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ENCICLOPÉDIA

DOS DINOSSAUROS

E DA VIDA
PRÉ-HISTORICA
A Invasão Humana

 A Invasão humana tem inicio há 5 milhões de anos atrás, quando surge nas florestas africanas o
Australopithecus ( primeiro macaco bípede que se conhece ), ao adaptar-se à diversas eras glaciais
juntamente com há adesão de carne em sua alimentação evolui para novas espécies entre as quais um
possível ancestral do homem o Homo erectus, que ao aprender a controlar o fogo, dá inicio a formação
de espécies humanas capazes de habitar locais nunca antes pisados por hominídeos, há cerca de 1
milhão de anos os Homo erectus migram para fora da África e conquistam a Europa e a Ásia e acredita-
se que os Homo erectus europeus deram origem aos Homo neandertalensis e os africanos deram
origem ao Homo sapiens, que por sua vez migraram para fora da África, levando a extinção aos Homo
erectus ao chegarem na Ásia e aos Homens de Neandertal ao chegarem na Europa.
Australopithecus

 O Australopithecus cujo o nome significa " macaco do sul ", apareceu há cerca de 5 milhões de anos atrás durante o Plioceno possuía
diversas espécies as quais uma acredita-se ser ancestral direto dos homens. O gênero media uns 105 centímetros de altura e seu
cérebro era mais ou menos do tamanho do de um chimpanzé. O Australopithecus já andava ereto e talvez usasse ferramentas
rudimentares como paus e pedras ( sem modificá-los ), mas provavelmente não falava. Durante os 2,5 milhões de anos seguintes, eles
dominaram o planeta extinguindo várias espécies animais que cruzavam o seu caminho, até mesmo outras espécies de
Australopithecus, que não estavam tão adaptados ao meio e acabaram se extinguindo. E os mais adaptados deram origem aos nossos
ancestrais um pouco mais evoluídos que o Australopithecus. Em seus estágios finais há aproximadamente 2,5 milhões de anos atrás
surgiu um Australopithecus que incluía carne em sua alimentação (podendo ser até carniça), o que possibilitou uma diminuição no
tamanho do estômago ( pois a carne é mais fácil de ser digerida do que vegetais) e um acumulo de proteína que resultou no aumento
do cérebro e o surgimento de uma nova espécie o Homo habilis.
 Dados do Mamífero:
Nome: Australopithecus
Nome Científico: Australopithecus africanus
Época: Plioceno
Local onde viveu: África
Peso: Cerca de 30 à 40 quilos
Tamanho: 1 metro de altura
Alimentação: Onívora
Homo erectus

 O Homo erectus cujo o nome significa " homem hereto ", surgiu há aproximadamente 1,8 milhões de anos atrás, descobriram-se fósseis do Homo
erectus desde a África ( local onde acredita-se que apareceu primeiro ) até a Indonésia na Oceania, Ásia e Europa. Com a altura de um homem
moderno e um cérebro do tamanho da metade do nosso o Homo erectus era bem inteligente e dominava o uso de uma das mais importantes
ferramentas que o homem já teve o fogo e com tudo isso já era possível manter uma estrutura social complexa e viver agrupados em comunidades.
O uso do fogo distinguiu o Homo erectus de todas as espécies que haviam surgido antes, ossos carbonizados de animais foram encontrados em
sítios arqueológicos em muitos lugares. Essa espécie foi tão bem sucedida que só foi extinta provavelmente pelo Homo sapiens ou o humano atual
mais ou menos 50 mil anos atrás. Os Homo erectus que migraram para a Europa passaram por adaptações ao frio e acredita-se deram origem ao
Homo neanderthalensis, os Homo erectus que se mantiveram na África tiveram que enfrentar muitas Eras Glaciais ( grandes esfriamentos que
causavam grandes períodos de seca ou de chuvas na África ) e tiveram que se adaptar a elas, acredita-se que assim se deu a origem do Homo
sapiens.
 Dados do Mamífero:
Nome: Homo erectus
Época: Pleistoceno
Local onde viveu: África, Europa, Ásia e Oceania.
Peso: Cerca de 60 quilos
Tamanho: 1,7 metro de altura
Alimentação: Onívora
Homo ergaster

 O Homo ergaster
 Dados do Mamífero:
Nome: Homo ergaster
Época: Pleistoceno
Local onde viveu: África, Europa, Ásia e Oceania.
Peso: Cerca de 60 quilos
Tamanho: 1,7 metro de altura
Alimentação: Onívora
Homo Floresiensis

 O Homo Floresiensis cujo nome lembra o local onde foi encontrado, em cavernas
nas Ilhas Flores, viveu há aproximadamente 18 mil a 13 mil anos atrás em ilhas
próximas a Indonésia entre a Ásia e a Austrália.
 Dados do Mamífero:
Nome: Homo Floresiensis
Época: Pleistoceno
Local onde viveu: Ásia e Oceania.
Peso: Cerca de 25 quilos
Tamanho: 1 metro de altura
Alimentação: Onívora
Homo habilis

 O Homo habilis cujo o nome significa " homem habilidoso ", surgiu há aproximadamente 2 milhões de anos, confeccionava
e utilizava ferramentas, começando talvez por uma simples pedra. De cérebro grande ( pouco menos da metade do nosso
) e mãos habilidosas, o Homo habilis levava uma vida nômade nas savanas do leste da África, alimentando-se de carne,
obtida talvez caçando e carne de animais mortos, além de frutos e outros vegetais. Muitos estudiosos o consideram
apenas um Australopithecus moderno sendo ainda a mesma espécie, a qual acredita-se que deu origem ao Homo
erectus.
 Dados do Mamífero:
Nome: Homo habilis
Época: Plioceno
Local onde viveu: África
Peso: Cerca de 30 à 40 quilos
Tamanho: 1 metro de altura
Alimentação: Onívora
Homo heidelbergensis

 O Homo heidelbergensis cujo o nome significa " homem de Heidelberg ", surgiu há
aproximadamente
 Dados do Mamífero:
Nome: Homo heidelbergensis
Época: Pleistoceno
Local onde viveu: África, Europa, Ásia e Oceania.
Peso: Cerca de 60 quilos
Tamanho: 1,7 metro de altura
Alimentação: Onívora
Homem de Neanderthal

 O Homo neanderthalensis cujo nome lembra o local onde foi encontrado, surgiu há aproximadamente 200 mil anos atrás, originário possivelmente
dos Homo erectus que se adaptaram ao clima frio da Europa, seu cérebro era de tamanho igual ao nosso, sua garganta era projetada para a fala,
eles possuíam uma linguagem própria, viviam em grupos familiares formados de 8 à 25 pessoas no máximo, seu corpo era mais baixo, mais forte e
mais atarracado que o nosso ( bem adaptado ao clima frio em que viviam), eram inteligentes, sua população era algo em torno 100 mil pessoas e
sua alimentação era constituída 85% de carne, enterravam seus mortos. Os Homo neanderthalensis tinham uma vida agita e cheia de riscos, sua
caça se baseava no combate corpo a corpo, metade de suas crianças não chegava aos 12 anos e 4 a cada 5 homens não chega a 40 anos, as
mães neandertais amamentavam seus filhos até 5 anos de idade.
Possuíam basicamente 6 tipos de ferramentas, raspadeiras ( para confeccionar vestimentas ), machadinhas, facas ( que também eram usadas
como pontas de lanças ), laminas (que eram mais afiadas que bisturis cirúrgicos ) e lanças ( feitas com galhos ). Os Homo neanderthalensis não
eram nossos ancestrais entraram em processo de extinção logo após terem entrado em contato com o Homo sapiens.
Há aproximadamente 35 mil anos atrás o Homo sapiens chegou a Europa vindo da Ásia, no começo havia uma coexistência pacífica até benéfica
para os Homens Neandertais, que estavam aprendendo com o Homo sapiens, suas ferramentas estavam pela primeira vez sofrendo bruscas
modificações, os Homens Neandertais estavam fazendo ferramentas feitas de ossos, chifres e dentes, começaram até a fabricar adornos para
vestimentas (tudo isso copiando o Homo sapiens) , mas com o tempo a coisa começou a mudar, mais e mais Homo sapiens chegavam a Europa,
isso começou a gerar conflitos e os Homo sapiens tinham armas mais sofisticadas que os Homens de Neandertal, tem-se inicio o processo de
extinção dos Homens Neandertais, que há aproximadamente 27 mil anos atrás entraram em extinção.
 Dados do Mamífero:
Nome: Homem de Neanderthal
Nome Científico: Homo sapiens neanderthalensis
Época: Pleistoceno
Local onde vive: Europa e Oriente Médio
Peso: Cerca de 80 quilos
Tamanho: 1,6 metros de altura
Alimentação: Onívora
Homo sapiens

