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FÍSICA

PRÉ-VESTIBULAR

LIVRO DO PROFESSOR

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© 2006-2008 – IESDE Brasil S.A. É proibida a reprodução, mesmo parcial, por qualquer processo, sem autorização por escrito dos autores e do detentor dos direitos autorais.

I229 IESDE Brasil S.A. / Pré-vestibular / IESDE Brasil S.A. — Curitiba : IESDE Brasil S.A., 2008. [Livro do Professor] 732 p.

ISBN: 978-85-387-0576-5

1. Pré-vestibular. 2. Educação. 3. Estudo e Ensino. I. Título.

CDD 370.71

Disciplinas

Autores

Língua Portuguesa

Francis Madeira da S. Sales

Literatura

Márcio F. Santiago Calixto Rita de Fátima Bezerra Fábio D’Ávila

Matemática

Danton Pedro dos Santos Feres Fares

Física

Haroldo Costa Silva Filho Jayme Andrade Neto Renato Caldas Madeira Rodrigo Piracicaba Costa Cleber Ribeiro

Química

Marco Antonio Noronha Vitor M. Saquette Edson Costa P. da Cruz

Biologia

Fernanda Barbosa Fernando Pimentel

História

Hélio Apostolo Rogério Fernandes Jefferson dos Santos da Silva

Geografia

Marcelo Piccinini Rafael F. de Menezes Rogério de Sousa Gonçalves Vanessa Silva Duarte A. R. Vieira Enilson F. Venâncio Felipe Silveira de Souza Fernando Mousquer

Produção

Felipe Silveira de Souza Fernando Mousquer Produção Projeto e Desenvolvimento Pedagógico Esse material é parte
Felipe Silveira de Souza Fernando Mousquer Produção Projeto e Desenvolvimento Pedagógico Esse material é parte
Felipe Silveira de Souza Fernando Mousquer Produção Projeto e Desenvolvimento Pedagógico Esse material é parte

Projeto e Desenvolvimento Pedagógico

Mousquer Produção Projeto e Desenvolvimento Pedagógico Esse material é parte integrante do Aulas Particulares

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Tópicos de ondulatória: classificação, princípios e fenômenos Este é o tópico de introdução ao estudo
Tópicos de ondulatória: classificação, princípios e fenômenos Este é o tópico de introdução ao estudo
Tópicos de
ondulatória:
classificação,
princípios e
fenômenos
Este é o tópico de introdução ao estudo da Físi-
para assegurar a veracidade dessa afirmação: tome-
mos um balão de vidro transparente que contém em
seu interior uma sineta (S); na tampa (A) colocamos
um registro (R) e um tubo (B) ligado a uma máquina
pneumática, isto é, uma máquina que pode extrair o
ar de dentro do balão.
ca ondulatória em que serão apresentadas as ondas
e
os seus principais elementos. Sendo um módulo
básico, recomenda-se muito cuidado nos conceitos
e
definições.
Conceito de onda
A
O conceito de onda está vinculado à pertur-
bação produzida em um meio qualquer; produzida
essa onda, ela vai propagar energia e quantidade de
movimento ao longo do meio.
S
Tipos de ondas
Como no tópico inicial do estudo da óptica
mostramos que a onda luminosa pode se propagar
no vácuo, exige-se, então, a classificação das ondas
em dois grupos:
1.º) as ondas que necessitam de um meio ma-
terial para se propagar são as ondas mecânicas ou
elásticas; o melhor exemplo para esse tipo de onda é
a
onda sonora. O som se propaga em meios sólidos,
líquidos ou gasosos, mas não se propaga no vácuo.
Podemos fazer uma experiência bastante simples
Conforme fazemos funcionar a máquina pneu-
mática, vamos diminuindo a quantidade de ar dentro
do balão e verificamos que o som da sineta sacudida
torna-se cada vez menos perceptível; porém, se inver-
termos o processo e colocarmos gases de diferentes
massas específicas dentro do balão, notamos que,
para a mesma quantidade de gás inserida, os mais
densos permitem que se ouça melhor o tilintar pro-
duzido pela sineta.
EM_V_FIS_016

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2.º) as ondas que não necessitam de um meio material para se propagar são as
2.º) as ondas que não necessitam de um meio material para se propagar são as

2.º) as ondas que não necessitam de um meio material para se propagar são as ondas eletromag-

néticas; o melhor exemplo para esse tipo de onda é

a luz; observe que as ondas eletromagnéticas podem

se propagar também em meios materiais. Vamos, então, gerar uma onda em uma corda esticada e fixa em uma de suas extremidades; ini- cialmente vamos suspender, com uma das mãos, a extremidade livre da corda:

Em seguida vamos abaixá-la:
Em seguida vamos abaixá-la:

Notamos que, produzida a perturbação, houve

o aparecimento de um pulso e a sua propagação ao

longo da corda. Se tivéssemos uma mola, também fixa por uma de suas extremidades e produzíssemos uma com- pressão na outra extremidade, soltando-a em segui- da, notaríamos que também haveria a propagação de um pulso ao longo da mola.

também haveria a propagação de um pulso ao longo da mola. No caso da corda, percebemos

No caso da corda, percebemos que seus pon- tos oscilam e voltam para a posição de equilíbrio (corda); essa oscilação ocorre perpendicularmente ao movimento do pulso ao longo da corda e por isso chamamos essa onda de transversal; no segundo caso, a oscilação dos pontos da mola ocorre na mes- ma direção de propagação do pulso ao longo da mola

e por isso chamamos essa onda de longitudinal. Podemos, portanto, observar que em uma onda existem basicamente dois tipos de movimento: um oscilatório (MHS) e outro retilíneo, e que num movi- mento ondulatório ocorre transmissão de energia e de quantidade de movimento, mas não há transporte de matéria por intermédio do meio. Podemos classificar as ondas em função dos graus de liberdade do seu movimento de propaga-

ção:

a) ondas unidimensionais: só apresentam um grau de liberdade; por exemplo, ondas se

: só apresentam um grau de liberdade; por exemplo, ondas se 2 propagando em uma corda

2 propagando em uma corda delgada.

b) ondas bidimensionais: apresentam dois graus de liberdade; por exemplo, ondas formadas na superfície de
b) ondas bidimensionais: apresentam dois
graus de liberdade; por exemplo, ondas
formadas na superfície de um lago, ao arre-
messarmos uma pedra nele.
c) ondas tridimensionais: são aquelas que
apresentam os três graus de liberdade; por
exemplo, ondas sonoras emitidas por uma
caixa de som.
Tipos de pulsos
Os pulsos também podem ser classificados por:
a)
pulsos fortes ou pulsos fracos: como mostrado
nas figuras abaixo.
A
1
A
2
pulso forte
pulso fraco
A 1 > A 2
b)
pulsos longos ou pulsos curtos: como mos-
trado nas figuras abaixo.
T
2
T
1
pulso longo
pulso curto
Elementos das ondas
Vamos considerar os principais elementos das
ondas:
a) período: como o movimento dos pontos é
repetitivo, valem as considerações já feitas
sobre o período (T) e a frequência (f), inclusive
que T = 1 f ; as suas unidades, no SI, serão
o
segundo (s) e o hertz (Hz); a velocidade
angular ( ) será chamada de pulsação do mo-
vimento ondulatório e será dada por: =2 f;
b) comprimento de onda: como a onda tem uma
velocidade retilínea de propagação, chama-
mos comprimento de onda ( ) a distância
percorrida pela onda no intervalo de tempo
numericamente igual ao período.
c) elongação: como os pontos do meio vão se
afastando da posição de equilíbrio, chama-
mos elongação a distância entre um ponto e
a posição de equilíbrio; chamamos amplitude
à
elongação máxima.
EM_V_FIS_016

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d) velocidade de propagação da onda (v): é uma característica do meio; verifica-se, ex- perimentalmente
d) velocidade de propagação da onda (v): é uma característica do meio; verifica-se, ex- perimentalmente
d) velocidade de propagação da onda (v): é
uma característica do meio; verifica-se, ex-
perimentalmente que, em um mesmo meio,
todas as ondas de mesmo tipo se propagam
com a mesma velocidade; para facilidade
do nosso estudo vamos considerar um meio
teórico, um modelo físico, tal que a veloci-
dade de propagação possa ser considerada
constante, e vamos chamar esse meio de
não-dispersivo.
A representação geométrica será, geralmente, a
de uma onda transversal, mas tudo que demonstrar-
mos vale também para as ondas longitudinais.
Podemos notar pelo desenho que o comprimento
de onda representa a distância entre duas cristas
sucessivas ou dois vales sucessivos.
Os pontos A e C representam pontos onde está
havendo repetição das mesmas condições físicas e,
pela própria definição do período, podemos dizer que
tempo gasto entre A e C é o período, o que é válido
também para os pontos B e D. Admitida uma velo-
cidade constante para a onda (meio não-dispersivo)
podemos aplicar a equação de movimento uniforme
o
(
S = v t)e teremos: = v . T, ou substituindo T por f
vem:
v =
. f
chamada equação fundamental da ondulatória.
Vamos, no laboratório, fixar em uma parede
uma extremidade de uma corda e, passando por
uma roldana, colocar na outra extremidade um peso
para manter a corda esticada; as duas cordas serão,
sempre, de mesmo comprimento entre a parede e
a
roldana; para um mesmo comprimento e mesmo
material podemos definir, para as cordas, uma mas-
sa específica linear ( ) como sendo a razão entre a
massa e o comprimento (uma corda mais grossa, por
ter maior massa no mesmo comprimento, terá maior
massa específica linear).
1.º) Experiência: vamos pegar uma corda fina e
outra grossa de mesmo comprimento que
suportarão pesos iguais. Sendo produzidos
EM_V_FIS_016

pulsos iguais nas duas cordas, verificamos a situações mostradas nas figuras abaixo:

Podemos escrever para a corda fina v f = f f e
Podemos escrever para a corda fina v f = f f e

para a corda grossa, v g = g f; dividindo-se, membro

a membro, essas duas equações e lembrando que as

membro a membro, essas duas equações e lembrando que as frequências são iguais, teremos v f

frequências são iguais, teremos

v f

=

v

g

f g
f
g

; como o

> 1

e

teremos v f = v g f g ; como o > 1 e desenho nos
teremos v f = v g f g ; como o > 1 e desenho nos

desenho nos mostra que f > g , significa que f

g

como essa fração é igual a

v f

, concluímos que

v f

v

v

g

g

é maior que 1, ou seja: v f > v g .

