COFINS e
PIS/PASEP:
A Instrução Normativa SRF nº 480, de 15 de
dezembro de 2004, que determina a retenção na
fonte de IRPJ, CSLL, PIS/PASEP e COFINS pelos
órgãos da administração federal direta, autarquias,
fundações federais, empresas públicas, sociedades
de economia mista e demais entidades em que a
União, direta ou indiretamente detenha a maioria do
capital social sujeito a voto, e que recebam
recursos do Tesouro Nacional e estejam obrigadas
a registrar sua execução orçamentária e financeira
no SIAFI, também foi alterada, para contemplar a
dispensa no caso de pagamentos efetuados a
contribuintes optantes pelo Simples Nacional, pelo
fornecimento de bens ou prestação de serviços em
geral.
SIMPLES NACIONAL - Órgãos
Públicos Federais - Retenção
de IRPJ, CSLL, COFINS e
PIS/PASEP:
Ou seja, os órgãos públicos federais, e as
demais pessoas jurídicas mencionadas,
quando tomarem serviços ou adquirirem
bens de empresas optantes pelo Simples
Nacional, não deverão fazer a retenção de
IRPJ, CSLL, PIS/PASEP e COFINS na forma
tratada na IN SRF 480 de 2004.
SIMPLES NACIONAL -
Retenção do INSS:
As ME e EPP optantes pelo Simples Nacional
que prestarem serviços mediante cessão de
mão-de-obra ou empreitada não estão sujeitas à
retenção referida no art. 31 da Lei nº 8.212/1991,
sobre o valor bruto da nota fiscal, da fatura ou do
recibo de prestação de serviços emitidos,
excetuada:

a) a ME ou a EPP tributada na forma dos


Anexos IV e V da Lei Complementar nº
123/2006, para os fatos geradores ocorridos até
31 de dezembro de 2008; e
b) a ME ou a EPP tributada na forma do Anexo
IV da Lei Complementar nº 123/2006, para os
fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro
de 2009.
SIMPLES NACIONAL -
Retenção do INSS:
De acordo com o art. 18, § 5º-C da Lei
Complementar nº 123/2006, as seguintes
atividades de prestação de serviços são
atualmente tributadas na forma do Anexo IV
da referida Lei Complementar:

a) construção de imóveis e obras de


engenharia em geral, inclusive sob a forma
de subempreitada, execução de projetos e
serviços de paisagismo, bem como
decoração de interiores; e

b) serviço de vigilância, limpeza ou


conservação.
SIMPLES NACIONAL -
Retenção do INSS:
Vale frisar ainda, que a ME ou a EPP que
exerça atividades tributadas na forma do
anexo III, até 31 de dezembro de 2008, e
tributadas na forma dos anexos III e V, a
partir de 1º de janeiro de 2009, todos da Lei
Complementar nº 123/2006, estará sujeita à
exclusão do Simples Nacional na hipótese
de prestação de serviços mediante cessão
ou locação de mão-de-obra, em face do
disposto no inciso XII do art. 17 e no § 5º-H
do art. 18 da referida Lei Complementar.
SIMPLES NACIONAL -
Responsabilidade pelas
contribuições sociais:
As ME e EPP optantes pelo Simples
Nacional continuam obrigadas a arrecadar e
recolher, mediante desconto ou retenção, as
contribuições devidas:

a) pelo segurado empregado, podendo


deduzir, no ato do recolhimento, os valores
pagos a título de salário-família e salário-
maternidade;

b) pelo contribuinte individual, a partir de


abril de 2003, na forma dos arts. 79 a 84 da
Instrução Normativa MPS/SRP nº 03/2005;
SIMPLES NACIONAL -
Responsabilidade pelas
contribuições sociais:
c) pelo segurado, destinadas ao SEST e ao
SENAT, no caso de contratação de contribuinte
individual transportador rodoviário autônomo;
d) pelo produtor rural pessoa física ou pelo
segurado especial, incidentes sobre o valor
bruto da comercialização de produto rural, na
condição de sub-rogadas;
e) pela associação desportiva, incidente sobre
a receita bruta decorrente de contrato de
patrocínio, de licenciamento de uso de marcas
e símbolos, de publicidade, de propaganda e
de transmissão de espetáculos desportivos,
quando forem as patrocinadoras; e
SIMPLES NACIONAL -
Responsabilidade pelas
contribuições sociais:
f) pela empresa contratada, incidentes sobre
o valor bruto da nota fiscal, fatura, ou recibo
de prestação de serviço mediante cessão de
mão-de-obra ou empreitada, na forma dos
artigos. 140 e 172 da Instrução Normativa
MPS/SRP nº 03/2005.
SIMPLES NACIONAL -
Retenção do ISSQN:
A opção pelo Simples Nacional não exime
que o prestador de serviços sofra a retenção
do ISS.
A grande alteração refere-se ao fato de que,
para calcular o Imposto a ser retido na fonte,
não será mais utilizada a alíquota prevista
na Legislação Municipal.