 O Homo sapiens ( nossa espécie ) surgiu há aproximadamente 150 mil anos atrás, possivelmente na África, como resultado de adaptações de Homo
erectus ao meio em que eles viviam. Desde então o Homo sapiens vem evoluindo e aumentando seu número cada vez mais, extinguindo todas as
espécies que se opunham a ele, se tornando o " animal " dominante do planeta.
A " Invasão Humana " tem inicio há 100 mil anos atrás, com uma grande erupção de um vulcão que afetou todo o planeta, somente cerca 10 mil
Homo sapiens sobrevivem e junto com isso tem -se inicio a uma nova era glacial, na qual torna difícil a vida na África e há cerca de 70 mil anos atrás
o Homo sapiens chegou no Oriente Médio, há 50 mil anos atrás na Ásia e tem-se inicio o processo de extinção do Homo erectus, há 40 mil anos
atrás o Homo sapiens chega na Europa e lá fica conhecido como Homem de Cro-Magnon, há 35 mil anos atrás entra em contato com o Homem de
Neandertal, tem-se inicio uma série de conflitos os quais quase sempre o Homo sapiens vence, há 28 mil anos atrás a população de Homens
Neandertais diminui drasticamente e há 27 mil anos atrás os Homens Neandertais são extintos.
O Homo sapiens continua sua dominação do planeta extinguindo diversas espécies e infestando o planeta. Há 20 mil anos atrás tem-se inicio uma
nova Era Glacial e forma-se uma ponte de terra entre a Rússia e o Alasca e há 15 mil anos atrás o Homo sapiens chega a América do Norte, entra
em contato com novas espécies e o mesmo ocorre com elas ( entram em processo de extinção ), há 13 mil anos atrás o Homo sapiens chega a
América do Sul e ocorre a extinção de diversas espécies animais americanas e entre elas está o Mamute, o Tigre-dentes-de-sabre, o
Mastodonte,etc. Os Homo sapiens que ficaram no Oriente Médio nessa época começavam a praticar a agricultura e posteriormente tem-se inicio as
construções e os grandes impérios enfim a " História começa " e essa é uma outra " Estória ".
 Dados do Mamífero:
Nome: Homem
Nome Científico: Homo sapiens sapiens
Época: Holoceno
Local onde vive: Todo o Planeta Terra e fora dele também
Peso: Cerca de 70 quilos
Tamanho: 1,7 metros de altura
Alimentação: Onívora
Paranthropus boisei

 O
 Dados do Mamífero:
Nome: Paranthropus boisei
Época:
Local onde viveu: África
Peso: Cerca de quilos
Tamanho: metro de altura
Alimentação: Onívora
ATENÇÃO

 A TEORÍA DE DAIWN É MENTIRA AS


QUE VOCÊS VIRAM ACIMA
Ancestrais dos Artrópodes

 Um dos primeiros grupos de animais a se aventurarem em terra firme foram os Artrópodes, logo após
as plantas terem colonizado esse ambiente, há aproximadamente 420 milhões de anos atrás durante o
Siluriano, pois essa "nova" vegetação úmida e rasteira terrícola possuía alimento abundante e
proporcionava um ótimo abrigo aos recém chegados. Um dos mais antigos fósseis terrícolas
encontrados é de um milípede, artrópodes com muitas pernas da classe dos Miriápodes. Nos milhões
de anos subsequentes outros grupos de artrópodes começaram a colonizar o ambiente terrestre e
atraídos por tantas presas, logo vieram os predadores como os centípedes. O Carbonífero pode ser
considerado o "auge" dos artrópodes, pois os mesmos atingiram proporções gigantescas nesse
período, dominaram quase todos os ambientes terrestres e iniciaram o domínio dos ambientes aéreos.
Arthropleura

 O Arthropleura era um gigantesco artrópode que viveu há aproximadamente 330 milhões de anos atrás durante o
Carbonífero na América do Norte e na Europa, é o maior artrópode terrestre que já existiu, podia ultrapassar dois metros
de comprimento, preferiam os ambientes com vegetações abertas e aluviais, em planícies inundadas como também rios
aterrados e deltas e não a vegetação densa dos pântanos como se pensava anteriormente, esses dados foram retirados
com bases em rastros fósseis encontrados nos EUA e na Europa.
 Dados do Inseto:
Nome: Arthropleura
Nome Científico: Arthropleura
Época: Carbonífero
Local onde viveu: América do Norte e Europa
Peso: Cerca de 50 quilos
Tamanho: 80 centímetros de envergadura
Alimentação: Carnívora
Meganeura

 O Meganeura era um inseto gigantesco muito semelhante as atuais libélulas ( do inglês Dragonfly ) que viveu há
aproximadamente 300 milhões de anos atrás durante o Carbonífero nos EUA, foi um dos maiores insetos que já existiu e
com certeza o maior que já voou, sua envergadura poderia atingir 80 centímetros e com certeza possuía boas habilidades
de vôo, seu corpo atingia quase meio metro de comprimento. O Meganeura era um predador extremamente voraz, podia
agarrar suas presas com seus 3 pares de pernas e guiá-lo até suas poderosas mandíbulas.
 Dados do Inseto:
Nome: Meganeura
Nome Científico: Meganeura monyi
Época: Carbonífero
Local onde viveu: América do Norte
Peso: Cerca de 1 quilo
Tamanho: 80 centímetros de envergadura e 40 centímetros de comprimento
Alimentação: Carnívora
Opabinia

 O Opabinia foi um invertebrado curioso e integrante da Fauna de Burgess Shale que habitou os mares próximos ao atual Canadá há
aproximadamente 530 milhões de anos atrás durante o período Cambriano. A Fauna de Burgess foi uma das mais ricas já
documentadas, sendo Burgess Shale um extraordinário sítio arqueológico, localizada nas Montanhas Rochosas, no Canadá, onde, em
1909, foram encontrados os mais importantes fósseis com partes moles, provenientes do baixo Cambriano.
Os Opabinias possuiam 5 olhos enfileirados na frente de sua cabeça em formato de cogumelo uma carapaça rígida, não possuía
pernas, 8 centímetros de comprimento e capturava suas vítimas com sua “tromba” bifurcada com garras na extremidade. Ao contrário
de outros seres de seu tempo, o Opabinia não deixou nenhum descendente hoje.