2.º) Nesta outra experiência, as duas cordas são exatamente iguais, mas suportarão pesos distintos. Sendo produzidos pulsos iguais nas duas cordas, verificamos a situações mostradas nas figuras abaixo:

verificamos a situações mostradas nas figuras abaixo: Esse material é parte integrante do Aulas Particulares

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EM_V_FIS_016

EM_V_FIS_016 1 f e para a 2.ª corda, v 2 = membro, essas duas equações e
EM_V_FIS_016 1 f e para a 2.ª corda, v 2 = membro, essas duas equações e

1 f

e para a 2.ª corda, v 2 =

membro, essas duas equações e lembrando que as

frequências são iguais, teremos

; como oe lembrando que as frequências são iguais, teremos Podemos escrever para a primeira corda v 1

Podemos escrever para a primeira corda v 1 =

; como o Podemos escrever para a primeira corda v 1 = 2 f; dividindo-se, membro

2 f; dividindo-se, membro a 2 f; dividindo-se, membro a

v 1

v 2

=

v 1 = 2 f; dividindo-se, membro a v 1 v 2 = > desenho nos
v 1 = 2 f; dividindo-se, membro a v 1 v 2 = > desenho nos

>

1 = 2 f; dividindo-se, membro a v 1 v 2 = > desenho nos mostra
1 = 2 f; dividindo-se, membro a v 1 v 2 = > desenho nos mostra

desenho nos mostra que 1 > 2 , significa que 2

1
1
nos mostra que 1 > 2 , significa que 2 1 1 e como essa fração

1 e como essa fração é igual a

v 1

 

, concluímos que

 

v

2

v 1

é maior que 1, ou seja: v 1 > v 2 .

 

v 2

Dessas duas experiências podemos constatar que, para a mesma frequência, a velocidade de pro- pagação da onda na corda varia com a espessura e com a força tensora na corda; demonstrações mais

e com a força tensora na corda; demonstrações mais complexas nos levariam à v = F

complexas nos levariam à v = F .

Se fizermos experiência análoga com ondas bi- dimensionais, como ondas produzidas em um tanque

de água com diferentes profundidades, veremos que

a velocidade será maior na região mais profunda e menor na região mais rasa, consequentemente, o comprimento de onda é maior na região mais pro- funda e menor na mais rasa.

Superposição de ondas

Quando temos dois movimentos ondulatórios se propagando na mesma corda, podem ocorrer encontros entre eles; é o estudo das superposições de ondas. Vamos considerar, apenas para efeito visual, que em uma mesma corda propagam-se dois pulsos teóricos, de amplitudes a e b (a < b), como os da figura abaixo:

amplitudes a e b (a < b), como os da figura abaixo: Do módulo anterior já

Do módulo anterior já sabemos que, indepen- dente de qualquer fator, eles terão sempre a mesma velocidade em módulo; como eles viajam com senti- dos opostos, após algum tempo eles se encontrarão. Vamos observar, pelos diagramas a seguir, o que acontece quando eles se encontram e passam um pelo outro; o trecho pontilhado mostra a posição de equilíbrio da corda e os pontos da corda que ocu- pavam essa posição foram puxados para cima pela passagem dos pulsos.

4

foram puxados para cima pela passagem dos pulsos. 4 1 Neste novo esquema, continuamos com os
foram puxados para cima pela passagem dos pulsos. 4 1 Neste novo esquema, continuamos com os
1
1
foram puxados para cima pela passagem dos pulsos. 4 1 Neste novo esquema, continuamos com os

Neste novo esquema, continuamos com os tre- chos pontilhados que mostram onde estariam os pon- tos da corda, se não estivessem sendo puxados pelos pulsos; mas nota-se, agora, um trecho em elevação em que os pontos da corda foram levantados por ambos os pulsos; nesse trecho a amplitude (a maior elongação) vale a soma das amplitudes dos pulsos.

Notamos agora que a região da corda em negrito,
Notamos agora que a região da corda em negrito,

sofrendo a ação dos dois pulsos, apresenta a amplitude

a + b; continuando o movimento dos pulsos.
a + b; continuando o movimento dos pulsos.

Como sempre, a região em destaque representa

a soma das amplitudes dos pulsos; vamos ver agora

o que acontece após a passagem de um pulso pelo outro.

o que acontece após a passagem de um pulso pelo outro. Após a passagem mútua, cada

Após a passagem mútua, cada pulso segue o seu movimento, mantendo a mesma velocidade e a mesma amplitude, isto é, mantendo as suas carac- terísticas físicas. Podemos apreciar este fenômeno em outra simulação.

Podemos apreciar este fenômeno em outra simulação. Esse material é parte integrante do Aulas Particulares

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EM_V_FIS_016

EM_V_FIS_016 Uma das infinitas possibilidades na superpo- sição é: Observamos, mais uma vez, que no instante

Uma das infinitas possibilidades na superpo- sição é:

Uma das infinitas possibilidades na superpo- sição é: Observamos, mais uma vez, que no instante da

Observamos, mais uma vez, que no instante da superposição acontece a soma algébrica das ampli- tudes, após a passagem dos pulsos um pelo outro.

das ampli- tudes, após a passagem dos pulsos um pelo outro. E constatamos que, realmente, após

E constatamos que, realmente, após a super- posição os pulsos não mudam suas características físicas.

Reflexão de ondas

Para facilitar o nosso estudo, vamos considerar apenas a reflexão dos pulsos em ondas unidimensio- nais; podemos admitir duas hipóteses:

a) reflexão em uma extremidade fixa da cor- da.

Após a reflexão, o pulso apresenta inversão de

fase.

Ocorre uma mudança de fase e o sentido da velocidade; mantêm-se as demais características físicas. b) reflexão em uma extremidade livre da corda:

Extremidade

Extremidade

   

livre

livre

Mantêm-se todas as características físicas, exceto o sentido da velocidade. Veremos no tópico seguinte a reflexão para meios bidimensionais.

Princípio de Huygens

 

O Princípio de Huygens pode ser assim enun- ciado:

“Cada ponto de um meio elástico, onde se propaga um movimento ondulatório, constitui sede secundária de vibração”, o que significa que cada ponto de uma frente de onda, em cada instante, serve de fonte secundária de novas ondas elementares e independentes umas das outras e, considerando-se um intervalo de tempo Dt, a nova frente de onda representa a envolvente das ondas elementares emitidas por esses pontos. Vamos observar, através de um esquema, para uma frente de onda plana:

das ondas elementares emitidas por esses pontos. Vamos observar, através de um esquema, para uma frente
das ondas elementares emitidas por esses pontos. Vamos observar, através de um esquema, para uma frente

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EM_V_FIS_016

EM_V_FIS_016 Para uma frente de onda circular, temos o se- guinte esquema: 6 Vamos estudar novamente
EM_V_FIS_016 Para uma frente de onda circular, temos o se- guinte esquema: 6 Vamos estudar novamente

Para uma frente de onda circular, temos o se- guinte esquema:

uma frente de onda circular, temos o se- guinte esquema: 6 Vamos estudar novamente a propagação

6

uma frente de onda circular, temos o se- guinte esquema: 6 Vamos estudar novamente a propagação
uma frente de onda circular, temos o se- guinte esquema: 6 Vamos estudar novamente a propagação

Vamos estudar novamente a propagação de um pulso em uma corda, como foi visto no tópico anterior:

um pulso em uma corda, como foi visto no tópico anterior: O ponto P está em

O ponto P está em repouso em uma corda onde se propaga um pulso com velocidade v. Após um intervalo de tempo, o pulso atinge o ponto P.

v. Após um intervalo de tempo, o pulso atinge o ponto P. Após mais um intervalo

Após mais um intervalo de tempo veremos:

atinge o ponto P. Após mais um intervalo de tempo veremos: Para mais um intervalo de

Para mais um intervalo de tempo:

intervalo de tempo veremos: Para mais um intervalo de tempo: Após outro intervalo de tempo veremos:

Após outro intervalo de tempo veremos:

intervalo de tempo: Após outro intervalo de tempo veremos: Para o próximo intervalo de tempo: Notamos

Para o próximo intervalo de tempo:

de tempo veremos: Para o próximo intervalo de tempo: Notamos que o ponto P sofre, inicialmente,

Notamos que o ponto P sofre, inicialmente, um movimento para cima, se afastando da posição de equilíbrio (corda), e depois um movimento para baixo, se aproximando da posição de equilíbrio. Podemos notar dois movimentos distintos: o da propagação da onda (nos nossos esquemas, na hori- zontal) e o movimento dos pontos do meio, represen- tado por um ponto genérico P (nos nossos esquemas, na vertical) ou para qualquer ponto do meio.

esquemas, na vertical) ou para qualquer ponto do meio. Pelo desenho, notamos que os pontos da

Pelo desenho, notamos que os pontos da verten-

te anterior sofrem movimento tendendo a se afastar

da posição de equilíbrio e os pontos pertencentes

à vertente posterior se aproximam da posição de

equilíbrio. Vamos calcular essa velocidade dos pontos do meio (velocidade transversa). Consideraremos, para facilitar o nosso estudo, pulsos teóricos de forma triangular:

a) consideremos um pulso de amplitude a e largura d 1 + d 2 (para este desenho d 1 = d 2 ) e chamemos v 1 a velocidade dos pontos da corda na vertente anterior, v 2 a velocidade dos pontos da corda na vertente posterior e v a velocidade de propagação do pulso.

posterior e v a velocidade de propagação do pulso. D t 1 é o intervalo de

D t 1 é o intervalo de tempo necessário para

o pulso percorrer a distância d 1 , e como a sua

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EM_V_FIS_016

EM_V_FIS_016 velocidade é constante (meio não dispersivo), fazendo D  S = v D t, teremos d

velocidade é constante (meio não dispersivo), fazendo D S = v D t, teremos d 1 =vDt 1 ; repetindo o raciocínio para d 2 , temos: d 2 = v Dt 2 e d 1 = d 2

D t 1 = Dt 2

Como um ponto da corda subirá até uma distân- cia igual à amplitude, podendo-se escrever a = v 1 Dt 1 , e descerá a mesma distância, isto é, a = v 2 Dt 2 , igua- lando essas duas expressões teremos v 1 Dt 1 = v 2 Dt 2 e, para esse caso,

Dt 1 = Dt 2 ⇒ v 1 = v 2

b) consideremos agora um pulso de amplitude a

e largura d 1 + d 2 (para este desenho d 1 > d 2 ) e vamos manter as representações anteriores.

d 2 ) e vamos manter as representações anteriores. Agora, d 1 > d 2 ⇒D

Agora, d 1 > d 2 ⇒Dt 1 > Dt 2 ; como no caso ante- rior, a = v 1 Dt 1 e a = v 2 Dt 2 ou v 1 Dt 1 = v 2 Dt 2 . Nesse caso,

Dt 1 > Dt 2 v 1 < v 2

c) consideremos agora um pulso de amplitude a

e largura d 1 + d 2 (para este desenho d 1 < d 2 ) e vamos manter as representações anteriores.

d 2 ) e vamos manter as representações anteriores. Agora, d 1 < d 2 ⇒D

Agora, d 1 < d 2 ⇒Dt 1 < Dt 2 ; como no caso ante- rior, a = v 1 Dt 1 e a = v 2 Dt 2 ou v 1 Dt 1 = v 2 Dt 2 . Nesse caso,

Dt 1 < Dt 2 v 1 > v 2

Conclusão: quanto mais inclinada a vertente, maior é a velocidade dos pontos da corda nessa

vertente. Nota-se, então, porque dissemos que o pulso triangular é teórico: não é possível um ponto, tendo velocidade para cima, instantaneamente ter uma velocidade para baixo, por isso os pulsos reais são sempre curvilíneos.

Refração de ondas

Define-se a refração de uma onda como a mudança da velocidade de propagação ao passar de um meio para outro. Consideremos, separadamente, a refração de uma onda unidimensional e a de uma onda bidimensional.

