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2013

Planejamento Anual de Ensino Religioso Professor Fábio Dias Silveira

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SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO

03.

2. POR QUE TER ENSINO RELIGIOSO NAS ESCOLAS?

04.

3. OBJETIVO GERAL

07.

4. OBJETIVOS ESPECIFICOS

07.

5. METODOLOGIA

08.

6. CONTEUDO PROGRAMÁTICO

09.

7. AVALIAÇÃO

14.

8. CONCLUSÃO

15.

9. REFERÊNCIAS

16.

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INTRODUÇÃO

O planejamento anual é de suma importância para que o docente trace uma linha sobre o que ele julga necessário para um bom aprendizado e que em parceira com a gestão escolar possa-se desenvolver um trabalho de aprendizado eficiente e satisfatório as instancias escolares, gestão, docente e educando. É a partir do planejamento anual que o docente apresenta sua proposta de trabalho e deixa a disposição da escola e da sociedade em geral. Neste planejamento, observaremos qual a importância do Ensino Religioso nas escolas, quais seus objetivos, metodologias de ensino, propostas curriculares, conteúdos e suas avaliações. Tudo isso focando uma linguagem simples e acessível. O Ensino Religioso tem seu diferencial na escola pública e a partir do planejamento intenderemos quais são os desafios desta disciplina em pleno século XXI.

Professor Fábio Dias Silveira.

planejamento intenderemos quais são os desafios desta disciplina em pleno século XXI. Professor Fábio Dias Silveira.

POR QUE TER ENSINO RELIGIOSO NAS ESCOLAS?

O Ensino Religioso (ERE), é uma das disciplinas mais antigas que foi usada na didática brasileira desde 1500, na conquista do território nacional pelos portugueses. Inicialmente chegou ao Brasil pelos jesuítas como uma forma de catequizar os nativos que aqui habitavam, isto ocorreu porque o catolicismo era religião oficial no Brasil até a Proclamação da República em 1889, após isso com o Brasil se torna um pais laico e ai por diante com a nova constituição o Estado se desvincula da Igreja e o Ensino Religioso começa a ganhar corpo e as propostas da disciplina vem se modificando até os dias atuais. Hoje a educação em geral tem vários desafios e a disciplina de ERE sofre as mesmas dificuldades, já que hoje o ERE tem uma proposta cientifica de construção de conhecimento a partir da cultura, vivencia e experiencias no social e no fenômeno religioso, sendo religiosas ou não.

Antes de mais nada temos que reconhecer que:

o desafio maior que se apresenta hoje para a Escola é como materializar a

proposta teoricamente, de modo que cada estudante possa apropriar-se dos conceitos científicos significativos que lhe possibilitem lidar bem com sua realidade sócio-histórica e acessar as riquezas materiais e espirituais socialmente produzidas 1 .

Isto nos leva ao desafio de pensarmos uma educação diferenciada e repensarmos as propostas de cada uma delas, na questão do ERE este desafio se encontra na possibilidade de o educador poder trabalhar o fenômeno religioso em uma postura de construção de conhecimento dentro de uma proposta cientifica na qual observe que a religião em um todo faz parte da construção social humana e influencia até hoje as posturas sociais.

O conhecimento religioso é um patrimônio da humanidade. Refletir sobre esse

fenômeno é pensar criticamente sobre a nossa condição existencial, o que não passa, necessariamente, pela prática de uma crença em particular. Antes, esse pensar

está marcado pela busca incansável do entendimento das questões ligadas à própria vida, à transcendência e à orientação ética que dá sentido às realizações pessoais e sociais.

A dimensão religiosa, por constituir uma propriedade humana, deve ser abordada

com seriedade no espaço escolar, de modo que crianças e jovens estudantes possam estabelecer posições autênticas e referenciadas eticamente diante das expressões e manifestações religiosas. Há muito essa discussão deixou de ser privilégio de poucos esclarecidos e transposição para a escola de dogmas e sacramentos utilizados pela Igreja. Hoje, a liberdade de crença e de exercício religioso, garantida constitucionalmente, permite a leitura e o debate crítico dos lugares sagrados, dos

1 Santa Catarina, Secretaria de Estado da Educação,Ciência e Tecnologia. Proposta Curricular de Santa Catarina: Estudos Temáticos. Florianópolis: IOESC, 2005. pp. 11.

textos sagrados orais e escritos, das organizações religiosas, do universo simbólico que reúne ritos e festas, danças e músicas, forças sociais que sustentam as tradições religiosas 2 .

