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Salmos 15

Versão Revista e Atualizada:

A Grande Pergunta

1 Quem, Senhor, habitará no teu tabernáculo? Quem há de morar no teu


santo monte?

Resposta de Nível Geral

[2 O que vive com integridade, e pratica a justiça, e, de coração, fala a


verdade;]→Resposta Geral.

Exemplos Especiais, ilustrando a maneira em que sua conduta foi governada


por estes princípios

[3 O que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança
injúria contra seu vizinho;

4 o que, a seu olhos, tem por desprezível ao réprobo, mas honra aos que
teme ao Senhor; o que jura com dano próprio e não se retrata;

5 o que não empresta o seu dinheiro com usura, nem aceita suborno contra
o inocente.

(Quem deste modo procede não será jamais abalado).] → Promessa.


Divisão Natural do Texto:

1 – A Grande Pergunta (v. 1);→ Salmo 24.3-6


1.1 - Quem, Senhor, habitará no teu tabernáculo?
1.2 - Quem há de morar no teu santo monte?
2 – Resposta Geral (v.2)
1.1 - O que vive com integridade, (Salmo 7.8)
1.2 - Pratica a justiça, e, (Mateus 5.6, 10)
1.3 - De coração, fala a verdade. (1 Reis 3.6; Salmo 40.10; 80.14)
3 - Exemplos Especiais (v. 3-5) → Pv. 10.12 ( este verso expõe o tema de
Pv.);
1.1 – O que não difama com sua língua, (Tiago 1.26; 3.6)
1.2 - Não faz mal ao próximo; (Mt. 22.39)
1.3 - Nem lança injúria contra seu vizinho; (1 Pedro 3.9)
1.4 - O que, a seus olhos, têm por desprezível ao réprobo, mas honra
aos que teme ao Senhor; →parece uma atitude farisaica, mas é pura
lealdade. E.g (Gn 14. 17-24 – as atitudes de Abraão com os dois reis)
1.5 - O que jura com dano próprio e não se retrata → Pv. 6.1-5 (ensina
que, ao perceber o seu erro, a pessoa pode corretamente implorar sua
desobrigação);
1.6 - O que não empresta o seu dinheiro com usura, → tirar proveito
das desgraças do próximo, e.g. Dt. 23.19.
1.7 - Nem aceita suborno contra o inocente → a lei permitia, enquanto
proibia a extorção e encorajava a generosidade (Êx. 23.9).
4 – Promessa (v.5a)
1.1 – Não será jamais abalado. → a ameaça de insegurança é
enfrentada pela confiança total em Deus, não por se aliar aos fortes. É por
isso que esta última frase tem seu pleno sentido.
Qualificações de Um Adorador
(Salmo 15)
Introdução:
Quando aceitamos a Cristo, nós automaticamente passamos a estar
incorporado a um seleto número de pessoas que decidiram abandonar o
pecado e viver uma vida santa. Esta nova vida, trás consigo algumas
responsabilidades, dentre elas e a mais séria é vivermos a cada dia como
Jesus viveu. A sermos a cada dia que passa mais parecidos com ele. Esta
nova vida, como o próprio termo já diz, é caracterizada por não vivermos
mais aprisionados as antigas paixões, sentimentos e atitudes, ou seja, é
uma vida completamente nova. Passamos agora a ser reconfigurados para
vivermos como filhos de Deus.
Bem! Deus sabia que sozinhos não conseguiríamos isto, foi
necessário ele ter enviado seu precioso filho para morrer por um grande
número de pessoas (Igreja) e enviado o seu Espírito Santo para fazer
intercessões por nós, assim como fazer nós nos desviarmos dos pecados
pesando sobre a nossa consciência o erro e o arrependimento.
Deus é santo. Por isso precisamos ser santos também! Para isto a
revelação de Deus nos veio como uma bússola para nos orientar acerca do
que devemos fazer. Deus precisa de uma igreja santa.
Neste Salmo, Deus examina a consciência do homem. Revela-o a
necessidade de ser íntegro em seus procedimentos.
Este Salmo está definido como salmo sapiencial/didático, ou seja,
medita profundamente sobre a Lei de Deus e traz em seu bojo uma gama
de sabedoria divina e alerta ao homem como seguir os caminhos de Deus.
Os salmos são uma ponte entre os sentimentos dos israelitas e seu
Deus. É um diálogo com aquele que é o seu libertador, criador, refúgio e
proteção.
Pois esta salmo não é diferente. Veremos quais as qualificações
necessário que Deus requer daquele que permanecerá para sempre com
Deus em sua morada.