Refração de onda unidimensional

Considerem-se duas cordas de diferentes mas- sas específicas lineares (massa/unidade de compri- mento), unidas como mostram as figuras a seguir e submetidas à mesma força de tensão . Na energia de transmissão (W transmissão ) em cordas, são parâme- tros relevantes a amplitude (a) do pulso e a massa específica linear (µ ) de maneira que: W transmissão a 2 . Vamos produzir um pulso que viajará de uma corda mais fina para uma mais grossa, construídas de um mesmo material.

para uma mais grossa, construídas de um mesmo material. Quando esse pulso chega à separação das
para uma mais grossa, construídas de um mesmo material. Quando esse pulso chega à separação das
para uma mais grossa, construídas de um mesmo material. Quando esse pulso chega à separação das
para uma mais grossa, construídas de um mesmo material. Quando esse pulso chega à separação das

Quando esse pulso chega à separação das duas cordas, transmite para a segunda corda uma perturbação e, como a massa específica linear dessa segunda corda é maior que a da primeira, uma parte da energia incidente se transmite e outra parte se reflete. O intervalo de propagação dos pulsos será sempre o mesmo e, portanto, a amplitude do pulso transmitido para a segunda corda e a amplitude do pulso que é refletido são ambas menores que a amplitude do pulso incidente. Além disso, o ponto de ligação das cordas se comporta, para a primeira corda, como se fosse um ponto fixo, ocasionando, para o pulso refletido, inversão de fase.

ocasionando, para o pulso refletido, inversão de fase. Esse material é parte integrante do Aulas Particulares

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EM_V_FIS_016

EM_V_FIS_016 Agora, será produzido um pulso que viajará da corda mais grossa para a mais fina,
EM_V_FIS_016 Agora, será produzido um pulso que viajará da corda mais grossa para a mais fina,

Agora, será produzido um pulso que viajará da corda mais grossa para a mais fina, feitas de um mesmo material.

mais grossa para a mais fina, feitas de um mesmo material. 8 Repete-se uma situação semelhante

8

mais grossa para a mais fina, feitas de um mesmo material. 8 Repete-se uma situação semelhante

Repete-se uma situação semelhante à da figu- ra anterior, mas como a massa específica linear da primeira corda é maior que a da segunda, o ponto de ligação das cordas se comporta, para a primeira cor- da, como se fosse um ponto móvel, não ocasionando, para o pulso refletido, inversão de fase.

não ocasionando, para o pulso refletido, inversão de fase. Outra vez a amplitude do pulso transmitido
não ocasionando, para o pulso refletido, inversão de fase. Outra vez a amplitude do pulso transmitido
não ocasionando, para o pulso refletido, inversão de fase. Outra vez a amplitude do pulso transmitido

Outra vez a amplitude do pulso transmitido para a segunda corda e a amplitude do pulso que é refletido são ambas menores que a amplitude do pulso incidente. Podemos, então, concluir que os comprimentos de onda são diretamente proporcionais às velocidades de propagação.

Refração de onda bidimensional

Considerem-se, agora, as figuras a seguir, que representam um trem de ondas gerado por uma placa que vibra acionada por um motor, se propagando de uma região de águas profundas para uma região de águas rasas, sendo as frentes de onda paralelas à linha de separação das duas partes.

de onda paralelas à linha de separação das duas partes. Visto de cima, podemos representar, por

Visto de cima, podemos representar, por linhas, as cristas de onda e a linha grossa que separa a re- gião profunda da região rasa.

grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade
grossa que separa a re- gião profunda da região rasa. A onda se propaga com velocidade

A onda se propaga com velocidade maior na

região mais profunda que na parte rasa. Isso acon- tece porque as partículas de água na parte funda descrevem órbitas praticamente circulares e, à me- dida que passam para partes mais rasas, passam

a descrever órbitas elípticas como podemos ver na simulação abaixo.

órbitas elípticas como podemos ver na simulação abaixo. Como v = l f e a frequência

Como v = l f e a frequência é constante porque

o número de frentes de onda que chegam será sem-

pre igual ao número de frentes de ondas que saem, pode-se dizer que, tendo a onda menor velocidade na parte mais rasa, haverá nessa região menor com- primento de onda.

Vamos fazer agora uma incidência oblíqua da frente de onda na linha de separação das regiões funda e rasa.

de onda na linha de separação das regiões funda e rasa. As distâncias AC e BD

As distâncias AC e BD são percorridas num mesmo intervalo de tempo Dt, a primeira com velo- cidade v 1 e a segunda com velocidade v 2 . Como são movimentos uniformes, podemos escrever:

AC = v 1 Dt

e

BD = v 2 Dt

Como sena = AC e senb = DC

BC

BC

tem-se:

sena

senb =

sena

senb

AC =

DC

v

v 2 Dt ou simplificando

1

Dt

= v

1

v 2 ; e como a = i e b = r (ângulos de lados

perpendiculares entre si), temos:

sen i sen r = v 1

v

2

.

 

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EM_V_FIS_016

EM_V_FIS_016 Lembrando-se da definição de índice de refração relativo, temos: sen i sen r = v

Lembrando-se da definição de índice de refração relativo, temos:

da definição de índice de refração relativo, temos: sen i sen r = v 1 v

sen i sen r = v 1

v

2

sen i sen r = v 1 v 2 = n 1 n 2   =

= n 1

n

2

 

= l 1

l

2

 

Relação entre índice de refração e l

Construindo um gráfico n x l, teremos as curvas abaixo:

l Construindo um gráfico n x l , teremos as curvas abaixo: Todas as radiações, no

Todas as radiações, no vácuo, apresentam

n = 1. Nos meios materiais, nota-se que cada radia-

ção tem o seu próprio índice de refração, como pode ser visto na tabela a seguir, que mostra os diferentes índices de refração de um vidro para as sete radia- ções clássicas.

radiação

l (Å)

n

vermelho

de 7 700 a 6 100

1,414

alaranjado

de 6 100 a 5 900

1,520

amarelo

de 5 900 a 5 700

1,590

verde

de 5 700 a 5 000

1,602

azul

de 5 000 a 4 500

1,680

anil

de 4 500 a 4 300

1,701

violeta

de 4 300 a 3 900

1,732

Como pode-se notar, as radiações de menor comprimento de onda apresentam maior índice de refração; isso significa que, ao passar do ar (n @ 1) para o vidro, a radiação vermelha sofre um desvio menor que a radiação violeta. Possivelmente todos

já viram esse efeito num prisma: quando incidimos

luz branca sobre um prisma de vidro, em função dos diferentes índices de refração para as radiações que compõem a luz branca, elas são separadas em ordem decrescente de seus comprimentos de onda.

Luz branca Difração de ondas
Luz
branca
Difração de ondas

Definimos a difração de uma onda como a mudança da sua direção de propagação ao passar por um orifício, fenda ou obstáculo de pequenas dimensões; vamos observar os esquemas abaixo, que mostram uma onda senoidal se propagando num tanque de água.

mostram uma onda senoidal se propagando num tanque de água. Marcamos as cristas das ondas com

Marcamos as cristas das ondas com pontos cheios e com pontos vazados, os vales; vamos, agora, observar esse fenômeno de cima: as linhas cheias representam as cristas e as linhas pontilhadas re- presentam os vales.

Se essas ondas incidirem em um obstáculo pequeno, notamos que passarão a apresentar, além da direção de propagação primitiva, uma nova direção de propagação.

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EM_V_FIS_016

EM_V_FIS_016 Se em vez dessas ondas incidirem em um obstáculo pequeno, incidissem em um anteparo provido
EM_V_FIS_016 Se em vez dessas ondas incidirem em um obstáculo pequeno, incidissem em um anteparo provido
Se em vez dessas ondas incidirem em um obstáculo pequeno, incidissem em um anteparo provido
Se em vez dessas ondas incidirem em um
obstáculo pequeno, incidissem em um anteparo
provido de uma pequena fenda ou orifício,

observaríamos a figura a seguir, que passaria

a apresentar, além da direção de propagação primitiva, novas direções de propagação.

de propagação primitiva, novas direções de propagação. Chamando-se “d” a dimensão linear da fenda, ou do

Chamando-se “d” a dimensão linear da fenda, ou do obstáculo ou o diâmetro do orifício, notamos, experimentalmente, que só ocorre esse fenômeno quando “d” é da mesma ordem de grandeza de l.

Interferência ondulatória

Vamos produzir um trem de ondas planas

e fazê-lo incidir sobre um anteparo provido de uma fenda de pequena dimensão. Como vimos

no item anterior, as ondas sofrerão difração, isto

é, aparecerão novas direções de propagação. Co-

locaremos, a seguir, um outro anteparo na frente do primeiro, provido agora de duas fendas perto uma da outra.

primeiro, provido agora de duas fendas perto uma da outra. 10 A primeira fenda funcionará como
primeiro, provido agora de duas fendas perto uma da outra. 10 A primeira fenda funcionará como

10

A primeira fenda funcionará como fonte pri-

mária de ondas (F); as outras duas, como fontes secundárias de ondas (F 1 e F 2 ), mas tendo sido geradas pela mesma frente de ondas, são obriga- toriamente isócronas e em fase. Observamos que essas ondas provenientes das fontes secundárias se interferem.

Se colocarmos à frente do segundo anteparo um novo anteparo servindo de tela, vamos observar regiões claras e escuras, como na figura abaixo:

observar regiões claras e escuras, como na figura abaixo: Vamos analisar esse desenho formado na tela:
observar regiões claras e escuras, como na figura abaixo: Vamos analisar esse desenho formado na tela:

Vamos analisar esse desenho formado na tela: na região central, equidistante de F 1 e de F 2 , aparece uma região bem clara. Sabendo que as ondas provenientes das fontes secundárias têm a mesma velocidade (o meio de propagação é o mesmo), percorrem a mesma distância e chegam em fase ao mesmo tempo na tela (fig. 1).

distância e chegam em fase ao mesmo tempo na tela (fig. 1). O caminho percorrido pela

O caminho percorrido pela onda que saiu de

F 1 está marcado por um pontilhado e o caminho percorrido pela onda que saiu de F 2 está marcado com tracejado. Vamos observar, agora, a primeira região es- cura, logo acima da região clara central (fig. 2).

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EM_V_FIS_016

EM_V_FIS_016 Notamos que, nesse caso, o caminho percorri- do pela onda que sai de F 1
EM_V_FIS_016 Notamos que, nesse caso, o caminho percorri- do pela onda que sai de F 1

Notamos que, nesse caso, o caminho percorri- do pela onda que sai de F 1 é menor que o caminho percorrido pela onda que sai de F 2 , ou seja, a onda que sai de F 2 chega ao anteparo depois daquela que sai de F 1 . Vamos observar, agora, a próxima região cla-

ra.

Isto é, a superposição dessas duas ondas, como estão em concordância de fase, dará:

duas ondas, como estão em concordância de fase, dará: Este é o máximo central; a diferença

Este é o máximo central; a diferença entre os

dois caminhos, da F 1 e da F 2 , vale d = 0 x l

2 .

