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Soluções Amanco Apostila de Apoio ao Instrutor Curso de Instalador Hidráulico
Soluções Amanco
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Apostila de Apoio ao Instrutor Curso de Instalador Hidráulico

Mexichem no Brasil A Mexichem Brasil é a subsidiária brasileira do Grupo Mexichem , com

Mexichem no Brasil

A Mexichem Brasil é a subsidiária brasileira do Grupo Mexichem, com atuação nos setores de tubos e conexões e de

geotêxteis nãotecido. O Grupo Mexichem é detentor das marcas comerciais Amanco, Plastubos, Bidim e Doutores da Construção.

Em 2007, a Mexichem ingressou no maior mercado de tubos e conexões da América Latina ao adquirir o Grupo Amanco. Neste mesmo ano, o grupo também adquiriu a Plastubos, também fabricante de tubos e conexões no Brasil, ampliando sua atuação neste setor. Em 2008, a Mexichem comprou a Bidim, líder no mercado nacional de geotêxteis nãotecido.

A criação da Mexichem Brasil faz parte da estratégia corporativa global da Mexichem de integração vertical de sua cadeia

produtiva, com o objetivo de responder às necessidades da indústria tanto no relacionamento com clientes corporativos como com o consumidor final, por meio de suas marcas comerciais.

A empresa, que possui cerca de 2500 colaboradores, é composta por nove unidades fabris localizadas em diferentes regiões

brasileiras, Joinville (SC), Sumaré (SP), Suape (PE), Uberaba (MG), Ribeirão das Neves (MG), Anápolis (GO), Maceió (AL), São José dos Campos (SP) e com sede administrativa em São Paulo.

O nome Amanco será mantido como marca comercial de todos os seus produtos, mantendo suas próprias estratégias de

mercado e oferecendo a seus clientes e consumidores um excelente nível de qualidade e atendimento.

Mexichem no Mundo

A Mexichem é uma empresa líder na indústria química e petroquímica latino americana, com mais de cinquenta anos de

trajetória na região e trinta na Bolsa de Valores do México. Sua produção é comercializada em todo o mundo com vendas que superam os US$ 3 bilhões.

Os produtos da Mexichem têm impacto decisivo na qualidade de vida das pessoas e respondem à crescente demanda em setores de aplicação tão dinâmicos como construção civil e infraestrutura urbana, geração e fornecimento de energia, além de transportes, comunicações, saúde, entre muitos outros.

Considerada uma das cinco produtoras mais eficientes do mundo no seu setor, a Mexichem tem como prioridade o

desenvolvimento e a utilização de tecnologias de vanguarda que garantam a competitividade internacional dos seus produtos

e serviços.

Com exportações para mais de 50 países, a Mexichem possui certificação internacional ISO 14001 em todas as suas fábricas, além de programas permanentes que buscam sempre os melhores índices de eco-eficiência.

Visão

sempre os melhores índices de eco-eficiência. Visão Ser respeitada e admirada mundialmente como companhia líder

Ser respeitada e admirada mundialmente como companhia líder no setor químico, focada na produção de resultados, na contribuição ao progresso e na melhoria de vida das pessoas.

Missão

ao progresso e na melhoria de vida das pessoas. Missão Transformar químicos em produtos, serviços e

Transformar químicos em produtos, serviços e soluções inovadoras para os diversos setores industriais, por meio da excelência operacional e do enfoque nas necessidades do mercado, a fim de gerar valor contínuo para nossos clientes, colaboradores, sócios, acionistas e comunidade, contribuindo com a melhoria na qualidade de vida das pessoas.

Cadeias Produtivas

A Missão da Mexichem é criar valor às suas matérias primas básicas, sal e fluorita, por meio de cadeias produtivas eficientes,

capazes de gerar resultados de negócio superiores e que atuem dentro de um marco de responsabilidade empresarial. Com isso, apóia o âmbito social e ambiental, bem como o cumprimento das normas e responsabilidades que os regulamentam.

Através de diferentes processos de transformação se conquista, nesta cadeia, dar valor agregado ao sal.
Através de diferentes processos de
transformação se conquista, nesta cadeia,
dar valor agregado ao sal.
Da fluorita extraída das minas é produzido o ácido fluorídrico, principal matéria prima de todos
Da fluorita extraída das minas é
produzido o ácido fluorídrico, principal
matéria prima de todos os gases
refrigerantes e dos fluoropolímetros,
como o teflon.
Graças a seus tubos e conexões, a Mexichem esta presente em toda a América Latina,
Graças a seus tubos e conexões,
a Mexichem esta presente em
toda a América Latina, levando
desenvolvimento e bem-estar a milhões
de pessoas.

Presença Geográfica As fábricas produtoras da Mexichem estão localizadas em pontos estratégicos, onde a atividade industrial é importante, tornando-se centros de negócios. A proximidade dos portos marítimos, das fronteiras internacionais e os fáceis acessos terrestres, permitem que a Mexichem seja uma companhia estratégica e de referência global.

Inglaterra Canadá Japão Estados Unidos Honduras Taiwan México Nicarágua Guatemala Costa Rica Venezuela El
Inglaterra
Canadá
Japão
Estados Unidos
Honduras
Taiwan
México
Nicarágua
Guatemala
Costa Rica
Venezuela
El Salvador
Panamá
Colômbia
Equador
Brasil
Peru
Chile
Argentina
Mexichem
Presente em
19 países
Sustentabilidade Para a Mexichem Brasil sustentabilidade é uma gestão empresarial, sustentada pelo Triplo Resul- tado:

Sustentabilidade

Para a Mexichem Brasil sustentabilidade é uma gestão empresarial, sustentada pelo Triplo Resul- tado: social, ambiental e econômico. A susten- tabilidade integra a estratégia de negócios e está inserida no dia-a-dia da empresa. Toda e qualquer ação ou produto desenvolvido pela Mexichem Brasil deve apresentar vantagens econômicas, oferecer benefícios para a sociedade e primar pela preservação e sustentabilidade do meio ambiente.

As operações da empresa são consideradas pelos órgãos ambientais e pelo IBAMA como de baixo impacto ambiental. Portanto, a empresa esta constantemente desenvolvendo ações no sentido da sustentabilidade.

desenvolvendo ações no sentido da sustentabilidade. PARCERIA AMANCO – SENAI Umas das maiores iniciativas da

PARCERIA AMANCO – SENAI Umas das maiores iniciativas da Amanco no campo social, forma e capacita milhares de profissionais por ano na área hidráulica.

milhares de profissionais por ano na área hidráulica. REUSO DE ÁGUA nos processos de fabricação e
milhares de profissionais por ano na área hidráulica. REUSO DE ÁGUA nos processos de fabricação e

REUSO DE ÁGUA nos processos de fabricação e coleta seletiva de resíduos:

iniciativa em todas as unidades da empresa. Nos últimos nove anos, o programa de reuso de água industrial permitiu à empresa reduzir significativamente seu consumo na produção de tubos.

o programa de reuso de água industrial permitiu à empresa reduzir significativamente seu consumo na produção
AQUA VITAE Revista especializada na questão da água com um enfoque latino americano. Conduzimos Água,

AQUA VITAE Revista especializada na questão da água com um enfoque latino americano.

Conduzimos Água, Levamos Vida

Mexichem Brasil, por meio da sua marca comer-

A

cial Amanco, é uma das principais empresas que atuam na condução da água no Brasil, com seus tubos e conexões, e entende que o tema hídrico

de absoluta relevância para o mercado e para o presente e futuro da sociedade.

é

Como empresa privada, a Mexichem Brasil sabe da importância de ações multisetoriais de compromis- so coletivo e individual no debate da problemática da água, bem como na busca por soluções para os grandes desafios que enfrentados em matéria de água e saneamento. Neste contexto, publica a Aqua Vitae, uma revista latino americana bilíngue (português e espanhol) especializada no tema água. Esta publicação tem uma periodicidade quadrimes- tral e busca ser uma tribuna para expor soluções, analisar propostas e fomentar o diálogo intersetorial em torno deste importante recurso natural. A publi- cação é dirigida a setores estratégicos envolvidos numa visão integral do tema água, tais como: setor empresarial, governamental, acadêmico, agrícola, organizações sociais, organizações internacionais, meios de comunicação e setores financeiros.

T e c n o l o g i a

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I n o v a ç ã o

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Q u a l i d a d e

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L i d e r a n ç a

T e c n o l o g i a | I n o v a

inovação em tubos e conexões

As imagens contidas nesta apostila de apoio são meramente ilustrativas. Consulte sempre a disponibilidade do produto junto à Equipe Comercial Amanco.

Soluções Amanco Apostila de Apoio ao Instrutor Curso de Instalador Hidráulico Índice 01 FATORES SOCIAIS
Soluções Amanco Apostila de Apoio ao Instrutor Curso de Instalador Hidráulico Índice 01 FATORES SOCIAIS

Soluções Amanco

Apostila de Apoio ao Instrutor Curso de Instalador Hidráulico

Índice 01 FATORES SOCIAIS | pág. 09 02 MATEMÁTICA BÁSICA | pág. 23 03 HIDRÁULICA
Índice
01 FATORES SOCIAIS
| pág.
09
02 MATEMÁTICA BÁSICA
| pág.
23
03 HIDRÁULICA BÁSICA
| pág.
35
04 INSTALAÇÕES PREDIAIS
| pág.
55
05 NOÇÕES DE DIMENSIONAMENTO
| pág. 131
06 INFRAESTRUTURA
| pág. 143
| pág. 55 05 NOÇÕES DE DIMENSIONAMENTO | pág. 131 06 INFRAESTRUTURA | pág. 143 inovação
| pág. 55 05 NOÇÕES DE DIMENSIONAMENTO | pág. 131 06 INFRAESTRUTURA | pág. 143 inovação

inovação em tubos e conexões

9 Soluções Amanco Apostila de Apoio ao Instrutor Curso de Instalador Hidráulico 01 Fatores Sociais

9

9 Soluções Amanco Apostila de Apoio ao Instrutor Curso de Instalador Hidráulico 01 Fatores Sociais 1

Soluções Amanco

Apostila de Apoio ao Instrutor Curso de Instalador Hidráulico

01 Fatores Sociais 1 - Qualidade 10 2 - Educação ambiental 10 3 - Riscos
01
Fatores Sociais
1 - Qualidade
10
2 - Educação ambiental
10
3 - Riscos ambientais
10
4 - Segurança e saúde no trabalho
11
5 - Ética e cidadania
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6 - Relações humanas
17
7 - Gestão de recursos humanos na
construção civil
18
8 - Empreendedorismo
19
9 - Produtividade e desperdício
na construção civil
20
18 8 - Empreendedorismo 19 9 - Produtividade e desperdício na construção civil 20 inovação em

inovação em tubos e conexões

10

01 FATORES

SOCIAIS

1. Qualidade

A Qualidade pode ser definida sob vários aspectos, entre eles:

Satisfação Quando as características do produto vão ao encontro das necessidades dos clientes, proporcionando satisfação em relação ao produto.