 Dados do Tubarão:
Nome: Opabinia
Nome Científico: Opabinia regalis
Época: Cambriano
Local onde viveu: Oceanos
Peso: Cerca de poucas gramas
Tamanho: 8 centímetros de comprimento
Alimentação: Carnívora
Ancestrais das Aves

 As aves representam um ramo notável na árvore evolutiva dos répteis e acredita-se


que no fim do período Triássico alguns répteis começaram a ter escamas parecidas
com penas, já no período Jurássico se tem a primeira prova fóssil, o Archaeopteryx,
um fóssil de um dinossauro ( muito parecido e até confundido com o
compsognathus ) e só no final do Cretáceo é que as aves começaram a apresentar
caudas sem ossos e bicos sem dentes e se parecer mais com as aves de hoje, pois
se desenvolveram rápido quando começou a aparecer as plantas com sementes e
flores. E posteriormente tiveram seu auge há cerca de 40 milhões de anos atrás
com o aparecimento das rapineiras gigantes como o Diatryma e posteriormente com
aves voadoras gingantes como a Argentavis.
Archaeopteryx

 O Archaeopteryx é a ave mais antiga que se conhece, conviveu com os dinossauros do período Jurássico e talvez ainda seria considerado como
um dinossauro se não fosse o fato de suas penas terem se fossilizado. Um dos primeiros esqueletos de Archaeopteryx encontrados foi atribuído a
um compsognathus. O Archaeopteryx tinha dentes e possuía ossos na cauda como um pequeno dinossauro, nas asas ainda possuía três dedos,
que serviriam para agarrar os galhos das árvores e auxiliar na subida das mesmas. A questão questão que gera dúvidas é o fato de o Archaeopteryx
não possuir o esterno (robusto osso provido de uma quilha que as aves tem no peito, onde se inserem poderosos músculos que permitem o bater de
asas para o vôo ), no entanto o Archaeopteryx possuía o chamado " osso da sorte " ou " forquilha " típico das aves.
Não se sabe ao certo se o Archaeopteryx poderia levantar vôo e voar como as aves, mas sem dúvida " voava " de galhos em galhos, dava saltos
enormes impulsionados pelas asas ( como as galinhas o fazem atualmente ) e planava caçando insetos nas matas do Jurássico.
Dados da Ave:
Nome: Archaeopteryx
Nome Científico: Archaeopteryx lithographica
Época: Jurássico
Local onde viveu: Europa
Peso: Cerca de 1 quilo
Tamanho: 1 metro de comprimento
Alimentação: Carnívora
Argentavis

 A Argentavis foi um dos maiores animais voadores que já existiu, sendo considerada a maior ave voadora de todos os tempos, viveu há
aproximadamente 8 milhões de anos atrás durante o Mioceno na Argentina, possuía uma envergadura de 7 metros, esse enorme
tamanho dificultava o bater de asas, exigindo grande gasto energético para alçar vôo, porém estando lá em cima se tornaria fácil
planar, como um pequeno avião planador e percorrer longas distâncias em busca de algum animal morto. Para esta imensa ave não
seria difícil roubar alimento de outros aves rapineiras e até de mamíferos predadores, como o Thylacosmilus ( da imagem acima ).
Podiam atingir uma velocidade superior há 70 km/h durante o vôo, percorrendo enormes distâncias o que tornavam seus territórios
imensos, cerca de 500 Km2 , pois necessitavam de altas quantidades de comida, cerca de 10 quilos de carne por dia, quantidade a
qual se tornava maior ainda na época da reprodução, sendo que em média poderiam ter um filhote a cada 2 anos e poderiam viver
mais de 60 anos.
 Dados da Ave:
Nome: Argentavis
Nome Científico: Argentavis magnificens
Época: Mioceno
Local onde viveu: América do Sul
Peso: Cerca de 80 quilos
Tamanho: 7 metros de envergadura e 2,5 metros de altura
Alimentação: Carnívora
Diatryma

 O Diatryma reinava soberano nas planícies da América do Norte. Com mais de 2 metros de altura e o crânio quase
equivalente ao de um cavalo atual, essas aves rapineiras gigantes não voavam, mas corriam muito velozmente. Viviam
isoladamente ou em pares e atacavam pequenos herbívoros, como o Hyracotherium ou Cavalo primitivo ( abatido acima ),
um ancestral do atual cavalo. Provavelmente, o Diatryma corria com maior velocidade que sua presa e em seguida a
matava com um golpe de seu bico curvo, ou com uma patada de suas poderosas pernas. Mas com o aparecimento de
predadores mamíferos de grande porte o Diatryma mão resistiu a competição e se tornou extinto.
 Dados da Ave:
Nome: Diatryma
Época: Eoceno
Local onde viveu: América do Norte e Europa
Peso: Cerca de 280 quilos
Tamanho: 2,2 metros de altura
Alimentação: Carnívora
Dodô

 O Dodô era uma ave a qual as asas haviam se atrofiado e sendo assim não podiam mais voar, que viveu há 200 anos no atual Holoceno atrás em
pequenas ilhas do Oceano Indico, nas ilhas Maurício, Reunião e Rodrigues sendo que existiam cerca de 9 espécies diferentes, 3 espécies diferentes
em cada ilha. As primeiras descrições dessas aves mostram-na como uma ave desajeitada e feia, que "mal podia arrastar-se pesada e
desajeitadamente" e que "esta massa bizarra se sustenta mal sobre dois pés". A figura mais antiga de Dodô de que se conhece é de 1601, feita por
De Bry, e representa um animal que fora levado vivo para a Holanda por Van Neck, explorador holandês que andou em regiões próximas as Ilhas
Maurício no final do século XVI. Roelandt Savery pintou o Dodô várias vezes: Berlim, 1626; Viena, 1628; Haia; Estugarda e Londres (Zoological
Society e British Museum), Oxford e Harlem. Na biblioteca do último imperador da Áustria, existe um desenho atribuído a Hoefnagel que se pensa
datar de 1620, feito a partir de animais do aviário do imperador. Justamente pelo Dodô ter algumas dessas qualidades já mencionadas ( não poder
voar, ser desajeitada e possuir grande quantidade de carne ) é que diversos marinheiros ao passarem próximos a essas ilhas abatiam diversos
animais com o intuito de alimentarem e a matança chegou a tal ponto que a ave se tornou extinta no século XVIII. E essa tragédia não termina por
ai, pois a extinção de uma espécie não se dá sem efeitos nocivos sobre outras espécies, como uma árvore chamada "Calvária", cujas sementes
alimentavam o Dodô também está prestes a desaparecer. Sua semente só conseguia germinar depois que o Dodô se alimentasse de seu fruto e
"gastasse" a casca grossa da semente. Hoje existem apenas 13 árvores de "Calvária" no mundo. As que ainda resistem têm mais de 300 anos de
idade. Sem o Dodô, a Calvária está prestes a desaparecer para sempre.
 Dados da Ave:
Nome: Dodô
Nome Científico: Raphus cucullatus
Época: Holoceno
Local onde viveu: Ilhas do Oceano Indico
Peso: Cerca de 23 quilos
Tamanho: 50 centímetros de altura
Alimentação: Herbívora
Gastornis

 O Gastornis cujo nome foi baseado em "Gaston Planté", responsável pelo primeiro achado dessa espécie, era uma
grande ave rapineira, que viveu durante o Eoceno há aproximadamente 45 milhões de anos atrás na Europa,
provavelmente caçava pequenos mamíferos e lagartos que habitavam as florestas européias. Possuindo grande agilidade
e um enorme bico, perseguia suas presas e desferia-lhes fortes bicadas e patadas ( com suas fortes garras dos pés ), se
transformando em um dos grandes predadores da época. Mas esses tipos de aves não suportaram a competição com os
mamíferos e quando eles se tornaram hábeis caçadores elas entraram em extinção.
 Dados da Ave:
Nome: Gastornis
Época: Eoceno
Local onde viveu: Europa
Peso: Cerca de 180 quilos
Tamanho: 2,2 metros de altura
Alimentação: Carnívora
Iberomesornis