Para a figura 3 temos o encontro das duas ondas

como se fosse o diagrama abaixo:

o encontro das duas ondas como se fosse o diagrama abaixo: Mais uma vez, o caminho
o encontro das duas ondas como se fosse o diagrama abaixo: Mais uma vez, o caminho

Mais uma vez, o caminho percorrido pela onda que sai de F 1 é menor que o caminho percorrido pela onda que sai de F 2 ,ou seja, a onda que sai de F 2 chega ao anteparo depois daquela que sai de F 1 .

Interferência construtiva (máximos)

Então, para a figura 1 temos o encontro das duas ondas como no diagrama abaixo:

1 temos o encontro das duas ondas como no diagrama abaixo: Este é o 1.º máximo:

Este é o 1.º máximo: as ondas também têm concordância de fase, um comprimento de onda não se superpõe; a diferença entre os dois caminhos, da

l F 1 e da F 2 , vale d = 2 x 2 .
l
F 1 e da F 2 , vale d = 2 x
2 .

Podemos concluir que haverá interferência construtiva quando a diferença de caminho das duas ondas for um número par de semicomprimentos de

onda ou d construtiva = 2 n

l

2 , onde n é inteiro.

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Interferência destrutiva (mínimos) Observando a figura 2, vemos que o encontro das duas ondas pode
Interferência destrutiva (mínimos) Observando a figura 2, vemos que o encontro das duas ondas pode

Interferência destrutiva (mínimos)

Observando a figura 2, vemos que o encontro das duas ondas pode ser desenhado como o diagra- ma abaixo:

das duas ondas pode ser desenhado como o diagra- ma abaixo: Nesse caso, como as ondas

Nesse caso, como as ondas estão em oposição de fase, a superposição dará destruição parcial das ondas.

fase, a superposição dará destruição parcial das ondas. Este é o 1.º mínimo: a diferença entre

Este é o 1.º mínimo: a diferença entre os dois

caminhos, da F 1 e da F 2 , vale d = 1 x l

2 .

Podemos, por analogia com o caso anterior, ge-

neralizar: para interferência destrutiva d = (2n – 1)

l 2 , ou seja, para essa interferência a diferença de caminhos vale um número ímpar de semicomprimen- tos de onda.

Dispositivo de Young

É um dispositivo usado para medir o compri- mento de onda da luz. Vamos isolar, dos esquemas anteriores, o anteparo que contém a dupla fenda e o que funciona como tela, e considerar um ponto genérico (P), como, por exemplo, o 1.º máximo, isto é, a primeira região clara acima do máximo central. Traçamos, das fontes F 1 e F 2 , os cami- nhos percorridos pelas ondas até esse ponto.

, os cami- nhos percorridos pelas ondas até esse ponto. 12 AF 2 = diferença de

12

AF 2 = diferença de caminhos. d = distância entre as fendas. y = ponto
AF 2 = diferença de caminhos.
d
= distância entre as fendas.
y
= ponto do 1.º máximo.
D
= distância entre as fendas e o anteparo.
Como d é muito pequena, podemos conside-
rar F 1 A perpendicular ao caminho que vai de F 2 ao
ponto P e também ao segmento de reta que vai do
ponto médio entre as fendas ao ponto P. Com isso
obteremos ângulos iguais (q), pois teremos lados
perpendiculares entre si. Olhando para os triângulos,
podemos escrever:
AF
y
2
s
en
e tg
D ; como q é muito pequeno
d
(menor que 5°), temos senq = tgq º e, substituindo
Y
2
pelos valores, AF
; se P é o 1.º máximo, n = 1
d
= D
y
n
,
=
2
.
=
teremos AF 2
e de d construtiva = 2
2
2
⇒ d
D
onde yd ; como y, d e D são medidas conhecidas,
D
teremos determinado o valor de l.
Polarização de ondas
É
um fenômeno típico das ondas transversais.
Como já vimos, a luz é uma onda eletromagné-
tica transversal, isto é, está associada a vibrações
em um campo elétrico e outro magnético. Uma re-
presentação do movimento ondulatório da luz seria
o
da figura abaixo:
EM_V_FIS_016

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EM_V_FIS_016

EM_V_FIS_016 Nesse instante, o plano de vibração elétrico é o plano x y e o plano

Nesse instante, o plano de vibração elétrico é

o plano x y e o plano de vibração magnético é o y z.

Eles são sempre perpendiculares entre si, mas o plano de vibração elétrico, por exemplo, pode estar na horizontal, na vertical ou em qualquer direção. Se olharmos de frente, veremos essas vibrações no campo elétrico como:

frente, veremos essas vibrações no campo elétrico como: Se fizéssemos essa onda passar por algo, tipo

Se fizéssemos essa onda passar por algo, tipo uma fenda, só sairiam as vibrações na direção da fenda, como na simulação a seguir:

na direção da fenda, como na simulação a seguir: Dizemos, então, que uma onda mecânica transversal

Dizemos, então, que uma onda mecânica transversal está polarizada quando as partículas do meio vibram num só plano, chamado plano de polarização. A onda é dita não polarizada ou natural quando as partículas do meio vibram em vários planos.

quando as partículas do meio vibram em vários planos. Chamamos de polarizador qualquer elemento ou dispositivo

Chamamos de polarizador qualquer elemento ou dispositivo capaz de polarizar uma onda e de analisa- dor os que são capazes de verificar se uma onda está ou não polarizada. Como é mais fácil, experimentalmente, polarizar

a luz, vamos considerar a luz para nosso estudo bá-

sico, mas lembrando que isso é válido para qualquer onda transversal.

Processos de polarização

Vamos considerar os principais processos de polarização da luz:

a) Polarização por reflexão simples: um es- pelho plano, por reflexão simples, pode ser usado como polarizador da luz e o plano de polarização é o próprio plano de incidência. Podemos verificar o estado de polarização com um segundo espelho, que servirá como analisador.

com um segundo espelho, que servirá como analisador. Girando-se esse segundo espelho em torno da normal
com um segundo espelho, que servirá como analisador. Girando-se esse segundo espelho em torno da normal
com um segundo espelho, que servirá como analisador. Girando-se esse segundo espelho em torno da normal

Girando-se esse segundo espelho em torno da normal sem variar o ângulo de incidência, notamos

a variação na intensidade do feixe que ele reflete, o que mostra que a luz refletida é polarizada. b) Polarização por refração simples: o raio refratado por um dióptro é parcialmente pola- rizado, como pode ser observado fazendo-se passar por um analisador o raio emergente de uma lâmina de faces paralelas

o raio emergente de uma lâmina de faces paralelas No caso da polarização por refração, nota-se

No caso da polarização por refração, nota-se

que, quando o raio refletido é perpendicular ao re- fratado, a polarização é máxima. Nessa situação, o ângulo de incidência é chamado ângulo de Brewster

e a incidência é dita brewsteriana.

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r + ra = 90° ⇒ i + ra = 90° sen i sen ra
r + ra = 90° ⇒ i + ra = 90° sen i sen ra
r + ra = 90° ⇒ i + ra = 90° sen i sen ra
r + ra = 90° ⇒ i + ra = 90° sen i sen ra
r + ra = 90° ⇒ i + ra = 90° sen i sen ra
r + ra = 90° ⇒ i + ra = 90° sen i sen ra
r + ra = 90° ⇒ i + ra = 90° sen i sen ra

r + ra = 90° i + ra = 90° sen i

sen ra = n 21 ,

sen (90 i) = n 21 ou sen cos i i

= n 21 e

Podemos demonstrar que, como i = r

e

e da lei de Snell: = sen i

teremos:

portanto: tg i = n 21 . c) Polarização por dupla refração: obtida quando um feixe de luz incide num cristal bi-refringente. Nesses cristais, para cada raio incidente, obtemos dois raios refratados; um segue as leis normais da refração e é chama- do raio ordinário (r o ) e o outro, que não segue as leis normais da refração, é chamado raio extraordinário (r e ):

da refração, é chamado raio extraordinário (r e ): Podemos observar a polarização desses raios, como

Podemos observar a polarização desses raios, como sempre, usando um analisador. Para melhor observação da luz polarizada, utilizamos o prisma de Nicol: corta-se um cristal de Espato de Islândia (calcita: carbonato de cálcio cris- talizado no sistema romboédrico) pelo plano da me- nor diagonal e depois cola-o com bálsamo do Canadá. Nesse dispositivo, quando o raio ordinário encontra o bálsamo do Canadá, sofre reflexão total, e assim podemos analisar apenas o raio extraordinário.

e assim podemos analisar apenas o raio extraordinário. 14 d) Polarização rotatória: existem certas subs-

14

d) Polarização rotatória: existem certas subs- tâncias, sólidas ou líquidas, chamadas op- ticamente de ativas,
d)
Polarização rotatória: existem certas subs-
tâncias, sólidas ou líquidas, chamadas op-
ticamente de ativas, que podem provocar
uma rotação no plano de vibração de uma luz
polarizada. Biot observou que a rotação do
plano de polarização aumenta à medida que
ocorre a diminuição do comprimento de onda
(diminui do violeta para o vermelho).
Quando a substância muda o plano de vibração
para a direita, em relação a um observador que rece-
be o raio de luz pelas costas, ela é dita dextrogira: e
quando gira para a esquerda, ela é chamada levogira.
O
ângulo de giro (q) sofrido pelo plano de vibração da
luz polarizada pode ser determinado pelas chamadas
Leis de Biot, expressas pelas seguintes relações:
1)
para soluções:
= r m
q
 onde r é o poder rotatório da solução,
V
é o comprimento de solução atravessada, m é a
massa da substância opticamente ativa dissolvida
na solução e V é o volume de solução;
2)
para sólidos:
q
= r onde r é o poder rotatório do sólido, e
é
a espessura do sólido.
1.
(Cesgranrio) A estação de rádio do Ministério da Edu-
cação e Cultura emite em ondas médias na frequência
de 800kHz (800 . 10 3 Hz). O comprimento de onda
correspondente a essa emissão é:
a) 375m
b) 240m
c) 0,267m
d) 500m
e)
4,1 . 10 – 4m
`
Solução: A
Como todas as ondas de mesmo tipo têm a mesma veloci-
dade, no mesmo meio, e sendo as ondas de rádio, como a
onda luminosa, uma onda eletromagnética, a sua velocidade
no ar será de, aproximadamente, 300 000km/s; aplicando-
se v =
3 . 10 8 =
f e substituindo pelos valores, teremos:
. 8 . 10 5 ou
= 375m.
2.
(Associado) A figura abaixo representa uma onda que
se propaga numa corda tensionada, com frequência
de 3,0Hz.
EM_V_FIS_016

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EM_V_FIS_016

EM_V_FIS_016 O comprimento de onda e a sua velocidade de propagação, respectivamente, valem: a) 1,0m e
EM_V_FIS_016 O comprimento de onda e a sua velocidade de propagação, respectivamente, valem: a) 1,0m e
EM_V_FIS_016 O comprimento de onda e a sua velocidade de propagação, respectivamente, valem: a) 1,0m e

O comprimento de onda e a sua velocidade de propagação, respectivamente, valem:

a) 1,0m e 3,0m.s 1

b) 0,80m e 2,4m.s 1

c) 1,0m e 2,4m.s 1

d) 0,80m e 3,0m.s 1

e) 1,0m e 0,80m.s 1

`

Solução: B

A

figura nos mostra que a distância entre duas cristas

de ondas sucessivas (λ ) vale 4 quadradinhos e 1m

de ondas sucessivas (λ ) vale 4 quadradinhos e 1m
de ondas sucessivas (λ ) vale 4 quadradinhos e 1m
de ondas sucessivas (λ ) vale 4 quadradinhos e 1m

corresponde a 5 quadradinhos, portanto, = 0,80m; como foi dada a frequência de 3,0Hz, aplicando-se v = f, vem: v = 0,8 . 3 ou v = 2,4m/s.