Excelência Do ponto de vista da excelência, qualidade significa o melhor que se pode fazer, ou seja, o padrão mais elevado de desempenho em qualquer campo de atuação.

Valor Como valor, qualidade significa ter mais atributos; usar materiais ou serviços raros, com custos maiores ou que assim o sejam percebi- dos, já que valor é um conceito relativo, que depende do cliente e seu poder aquisitivo.

Especificações Qualidade planejada; projeto do produto ou serviço; definição de como o produto ou serviço deve ser.

Conformidade Produto ou serviço de acordo com as especificações do projeto.

Regularidade Uniformidade; produtos ou serviços idênticos.

Adequação ao uso Qualidade de projeto e ausência de deficiências: projeto excelente e produto/serviço de acordo com o projeto.

1.1. Normas de qualidade da ABNT

São os documentos que formalizam o nível de consenso a respeito dos processos referentes à qualidade. Estas normas são estabelecidas como base para a realização ou avaliação da gestão da qualidade nas empresas.

São definidas pelo Comitê Brasileiro da Qualidade - ABNT/CB-25, da Associação Brasileira de Normas Técnicas, que têm como objetivo pro- duzir e disseminar as normas de:

Sistemas de Gestão da Qualidade

Sistemas de Garantia da Qualidade

Sistemas de Avaliação da Conformidade e suas técnicas correlatas

Os produtos da linha predial Amanco são fabricados de acordo com as seguintes normas:

NBR 5648: Sistemas prediais de água fria – Tubos e conexões de PVC 6,3, PN 750 kPa, com junta soldável – Requisitos;

NBR 5688: Sistemas prediais de água pluvial, esgoto sanitário e ven- tilação - Tubos e conexões de PVC, tipo DN – Requisitos;

NBR 5626: Instalação predial de água fria;

NBR 8160: Sistemas prediais de esgoto sanitário - Projeto e execução;

NBR 7198: Projeto e execução de instalações prediais de água quente.

1.2 . Normas “ISO” de qualidade

A “ISO”(International Organization for Standardization) é uma organiza-

ção não-governamental que coordena a elaboração e a divulgação de normas técnicas internacionais.

e a divulgação de normas técnicas internacionais. As normas ISO constituem um padrão internacional para a

As normas ISO constituem um padrão internacional para a gestão de qualidade, sendo um dos requisitos básicos à implementação bem su- cedida de um processo de qualidade total. Elas são aplicáveis a qual- quer organização, de todos os setores e atividades econômicas.

Normas ISO 9001: tratam do sistema de gestão da qualidade de uma empresa.

Normas ISO 14001: tratam do sistema de gestão ambiental de uma organização e o gerenciamento do desempenho ambiental.

Normas OHSAS 18001(Occupational Health and Safety Assessment Series): estabelecem requisitos relacionados à gestão da saúde e se- gurança Ocupacional.

2. Educação ambiental

Educação ambiental é um ramo da educação cujo objetivo é a disse- minação do conhecimento sobre o meio ambiente, a fim de contribuir para a sua preservação e a utilização sustentável dos seus recursos.

e a utilização sustentável dos seus recursos. A educação ambiental no Brasil segue os preceitos da

A educação ambiental no Brasil segue os preceitos da Lei N° 9.795 que, numa perspectiva bem abrangente, direciona para a:

Proteção e uso sustentável de recursos naturais;

Proposta de construção de sociedades sustentáveis.

"A educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em to- dos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal".( Artigo 2° da Lei N° 9.795).

3. Riscos ambientais

Riscos ambientais são aqueles causados por agentes físicos, químicos ou biológicos que, presentes nos ambientes de trabalho, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador em função de sua natureza, concentração, intensidade ou tempo de exposição.

em função de sua natureza, concentração, intensidade ou tempo de exposição. inovação em tubos e conexões

inovação em tubos e conexões

01 FATORES

SOCIAIS

A Norma Regulamentadora Nº. 9 – NR-9 estabelece a obrigatoriedade

da elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores

e instituições que admitam trabalhadores como empregados, do Pro-

grama de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA, visando à preserva- ção da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipa- ção, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.

Fatores que podem causar riscos ambientais são:

Agentes físicos: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações.

Agentes químicos: poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases, vapores que podem ser absorvidos por via respiratória ou através da pele.

Agentes biológicos: bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoá- rios e vírus.

fungos, bacilos, parasitas, protozoá- rios e vírus. 4. Segurança e saúde no trabalho 4.1. Segurança do

4. Segurança e saúde no trabalho

4.1. Segurança do trabalho

Segurança e saúde no trabalho 4.1. Segurança do trabalho A importância da prevenção dos acidentes do
Segurança e saúde no trabalho 4.1. Segurança do trabalho A importância da prevenção dos acidentes do

A importância da prevenção dos acidentes do trabalho e, consequen-

temente, do bem-estar do trabalhador ainda não foi amplamente reco- nhecida, quer por trabalhadores, quer por empregadores. Há inúmeras empresas que não instalam programas de segurança do trabalho, es- tão se limitando a atender ao requisito legal, sem nenhuma motivação por parte da gerência e com o total desinteresse dos empregados. Infe- lizmente, o espírito de empresa e o espírito perfeccionista ainda não fa- zem parte de muitas organizações industriais, não havendo verdadeira compreensão de que a prevenção de acidentes e o bem-estar social dos trabalhadores concorrem para uma maior produtividade por parte dos mesmos, ocasionando maior progresso da indústria.

O resultado disso são os choques e as incompreensões, que geram ir-

ritação, agressividade e insolência, criadores de ambientes intoleráveis nos locais de trabalho e de clima propício a acidentes.

A Organização Internacional do Trabalho (OIT), em sua publicação Au-

mento da Produtividade nas Indústrias Manufaturarias, afirma que nos últimos anos dedicou-se uma atenção crescente ao elemento humano como causa dos acidentes e comprovou-se que esse fator é mais com- plexo e mais importante que qualquer outro. Uma coletividade, normalmente heterogênea, na qual o sentimento de solidariedade humana nem sempre consegue sobrepor-se a insen- satez, a vaidade e a ambição, carece de um programa de segurança, em meio as suas atribuições, para que possa humanizá-la e torná-la tão compreensiva quanto eficiente.

4.2. Conceitos

Não se sabe ao certo quando o homem começou a se preocupar com os acidentes e doenças relacionadas com o trabalho. Já no séc. V a.C., faziam-se referências a existência de moléstias entre mineiros e meta- lúrgicos. Mas foi com a Revolução Industrial, ocorrida na Inglaterra no final do séc. XVIII e com o aparecimento das máquinas de tecelagem movidas

a vapor que a ocorrência de acidentes aumentou.

A produção, que antes era artesanal e doméstica, passa a ser realizada

em fábricas mal ventiladas, com ruídos altíssimos e em máquinas sem proteção. Mulheres, homens e principalmente crianças foram as gran- des vítimas.

A primeira legislação no campo da proteção ao trabalhador, Lei das

Fábricas, surgiu na Inglaterra em 1833, determinando limites de idade mínima e jornada de trabalho. No Brasil, onde a industrialização tomou impulso a partir da 2ª Guerra Mundial, a situação dos trabalhadores não foi diferente: nossas condi- ções de trabalho mataram e mutilaram mais pessoas que a maioria dos países industrializados do mundo.

Com o objetivo de melhorar as condições de saúde e trabalho no Brasil,

a partir da década de 30 várias leis sociais foram criadas; dentre elas,

ressalta-se a obrigatoriedade de formação da Comissão Interna de Pre- venção de Acidentes – CIPA. Desde a divulgação das primeiras estatísticas de acidentes do trabalho pelo então Instituto Nacional de Previdência Social – INPS, tem-se co- nhecido a gravidade da situação de Segurança do Trabalho no Brasil. Diante dos dados, uma série de medidas foram tomadas pra tentar re- verter a situação. Essas medidas têm colaborado para a redução do número de aciden- tes e doenças do trabalho oficialmente divulgados. Porém, a com- plexidade das questões relativas ao registro de acidentes e doenças profissionais, torna difícil precisar o índice dessa redução, pois uma quantidade muito grande de trabalhadores não é registrada e, portan- to, seus acidentes e doenças não são comunicados ao INSS e a unidade descentralizada do Ministério do Trabalho e Emprego. Diante da persistência de elevados índices de acidentes de trabalho, com grandes perdas humanas e econômicas, surgem o Mapa de Riscos Ambientais, o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), o PCMSO (Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional).

inovação em tubos e conexões

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01 FATORES

SOCIAIS

4.3. Prevenção de acidente do trabalho

Conceito legal (Lei 6367/76)

Art. 2º Acidente do trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do tra- balho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou pertubação funcional que cause a morte, ou perda, ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.

§ 1º item II. - Equipara-se ao acidente do trabalho, o acidente sofrido pelo empregado no local e no horário do trabalho, em consequência

de:

a) ato de sabotagem ou de terrorismo praticado por terceiro, inclusive companheiro de trabalho;

b) ofensa física intencional, inclusive de terceiro, por motivo de disputa relacionada com o trabalho;

c) ato de imprudência, de negligência ou de imperícia de terceiro in- clusive companheiro de trabalho;

d) ato de pessoa privada do uso da razão;

e) desabamento, inundação ou incêndio;

f ) outros casos fortuitos ou decorrentes de força maior.

De acordo com o item II. do § 2º, “Nos períodos destinados a refeição ou descanso, ou por ocasião da satisfação de outras necessidades fisio- lógicas, no local do trabalho ou durante este, o empregado será consi- derado a serviço da empresa”. Segundo o § 1º, item V, também serão considerados acidentes do tra- balho “o acidente sofrido pelo empregado ainda que fora do local e horário de trabalho:

a) na execução de ordem ou na realização de serviço sob a autoridade da empresa;

b) na prestação espontânea de qualquer serviço à empresa para lhe evitar prejuízo ou proporcionar proveito;

c) em viagem a serviço da empresa, seja qual for o meio de locomoção utilizado, inclusive veículo de propriedade do empregado;

d) no percurso da residência para o trabalho ou deste para aquela”.

Equiparam-se ao acidente do trabalho, para os fins desta lei, de acordo com o parágrafo 1o. art. 2o:

I - a doença profissional ou do trabalho, assim entendida a inerente ou peculiar a determinado ramo de atividade e constante de rela- ção organizada pelo Ministério da Previdência e Assistência Social (MPAS);

II

- o acidente que, ligado ao trabalho, embora não tenha sido a causa única, haja contribuído diretamente para a morte, ou a perda, ou redução da capacidade para o trabalho;

V

- a doença proveniente de contaminação acidental de pessoal de área médica, no exercício de sua atividade;

§

3º Em casos excepcionais, constatando que doença não incluída na relação prevista no item I do § 1º resultou de condições especiais em que o trabalho é executado e com ele se relaciona diretamen- te, o Ministério da Previdência e Assistência Social deverá conside- rá-la como acidente do trabalho.