Como podemos ver, o ERE, vai além da simplificada perspectiva de saber o que são, quais são as religiões existentes e suas práticas religiosas, claro que isso também é importante, mas a disciplina de ERE foca na construção humana e as influencias da vivencia nesta construção a partir do fenômeno religioso. A Proposta Curricular de Santa Catarina (Implementação do Ensino Religioso – Ensino Fundamental) aponta a seguinte linha de pensamento:

A disciplina do Ensino Religioso para o Ensino Fundamental valorizando o pluralismo e a diversidade cultural presente na sociedade brasileira, em particular na realidade catarinense, facilita a compreensão das formas que se expressa o Transcendente na superação da finitude humana e que determinam, subjacentemente, o processo histórico da humanidade. Por isso necessita:

a) proporcionar o conhecimento dos elementos básicos que compõem o fenômeno

religioso, a partir das experiências religiosas percebidas no contexto do educando; b) subsidiar o educando na formulação do questionamento existencial, para desenvolver-se em profundidade, para dar sua resposta devidamente informado;

c) analisar o papel das Tradições Religiosas na estruturação e manutenção das

diferentes culturas e manifestações socioculturais e econômicas;

d) facilitar a compreensão do significado das afirmações e das verdades de fé das

Tradições Religiosas;

e) refletir o sentido da atitude moral, como consequência da vivência no fenômeno

religioso e expressão da consciência e da resposta pessoal e comunitária do ser humano;

f) possibilitar esclarecimentos sobre o direito à diferença na construção de

estruturas religiosas”(PCNER, 1997,p.30 e 31). A Proposta Curricular do Estado de Santa Catarina menciona que "o Ensino Religioso como disciplina integrante do currículo escolar, tem como compromisso o estudo do desejo da transcendência dos educandos, das suas comunidades e da sua história 3 .

Lógico que quando a proposta aponta para “Ensino Religioso como disciplina

integrante do currículo escolar, tem como compromisso o estudo do desejo da

transcendência dos educandos

fenômeno religioso exercer o direito de se expressar como um religioso, ou integrante de uma

comunidade religiosa, mas ao mesmo tempo, este mesmo educando tenha seu direito resguardado de não ter uma linha de fé ou crença e o direito de não participar de uma comunidade religiosa, assim fazendo valer o direito:

é a garantia deste educando a partir do estudo do

”,

2 BIANCA; Valmir. O sagrado no ensino religioso. Cadernos pedagógicos do ensino fundamental, v.8 – Curitiba : SEED – Pr., 2006. pp 06.

3 Santa Catarina. Secretaria de Estado da Educação e do Desporto. Currículo: ensino religioso. – Florianópolis: SED, 2001. pp. 10.

Capítulo II

Do Direito à Liberdade, ao Respeito e à Dignidade

Art. 15. A criança e o adolescente têm direito à liberdade, ao respeito e à dignidade

como pessoas humanas em processo de desenvolvimento e como sujeitos de direitos civis, humanos e sociais garantidos na Constituição e nas leis.

Art. 16. O direito à liberdade compreende os seguintes aspectos:

I - ir, vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários, ressalvadas as restrições legais;

II - opinião e expressão;

III - crença e culto religioso;

IV - brincar, praticar esportes e divertir-se;

V - participar da vida familiar e comunitária, sem discriminação;

VI - participar da vida política, na forma da lei;

VII - buscar refúgio, auxílio e orientação. Art. 17. O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física,

psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem,

da identidade, da autonomia, dos valores, ideias e crenças, dos espaços e objetos

pessoais. Art. 18. É dever de todos velar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor 4 .

Portanto a disciplina de ERE é a disciplina que abrange a pesquisa e o estudo do desenvolvimento humano a partir de suas experiencias na vida particular, na escola e na comunidade, sendo o indivíduo participante de um principio religioso ou não, mas que isso não impede de que seja vivenciado e estudado outras experienciais para que com isso possamos trabalhar a alteridade o respeito ao diferente, a opção religiosa, de gênero ou da sexualidade e fazer o estudante se reconheça parte integrante da sociedade.

Todos adotam o princípio de que o Ensino Religioso é parte integrante essencial da

formação do ser humano, como pessoa e cidadão, estando o Estado obrigado a

promovê-lo; não se revestir de caráter doutrinário ou proselitista, possibilitando aos

educandos o acesso à compreensão do fenômeno religioso e ao conhecimento de

suas manifestações nas diferentes denominações religiosas 5 .

4 LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. disponivel em <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8069.htm>, acesso em: 30 de janeiro de 2013.