3.

(Cescem) A propagação de ondas envolve, necessaria- mente:

a) transporte de energia.

 

b) transformação de energia.

c) produção de energia.

d) movimento de matéria.

 

e) transporte de matéria e energia.

`

Solução: A

Recomendamos muito cuidado com essas palavras:

sempre, nunca, necessariamente etc.; admitido um meio dispersivo, pode haver transformação de energia; como

o nosso estudo é feito em meios não-dispersivos, não há transformação de energia, mas em ambos os casos teremos, sempre, transporte de energia.

4. (Cesgranrio - adap.) Hoje em dia já é corriqueiro nas cozinhas um forno de
4. (Cesgranrio - adap.) Hoje em dia já é corriqueiro nas
cozinhas um forno de micro-ondas. A frequência das
ondas eletromagnéticas geradas no interior de um
forno de micro-ondas é da ordem de 3,0 × 10 9 Hz. O
comprimento de onda (em cm) é da ordem de:
a) 10
–2
b) 10
–1
c) 10 0 d) 10 1 e) 10 2 ` Solução: D Como já foi
c) 10
0
d) 10
1
e) 10
2
` Solução: D
Como já foi visto, a velocidade de qualquer onda
eletromagnética, no ar, é considerada 300 000 km/s;
para a frequência de 3,0Hz, aplicando-se v = λ f, vem
3 x 10 8 = x 3 x 10 9 ou λ = 10 –1 , em unidades SI;
como a questão pede em cm, λ= 10 1 .

5. (Cesgranrio) A figura mostra dois pulsos que se propa- gam em sentidos contrários ao longo de uma corda.

propa - gam em sentidos contrários ao longo de uma corda. Qual das opções propostas a

Qual das opções propostas a seguir representa uma configuração possível durante e após o cruzamento?

a)

b)

c)

d)

Durante Após
Durante
Após
durante e após o cruzamento? a) b) c) d) Durante Após e) ` Solução: E Existem
durante e após o cruzamento? a) b) c) d) Durante Após e) ` Solução: E Existem
durante e após o cruzamento? a) b) c) d) Durante Após e) ` Solução: E Existem
e) ` Solução: E
e)
` Solução: E

Existem infinitos desenhos para superposição; vamos desenhar, então, as superposições completas desses dois pulsos; nossos esquemas ficarão:

a) superposição do pulso simples com a metade ante- rior do pulso duplo:

do pulso simples com a metade ante - rior do pulso duplo: Esse material é parte

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EM_V_FIS_016

EM_V_FIS_016 6. Esse desenho não aparece nas opções. b) superposição do pulso simples com a metade
EM_V_FIS_016 6. Esse desenho não aparece nas opções. b) superposição do pulso simples com a metade
EM_V_FIS_016 6. Esse desenho não aparece nas opções. b) superposição do pulso simples com a metade
EM_V_FIS_016 6. Esse desenho não aparece nas opções. b) superposição do pulso simples com a metade
EM_V_FIS_016 6. Esse desenho não aparece nas opções. b) superposição do pulso simples com a metade
EM_V_FIS_016 6. Esse desenho não aparece nas opções. b) superposição do pulso simples com a metade

6.

Esse desenho não aparece nas opções.

b) superposição do pulso simples com a metade pos- terior do pulso duplo:

do pulso simples com a metade pos - terior do pulso duplo: Esse desenho aparece nas

Esse desenho aparece nas opções B e E; após a su- perposição cada pulso continuará seu movimento sem mudança nas suas características físicas, ou seja:

sem mudança nas suas características físicas, ou seja: Com isso descartamos a opção B, que mostra
sem mudança nas suas características físicas, ou seja: Com isso descartamos a opção B, que mostra
sem mudança nas suas características físicas, ou seja: Com isso descartamos a opção B, que mostra
sem mudança nas suas características físicas, ou seja: Com isso descartamos a opção B, que mostra

Com isso descartamos a opção B, que mostra inversão de fase dos pulsos e ficamos com a única opção correta que é a letra E.

(PUC)

ficamos com a única opção correta que é a letra E. (PUC) Um pulso com a

Um pulso com a forma mostrada na figura acima propaga- se com uma velocidade constante (v) ao longo de uma corda que tem a sua extremidade presa a uma parede. Qual das opções a seguir melhor apresenta a forma que o pulso terá após refletir-se na extremidade da corda?

a)

b)

c)

d)

terá após refletir-se na extremidade da corda? a) b) c) d) 16 ` e) Solução: Após
terá após refletir-se na extremidade da corda? a) b) c) d) 16 ` e) Solução: Após
terá após refletir-se na extremidade da corda? a) b) c) d) 16 ` e) Solução: Após
terá após refletir-se na extremidade da corda? a) b) c) d) 16 ` e) Solução: Após

16

`

e) Solução: Após reflexão do pulso em extremidade rígida, ocorre mudança de fase e inversão
e)
Solução:
Após reflexão do pulso em extremidade rígida, ocorre
mudança de fase e inversão do sentido da velocidade; a
única opção que mostra tal efeito é a letra D.
7. (Cescem-adaptado) Uma criança fixa a extremidade de uma corda numa parede rígida e vibra
7. (Cescem-adaptado) Uma criança fixa a extremidade
de uma corda numa parede rígida e vibra a outra ex-
tremidade, produzindo os pulsos mostrados na figura
abaixo, que se propagam com velocidade v.
I. Depois da reflexão podemos dizer que:
a) houve mudança de fase e a velocidade é v.
b) houve mudança de fase e a velocidade é maior
do que v.
c) não houve mudança de fase e a velocidade é
diferente de v.
d) houve mudança de fase e a velocidade é menor
do que v.
e) não houve mudança de fase e a velocidade é v.
` Solução: A
Como o pulso se reflete em extremidade rígida,
ocorrem mudanças de fase e sentido da velocidade,
mas não de seu módulo.
II. Com relação à questão anterior, a figura que mos-
tra corretamente a onda refletida é:
a)
b)
c)

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EM_V_FIS_016

EM_V_FIS_016 d) e) ` Solução: D Cuidado, a opção C não é uma mudança de fase
d) e) ` Solução: D Cuidado, a opção C não é uma mudança de fase
d)
e)
` Solução: D
Cuidado, a opção C não é uma mudança de fase
porque a metade anterior do pulso original estava
orientada para baixo e nessa opção a metade anterior
continua para baixo (o fato de ser anterior ou posterior
depende da velocidade); a opção correta é a letra D
(a metade anterior que estava para baixo agora está
para cima e a metade posterior que estava para cima
agora está para baixo).

8.

(FAU-São José dos Campos) O Princípio de Huygens estabelece que:

a) as frentes de ondas primárias e secundárias são sempre paralelas.

b) cada ponto de uma frente de onda serve de fonte para ondas secundárias.

c) a luz é constituída de partículas e ondas.

d) não pode haver reflexão de ondas em um tanque cheio de água.

e) não existem frentes de ondas secundárias.

`

Solução: B

A opção A não é verdadeira se olharmos uma frente de onda sofrendo reflexão; a opção B é verdadeira; a C é verdadeira, mas não condiz com o princípio de Huygens; as opções D e E estão erradas.

9.

(Cesgranrio) O gráfico a seguir refere-se à velocidade transversa de um ponto de uma corda em função do tempo, na passagem de um pulso.

de uma corda em função do tempo, na passagem de um pulso. Determine a amplitude do

Determine a amplitude do pulso.

a) 195m

b) 312m

c) 1,95m

d) 19,5m

e) 0,195m

` Solução: C

Dado um gráfico v x t a área sob a curva representa sem- pre o DS. Sendo um gráfico de velocidade transversa, o DS corresponde à amplitude, portanto:

a = 15 . 10 2 . 13 para a velocidade positiva ou

a = (40 – 15) . 10 2 . 7,8 para a velocidade negativa. Em ambos os casos a = 1,95m.

10. (Cesgranrio) Ao se superporem, os pulsos da figura 1 cancelam-se em certo instante, como
10. (Cesgranrio) Ao se superporem, os pulsos da figura 1
cancelam-se em certo instante, como mostra a figura 2.
Qual dos gráficos propostos representa a velocidade
dos pontos do meio (corda), em função da posição,
no instante do cancelamento?

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EM_V_FIS_016

EM_V_FIS_016 ` Solução: Observe que a questão não está pedindo o formato da corda no instante
EM_V_FIS_016 ` Solução: Observe que a questão não está pedindo o formato da corda no instante
` Solução: Observe que a questão não está pedindo o formato da corda no instante
`
Solução:
Observe que a questão não está pedindo o formato da
corda no instante da superposição, mas sim o gráfico
da velocidade transversa. Vamos fazer um desenho
mostrando as velocidades transversas.

11. (Cescem-SP) Um pulso transversal se propaga ao longo de uma corda horizontal (A) que está ligada a outra (B) por um de seus extremos. Verifica-se que quando um pulso para cima provocado em (A) chega à junção das cordas, ele é parcialmente refletido com inversão de sentido, de modo que agora o pulso percorre (A) para baixo.

sentido, de modo que agora o pulso percorre (A) para baixo. Na figura, não se representa

Na figura, não se representa o pulso transmitido à parte (B). Sendo v A e v B as velocidades dos pulsos, respectivamente, em (A) e em (B), e sendo µ A e µ B as massas por centímetro de comprimento, podemos afirmar que:

a) v A > v B ; µ A > µ B

b) v A > v B ; µ A < µ B

c) v A < v B ; µ A > µ B

d) v A < v B ; µ A < µ B

e) v A > v B ; µ A = µ B

` Solução: B

Se o pulso que sai de A sofre reflexão apresentando mudança de fase, isso significa que para a corda A o

mudança de fase, isso significa que para a corda A o 18 ponto de união com

18

ponto de união com B é uma extremidade fixa, ou seja,

12.

B > A; menor será V.
B >
A;
menor será V.

sendo V

=

T , 
T
,

quanto maior for µ ,

(Cesgranrio) Uma onda plana passa de um meio (1) para um meio (2) conforme a figura.

passa de um meio (1) para um meio (2) conforme a figura. Pode-se afirmar que: a)

Pode-se afirmar que:

a) o período da onda diminui.

b) a frequência da onda aumenta.

c) a frequência da onda diminui.

d) a velocidade de propagação da onda é menor no meio 1.

e) a velocidade de propagação da onda é menor no meio 2.

`

13.

Solução: E

Como a figura nos mostra as frentes de onda em um meio (1) incidindo obliquamente numa superfície de separação de dois meios distintos, percebemos tratar-se do fenô- meno da refração. Na refração a frequência sempre se

mantém e como T

, o período também se mantém

constante, impossibilitando as opções A, B e C. Como pela figura, l 1 > l 2 , e sendo a velocidade proporcional ao comprimento de onda, v 1 > v 2 .