A partir de agora o prestador dos serviços é


quem indica a alíquota, observando as
regras previstas na Legislação do Simples
Nacional.
SIMPLES NACIONAL -
Procedimentos do Prestador
dos Serviços a partir de 2009
Atente-se para a novidade de que, na
retenção na fonte, a alíquota aplicável
será aquela apurada seguindo as regras
previstas na Legislação do Simples
Nacional.
SIMPLES NACIONAL –
Indicação da Alíquota na Nota
Fiscal de Serviços
Para que o tomador dos serviços possa
efetuar corretamente a retenção do ISSQN
na fonte, o prestador deve informar, no
"corpo" da Nota Fiscal, o percentual da
alíquota do ISSQN.

Na hipótese do serviço sujeito à retenção ser


prestado no mês de início de atividade da
microempresa ou empresa de pequeno
porte, deverá informada a alíquota
correspondente ao percentual de ISS
referente à menor alíquota prevista nos
Anexos III, IV ou V da Lei Complementar nº
123/2006.
SIMPLES NACIONAL –
Indicação da Alíquota na Nota
Fiscal de Serviços
IMPORTANTE: Caso haja alguma diferença
entre a alíquota utilizada e a efetivamente
apurada, ela deverá ser recolhida no mês
subseqüente ao do início da atividade em
guia própria do Município.
Também não será eximida a
responsabilidade do prestador de serviços
quando a alíquota do ISS informada no
documento fiscal for inferior à devida,
hipótese em que o recolhimento dessa
diferença será realizado em guia própria do
Município.
SIMPLES NACIONAL –
Indicação da Alíquota na Nota
Fiscal de Serviços
A falsidade na prestação dessas
informações (percentual da alíquota)
sujeitará o responsável, o titular, os sócios
ou os administradores da microempresa e
da empresa de pequeno porte, juntamente
com as demais pessoas que para ela
concorrerem, às penalidades previstas na
legislação criminal e tributária.
SIMPLES NACIONAL – Não
Indicação da Alíquota na Nota
Fiscal de Serviços –
Conseqüências
Caso a ME ou EPP não informe a
alíquota do ISSQN na Nota Fiscal de
Serviços, o tomador deverá efetuar a
retenção aplicando a maior alíquota do
Imposto Municipal prevista nos anexos
da Lei Complementar nº 13/2006.
SIMPLES NACIONAL –
Procedimentos dos Tomadores
dos Serviços:
Mesmo com a alteração mencionada acima o
tomador dos serviços deve respeitar e cumprir a
Legislação Municipal, especialmente no tocante
à atribuição da responsabilidade tributária. Eis o
dispositivo legal:
Artigo 18. (...).
§ 6º. No caso dos serviços previstos no § 2º do
art. 6º da Lei Complementar nº 116, de 31 de
julho de 2003, prestados pelas microempresas e
pelas empresas de pequeno porte, o tomador do
serviço deverá reter o montante correspondente
na forma da legislação do município onde estiver
localizado, observado o disposto no § 4º do art.
21 desta Lei Complementar.
SIMPLES NACIONAL –
Procedimentos dos Tomadores
dos Serviços:
Isto significa que se a Lei Municipal determinar
que o tomador deve reter o ISS na fonte, ele
deve fazê-lo, inclusive das empresas optantes
pelo Simples Nacional. Portanto, ao receber
Nota Fiscal de Serviços de ME ou EPP, o
responsável tributário - tomador dos serviços,
cumprindo a Lei Municipal, deverá reter o ISS
na fonte.

NOTA: Na hipótese de a microempresa ou


empresa de pequeno porte estar sujeita à
tributação do ISS no Simples Nacional por
valores fixos mensais, não caberá a retenção
na fonte.
SIMPLES NACIONAL – A
Questão da Alíquota do ISSQN:

Conforme já dito, a grande novidade


refere-se ao fato de que, na retenção na
fonte, a alíquota aplicável será aquela
apurada seguindo as regras previstas na
Legislação do Simples Nacional.
SIMPLES NACIONAL – Indicação
da Alíquota na Nota Fiscal de
Serviços:
A partir de agora o prestador dos serviços
deve informar, no "corpo" da Nota Fiscal de
Serviços, a alíquota do ISSQN que será
retido na fonte.