 O Iberomesornis cujo nome significa " pássaro intermediário espanhol "era um ancestral das aves que viveu há
aproximadamente 130 milhões de anos atrás durante o período Cretáceo na Espanha, certamente já poderia alçar vôos
com suas asas emplumadas, porém ainda mantinha características de répteis como dentes e garras nos dedos das asas.
Em sua época certamente o Iberomesornis era obrigado a dividir seu espaço aéreo com enormes pterossauros.
 Dados do Mamífero:
Nome: Iberomesornis
Nome Científico: Iberomesornis
Época: Cretáceo
Local onde viveu: Europa
Peso: Cerca de 200 gramas
Tamanho: 20 centímetros de envergadura
Alimentação: Onívora
Moa Gigante

 O Moa Gigante era uma ave gigantesca, uma das maiores que já existiram, que viveu há 700 anos atrás durante o Holoceno na Nova
Zelândia, sua extinção coincide com a chegada do homem na Nova Zelândia, que juntamente com provas fósseis que consistem em
ossos quebrados por ferramentas humanas, carbonizados, em forma de colares e anzóis e com marcas de dentes humanos,
demonstram serem os mesmos os responsáveis pela extinção dessa magnífica ave, que ocorreu em menos de 100 anos, nos quais
foram mortos mais de 170 mil espécimes. O Moa gigante não possuía mais ossos das asas e as vezes nem as junções das asas com
o corpo. Os Moas se alimentava de folhas, viviam em pares ou em pequenos grupos familiares e não tinham predadores naturais, isto
é, até a chegada do Homem. Existiam 11 espécies diferentes de Moas, está era a maior delas o Dinornis maximus, que podia chegar a
quase 4 metros de altura e pesar 400 quilos.
 Dados da Ave:
Nome: Moa Gigante
Nome Científico: Dinornis maximus
Época: Holoceno
Local onde viveu: Nova Zelândia
Peso: Cerca de 400 quilos
Tamanho: 3,7 metros de altura
Alimentação: Herbívora
Phororhacos

 O Phororhacos, era uma grande rapineira sul-americana, seu crânio media cerca de 50 centímetros e provavelmente
caçava pequenos mamíferos e lagartos que habitavam as planícies sul-americanas. Possuindo grande agilidade,
perseguia suas presas e desferia-lhes fortes bicadas e patadas ( com suas fortes garras dos pés ), se transformando em
um dos grandes predadores da época. Mas há aproximadamente 9 milhões de anos atrás o Phororhacos não resistiu a
competição com os predadores mamíferos ( como o Tigre Dentes de Sabre ) se tornando alimento para eles e entrou em
processo de extinção.
 Dados da Ave:
Nome: Phororhacos
Nome Científico: Phororhacos longissimus
Época: Mioceno
Local onde viveu: América do Sul
Peso: Cerca de 160 quilos
Tamanho: 1,9 metros de altura
Alimentação: Carnívora
Titanis

 O Titanis era uma grande rapineira sul-americana, provavelmente caçava pequenos mamíferos e lagartos ( atacando-os
com fortes bicadas e patadas) que habitavam as planícies sul-americanas, seu crânio media cerca de 60 centímetros de
comprimento. O Titanis possuía garras nas pontas das asas que possivelmente serviria para agarrar suas presas e
facilitar a caçada, possuía também grande agilidade e facilmente se transformou em um dos grandes predadores de sua
época, mas há aproximadamente 9 milhões de anos atrás eles não resistiram a competição com os predadores
mamíferos ( como o Tigre Dentes de Sabre ) e se tornou um alimento para eles, entrando em processo de extinção.
 Dados da Ave:
Nome: Titanis
Época: Mioceno
Local onde viveu: América do Sul
Peso: Cerca de 150 quilos
Tamanho: 1,5 metros de altura
Alimentação: Carnívora
Ancestrais da Baleia

 A Baleia-azul é a maior criatura que existe e uma das maiores que já existiu em nosso planeta, e assim
como todas as baleias, ela evoluiu a partir de um onívoro terrícola, que era quase do tamanho de uma
raposa. Esses ancestrais dos mamíferos terrícolas foram para o mar no início do Eoceno e se adaptara
à vida aquática. A despeito do desenvolvimento evolutivo, como a transformação de patas dianteiras e
caudas em nadadeiras, as baleias mantém muitos traços de seus ancestrais, por exemplo, ossos
semelhantes a dedos nas nadadeiras (Baleia-azul 4 ossos e demais baleias dentadas 5 ossos), respirar
ar e amamentar filhotes.
Uma das subordens da Ordem dos Cetáceos, a dos arqueocetos, se extinguiu há longo tempo. A
sobrevivência de muitas espécies das duas subordens remanescentes, que são as baleias dentadas e
as de barbatanas, está seriamente ameaçada pela superexploração dos humanos.
Ambulocetus

 O Ambulocetus cujo nome significa " Baleia ambulante " era um ancestral das baleias que viveu há aproximadamente 50
milhões de anos atrás durante o Eoceno na Ásia, apesar de seus membros fortes poderem o aguentar bem seu peso em
terra ele preferia a água. Nadava como uma lontra, mas matava como um crocodilo, espreitava pacientemente há beira d
´agua e emboscava suas presas, que podiam ser bem grandes, quase o dobro do seu tamanho, arrastando-as para a
água e afundando-as ou então pequenos peixes ágeis, demonstrando uma grande variedade nos hábitos alimentares.
Acredita-se que seus descendentes deram origem as atuais baleias que são os maiores animais que se conhece à viver
no planeta.
 Dados do Mamífero:
Nome: Ambulocetus
Nome Científico:Ambulocetus natans
Época: Eoceno
Local onde viveu: Ásia
Peso: Cerca de 350 quilos
Tamanho: 3 metros de comprimento
Alimentação: Carnívora
Andrewsarchus

 O Andrewsarchus cujo nome significava " A besta de Andrew " era do tamanho de um rinoceronte, pertencia a uma ordem
de onívoros terrícolas conhecida como Condylarthra, parente dos animais pertencentes a família dos ungulados e
acredita-se que tenha parentesco com as baleias atuais. O crânio do Andrewsarchus media 86 centímetros de
comprimento, ele provavelmente começou a comer peixes e outros animais aquáticos mortos que vinham parar nas praias
e nas beiras de rios e de lagos, logo o Andrewsarchus começou a ir buscá-los na água para os comer em terra e assim
acredita-se que sua evolução se deu na própria água.
 Dados do Mamífero:
Nome: Andrewsarchus
Época: Eoceno
Local onde viveu: Ásia
Peso: Cerca de 600 quilos
Tamanho: 1,8 metros de altura e 3,6 de comprimento
Alimentação: Carnívora
Basilossauro

 O Basilossauro cujo nome significa " Lagarto rei " é uma Baleia primitiva que viveu há aproximadamente 40 milhões de
anos atrás durante o Eoceno nos mares próximos há América Do Norte e África , era um predador delgado e
hidrodinâmico, foi assim nomeado por se achar inicialmente que se tratava de um réptil marinho. Durante rápidas
mudanças evolutivas, seus membros traseiros se atrofiaram e só restaram estruturas vestigiais. As narinas do
Basilossauro já se aproximavam dos olhos no alto da cabeça e suas mandíbulas eram bem alongadas. Sua alimentação
era baseada em peixes, tubarões, moluscos e outras baleias.
 Dados do Mamífero:
Nome: Basilossauro
Nome Científico: Basilosaurus
Época: Eoceno
Local onde viveu: América do norte e África
Peso: Cerca de 35 a 40 toneladas
Tamanho: 19 metros de comprimento
Alimentação: Carnívora
Dorudon