= 1

f

(Efomm) Quando uma onda se propaga ao longo de meios materiais como o ar, água e um trilho de aço, pode-se afirmar que:

a) a frequência, a velocidade e o comprimento de onda variam com a mudança de meio.

b) a frequência varia com o meio, mas a velocidade de propagação e o comprimento de onda mantêm-se constantes.

c) a frequência mantém-se constante, mas o compri- mento de onda e a velocidade variam.

d) apenas o comprimento de onda mantém-se cons- tante.

e) apenas a velocidade varia.

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EM_V_FIS_016

EM_V_FIS_016 ` Solução: C Outra vez trata-se do fenômeno da refração: sempre a frequência se mantém

`

Solução: C

Outra vez trata-se do fenômeno da refração: sempre a

frequência se mantém e como T

= 1

, o período também

f

se mantém constante, impossibilitando as opções A,

B

e D; como v = l f , para f constante, uma mudança

de v (mudança de meio) implica uma mudança do comprimento de onda l.

14.

(EsfAO) Ao dobrarmos a frequência com que vibra uma fonte de ondas produzidas em um tanque numa experi- ência com ondas de água, podemos afirmar que:

a) dobra o período da onda.

b) dobra a velocidade de propagação da onda.

c) o período da onda não se altera.

d) a velocidade de propagação da onda se reduz à me- tade.

e) o comprimento da onda se reduz à metade.

` Solução: E

A velocidade se mantém constante. Como v = l  f, o

comprimento de onda se reduz à metade.

15. (fuvest) Um canal de navegação, com 4,0m de largura, tem suas portas abertas como
15.
(fuvest) Um canal de navegação, com 4,0m de largura,
tem suas portas abertas como mostra a figura.
Ondas planas propagam-se na superfície da água
do canal com velocidade igual a 2,0m/s. Considere
a frente da onda AB na posição indicada no instante
t = 0. Esboce a configuração da frente de onda
depois de decorridos 1,5s, indicando a distância,
em metros, entre seus extremos A’ e B’, nessa
configuração.
`
Solução:
Vamos fazer, inicialmente, para o intervalo de tempo
de 1,0s; como v = 2,0m/s, a distância até as compor-
tas é de 2,0m. Nesse intervalo de tempo a frente de
onda vai tocar na extremidade das comportas.
Nos próximos 0,5s (totalizando 1,5s), o ponto extremo A’ da frente de onda, por reflexão
Nos próximos 0,5s (totalizando 1,5s), o ponto extremo
A’ da frente de onda, por reflexão na comporta estará
na posição A’’e o ponto B’ , pelo mesmo motivo, estará
na posição B’’; como o meio é sempre o mesmo(água)
a velocidade será sempre a mesma, ou seja, nesse
0,5s o ponto A’ terá se deslocado DS A’ A’’ = 2 . 0,5 =
1,0m e o ponto B’ terá se deslocado DS B’ B’’ = 2 . 0,5 =
1,0m; como havia entre A’ e B’ uma distância de 4,0m,
a distância entre A’’ e B’’ será 4 –1–1 = 2,0m; a confi-
guração da frente de onda nesse instante é mostrada
na figura abaixo.

16.

(Cescem) Quando duas ondas se interferem, a onda resultante apresenta pelo menos uma mudança em relação às ondas componentes. Tal mudança se verifica em relação à (ao):

a) comprimento da onda.

b) período.

c) amplitude.

d) fase.

e) frequência.

`

Solução: C

Como foi visto pelos esquemas, o que ocorre na inter- ferência é a superposição de ondas isócronas, isto é, a soma algébrica das amplitudes.

17.

(Cesgranrio) Duas fontes coerentes, f 1 e f 2 , emitem ondas que se interferem. Observa-se um máximo de in- terferência numa certa direção, como mostra a figura.

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EM_V_FIS_016

EM_V_FIS_016 20 Sendo l o comprimento das ondas emitidas por f 1 e f 2 e
EM_V_FIS_016 20 Sendo l o comprimento das ondas emitidas por f 1 e f 2 e
EM_V_FIS_016 20 Sendo l o comprimento das ondas emitidas por f 1 e f 2 e
EM_V_FIS_016 20 Sendo l o comprimento das ondas emitidas por f 1 e f 2 e
EM_V_FIS_016 20 Sendo l o comprimento das ondas emitidas por f 1 e f 2 e
EM_V_FIS_016 20 Sendo l o comprimento das ondas emitidas por f 1 e f 2 e
EM_V_FIS_016 20 Sendo l o comprimento das ondas emitidas por f 1 e f 2 e
EM_V_FIS_016 20 Sendo l o comprimento das ondas emitidas por f 1 e f 2 e

20

Sendo l o comprimento das ondas emitidas por f 1 e f 2 e n um número inteiro, podemos afirmar que a distância Af 1 é igual a:

a) (n – 1/2) l

b) (n – 1/2) l

c) n l

d) (n + 1/4) l

e) (n – 1/4) l

` Solução: C

Se a questão nos diz que existe um ponto de máximo fazemos:

d

λ

= 2n 2

e

como d

= A .F

1

A.F = n

1

λ.

construtiva

construtiva

18. (PUC) A fonte F e o anteparo com dois orifícios A e B da
18. (PUC) A fonte F e o anteparo com dois orifícios A e
B da figura estão na superfície da água. A frequência
das ondas é 1 000Hz, e a velocidade de propagação
é 500m/s.
Verifique se um pedaço de cortiça, situado no ponto
P, está em repouso ou em movimento, sabendo que
PB = 2,75m e PA = 2,50m.
` Solução:
Fazendo v = l f teremos 500 = l . 1 000 ou
l = 0,5m.
A diferença entre os caminhos percorridos pelas
ondas desde as fendas até o ponto considera-
l
do será PB – PA = m .
onde m é um inteiro;
2
se m for par, a interferência será construtiva e a
cortiça terá movimento; caso contrário, haverá
interferência destrutiva e a cortiça ficará parada
0 5
,
2 75
,
− 2 50
,
= m
.
ou
0 25
,
= m .
0 5
,
2

e , portanto, m = 1 (ímpar) interferência destrutiva.

19.

(Fac-Nac-Med) Se fizermos incidir um raio luminoso monocromático em um espelho sob incidência brews- teriana e o raio refletido incidir, nas mesmas condições, em um segundo espelho idêntico ao primeiro, porém, com os planos principais dos dois espelhos perpendi- cularmente colocados:

a) o raio refletido do primeiro espelho sofrerá um des- vio duplo no segundo espelho.

b) não haverá raio refletido pelo segundo espelho.

c) a intensidade do raio refletido pelo segundo espe- lho será máxima.

d) o raio refletido pelo primeiro espelho sofrerá uma rotação de 90°.

e) nenhuma das alternativas anteriores é verdadeira.

`

Solução: B

Como o segundo espelho funciona como analisador e está com plano principal perpendicular ao primeiro espelho (polarizador), não haverá raio refletido.

20.

(PUC) A hipótese de a luz ser constituída por ondas transversais é exigida pelo fenômeno da:

a)

reflexão.

b) refração.

c) difração.

d) polarização.

e) difusão.

`

Solução: D

Dos fenômenos apresentados, o único que só é obser- vado em ondas transversais é a polarização.

21. (PUC) Um químico, analisando duas amostras de soluções no laboratório, sabe que uma delas
21. (PUC) Um químico, analisando duas amostras de
soluções no laboratório, sabe que uma delas contém,
dissolvida, uma substância que possui um carbono
assimétrico. Uma maneira de descobrir qual é essa
amostra é:
a) verificar os pontos de ebulição das amostras.
b) fazer a eletrólise.

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c) passar pelas amostras um feixe de luz polarizada e verificar se uma delas consegue
c) passar pelas amostras um feixe de luz polarizada e verificar se uma delas consegue
c) passar pelas amostras um feixe de luz polarizada
e verificar se uma delas consegue desviar o plano
de vibração dessa luz.
d) calcular as concentrações de soluto nas soluções.
e) nenhuma das alternativas anteriores.
` Solução: C
As substâncias químicas que contêm carbono
assimétrico (carbono ligado a quatro átomos ou
radicais diferentes) têm a propriedade de desviar o
plano de vibração de uma luz polarizada.
1. (Unificado) Sabendo-se que as antenas receptoras têm
dimensões da ordem de grandeza do comprimento de
onda, qual a ordem de grandeza da frequência das
ondas, em Hz?
a) 10
2
b) 10
4
c) 10
6
d) 10
8
e) 10
10
2. (UERJ) A velocidade de propagação de uma onda ou
radiação eletromagnética, no ar, é cerca de 3,0.10 5 km/s.
A tabela abaixo mostra, em metros, a ordem de grande-
za do comprimento de onda (l), associado a algumas
radiações eletromagnéticas.
Radiação
l (m)
Raios X
10
-10
Luz visível
10
-6
Micro-onda
10
-1
Onda de rádio
10
2
a) Uma onda eletromagnética de frequência 2,5 . 10 9 Hz,
que se propaga na atmosfera, corresponderá à ra-
diação classificada como:
b) raios X.
c) luz visível.
d) micro-onda.
e) onda de rádio.
3. (UfJf) Ao sintonizarmos uma emissora de rádio fM
de 90MHz, a antena de rádio capta uma radiação de
comprimento de onda:
EM_V_FIS_016

a) 27,00m

b) 3,33m

c) 0,33m

d) 0,27m

e) 12,00m

4. (fuvest) Dois corpos, A e B, descrevem movimentos periódicos. Os gráficos de suas posições x em função do tempo estão indicados na figura.

x em função do tempo estão indicados na figura. Podemos afirmar que o movimento de A

Podemos afirmar que o movimento de A tem:

a) menor frequência e mesma amplitude.

b) maior frequência e mesma amplitude.

c) mesma frequência e maior amplitude.

d) menor frequência e menor amplitude.

e) maior frequência e maior amplitude.

5. (PUC-SP) Um trem de ondas senoidais de frequên- cia 440Hz propaga-se ao longo de uma corda tensa. Verifica-se que a menor distância que separa dois pontos que estão sempre em oposição de fase é 40cm. Nessas condições, a velocidade de propagação dessas ondas na corda tem valor:

a) 550m/s

b) 532m/s

c) 480m/s

d) 402m/s

e) 352m/s

6. (Unirio) Qual a frequência do som, em Hz, cuja onda tem 2,0m de comprimento e se propaga com uma velocidade de 340m/s?

a) 340Hz

b) 680Hz

c) 170Hz

d) 510Hz

e) 100Hz

7. (PUC-Rio) As ondas de um forno micro-ondas são:

a) ondas mecânicas que produzem vibrações das mo- léculas dos alimentos.