§

4º Não poderão ser consideradas, para os fins do disposto no parágra- fo, a doença degenerativa, a inerente a grupo etário e a que não acarreta incapacidade para o trabalho.

§

5º Considera-se como dia do acidente, no caso de doença profissio-

nal ou do trabalho, a data da comunicação deste à empresa ou, na sua falta, a da entrada do pedido de benefício do INSS, a partir de quando serão devidas as prestações cabíveis.

Art. 3º Não será considerada agravante ou complicação de acidente

será considerada agravante ou complicação de acidente do trabalho lesão que, resultante de outro acidente, se

do trabalho lesão que, resultante de outro acidente, se associe ou se superponha às consequências do anterior.

Conceito perfeccionista

Acidente de trabalho é uma ocorrência não programada, inesperada ou não, que interrompe ou interfere no processo normal de uma ativi- dade, ocasionando perdas de tempo útil e/ou lesões nos trabalhadores e/ou danos materiais.

Benefícios previdenciais (Acidentários)

Segurados que têm direito:

o trabalhador regido pela CLT;

o trabalhador temporário;

o trabalhador avulso;

o presidiário que exerce trabalho remunerado.

Os benefícios concedidos são:

a) Aposentadoria por invalidez acidentária

Quando o acidentado está definitivamente incapacitado para o traba- lho. Valor mensal: igual ao salário de contribuição do segurado no dia do acidente. Este valor é aumentado em 25% se o acidentado necessi- tar da assistência permanente de outra pessoa.

O aposentado por invalidez receberá também um pecúlio, que é uma

importância equivalente a 15 salários-referência.

b) Pecúlio por morte acidentária

Aos dependentes do segurado que falecer em decorrência do aciden-

te

do trabalho. Valor: importância equivalente a 30 salários-referência.

c)

Auxílio-doença acidentária

A

partir do 16° dia de constatação do acidente, até o segurado ficar

curado. Trabalhador avulso: a partir do dia seguinte ao do acidente. Valor mensal: 92% do salário de contribuição do segurado, vigente no dia do acidente.

d) Auxílio-acidente

Quando o acidentado não tem mais condição de trabalhar no mesmo serviço e precisa mudar de função. Valor: o acidentado receberá pelo resto de sua vida 40% do valor da aposentadoria por invalidez aciden- tária.

e) Auxílio suplementar

Quando o acidentado se recupera, mas passa a trabalhar com dificul- dade, ou quando apresenta perda anatômica como seqüela. Valor: 20% do salário de contribuição vigente no dia do acidente.

f) Pensão

Aos dependentes do segurado que faltar em decorrência do acidente. Valor mensal: igual à aposentadoria por invalidez, qualquer que seja o número de dependentes.

g) Custeio

É atendido pelas contribuições previdenciárias a cargo do segurado, da empresa e da União.

O encargo das empresas (ou das entidades) varia em função dos riscos,

que são classificados em leves (0,4%), médios (1,2%) e graves (2,5%), percentuais estes que incidem sobre o total da folha de pagamento.

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01 FATORES

SOCIAIS

4.4. Acidentes do trabalho

É toda perturbação funcional, lesão corporal ou doença produzida pelo trabalho ou em consequência dele.

ou doença produzida pelo trabalho ou em consequência dele. Atos inseguros são definidos como causas de

Atos inseguros são definidos como causas de acidentes do trabalho que residem exclusivamente no fator humano, isto é, aqueles que decorrem da execução das tarefas de forma contrária as normas de segurança.

É falsa a ideia de que não se pode predizer nem controlar o comporta-

mento humano. Na verdade, é possível analisar os fatores relacionados com a ocorrência de atos inseguros e controlá-los. Seguem-se, para orientação, alguns fatores que podem levar os trabalhadores a pratica- rem atos inseguros:

a) Inadaptação entre homem e função por fatores constitucionais como:

Sexo

Idade

Tempo de reação aos estímulos

Coordenação motora

Estabilidade x instabilidade emocional

Extroversão / introversão

Agressividade

Impulsividade

Problemas neurológicos

Nível de inteligência

Grau de atenção

Percepção

Coordenação visual / motora

• Percepção • Coordenação visual / motora b) Fatores circunstanciais (fatores que influenciam o

b) Fatores circunstanciais (fatores que influenciam o desempenho

do indivíduo no momento):

Problemas familiares

Abalos emocionais

c)

evitá-los, causado por:

Discussão com colegas

Alcoolismo

Grandes preocupações

Doença

Estado de fadiga etc

Desconhecimento dos riscos da função e/ou da forma como

Seleção ineficaz

Falhas de treinamento

Falta de treinamento

Desajustamento (relacionado com certas condições específicas

d)

do trabalho):

e)

do trabalhador e que se manifestam por comportamentos impró-

prios:

O desleixado

O machão

O exibicionista calado

O exibicionista falador

O desatento

O brincalhão

Fatores que fazem parte das características de personalidade

Problemas com a chefia

Problemas com os colegas

Política salarial imprópria

Política promocional imprópria

Clima de insegurança etc

Condições inseguras

São aquelas que, presentes no ambiente de trabalho, colocam em risco

a integridade física e/ou mental do trabalhador, devido a possibilida- de do mesmo acidentar-se. Tais condições manifestam-se como falhas técnicas, podendo apresentar-se:

Na construção e instalações em que se localiza a empresa – áreas in- suficientes, pisos fracos e irregulares, excesso de ruído e trepidações, falta de ordem e de limpeza, instalações elétricas impróprias ou com defeitos, falta de sinalização;

Na maquinaria – localização imprópria das máquinas, falta de prote- ção em partes móveis e pontos de agarramento, máquinas apresen- tando defeitos;

Na proteção do trabalhador – proteção insuficiente ou totalmente ausente, roupas e calçados impróprios, equipamento de proteção com defeito. Essas causas são apontadas como responsáveis pela maioria dos acidentes. No entanto, deve-se levar em conta que, às vezes, os acidentes são provocados pela presença de condições in- seguras e atos inseguros ao mesmo tempo.

Como se vestir no local de trabalho

É sabido que as partes móveis das máquinas formam pontos de agar-

ramento que representam constante fonte de perigo para o operador.

inovação em tubos e conexões

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01 FATORES

São exemplos de pontos de agarramento:

Cilindros

Polias

Correias

Correntes

Partes sobressalentes

Engrenagens

Partes que poderão ser agarradas:

14

Cabelos compridos e soltos

Roupas soltas

Camisa desabotoada

Camisa de mangas compridas

Calças de boca larga

Enfeites

Colares

Cordões

Brincos

Relógios

O

de trabalho porque, geralmente, os tipos usados pelo trabalhador são desaconselháveis e ninguém está livre do perigo de que algo pesado caia sobre os pés ou que algo perfure ou ultrapasse a sola dos sapatos.

calçado inadequado é também um grande problema no ambiente

Pulseiras

Anéis

Todos os sapatos citados precisam ser observados, estudados e trata- dos para se conseguir resultados duradouros ou definitivos, mas algu- mas providências podem ser tomadas de imediato para minimizar os riscos de acidentes, como:

Usar toca ou gorro para prender os cabelos compridos;

Usar a camisa abotoada e dentro da calça;

Usar mangas compridas com os punhos abotoados ou então usar mangas curtas;

Usar calças de boca estreita com as barras firmemente costuradas e sem vira;

Usar calçados de sola de couro, fechados e baixos;

Usar sapatos de segurança com biqueira e palmilha de aço, onde se fizerem necessário;

Não usar quaisquer enfeites no pescoço, braços, mãos ou dedos;

Usar roupas ajustadas no corpo, sem serem apertadas ou largas demais.

4.5. Segurança e saúde no trabalho

São questões relativas à:

Acidente no trabalho

Prevenção

Saúde e higiene

Lesão corporal

É todo ferimento e/ou contusão causado por qualquer acidente no

ambiente de trabalho, seja pelas condições propícias ao acontecimen-

to de acidentes, seja pelo não uso dos equipamentos de segurança por

parte do trabalhador.

SOCIAIS

equipamentos de segurança por parte do trabalhador. SOCIAIS Doença do trabalho É toda perturbação de saúde

Doença do trabalho

É toda perturbação de saúde adquirida no ambiente de trabalho em

virtude das condições em que se realiza o trabalho, seja pelos riscos profissionais relativos a execução deste ou pela falta de prevenção da

segurança do trabalho.

A prevenção é feita com campanhas de segurança

Cartazes

Filmes

Palestras

Divulgação dos acidentes

Caixa de sugestões

Comunicação

Treinamento

No caso de equipamentos deve-se ter cuidado com:

Manutenção

Limpar e guardar tudo que for usado!

Critérios

Devem possuir certificação.

Usar o equipamento de proteção individual (EPI) certo para cada atividade.

• Usar o equipamento de proteção individual (EPI) certo para cada atividade. inovação em tubos e
• Usar o equipamento de proteção individual (EPI) certo para cada atividade. inovação em tubos e

inovação em tubos e conexões

01 FATORES

SOCIAIS

Saúde e higiene

Sua saúde afeta o seu trabalho!

SOCIAIS Saúde e higiene Sua saúde afeta o seu trabalho! a) Higiene pessoal • Tome banho

a) Higiene pessoal

Tome banho todos os dias após o trabalho

Escovar os dentes após as refeições

Manter limpos e penteados os cabelos (aparência)

Conservar as unhas limpas e cortadas

Manter a barba feita

Manter roupas limpas

• Manter a barba feita • Manter roupas limpas b) Cuidados com o seu corpo •

b) Cuidados com o seu corpo

Dobrar os joelhos quando levantar pesos

Consulta médica se estiver com problemas de saúde

Fazer uso do preservativo sempre

Consultar periodicamente dentista

preservativo sempre • Consultar periodicamente dentista c) Na hora das refeições • Lavar as mãos antes
preservativo sempre • Consultar periodicamente dentista c) Na hora das refeições • Lavar as mãos antes

c) Na hora das refeições

Lavar as mãos antes das refeições

Usar talheres e copo individual

Jogar resto de comida no lixo

e copo individual • Jogar resto de comida no lixo d) No banheiro • Jogar papel

d) No banheiro

Jogar papel higiênico no lixo

Dar descarga no sanitário

Lavar as mãos após usar o banheiro

Zelar pela manutenção da limpeza

• Lavar as mãos após usar o banheiro • Zelar pela manutenção da limpeza inovação em
• Lavar as mãos após usar o banheiro • Zelar pela manutenção da limpeza inovação em

inovação em tubos e conexões

15

16

01 FATORES

e) No alojamento

Guardar roupas e equipamento em local adequado

Não guardar nada molhado no armário

Não perturbar o descanso do colega

Não fumar no alojamento, além de causar danos a saúde pode cau- sar incêndio

Não fazer refeições no vestiário

sar incêndio • Não fazer refeições no vestiário f) Convivendo com os colegas • Respeite o

f) Convivendo com os colegas

Respeite o seu colega de trabalho

Não faça algazarra

Não faça uso de álcool, drogas ou qualquer tipo de entorpecentes

Não traga nenhum tipo de arma para o trabalho

Evite brincadeiras que distraiam ou irritem o colega durante o horá- rio de trabalho

Segurança e saúde não são necessárias somente no seu trabalho, mas na sua vida.

