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Colégio Pelotense Curso Normal Teoria e Prática do Ensino/ Pré-estágio Aluna: Larissa Pedra

e Prática do Ensino/ Pré-estágio Aluna: Larissa Pedra Nossa caminhada começou com o projeto “Quem são

Nossa caminhada começou com o projeto “Quem são nossos alunos”. Este trabalho proporcionou um primeiro contato com a escola, como chegamos em grupo eu sentia mais segurança, foi muito significativo. Pudemos conhecer o contexto antes de conhecer a turma, e termos um contato mais informal e descontraído com os alunos da escola. Ao final, tive oportunidade de refletir e repensar antes de partir para a observação do pré-estágio.

A observação do pré-estágio aconteceu no período de recuperação trimestral da escola, então as

estratégias usadas foram conversa com os alunos presentes e demais pessoas da escola, além da análise do

questionário que fizemos com os alunos no trabalho do TPE.

No planejamento um grande desafio: como encontrar um tema que agrade a alunos desinteressados e quando se interessam é por coisas tão diferentes? Resolvi trabalhar com identidade, pois dessa forma conseguiria valorizar as vivências e interesses do aluno, trabalhar com a diversidade e tentar resgatar a autoestima.

O planejamento foi tempo de muito estudo, trabalho e esforço. Mas fico feliz em poder contar com as

professoras e colegas que compartilharam comigo este momento.

O momento do pré-estágio para mim foi maravilhoso, uma grande oportunidade de aprender e conhecer

uma realidade diferente (e preocupante). Trouxe-me oportunidade de amadurecimento profissional e pessoal, ao

passo que firmava algumas certezas que eu tinha e “punha em xeque” tantas outras.

Falando em aprendizagem e nos objetivos do projeto, infelizmente nem todos alcançaram os objetivos, os alunos diziam que as atividades eram legais, mas não pareciam motivados.

Temos vários fatores a considerar tais como chuva, baixa frequência dos alunos, poucas aulas dadas, conteúdos dados pela titular (ela tinha me passado para serem trabalhados como “novos”), a falta de costume dos alunos com atividades diferenciadas, o perfil heterogêneo da turma, entre outros.

Ao final, fazendo a avaliação geral do projeto notei tudo isso. Ao receber o retorno das professoras- supervisoras Paula, Elaine e Simone, ouvi o que já sabia até apontei alguns questionamentos e falhas minhas que elas não tinham pontuado. Foi muito tranquilo, senti um estranho alívio.

Quero contar para vocês coisas que ninguém imaginaria

A professora Paula chegou em um momento

onde tive o primeiro contato com um dos alunos, onde tive record na presença: 10 alunos. Já era quinta-feira!

A professora Elaine chegou no dia em que tive o primeiro contato com dois alunos, além do maior público até aqui: 12 alunos! Além disso, em razão do feriadão muitos alunos nem lembravam o que estávamos fazendo,

tive de reexplicar tudo novamente: por que trabalhar identidade, qual a importância de cada um se conhecer e se

respeitar, acreditar em si mesmo

visitou na segunda segunda-feira do projeto.

Além de ser após a aula de educação física, o maior desafio para mim. Ela me

A professora Simone chegou no momento de uma atividade prática, que os alunos tem preguiça de fazer. Além disso, neste dia os alunos estiveram demasiadamente agitados, brigaram o tempo todo, até por lugar onde queriam sentar. Alguns alunos que vieram a poucas aulas anteriores vieram hoje, e por mais que eu tente retomar

o que foi dado, eles não se interessam e acabam ficando perdidos. Será que ela imaginava que eu estava vendo alguns alunos ali pela segunda vez? Isso que já era a segunda quinta-feira do pré-estágio.

Não é tentar justificar o que foi visto e apontado, é uma questão de compreender pontos de vista.

Contudo, é necessário que eu reconheça meus erros, e pense em como faria em uma nova oportunidade. Tento não me culpar pois os alunos que foram para as aulas e se interessaram realmente aprenderam, mas não me conformo em imaginar que tantos outros não foram alcançados.

Apesar disto, saio desta experiência de que posso e preciso evoluir, e tenho esperança de conseguir fazer isso e além, conseguindo ser semeadora desta esperança e desta diferença.

A esperança faz parte da natureza humana. Seria uma contradição se, inacabado e consciente do inacabamento, primeiro, o ser humano não se inscrevesse ou não se achasse predisposto a participar de um movimento constante de busca e, segundo, se buscasse sem esperança.” (Paulo Freire)

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