5 Santa Catarina. Secretaria de Estado da Educação e do Desporto. Currículo: ensino religioso. – Florianópolis: SED, 2001. pp. 08.

OBJETIVO GERAL

Contribuir para o estudo do fenômeno religioso, sem proselitismos, altero e laico para a formação do educando a partir de suas experiencias seja elas religiosas ou não.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Desenvolver praticas educativas voltada ao estudo do fenômeno religioso com caráter cientifico;

Possibilitar aos educandos o acesso à compreensão do fenômeno religioso e ao conhecimento de suas (e/ou do outro) manifestações nas diferentes denominações religiosas;

Promover a troca de experiencias de conhecimento no fenômeno religioso entre os educandos e dos mesmos com a comunidade;

Apoiar a liberdade de expressão, de culto e crença dos educandos como prevê o art.

16 da LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990. Dispõe sobre o Estatuto da

Criança e do Adolescente e dá outras providências;

Promover a interação entre comunidade, escola e grupos religiosos para construção de um ensino laico;

Construir diálogos que auxiliem na promoção de uma educação visando o respeito a diversidade religiosa, de raça, de gênero e de sexualidade;

METODOLOGIA

Para pensarmos e uma boa metodologia primeiramente devemos pensar na educação hoje, em pleno seculo XXI, vemos professores frustrados por não conseguirem se adaptar a “nova” sala de aula e aos “novos” estudantes que hoje mudam tão rapidamente quanto as novas tecnologias.

De fato, não é mais possível dar aulas apenas com o que foi aprendido na graduação. Ou achar que a tecnologia é coisa para especialistas. Trabalhar sozinho, sem trocar experiências com os colegas, e ignorar as didáticas de cada área são outras práticas condenadas pelos especialistas quando se pensa no professor do século XXI. Planejar e avaliar constantemente, acreditando que o aluno pode aprender, por outro lado, é essencial na rotina dos bons profissionais 6 .

Por isso a disciplina de Ensino Religioso, propõe-se a criar mecanismos de aprendizado capazes de fazer com que se interaja a tecnologia com a disciplina e que de conta da proposta curricular que tem como base a PROPOSTA CURRICULAR DE SANTA CATARIA, criando alternativas e espaços para o diálogo. Na disciplina de ensino religioso além de obedecer a grade de conteúdos da Proposta Curricular de Santa Catarina, será feia abertos espaços onde os educandos possam fazer suas construções de temáticas e possam se expressar dentro de suas experiencias e proporcionar a troca de experiencias. No Ensino Fundamental II, de 6º a 9° ano, temos linhas temáticas que passam por Concepções de Religião, Divisão das Religiões, Formação da Sociedade e Tradições Religiosas o Surgimento dos Conceitos Religiosos, Religiões Semitas (Judaísmo, Cristianismo e Islamismo), Religiões Primitivas, Religiões de Matrizes Africanas, Religiões Afro Brasileiras, Religiões Espiritualistas, Religiões Naturalistas, Religiões Panteístas e Religiões Orientais. Além disso traremos a realidade da diversidade religiosa, cultural, de gênero e de sexualidade no Brasil, em santa Catarina e em Lauro Müller como Mostra o livro “Lauro Müller: A História 7 ”.

6 REVISTA NOVA ESCOLA. O Novo Perfil do Professor. Editora Abril, nº 236 - Outubro 2010. pp. 47.

7 LOPES, Arnaldo. Lauro Müller: A História. Ed. Gráfica do Lelo Ltda, Lauro Müller, 2008.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CONCEITOS ESSENCIAIS

Ser humano

Conhecimento revelado

Conhecimento elaborado

Diversidades das práticas

Caminhos de reintegração

CONTEÚDOS PROPOSTOS

1. Ser humano

Conteúdos estabelecidos a partir de:

a)

As orientações para o relacionamento com o outro, respeitando a Alteridade;

b)

Conhecimento do conjunto de princípios de cada Tradição Religiosa;

c)

A fundamentação dos limites éticos/morais propostos pelas várias Tradições Religiosas.

2.

Conhecimento revelado

Conteúdos estabelecidos a partir de:

a) As formas de revelação do revelante ao espaço sagrado;

b) Origem da autoridade da palavra revelada, segundo as diversas Tradições Religiosas;

c) A revelação do Transcendente, na visão das diversas Tradições Religiosas;

d) As possíveis respostas norteadoras do sentido da vida: a ressurreição, a reencarnação, a ancestralidade e a inexistência de vida após a morte.