 O Dorudon era semelhante aos atuais golfinhos, porem era menos inteligente. O
Dorudon ostentou os pequenos membros traseiros de aproximadamente 10
centímetros por muito tempo. Armado com ferozes dentes, comia peixes há 40
milhões de anos atrás durante o Eoceno no Oceano Atlântico.
 Dados do Mamífero:
Nome: Dorudon
Época: Eoceno
Local onde viveu: Oceano Atlântico
Peso: Cerca de 1,5 toneladas
Tamanho: 5 metros de comprimento
Alimentação: Carnívora
Eurhinodelphis

 O Eurhinodelphis era um golfinho primitivo pertencente ao grupo dos cetáceos que viveu há aproximadamente 12 milhões
de anos atrás durante o Mioceno na França, Bélgica e EUA, pertencia a uma família de golfinhos primitivos chamada
Rhabdosteidae, com seu focinho longo comia crustáceos e peixes pequenos e acredita-se que a ponta do focinho
desdentada servia para escavar na areia e procurar alimento. Durante o Mioceno todo eles foram comuns, porém no final
do Mioceno estavam se tornando extintos e sendo substituídos pelos golfinhos atuais.
 Dados do Mamífero:
Nome: Eurhinodelphis
Nome Científico: Eurhinodelphis bossi
Época: Mioceno
Local onde viveu: Europa e América do Norte
Peso: Cerca de 400 quilos
Tamanho: 2,7 metros de comprimento
Alimentação: Carnívora
Mesonyx

 O Mesonyx que era um onívoro terrícola da ordem Condylarthra, ao qual acredita-se que tenha
parentesco com as atuais baleias. O Mesonyx provavelmente começou a comer peixes e outros animais
aquáticos mortos que vinham parar nas praias e nas beiras de rios e de lagos, logo o Mesonyx começou
a ir buscá-los na água para os comer em terra, tempos depois já os caçava dentro d´agua e assim
acredita-se que seguiu sua evolução no ambiente aquático.
 Dados do Mamífero:
Nome: Mesonyx
Época: Eoceno
Local em que viveu: América do Norte
Peso: Cerca de 150 quilos
Tamanho: 1 metros de altura e 1,8 de comprimento
Alimentação: Carnívora
Pakicetus

 O Pakicetus era um ancestral das atuais baleias, provavelmente viveu ao longo das margens dos rios
durante o Eoceno médio. Os fósseis demonstram que seu ouvido interno não era inteiramente adaptado
para suportar a pressão de águas profundas, portanto é provável que passasse a maior parte do tempo
na superfície da água ou em terra. Ele assemelhava-se a uma lontra.
 Dados do Mamífero:
Nome: Pakicetus
Época: Eoceno
Peso: Cerca de 200 quilos
Tamanho: 1,5 metros de comprimento
Alimentação: Carnívora
Ancestrais dos Bois

 São pertencentes ao grupo Bovoidea, juntamente com as cabras, ovelhas e antílopes, e sua
história tem início há 18 milhões de anos atrás no início do Mioceno na Eurásia e eram muito
parecidos com os atuais antílopes, de onde deram início a sua colonização global, se
adaptando bem a cada novo ambiente colonizado, em regiões frias os animais desenvolveram
uma grossa camada de pelos, como os atuais Bisões e Bois-almiscarados, em regiões mais
quentes, uma pelagem mais rala, como os Búfalos, em pequenas porções de terra ( ilhas )
tornaram-se bem pequenos como Anoa que habita ilhas da Indonésia. Atingiram em pouco
tempo há África, Europa e América do Norte há 500 mil anos atrás, hoje em dia são uns dos
animais em maior número no planeta.
Bisão antigo

 O Bisão antigo era um bovídeo antepassado do Bisão Norte americano, que viveu há 20 mil anos atrás durante o
Pleistoceno na América do Norte, era um pouco maior que seus parentes atuais e vivam em enormes grupos, como os
bisões americanos atuais, migrando de regiões para regiões nas determinadas épocas do ano, no Rancho La Brea (EUA)
são encontrados muitos desses exemplares e uma curiosidade é que só são encontrados filhotes com idades entre 2 a 4
meses, de 14 a 16 meses e 26 a 30 meses, os de 5 a 13 meses e os de 17 a 25 meses não são encontrados, isso ocorre
justamente pelo ciclo de migração que esses Bisões possuíam, onde nesses meses que não são encontrados filhotes, a
grupo todo se encontrava em outras regiões.
 Dados do Mamífero:
Nome: Bisão antigo
Nome Científico: Bison antiquus
Época: Pleistoceno
Local onde viveu: América do Norte
Peso: Cerca de 800 quilos
Tamanho: 1,7 metros de altura
Alimentação: Herbívora
Bisão de cornos longos

 O Bisão de cornos longos era um parente do Bisão Norte americano que viveu há 20 mil anos atrás durante o Pleistoceno
na América do Norte, era um pouco maior que seus parentes atuais e vivam em grupos, menores que os dos bisões
americanos atuais, migrando de regiões para regiões nas determinadas épocas do ano, no Rancho La Brea (EUA) são
encontrados exemplares dessa espécies em pequenas quantidades, seus chifres podiam atingir 1,8 metros de
comprimento de uma ponta a outra.
 Dados do Mamífero:
Nome: Bisão de cornos longos
Nome Científico: Bison latifrons
Época: Pleistoceno
Local onde viveu: América do Norte
Peso: Cerca de 800 quilos
Tamanho: 1,7 metros de altura
Alimentação: Herbívora
Búfalo Gigante

 O Búfalo Gigante ou Pelorovis era um gigantesco bovídeo , sendo considerado como um dos maiores que já existiu , e
que viveu há aproximadamente 12 mil anos atrás durante o Pleistoceno na África do Sul, pastando em savanas próximas
de rios e lagos, pois como seus parentes atuais, eles também gostavam de estar sempre próximos de fontes de água.
Suas dimensões eram enormes, podiam atingir mais de 2,5 metros de altura nos ombros, pesar mais de 1,5 toneladas,
seus chifres podiam chegar a mediar de uma ponta até a outra mais 3 metros de comprimento. Com todo esse tamanho,
os predadores de sua época não eram capazes de caçar adultos, restringindo-se apenas aos filhotes, os quais ainda
contavam com a proteção da manada, como na imagem acima, na qual um Búfalo Gigante ataca ferozmente um bando
leões africanos.
 Dados do Mamífero:
Nome: Búfalo Gigante
Nome Científico: Pelorovis antiquus
Época: Pleistoceno
Local onde viveu: África
Peso: Cerca de 1,6 toneladas
Tamanho: 2,5 metros de altura
Alimentação: Herbívora
Ancestrais dos Cães