1 – A Grande Pergunta (v. 1);→ Salmo 24.3-6


1.1 - Quem, Senhor, habitará no teu tabernáculo?
• Este padrão de pergunta e resposta pode ter como modelo o
que acontecia em certos santuários do mundo antigo, com o adorador
perguntando as condições de admissão e o sacerdote dando a
resposta. Embora, entretanto, a resposta esperada poderia ter sido
uma lista de exigências rituais (Êx. 19.10-15; 1 Sm 21. 4-5). O
salmista usa a figura do tabernáculo para ilustrar a morada de Deus.
1.2 - Quem há de morar no teu santo monte? (Hb. 12.22)
A concepção israelita algumas vezes concebia que Deus se
manifestava nos lugares altos, por isso temos o salmista perguntando
no salmo 121: “Levanto os meus olhos para o monte de onde me virá
o socorro, o socorro vem do senhor que fez os céus e a terra”. O
monte Sião é o monte do Senhor. É a casa de Davi. É o céu.

2 – Resposta Geral (v.2)


1.1 - O que vive com integridade,
A Igreja de Deus deve ser diferente por quê servimos um Deus santo,
integro e bondoso. Somos diferentes porque não nos amoldamos às
características dos homens e mulheres que não querem nada com Cristo. A
integridade foi uma característica marcante na vida de Jó e Jesus.
1.2 - Pratica a justiça, e,
A justiça era um elemento importante à moral israelita. Se o próprio
Deus é conhecido por causa da sua justiça perfeita e reta, quanto mais
devemos proceder de tal forma. Em Dt. 10. 17, 18 Moisés diz que Deus faz
justiça ao órfão e a viúva e ama o estrangeiro, dando-lhes pão e veste. Deus
não ama a justiça apenas de lábios, mas demonstra pelo cuidado com o
seus filhos. Pois abominação era para o Senhor todo aquele que faz injustiça
(Dt. 25.26). Porque bem-aventurados são aqueles que têm sede e fome de
justiça, e que serão perseguidos por causa dela (Mt. 5.6, 10).
1.3 - De coração, fala a verdade.
Ser seguro e digno de confiança e não apenas meramente
correto. Davi foi um exemplo de alguém que viveu nestes termos, segundo
o testemunho de seu próprio filho Salomão em 1 Reis 3.6, ele diz que Davi:
andou com fidelidade, em justiça, em retidão de coração. Davi, apesar dos
pecado cometidos, era alguém da confiança de Deus. Ele não foi escolhido
por acaso. Deus conheceu seus mais íntimos sentimentos e pensamentos.
Deus precisa de pessoas como Davi, para que ele dar responsabilidades até
maiores do que a de Davi. Deus pode cumprir a sua vontade independente
do homem, mas ele nos deu este privilégio de participarmos nos amoldando
de sua vontade e de suas obras

3 - Exemplos Especiais (v. 3-5) → Pv. 10.12 ( este verso expõe o tema de
Pv.);
1.1 – O que não difama com sua língua,
O Livro de Tiago é um livro clássico quando se trata do poder da
língua na vida do crente. Ele diz que se alguém é religioso e deixar de frear
sua língua sua religião é vã. Se você realmente quer que sua religião seja
vã, então não frei a sua língua. Tiago conhece bem o poder que ela tem por
isso disse: “Ora, a língua é fogo; é mundo de iniqüidade.”. Em outra verso
ele diz que o homem por si só não é capaz de freá-la, certamente ele
precisa da ajuda do Espírito Santo para isso.
1.2 - Não faz mal ao próximo;
Este princípio Jesus estabeleceu ao resumir a Lei em apenas
duas: amarás ao senhor teu Deus de todo o teu coração e de toda a tua
alma e de todo o teu entendimento e ao teu próximo como a ti mesmo.
Amar não é fazer o mal, isto é óbvio. Seja de que natureza for!
1.3 - Nem lança injúria contra seu vizinho;
Não podemos pagar injúria com injúria, mas bendizendo. Este é
um princípio em 1 Pedro que evoca uma atitude ou procedimento puro para
com as palavras. Não ofender. Não insultar.
1.4 - O que, a seus olhos, têm por desprezível ao réprobo, mas honra
aos que teme ao Senhor; →parece uma atitude farisaica, mas é pura
lealdade. E.g (Gn 14. 17-24 – as atitudes de Abraão com os dois reis)
1.5 - O que jura com dano próprio e não se retrata → Pv. 6.1-5 (ensina
que, ao perceber o seu erro, a pessoa pode corretamente implorar sua
desobrigação);
1.6 - O que não empresta o seu dinheiro com usura, → tirar proveito
das desgraças do próximo, e.g. Dt. 23.19.
1.7 - Nem aceita suborno contra o inocente → a lei permitia, enquanto
proibia a extorção e encorajava a generosidade (Êx. 23.9).
4 – Promessa (v.5a)
1.1 – Não será jamais abalado. → a ameaça de insegurança é
enfrentada pela confiança total em Deus, não por se aliar aos fortes. É por
isso que esta última frase tem seu pleno sentido.