3. Conhecimento elaborado

Conteúdos estabelecidos a partir de:

a) A evolução dos conhecimentos e das estruturas religiosas no de correrdos tempos (História

e Tradição Religiosa);

b) A função política das ideologias religiosas ( Sociologia e Tradição Religiosa);

c) As determinações da Tradição Religiosa na construção mental do inconsciente pessoal e

coletivo (Psicologia e Tradição Religiosa);

d) A descrição das representações do Transcendente nas Tradições Religiosas:

exegese/comentários, teologias;

e) Conjunto de mitos, crenças e doutrinas em cada Tradição Religiosa;

f) Conhecimento das práticas de reflexão do Transcendente (Filosofias e Tradições Religiosas); homem diante do Transcendente (Filosofias e Tradições Religiosas);

g)

A ideia do Transcendente.

3.

Diversidade das práticas

Conteúdos estabelecidos a partir de:

a) A descrição de práticas e rituais religiosas significantes, elaborados pelos diferentes grupos

religiosos;

b) A identificação dos símbolos mais importantes de cada Tradição Religiosa, comparando

seu(s) significado(s);

c) Estudos das práticas de espiritualidade utilizadas pelas diferentes Tradições Religiosas no

relacionamento com o Transcendente, consigo mesmo, com os outros e o mundo.

5. Caminhos de reintegração

Conteúdos estabelecidos a partir de:

a) Conhecimento dos mitos e histórias, dos textos e das tradições orais de corporalidade e

ancestralidade; b) A descrição do contexto socio-político-religioso significante em algumas Tradições

Religiosas na redação dos textos sagrados/tradições orais de corporalidade e ancestralidade;

c) A análise e a hermenêutica dos mitos e histórias, dos textos sagrados e tradições orais de

corporalidade e ancestralidade.

* Quadro descritivo dos conceitos essenciais do ensino religioso para o Ensino

Fundamental.

Série

Conceitos

 

Ideias mais específicas

   

Possíveis enfoques dos temas

essenciais

   
 

A

religiosas no decorrer dos tempos (História. Tradições Religiosas)

evolução dos conhecimentos e das estruturas

Os significados do Transcendente na vida.

Conhecimento

A

construção da idéia do Transcendente no tempo

Elaborado

A

(Sociologia e TR)

função política das ideologias religiosas

e

A

espaço

construção das verdades dos discursos religiosos

   

O

sistema de valores determinando atitudes e

 

A

descrição do contexto sócio-político religioso

comportamentos em vista de objetivos religiosos

Caminhos de

significante em algumas TR na redação

final dos

As verdades sagradas como referenciais da vontade do Transcendente.

Reintegração

textos sagrados/tradições orais de corporalidade e

ancestralidade. A análise e hermenêutica dos mitos e

histórias, dos textos sagrados

e

tradiçõesorais

A revelação do Transcendente nas diferentes TR.

de

corporalidade

e ancestralidade.

A autoridade do discurso religioso fundamentado

na experiência mística do seu emissor.

     

A

evolução da estrutura religiosa das TR no

As formas de revelação do revelante no espaço sagrado. A origem da autoridade da palavra revelada, segundo as diversas Tradições Religiosas. A revelação do Transcendente nas diversas TR.

decorrer dos tempos. A sistematização da

idéia do Transcendente pelas TR.

A

estruturação do mundo pessoal a partir da

2. Conhecimento Revelado

experiência do Transcendente e das TR.

A

construção cultural da palavra sagrada no

 

tempo e no espaço pelas

TR.

A

palavra sagrada, verdade do

Transcendente pela boca dos humanos.

O

cultivo da palavra sagrada nas diferentes

culturas e TR. Os ensinamentos da palavra sagrada sobre o Transcendente. Os ensinamentos da palavra sagrada na estrutura do eu interior da pessoa.

     

A experiência religiosa, elemento vital para o fiel.

4.Diversidade das Práticas

Estudo das práticas de espiritualidade utilizados pelas diferentes TR no relacionamento com o Transcendente, consigo mesmo, com os outros e o mundo. Conhecimento das práticas de reflexão do homem diante do Transcendente (Filosofias e Tradições Religiosas).

Conhecimento do conjunto de princípios de cada TR. A fundamentação dos limites éticos/morais propostos pelas várias Tradições Religiosas.

As determinações da TR na construção mental do inconsciente pessoal e coletivo (Psicologia e TR). Conjunto de mitos e crenças e doutrinas em cada TR.

A vivência com o mistério do Transcendente pelos

ensinamentos, ritos e tradições. Autoconhecimento na vivência do relacionamento com o Transcendente.