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EM_V_FIS_016

EM_V_FIS_016 22 b) b) ondas de calor, portanto não são eletromagnéticas. c) ondas eletromagnéticas são ondas
EM_V_FIS_016 22 b) b) ondas de calor, portanto não são eletromagnéticas. c) ondas eletromagnéticas são ondas
EM_V_FIS_016 22 b) b) ondas de calor, portanto não são eletromagnéticas. c) ondas eletromagnéticas são ondas
EM_V_FIS_016 22 b) b) ondas de calor, portanto não são eletromagnéticas. c) ondas eletromagnéticas são ondas
EM_V_FIS_016 22 b) b) ondas de calor, portanto não são eletromagnéticas. c) ondas eletromagnéticas são ondas
EM_V_FIS_016 22 b) b) ondas de calor, portanto não são eletromagnéticas. c) ondas eletromagnéticas são ondas

22

b)

b) ondas de calor, portanto não são eletromagnéticas.

c) ondas eletromagnéticas são ondas cujo comprimen- to é menor que o da luz e por isso são denominadas micro-ondas.

d) ondas eletromagnéticas, tal como a luz visível.

e) ondas sonoras de frequências superiores às do ul- trassom.

8. (UFRJ) A figura representa um pulso transversal que se propaga numa corda, para a direita. Seja P um ponto qualquer da corda.

0,10m P 0,40m
0,10m
P
0,40m

Calcule a distância percorrida pelo ponto P durante o intervalo de tempo em que o pulso passa por ele.

9. (Unesp) Observando o mar, de um navio ancorado, um turista avaliou em 12m a distância entre as cristas das ondas que se sucediam. Além disso, constatou que se escoaram 50s até que passassem por ele dezenove cristas, incluindo a que passava no instante em que começou a marcar o tempo e a que passava quando terminou de contar. Calcular a velocidade de propagação das ondas.

10. (UfRJ) Uma emissora de rádio transmite na frequência de 1,20MHz. Considere a velocidade de propagação das ondas eletromagnéticas no ar de 3,00 . 10 8 m/s. Calcule o comprimento de onda das ondas de rádio dessa emissora.

11. (Unificado) Uma gota cai no ponto O da superfície da água contida num tanque. O ponto O dista 2,0cm da parede AB, estando muito mais distante das outras.

2,0cm da parede AB, estando muito mais distante das outras. A queda da gota produz uma

A queda da gota produz uma onda circular que se propaga com velocidade de 20cm/s. Qual das figuras propostas representa a onda observada na superfície 0,15s depois da queda da gota? (As setas representam os sentidos de propagação em cada caso).

a)

A B A B
A
B
A
B

c)

d)

e)

A B A B B A B O
A
B
A B
B
A
B
O

12. (UERJ) Numa corda de massa desprezível esticada e fixa nas duas extremidades, são produzidos, a partir do ponto médio, dois pulsos que se propagam mantendo a forma e a velocidade constantes, como mostra a figura abaixo.

extremo fixo extremo fixo
extremo fixo
extremo fixo

A forma resultante da complexa superposição desses pulsos, após a primeira reflexão, é:

a)

desses pulsos, após a primeira reflexão, é: a) b) c) d) e) 13. (MED-SM-RJ) O esquema

b)

c)

desses pulsos, após a primeira reflexão, é: a) b) c) d) e) 13. (MED-SM-RJ) O esquema

d)

desses pulsos, após a primeira reflexão, é: a) b) c) d) e) 13. (MED-SM-RJ) O esquema

e)

pulsos, após a primeira reflexão, é: a) b) c) d) e) 13. (MED-SM-RJ) O esquema abaixo

13. (MED-SM-RJ) O esquema abaixo representa um pulso que se propaga numa mola de extremidades fixas. A seta indica o sentido de propagação.

fixas. A seta indica o sentido de propagação. Dentre os esquemas a seguir, o que corresponde

Dentre os esquemas a seguir, o que corresponde ao pulso refletido é:

a)

a seguir, o que corresponde ao pulso refletido é: a) Esse material é parte integrante do

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EM_V_FIS_016

EM_V_FIS_016 b) c) d) 14. (fuvest) Quando pulsos sucessivos se propagam ao lon- go de uma

b)

c)

d)

EM_V_FIS_016 b) c) d) 14. (fuvest) Quando pulsos sucessivos se propagam ao lon- go de uma
EM_V_FIS_016 b) c) d) 14. (fuvest) Quando pulsos sucessivos se propagam ao lon- go de uma
EM_V_FIS_016 b) c) d) 14. (fuvest) Quando pulsos sucessivos se propagam ao lon- go de uma

14. (fuvest) Quando pulsos sucessivos se propagam ao lon- go de uma mola de aço, ao atingirem uma extremidade fixa ocorre (desprezar os atritos):

a) inversão dos pulsos.

b) mudança no módulo da velocidade dos pulsos.

c) variação na frequência dos pulsos.

d) mudança do valor numérico da amplitude dos pulsos.

e) reflexão dos pulsos sem inversão.

15. (Fatec-SP) A figura representa um raio de onda pro- pagando-se na superfície da água em direção a uma barreira.

na superfície da água em direção a uma barreira. É correto afirmar que, após a reflexão
na superfície da água em direção a uma barreira. É correto afirmar que, após a reflexão

É correto afirmar que, após a reflexão na barreira:

a) a frequência da onda aumenta.

b) a velocidade da onda diminui.

c) o comprimento da onda aumenta.

d) o ângulo de reflexão é igual ao de incidência.

e) o ângulo de reflexão é menor que o de incidência.

16. (UfMG) Duas pessoas esticam uma corda puxando por suas extremidades e cada uma envia um pulso na direção da outra. Os pulsos têm o mesmo formato, mas estão invertidos como mostra a figura.

mesmo formato, mas estão invertidos como mostra a figura. Pode-se afirmar que os pulsos: a) passarão

Pode-se afirmar que os pulsos:

a) passarão um pelo outro, cada qual chegando à ou- tra extremidade.

b) se destruirão, de modo que nenhum deles chegará às extremidades.

c) serão refletidos, ao se encontrarem, cada um man- tendo-se no mesmo lado em que estava com rela- ção à horizontal.

d) serão refletidos, ao se encontrarem, porém inver- tendo seus lados com relação à horizontal.

17. (UFF) A figura representa a propagação de dois pulsos em cordas idênticas e homogêneas. A extremidade es- querda da corda, na situação I, está fixa na parede e, na situação lI, está livre para deslizar, com atrito desprezível, ao longo de uma haste.

Identifique a opção em que estão mais bem representados os pulsos refletidos nas situações I e II:

a)

b)

c)

d)

e)

situação (I) situação (II) I I I I I I I I I I I
situação (I)
situação (II)
I I
I
I
I
I
I I
I
I I
I
I II
I II

18. (fOA-RJ) Para receber o eco de um som no ar, onde a velocidade de propagação é de 340m/s, é necessário que haja uma distância de 17m entre a fonte sonora e o anteparo onde o som é refletido. Na água, onde a ve- locidade de propagação é de 1 600m/s, essa distância precisa ser de:

a) 34m

b) 60m

c) 80m

d) 150m

e) nenhuma das anteriores.

19. (UfRJ) Um geotécnico a bordo de uma pequena em- barcação está a uma certa distância de um paredão vertical que apresenta uma parte submersa. Usando um sonar, que funciona tanto na água quanto no ar, ele observa que quando o aparelho está emerso o intervalo de tempo entre a emissão do sinal e a recepção do eco é de 0,731s, e que quando o aparelho está imerso, o intervalo de tempo entre a emissão e a recepção diminui para 0,170s. Calcule:

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EM_V_FIS_016

EM_V_FIS_016 a) A razão V a g /V a r entre a velocidade do som na
EM_V_FIS_016 a) A razão V a g /V a r entre a velocidade do som na
EM_V_FIS_016 a) A razão V a g /V a r entre a velocidade do som na
EM_V_FIS_016 a) A razão V a g /V a r entre a velocidade do som na
EM_V_FIS_016 a) A razão V a g /V a r entre a velocidade do som na
EM_V_FIS_016 a) A razão V a g /V a r entre a velocidade do som na
EM_V_FIS_016 a) A razão V a g /V a r entre a velocidade do som na
EM_V_FIS_016 a) A razão V a g /V a r entre a velocidade do som na
EM_V_FIS_016 a) A razão V a g /V a r entre a velocidade do som na
EM_V_FIS_016 a) A razão V a g /V a r entre a velocidade do som na

a) A razão V ag /V ar entre a velocidade do som na água e

a

velocidade do som no ar.

b) razão l ag /l Ar entre o comprimento de onda do som

A

na água e o comprimento de onda do som no ar.

20. (UfRJ) Sabe-se que sensações auditivas persistem, nos seres humanos, durante cerca de 0,10s. Suponha que você esteja defronte a uma parede e emita um som isolado (bata uma palma, por exemplo). Nas condições locais, a velocidade do som é 340m/s. A que distância, no mínimo, você deve estar da parede a fim de que consiga perceber o eco do som emitido?

21. (PUC-SP) Um trem de ondas senoidais de frequên- cia 440Hz propaga-se ao longo de uma corda tensa. Verifica-se que a menor distância que separa dois pontos que estão sempre em oposição de fase é 40cm. Nessas condições, a velocidade de propagação dessas ondas na corda tem valor:

a) 550m/s

b) 532m/s

c) 480m/s

d) 402m/s

e) 352m/s

22. (UERJ) Uma onda de frequência 40,0Hz se comporta como mostra o diagrama abaixo. Nas condições apresen- tadas, pode-se concluir que a velocidade de propagação da onda é:

y(m) 1,5 x(m) 0 2,0 6,0 4,0 -1,5
y(m)
1,5
x(m)
0 2,0
6,0
4,0
-1,5

a) 1,0 . 10 -1 ms -1

b) 10ms

c) 80ms

d) 1,6 . 10 2 ms -1

e) 2,4 . 10 2 ms -1

-1

-1

23. (Uff) Um pescador, em alto mar, observa que seu barco sobe e desce duas vezes a cada 10s, e estima a distância

24

entre duas cristas de ondas que passam pelo barco em 3,0m. Com base nesses dados, o valor da velocidade das ondas é de aproximadamente:

a) 0,15m/s

b) 0,30m/s

c) 0,60m/s

d) 1,5m/s

e) 2,0m/s

24. (fatec) No centro de um tanque com água, uma torneira pinga a intervalos regulares de tempo. Um aluno contou 10 gotas pingando, durante 20s de observação, e notou que a distância entre duas cristas sucessivas das ondas circulares produzidas na água do tanque era de 20cm.

Ele pode concluir corretamente que a velocidade de propagação das ondas na água é de :

a) 0,10m/s

b) 0,20m/s

c) 0,40m/s

d) 1,0m/s

e) 2,0m/s

25. (PUC–Rio) Quanto maior a amplitude de uma onda, maior sua(seu):

a) intensidade.

b) frequência.

c) comprimento de onda.

d) velocidade de propagação.

e) período.

26. (MED-SM-RJ) A figura abaixo reproduz duas fotografias sobrepostas de uma mesma onda que se propaga ao longo de uma corda.

y t 1 t 2 x 1,00m
y
t 1
t 2
x
1,00m

Uma foto foi tomada no instante t 1 e a seguinte, no instante t 2 . Sabe-se que o intervalo de tempo Dt decorrido entre as duas fotos é tal que: Dt = t 2 – t 1 = 5,00 × 10 -3 s T, onde T é o período do movimento ondulatório. A opção que a seguir relaciona corretamente a velocidade de propagação v, a frequência f e o comprimento de onda l da onda fotografada é:

V (m/s)

f (Hz)

l (m)

a)

150

75,0

2,00

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EM_V_FIS_016

EM_V_FIS_016 b) 150 120 1,35 c) 200 100 2,00 d) 250 200 1,25 e) 400 200

b) 150

120

1,35

c) 200

100

2,00

d) 250

200

1,25

e) 400

200

2,00

27. (PUC–Rio) Uma corda de guitarra é esticada do ponto A ao ponto G da figura.