5. Ética e cidadania

a) Autoestima

Autoestima inclui a avaliação subjetiva que uma pessoa faz de si mes- ma como sendo positiva ou negativa em algum grau (Sedikides & Gre- gg, 2003).

ou negativa em algum grau (Sedikides & Gre- gg, 2003). SOCIAIS b) Conjunto de regras e

SOCIAIS

b)

Conjunto de regras e preceitos de ordem valorativa e moral de um in- divíduo, de um grupo social ou de uma sociedade.

A palavra ética origina-se do grego "ethos" que apresenta dois signi-

ficados:

Morada do homem, no sentido de abrigo protetor > estilo de vida > ação no espaço do mundo > costume.

Comportamento resultante da repetição dos mesmos atos > o ato do indivíduo > manifestação do costume > hábito.

Ética

c) Costume

Modo de pensar e agir característico de pessoa, grupo social, povo ou nação.

d) Hábito

Maneira usual de ser, fazer, sentir, comportar-se individual ou coletiva- mente, que leva a um conhecimento ou prática.

Tanto o costume quanto o hábito são construídos.

e) Cidadão

É

indivíduo que, como membro de um Estado, usufrui de direitos civis

e

políticos garantidos pelo mesmo Estado e desempenha os deveres

que, nesta condição, lhe são atribuídos. Em resumo, é a pessoa que goza de direitos constitucionais e respeita as liberdades democráticas.

f) Cidadania

É um processo que se efetiva através do conhecimento e conquista dos direitos humanos, por meio daquilo que se constrói.

“Ninguém nasce cidadão, mas torna-se cidadão pela educação. Porque a educação atualiza a inclinação potencial e natural dos homens à vida comunitária ou social.” Luis Carlos Ludovikus Moreira de Carvalho

5.1. Identidade

Conjunto de características e circunstâncias que distinguem uma pes- soa ou grupo, dando a estes uma forma única. Pode ser:

Individual

A construção da identidade individual é um processo que acontece

durante toda, ou grande parte, da vida dos indivíduos, no meio familiar

e social e que estabelece o conjunto de valores e crenças que definirão

a sua pessoa.

Coletiva

A construção da Identidade coletiva é um processo social de constitui-

ção de um conjunto de valores e ações a partir das relações interativas em espaço geográfico, entre indivíduos e/ou grupos que organizam sua vida em torno de atividades semelhantes, tendo como base um conjunto de valores compartilhados.

A identidade coletiva regula e é regulada:

1) Pelos sentimentos de pertencimento; 2) Pela definição de práticas sociais grupais (cultura política);

3) Pelo partilhamento de valores, crenças e interesses; 4) Pelo estabelecimento de redes sociais; e 5) Pelas relações intra e entre grupos.

4) Pelo estabelecimento de redes sociais; e 5) Pelas relações intra e entre grupos. inovação em

inovação em tubos e conexões

01 FATORES

SOCIAIS

6. Relações humanas

Vivemos, convivemos e trabalhamos com pessoas. Basta estar em con- tato com alguém para que algum tipo de sentimento seja despertado

As pessoas reagem às pessoas

(simpatia, antipatia, inveja, atração com que têm contato.

).

Quando se conhece uma pessoa, formamos uma opinião inicial sobre ela, conhecida como primeira impressão. Os fatores envolvidos na for- mação das primeiras impressões são:

Impacto que cada um causa no outro

impressões são: Impacto que cada um causa no outro Distanciamento sem conflito Relacionamento difícil e tenso
impressões são: Impacto que cada um causa no outro Distanciamento sem conflito Relacionamento difícil e tenso

Distanciamento sem conflito

que cada um causa no outro Distanciamento sem conflito Relacionamento difícil e tenso 6.1. Relações

Relacionamento difícil e tenso

Distanciamento sem conflito Relacionamento difícil e tenso 6.1. Relações interpessoais São as ações e relações

6.1. Relações interpessoais

São as ações e relações entre os membros de um grupo ou entre gru- pos de uma sociedade, ocorridas através das interações.

pos de uma sociedade, ocorridas através das interações. Os fatores que influenciam as relações interpessoais são:

Os fatores que influenciam as relações interpessoais são:

Espontaneidade

Os fatores que influenciam as relações interpessoais são: Espontaneidade inovação em tubos e conexões 17
Os fatores que influenciam as relações interpessoais são: Espontaneidade inovação em tubos e conexões 17

inovação em tubos e conexões

17

18

01 FATORES

SOCIAIS

Dificuldade de fazer e receber críticas

FATORES SOCIAIS Dificuldade de fazer e receber críticas Dificuldade de lidar com conflitos Dificuldade de rever

Dificuldade de lidar com conflitos

e receber críticas Dificuldade de lidar com conflitos Dificuldade de rever nossas primeiras impressões Saber

Dificuldade de rever nossas primeiras impressões

Dificuldade de rever nossas primeiras impressões Saber lidar com as relações interpessoais é fundamental

Saber lidar com as relações interpessoais é fundamental para o bom

desenvolvimento de um profissional no local de trabalho.

bom desenvolvimento de um profissional no local de trabalho. 7. Gestão de recursos humanos na construção

7. Gestão de recursos humanos na construção civil

Gestão de recursos humanos é a atividade que tem por finalidade re- crutar, selecionar e qualificar os recursos humanos com o objetivo de alcançar um desempenho que possa combinar as necessidades indivi- duais das pessoas com as da organização.

7.1. Recursos humanos

São as pessoas com seus talentos, habilidades, conhecimentos e capa- cidades, que estão envolvidas nos processos organizacionais. “A eficiência das pessoas, das atividades e a eficácia das organizações são resultados da adoção de metodologias e procedimentos direcio- nados à gestão das pessoas”. Idalberto Chiavenato

Os fatores relacionados são:

Recrutamento, seleção e admissão

Desenvolvimento de pessoal

Treinamento, aperfeiçoamento e qualificação

Análise e descrição do trabalho e de cargos

Competências e habilidades

Planos de remuneração

Salários, benefícios e gratificações

Trabalho em equipe

Liderança e formação de líderes

Comunicação e informação

Segurança, saúde e higiene no trabalho

Gestão pela qualidade total em RH

Para a gestão de pessoas, existem 5 processos básicos que devem ser considerados:

Processo

Objetivo

Atividades envolvidas

Provisão

Quem irá trabalhar na organização

Pesquisa de mercado de RH

Recrutamento de pessoas

 

Seleção de pessoas

Aplicação

O

que as pessoas

Integração de pessoas

farão na organi-

Desenho de cargos

zação

Descrição e análise de cargos

Avaliação de desempenho

Manutenção

Como manter as pessoas trabalhan- do na organização

Remuneração e compensação

Benefícios e serviços sociais

Higiene e Segurança do Trabalho

 

Relações sindicais (trabalhistas)

Desenvolvimento

Como preparar

Treinamento

e

desenvolver as

Desenvolvimento organizacional

pessoas

 

Monitoração

Como saber o que

Banco de dados / sistemas de informação

são e o que fazem

as

pessoas

Auditoria de RH

7.2. Funções da mão de obra de produção

Execução dos serviços

Distribuição de pessoal e suprimentos

Definir e solicitar os suprimentos do dia a dia

Trabalhos de medição

Definição do layout do canteiro de obras

Garantir o cumprimento das especificações, prazos, custos e qualidade

Aplicação dos procedimentos de segurança

Medicina do Trabalho

inovação em tubos e conexões

01 FATORES

SOCIAIS

7.3. Organograma funcional de uma obra

Engenheiro Supervisor

Engenheiro Residente

Estagiários

Mestre de Obras

Almoxarife, Apontador

Técnicos

O ciais de produção

Auxiliares

Encarregados

Técnicos O ciais de produção Auxiliares Encarregados 8. Empreendedorismo A palavra empreendedorismo foi utilizada

8. Empreendedorismo

A palavra empreendedorismo foi utilizada pelo economista Joseph

Schumpeter em 1950 para definir uma pessoa com criatividade e ca- paz de fazer sucesso com inovações.

“Empreendedorismo é aprendizado pessoal que, impulsionado pela mo- tivação, criatividade e iniciativa, busca a descoberta vocacional, a per- cepção de oportunidades e a construção de um projeto de vida ideal." Robert Menezes

O termo Empreendedorismo designa os estudos relativos ao em- preendedor, seu perfil, suas origens, seu sistema de atividades, seu universo de atuação.

O termo Empreendedor é utilizado para designar principalmente as atividades de quem se dedica à geração de riquezas, seja na trans- formação de conhecimentos em produtos ou serviços, na geração do próprio conhecimento, ou na inovação em áreas como marke- ting, produção e organização.

No Brasil, o empreendedorismo começou a ganhar força nos anos de 1990, durante a abertura da economia nacional, que surtiria os seguin- tes efeitos:

A entrada de produtos importados > controle dos preços > cresci- mento econômico

Problemas para alguns setores > perda de competitividade com os importados

Modernização das empresas para poder competir e voltar a crescer

Razões do empreendedorismo

Autorrealização

Estimular o desenvolvimento pessoal e local

Apoiar a pequena empresa

Ampliar a base tecnológica

Criar empregos

Acompanhar a velocidade das mudanças e novas tendências inter- nacionais

Adaptar-se ao novo mercado, com ética e cidadania

As habilidades requeridas de um empreendedor são:

a) Pessoais

Ser disciplinado

Assumir riscos

Ser inovador

Ser disciplinado • Assumir riscos Ser inovador • • Ter ousadia • Persistente • Visionário •

Ter ousadia

Persistente

Visionário

Ter iniciativa

Coragem

Humildade

Ter paixão pelo que faz

b) Técnicas

Saber escrever

Saber ouvir as pessoas

Captar informações

Ser organizado

Saber liderar e trabalhar em equipe

c) Gerenciais

Marketing

Administração

Finanças

Operacional

Produção

Tomada de decisão

Planejamento e controle

Caminhos do empreendedor

Autoconhecimento:

Espaço de si estreito (Teoria X) versus Espaço de si amplo (Teoria Y).