 Todos os canídeos tem sua origem na Ordem Carnívora e descendem de um animalzinho que surgiu logo após a grande extinção dos
dinossauros há 56 milhões de anos atrás, o Miacids, esse mesmo animalzinho deu origem a todos os chamados " patas de veludo
" (aquelas "almofadinhas" nas patas dos cachorros) ou os atuais lobos, ursos, gatos, hienas, dominhas, guaxinins, leões-marinhos, focas
entre outros. Há aproximadamente 35 milhões de anos atrás, descendendo dos Miacids surge o Tomarctus na Ásia, já com formas mais
semelhantes ao da família, posteriormente surge o Cynodictis também na Ásia, que cruzando a ponte de terra entre a Ásia e a América do
Norte deu origem a muitas das espécies de canídeos existentes hoje, há uns 25 milhões de anos atrás surgiram um grupos de cães
semelhantes a ursos, denominados Cães-Ursos (Amphicyonids), que eram mais robustos que o resto da família e posteriormente deram
origem a família dos atuais Ursos, existiram também cães semelhantes a gatos, ou seja, arborícolas e os cães parecidos com hienas,
comedores basicamente de carniça e ossos, que possuía também uma musculatura mais desenvolvida principalmente nos maxilares, mas
ambas as espécies foram extintas provavelmente pela competição com os felinos, há 10 milhões de anos atrás surgiram cães com forma
atuais que se disseminaram sob forma de pequenos animais ( pois com a presença de cães-ursos e outros competidores, não era possível
antigirem maiores proporções ), como chacais, coiotes e raposas que ficavam migrando do continente asiático para o norte-americano,
mais há aproximadamente 8 milhões de anos atrás, ocorre a extinção dos chamados cães-ursos e abre-se uma brecha para a evolução dos
canídeos de grande porte, como um lobo pequeno que ainda existe com poucas modificações migrou para a Ásia e lá, há
aproximadamente 300 mil anos atrás, crescendo constantemente deu origem aos atuais lobos-cinzentos, que ao retornarem para a
América do Norte encontram seus primos menores e levam significativas vantagens na competição, porém um outro pequeno
representante da família que também já apresentava tendências de crescimento o Canis armbrusteri, migrou para a América do sul e lá
acredita-se que deu origem aos maiores representantes da família dos canídeos que já existiu o Lobo Terrível ( Canis Dirus), que voltou
para a América do Norte há aproximadamente 100 mil anos atrás e lá "conviveu com seus primos menores" (pois não se sabe ao certo a
que ponto eles interagiram), sendo extintos há 10 mil anos atrás com chegada do homem que exterminou suas presas naturais. Os lobos
foram domesticados pelo homem a cercade 6 mil anos atrás e com isso dando origem às diversas espécies de cães existentes hoje.
Lobo Terrível

 O Lobo Terrível ou Lobo Medonho vem do inglês " Dire wolf " e foi chamado assim pelo seu tamanho gigantesco para
um canídeo, ou seja, para um animal pertencente a família dos cães, viveu desde 150 mil anos atrás até 10 mil anos atrás
nas Américas do Sul e do Norte, coincidindo com a chegada do homem nesses ambientes, o qual extinguiu as presas que
o Lobo Terrível caçava como enormes preguiças, servos, camelos entre outros, causando a extinção do mesmo. O Lobo
Terrível provavelmente surgiu na América do Sul, migrando posteriormente para a América do Norte, onde teve de
enfrentar enorme concorrência com outros carnívoros de grande porte como leões, tigres dentes de sabre e ursos, os
quais obteriam vantagens por andarem em matilhas socialmente organizadas como fazem os lobos atuais.
 Dados do Mamífero:
Nome: Lobo Terrível
Nome Científico: Canis dirus
Época: Pleistoceno
Local onde Viveu: América do Sul e América do Norte
Peso: Cerca de 120 quilos
Tamanho: 1,7 metros de comprimento
Alimentação: Carnívora
Miacid

 O Miacid surgiu logo após a extinção dos dinossauros há aproximadamente 56 milhões de anos atrás,
foi um dos primeiros representantes da grande Ordem dos Carnivora, ancestral de todos os atuais "
Patas de veludo " ( atuais familias dos cães, ursos, gatos, hienas e doninhas ), viveu durante o Mioceno
caçando pequenos roedores, lagartos e insetos, já demonstrando grande aptidão para a caça. Era do
tamanho de um gato, porém não era muito parecido com mesmo, se assemelhando em hábitos mais
com as atuais doninhas.
 Dados do Mamífero:
Nome: Miacid
Época: Eoceno
Local em que Viveu: Ásia
Peso: Cerca de 10 quilos
Tamanho: 60 centímetros de comprimento
Alimentação: Carnívora
Ancestrais dos Camelos

 Atualmente fazem parte da família dos camelídeos os Dromedários, Camelos


bactrianos, Lhamas, Guanacos, Vicunhas e Alpacas, habitam regiões desérticas da
África e da Ásia (Camelos e Dromedários) e a Cordilheira dos Andes ( os demais).
Mas não foi sempre assim os ancestrais desses animais existiam em grandes
variedades de espécies que habitavam quase todo o planeta, atingindo tamanho
enormes. Acredita-se que os primeiros camelídeos surgiram na América do Norte a
aproximadamente 40 milhões de anos atrás, migrando para a Ásia ( pela ponte de
terra que se formava entre o Alaska e a Rússia), África e América do Sul ( quando
se formou uma ponte de terra entre as Américas do Norte e do Sul).
Camelo Girafa

 O Camelo Girafa ou Aepycamelus era conhecido como Alticamelus e foi um ancestral dos atuais
camelos, viveu na América do Norte há 10 milhões de anos atrás durante o Mioceno e seus
descendentes migraram para a Ásia e para a África e deram origem aos atuais camelos e dromedários.
Podia erguer sua cabeça a uma altura de 3,5 metros para se alimentar de folhas e já era adaptado para
viver em ambientes desérticos onde não existia muita água.
 Dados do Mamífero:
Nome: Camelo Girafa
Nome Científico: Aepycamelus
Época: Mioceno
Local onde viveu: América do Norte
Peso: Cerca de 270 quilos
Tamanho: 3 metros de altura
Alimentação: Herbívora
Camelops

 O Camelops é um parente dos atuais camelos, viveu há aproximadamente 12 mil anos atrás durante o
Pleistoceno no oeste dos EUA, era do tamanho de um camelo atual e devia possuir os mesmos hábitos,
vivendo em ambientes áridos e secos em pequenos bandos familiares de fêmeas com seus filhotes e
um macho dominante.
 Dados do Mamífero:
Nome: Camelops
Nome Científico: Camelops hesternus
Época: Pleistoceno
Local onde viveu: América do Norte
Peso: Cerca de 240 quilos
Tamanho: 2,3 metros de altura
Alimentação: Herbívora
Hemiauchenia

 O Hemiauchenia foi uma ancestral dos atuais Guanacos e vicunhas e parente próximo dos camelos, que viveu há
aproximadamente 5 milhões de anos atrás durante o Plioceno na América do Norte, seus descendentes migraram para o
sul cruzando a ponte de terra que se formou entre as Américas do Sul e do Norte, os quais se deram muito bem em
ambientes andinos.
 Dados do Mamífero:
Nome: Hemiauchenia
Nome Científico: Hemiauchenia macrocephala
Época: Plioceno
Local onde viveu: América do Norte
Peso: Cerca de 90 kg
Tamanho: 1,8 metros de altura
Alimentação: Herbívora
Palaelama

 A Palaelama é um membro da família dos camelídeos que vivia na América do Norte e que migrou para
a América do Sul, quando surgiu uma ponte de terra entre os dois continentes, tinha a altura de uma
pessoa e pesava algo em torno de 60 quilos, sendo muito parecida com as atuais vicunhas e guanacos
da Cordilheira dos Andes, se tornou extinta a 17 mil anos atrás.
 Dados do Mamífero:
Nome: Palaelama
Época: Pleistoceno
Local onde viveu: América do Norte e do sul
Peso: Cerca de 60 quilos
Tamanho: 1,8 metros de altura
Alimentação: Herbívora
Ancestrais do Cavalo

 Já existiram mais de 250 espécies de equinos, desde que essa família de animais surgiu na
terra, há cerca de 50 milhões de anos. Supõe-se que o representante mais primitivo desse grupo
era o Hyracothetium ou Cavalo primitivo, que era muito menor que os atuais cavalos. Essa linha
evolutiva iniciada com o Hyracotherium possui muitas ramificações, mas apenas o Equus,
genero do cavalo atual, sobreviveu até hoje.
À medida que os continentes foram se tornando mais secos e mais frios, as selvas deram
lugar às florestas, que por sua vez foram substituídas pelos campos. Não podendo mais se
esconder entre as árvores os cavalos que pastavam passaram a ser atacados em campo aberto.
Os que conseguiram escapar dos predadores sobreviveram e se reproduziram, transmitindo
suas características úteis, tais como as patas longas. e no decorrer de milhões de anos, o
terceiro artelho, ou médio, de cada pata, adquiriu tamanho e força, enquanto os outros
diminuíram. A unha dos artelhos evoluiu para um casco que envolve o artelho e é bem adaptado
para sustentar o cavalo enquanto galopa.
Cavalo da Floresta