B C D E F A G
B
C
D
E
F
A
G

São marcados os pontos A, B, C, D, f e G em intervalos iguais. Nos pontos D, E e f, são apoiados pedacinhos de papel. A corda é segurada com um dedo em C, puxada em B e solta. O que acontece na sequência, após a formação da onda estacionária?

a) Todos os papéis vibram.

b) Nenhum papel vibra.

c) O papel em E vibra.

d) Os papéis em D e f vibram.

e) Os papéis em E e f vibram.

28. (Fuvest) Um vibrador produz, numa superfície líquida, on- das de comprimento 5,0cm que se propagam à velocidade de 30cm/s.

a) Qual a frequência das ondas?

b) Caso o vibrador aumente apenas a amplitude de vibração, qual o comprimento e a frequência das ondas?

29. (UFRJ) A figura representa a fotografia, em um deter- minado instante, de uma corda na qual se propaga um pulso assimétrico para a direita.

B v A 60cm 20cm
B
v
A
60cm
20cm

Sendo t A o intervalo de tempo para que o ponto A da corda chegue ao topo do pulso; seja t B o intervalo de tempo necessário para que o ponto B da corda retorne a sua posição horizontal de equilíbrio. Tendo em conta as distâncias indicadas na figura, calcule a razão t A /t B .

30. (Cefet-RJ) Um onda de comprimento l a propaga-se numa corda “a” com velocidade V a , como mostra a figura,

e transfere-se para a corda “b”, de maior densidade linear, onde seu comprimento é l b e sua velocidade é V b .

V a a b
V
a
a b

Sendo f a e f b a frequência da onda, respectivamente nas cordas “a” e “b”, assinale a alternativa correta.

a) V a < V b ; f a > f b e l a < l b

b) V a < V b ; f a > f b e l a > l b

c) V a > V b ; f a = f b e l a = l b

d) V a > V b ; f a = f b e l a < l b

e) V a > V b ; f a = f b e l a > l b

31. (UERJ) Um feixe de laser, propagando-se no ar com

penetra numa lamina de vidro e sua

velocidade é reduzida para V VIDRO = 2 3 V AR . Sabendo

que, no caso descrito, a frequência da radiação não se altera ao passar de um meio para outro, a razão entre

os comprimentos de onda, λ vidro e no ar, é dada por:

, dessa radiação no

velocidade

V AR

vidro

λ

ar

1

a) 3

b) 2

3

c) 1

d) 3

2

32. (fuvest) Considere uma onda de rádio de 2MHz de frequência, que se propaga em um meio material, homogêneo e isotrópico, com 80% da velocidade com que se propagaria no vácuo. Qual a razão l o /l entre os comprimentos de onda no vácuo (l o ) e no meio material (l)?

a)

b)

c)

d)

e)

1,25

0,8

1

0,4

2,5

33. (Uff) Um raio de luz de frequência igual a 5,0 . 10 14 Hz passa do ar para o benzeno. O comprimento de onda desse raio de luz no benzeno será:

Dados: índice de refração do benzeno = 1,5; velocidade da luz no vácuo = 3,0 . 10 8 m/s

a) 3,0 . 10 -5 m

b) 4,0 . 10 -7 m

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EM_V_FIS_016

EM_V_FIS_016 c) 5,0 . 10 - 6 m d) 9,0 . 10 - 7 m e)
EM_V_FIS_016 c) 5,0 . 10 - 6 m d) 9,0 . 10 - 7 m e)
EM_V_FIS_016 c) 5,0 . 10 - 6 m d) 9,0 . 10 - 7 m e)
EM_V_FIS_016 c) 5,0 . 10 - 6 m d) 9,0 . 10 - 7 m e)
EM_V_FIS_016 c) 5,0 . 10 - 6 m d) 9,0 . 10 - 7 m e)

c) 5,0 . 10 -6 m

d) 9,0 . 10 -7 m

e) 3,0 . 10 -6 m

34. (UERJ) Uma onda eletromagnética passa de um meio para outro, cada qual com índice de refração distinto. Nesse caso, ocorre, necessariamente, alteração da seguinte característica da onda:

a) período de oscilação.

b) direção de propagação.

c) frequência de oscilação.

d) velocidade de propagação.

35. (Unirio) Uma onda com velocidade v 1 e comprimento de onda l 1 , após ser refratada, passa a ter velocidade v 2 e comprimento de onda l 2 . Considerando que v 2 = 2 . v 1 , podemos afirmar que:

a)

b)

l 2 =

l 2 =

. v 1 , podemos afirmar que: a) b) l 2 = l 2 = .l

. v 1 , podemos afirmar que: a) b) l 2 = l 2 = .l

.l

.l

1

1

c) l 2 = l 1

d) l 2 = 2 .l 1

e) l 2 = 3 .l 1

36. (UfRJ) Uma onda de luz monocromática tem, no vácuo, um comprimento de onda l. Suponha que essa onda de luz vinda do vácuo incida num meio transparente cujo índice de refração seja 1,5.

a) Calcule a razão l’/l entre o comprimento de onda da onda refletida (l’) e o comprimento de onda da onda incidente(l).

b) Calcule a razão l”/l entre o comprimento de onda refratada (l”) e o comprimento de onda da onda incidente(l).

37. (UfRJ) Uma onda se propaga em um meio homogêneo com uma velocidade v 0 . Sejam f 0 sua frequência e l 0 seu comprimento de onda nesse meio. Essa mesma onda se propaga em outro meio homogêneo com uma velocidade

2

3 v 0 . Sejam f sua frequência e l seu comprimento de

onda nesse outro meio.

a) Calcule a razão f/f 0 .

b) Calcule a razão l/l 0.

38. (Unificado) Na figura, ondas planas na superfície do mar se propagam no sentido indicado pela seta e vão atingir uma pedra P e uma pequena ilha I, cujo contorno apresenta uma reentrância R. O comprimento de onda é de 3m e as dimensões lineares da pedra e da ilha, mostradas em escala na figura, são aproximadamente

26

5m e 50m, respetivamente. Nos pontos 1, 2 e 3 existem boias de sinalização. Que
5m e 50m, respetivamente. Nos pontos 1, 2 e 3 existem
boias de sinalização. Que boia(s) vai(vão) oscilar devido
à passagem das ondas ?
R
3
2
pedra
1
ilha

a) 1 apenas.

b) 2 apenas.

c) 1 e 2 apenas.

d) 1 e 3 apenas.

e) 2 e 3 apenas.

39. (Unirio) Um movimento ondulatório propaga-se para

a direita e encontra o obstáculo AB, em que ocorre o

fenômeno representado na figura abaixo, que é o de:

o fenômeno representado na figura abaixo, que é o de: A B a) difração. b) difusão.

A

B

a) difração.

b) difusão.

c) dispersão.

d) refração.

e) polarização.

b) difusão. c) dispersão. d) refração. e) polarização. 40. (ITA) Dois pequenos alto-falantes, f 1 e

40. (ITA) Dois pequenos alto-falantes, f 1 e f 2 , separados por uma certa distância, estão emitindo a mesma frequên- cia, coerentemente e com a mesma intensidade. Uma pessoa, passando próximo dos alto-falantes, ouve, à medida que caminha com velocidade constante, uma variação de intensidade sonora mais ou menos periódica.

O fenômeno citado se relaciona com a(o):

a)

b) difração.

c) polarização.

d) interferência.

e) refração.

efeito Doppler.

41. (UfJf) No efeito fotoelétrico e no fenômeno de interfe- rência luminosa, os seguintes comportamentos da luz se manifestam, respectivamente:

a) ondulatório e corpuscular.

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EM_V_FIS_016

EM_V_FIS_016 b) corpuscular e ondulatório. c) ondulatório e ondulatório. d) corpuscular e corpuscular. 42. (UfOP)

b) corpuscular e ondulatório.

c) ondulatório e ondulatório.

d) corpuscular e corpuscular.

42. (UfOP) Dos fenômenos abaixo, assinale o que não ocor-

re com a luz monocromática vermelha de um laser.

a) Reflexão.

b) Refração.

c) Dispersão.

d) Difração.

e) Interferência.

43. (MED. Itajubá–MG) Duas fontes S 1 e S 2 de ondas iguais estão em oposição de fases.

S 1 x 1 x 2 S 2
S 1
x 1
x 2
S 2

P

A

distância x 1 = S 1 P é menor do que a distância x 2 = S 2 P.

O

comprimento de onda das ondas é 5,0cm e x 2 = 75cm.

Para que o ponto P sofra interferência construtiva, o máximo valor possível para x 1 é:

a) 72,5cm

b) 70,0cm

c) 67,5cm

d) 73,75cm

e) um valor diferente.

44. (Fuvest) A energia de um fóton de frequência f é dada por E = f h, onde h é a constante de Planck. Qual a frequência e qual a energia de um fóton de luz de com- primento de onda igual a 5 000Å? (h = 6,6 × 10 -34 J.s)

45. (UFRJ) A difração da luz só é nitidamente perceptível quando ocasionada por objetos pequeninos, com dimen- sões inferiores ao milésimo de milímetro. Por outro lado, diante de obstáculos macroscópicos, como uma casa ou seu móveis, a luz não apresenta difração, enquanto o som difrata-se com nitidez.

A velocidade de propagação do som no ar é de cerca

de 340m/s e o intervalo de frequências audíveis vai de 20Hz até 20 000Hz. Calcule o intervalo dos comprimentos de onda audíveis e, com esse resultado, explique porque a difração do som diante de objetos macroscópicos ocorre facilmente.

46. (Unesp) O caráter ondulatório do som pode ser utilizado para eliminação, total ou parcial, de ruídos indesejáveis. Para isso, microfones captam o ruído do ambiente e o enviam a um computador, programado para analisá-lo

e para emitir um sinal ondulatório que anule o ruído original indesejável. O fenômeno ondulatório no qual se fundamenta essa nova tecnologia é a:

a) interferência.

b) difração.

c) polarização.

d) reflexão.

e) refração.

47. (PUCRS) Responder à questão com base nas afirmativas sobre os fenômenos da refração, difração e polarização, feitas a seguir.

I. A refração da luz ocorre somente quando as ondas luminosas mudam de direção ao passar por meios de diferentes índices de refração.

II. O ângulo de incidência é igual ao ângulo de refra- ção.

III. A difração é o fenômeno ondulatório pelo qual as ondas luminosas se dispersam ao atravessarem um prisma.

IV. A polarização ocorre somente com ondas transver- sais, tanto mecânicas quanto eletromagnéticas.

Considerando as afirmativas acima, é correto concluir que:

a) somente I e II são corretas.

b) somente I e IV são corretas.

c) somente II e III são corretas.

d) somente IV é correta.

e) todas são corretas.

48. (PUCPR) O fenômeno que não pode ser observado nas ondas sonoras (ondas mecânicas longitudinais) é:

a) polarização.

b) reflexão.

c) refração.

d) difração.