Na hipótese de o serviço sujeito à retenção


ser prestado no mês de início de atividades
da microempresa ou empresa de pequeno
porte, deverá ser aplicada pelo tomador a
alíquota correspondente ao percentual de
ISS referente à menor alíquota prevista nos
Anexos III, IV ou V da Lei Complementar nº
123/2006.
SIMPLES NACIONAL – Indicação
da Alíquota na Nota Fiscal de
Serviços:
IMPORTANTE: Caso a microempresa ou
empresa de pequeno porte constate que
houve diferença entre a alíquota utilizada e a
efetivamente apurada, ela deverá ser
recolhida no mês subseqüente ao do início
de atividade em guia própria do Município.
Também não será eximida a
responsabilidade do prestador de serviços
quando a alíquota do ISS informada no
documento fiscal for inferior à devida,
hipótese em que o recolhimento dessa
diferença será realizado em guia própria do
Município.
SIMPLES NACIONAL – Indicação
da Alíquota na Nota Fiscal de
Serviços:
NOTA:
A falsidade na prestação dessas
informações (percentual da alíquota)
sujeitará o responsável, o titular, os sócios
ou os administradores da microempresa e
da empresa de pequeno porte, juntamente
com as demais pessoas que para ela
concorrerem, às penalidades previstas na
legislação criminal e tributária.
SIMPLES NACIONAL –
Não Indicação da Alíquota na
Nota Fiscal de Serviços:
Caso a ME ou EPP não informe a
alíquota do ISSQN na Nota Fiscal de
Serviços, o tomador deverá efetuar a
retenção aplicando a maior alíquota do
Imposto Municipal prevista nos anexos
da Lei Complementar nº 13/2006.
SIMPLES NACIONAL – Como
recolher:
Para recolhimento do ISS que foi retido
na fonte o tomador dos serviços deve
observar o seguinte:

a) Documento de Arrecadação - o
tomador dos serviços deve recolher o
ISS utilizando o modelo de Guia
instituído pela Legislação do Município
onde o Imposto é devido;

b) Vencimento e Preenchimento - O ISS


retido na fonte deve ser recolhido em
nome do tomador dos serviços e pago
na data fixada pela Lei Municipal.
SIMPLES NACIONAL –
Comprovação da condição de
optante pelo Simples Nacional:
A Resolução CGSN nº 10, de 28.06.2007, estabelece
que o contribuinte optante pelo Simples Nacional deve
mencionar em sua nota fiscal a seguinte informação:
"DOCUMENTO EMITIDO POR ME OU EPP
OPTANTE PELO SIMPLES NACIONAL". Portanto, os
contribuintes optantes pelo Simples Nacional deverão
fazer constar em seus documentos fiscais informações
relativas à sua condição.
Não obstante essa informação obrigatória, a RFB, por
meio da Instrução Normativa nº 791, de 10.12.2007,
introduziu alterações nas Instruções Normativas nºs
459 e 480, para estabelecer que os contribuintes
optantes pelo Simples Nacional, para não sofrerem a
retenção das contribuições sociais (tópico II), bem
assim do IRPJ, da CSLL, da COFINS e do PIS/PASEP
no fornecimento a órgãos públicos federais (tópico III),
deverão apresentar declaração de sua condição de
optante ao regime unificado.
SIMPLES NACIONAL –
Comprovação da condição de
optante pelo Simples Nacional:
Portanto, além da informação contida no documento
fiscal, será necessário ainda exigir as declarações
previstas no Anexo I da IN SRF 459/2004 ou do Anexo
IV da IN SRF nº 480/2004, conforme o caso.
No que se refere à retenção do imposto de renda, na
forma prevista no tópico I, destaca-se que não há
previsão de exigência das mencionadas declarações.
Aqueles mais preventivos, contudo, poderão exigir de
seus prestadores de serviços que também apresentem
declaração em relação a esse imposto, com as
devidas adaptações.Importa mencionar que a
exigência das declarações é única. O contribuinte
optante pelo Simples Nacional se compromete na
declaração a informar à fonte pagadora eventual
desenquadramento do regime.
Fundamentação: art. 2º, § 2º, da Resolução CGSN nº
10/2007; art. 11 da Instrução Normativa nº 459/2004;
art. 4º da Instrução Normativa 480/2004.
OBRIGADO!
Cláudia Santos
ctk@krypton.srv.br

Outubro de 2009.