 O Cavalo da Floresta é um parente próximo dos cavalos atuais e viveu há aproximadamente 40 mil anos atrás durante o
Mioceno nos EUA e no Canadá, seus hábitos diferem um pouco dos cavalos de hoje, pois ainda viviam em floresta e
possuíam três dedos em cada pata, os cavalos só perderiam esses dedos extras e se tornariam enormes com o fim das
florestas e posterior surgimento dos campos, que os obrigou a serem mais velozes e fortes para se defenderem de
predadores em campos abertos. Este foi um dos maiores exemplares há ainda habitar as florestas.
 Dados do Mamífero:
Nome: Cavalo da Floresta
Nome Científico: Hypohippus affinis
Época: Mioceno
Local onde viveu: América do Norte
Peso: Cerca de 550 kg
Tamanho: 1,3 metros de altura
Alimentação: Herbívora
Cavalo gigante

 O Cavalo gigante é um parente próximo dos cavalos atuais e viveu há aproximadamente 25 mil anos atrás
durante o Pleistoceno no leste dos Estados Unidos, seus hábitos não diferem dos cavalos de hoje, vivendo em
grupos com apenas um macho dominante, porém ele era maior, mais pesado, robusto e forte, seus coices
quebrariam facilmente os ossos de um predador descuidado a ponto de atacá-los como os grandes felinos,
cães e ursos que existiam em sua época, seus dentes tornavam suas mordidas poderosas armas de luta
corporal, as quais eram comumente utilizadas em combates entre machos na disputa por territórios e por
grupos de fêmeas. O Cavalo gigante é um dos maiores membros que já existiram da família dos Equidae, a
qual pertence os atuais cavalos.
 Dados do Mamífero:
Nome: Cavalo gigante
Nome Científico: Equus giganteus
Época: Pleistoceno
Local onde viveu: América do Norte
Peso: Cerca de 1 tonelada
Tamanho: 2 metros de altura
Alimentação: Herbívora
Cavalo primitivo

 O Hyracotherium ou Cavalo primitivo era um ancestral dos atuais cavalos viveu há aproximadamente 55
milhões de anos atrás durante o Eoceno na América do Norte e Europa, era do tamanho de uma raposa, ele
possuía quatro artelhos nas patas dianteiras e três nas traseiras, e a maior parte de seu peso se apoiava nas
almofadas das patas, semelhantes às dos cães. Seus dentes mastigavam as folhas e os frutos tenros de seu
habitat na floresta. Antigamente ele era conhecido como Eohippus.
 Dados do Mamífero:
Nome: Cavalo primitivo
Nome Científico: Hyracotherium
Época: Eoceno
Local onde viveu: América do Norte e Europa
Peso: Cerca de 20 á 30 quilos
Tamanho: Aproximadamente 40 centímetros de altura e 70 de comprimento
Alimentação: Herbívora
Cavalo primitivo de três dedos

 O Mesohippus ou Cavalo primitivo de três dedos provavelmente se alimentava das folhas novas dos
arbustos e de folhas e frutos com polpa, das árvores pequenas. Os dentes e mandíbulas pequenos
refletem sua dieta leve. Quando os cavalos evoluíram, os dentes e mandíbulas ficaram maiores, pois a
dieta mudou, para incluir as gramíneas rijas.
 Dados do Mamífero:
Nome: Cavalo primitivo de três dedos
Nome Científico: Mesohippus
Época: Oligoceno há 35 milhões de anos atrás
Local em que viveu: América do Norte e Europa
Peso: Cerca de 50 á 60 quilos
Tamanho: Aproximadamente 50 centímetros de altura e 1 metro de comprimento
Alimentação: Herbívora
Cavalo primitivo de um dedo

 O Pliohippus ou Cavalo primitivo de um dedo viveu há aproximadamente 5 milhões de anos atrás


durante o Plioceno na América do Norte, quase completou a evolução dos quatro artelhos de seus
ancestrais para um casco com um só artelho. A pata dianteira do Pliohippus se assemelhava à dos
cavalos de hoje, com apenas um casco, porém ainda não era tão adaptado.
 Dados do Mamífero:
Nome: Cavalo primitivo de um dedo
Nome Científico: Pliohippus
Época: Plioceno
Local em que viveu: América do Norte
Peso: Cerca de 60 á 70 quilos
Tamanho: Aproximadamente 1,2 metros de altura e 1,5 de comprimento
Alimentação: Herbívora
Onohippidium

 O Onohippidium é um parente próximo dos cavalos atuais e viveu há aproximadamente 40 mil anos
atrás durante o Pleistoceno na América do Norte, Bolívia e Argentina, seus hábitos não diferem dos
cavalos de hoje, as vezes é chamado de cavalo americano ou cavalo sul americano, pois foram poucas
as espécies de cavalos que habitaram a América do Sul.
 Dados do Mamífero:
Nome: Onohippidium
Nome Científico: Onohippidium devillei, Onohippidium galushai, Onohippidium munizi
Época: Pleistoceno
Local onde viveu: América do Norte e do Sul
Peso: Cerca de 650 kg
Tamanho: 1,5 metros de altura
Alimentação: Herbívora
Parahippus

 O Parahippus evoluiu a partir do Mesohippus, ele se mudou das florestas para os campos norte-
americanos. Ali, os cavalos de patas mais longas escapavam melhor dos predadores e a evolução foi
selecionando cavalos mais altos. O Parahippus possuía um terceiro artelho muito grande e dois artelhos
pequenos, que não tocavam o solo enquanto o animal corria.
 Dados do Mamífero:
Nome: Parahippus
Nome Científico: Parahippus
Época: Oligoceno há 25 milhões de anos atrás
Local em que viveu: América do Norte e Europa
Peso: Cerca de 60 á 70 quilos
Tamanho: Aproximadamente 80 centímetros de altura e 130 de comprimento
Alimentação: Herbívora
Propalaeotherium

 O Propalaeotherium cujo nome significa " anterior ao Palaeotherium " é um dos ancestrais dos cavalos
mais antigos que se conhece, possuíam quatro dedos nas patas da frente e três nas patas de trás.
Viveu há 49 milhões de anos atrás comendo folhas e frutas durante o Eoceno na Europa, deveriam
andar em pequenos bandos que caminhavam em filas pelo interior das florestas.
 Dados do Mamífero:
Nome: Propalaeotherium
Época: Eoceno
Local onde viveu: Europa
Peso: Cerca de 60 quilos
Tamanho: 70 centímetros de altura 1 metro de comprimento
Alimentação: Herbívora
Quagga

 O Quagga é uma espécie de zebra ( cavalo ) que foi extinta há 120 anos atrás durante o atual Holoceno nos prados da
África do Sul, seus hábitos eram idênticos aos das zebras atuais, porém como habitava uma pequena região específica e
foi caçado tanto pela sua carne como pela sua pele, a ponto não sobrar mais nenhum na natureza, fato este que ocorreu
em 1872, sobrevivendo apenas alguns animais em zoológicos espalhados pelo mundo. O último representante dessa
espécie morreu no Zoológico de Amsterdã em 1883, aumentando assim a lista de espécies extintas pela "Invasão
Humana". A terceira imagem é uma foto de um exemplar de Quagga tirada em um zoológico europeu em 1870 por
Frederick York.
 Dados do Mamífero:
Nome: Quagga
Nome Científico: Equus quagga
Época: Holoceno
Local onde viveu: África
Peso: Cerca de 350 quilos
Tamanho: 1,6 metros de altura
Alimentação: Herbívora
Ancestrais das Cobras