Perfil do empreendedor:

Comparação das características do empreendedor e da pessoa.

Aumento da criatividade:

Dominar os processos internos para gerar inovação e criatividade.

Processo visionário:

Desenvolver uma visão e aprender a identificar oportunidades.

Rede de relações:

Estabelecer relações que possam servir de suporte ao desenvolvimen- to e aprimoramento da ideia do negócio e sua sustentação.

Avaliação das condições para iniciar um plano:

Reunir e avaliar todas as condições para elaborar um plano.

Plano de negócio:

Metas mensuráveis, flexibilidade no plano, indicadores de evolução, compromisso coletivo, revisão de metas, aprender com a experiência.

Capacidade de negociar e apresentar uma ideia:

Cooperação entre pessoas, parceiros ou empresas para alcançar objeti- vos de tal forma que todos saiam ganhando.

A síndrome do empregado designa um empregado e não um empre- endedor quando ele:

É desajustado e infeliz, com visão limitada

Tem dificuldade para identificar oportunidades

É dependente no sentido de que necessita de alguém para se tornar produtivo

Sem criatividade

inovação em tubos e conexões

19

20

01 FATORES

SOCIAIS

Sem habilidade para transformar conhecimento em riqueza, descui- da de outros conhecimentos que não sejam voltados à tecnologia do produto ou a sua especialidade

Tem dificuldade de auto aprendizagem, não é autossuficiente, exige supervisão e espera que alguém lhe forneça o caminho

Domina somente parte do processo, não busca conhecer o negócio como um todo: a cadeia produtiva, a dinâmica dos mercados, a evo- lução do setor

Não se preocupa com o que não existe ou não é feito: tenta enten- der, especializar-se e melhorar somente no que já existe

Mais faz do que aprende

Não se preocupa em formar sua rede de relações, estabelece baixo nível de comunicações

Tem medo do erro, não o trata como uma aprendizagem

Não se preocupa em transformar as necessidades dos clientes em produtos/serviços

Não sabe ler o ambiente externo: ameaças

Não é pró-ativo

9. Produtividade e desperdício na construção civil

Produtividade é a relação entre os recursos utilizados e os resultados alcançados. Ela mede a capacidade que o trabalhador tem de aumen- tar o valor do conjunto de materiais e serviços que compõem um de- terminado produto. A produtividade no Brasil é menor que um quinto da produtividade dos países industrializados:

Apresenta baixos índices de produtividade em relação a outros países

- Brasil - 45 hh/m 2 ,

- Dinamarca - 22 hh/m 2

A influência dos processos

- Processo artesanal primitivo- 80 hh/m 2

- Processo industrializado - 10 hh/m 2

* hh = horas homem

“Produtividade é minimizar cientificamente o uso de recursos materiais, mão de obra, máquinas, equipamentos etc., para reduzir custos de pro- dução, expandir mercados, aumentar o número de empregados, lutar por aumentos reais de salários e pela melhoria do padrão de vida, no interesse comum do capital, do trabalho e dos consumidores”. (Japan Productivity Center for Social – Economics Development ).

O aumento da produtividade é consequência da utilização otimizada

e integrada dos diversos fatores que contribuem na formação, movi- mentação e comercialização de um produto. Podem-se destacar os seguintes fatores que afetam a produtividade:

Capacitação e treinamento da mão de obra

Metodologia de trabalho utilizada

Layout do canteiro de obras

Práticas gerenciais de controle

Processos de produção

Utilização de insumos

Estrutura organizacional da empresa

grau de produtividade de um agente econômico (pessoa, empresa,

país) é, via de regra, um dos melhores indicadores para a medição dos

seus níveis de eficiência e eficácia.

O

a medição dos seus níveis de eficiência e eficácia. O 9.1 Tempo X Produtividade Tempo produtivo
a medição dos seus níveis de eficiência e eficácia. O 9.1 Tempo X Produtividade Tempo produtivo

9.1 Tempo X Produtividade Tempo produtivo

Tempo consumido para elaborar produtos ou serviços que atendem as necessidades dos clientes.

ou serviços que atendem as necessidades dos clientes. Tempo não produtivo Tempo consumido para elaborar produtos

Tempo não produtivo

Tempo consumido para elaborar produtos ou serviços que não aten- dem as necessidades dos clientes.

serviços que não aten- dem as necessidades dos clientes. Tempo ocioso Tempo consumido pela não elaboração

Tempo ocioso

Tempo consumido pela não elaboração de produtos ou serviços, mas ocorre o consumo de recursos disponibilizados.

mas ocorre o consumo de recursos disponibilizados. Trabalho produtivo Ser produtivo não é trabalhar

Trabalho produtivo

Ser produtivo não é trabalhar duramente, mas sim trabalhar com sa- bedoria, empregando seus talentos e competências àquilo que traz resultados impactantes, efetivos e duradouros.

talentos e competências àquilo que traz resultados impactantes, efetivos e duradouros. inovação em tubos e conexões

inovação em tubos e conexões

01 FATORES

SOCIAIS

Intensificação do trabalho

Executar o trabalho o mais rápido possível, levando ao grande desgas- te físico, riscos de acidente e desperdício de material.

te físico, riscos de acidente e desperdício de material. Racionalização do tempo Realizar suas tarefas da

Racionalização do tempo

Realizar suas tarefas da melhor maneira possível sem perder tempo. Para tanto é necessário planejar, implementar e controlar a execução dos serviços.

implementar e controlar a execução dos serviços. 9.2. Desperdício na construção civil Perdas As perdas

9.2. Desperdício na construção civil Perdas

As perdas são consideradas inevitáveis (perdas naturais) e evitáveis. Se- gundo sua natureza, podem acontecer por:

Superprodução

Substituição

Espera

Transporte

No processamento em si

Nos estoques

Nos movimentos

Elaboração de produtos defeituosos

E outros fatores, como roubo, vandalismo, acidentes

• E outros fatores, como roubo, vandalismo, acidentes Conforme a origem, as perdas podem ocorrer no

Conforme a origem, as perdas podem ocorrer no próprio processo pro- dutivo, como nos que o antecedem, como fabricação de materiais, pre- paração dos recursos humanos, projetos, planejamento e suprimentos. Em todos os casos a qualificação do trabalhador está presente. Qualquer utilização de recursos além do necessário à produção de determinado produto é caracterizada como desperdício classificado conforme seu controle, sua natureza e sua origem.

Desperdício

O desperdício não pode ser visto apenas como o material refugado

no canteiro, mas sim como toda e qualquer perda durante o processo.

Retrabalho

O retrabalho é a ação implementada sobre um produto não confor-

me de modo que ele atenda aos requisitos especificados. O retrabalho consiste em fazer os reparos necessários detectados durante processos

de inspeção de produtos que não atendam aos padrões previamente estabelecidos e pela mão de obra adicional gasta no reparo e nas re- inspeções.

Para a melhoria da produtividade é necessário evitar o retrabalho, o que se consegue otimizando as ações. Mas para isto é necessário:

Planejamento: depois de planejada, a execução fica muito mais fácil;

Disponibilização de informações de forma instantânea, clara e segura;

Ter um processo de decisão ágil;

Estabelecimento de melhoria contínua de processos;

Identificação de pontos fracos e defeitos;

Ação preventiva;

Mudanças de tecnologia com base em análises de custo/benefício.

O

retrabalho leva ao desperdício, pois ele geralmente envolve:

Consumo de tempo

Consumo de material

Desgaste físico e mental

Desgaste profissional

Descrédito da marca

Redução do lucro

Desperdícios e perdas

Com o desperdício:

Os custos aumentam

Os ganhos diminuem

A qualidade é reduzida

O esforço é dobrado

• Os ganhos diminuem • A qualidade é reduzida • O esforço é dobrado inovação em

inovação em tubos e conexões

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22

01 FATORES

SOCIAIS

Anotações

22 0 1 FATORES SOCIAIS Anotações inovação em tubos e conexões

inovação em tubos e conexões

Soluções Amanco

Apostila de Apoio ao Instrutor Curso de Instalador Hidráulico

02 Matemática Básica 1 - Contabilidade básica 24 2 - Metrologia 25 3 - Unidades
02
Matemática Básica
1 - Contabilidade básica
24
2 - Metrologia
25
3 - Unidades geométricas
27
4 - Geometria
30

23

básica 24 2 - Metrologia 25 3 - Unidades geométricas 27 4 - Geometria 30 23
básica 24 2 - Metrologia 25 3 - Unidades geométricas 27 4 - Geometria 30 23

inovação em tubos e conexões

24

02 MATEMÁTICA

1. Contabilidade básica

"A contabilidade é uma ciência que permite, através de suas técnicas, manter um controle permanente do patrimônio da empresa". As finalidades fundamentais da contabilidade referem-se à orientação da administração das empresas no exercício de suas funções. A contabilidade é o controle e o planejamento de toda e qualquer en- tidade sócio econômica.

de toda e qualquer en- tidade sócio econômica. 1.1. Princípios básicos a) Princípio da competência -

1.1. Princípios básicos

a) Princípio da competência - As despesas e receitas devem ser con-

tabilizadas como tais, no momento de sua ocorrência, independente-

mente de seu pagamento ou recebimento.

b) Princípio da realização da receita e confrontação da despesa -

As receitas realizadas no período devem ser confrontadas, no mesmo período, com as despesas que a geraram.

c) Custo como base de valor - As aquisições de ativos deverão ser

contabilizadas pelo seu valor histórico, pelo seu valor de compra ou aquisição.

d) Princípio do denominador comum monetário - Este princípio diz

que a contabilidade deve ser feita numa única moeda e que todos os itens devem ser avaliados por essa moeda.

1.2. Funções da contabilidade

As principais funções da contabilidade são: registrar, organizar, de- monstrar, analisar e acompanhar as modificações do patrimônio em virtude da atividade econômica ou social que a empresa exerce no contexto econômico.

a) Registrar

Todos os fatos que ocorrem e podem ser representados em valor mo- netário.

b) Organizar

Um sistema de controle adequado à empresa.

c) Demonstrar

Com base nos registros realizados, expor periodicamente por meio de demonstrativos, a situação econômica, patrimonial e financeira da em- presa.

d) Analisar

Os demonstrativos podem ser analisados com a finalidade de apuração dos resultados obtidos pela empresa.

de apuração dos resultados obtidos pela empresa. BÁSICA e) Acompanhar A execução dos planos econômicos da

BÁSICA

e) Acompanhar

A execução dos planos econômicos da empresa, prevendo os paga-

mentos a serem realizados, as quantias a serem recebidas de terceiros

e alertando para eventuais problemas.