1.Ser Humano

As exigências e qualidades éticas do procedimento humano na perspectiva da TR. Orientações de vida nas normas, crenças e doutrinas nas TR.

3.Conhecimento

Elaborado

 

2.Conhecimento

Determinações da TR na construção mental da pessoa.

Revelado

O limite e a busca do translimite

 

A experiência religiosa na busca de superação e

As possíveis respostas norteadoras do sentido da vida:

da finitude humana. A fundamentação dos

ressurreição, reencarnação, ancestralidade e inexistência da vida além morte.

limites éticos estabelecidos peta TR.

As verdades nas TR sob a ética da fé.

A

verdade que orienta o fiel através de mitos,

crenças e das doutrinas. As respostas elaboradas para vida além morte pela TR. (ancestralidade-reencarnação-ressureiç ão-nada).

O

sentido da vida perpassada pelo sentido da vida

além morte.

AVALIAÇÃO

A disciplina de Ensino Religioso, no momento em que o educando esta devidamente matriculado na disciplina ele deve as mesmas obrigações exigentes nas demais disciplinas. A Proposta Curricular de Santa Catarina aponta que:

O Ensino Religioso, da mesma forma que nas mais áreas do conhecimento, “a avaliação caracteriza-se por um processo de investigação, tendo como ponto de partida e de chegada o processo pedagógico, para que estabelecidas as causas de dificuldades possam ser traçados procedimentos e possibilidades de enfrentamento destas situações”(Proposta Curricular de Santa Catarina/ 98 – Temas Multidisciplinares, p. 73). É por isso que se entende que a avaliação é processual, contínua e se constitui em subsidiadora do processo ensino-aprendizagem. Considerando essa forma de entender a avaliação, o Ensino Religioso, como conhecimento escolar, deve, portanto, ser trabalhado de forma significativa, articulada, contextualizada, em permanente formação e transformação. No Ensino Religioso, o objetivo da avaliação será o de desenvolver o diálogo entre o conhecimento cotidiano e o conhecimento científico oferecendo oportunidades ao educando para que cresça através de relatos diversos, trocas de depoimentos e/ou pesquisas, comparação de percepções diferenciadas para um mesmo dado social, numa constante elaboração e reelaboração de conhecimentos. Essas atividades se constituirão em fontes para análise individual e coletiva dos educandos e para continuidade do processo ensino-aprendizagem ou retomada, quando se fizer necessário 8 .

Seguindo estes parâmetros os sistemas avaliativos, consideraremos como avaliações:

Avaliações escritas;

Interação e socialização de conteúdos e experiências;

Trabalhos de classe e extra classe;

Métodos de acompanhamento do conteúdo;

8 Santa Catarina. Secretaria de Estado da Educação e do Desporto. Currículo: ensino religioso. – Florianópolis: SED, 2001. pp. 23.

CONCLUSÃO

Este é o plano de aula apresentado para o ano de 2013 para o ano letivo nas rede Estadual e Municipal de Edução, localizadas no município de Lauro Müller, sendo facilmente adequado a outros entidades e outra rede de Educação de outro municípios do estado. E a partir dele sera feito a elaboração do Plano de Aula bimestral para que possamos desenvolver o melhor trabalho possível, respeitando o objetivo da disciplina de ERE que é contribuir para o estudo do fenômeno religioso, sem proselitismos, altero e laico para a formação do educando a partir de suas experiencias seja elas religiosas ou não e promover o respeito a diversidade religiosa, cultural, de gênero e de sexualidade, isso tudo acompanhando as mudanças sócias que encontramos hoje e na velocidade que esta.

REFERÊNCIAS

Santa Catarina, Secretaria de Estado da Educação,Ciência e Tecnologia. Proposta Curricular de Santa Catarina: Estudos Temáticos. Florianópolis: IOESC, 2005.

BIANCA; Valmir. O sagrado no ensino religioso. Cadernos pedagógicos do ensino

fundamental, v.8 – Curitiba : SEED – Pr., 2006.

Santa Catarina. Secretaria de Estado da Educação e do Desporto. Currículo: ensino religioso. – Florianópolis: SED, 2001.

LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do

em

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8069.htm>, acesso em: 30 de janeiro de 2013.

Adolescente e dá outras providências.

disponível

REVISTA NOVA ESCOLA. O Novo Perfil do Professor. Editora Abril, nº 236 - Outubro

2010.

LOPES, Arnaldo. Lauro Müller: A História. Ed. Gráfica do Lelo Ltda, Lauro Müller, 2008