 A Cobra mais antiga que se conhece surgiu há mais de 130 milhões de anos atrás na África, essas cobras primitivas eram
semelhantes as atuais sucuris, pítons e jibóias, as quais não possuem veneno e pertencem ao grupo Boidae. Acredita-se que as
cobras atuais surgiram a partir de lagartos ( pertencentes ao grupo Varanid ) durante o período jurássico, os quais caçavam pequenos
animais que se escondiam em tocas e buracos, e para pegá-los os "lagartos" eram obrigados a se esgueirar e se encaixar nesses
"túneis", o que favorecia os "lagartos" que possuíssem os menores membros e assim os mesmos viveriam mais e deixariam mais
descendentes, e ocorrendo isso por diversas gerações acrescido de longos períodos de tempo geraram o surgimento de um nova
espécie isenta de membros locomotores. A dúvida que ainda permanece é se esse processo se deu em terra ou na água, se o fato de
as cobras não possuírem "orelhas externas" e possuírem os olhos cobertos com uma membrana protetora é para proteger da entrada
de água ou de terra. Um vestígio dessa ancestralidade pode ser verificado nas atuais Pítons e Jibóias, as quais ainda possuem
pequenas pernas traseiras internas ao corpo, mais que são visualizadas facilmente nos esqueletos, que ainda possuem até pequenos
dedos e que estão localizadas próximas a cloaca do animal. Com a extinção dos dinossauros, formou-se uma lacuna em diversos
ambientes da Terra, os quais foram preenchidos em parte pelas cobras as quais chegaram à atingir tamanhos enormes como a
Gigantophis, que podia chegar a 19 metros de comprimento. Há aproximadamente 36 milhões de anos atrás no final do Eoceno surgiu
um grupo de cobras menores e mais rápidas, as quais deram inicio a uma competição por comida e territorial, elas são as pertencentes
ao grupo Colubridae, porém estas não foram capazes de se impor sobre seus primas maiores e mais fortes e se tornaram um grupo
pequeno até que há aproximadamente 20 milhões de anos atrás, no começo do Mioceno, quando pela movimentação dos continentes,
tornou impossível à habitação de certos ambientes pelas Bovidae, pois estes se tornaram mais frios pela proximidade dos pólos,
fazendo com que as mesmas migrassem para regiões mais quentes, ou seja, próximas a linha do equador. Porém estes ambientes
foram rapidamente dominados pelas cobras menores e mais rápidas (Colubridae) e o próximo passo seria o domínio global, sendo que
atualmente 2/3 das espécies de cobras são pertencentes ao grupo das Colubridae e o único continente não habitado pelas mesmas é a
Antártida.
Há aproximadamente 15 milhões de anos atrás uma família de cobras desenvolveu um novo arsenal para garantir sua
sobrevivência, elas possuíam dentes enormes porém estes eram localizadas no fundo de suas mandíbulas estes dentes eram
utilizados para perfurar a carne e com isso inocular veneno ( o qual é formado a partir da própria saliva modificada do animal) ao
atacar, sendo um modo efetivo de matar depressa e subjugar a comida.
Dinilysia

 A Dinilysia cujo nome significa " destruidora terrível " é uma ancestral das cobras atuais, que viveu há aproximadamente
80 milhões de anos atrás durante o período Cretáceo na Argentina, foi uma das cobras mais antigas conhecidas e seu
esqueleto um dos mais completos já encontrados, sendo pertencente há um grupo de cobras muito antigo existente
atualmente ao qual fazem parte pítons, sucuris e jibóias, sendo ainda muito parecida com esta última em tamanho. A
Dinilysia viveu juntamente com dinossauros e deve ter caçados vários deles.
 Dados do Réptil:
Nome: Dinilysia
Nome Científico: Dinilysia patagonica
Época: Cretáceo
Local onde Viveu: América do Sul
Peso: Cerca de 20 quilos.
Tamanho: 3 metros de comprimento
Alimentação: Carnívora
Gigantophis

 A Gigantophis é uma das maiores cobras que já existiu, viveu há aproximadamente 36 milhões de anos atrás durante o
Eoceno no norte da África, um exemplar encontrado no Egito media mais de 18 metros de comprimento. A Gigantophis
era pertencente ao grupo das Boidae, o qual é um grupo antigo de cobras que não possuíam veneno, mesmo das atuais
Pítons e Sucuris, era lenta e extremamente forte e suas presas eram geralmente grandes e lentas, como o Moeritherium (
como na imagem acima ) e crocodilos, além de outros mamíferos de grande porte, mas caso algum animal pequeno não
tomasse cuidado perto desta gigantesca cobra certamente viraria alimento.
 Dados do Réptil:
Nome: Gigantophis
Nome Científico: Gigantophis sp.
Época: Eoceno
Local onde Viveu: África
Peso: Cerca de 400 quilos.
Tamanho: 19 metros de comprimento
Alimentação: Carnívora
Ancestrais dos Crocodilos

 Atualmente existem 22 espécies diferentes de crocodilianos, a maior


parte delas é formada por crocodilos, há apenas uma espécie de gavial,
duas de aligatores e pelo menos cinco de jacarés. Todos eles vivem em
lugares muito parecidos, às margens de rios, lagos e mares. Surgiram há
mais 200 milhões de anos atrás, originados dos chamados arcossauros
("répteis dominantes"),os mesmos que também deram origem aos
dinossauros e aos pterossauros. Sobreviveram há grandes extinções,
inclusive a que extinguiu os dinossauros, porém muitos crocodilianos
desapareceram, algumas espécies eram enormes e além de viver com os
dinossauros, também os comiam.
Adamantinasuchus

 O Adamantinasuchus era um pequeno crocodilo terrestre que viveu há aproximadamente 90 milhões de anos atrás durante o período Cretáceo
Superior no Brasil, mais precisamente no interior do estado de São Paulo, na região do município de Marília.Seus fósseis provém de rochas
pertencentes à formação Adamantina, daí a origem do nome do animal.
Adamantinasuchus navae é uma homenagem ao paleontólogo William Nava, coordenador do Museu de Paleontologia de Marília, que encontrou
seus fósseis durante trabalhos de campo efetuados nas proximidades do Rio do Peixe, que corta a região de Marília.
Vários ossos foram encontrados, alguns formando esqueletos, outros desarticulados, além de alguns crânios, indicando que a espécie mediria
aproximadamente 50 centímetros de comprimento e provavelmente eram já animais adultos, em vista de características observadas nos dentes
molariformes, que apresentam desgaste acentuado. Esse desgaste confere à espécie um hábito alimentar onívoro, que poderia incluir insetos,
peixes, pequenos vertebrados, carcaças e também vegetais, como sementes duras. O animal poderia também escavar o solo com seus dentes
incisiformes à procura de alimentos, como fazem os suínos atualmente.
A morfologia do crânio e dos ossos da pélvis, como o fêmur alongado, indicam que Adamantinasuchus navae era tipicamente terrestre, com rostro
alto e curto, narinas situadas na região anterior do crânio, órbitas grandes e posicionadas nas laterais do crânio, além da dentição, curta e
especializada, com dentes incisiformes projetados para frente, caniniformes e molariformes, muito semelhantes aos.
Dados do Dinossauro:
Nome: Adamantinasuchus
Nome Científico:Adamantinasuchus navae
Época: Cretáceo
Local onde viveu: Brasil
Peso: Cerca de 10 quilos
Tamanho: 50 centímetros de comprimento
Alimentação: Onívora