1.3. Exercício social

É o espaço de tempo no qual as pessoas jurídicas apuram seus resulta- dos. Ele pode coincidir ou não com o ano-calendário, de acordo com o que dispuser o estatuto da empresa ou o contrato social.

1.4. Balanço patrimonial

É um documento contábil que resume as atividades da empresa, num

determinado período, nos seus aspectos patrimoniais e financeiros, sendo atualmente obrigatório o seu levantamento anual, coincidente

com o ano civil.

Balanço Patrimonial

Empresa: xoxoxoxoxoxoxoxoxoxoxoxoxox

Ano Exercício

Ativo

Passivo

Circulante 0,00 Elegível a Longo Prazo 0,00 Clientes 0,00 0,00 Estoques 0,00 Patrimônio Líquido 0,00
Circulante
0,00
Elegível a Longo
Prazo
0,00
Clientes
0,00
0,00
Estoques
0,00
Patrimônio Líquido
0,00
Permanente
0,00
0,00

Total do Ativo

0,00

Total do Ativo

0,00

a) Ativo

Todos os bens, direitos e valores a receber de uma entidade. Contas do ativo têm saldos devedores, com exceção das contas retificadoras, como depreciação acumulada e provisões para ajuste ao valor de mer- cado.

b) Passivo Obrigações que deverão ser pagas no decorrer do exercício seguinte, como duplicatas a pagar, contas a pagar, títulos a pagar, empréstimos bancários, imposto de renda a pagar, salários a pagar.

c)

Capital social

O

valor previsto em contrato ou estatuto, que forma a participação (em

dinheiro, bens ou direitos) dos sócios ou acionistas na empresa.

d) Patrimônio líquido

Valor que os proprietários têm aplicado. Contas do patrimônio líquido têm saldos credores, divide-se em: Capital social; Reservas de capital; Re- servas de reavaliação, Reservas de lucros; e Lucros/Prejuízos acumulados.

e) Direitos

Valores a serem recebidos de terceiros por vendas a prazo ou valores de nossa propriedade que se encontram em posse de terceiros.

f) Obrigações

Dívidas ou compromissos de qualquer espécie ou natureza assumidos perante terceiros, ou bens de terceiros que se encontram em nossa pos- se.

inovação em tubos e conexões

02 MATEMÁTICA

BÁSICA

1.5. Demonstração do resultado do exercício (DRE)

Destina-se a evidenciar a formação de resultado líquido do exercício, diante do confronto das receitas, custos e despesas apuradas segundo o regime de competência.

Demonstração de Resultado do Exercício

Empresa : xoxoxoxoxoxoxoxoxox

Ano Exercício

Conta

Valor

Receita de Vendas

100.000,00

(-)Custo Prod. Vendido - CPV

30.000,00

(=)Lucro Bruto

70.000,00

(-)Despesas OperacionaiS

27.000,00

De Vendas

20.000,00

Administrativas

5.000,00

Financeiras Líquidas

2.000,00

(=)Lucro Operacional

43.000,00

(+/-)Resultado não Operacional

2.000,00

(=) Lucro Líquido antes do IR

45.000,00

(-) Provisão para o IR

10.000,00

(=)Lucro Líquido após o IR

35.000,00

(-) Participação dos Empregados

10.000,00

(=) Lucro Líquido do Período

25.000,00

a)

Entradas de elementos para o ativo da empresa, na forma de bens ou direitos que sempre provocam um aumento da situação líquida.

Receitas

b) Despesas

Gastos incorridos para, direta ou indiretamente, gerar receitas. As des- pesas podem diminuir o ativo e/ou aumentar o passivo exigível, mas sempre provocam diminuições na situação líquida.

c) Prejuízos acumulados

Conta que registra as perdas acumuladas da entidade, já absorvidas pelas demais reservas ou lucros acumulados.

d) Lucros acumulados

Resultado positivo acumulado da entidade, legalmente ficam em des- taque, mas tecnicamente, enquanto não distribuídos ou capitalizados, podem ser considerados como reservas de lucros.

1.6. Resultado operacional (lucro ou prejuízo opera-

cional):

Aquele que representa o resultado das atividades, principais ou acessó- rias, que constituem objeto da pessoa jurídica

ou acessó- rias, que constituem objeto da pessoa jurídica   Balanço Patrimonial   Empresa :
 

Balanço Patrimonial

 

Empresa : xoxoxoxoxoxoxoxoxox

 
 

Ano Exercício

 

Ativo

Passivo

Circulante

40.000,00

Circulante

38.000,00

Disponível

20.000,00

Fornecedores

15.000,00

Caixa

15.000,00

Contas a Pagar

10.000,00

Aplicação

5.000,00

Imposto de Renda a Pagar

3.000,00

Clientes

8.000,00

Participações a Pagar

5.000,00

Clientes

8.000,00

Dividendos a Pagar

2.000,00

Estoques

12.000,00

Empréstimo Curto Prazo

3.000,00

Estoque Produto Aca- bado

10.000,00

Exigível a Longo Prazo

30.000,00

Estoque Matéria Prima A

2.000,00

Empréstimo Longo Prazo

30.000,00

Permanente

60.000,00

Patrimônio Líquido

32.000,00

Máquinas

30.000,00

Capital Social

28.000,00

Prédios e Instalações

40.000,00

Lucros Acumulados no Ano

4.000,00

(-) Depreciação Acumu- lada

10.000,00

   

Total do Ativo

100.000,00

Total do Passivo

100.000,00

2. Metrologia

A definição formal de metrologia, palavra de origem grega, é:

Metron = medida

Logos = ciência

grega, é: • Metron = medida • Logos = ciência Portanto, metrologia é a ciência da

Portanto, metrologia é a ciência da medição. Trata dos conceitos bá- sicos, dos métodos, dos erros e sua propagação, das unidades e dos padrões envolvidos na quantificação de grandezas físicas.

das unidades e dos padrões envolvidos na quantificação de grandezas físicas. inovação em tubos e conexões

inovação em tubos e conexões

25

26

02 MATEMÁTICA

Metrologia também diz respeito ao conhecimento dos pesos e medi- das e dos sistemas de unidades de todos os povos, antigos e modernos.

2.1. Áreas da metrologia

A metrologia está dividida em três grandes áreas:

a) Metrologia científica

Utiliza instrumentos laboratoriais, pesquisas e metodologias científicas que têm por base padrões de medição nacionais e internacionais para

o alcance de altos níveis de qualidade metrológica.

b) Metrologia industrial

Sistemas de medição que controlam processos produtivos industriais

e são responsáveis pela garantia da qualidade dos produtos acabados.

c) Metrologia legal

Relacionada a sistemas de medição usados nas áreas de saúde, segu- rança e meio ambiente.

2.2. Instrumentação

Instrumentação é o conjunto de técnicas e instrumentos usados para observar, medir e registrar fenômenos físicos. A instrumentação preo- cupa-se com o estudo, o desenvolvimento, a aplicação e a operação dos instrumentos.

a aplicação e a operação dos instrumentos. Medição Conjunto de operações que tem por objetivo
a aplicação e a operação dos instrumentos. Medição Conjunto de operações que tem por objetivo
a aplicação e a operação dos instrumentos. Medição Conjunto de operações que tem por objetivo

Medição

Conjunto de operações que tem por objetivo determinar um valor de uma grandeza.

que tem por objetivo determinar um valor de uma grandeza. Medida É o valor correspondente ao

Medida

É o valor correspondente ao valor momentâneo da grandeza a medir

no instante da leitura. A leitura é obtida pela aplicação dos parâmetros do sistema de medição à leitura e é expressa por um número acompa- nhado da unidade da grandeza a medir.

por um número acompa- nhado da unidade da grandeza a medir. BÁSICA Grandezas Atributo de um

BÁSICA

acompa- nhado da unidade da grandeza a medir. BÁSICA Grandezas Atributo de um fenômeno, corpo ou

Grandezas

Atributo de um fenômeno, corpo ou substância que pode ser quali- tativamente distinguido e quantitativamente determinado. O termo “grandeza” pode referir-se a:

a) Grandezas em um sentido geral:

Comprimento

Tempo

Temperatura

b) Grandezas específicas:

Comprimento de uma barra

Resistência elétrica de um fio

Concentração de etanol em uma amostra de vinho

c) Grandeza de mesma natureza:

Podem ser classificadas, uma em relação à outra, em ordem crescen- te ou decrescente, são denominadas grandezas de mesma natureza.

Podem ser agrupadas em conjuntos de categorias de grandezas:

Trabalho, calor, energia

Espessura, circunferência, comprimento de onda

Os símbolos das grandezas são dados na norma ISO 31.

Unidades de medida

Grandeza específica, definida e adotada por convenção, com a qual outras grandezas de mesma natureza são comparadas para expressar suas magnitudes em relação àquela grandeza. Unidades de medida têm nomes e símbolos aceitos por convenção, assim, o símbolo de uma unidade de medida (sinal convencional) de- signa esta unidade de medida.

Exemplos:

a) m é o símbolo do metro

b) A é o símbolo do ampère.

O Sistema de Unidades de medida é um conjunto das unidades de base e unidades derivadas, definido de acordo com regras específicas, para um dado sistema de grandezas.

Exemplos:

a) Sistema Internacional de Unidades SI;

b) Sistema de Unidades CGS.

inovação em tubos e conexões

02 MATEMÁTICA

BÁSICA

Sistema internacional de unidades (SI)

É um conjunto de definições utilizado em quase todo o mundo mo- derno, que visa uniformizar e facilitar as medições.

mo- derno, que visa uniformizar e facilitar as medições. 3. Unidades geométricas 3.1. Metro As unidades

3. Unidades geométricas

3.1. Metro

As unidades de medição primitivas estavam baseadas em partes do corpo humano, que eram referências universais, pois ficava fácil che- gar-se a uma medida que podia ser verificada por qualquer pessoa. Foi assim que surgiram medidas padrão como a polegada, o palmo, o pé,

a jarda, a braça e o passo.

a polegada, o palmo, o pé, a jarda, a braça e o passo. Em geral, essas
a polegada, o palmo, o pé, a jarda, a braça e o passo. Em geral, essas
a polegada, o palmo, o pé, a jarda, a braça e o passo. Em geral, essas

Em geral, essas unidades eram baseadas nas medidas do corpo do rei.

O Antigo Testamento da Bíblia é um dos registros mais antigos da his-

tória da humanidade. E lá, no Gênesis, lê-se que o Criador mandou Noé construir uma arca com dimensões muito específicas, medidas em cô-

vados. O côvado era uma medida-padrão da região onde morava Noé,

e é equivalente a três palmos, aproximadamente, 66 cm.

e é equivalente a três palmos, aproximadamente, 66 cm. Há cerca de 4.000 anos, os egípcios

Há cerca de 4.000 anos, os egípcios usavam, como padrão de medi- da de comprimento, o cúbito: distância do cotovelo à ponta do dedo médio. Como as pessoas têm tamanhos diferentes, o cúbito variava de uma pessoa para outra, ocasionando as maiores confusões nos resul- tados nas medidas.

as maiores confusões nos resul- tados nas medidas. Nos séculos XV e XVI, os padrões mais

Nos séculos XV e XVI, os padrões mais usados na Inglaterra para medir comprimentos eram a polegada, o pé, a jarda e a milha. Na França, no século XVII, ocorreu um avanço importante na questão de medidas.

A Toesa, que era então utilizada como unidade de medida linear, foi

padronizada em uma barra de ferro com dois pinos nas extremidades

e, em seguida, chumbada na parede externa do Grand Chatelet, nas

proximidades de Paris. Uma toesa é equivalente a seis pés, aproxima- damente, 182,9 cm.

Inicia-se um movimento no sentido de estabelecer uma unidade na- tural que pudesse ser encontrada na natureza e, assim, ser facilmen-

te copiada, constituindo um padrão de medida. Havia também outra

exigência para essa unidade: ela deveria ter seus submúltiplos estabe-

lecidos segundo o sistema decimal. Estabelecia-se, então, que a nova unidade deveria ser igual à décima milionésima parte de um quarto do meridiano terrestre.

O sistema decimal já havia sido inventado na Índia, quatro séculos antes de Cristo.

Protótipo Internacional do Metro de 1889 (1ª CGPM) a 1960, quando a definição da unidade metro foi alterada, e desde então pode ser repro- duzido em laboratório; desde 1983 o metro é obtido por meio de um equipamento que utiliza um laser estabilizado.

1983 o metro é obtido por meio de um equipamento que utiliza um laser estabilizado. inovação

inovação em tubos e conexões

27

02 MATEMÁTICA

0 2 MATEMÁTICA Sendo assim o metro é a distância entre os eixos de dois traços

Sendo assim o metro é a distância entre os eixos de dois traços princi- pais marcados na superfície neutra do padrão internacional deposita- do no B.I.P.M. (Bureau Internacional dês Poids et Mésures), na tempera- tura de zero grau Celsius e sob uma pressão atmosférica de 760 mmHg e apoiado sobre seus pontos de mínima flexão.

Metro é o comprimento do trajeto percorrido pela luz no vácuo, du-

28 rante um intervalo de tempo de 1/299 792 458 de segundo.

No século XIX, vários países já haviam adotado o sistema métrico. No Brasil, o sistema métrico foi implantado pela Lei Imperial nº 1157, de 26 de junho de 1862.

Estabeleceu-se, então, um prazo de dez anos para que padrões anti- gos fossem inteiramente substituídos.

Plural do nome: metros Símbolo: m Grandeza: comprimento (a extensão de um objeto considerado na sua maior dimensão).

extensão de um objeto considerado na sua maior dimensão). Metro cúbico Definição - Volume de um

Metro cúbico

Definição - Volume de um cubo cuja aresta tem 1 metro de compri- mento. Plural do nome: metros cúbicos Símbolo: m³ Grandeza: volume (a quantidade de espaço ocupada por um corpo. Volume tem unidades de tamanho cúbicas como, por exemplo, cm³, m³, in³).

de tamanho cúbicas como, por exemplo, cm³, m³, in³). BÁSICA Metro quadrado Definição - Área de
de tamanho cúbicas como, por exemplo, cm³, m³, in³). BÁSICA Metro quadrado Definição - Área de

BÁSICA

Metro quadrado

Definição - Área de um quadrado cujo lado tem 1 metro de compri- mento. Plural do nome: metros quadrados Símbolo: m² Grandeza: área (medida da superfície de uma figura geométrica).

área (medida da superfície de uma figura geométrica). Metro por segundo Definição - Velocidade de um

Metro por segundo

Definição - Velocidade de um móvel que, em movimento uniforme percorre a distância de 1 metro em 1 segundo. Plural do nome: metros por segundo Símbolo: m/s Grandeza: velocidade (a relação entre espaço percorrido e tempo de percurso, no movimento uniforme).

Segundo

Definição - Duração de 9.192.631.770 períodos da radiação correspon- dente à transição entre os dois níveis hiperfinos do estado fundamen- tal do átomo de césio 133. Plural do nome: segundos Símbolo: s Grandeza: tempo (um determinado período considerado em relação aos acontecimentos nele ocorridos).

Metro cúbico por segundo

Definição - Vazão de um fluído que, em regime permanente através de uma superfície determinada, escoa o volume de 1 metro cúbico do fluído em 1 segundo. Plural do nome: Metros cúbicos por segundo Símbolo: m³/s Grandeza: vazão (o volume de um fluido que escoa através da seção transversal de um conduto por unidade de tempo).

3.2. Instrumentos de medição

Dispositivos destinados a reproduzir ou fornecer, de maneira perma- nente durante seu uso, um ou mais valores conhecidos de uma dada grandeza.

Metro articulado

O metro articulado é um instrumento de medição linear, fabricado em madeira, alumínio ou fibra, que contém graduação conforme o sistema métrico universal.

alumínio ou fibra, que contém graduação conforme o sistema métrico universal. inovação em tubos e conexões

inovação em tubos e conexões

02 MATEMÁTICA

BÁSICA

Régua metálica

A régua apresenta-se normalmente em forma de lâmina de aço-carbo-

no ou de aço inoxidável. Nessa lâmina estão gravadas as medidas em

centímetro (cm) e milímetro (mm), conforme o sistema métrico, ou em

polegada e frações, conforme o sistema inglês.

ou em polegada e frações, conforme o sistema inglês. Trena Instrumento de medição constituído por uma

Trena

Instrumento de medição constituído por uma fita de aço, fibra ou te- cido, graduada em uma ou em ambas as faces, no sistema métrico e/

ou no sistema inglês, ao longo de seu comprimento, com traços trans-

versais.

ao longo de seu comprimento, com traços trans- versais. Paquímetro O paquímetro é um instrumento usado
ao longo de seu comprimento, com traços trans- versais. Paquímetro O paquímetro é um instrumento usado

Paquímetro

O paquímetro é um instrumento usado para medir as dimensões

lineares internas, externas e de profundidade de uma peça. Consiste

em uma régua graduada, com encosto fixo, sobre a qual desliza um cursor.

graduada, com encosto fixo, sobre a qual desliza um cursor. • Paquímetro universal: é utilizado em

Paquímetro universal: é utilizado em medições internas, externas, de profundidade e de ressaltos.

Paquímetro universal com relógio: o relógio acoplado ao cursor faci- lita a leitura, agilizando a medição.

Paquímetro com bico móvel: empregado para medir peças cônicas ou peças com rebaixos de diâmetros diferentes.

Paquímetro de profundidade: serve para medir a profundidade de furos não vazados, rasgos, rebaixos.

Paquímetro duplo: serve para medir dentes de engrenagens.

Paquímetro digital: utilizado para leitura rápida, livre de erro de para- laxe, e ideal para controle estatístico.

Micrômetro

É um instrumento de medição linear, que possibilita a realização de medições de centésimos e milésimos de mm. O micrômetro mede com exatidão a espessura de revestimentos na construção civil e tem grande uso na indústria mecânica, medindo toda a espécie de objetos, como peças de máquinas.

toda a espécie de objetos, como peças de máquinas. Tipos de micrômetros • Profundidade • Arco

Tipos de micrômetros

Profundidade

Arco profundo

Com disco nas hastes

Para medição de roscas

Interno

profundo • Com disco nas hastes • Para medição de roscas • Interno inovação em tubos
profundo • Com disco nas hastes • Para medição de roscas • Interno inovação em tubos

inovação em tubos e conexões

29

02 MATEMÁTICA

Leitura no micrômetro 1º passo - leitura dos milímetros inteiros na escala da bainha. 2º passo - leitura dos meios milímetros, também na escala da bainha. 3º passo - leitura dos centésimos de milímetro na escala do tambor.

leitura dos centésimos de milímetro na escala do tambor. 4. Geometria 30 É a matemática que

4. Geometria

30 É a matemática que estuda as formas, planas e espaciais, com as suas propriedades.

as formas, planas e espaciais, com as suas propriedades. Triângulo Cálculo da Área Área= b x

Triângulo

planas e espaciais, com as suas propriedades. Triângulo Cálculo da Área Área= b x h/2 Se,

Cálculo da Área Área= b x h/2 Se, b = 8m e h = 6 m

A

= 8×6/2

 

A

= 24,00m²

Cálculo da Hipotenusa

 

d

=

b² + h² 8² + 6² 64 + 36
b² + h²
8² + 6²
64 + 36

d

=

100
100

d

=

 

d

=

d

= 10m

 

Calculo do Perímetro

 

P

= b + h + d

P

= 8 + 6 +

100
100

P

= b + h +

= 8 + 6 +

= 8 + 6 +

b² + h² 8² + 6² 64 +36
b² + h²
8² + 6²
64 +36

P

= 8 + 6 + 10

P

 

P

P

= 24 m

 
= 8 + 6 + 10 P   P P = 24 m   BÁSICA Quadrado

BÁSICA

Quadrado

P   P P = 24 m   BÁSICA Quadrado Cálculo do Perímetro Perímetro = 4

Cálculo do Perímetro Perímetro = 4 x L Se, L = 5m

P

= 4 x 5

A

= 20m

Cálculo da Diagonal

 

D

=

2 x L² 2 x 5² 2 x 25
2 x L²
2 x 5²
2 x 25

D

=

50
50

D

=

 

D

=

D

= 7,07m

Calculo da Área Área = L x L ou L²

A

= 5²

A

= 5 x 5

Se, L = 5m

P

= 25 m²

Retângulo

A = 5 x 5 Se, L = 5m P = 25 m² Retângulo Cálculo do

Cálculo do Perímetro

 

Perímetro = 2 x (b + h) Se, b = 8m e h = 6m

P

= 2 x (8 + 6)

P

= 28m

Cálculo da Diagonal

 

D

=

b² + h² 8² x 6² 64 + 36
b² + h²
8² x 6²
64 + 36

D

=

100

D

=

 

D

=

D

= 10m

Calculo da Área

 

Área = b x h Se, b = 8m e h = 6m

A

= 8 x 6

Área = 48 m²

inovação em tubos e conexões

02 MATEMÁTICA

BÁSICA

Círculo

02 MATEMÁTICA BÁSICA Círculo Cálculo da Área Área = π x r² Sendo: π = 3,1415

Cálculo da Área Área = π x r² Sendo: π = 3,1415 Se, D = 4m, então r = 2m Área = 3,1415 x 2²

Área = 3,1415 x 2 x 2 Área = 3,1415 x 4

Área = 12,56m²

Cálculo do Perímetro Perímetro da circunferência = 2 x π x r Sendo: π = 3,1415 Se, D = 4m, então r = 2m

P = 2 x 3,1415 x 2

D = 12,56m

Cubo

4m, então r = 2m P = 2 x 3,1415 x 2 D = 12,56m Cubo

Cálculo da Área da Superfície

A

= 6 x a²

Se, a = 2m

A

= 6 x (2²)

A

= 6 x 4

A

= 24m²

Cálculo do Volume

D

= a 3

Se a = 2m

V

= 2 3

V

= 8m 3

Cálculo da Aresta Quantidade = 12 Comprimento = 12 x a Ca = 12 x 2 Ca = 24m

Quantidade = 12 Comprimento = 12 x a Ca = 12 x 2 Ca = 24m

Paralelepípedo

Comprimento = 12 x a Ca = 12 x 2 Ca = 24m Paralelepípedo Cálculo da

Cálculo da Área da Superfície

A

= 2 [(a x b) + (a x c) + (b x c)]

Se a = 2m, b = 3m e c = 4m

A = 2 x [(2 x 3) + (2 x 4) + (3 x 4)]

A = 2 x [(6 + 8 + 12)]

A = 52m²

Cálculo do Volume

V

= a x b x c

Se a = 2m, b = 3m e c = 4m

V

= 2 x 3 x 4

V

= 24m 3

Cálculo da Aresta Quantidade = 12 Comprimento = (4 x a) + (4 x b) + (4 x c) Ca = (4 x 2) + (4x3) + (4 x 4) Ca = 8 + 12 + 16 Ca = 36m

Cilindro

x 2) + (4x3) + (4 x 4) Ca = 8 + 12 + 16 Ca

Cálculo da Área Lateral Área = 2 x π x r x h Se, r = 2m e h = 4m Área = 2 x 3,1415 x 2 x 4 A = 50,26m²

 

Cálculo da Área da Base Área = π x r 2 Sendo π = 3,1415 Se, D = 4m, então r = 2m Área = 3,1415 x 2 2

Área = 3,1415 x 2 x 2 Área = 3,1415 x 4 A = 12,56m²

inovação em tubos e conexões

31

32

02 MATEMÁTICA

32 0 2 MATEMÁTICA Cálculo da Área Total Área = 2 x π x r x

Cálculo da Área Total Área = 2 x π x r x (h + r)

Sendo π = 3,1415 e h = 4m Se, D = 4m, então r = 2m Área = 2 x 3,1415 x 2 x (4+2)

A

= 75,40m²

Cálculo do Volume

V

= π x r 2 x h

V

= 3,1415 x 2 2 x 4

V

= 50,26m 3

Cilindro oco

= 3,1415 x 2 2 x 4 V = 50,26m 3 Cilindro oco BÁSICA Cálculo do
= 3,1415 x 2 2 x 4 V = 50,26m 3 Cilindro oco BÁSICA Cálculo do

BÁSICA

Cálculo do Volume (pelo raio menor)

 

π

= 3,1415

V

= 3,1415 x 6 x (4 2 - 3 2 )

R

= 4m

V

= 3,1415 x 6 x (16 - 9)

r

= 3m

V

= 3,1415 x 6 x 7

h

= 6m

A

= 131,94m 3

V

= π x h x (R 2 - r 2 )

 

Cálculo da Área Lateral

 

π

= 3,1415

A

= 2 x π x h x (R + r)

R

= 4m

A

= 2 x 3,1415 x 6 x (4 + 3)

r

= 3m

A

= 2 x 3,1415 x 6 x 7

h

= 6m

V

= 263,89m 2

Tronco de cone

x 6 x 7 h = 6m V = 263,89m 2 Tronco de cone Cálculo da

Cálculo da Área Lateral (comprimento do lado)

A

= π x L x (R + r)

π

= 3,1415

A

= 3,1415 x 6 x (4 + 3)

R

= 4m

A

= 3,1415 x 6 x 7

r

= 3m

A

= 131,94m 2

L

= 6m

 

Cálculo da Área Lateral (pela altura)

 

π

= 3,1415

A

= 3,1415 x (4 + 3) x

6 2 + (4 - 3) 2 36 + 1
6 2 + (4 - 3) 2
36 + 1

R

= 4m

A

= 3,1415 x 7 x

r

= 3m

A

= 21,99 x 6,082

h

= 6m

 

A

= π x (R + r) x

h 2 + (R - r) 2
h 2 + (R - r) 2

V

= 133,74m 2

Cálculo do Volume

 

π

= 3,1415

V

= [(3,1415 x 6)/3] x [4 2 + 3 2 + (4 x 3)]

R

= 4m

A

= (18,84/3) x (16 + 9 + 12)

r

= 3m

A

= 6,28 x 37

L

= 6m

 

V

= [(π x L)/3] x [R 2 + r 2 + (R x r)]

A

= 232,36m 3

inovação em tubos e conexões

02 MATEMÁTICA

Anotações

BÁSICA

02 MATEMÁTICA Anotações BÁSICA inovação em tubos e conexões 33

inovação em tubos e conexões

33

34

02 MATEMÁTICA

BÁSICA

Anotações

34 0 2 MATEMÁTICA BÁSICA Anotações inovação em tubos e conexões

inovação em tubos e conexões

Soluções Amanco

Apostila de Apoio ao Instrutor Curso de Instalador Hidráulico

35 03 Hidráulica Básica 1 2˚ PAV. 2˚ PAV. 2 4 9 1˚ PAV. 1˚
35
03
Hidráulica Básica
1
2˚ PAV.
2˚ PAV.
2
4
9
1˚ PAV.
1˚ PAV.
5
da da área área
erna erna
6
PAV. V.
TÉRREO
3
Condutor horizontal
r
h
6
Grelha em rampa
m
ra
7
de estacionamento
ona
Siste Sistema de recalque
8
para águas pluviais
1 - Uso racional de água
36
2 - Equipamentos economizadores
de água
38
3 - Conceitos utilizados em
instalações hidráulicas prediais
38
4
- Tipos de instalação
44
5 - Leitura e interpretação de
projetos hidráulicos
44
6 - Normas técnicas
53
44 5 - Leitura e interpretação de projetos hidráulicos 44 6 - Normas técnicas 53 inovação
44 5 - Leitura e interpretação de projetos hidráulicos 44 6 - Normas técnicas 53 inovação

inovação em tubos e conexões

36

03 HIDRÁULICA

1. Uso racional da água

A Terra possui 1,4 milhões de quilômetros cúbicos de água, mas apro-

ximadamente 2,5% deste total é doce. Os rios, lagos e reservatórios de onde a humanidade retira o que consome só correspondem a 0,36%

BÁSICA

c) Uso industrial

A água é utilizada para gerar energia, mover máquinas, resfriar peças,

fabricar bebidas e alimentos.

desse percentual. Daí a necessidade de preservação dos recursos hí- dricos. Em todo mundo, 10%
desse percentual. Daí a necessidade de preservação dos recursos hí-
dricos. Em todo mundo, 10% da utilização da água vai para o abasteci-
mento público, 23% para a indústria e 67% para a agricultura.
Água é fonte da vida. Não importa quem somos, o que fazemos, onde
vivemos. Nós dependemos dela para viver.
1.1. Disponibilidade de água e seus usos
Oceanos
97,3%
Terra
25%
Água
75%
d) Uso rural
A água é utilizada para a irrigação de plantações e a criação de animais
de um modo geral.
Disponível
Geleiras
para consumo
e águas
humano
subterrâneas
0,36%
2,34%
a) Uso doméstico
A água é utilizada para beber, preparar alimentos, cuidar da higiene
pessoal, da habitação e das roupas, além de irrigar hortas e criar ani-
mais. Ela deve ser de primeira qualidade e preencher os requisitos de
potabilidade.
1.2. Água no Brasil
O
Brasil tem a maior reserva hidrológica do planeta:
11, 6 % da água doce disponível no planeta;
53% dos recursos hídricos da América do Sul;
80% concentram-se na Amazônia, onde vivem apenas 5 % dos habi-
tantes do país;
b) Uso público
Os 20% restantes abastecem 95% dos brasileiros;

A água é utilizada para a limpeza de ruas, avenidas e praças públicas,

irrigação de parques e jardins, prevenção de incêndios, recreação, en- tre outros.

prevenção de incêndios, recreação, en- tre outros. • • • • E O consumo per capita
prevenção de incêndios, recreação, en- tre outros. • • • • E O consumo per capita

E

O consumo per capita no país dobrou em 20 anos;

A disponibilidade de água ficou três vezes menor;

Cada brasileiro possui, em tese, 34 milhões de litros ao ano;

Conforme as estimativas da ONU é possível se levar uma vida con- fortável com 2 milhões de litros ao ano.

por ter tanta água, o desperdício também é grande.

Pelas contas do Ministério do Planejamento, perdem-se até 40% dos 10,4 milhões de litros distribuídos anualmente pelo país.

Cerca de 30% da água tratada é perdida em vazamentos pelas ruas;

A grande São Paulo desperdiça 10 m³ de água por segundo;

Várias cidades de SP, RJ, BA, PE, GO e MG convivem com oferta anual inferior a 2 milhões de litros por habitante.

inovação em tubos e conexões

03 HIDRÁULICA

BÁSICA

E os principais fatores de influência no desperdício de água são:

Comportamentais: torneira da pia aberta, tomar banhos interminá- veis ou lavar calçadas com jatos de água;

Sociais: concentração da população nas cidades, crescimento da população maior que a capacidade de fornecimento;

Políticos e legais: legislação pouco abrangente, baixa implementa- ção de programa de uso.

Usando a água racionalmente

O uso racional da água é definido como as práticas, as técnicas e as

tecnologias que aperfeiçoam a eficiência no uso da água e reduzem o seu consumo, atendendo as mesmas necessidades.

O uso racional e responsável da água é fundamental para o futuro da

humanidade, uma vez que os mananciais existentes vêm sofrendo

maiores pressões em razão de fatores como o crescimento demográfi-

co e o desenvolvimento das atividades humanas.

demográfi- co e o desenvolvimento das atividades humanas. Um bom exemplo para a racionalização de água

Um bom exemplo para a racionalização de água é a individualização da água em edifícios, que ajuda na redução do consumo. Além disso, tem outros objetivos como:

Proporcionar justiça social, onde cada morador paga somente a água que consome;

Detectar vazamentos, analisando a regularidade de consumos;

Minimizar o desperdício de água no condomínio.

1.3. Gerenciamento de consumo da água

É a atividade de estudo, planejamento e implementação de programas de uso racional da água, que prevê medidas como:

a) Técnica

Projetos, instalações, equipamentos, medição e manutenções espe- cificos

Exploração, reuso, reciclagem, tratamento

Racionalizar exploração e consumo

b) Comportamental

Educação, conscientização